Jota Menezes: Corrente de Solidariedade

jota

Foi com muita propriedade que o comunicador Jota Santos começou, ontem (16), no seu programa – Sem Censura – uma corrente de solidariedade em prol do também comunicador, conhecido de todos os vitorienses, Jota Menezes. O amigo Jota Menezes, encontra-se enfermo na sua residência carente de alguns produtos matérias para vencer, com menos sofrimento, este momento de dificuldade.

Pois bem, a vida sempre está nos pregando peças indesejadas, faz parte da liturgia do viver. O profissional da comunicação, por função, é um ente social diferenciado, pois, os que realmente amam a profissão, tem por finalidade servir à coletividade.

Fazer imprensa em qualquer lugar do mundo, não é uma tarefa fácil. Ser um profissional da imprensa nas grandes cidades, além de um bom dinheiro, o sujeito pode até ser “condecorado” como um “legitimo” representante do povo com um mandato eletivo.   Invariavelmente, desempenha esta atividade em alguma rádio do interior do nordeste, sobretudo, quando a mesma é de  propriedade de políticos,  é se “abraçar” com um futuro indesejado.

Por mais defeitos que o amigo comunicador Jota Menezes possa ter, e acredito que não poucos, só pelo fato de ter dedicado a maior parte do tempo da sua existência a “ingrata” tarefa de fazer imprensa no interior, ele deve ser digno de ser tratado como um sujeito que mais serviu a comunidade do que, propriamente, se serviu dela.

Portanto, fica aqui, de todos nós que fazemos o blog do Pilako, votos de melhoras para o comunicador e amigo Jota Menezes. Para os amigos Jota Santos e Francisco Lima, os parabéns pela iniciativa.

SERVIÇO

Corrente de Solidariedade – Jota Menezes.
Banco : Caixa Econômica
Agencia : 3536 – Monte das Tabocas.
Operação : 013 Conta: 1171-6
José Carlos S.Santos.

O cartão desta conta está com a senhora Maria do Carmo (esposa de Jota Menezes) e está, neste momento, sendo movimentada apenas para esta finalidade.

Publicado em Editorial | Deixar um comentário

Sete anos depois………. A BAGUNÇA CONTINUA.

wilson-pinóquio.guilhermedemaio.com_.br_

Ao subir nos palanques em praça pública, Elias Lira, MENTIU para a população ao prometer que, caso ganhasse a eleição, promoveria uma “cidade bem administrada”. Aliás, mentir para os eleitores não é só uma “prerrogativa” do atual prefeito. José Aglailson, quando candidato majoritário nas eleições municipais de 2000, entre outras mentiras, bradou nos quatro cantos da cidade que não colocaria parente para trabalhar na prefeitura. Depois de ficar com o “chicote” na mão”, colocou filho, filha, cunhada, sobrinho, sobrinha, prima … papagaio, periquito e etc…

Pois bem, na tarde de ontem (16) e na manhã de hoje (17), nossas lentes registraram, em pontos diferente da cidade fios ligado aos postes da CELPE de maneira que coloca em risco a vida dos transeuntes.

foto1

Em uma das ruas que faz ligação com a movimentada Rua José Rufino Bezerra, no bairro do Cajá, um “rolo” de fio continua “repousando”, há vários dias numa altura não recomendável.

foto2

No cruzamento da Rua João Moura com Avenida Silva Jardim, fios estão soltos pela calçada. Vale salientar,  que nesta calçada, além das pessoas em geral, tem fluxo intenso de crianças que frequenta uma escola de inglês.

IMG_8418

Já na Rua Melo Verçosa, local de intenso fluxo de carros e alunos do Colégio Nossa Senhora da Graça, tem um fio pendurado entre a calçada e a rua. É possível que alguém diga: “Pilako estes fios estão desligados, ou seja, estão sem corrente”. Sim, mas quem  é que pode adivinhar que uma “peste” dessa não pode dá uma descarga elétrica em alguém? Afinal, eles continuam ligados nos postes e fazendo contato com tantos outros fios. Quem vai lá confiar…

Nossa cidade, mesmo depois da gestão do Governo de Todos está no seu sétimo ano consecutivo no comando, não mudou na bagunça e nos desmandos. Este pessoal, tal qual a gestão anterior, comandada pelo folclórico ex-prefeito José Aglailson, apenas vive “se servindo dos doces ventos do poder”, TRABALHAR E ORGANIZAR AS COISAS DA CIDADE, QUE É BOM, NADA !!!!

Publicado em A Lupa, Editorial | Deixar um comentário

Redução da maioridade penal? Eu sou contra.

A discussão em torno da redução da maioridade penal tem estado em evidência. Tem sido discutido por toda a sociedade e é mais um tema que, ao que tudo indica, não chegaremos a um consenso. De fato é uma questão polêmica! Porém, quando conversamos com as pessoas, boa parte delas não têm clareza acerca das razões que embasam a sua opinião.

