LIVE 02 – AO VIVO – MONSENHOR MAURÍCIO DINIZ

Na LIVE de hoje, sexta-feira (07), recebemos o Mons.  Maurício Diniz, pároco da nossa Matriz de Santo Antão, para um bate-papo descontraído. Na introdução, quando perguntado, disse que preferia ser chamado apenas de “Padre”.

Natural do interior do vizinho estado da Paraíba, desde a infância, ele nos contou que sempre teve vontade de seguir a carreira religiosa. Depois de estudar em Roma, antes de chegar à Vitória, há cinco anos, passou por várias paróquias.

Em Vitória, após a morte do Monsenhor Renato da Cunha Cavalcanti, chegou para “um tempo de transição”. De maneira democrática, se posicionou diante da polêmica “Carta ao Povo de Deus” que foi endossada por mais de uma centena de bispos brasileiros.

Sobre a polêmica tatuagem,   recentemente anunciada pelo Padre Fábio de Melo, o Mons. Maurício não “jogou pedras”, mas disse “que não faria uma”. Ao ser indagado sobre o Papa que mais lhe marcou, foi enfático: “João Paulo II”. Disse ainda: “ sonhava com ele desde criança”.

Ao final, perguntei: quando o senhor passar dessa para a vida eterna, será que o senhor será nome de rua aqui em Vitória?

Portanto, acima, segue a entrevista completa com Monsenhor Maurício Diniz – Pároco da Matriz de Santo Antão.

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LIVE – Bate-papo com o Monsenhor Maurício Diniz.

Dando andamento às postagens em forma de “live”, confirmamos para amanhã, sexta-feira (07), às 17h, um bate-papo com o pároco da Matriz de Santo Antão - Monsenhor Maurício Diniz. Abordaremos -  entre outros assuntos – as motivações que lhe fizeram seguir a vida religiosa assim como mudanças no comportamento dos católicos brasileiros.

Amanhã – sexta-feira – dia 07 – 17h – aqui, no Blog do Pilako.

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Live in Victoria promete agitar o fim de semana com 4 super lives!!

Com uma super estrutura de show, a BisTV promove um fim de semana cheio de novidade nas telinhas dos vitorienses, com o “Live in Victória”, projeto que transmitirá ao vivo, 4 shows,sendo três, destes, inéditos.

A partir das 16h da próxima sexta-feira (07), Victor Lins sobe ao palco da Casa da Cerâmica,com seu show “Victor Lins Sunset”, trazendo um repertório misto com clássicos do sertanejo universitário, forró e outros ritmos, além de trazer lançamentos de seu último trabalho autoral. Às 21 horas, entra em cena uma dupla que embalou toda uma geração, antes de se ausentarem por um certo tempo, dos palcos: Dudu & Érika, com um show super romântico, com mpb, pop rock e ainda louvores, trazem aquele ar de nostalgia para o projeto, que pretende reter a atenção de grande público.

No sábado (08), a partir das 16 horas, Marcos Antônio (o negrão abençoado), que acumula mais de 300 mil visualizações em sua última live pelo youtube, traz um super show com grandes sucessos da música góspel e participações especiais, ainda comemorando os seus 35 anos de carreira. Imperdível.

Às 21h do mesmo dia, Jorge Neto e Aninha arrocham o fole da sanfona com um forró daqueles que não deixam ninguém parado. O casal que se tornou a sensação do momento, neste período de lives frequentes, também acumula dezenas de milhares de views nas plataformas digitais, com uma música de qualidade, show que mixa o melhor do forró, com as letras e ritmos mais atuais, agradando a todos os públicos.

O Live in Victoria visa ajudar instituições e projetos de caridade, através da arrecadação de donativos e valores, que podem ser doados através dos canais que serão disponibilizados durante as lives.

SERVIÇO: LIVE IN VICTORIA SEXTA-FEIRA (07), 16 HORAS: VICTOR LINS SUNSET SEXTA-FEIRA (07), 21 HORAS: DUDU & ÉRIKA SÁBADO (08), 16 HORAS: MARCOS ANTÔNIO, O NEGRÃO ABENÇOADO SÁBADO (08), 21 HORAS: JORGE NETO E ANINHA PRODUÇÃO E REALIZAÇÃO: BISTV OFICIAL 81 9.8237-1075 ANDRÉ 81 9.8803-2223 CÉLIO

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Momento Pitú

Se tu marcar um parceiro nos comentários e ele não responder em 10 minutos, vai ter que mandar um prato desse pra tua casa. E pra casa do dono da foto também! Valeu, @silvestre.albuquerque. #PitúÉResenha #BebaComModeração

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Momento FAMAM – live com Pilako.

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Festa de Nossa Senhora das Vitórias – Monsenhor Maurício imprime mais um evento na história da nossa cidade.

Por iniciativa do Monsenhor Maurício Diniz,  com o apoio dos paroquianos da Matriz de Santo Antão, os católicos locais passam a contar com um novo evento religioso. Trata-se da Festa de Nossa Senhora das Vitórias.  Nessa primeira edição, ocorrida entre os dias 1º e 03 de agosto (2020), a procissão ocorreu de maneira motorizada em função das orientações sanitárias das autoridades,  no que se refere ao distanciamento social por conta dos efeitos da pandemia do coronavírus.

