Descompasso Colossal

Na manhã de ontem (30) nossas lentes flagraram as margens da Avenida Henrique de Holanda, mais precisamente em frente ao Posto Shell Baiana, três cavalos pastando naturalmente.

cavalo

Como se pode vê, os muitos acidentes, provocados por animais soltos nas vias públicas, que vitimaram motoristas e motoqueiros em nossa cidade, inclusive com mortes, não serviram como lição pedagógica para os condutores  da gestão do Governo de Todos.

São cenas como esta, que revelam o descompasso colossal em que vive nossa cidade. De um lado, as empresas que chegam sintonizadas com lançamentos de créditos e débitos de carbono, do outro, uma administração pública que opera nos modais do século 19. É lamentável.

Nem vou precisar abrir a “jaula do Elias“, pois a mesma, no dia de hoje, já está aberta e nosso contador dos bichos também já foi zerado.

Falta sentimento com as coisas da cidade…

No blog do Inaldo Sampaio, hoje (31), li a seguinte nota:

Ajuda – Antes da viagem a Roma, o governador João Lyra Neto enviou projeto à Assembleia Legislativa autorizando a concessão de uma subvenção social, mensal, à Academia Pernambucana de Letras, no valor de R$ 20 mil, para a preservação do seu patrimônio.

Muito bem, dias atrás participei do evento comemorativo do 9º ano de fundação da AVLAC (Academia Vitoriense de Letras, Artes e Ciência). Na ocasião, os oradores que se reversaram na tribuna destacaram às dificuldades de se promover cultura na cidade.

AVLAC

A instituição nasceu do sonho e da ação do abnegado vitoriense, Melchisedec. Ao longo destes nove anos a AVLAC foi presidida pelas professoras Severina Andrade de Moura, Valdinete Moura e Lúcia Martins (atual presidente), teve como acadêmicos, entre tantos nomes de destaque na cultura local, o Poeta Dilson Lira.

Pelo que me consta, até o presente momento, a AVLAC continua INVISÍVEL aos olhos do  poder público municipal, tanto na questão financeira quanto na  questão institucional. Claro,  do prefeito Elias Lira, sobre este tema em tela, não podemos esperar muita coisa, contudo, no seu governo existem alguns “grilos falantes” nesta área…….. vamos esperar para vê até quando a gestão Governo de Todos vai continuar ignorando a referida  instituição.

Nova Política: DA BOCA PRA FORA.

Acredito que uma das notas, veiculada no blog do Magno, hoje (31), interessa a uma expressiva parcela de vitorienses que sufragaram nas urnas, a “pedido” do prefeito Elias Lira, o nome do deputado federal André de Paula nas eleições do último dia 05 de outubro. Diz a nota:

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André avermelhou– Embora tenha votado em Marina no primeiro turno e em Aécio Neves no segundo turno, o presidente estadual do PSD, deputado federal eleito André de Paula, anunciou, ontem, que estará alinhado ao partido no apoio ao Governo Dilma. Já na próxima quarta-feira ele participa de uma reunião para afinar o discurso neopetista. (Blog do Magno)

Como se vê, o ex-pefelista André de Paula, que recentemente subiu nos palanques vitorienses para engrossar a voz da NOVA POLÍTICA, rapidamente, esqueceu de quase tudo que disse. Picado pela chaga do adesismo, André não está tomando o caminho que  desejou seus eleitores que, no primeiro turno votou em Marina e depois em Aécio na intenção de expulsar a turma do PT do Palácio do Planalto. André de Paula, portanto, já está contemplado com a sua “bolsa adesão” e você que votou nele? Continue chupando dedo…

Internauta Sylvyo Augusto flagra porco nas ruas

Bom dia Pilako, mais uma vez venho mostra os porcos na rua Manoel Borba,lembrando que não temos apenas porcos pelas ruas temos também uma situação bem pior que é uma pocilga na zona urbana sem obedecer nenhum critério tecnico para essa criação, pois existe um que é a portaria 711/95. Mais como sempre nossa prefeitura não dar muita atenção a Saúde de seu povo.

Sylvyo Augusto

Portanto, mais uma vez, iremos abrir a “Jaula do Elias” e zerar o contador.

Internauta João do Livramento comenta no blog

Comentário postado na matéria “Recordar é Viver: No tempo de eu menino“.