Hoje trago 18 razões, elaboradas por 50 entidades (conselhos, pastorais, grupos, igrejas, Ongs, etc) brasileiras que se posicionam contrárias à redução.  A ideia é apresentar razões diferentes daquelas que estão sendo postas na maioria dos meios de comunicação, como também evidenciar que existe um quantitativo significativo de pessoas que são contra a redução.

As razões são:

1°. Porque já responsabilizamos adolescentes em ato infracional.

2°. Porque a lei já existe. Resta ser cumprida!

3°. Porque o índice de reincidência nas prisões é de 70%.

4°. Porque o sistema prisional brasileiro não suporta mais pessoas.

5°. Porque reduzir a maioridade penal não reduz a violência.

6°. Porque fixar a maioridade penal em 18 anos é tendência mundial.

7°. Porque a fase de transição justifica o tratamento diferenciado.

8°. Porque as leis não podem se pautar na exceção.

9°. Porque reduzir a maioridade penal é tratar o efeito, não à causa!

10°. Porque educar é melhor e mais eficiente do que punir.

11°. Porque reduzir a maioridade penal isenta o estado do compromisso com a juventude.

 12°. Porque os adolescentes são as maiores vitimas, e não os principais autores da violência.

13°. Porque, na prática, a PEC 33/2012 é inviável!

14°. Porque reduzir a maioridade penal não afasta crianças e adolescentes do crime.

15°. Porque afronta leis brasileiras e acordos internacionais.

16°. Porque poder votar não tem a ver com ser preso com adultos.

 17°. Porque o Brasil está dentro dos padrões internacionais.

18°. Porque importantes órgãos têm apontado que não é uma boa solução.

Mais de 50 entidades brasileiras aderem ao Movimento: “18 Razões para dizer Não a redução da maioridade penal!”. Vocês podem acessar o site https://18razoes.wordpress.com/18-razoes/ e poderão obter mais informações, pois cada razão está bem justificada no site.  Para elaborar as 18 razões as entidades pesquisaram em documentos produzidos por entidades como Unicef,  Conselho Regional de Psicologia, Mapa da Violência 2012 do pesquisador  Waiselfisz, J.J.

Como vocês podem ver, a ideia é contribuir para que seja acessado outro olhar sobre esta questão. Finalizo com alguns depoimentos retirados do site do Conselho Regional de Serviço Social – 4ª Região. O CRESS/PE colheu depoimentos de especialistas que explicam o porquê dizer NÃO à redução da maioridade penal e o aumento do tempo de internação de adolescentes.

“A redução da violência e o direito à segurança é inquestionável, inclusive dos adolescentes que cometeram atos infracionais. Cabe, entretanto, discutir se reduzir a maioridade penal é medida adequada e contribui, de maneira significativa, para a tão almejada paz social. São muitos os argumentos favoráveis com destaque à instrumentalização dos adolescentes pelos criminosos adultos sob a alegação de que a impunidade está garantida. Nada mais inverídico: não se pode confundir inimputabilidade com impunidade. O adolescente que comete ato infracional de natureza grave já recebe medida socioeducativa de internação de até 03 (três) anos. Quantos adultos que cometem crimes ficam em regime fechado por igual período? Até certo ponto a medida socioeducativa é mais gravosa que a sentença aplicada a adultos. Mais ainda, quem garante que as quadrilhas não passarão a recrutar adolescentes na faixa etária mais jovem? Outro argumento comumente aceito é que os atos infracionais cometidos por adolescentes revestem-se de grave violência. Tal suposição também não se confirma. Dos 21 milhões de adolescentes brasileiros apenas 0,013% são responsáveis por crimes contra a vida. Dos adolescentes atendidos na FUNASE, 14% cometeram delitos contra a pessoa. O aspecto utilitário da pena, ou seja, sua capacidade de oportunizar a ressocialização do individuo é um ganho do processo civilizatório. Sem dúvida, ainda distante de resultados ideais, a ressocialização é menos difícil no sistema socioeducativo que no sistema penitenciário. Em Pernambuco a taxa de reincidência dos adolescentes em conflito com a lei chega a 26,38%, enquanto no sistema prisional ela é pelo menos o dobro. E para concluir, redução de violência e segurança se obtém fora de ambos os sistemas, com políticas públicas de qualidade e destaque a uma educação consentânea com o século XXI.” Maria José Gueiros – Assistente Social. Diretora de Planejamento e Orçamento da Fundação de Atendimento Socioeducativo de Pernambuco (FUNASE).