Sensível aos transtornos de toda ordem causado pelo momento pandêmico,  o Monsenhor Maurício Diniz  reforça na história da nossa cidade, entre outras, a  boa marca de um  líder católico competente na promoção de eventos. Nas próximas edições, com toda certeza, as celebrações litúrgicas e os movimentos de rua ganharão muito mais destaque, imprimindo assim mais um evento vitorioso no nosso já rico calendário católico.

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Batalha das Tabocas – história, comemoração e superação!

“Dias Cardoso, nós estamos aqui...”. Assim concluiu o eminente escritor Célio Meira seu discurso, por ocasião do ato inaugural do monumento dedicado a um dos heróis da Batalha das Tabocas construído, em 1954, justamente para marcar definitivamente o tricentenário da chamada “Restauração Pernambucana”. Aliás, de uma vez por todas, nós, antonenses, já deveríamos ter deixado de lado essa ideia de referenciar a “Praça do Jacaré” e chamar a o local pelo seu nome “original”, ou seja: Praça da Restauração.

Hoje, 03 de agosto de 2020, comemoramos os 375 anos da vitoriosa Batalha das Tabocas. Foi lá, em 1645,  que um  conjunto valente de luso-brasileiros  venceram os bem armados e treinados combatentes holandeses. Na qualidade de vitorienses sintonizados com as boas causas locais devemos sim nos orgulhar  desse feito, ocorrido em nosso solo mãe. Já aos olhos dos rigores da ciência historiográfica, convenhamos,  há muitos ajustes para se fazer na narrativa até então posta,  mas isso é coisa para ser debatido nos fóruns próprios.

Pois bem, como faço há muito tempo, estive lá na circunscrição territorial mais emblemática do nosso município. Dessa vez, pela  primeira vez, juntamente com o grupo de corrida do qual faço parte (Vapor da Vitória),  fiz o trajeto correndo -  indo e vindo – perfazendo um percurso de 21km no total. Tivemos  como ponto de partida e chegada o Pátio da Matriz. Na ocasião, ao grupo, aproveitamos para  narrar  um pouco do simbolismos e da importância histórica do lugar.

Para marcar - simbolicamente – o feito de nossos heróis do passado – João Fernandes Vieira/Dias Cardoso e companhia – resolvi desafiar-me para  quebrar um recorde. Corri pela primeira vez 21km (recorde pessoal). Aliás, por falar em ineditismo, possivelmente, também,  foi a primeira vez, nesses 375 anos de história, que um grupo de “mascarados” invadiu o Monte para comemorar alguma coisa, sobretudo à passagem da épica batalha. Assim sendo, termino essas linhas parabenizando todos os atletas do grupo  (Vapor) pela união e vibração durante o desafio. Aproveito, também, para  repetir: Dias Cardoso, nós estamos aqui!!

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LIVE – 01 – PILAKO

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Alexandre Ferrer foi reconduzido ao cargo de presidente da PITÚ.

Os “Ferrer(s) e Carneiro(s)”, no dia de ontem (29), reconduziram, por unanimidade,  ao cargo máximo (presidente) da mais antonense das nossas grandes empresas -  Engarrafamento Pitú -   o amigo Alexandre Ferrer. Aliás, pela correção, dinamismo e capacidade administrativa no fomento das operações, não poderia ser diferente.

 Com mais de oito décadas “moendo” para produzir a mais brasileira das bebidas, “A PITÚ” se configura numa “sempre porta aberta” para atender as boas causas pernambucanas, sobretudo no que se refere ao secular carnaval da República da Cachaça (Vitória). Assim sendo, daqui, emito votos de parabéns, sucesso e boa sorte ao industrial Alexandre Ferrer nesse  novo desafio.

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Vitória e o”novo normal” nos seus velórios e sepultamentos pós-pandemia.

Paradoxalmente, a pandemia do cononavírus retardou e acelerou processos nos mais variados campos no cotidiano do mundo moderno. Na macroeconomia, por exemplo, os números da produção industrial e a queda nos voos internacionais são afirmativas inequívocas do encolhimento econômico. Já no “mundo dos serviços”, por assim dizer, a recomendação do isolamento social desencadeou o aceleramento das tendências mercadológicas, entre outros, do ensino à distância e da telemedicina.

No nosso microuniverso – Vitória de Santo Antão –, que obviamente sofreu e ainda sofre com os efeitos da pandemia, observamos que alguns movimentos e comportamentos sociais foram modificados/acelerados e, pelo andar da carruagem, não voltará mais ao seu “estágio” antigo, se assim podemos dizer.

Em se tratando de morte/velório/sepultamento não imagino, por exemplo  – quando nossa “aldeia” voltar à rotina – que famílias queiram mais velar seus entes queridos dentro de suas respectivas residências. Não acredito também ser razoável,  na nossa cidade, na qualidade de população, sermos obrigados  a conviver com cortejos fúnebres atravessando o nosso centro comercial em dias úteis.

Aliás, desde a formação do nosso lugar (povoação, freguesia, vila e depois cidade) que esse tipo de ritual cristão/social (enterro/sepultamento), ao longo do tempo,  transformou-se naturalmente em virtude das mudanças dos costumes coletivos.  Se antes as  famílias enterravam “seus mortos” nas próprias casas, depois nos cemitérios localizados no entorno das igrejas,  passando também  por sepultamentos em espaços “clandestinos” na Zona Rural até, enfim,  chegarmos, a partir de 09 de maio de 1875, ao nosso Cemitério São Sebastião, imagino que, doravante,  o modelo de velar nossos irmãos antonenses seja mesmo em espaços reservados para tal, sobretudo  nas proximidades do cemitério municipal. Não podemos esquecer também que nosso município  já comportaria um cemitério particular,  inclusive com crematório - isso é tendência mundial...