Quanto mais escuto ou leio Sosígenes Bittencourt e outros vitorienses contemporâneos, me convenço de quê a secretaria de cultura de Vitória de Santo Antão, está sendo ocupada por pessoas que “talvez” tenham capacidade de formar um segundo escalão de uma secretaria de associação de bairro.

João do Livramento

Secretaria Municipal de Saúde realiza Campanha de Vacinação Antirrábica para cães e gatos

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Postos Fixos:

Bela Vista – (Praça) – Em frente ao Posto de Saúde

Bela Vista II – Loteamento de Bau em frente ao Bar de Luizinho

Maués – No Galpão da Feira ao Lado da Unidade de Saúde

Lídia Queiroz – No Galpão da Feira

Água Branca – Galpão da Feira

Petrobras – Na Praça

Rua Amarela – Na Praça

Cemitério – Em Frente ao Cemitério

Livramento – Coreto em Frente à Igreja do Livramento

Matriz – Praça

Pinga Fogo – Praça

Mangueira – Praça

Militina – Vizinho à Farmácia do Trabalhador

Posto Volante – Veículo Itinerante nos Bairros

Internauta Stephem Beltrão comenta no Blog

Comentário postado na matéria “Momento Cultural: Boca Doce – Por Stephem Beltrão

Meu amigo Pilako – O Jornalista dos Poetas – muito obrigado por mais esta divulgação. Este xote é uma das mais de cem músicas que fiz e registrei na Biblioteca Pública do Rio de Janeiro, faz parte de minha estrada, tão bem iniciada em nossa querida Vitória de Santo Antão. Hoje mesmo vou postá-la no face para que nossos coterrâneos possam escutá-la! Espero que gostem. Obrigado!!!

Stephem Beltrão

Bate papo na Sorveteria Peixe: “de briga de Galo à extração de Nióbio, passando por carnaval”

No final da tarde de ontem (29), ao passar pela calçada da tradicional Sorveteria Peixe, localizada na Rua 15 de Novembro, centro comercial da cidade, encontrei os amigos Roberto e Jairo Medeiros dialogando, de pronto, o Doutor Jairo chamou-me para fazer parte do grupo que, logo em seguida, foi aumentado com a presença, do também amigo em comum, professor Franklim.

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Pois bem, com este quarteto papeando, só consegui sair de lá por volta das 21h. Falamos de tudo um pouco, como se diz no popular: “de briga de galo à extração Nióbio”. Mas, o assunto mais duradouro da “roda”, girou em torno da história da nossa cidade.

Em outras mesas distribuídas no salão, ao longo do tempo, outras “rodas” se formaram. Em um delas estava o amigo Ozias Valentim que esteve no local por ocasião de um banner que havia mandado confeccionar em homenagem aos 60 anos de fundação do estabelecimento e que foi entregar ao amigo Manoel Peixe. No momento da oferta, Ozias pediu-me para que tudo fosse devidamente registrado para ser postado em nosso Jornal eletrônico.

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Neste rápido encontro casual que tive com Ozias, o mesmo falou-me que estava saindo do “forno” uma medida governamental por parte do município, por ele confeccionada, atinente aos festejos carnavalescos que se avizinham, na tentativa, claro, de organizar a festa.

Muito bem, me resguardei e não procurei saber maiores detalhes sobre o assunto com o amigo Ozias, pois, como já falei, a matéria ainda se encontra no forno. Mas, pensei depois com “meus botões”, seja lá o que for que tenha no bojo dessas medidas, nada poderá ser pior do que as “novas regras” impostas pela própria prefeitura no carnaval deste ano – 2014 – onde a festa maior dos vitorienses (Carnaval) conseguiu receber a nota MAIS BAIXA da sua secular história.

É importante lembrar que a gestão do Governo de Todos  “pilotará” seu sétimo carnaval consecutivo e, convenhamos, não conseguiu  ainda deslanchar. O Secretário Municipal da pasta, responsável pelo carnaval, Paulo Roberto, é um sujeito que  não gosta de festa e muito menos das MOMESCAS. É autoritário e intolerantes, não é afeiçoado ao diálogo, muito menos aceita sugestão de quem quer que seja, atua como uma espécie de MONARCA ABSOLUTISTA.