“A redução não é solução, baseada em seis constatações irrefutáveis: porque o aumento da criminalidade e da violência não se deve a atos infracionais cometidos por adolescentes. Basta conferir as estatísticas, que revelam que menos de 10% dos crimes são cometidos por adolescentes e destes, menos de 2% são contra a vida; porque o índice de reincidência do sistema prisional equivale a quase o dobro em relação ao Sistema Socioeducativo para adolescentes; porque o Estatuto da Criança e do Adolescente é muito rigoroso no processo de responsabilização dos adolescentes que cometeram ato infracional, sem a prerrogativa de responder em liberdade, como acontece com adultos que cometem o mesmo tipo de delito e nas mesmas condições; porque reflete o grave equívoco de mudar o sistema onde o adolescente deve responder pelo ato cometido, saindo de um regime de internação socioeducativo, com perspectivas de poder contribuir no seu processo de retorno saudável a sociedade, para um sistema prisional adulto que há muito está falido e sem apresentar perspectivas de mudança, basta ver os noticiários, que apresentam o caos nos presídios brasileiros; porque desse modo vamos agravar e elevar os índices de adolescentes e jovens assassinados no Brasil, que já permeiam os 40%, vide Mapa da Violência; e por fim, porque em vez de enfrentarmos e nos responsabilizarmos pelas causas, estamos mais uma vez atingindo os efeitos e penalizando as vítimas, sem perceber as consequências.” José Ricardo Oliveira – Assistente Social e Educador, coordenador executivo do Centro Dom Helder Câmara de Estudos e Ação Social (CENDHEC).

Eu comungo com os posicionamentos acima. Fico hoje por aqui.  Até a próxima.

val

Valdenice José Raimundo
Doutora em Serviço Social
Docente na Universidade Católica de Pernambuco
Líder do Grupo de Estudos e Pesquisas em Raça, Gênero e Políticas Públicas – UNICAP
Coordenadora do Projeto Vidas Inteligentes sem Drogas e Álcool – VIDA.
Endereço para acessar este CV: http://lattes.cnpq.br/4595497931112345

Publicado em Editorial | 4 comentários

DELAÇÃO PREMIADA: DIREITO PENAL PREMIAL E O COMBATE A CLEPTOCRACIA, A CANALHADA NO PODER

mariana

No Brasil atual, instituto que vem despertando grande interesse na população, é o novel instituto da Delação Premiada. Que teve origem com a criação da Lei n. 8.072/90, que versa sobre os crimes hediondos. Conforme colhe-se desse instituto, o mais premiado ladrão será sempre aquele mais festejado. Assim, quanto mais ladrão, mais informações terá a oferecer. Quanto mais informações, mais provas e quanto mais provas, mais prêmios.

Com efeito, por meio da Lei n. 8.072/90, que trata dos crimes hediondos, foi adotado no ordenamento jurídico brasileiro o instituto da delação premiada, cujo objeto maior é possibilitar a desarticulação de quadrilhas, bandos e organizações criminosas, facilitando a investigação criminal e evitando a prática de novos crimes desses grupos criminosos.

Além da lei que versa sobre crimes hediondos, a partir dela inaugurou-se a normativização da delação premiada no Brasil. Citado instituto acha-se previsto em diversos dispositivos legais, dentre eles: Código Penal (arts. e 159, §4º, e 288), Lei do Crime Organizado – nº 9.034/05 (art. 6º), Lei dos Crimes Capitais – nº 9.613/88 (art. 1º, §5º), Lei dos Crimes contra a Ordem Tributária e Econômica – nº 8.137/90 (art. 16, p.u.), Lei de Proteção a vítimas e testemunhas – nº 9.807/99 (art. 14), Nova Lei de Drogas – nº 11.343/06 (art. 41), e, mais recentemente, na Lei que trata do Sistema Brasileiro de Defesa da Concorrência – nº 12.529/2011 (art. 86).

Nas palavras do jurista Nucci, a delação premiada:

“(…) significa a possibilidade de se reduzir a pena do criminoso que entregar o(s) comparsa(s). É o ‘dedurismo’ oficializado, que, apesar de moralmente criticável, deve ser incentivado em face do aumento contínuo do crime organizado. É um mal necessário, pois trata-se da forma mais eficaz de se quebrar a espinha dorsal das quadrilhas, permitindo que um de seus membros possa se arrepender, entregando a atividade dos demais e proporcionando ao Estado resultados positivos no combate à criminalidade.”

O instituto da delação premiada ocorre, portanto, quando o indiciado/acusado imputa a autoria do crime a um terceiro, coautor ou partícipe. E não só isso. Também é possível a sua ocorrência quando o sujeito investigado ou processado, de maneira voluntária, fornece às autoridades informações a respeito das práticas delituosas promovidas pelo grupo criminoso, permitindo a localização da vítima ou a recuperação do produto do crime.