Para encerrar essas poucas linhas dedicadas ao “novo normal”,  na forma de velar/sepultar  os  nossos entes queridos,  na terra desbravada por Diogo de Braga, gostaria de revelar uma curiosidade: tal qual a cena da hipotética cidade de "Sucupira", por ocasião da inauguração do cemitério pelo “singular” prefeito Odorico Paraguaçu, gostaria de dizer que na inauguração do nosso – São Sebastião –, que ocorreu numa tarde (16h) de domingo, a mesma (inauguração) contou com duas bandas de música e muita festa popular. Histórias da Vitória...

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Boas Lembranças – por Marcelo José.

Como um texto ou uma imagem tem um poder de nos transportar a outra época. Essa matéria me trouxe lembrança desse festival do vinho que tinha no Camelo. Eu louco pra ir com os amigos mas não tinha permissão de meu pai, era muito jovem, tinha 15 anos na época (1984), mesmo assim comprei o ingresso e veio junto uma caneca personalizada com o nome do festival. Escondi a caneca em casa pra não dar bandeira e fiquei contando os dias para me esbaldar na festa. Mas o medo de ser dedurado e receber uma punição severa do velho me fez desistir de ir, fiquei frustrado por anos. Obrigado por me fazer resgatar essa lembrança.

Marcelo José
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Vitória na pandemia: é vida que segue….

Próximo de completar cinco meses vivendo sob o fantasma  da pandemia do coronavírus, parece-nos que  a maioria da população da nossa aldeia – Vitória de Santo Antão – já se refez do impacto do susto. Outrora na vitrine do noticiário estadual pelo baixo índice de isolamento social e alto grau de contágio e óbitos, tais quais as cidades da Região Metropolitana, a chamada “curva epidêmica”,  por aqui, atualmente,  segue estabilizada com tendência de queda. Engano imaginar, por assim dizer, que já podemos fazer tudo que fazíamos antes.

Não fosse o uso obrigatório das máscaras para clientes e funcionários, assim como à limpeza das mãos com álcool na porta dos estabelecimentos comerciais,  o vai e vem intenso das pessoas pelas ruas centrais já nos provocaria um certo “ar” de normalidade. Nos bancos os protocolos estão mais rígidos. Todos esperam por atendimento fora das agências entrando, quando chamado, em grupos para os mais diversos serviços. Já os procedimentos naquilo que chamamos de “comércio de bairro”, infelizmente, na maioria dos casos,  as coisas seguem  bem diferente no que se refere aos cuidados exigidos pelas autoridades sanitárias.

Assim como em todo estado e praticamente no país inteiro seguimos também no compasso de espera à volta das aulas presenciais, convenhamos, um grande teste para sabermos se estamos preparados para convier com o vírus,  até que uma vacina eficaz possa ser amplamente aplicada.

Outra expectativa – essa  mais restrita ao políticos de maneira geral – diz respeito ao modelo de campanha eleitoral que será efetivada por aqui,  visando o pleito municipal que se avizinha. Já virou tradição na nossa cidade, há décadas,  campanhas políticas com grandes aglomerações e praticamente tudo que hoje não é permitido, em função da pandemia do coronavírus.

Portanto -  em compasso de espera e motivados pela esperança -,  assim como a população planetária, estamos todos – antonenses – nos moldando ao contexto atual. É vida que segue na busca - sempre -  por dia melhores.

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O Tempo Voa: Festival do Vinho

  • Foto registrada durante uma das edições do  Festival do Vinho, promovido pelo Lions Club da Vitória - Clube Vassouras  "O Camelo" -  ano não registrado.
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Momento Pitú

É o que eu sempre digo: a tal da nação pituzeira só não foi até a lua ainda porque não quis! Vê que arrumado esse bolo que a @naay_lokita encomendou pro aniversário dela em casa. Tá mais que certa, Naay! Parabéns pra tu!!!! Ei Wesley Safadão, vem ver isso aqui! #ResenhaÉPitú #BebaComModeração

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Eleições Municipais 2020: PTC promoveu movimento político na noite de ontem

Submersa aos efeitos da grave crise sanitária que assola o mundo, sobretudo o Brasil, a agenda eleitoral, atinente às eleições municipais, aos poucos, começa ser destravada. Com efeito, os lideres locais da sigla PTC – Moacir da Mandioca  e Doutor Gil – promoveram na noite de ontem (16), em um espaço para eventos, sua primeira reunião pública  visando o planejamento 2020.

Além de apoiadores e pré-candidatos – prefeito e vereadores – o encontro contou com a presença do presidente e secretário estadual da agremiação política citada, Fábio Bernadino  e Lúcio Silva, respectivamente. Nesse contexto, vale lembrar, o dia das eleições municipais foi adiado para 15 de novembro.