Nas reuniões mais importantes do carnaval deste ano, por exemplo, ele não compareceu, preferiu ser representado por duas neófitas carnavalescas (Cilene e Ana Paula). Nas reuniões realizada, pós-carnaval, onde se teve por objetivo fazer uma avaliação, ele se furtou de comparecer, portanto, para o carnaval de 2015, toda comunidade carnavalesca espera que os nossos gestores ponham a mão na consciência – se é que existe – e baixe a bola para reconhecer que eles  NÃO SÃO OS DONOS DO CARNAVAL DA VITÓRIA, aliás, neste caso, o mal que  desejo A TODOS  é que sejam acometidos de uma CRISE DE LUCIDEZ .

Tocando o Gado – por João do Livramento

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Seria realmente um espetáculo de democracia todo o processo eleitoral realizado no Brasil, acerca de toda a tecnologia utilizada, onde é apurado o resultado do pleito em questão de horas e que vale apena salientar que esta tecnologia é genuinamente tupiniquim. Como também é louvável a dedicação dos cidadãos envolvidos no processo, tornando-o não só possível como também viável, e evidentemente a participação do povo, para quem este evento é organizado e é, o único dia em que verdadeiramente a população detém o poder em suas mãos, porém ela o tem como quem está de posse de uma arma sem a mínima perícia para usa-la.

Quando o presidente do TRE pronuncia suas palavras dizendo que “o processo eleitoral foi um sucesso”, entenda sucesso no que se refere aos trabalhos no dia da eleição, e não o processo de um modo geral, pois sabemos que na verdade o que temos é um processo eleitoreiro onde podemos identifica-lo já na dança das coligações onde o único critério obedecido é o toma lá, dá cá, para além de outras coisas garantir o maior tempo possível no guia eleitoral que deveria à bem da democracia, dispor um tempo igual para que todos os candidatos pudessem expor suas ideias e projetos.

Com a imaturidade e a ignorância do eleitor Brasileiro, fica muito fácil para a grande mídia controlar seu voto, quando a massa tem como prioridade em sua vida, o próximo capítulo da “sua novela”, o jogo do seu time de futebol ou ainda o BIG BOSTA BRAZIL (perdão), sem esquecer que temos o jornalismo da Rede Globo que se faz de paladino da justiça, mas que na verdade omite informações e às que divulga o faz de forma tendenciosa, nada de anormal, se levarmos em conta a cartilha da família Marinho, à qual teve o seu mentor Roberto Marinho muito bem comparado por Leonel Brizola quando em entrevista à BBC de Londres falou “Roberto Marino é o Stalin das comunicações, quem não concorda com ele é mandado para a Sibéria”. É por esses e tantos outros motivos que pesquisa eleitoral não deveria existir no Brasil, pois influencia diretamente no resultado das eleições.

Também temos que fazer uma leitura da real importância do voto para as cadeiras do legislativo, que é colocado em segundo plano ou muitas vezes ignorado pela maioria dos eleitores em detrimento do voto executivo. De forma que os eleitores ainda trazem em sua concepção, resquícios da monarquia para a República, esperando o grande salvador que na verdade antes e depois de ser eleito vai ter que fazer acordos escusos, nomear para cargos de diversos escalões sem critério técnico algum os indicados pelos partidos que o apoiaram. É por isso que afirmo que vivemos num regime parlamentarista disfarçado de presidencialista onde o eleitor não tem ciência de que votar com coerência para o legislativo é tão ou quiçá mais importante que o voto para o executivo. Pensem nisso!

João do Livramento.

Debate eleitoral na vida real.

Dois dias depois de todo Brasil tomar conhecimento de quem comandará seus destinos pelos próximos quatro anos, participei, juntamente com os amigos Aldo, Dilson Jr, Baxinha  e Rochinha, de um debate acalorado sobre os resultados eleitorais do segundo turno do pleito presidencial.

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Neste debate, sem mediadores ou regras estabelecidas, uma vez que o encontro se deu por obra e graça do santo padroeiro da cidade, o Glorioso Santo Antão, não existiu frases de efeito, meticulosamente preparada  por marqueteiros,   fabricadas  em cima de   pesquisas qualitativas de opinião pública.

Neste debate informal, onde todos falaram com a voz do coração os argumentos usados,  de parte a parte,  foram muito mais sentimentais do que racionais. Sem o compromisso do voto e sem a existência das câmeras para reproduzir, em tempo real, o “espetáculo  eleitoral”, finalmente, viu-se que a verdade pode ganhar da mentira.

Portanto, ao final deste encontro, podemos dizer que todos nós saímos vencedores, uma vez que as amizades foram preservadas e os conhecimento dilatados, pois, como dizia Dom Helder Câmara: “Se discordas de mim, tu me enriqueces.”