Chama-se de Indiciado ou acusado uma vez que o delator poderá firmar o acordo da delação premiada na fase de inquérito policial ou até mesmo na fase processual, quando já está em curso a ação penal. Na prática, é mais comum ocorrer na fase inquisitiva, pois é nessa etapa que o delator se faz mais útil, sendo capaz de fornecer ao órgão acusador mais elementos da materialidade e da autoria do crime para consubstanciar a denúncia.

O valor da delação premiada, portanto, está diretamente ligado às provas que dela podem surgir. Dessa forma, por mais ladrão, por mais mau-caráter que seja a pessoa, se suas informações forem confirmadas por provas robustas, mais prêmios o delator premiado vai receber.

Esse é o espírito do sistema penal brasileiro referente ao instituto da delação premiada, que pode-se também entender como Direito Penal Premial, ou seja, o instituto do Direito Penal que premia o bandido que movido por crise de ética – se é que existe ética em organizações criminosas -, arrepende-se.

Pode de início, parecer a alguém, que a delação premiada vem a proteger o bandido arrependido e que o Direito Penal passa a ser benevolente com quem comete crimes. Mas, se entendermos que essa delação tem como objetivo maior acabar e efetivamente destruir poderosa quadrilha que surrupia o erário de forma vultosa e extremamente danosa para o País, e, que sem essa “colaboração” do delator, não haveria como esfacelar dita quadrilha, temos então que dos males o menor. Premia-se sim, um bandido, mas, em compensação, põe-se na cadeira grupo de poderosos e prestigiados ladrões, que, sem o instituto da delação premiada continuariam se apropriando e esfacelar vultosa quantia de dinheiro público, causando enormes danos a nação, por muitos e muitos anos.

No Brasil de todas as eras, o que sempre existiu foi a cleptocracia (governo de ladrões), isso porque, o estado brasileiro, salvo raras exceções, sempre foi governado ou cogovernado por ladrões, não por partidos políticos verdadeiros, sim por facções, que se apropriam do poder público como se fosse propriedade privada, praticando a corrupção, o fisiologismo, o nepotismo, o clientelismo e dezenas de outros “ismos” mais. Nestes “ismos” residem os vícios maiores do patrimonialismo, que constitui a primeira expressão do Estado Cleptocrata acanalhado em que vivemos.

Cleptocracia, é, portanto, a expressão que designa um Estado governado por Ladrões. Desde Heródoto, na Grécia Antiga, que o homem sonha com um governo sério, honesto, competente, verdadeiramente democrático. Mas, a realidade no mundo em especial em nosso Brasil, é que temos um Governo Cleptocrata, razão maior de justificar-se a Delação Premiada, como meio capaz e eficiente para mudança desse triste quadro econômico e moral vivido por todos nós!

Dr. Osvaldo Gouveia.

Publicado em Editorial | Deixar um comentário

SEGUNDO SIMPÓSIO DO INSTITUTO HISTÓRICO E GEOGRÁFICO DA VITÓRIA DE SANTO ANTÃO.

Untitled-2

O Segundo Simpósio do Instituto Histórico e Geográfico da Vitória de Santo Antão terá como tema: 13 de Maio: Novos Olhares. Discussão em prol da promoção da Igualdade Racial.

No próximo mês de Maio, o Instituto Histórico e Geográfico da Vitória de Santo Antão, estará realizando seu segundo Simpósio no qual serão realizadas ações em prol da promoção da Igualdade Racial. Tendo como tema, 13 de Maio, Novos Olhares.

Faremos uma releitura do dia 13, refletindo sobre a importância dos africanos e seus descendentes para a história e a cultura brasileira. Na ocasião receberemos a visita do médico e escritor africano Samuel Gonçalves, natural do Cabo Verde.

A abertura do evento será no dia 30 de abril no Silogeu em dois horários (14 h. e 19 h.). Em ambas as sessões teremos uma “Conversa Literária” do dr. Samuel Gonçalves com os alunos da rede municipal.  Será feita uma abordagem sobre a literatura africana e um paralelo com a literatura afro-brasileira. Serão destacados ainda alguns aspectos da cultura do arquipélago do Cabo Verde e sua relação histórica e sentimental com Vitória de Santo Antão.

No dia 6 de maio, às 19:30 h. o Instituto comemorará mais um aniversário da elevação da Vitória de Santo Antão à categoria de cidade. Teremos como conferencista o dr. Lamartine Holanda Cavalcanti, Cônsul Honorário da Albânia. Dr. Lamartine far-se-á acompanhar pelos doutores Thales Castro e Ricardo Galdino, respectivamente Cônsules Honorários da Ilha de Malta e do Cabo Verde

No dia 7 de maio, às 19:30 h., voltaremos a nos encontrar no Silogeu, desta feita para participar do lançamento do livro “O Curandeiro de Monte Piorro” de autoria do dr. Samuel Gonçalves. A obra será apresentada e comentada pela escritora-acadêmica Luciene Freitas, sob os acordes do grande músico cabo-verdiano Tischa.