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Momento Pitú

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Eleições Municipais 2020: gente safada na nossa terra não é verdadeiramente uma novidade…

Existe um provérbio português que diz: “não há bem que sempre dure, nem mal que nunca se acabe...”. Difícil seria encontrar uma espécie de marco na humanidade a partir do qual o ser humano introduziu a mentira como “instrumento de trabalho”. Na Grécia Antiga, através dos chamados sofistas,  encontramos “pensadores” que ganhavam a vida ensinando - aos  que podiam pagar -  retóricas não dogmáticas, ou seja: carregadas de “pontos fora da curva”.

Possivelmente é no ambiente político que a mentira produz mais “sucesso”. O campo é fértil. Transformada numa espécie de “manual da mentira política” – ou verdade escancarada -  a obra  “O Príncipe” do pensador italiano Nicolau Maquiavel (1469 – 1527) conseguiu talhar até os dias atuais o termo “maquiavélico”, sinônimo de ardiloso, oportunista vigarista e etc. Se antes as estruturas de poder se socorriam na incontestável fé religiosa das massas para manipular e enganar,  no mundo de hoje o “pecado”, por antecipação,  já não leva mais ninguém ao inferno.

Pois bem, no tocante as mais modernas ferramentas de difusão de mentiras da atualidade – redes sociais – poderíamos dizer que,  nas últimas semanas,  o mundo começou experimentar e seguir por uma nova agenda. No Brasil, mais especificamente na seara política, temos a impressão que a “casa” começou a cair – usando uma linguagem popular policialesca. Tanto pelo lado do Partido dos Trabalhadores quanto pelo lado Bolsonarista. Parece-nos  que os dois grupos que se opõe de maneira sistemática se valiam de práticas semelhantes.

Na nossa “aldeia” – Vitória de Santo Antão -, com vista ao pleito municipal que se aproxima, aqui e acolá, já começam “pipocar” vídeos sem assinatura do autor, com a clara intenção, evidentemente,  de denegrir a imagem dos adversários. Aliás, já recebi vários em grupos de WhatSapp. O curioso dessa prática no interior é que pela fácil identificação do emissário da peça,  o autor do “crime” fica a poucos clicks. Se a Justiça Eleitoral realmente  tiver interesse em desbaratar essas "quadrilhas interioranas", imagino que será uma tarefa mais fácil do que beber um copo com água. Basta querer....

Para concluir essas despretensiosas linhas sobre mentira, redes sociais e política gostaria de lembrar que a primeira candidatura a prefeito  do industrial José Augusto Ferrer, na nossa terra (1959), surgiu numa contenda envolvendo os chamados panfletos apócrifos, em que adversários políticos do seu pai, Nô Ferrer, soltaram na cidade para tentar macular sua honra. Portanto, mentira, pilantragem e gente safada na nossa terra não é verdadeiramente uma novidade.  Aguardemos os próximos capítulos eleitorais....

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O Tempo Voa: escola sendo inaugurada (1950)

Foto registrada no dia 03 de agosto de 1950 - inauguração da Escola Municipal, construída na gestão do prefeito José Joaquim da Silva, localizada na Rua do Maranhão.

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Eleições Municipais Vitorienses 2020: até agora, mais dúvidas do que certezas…

Em função dos efeitos e desdobramentos da pandemia do novo conavírus, como previsto, as eleições municipais 2020 sofrerão adiamento – 04 de outubro para 15 de novembro. Aliás, vale salientar, também, que não só as datas de votação do primeiro e segundo turno foram alteradas como parte do calendário eleitoral a ser cumprido daqui para frente.  As convenções partidárias, por exemplo, antes previstas para o período de 20 de julho a 05 de agosto, ocorrerão entre os dias 31 de agosto a 16 de setembro.

Não há disputa eleitoral sem uma boa dose imprevisibilidade. As que se avizinham, muito antes da pandemia, já eram vista como uma espécie de “laboratório” em virtude da impossibilidade das chamadas “coligações proporcionais” e da perspectiva do partido político conseguir vaga no parlamento sem que o mesmo tenha atingido o coeficiente eleitoral.

Pois bem, com o Brasil mergulhado nesse mar de incertezas pandêmicas, convenhamos,  pairam no ar uma série variáveis que tornam os pleitos  municipais ainda mais  imprevisíveis. Como estará o humor do eleitor no dia da eleição?  Em função das mortes e do desemprego o eleitor se interessará por campanha política? Com medo de se contaminar será que o eleitor estará  disposto em apertar a mão dos políticos? Qual será o peso da internet no pleito?

Na nossa “aldeia” – Vitória de Santo Antão –, até agora, o clima de campanha nas ruas está mais fraco do que caldo de peixe. Com efeito, o prefeito, candidato à reeleição, por impedimento, não consegue inaugurar nada com o alarido desejado, algo  tão comum em ano eleitoral na nossa cidade.

Nos grupos opositores, até agora,  mais dúvidas do que certeza: pelo grupo amarelo quem será o candidato a prefeito:  Elias, Joaquim ou Paulo? Pelo PDT, André Carvalho ou Doutor Saulo? Toninho e Moacir da Mandioca seguirão firme com suas postulações?  O Partido dos Trabalhadores, Antonio de Lemos e Edmo Neves apresentarão nomes consistentes à disputa majoritária?

Até o presente momento, das poucas notícias que tem chegado boa parte devemos colocar no campo da especulação ou mesmo no “departamento do fuxico e da fofoca”. De concreto mesmo, até agora, é que o pleito municipal, sob os efeitos da pandemia, de maneira geral, nunca esteve tão distante da população...