Vitoriense lança livro no Instituto Histórico

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O Instituto Histórico e Geográfico e a Academia Vitoriense de Letras, Artes e Ciência convidam V.S. e distinta família para participarem da noite de autógrafo e de lançamento do livro do nosso conterrâneo Gustavo Ferrer Carneiro: MOSAICO  DE  REFLEXÕES.

Mosaico de Reflexões, que será apresentado pela escritora Luciene Freitas, é um grito de angústia, esperança e de saudade.

Saudade da Vitória de Santo Antão que ficou impregnada em nossos corações.

Dia: 7 de novembro

Hora: 19,30 h

Local: Salão Nobre do IHGVSA – Rua Imperial 187.

“VERGONHA NA SAÚDE PUBLICA DE VITORIA “- pelo internauta Wellington Andrade

Esta madruga foi cometido de forte dores abdominas,sendo levado ate o HOSPITAL JOAO MURILO DE OLIVEIRA,por volta das 02:30 da manha,foi feita a ficha rapidamente e mandaram aguardar,sendo sempre bem atendido por segurança e pessoal de limpeza que sempre perguntavam como eu esta pois estava com muita dor e lagrimas nos olhos. Fique la por volta de uma hora em pe sem aparecer o medico que estava dormindo,e nem sequer uma auxiliar,tecnica nem tao pouco enfermar para verificar nem a pressão,pois tinha uma que dormia na sala ecg,outra no repouso e duas conversando besteira que dava para ouvir mas não teve a capacidade de verificar uma pressão. o numero protontuario foi 2014|E2098337,o segurança diise que iria colocar paciente se evadiu do hospital. MEDICO TEM,HOSPITAL TEM,ENFERMAGEM TEM,SO NÃO TEM GENTE QUERENDO TRABALHAR.

Wellington Andrade

Apelidos Vitoriense: Natal do Churrasquinho.

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Dentro da coluna: “Apelidos Vitorienses”, espaço que dedicamos às pessoas de nossa cidade conhecidas mais pelo apelido de que  pelo nome de batismo, destacamos hoje, à história do apelido de  Natanael Pascoal de Figueiredo.

Contou-nos o amigo Natanael, que ainda criança, desde quando se entendeu por gente, que é chamado pelo apelido de NATAL. Seu simpático apelido, segundo ele, foi colocado por sua mãe e faz uma alusão a cidade de Caicó, localizada no estado do Rio Grande Norte.

Conhecido em toda cidade por NATAL DO CHURRASQUINHO, o mesmo se estabelece   todas as noites,  de domingo a domingo, na Praça da Matriz, em frente ao Clube Abanadores “O LEÃO”. Disse-nos também NATAL que veio morar na   nossa cidade, Vitória de Santo Antão, há mais de trinta anos.

Portanto, relatamos os motivos pelos quais que o amigo Natanael Pascoal de Figueiredo recebeu o apelido de NATAL, sendo inclusive, mais conhecido na cidade pelo apelido de que pelo próprio nome. Veja o vídeo:

Veja outros Apelidos Vitorienses:

Internauta Mauricio Ramos faz apelo

Pilako, segue aqui fotos do final da rua Severino Paulo Amorim, rua essa que fica localizada próximo a avenida dr Ivo Queiroz, no Loteamento São Severino. Os moradores já não aguentam conviver com essa esgoto a céu aberto, podendo trazer doenças para as crianças que ali costumam brincar. É para isso que se paga impostos? Para viver dessa forma? A quem devemos recorrer? Compesa ou Prefeitura?

Mauricio Ramos

Empresas devem ficar atentas à saúde bucal do trabalhador

Atendimento odontológico na empresa reduz absenteísmo e evita agravamento de outras doenças, como diabetes e cardiopatias, que colocam em risco à saúde dos profissionais

Os problemas odontológicos são um dos principais responsáveis pelas “pequenas” faltas ao trabalho. Aqueles afastamentos de um ou dois dias que, ao final do ano, impactam diretamente no desempenho da empresa.  Nesta semana, em que é celebrado o Dia Nacional da Saúde Bucal, o SESI/PE aproveita para reforçar, junto as indústrias, que o investimento na saúde odontológica do trabalhador impacta em mais produtividade/competitividade para as organizações, além de mais qualidade de vida para os profissionais.