Entrada franca.

Publicado em Editorial | Deixar um comentário

Momento Grau Técnico Vitória

Invista na sua qualificação profissional e transforme sua vida. Faça a sua matrícula no Grau Técnico Vitória 81.3526.4099. #TransformeSuaVida

Posted by Grau Técnico – Vitória on Quarta, 15 de abril de 2015

Publicado em Anúncios, Editorial | Deixar um comentário

Palinha do Léo dos Monges: APAGA O FOGO MANÉ (MARTINHO DA VILA)

APAGA O FOGO MANÉ (MARTINHO DA VILA)
AUTOR: ADONIRAN BARBOSA

Inês saiu dizendo que ia
comprar pavio pro lampião
pode me esperar, mané
que eu já volto já
acendi o fogão botei água pra esquentar
e fui pro portão só pra ver inês chegar
anoiteceu e ela não voltou
fui pra rua feito louco
pra saber o que aconteceu

Procurei na central
Procurei no hospital e no xadrez

andei a cidade inteira
e não encontrei inês
voltei pra casa triste demais
o que inês me fez não se faz
pois no chão bem perto do fogão
encontrei um papel escrito assim
pode apagar o fogo, mané
que eu não volto mais

leo

 

 

Leo dos Monges

Botão RSB

Publicado em Editorial | Deixar um comentário

Momento Cultural: Seja Feliz Agora 2 – por José Bezerra de Oliveira

José Bezerra de Oliveira

Seja Feliz Agora!

Tudo o que viveu

Já passou.

Ninguém tem

O que não era pra ter:

NINGUÉM é feliz

Sem Antes sofrer.

 

José Bezerra de Oliveira

Publicado em Fim de Semana Cultural | Deixar um comentário

O TEMPO VOA: CRUZ DAS ALMAS LOTEAMENTO PINGA FOGO – DÉCADA DE 70

O TEMPO VOA - CRUZ DAS ALMAS LOTEAMENTO PINGA FOGO - DÉCADA DE 70

CRUZ DAS ALMAS LOTEAMENTO PINGA FOGO – DÉCADA DE 70

Publicado em O Tempo Voa | Deixar um comentário

MOMENTO PITÚ

Dá o play aí, #NaçãoPituzeira, que #HojeTem. ;)Dessa vez o nosso Repórter Resenha foi conferir as zuêras nos lugares…

Posted by PITÚ on Sexta, 17 de abril de 2015

Publicado em Anúncios, Editorial | Deixar um comentário

Academia promove recital

recital-avlac

Publicado em Anúncios | Deixar um comentário

Hoje na História – 17/ABR – por Tadeu Prado

HNH 17042015 Pilako

Publicado em Hoje na História | Deixar um comentário

RECORDAR É VIVER – NO TEMPO DE EU MENINO

(A Cascatinha da Matriz e Manoelzinho de Horácio)

Papai me contava e mamãe assevera que quem construiu essa praça, chamada Dom Luis de Brito, foi Horácio de Barros, pai de Manoelzinho Rangel. Depois, diz que Horácio de Barros não foi à inauguração da obra, porque estava acometido de Tifo. Assistiu ao evento, debruçado na janela de sua casa, na Rua Imperial, popularmente conhecida como Rua do Meio.
Era nessa Cascatinha que Manoelzinho de Horácio tomava cachaça com caramelo de menta, contava piada, soltava lorota e empulhava o mundo.

Manoelzinho de Horácio partiu para a Eternidade aos 73 anos, já faz algum tempo. Ele contava que o médico que lhe tirou o baço e garantiu-lhe um ano de existência morreu primeiro.

Certa vez, Manoelzinho de Horácio me contou que fez um frio tão grande em Vitória de Santo Antão que o Leão Coroado, na frente da Estação Ferroviária, saiu do monumento e foi se esconder dentro de uma barbearia do outro lado da Praça.

Manoelzinho de Horácio era jogador de futebol. Diz que, um dia, ele foi bater um pênalti, quando o adversário Tenente Índio o ameaçou: – Se fizer o gol, me apanha!

Manoelzinho não teve dúvida, furou o gol e saiu correndo do estádio José da Costa, solto na buraqueira, pelo Dique afora.

Sosígenes Bittencourt

Publicado em Fala, Vitória! | Deixar um comentário

Circulando

Ouça a música “CIRCULANDO” composta por Aldenisio Tavares, na voz de Nildo Ventura.