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Por motivos opostos o dia 27 de junho marca – para sempre – a história das Igrejas do Rosário e da Matriz.

No constante diálogo histórico entre o passado e o presente, temos apenas uma certeza: o presente de hoje, amanhã, será passado e o futuro de hoje se materializará, em breve,  como presente fugaz,  na passagem para o tempo pretérito, mas não como “peça” morta e  sim como elemento vivo que sempre será revistado.

Assim sendo, nessa dialética constante, o dia de hoje, 27 de junho, pelo menos por dois recortes temporais distintos, mas ligados entre si, ficarão catalogados para sempre na história antonense, sobretudo no que se refere aos dois emblemáticos templos católicos - Matriz de Santo Antão e Nossa Senhora do Rosário.

Hoje, 27 de junho, ficará marcado na história da nossa cidade como o dia da reabertura da Igreja Matriz de Santo Antão aos fiéis,   após longo período fechado, em virtude dos severos efeitos da pandemia do novo coronavirus.  Evidentemente, algo para ser  celebrado  com alegria,  e principalmente com esperança e fé.

Já o dia 27 de junho de 1880, há exatos 140 anos, a Igreja Nossa Senhora do Rosário dos Homens Pretos serviu de palco para um dos piores momentos já vividos na nossa cidade. O evento sangrento,  que ficou conhecido como a “Hecatombe do Rosário”, deixou um rastro de morte desilusão no seio da nossa sociedade cujo templo, em função do holocausto, foi obrigado a fechar as  suas portas por um longo período.

A história é assim: viva, vibrante e, às vezes, contraditória... No 27 de junho de 2020, celebramos a reabertura da Igreja da Matriz com a alegria. Já no 27 de junho de 1880,  fomos obrigados a fechar as portas da Igreja do Rosário,  num cenário tristeza e dor... Assim é a vida que segue.

Esse, portanto, é  mais um capitulo da história viva da nossa Vitória de Santo Antão.

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Igreja Matriz de Santo Antão retoma as missas presencias a partir deste sábado (27)

Durante o dia de ontem (26) grupos vinculados à Igreja Matriz de Santo Antão, sob a coordenação do Monsenhor Maurício Diniz, dedicaram o dia à limpeza e aos ajustes finais para a tão esperada reabertura do templo,  no sentido da retomada das missas, após imperiosa interrupção em virtudes da pandemia do novo coronavírus.

Portanto, hoje, sábado, 27 de junho, acontecerão duas celebrações: 17h e 19h. Vale lembrar aos fieis que medidas preventivas de distanciamento social foram tomadas. Os tradicionais bancos de madeiras deram lugar às cadeiras plásticas (apenas 100 cadeiras). As mesmas serão ocupadas seguindo o critério da ordem de chegada. Já no domingo ocorrerão cinco celebrações – 6:30h, 9h, 11h, 17h e 19h – seguindo o mesmo critério de ocupação – espaço para 100 fieis e por ordem de chegada – as transmissões remotas serão mantidas.

Portanto, em tempos de pandemia, essa retomada torna-se um ato emblemático para os antonenses católicos. Aos poucos,  e como novos protocolos sanitários,  a vida está começando a entrar nos eixos.

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Nota de Falecimento: Doutor Dorgival Soares de Souza.

Faleceu ontem (26) no Recife, após intervenção cirúrgica, o Magistrado Dorgival Soares de Souza, muito conhecido na nossa cidade como “Doutor Dorgival”. Nascido em 01 de abril de 1950 (70 anos), deixa esposa e quatro filhos. Em Vitória de Santo Antão, na qualidade de juiz, exerceu ofício entre os anos 1991 a 1995.

De origem pobre, Doutor Dorgival antes de se formar em direito,  no estado de Alagoas, exerceu outras funções laborais (taxista, garçom, marinheiro e etc). Como advogado atuou com destaque em vários sindicatos – Sindicato dos Arrumadores de Recife e Maceió e Sindicato da Polícia Cível em Santo Amaro.

Como Juiz, além de Vitória, Doutor Dorgival atuou em várias comarcas e acumulações: Petrolândia, Tamandaré, Rio Formoso, Barreiros, Gravatá, Escada, Gloria do Goitá, Moreno,  Surubim,  Caruaru e Recife. Em praticamente todas as cidades que trabalhou, pelos relevantes serviços, foi condecorado com os respectivos “Título de Cidadão”, inclusive em nossa cidade.

Sujeito considerado “boa praça”, Doutor Dorgival deixou muito amigos no seio da sociedade  vitoriense. Com seus auxiliares,  no Fórum local – Rubens do Cartório, Abraão, José Luiz, Alcemi, Edson Ferreira, Edson Farias, Severino Ramos e etc – o mesmo construiu boas relações de afeto.

Doutor Dorgival tinha uma estreita relação com a música. Certa vez, por ocasião de um evento festivo, ocorrido na residência do meu tio,  Romildo Mariano, em que realizou uma apresentação musical, disse em alto e bom som: “só me arrependo de uma coisa: não ter me dedicado a música mais cedo”.

Seu velório (sepultamento) ocorre hoje (27/06/20), das 08h às 14h, no Cemitério Morada da Paz – Paulista.

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Momento Pitú

Galera, a gente sabe que não vai ser fácil passar o São João longe da turma. Por isso mesmo é que vamos deixar a resenha mais massa. Tá passando as festas juninas em casa? Então posta uma foto e marca @pitu. Quem sabe você não aparece por aqui?