Segundo a especialista em Odontologia do Trabalho e responsável técnica pela área da Odontologia do Sesi/PE, Dalma Sotero, cáries, lesões de mucosa e outras doenças bucais devem ser encaradas como um sério problema de saúde, com influência direta na capacidade produtiva do trabalhador.  A existência de pontos de infecção dentários, por exemplo, pode agravar ou desencadear doenças em outras áreas do corpo humano, como cardiopatias, artrite, úlceras e meningite, trazendo prejuízos ainda maiores à saúde do profissional”, observa.


Ainda de acordo com a especialista, investir em 
atendimento odontológico dentro do próprio ambiente corporativo reduz em 86% o afastamento do trabalhador do seu posto de trabalho por motivos odontológicos, além de prevenir o agravamento das doenças bucais já existentes.

Atualmente, o Sesi/PE oferece o serviço para empresas do setor industrial em todo o Estado. Ele pode ser realizado tanto por meio de Unidades Móveis, quanto pela instalação de uma Unidade de Atendimento (consultório) nas dependências da organização. Além do tratamento dentário, a entidade também desenvolve ações educativas de promoção à saúde bucal, sem ônus adicional para as indústrias. “Asensibilização dos trabalhadores para a adoção de hábitos básicos de higiene oral, como escovar os dentes após cada refeição e utilizar o fio dental, faz toda a diferença para a saúde bucal dos trabalhadores e, consequentemente, para a sua qualidade de vida e de trabalho”, finaliza.

Matéria produzida pelo Jornal do Commercio sobre nossa Estação Ferroviária é pobre de conteúdo.

Só ontem (27) tive acesso ao Jornal do Commercio do sábado (25), onde foi publicada uma matéria relacionada ao Prédio da Estação Ferroviária daqui.

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Apesar da série jornalística está sendo publicada, todos os sábados, desde o dia 20 de setembro, assinada pela jornalista Cleide Alves, só agora é que tomei conhecimento. Vale ressaltar  que só tive acesso ao conteúdo desta matéria  publicada no último sábado com o titulo: O VAIVÉM SOBRE TRILHOS.

Curiosamente, na sexta (24), postamos uma matéria em nosso Jornal Eletrônico que, de certa forma, está ligada à este tema, cujo título foi: Estrada de Ferro da Vitória:  quem tem que prestar contas são os EXTERMINADORES DE FUTURO, José Aglailson e Elias Lira.

Pois bem, voltando a matéria do Jornal do Commercio irei apenas me ater as informações  repassadas sobre nossa cidade. Diz o jornal:

“Na Linha Tronco Centro, A Estação de Vitória de Santo Antão, na Zona da Mata, reabriu como Agência do Trabalho”

Sobre esta informação, gostaria de dizer que a mesma está incompleta. À bem da verdade o prédio da nossa Antiga Estação Ferroviária não foi reaberto com Agência do Trabalho. É importante lembrar que, por ocasião da mudança de governo em 2009, face às eleições municipais de 2008, o amigo Paulo Roberto  foi nomeado Secretário de Cultura, Turismo e Esporte.

Empossado no cargo, o amigo Paulo Roberto, de maneira unilateral, com toda prepotência que lhe é peculiar, cuidou de “botar prá correr” do referido prédio, o Grupo Teatral “Companhia dos 10”, entidade esta, comandada pela articulada Cristina  Francelino, que junto com outros jovens artistas, se utilizavam do espaço para promover cultura (encontros, projetos e eventos).

Sobre a informação que o Armazém está fechado, gostaria apenas de acrescentar que o mesmo, além de guardar algumas peças de ornamentação carnavalesca, ultimamente,  só é aberto ao público um ou dois dias durante o ano, para que seja distribuído, pela prefeitura, O PEIXE DA SEMANA SANTA.

Diz a matéria do Jornal do Commercio  em outra parte:

“ A Giratória do trem foi aterrada e fizeram uma praça em cima”.

Com relação à esta informação, desconheço que “praça” é esta. Pelo que me consta, hoje, por cima deste aterro, funciona um espaço destinado ao comércio ambulante que ficou apelidado,  pelos próprios feirantes,  como: “VALE DOS ESQUECIDOS”.

Portanto, estas foram as considerações que achei por bem fazê-las. Gostaria apenas de acrescentar que, apesar de não conhecer as demais reportagens da série, achei a matéria sobre o Prédio da Estação Ferroviária da nossa cidade  de uma pobreza franciscana, uma vez que a dita cuja foi  produzida por um veiculo com a  tradição  do  Jornal do Commercio.