Circulando - na voz de Nildo Ventura - Composição Aldenisio Tavares

Aldenisio Tavares

Publicado em Vitória dos Artistas | Deixar um comentário

Sinalização de trânsito: “samba do crioulo doido”

placa

Na questão do trânsito, como já falei inúmeras vezes aqui no blog, sou apenas um curioso. Nossa cidade, principalmente para os motoristas que são de fora, constitui-se, no que diz respeito à sinalização de trânsito, em uma verdadeira “torre de babel”.

Não obstante a gestão do Governo de Todos está há sete anos consecutivos no poder em função (entre outras) de uma promessa eleitoral que a tornaria uma cidade “BEM ADMINISTRADA”, nossa cidade, Vitória de Santo Antão, continua sendo gerida nos modais da gestão anterior.

Pois bem, há exatos três anos e meio, fiz uma postagem aqui no blog cujo titulo foi: NESSE ASPECTO, CONCORDO PLENAMENTE COM JOÃO ÁLVARES, onde a mesma, entre outras coisas, fez  referência à uma outra matéria veiculada na edição nº 185 do Jornal da Vitória. No bojo da publicação, Seu João realçou que nossa Vitória estava “na contramão do seu próprio status de cidade de porte médio e de reconhecimento importante polo econômico, cultural e histórico”.  Mesmo  depois de meia década de escrita, a referida matéria, continua atualizada.

Muito bem, para um motorista atento não fica difícil de imaginar que a sinalização de trânsito da nossa cidade foi, e vem sendo implantada, por pessoas despreparada tecnicamente. Em vários lugares falta sinalização. Em outros, as placas são colocadas de maneira  desnecessária. já em outros locais  as placas são colocadas de maneira que mais confunde o motorista que orienta.

Pra exemplificar a forma confusa como os nossos “técnicos” vem sinalizando a cidade, basta observar o seguinte: se o motoristas estiver trafegando pela Rua Joaquim Nabuco (próximo ao Fórum e ao cartório de João Valois), de acordo com placa (colocada no cruzamento da mesma com  a Avenida Silva Jardim) o condutor do veículo  só poderá seguir em frente (para o centro) ou virar à direta (sentido antiga BR 232). Ou seja, segundo esta  sinalização,  o condutor do veiculo não poderá virar à esquerda para se dirigir à Praça Dom Luis de Brito (Matriz).

placa2

O curioso, é que ao seguir em frente o motorista logo “vai descobrir” que ele também poderá virar à esquerda (sentido Igreja da Matriz), pois,  uma outra placa foi colocada dizendo exatamente o contrário da anterior, ou seja, você só poderá seguir em frente ou virar à esquerda.

3

Este, é apena um dos maus exemplos, pois, nossa cidade está muito distante de ter uma sinalização clara, correta e organizada, que aliás, além de regulamentar o fluxo de veículos tenha  também ,   como objetivo,  contemplar a indicação dos roteiros que o motorista deve seguir para chegar aos mais variados bairros e não,  só aos prédios  da prefeitura e  da AGTRAN.

Portanto, mesmo os nossos gestores ficando de cara feia e dizendo que o blog do Pilako “não serve pra nada”, continuaremos cobrando mais seriedade nos serviços públicos direcionado aos nossos munícipes, quer gostem,  ou não.

Publicado em A Lupa, Editorial | 1 comentário

Atenção Veraluci Lira: bichos na rua.

Na tarde de ontem (15) nossas lentes flagraram, em um dos becos da Rua Primitivo de Miranda, uma família de porcos se alimentando de lixo e promovendo a maior sujeira.

porco

Secretária de Saúde Dra. Veraluce Lira – Foto: Portal da Prefeitura de Vitória

Secretária de Saúde Dra. Veraluce Lira – Foto: Portal da Prefeitura de Vitória

Não é de hoje que cobramos providências aos nossos gestores com relação a este GRAVE PROBLEMA DE SAÚDE PÚBLICA. O prefeito Elias Lira, juntamente com sua sobrinha e secretaria de saúde municipal, Veraluci Lira precisam tomar vergonha na cara e solucionar, de uma vez por toda, esta verdadeira indecência que tanto denigre a imagem da nossa cidade.

Portanto, mesmo a contragosto serei obrigado a abrir a “jaula do Elias” e zerar o marcador do nosso contado de bichos nas ruas.

Publicado em A Lupa, Editorial | Deixar um comentário

Momento Grau Técnico Vitória

11159942_835002963214260_1935455397765899165_o

Essa é a reflexão que fazemos todos os dias! ‪#‎MeioAmbiente‬‪#‎GrauTécnico‬

SERVIÇO
Grau Técnico Vitória
Rua Henrique de Holanda, 1210 – Centro
Vitória de Santo Antão (Antiga BR232).
TEL: (81) 3526.4099

Publicado em Anúncios, Editorial | Deixar um comentário

Campeonato de Bocha Paradesportiva do CAV

alx

Publicado em Anúncios, Editorial | 1 comentário

Internauta Willams Maciel faz apelo pelo facebook

maciel2

Publicado em A Lupa, Editorial | Deixar um comentário

Academia promove recital

recital-avlac

Publicado em Anúncios, Editorial | Deixar um comentário

Internauta Marcelo Henrique comenta na coluna do Aposente

Comentário postado na matéria “A verdadeira zona está na câmara!“.