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…e o São João era assim… – Por Alfredo Sotero (em 1947)

Texto publicado no Jornal O Victoriense em 23 de Junho de 1947 – há exatos 73 anos.

Quando o Brasil era brasileiro e não havia comunistas, nem as moças solteiras sabiam as coisas que sabem hoje, o São João era tão lindo!

De manhã, os bacamartes estrondejavam defronte da igrejinha, nas perigosas viradas do cocho; e os meninos acordavam assustados, querendo saltar da cama de camisola arrastando, para verem como se acordava São João, que a lenda suave dizia que estava dormindo sem parar, no silêncio do céu.

De noite, depois de cear pamonha de côco, canjica, milho verde assado, milho verde cozido, bolos sem conta, a gente ia acender a fogueira votiva que ardia estrelejando o espaço com milhões de trêmulas centelhas. E ia ver no espelho ou na bacia com água, à luz fugaz, às próprias faces, para saber se para o ano ainda estava vivo. E a Maroquinhas, a moça nervosa, espiava e não via, por mais que fizesse, e saía chorando pela casa, a dizer a todos que no ano seguinte já não era deste mundo.

E os “mosquitos” passando pelos pés da gente, as meninas correndo e chorando, para as queixas sem fim às mamãezinhas, contra os meninos desesperados, que só queriam jogar nelas os “diabinhos”…

E o Sebastião, um moleque escanzelado e fedorento, que tinha fé em São João, mas muito em Nosso Senhor Jesus Cristo, e espalhava as brasas da fogueira, que parecia então uma enorme melancia de fogo e madura, aberta, sobre cujas as brasas o moleque danado passava, indo e vindo, como se pisasse flores, mostrando a força da fé…

E os rapazes da vila, depois que as devotas voltavam do terço, para se mostrarem às namoradas, acendiam os buscapés, que abriam na noite as faixas fulgurantes, como línguas de prata líquida, que, soltos no ar negro e calmo, cabriolavam, tombando depois sobre a terra, numa agonia luminosa, estertorante, envoltos num sudário de luz irisada e diáfana, como uma aurora sidérea, nas desoladas regiões polares.

Tudo passou. Calaram-se os bacamartes que os doutores desbrasileirados sepultaram nos báratros do oceano. Tudo se foi. Somente a saudade no coração da gente que ainda vive, vinda daqueles tempos felizes, ainda chorando na estrada do tempo. E quando todos morrerem tudo será silêncio, que é o tumulo branco das recordações extintas.

Alfredo Sotero de Farias, foi natural de Apoti, (Glória do Goitá), diplomado em Farmácia e Química, exerceu sua profissão em Laboratórios. Freqüentando, desde a adolescência, esta cidade e possuindo acentuado pendor para as letras, colaborou na imprensa local e na interiorana, passando a ser assíduo colaborador do Jornal do Commércio, do Recife. Foi um dos fundadores da “Academia de Letras dos Supersticiosos”, com Samuel Campelo, Célio Meira, José Miranda e outros. Em dezembro de 1915, adquiriu e instalou a Rua Barão de Rio Branco nº 22 uma tipografia (Tipografia Gutemberg), que depois vendeu a Célio Meira, na qual foi impresso o bi-semanário “A Coluna” (1916 – 1919), um dos mais bem elaborados jornais do interior. Faleceu em 1981.

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Meu elogio ao trabalho de resgate e preservação histórica de Cristiano Pilako – por Marcus Prado.

Enalteço e dou o meu testemunho de respeito e gratidão a Cristiano Pilako, como vitoriense, e elogio pelo inestimável trabalho de documentação histórica e iconográfica de minha terra natal que ele vem realizando, há muitos anos, por meio das suas redes sociais, destacadamente através do seu blog, do qual sou leitor diário. Um trabalho, me parece, sem equipe, que é de surpreender pela sua pontual atualização diária e diversidade temática. Que exige tempo, disponibilidade para pesquisa, idealismo, colaboração dos leitores amantes da terra natal, patrocinadores.

Na falta de uma imprensa, ao menos com periodicidade mensal, para o registro dos fatos e coisas da cidade, Pilako tem suprido tudo isso com o seu equipamento noticioso, e o faz com o cuidado da isenção e com foco na preservação da memória, para mim, de um valor inestimável.

Ele é um continuador daqueles estoicos animadores culturais e vultos da Imprensa local, da geração de um professor José Aragão, de um José Miranda, de um Waldemar Custódio de Lima, de um João Albuquerque Alvares, e, mais recentemente, de um José Edalvo, de um Bayma. Sem esquecer o tesouro deixado por Dilson Lira, que talvez exista ainda, como documentário fílmico da cena social e política de nossa cidade, no passado. Um tempo vitoriense foi visto pelas câmeras desse abnegado comunicador vitoriense. Tinha como apoiador, que nunca lhe faltou, o empresário e mecenas Biu Cândido e, depois dele, o Alexandre Ferrer.

Sem o legado, devidamente catalogado, do que escreveram e produziram esses tantos cronistas do nosso passado, - uma missão do Instituto Histórico, pelo que contribuíram por todos os meios para o registro do nosso passado, não se dará continuidade à obra, monumental, do professor Aragão.

Não sei se o blog de Pilako já está nas nuvens, fator primordial, sabemos os que lidam com a Internet, para que esse acervo/patrimônio não

seja desfeito e perdido, se está protegido com um Software de Virtualização de Redes e Segurança.