Fiquei curioso pra conhecer mais sobre vocês. Como faço pra participar das atividades?

Sobre a matéria, espero que chegue nos ouvidos dos vereadores pra que eles resolvam votar pela lei e não pelo prefeito. E esse valor também tinha que ser mudado pra empresa ficar com menos.

Muito boa essa parceria do aposente com pilako. O cidadão precisa saber mais sobre as coisas da cidade. Parabéns pra os dois!

Marcelo Henrique

Publicado em A Lupa, Editorial | Deixar um comentário

Momento Cultural: Tu, o espinho e a rosa – por Celio Meira

celio-meira

Por que, pisando no espinho,

Ficaste, assim, tão nervosa?

Tolice! Em nosso jardim,

entre espinhos, vive a rosa.

 

não digais mal deste espinho,

nem fiques triste, Querida,

se espinhos lembram as rosas…

és rosa na minha vida.

 

(migalhas de poesia – Celio Meira – pág. 42).

Publicado em Fim de Semana Cultural | Deixar um comentário

O Tempo Voa: FESTIVIDADES 3 DE AGOSTO DE 1973

ins

FESTIVIDADES 3 DE AGOSTO DE 1973
INAUGURAÇÃO DO SERVIÇO DE ABASTECIMENTO D’ÁGUA.
VISITA DO GOV. MINISTRO ERALDO – GUEIROS LEITE E COMANDANTE
DA 2ª ZONA ÁEREA A PREFEITURA – GAB. DO PREFEITO
Década de 1970.

Publicado em Sem categoria | Deixar um comentário

CURIOSIDADES MUSICAIS: Caetano Veloso – por Léo dos Monges

49a5a47f027ce

Caetano Emanuel Viana Teles Veloso – Caetano Veloso. Nasceu em Santo Amaro da Purificação na Bahia, no dia 07 de Agosto de 1942, filho de José Teles Veloso e Claudionor Viana Veloso, conhecida como (Dona Canô). Caetano é o quinto dos sete filhos do casal. Caetano foi fundamental na escolha do nome de sua irmã mais nova, ele tinha apenas quatro anos de idade e já amava a música brasileira, inspirado na Valsa “Maria Bethânia” do compositor Pernambucano (Capiba) sucesso na voz do cantor Nelson Gonçalves, assim escolheu o nome da irmã, Maria Bethânia. Ambos veriam sua trajetória se cruzar por diversos momentos e foram os dois filhos de Dona Canô que mais se destacaram no cenário nacional.

Tudo começa em Santo Amaro da Purificação, cidadezinha do Recôncavo Baiano de Canaviais, por onde passam as águas escuras do Rio Subaé. Caetano tem duas paixões: a pintura e a música. O pai Sr. Zezinho Veloso, comprava os cavaletes para o filho pintar. A mãe lhe ensina o baião de Luiz Gonzaga e o Samba de Caymmi em Salvador. Mas foi aos dezoito anos que Caetano sofreu um impacto que mudou os seus planos de trabalho: ouviu num programa da Rádio Mayrink Veiga, a canção “Chega de Saudade” de Tom Jobim e Vinicius de Moraes na voz de Marisa gata manda e tomou conhecimento do disco homônimo de 1959 de João Gilberto. “Foi o marco mais nítido que uma canção já me deixou na vida”.

Certa vez um amigo de Caetano estava escutando na Rádio João Gilberto com a batida de Bossa Nova, acordes dissonantes e chamou Caetano, escuta este cara, ta tudo errado e Caetano respondeu, não tem nada de errado, ta muito lindo, ta tudo certo e maravilhoso. E se tornou até hoje seu grande fã.

Iniciou sua carreira interpretando canções de Bossa Nova, sob a influência é claro de João Gilberto, um dos ícones e fundadores do movimento Bossa Nova. Tropicalismo.