Minha sugestão é que equipamentos digitais como o de Pilako, passem a integrar (pelo formato diferenciado de que ele vem construindo) o Centro de Estudos de História Municipal, com sede no Recife, que tem por objetivo promover o resgate da memória municipal, estimulando os historiadores a preservarem o rico acervo documental do Estado e a registrarem fatos e informações histórico-culturais dos municípios pernambucanos. O CEHM - criado em 1976, dentro da estrutura organizacional da Fundação de Desenvolvimento Municipal do Interior de Pernambuco - FIAM, e em 1999, passou a integrar a Fundação de Desenvolvimento Municipal – FIDEM - teve como um dos seus fundadores, o professor Aragão. Deve albergar, modernizando-se, iniciativas virtuais como a do vitoriense Pilako.

Parabéns, Pilako, pelo seu heroísmo, pelo seu projeto de documentação histórica, pelo seu MUSEU VIRTUAL DA IMAGEM E DO SOM.

Marcus Prado - jornalista. 

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Eleições 2020: eleitor desinteressado, muitas incertezas e dinheiro sobrando!!!

A pandemia do coronavírus  espatifou o calendário de 2020 nos quatro cantos do mundo. Isto é: alterou a rotina de tudo e todos. Com efeito, no nosso Brasil, apenas para ficar no processo das eleições municipais (2020),   até a tão rigorosa agenda eleitoral também segue deslizando  na pista do gelo das incertezas.

Hoje, 20 de junho, estamos a exatos trinta dias do início do período reservado às chamadas “convenções partidárias” – 20 de julho a 05 de agosto. Não se sabe ao certo como tudo isso irá acontecer. Se antes, sobretudo nas cidades do interior, esse momento já servia como uma pesquisa eleitoral informal para o  pleito, agora possivelmente todo aquele “vuco-vuco”  não passará de um “game” computadorizado, ou seja: “Convenção Online”  algo, convenhamos,  totalmente estranho ao modelo de sempre.

Trazendo para nossa “aldeia” os impactos visíveis e invisíveis da pandemia, no que se refere ao pleito municipal que se avizinha,  podemos dizer que, assim como a maioria da população das cidades brasileiras, de maneira geral, o eleitorado antonense não está ligado e interessado nesse processo.

Ainda com os olhos voltados ao modelo eleitoral local de antes,  quando os chefes políticos - após o carnaval -  “caiam em campo” para aproximar-se  dos eleitores nos mais diversos eventos – “aniversários fabricados”, “cultos inventados”,  “campeonatos relâmpagos”, encontros sociais e etc -  justamente para “aquecer” a tropa  e arregim$ntar novos soldados, convenhamos que a pandemia, definitivamente,  “quebrou” essa etapa.

Outra coisa que a orientação sanitária do isolamento social “fraturou”, por assim dizer, foi à exposição dos pré-candidatos a prefeito. Se antes do cornavírus os pré-postulantes locais já não tinham visibilidade, agora mais ainda. Por uma parte eles estão sendo recompensados, isto é:  estão economizando dinheiro, principalmente com aqueles “viciados” e “profissionais” na arte do leilão eleitoral.

Com a intenção de atenuar os efeitos da não campanha de rua – que pelo calendário posto deveria começar a partir do dia 16 de agosto – fala-se no Congresso Nacional no adiamento do pelito para os dias 15 de novembro e 06 de dezembro – 1º turno e 2º turno,  respectivamente.

No que se refere ao movimento político dos candidatos a vereança, em se mantendo esse modelo de campanha sem visibilidade e sem movimentos de rua, convenhamos que os atuais ocupantes das cadeiras da Casa Legislativa Municipal partem na frente com certa vantagem.

Portanto, como falei no inicio, a pandemia do coronavírus espatifou calendários e agendas. De certo, por enquanto, “apenas” a bagatela de mais de  DOIS BILHÕES (R$ 2.034.954.823,96) para ser "investido" em tudo isso, com ou sem campanha. Durma com uma bronca dessa!!!

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Momento Pitu!!!

Só passa vontade vendo essa foto quem ainda num conhece o Dose de Parceria. É só olhar nos destaques do insta @pitu e escolher teu prato preferido. Vai lá pedir!
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A formação da nossa cidade no centro do debate!!!

Em tempos de recomendação de isolamento social,  por conta da pandemia do coronavírus, as novas ferramentas tecnológicas ganharam ainda mais relevância no contexto disseminação da boa informação. Assim sendo, aceitei o convite do amigo Pedro Cavalcanti para um bate papo sobre a formação da nossa Vitória de Santo Antão,  ao longo desse quase 400 anos de sua existência.

 Na qualidade de um eterno estudante sobre a história do nosso torrão, quando solicitado, fico feliz em poder em poder contribuir com essa pauta. Num papo aberto, descontraído e com muita interação dos internautas, conversamos bastante. Parabéns ao amigo Pedro por promovido esse nosso encontro virtual.

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Infelizes exemplos: movimentos antirracismo e Câmara de Vereadores da Vitória.

Interpretar, entender e escrever os fatos históricos não é algo tão simples. Uma narrativa desconectada dos elementos científicos que obrigatoriamente devem nortear à boa historiografia, mais adiante,  será  desidrata  à luz dos inevitáveis questionamentos. Com efeito, não estou afirmando que os historiadores são imparciais. De uma forma ou de outra, bom ou ruim, quero dizer que não existe neutralidade nas narrativas históricas.