Nesse mesmo ano, a canção Alegria Alegria, que faz parte do repertório do primeiro LP individual, “Caetano Veloso” de 1968, que trouxe canções como “Alegria Alegria”, “No dia em que vim-me embora” “Tropicália” “Soy loco por ti América” e “Super Bacana”, e também lançada em compacto simples, ao som de guitarra elétrica do grupo Argentino Beat Boys, enlouqueceu o Terceiro Festival de Música Popular Brasileira (TV Record, outubro de 1967) juntamente com Gilberto Gil, que interpretou Domingo no Parque, classificadas respectivamente em quarto e segundo lugar. Era o início do Tropicalismo, movimento esse que representou uma grande efevercência na Musica Popular Brasileira. Este marco foi realizado pelo lançamento de álbum Tropicália ou Panis Et Circencis de 1968, disco coletivo que contou com a participação de outros nomes consagrados do movimento, como Nara Leão, Os Mutantes, Torquato Neto, Rogério Duprat, Capinam, Tom Zé, Gilberto Gil e Gal. Ficou associada a esse contexto a canção “É proibido proibir” da sua autoria (mesmo compacto que incluía a canção Torno a repetir, do domínio público), que ocasionou um dos muitos episódios antológicos da eliminatória do 3º Festival Internacional da canção (TV Globo), no Teatro da Universidade Católica de São Paulo, 15 de setembro de 1968. Vestido com roupa de plástico, acompanhado pelas guitarras distorcidas d’os Mutantes, ele lança de improviso um histórico discurso contra a plateia e o júri. “Vocês não estão entendendo nada”, gritou.  A canção foi desclassificada, mas também foi lançada em compacto simples.

Regime Militar

Desde o início da carreira, Caetano sempre demonstrou uma posição política contestadora, sendo até confundido com um militante de esquerda, ganhando por isso a inimizade do Regime Militar instituído no Brasil em 1964 e cujos governos perduraram até 1985. Por esse motivo, as canções foram frequentemente censuradas neste período, e algumas até banidas. Em 27 de dezembro de 1968 Caetano e o parceiro Gilberto Gil foram presos, acusados de terem desrespeitado o Hino Nacional e a Bandeira Brasileira. E tiveram suas cabeças raspadas, ambos foram soltos em 19 de fevereiro de 1969, quarta feira de cinzas, e seguiram para Salvador, onde tiveram de se manter em regime de confinamento. Em julho de 1969, após dois shows de despedida no Teatro Castro Alves, nos dias 20 e 21, Caetano e Gil partiram com suas mulheres, respectivamente as irmãs Dedé e Sandra Gadelha, para o exílio na Inglaterra. Caetano e Gil, juntos, seguiram para Londres em 1969. Caetano matriculou-se num curso de inglês, enquanto Gil preferia aprender a nova língua andando pelas ruas e conversando com as pessoas. Caetano parece bem mais velho com o rosto castigado pelo frio escreve textos para “o pasquim” e compõe suas primeiras canções inglesas. Em janeiro de 1972, Caetano retornou definitivamente ao Brasil.

Caetano é considerado um dos artistas brasileiros mais influentes desde a década de 1960. Tendo mais de cinquenta discos lançados, sendo comparado a nomes como Bob Marley, Paul Mc Cartney, Bob Dylan.

Entre diversas composições e interpretações de Caetano estão: Sozinho, Você é Linda, Você não me ensinou a te esquecer, Sampa, Sonhos, Força Estranha, Tigresa, Menino do Rio, Alegria Alegria…

ALEGRIA ALEGRIA – CAETANO VELOSO

Caminhando contra o vento
Sem lenço, sem documento
No sol de quase dezembro
Eu vou

O sol se reparte em crimes,
Espaçonaves, guerrilhas
Em cardinales bonitas
Eu vou

Em caras de presidentes
Em grandes beijos de amor
Em dentes, pernas, bandeiras
Bomba e brigitte bardot
O sol nas bancas de revista
Me enche de alegria e preguiça
Quem lê tanta notícia
Eu vou

Por entre fotos e nomes
Os olhos cheios de cores
O peito cheio de amores vãos
Eu vou
Por que não, por que não

Ela pensa em casamento
E eu nunca mais fui à escola
Sem lenço, sem documento,
Eu vou

Eu tomo uma coca-cola
Ela pensa em casamento
E uma canção me consola
Eu vou

Por entre fotos e nomes
Sem livros e sem fuzil
Sem fome sem telefone
No coração do brasil

Ela nem sabe até pensei
Em cantar na televisão
O sol é tão bonito
Eu vou
Sem lenço, sem documento
Nada no bolso ou nas mãos
Eu quero seguir vivendo, amor
Eu vou
Por que não, por que não…

leo

 

Leo dos Monges

Publicado em Curiosidades Musicais | Deixar um comentário

Momento PITÚ

11148625_921579044529134_4385680544574317592_n

Tá bom de tira-gosto? Emoticon sunglasses
Hoje é quarta e já tá a turma todo pensando na sexta. Apois relaxa aê que já já ela chega. O ‪#‎Pituzeiro‬ da vez é o conhecido Antonio Carlos Nonon. O homi é quase uma Pitú em carne e osso. Emoticon wink
Salve, ‪#‎NaçãoPituzeira‬

Publicado em Anúncios | Deixar um comentário