O dinamismo dos constantes acontecimentos, distribuídos na chamada linha do tempo, nos proporciona extraordinárias oportunidades pedagógicas de interagirmos com fatos distintos e, ao mesmo tempo, interligados. Nesse caldeirão, por assim dizer, gostaria de criar pontos de convergências entre dois movimentos  - um no mundo e o outro em Vitória de Santo Antão -  que aparentemente nunca se comunicariam , mas, se bem observado, agora,  estão dialogando  na mesma direção,  ou seja: no sentido da miopia histórica.

Tendo como epicentro o país mais rico do mundo -  EUA -   movimentos populares/sociais deflagrados pela morte selvagem de um americano negro por um policial branco que, entre outras coisas, pedem pelo  fim do preconceito racial, recentemente  ganhou um capitulo irracional do ponto de vista da reação coletiva, isto é: destruir estátuas e monumentos. Esse tipo de ação, promovida por grupos irados e desorganizados mentalmente,  é uma estupidez dupla.

Primeiro, porque não é destruindo estátuas de “vultos” do passado que se altera os fatos. Os acontecimentos de outrora -  se aos olhos do tempo de hoje incômoda parcela da população -  devem os mesmos serem  pedagogicamente ressignificados, na perspectiva das  gerações vindouras.

Segundo, porque devemos respeitar a vontade daqueles que escolheram e atribuíram algum valor ao referido homenageado.  Não cometamos, por ignorância, o chamado anacronismo histórico,  ocasião em que somos impulsionados a balizar os acontecimentos  do passado com os olhos e conceitos do tempo atual,  descontextualizando-os,   assim,  do “tempo e espaço” do fato ocorrido.

Já em nossa “aldeia” – Vitória de Santo Antão – o “apagão” racional,  no quesito desprezo à memória dos nossos  antepassados, tem nome e sobrenome e se alimenta de dinheiro público. Ou seja: vereadores e Câmera de Vereadores. Explico:

De um tempo pra cá, infelizmente,  virou moda alguns vereadores , por indiferença, bajulação ou cálculo político,  propor  e alterar -  com a anuência dos pares -   nomes de ruas com a mesma naturalidade e simplicidade com que muda o nome do seu gatinho ou papagaio de estimação.

Nesse contexto duas tristes constatações: suas excelências desconhecem a história da cidade e jogam, também,  uma espécie de "lama do desrespeito" em cima da memória dos parlamentares que lhes antecederam e,  soberanamente,  deliberaram pelas “justas” escolhas daquele  momento.

Como já falei anteriormente, a história é dinâmica e os fatos se entrelaçam. Nos EUA, na Inglaterra ou em Vitória de Santo Antão  os acontecimentos  do passado e do presente ganham vida para dialogar  entre si e promover, doravante,  uma  oportunidade de  reciclagem  nas ideias como também - algo que nunca poderia deixar de ser -  respeito  à memória daqueles que  já fizeram a viagem sem volta e não estão mais aqui para se defender.

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EDUCAÇÃO MUSICAL – Noções básicas de harmonização (PARTE 2).

Todo frevo está composto, pronto, e, as peças estão escritas nas regiões agudas, médias e graves, onde deve cada músico ter a humildade de saber e, conhecer seus próprios limites técnicos, físicos, práticos, para neste momento de dificuldade existente, possa realizar os Intervalos de terceira. Por exemplo: se tem uma nota (Bb) agudo e, estamos na terça-feira de carnaval a tarde embaixo de um sol, bastante quente, e, percebemos que não iremos conseguir soprar e executar este (Bb) agudo de forma limpa, audível, e, segura, realizamos a contagem matemática, apartir do (Bb) agudo, para (G), também agudo, onde se a armadura da peça deste frevo que está sendo executado, está armado com (3) bemóis, Bb/Eb/Ab, podemos também experimentarmos um (Eb), agudo, onde haverá um acorde, uma harmonização baseada no tom principal deste frevo executado. Estamos falando em um momento que, os lábios de cada componente da orquestra de frevo, já estão cansados por estarem no último dia de carnaval, e, sentindo o cansaço conseguido nos movimentos expressivos: afrouxa/aperta/aperta/afrouxa. Em outras palavras: grave/médio/agudo/agudo/médio/grave, então, cada componente dos trombones que estão fazendo as perguntas e, os trompetes também, inclusos nesta tarefa, enquanto as palhetas (Altos/Tenores), respondendo, e, as Tubas marcando, teremos uma qualidade sonora, harmônica, e, melódica, de alto nível. Quão agradável não será para a audição dos ouvintes e foliões? Se cada componente, colocar em prática esta tarefa, não gastará tanta energia, e a qualidade musical desta orquestra como ficaria? As pessoas da localidade, turistas e visitantes, qual imagem não ficaria guardadas em suas mentes, até o próximo carnaval?

Bosco do Carmo

Ex-aluno e trombonista da antiga Euterpe Musical 03 de Agosto da cidade da

Vitória de Santo Antão - PE, (1980; 1987- 1994) do maestro Aderaldo Avelino da Silva - in memoriam - , Ex-aluno do maestro Nunes - in memoriam - da cidade do Recife - PE. (1991-1996).

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