HOUVE UM TEMPO, LEMBRO BEM DELE…. – por Lucivanio Jatobá.


Em que a Semana Santa era um período de extrema tristeza, pois trazia à tona o sofrimento e o assassinato de Jesus Cristo.
A partir da Quarta-feira Santa, e sobretudo entre a Quinta e a Sexta-feiras santas, as rádios de Pernambuco, sem exceção, só tocavam musica clássica até a meia noite do Sábado de Aleluia.


As igrejas católicas ficavam sombrias, com os santos e santas envolvidos por um tecido roxo. Havia ainda pelas ruas das cidades a Procissão do Senhor Morto, uma procissão muito triste, que era iniciada por um som ritmado de uma matraca. Os sinos das igrejas ficavam tocando incessantemente, emitindo um som fúnebre.

Agora, vive-se um tempo de absoluta indiferença ao sofrimento e ao absurdo assassinato de Jesus Cristo. Um feriado prolongado permanece. E é usado para se tomar cachaça, ouvir “bregas” imorais e etc e tal…
Sinceramente, deveria ser abolido o feriadão da Semana Santa. Os verdadeiros cristãos fariam as suas orações em igrejas ou praças públicas. Lembrariam da Paixão de Cristo. Feriado agora para quê, mesmo? Para alimentar o quê, mesmo? A fé? Que fé?

Lucivanio Jatobá

 

Publicado em A Lupa | Deixar um comentário

Professora Odorina Gonçalves de Moura: breve relato do doutor Fernando Moura…

Recentemente fui procurado pelo professor e amigo Leandro, no sentido de  colher informações sobre o histórico da pessoa que empresta o seu nome à escola em que ele leciona, uma vez, que,   segundo ele, por lá, as informações são elementares.

Não obstante ser conhecedor de algumas informações sobre a professora Odorina Gonçalves de Moura, até porque a sua família era próxima da família do meu pai, para contemplar a carência e à necessidade do amigo Leandro,  fui obrigado a recorrer ao doutor Fernando Moura -  sobrinho da referida professora.

 De pronto e com toda boa vontade do mundo o doutor enviou-me informações que certamente irá suprir as necessidades. Segue:

Tia Dorita, a mais nova das irmãs Moura, foi professora atuante em nosso município por quase 30 anos, contribuindo para a formação educacional de várias gerações  de vitorienses. Formou-se em pedagogia em uma das primeiras turmas do Colégio Nossa Senhora da Graça  (Damas) e logo em seguida passou a lecionar. Inicialmente, durante 08 anos, na zona rural, na Fazenda "Miringabas", pertencente ao Sr. Figueiredo (sogro de Sr. Joel de Cândido e avô de Sr. Elmo). Posteriormente, ainda na mesma propriedade, mas na parte pertencente ao ex-vereador, Elias Gomes de Freitas ("Elias de Miringaba").

E seguida, foi transferida para a área urbana, onde exerceu, por vários anos,  o seu mister em uma escola localizada no Borges. Finalmente, concluiu as suas atividades de magistério na escola mínima "São João Batista", localizada na "Capelinha São João Batista", por ela construída com recursos próprios  (seu pai (Zito Mariano) fez a doação de uma bela imagem de Nossa Senhora para a Capelinha, inaugurada em 1960), onde exercia também a função  de Diretora. Dentre alguns dos seus alunos,  na Capelinha, no momento, lembro de alguns:  Carlos Peres, Etiene, Alemão.......Faleceu em setembro de 1994, aos 65 anos de idade.

Em razão dos relevantes serviços por ela,  efetivamente prestados à educação do nosso município,  após o seu falecimento, o Prefeito do Município  (na época,  Sr. Elias Lira), por indicação da sua Secretária de Educação,  Profa. Lourdinha Álvares,  resolveu homenageá-la com a aposição do seu nome em um Grupo Rural, localizado no Lagoa Queimada, próximo ao  Distrito de Pirituba. Espero ter contribuído para os esclarecimentos do histórico pretendido. Abraços!"

Jose Fernando Moura - advogado e sobrinho da professora Odorina Gonçalves de Moura.

Publicado em A Lupa, Curiosidades Vitorienses, O Tempo Voa Documento, Vitória Ontem e Hoje | Deixar um comentário

Mia Couto palestrou no Instituto Histórico da Vitória.

Na noite de ontem (17) o Instituto Histórico e Geográfico da Vitória abriu as portas do Teatro Silogeu José Aragão para a palestra do premiado e conceituado escritor internacional, Mia Couto. Natural da cidade de Beira – Moçambique – é o mais importante e mais traduzido escritor da sua terra.

Com a casa lotada, Mia Couto explanou por quase duas horas questões envolvendo temas étnico-raciais e de pertencimento. Na ocasião, também interagiu com a plateia respondendo, entre outras coisas, temas relacionados ao conteúdo dos seus livros. O artista e sócio do nosso Instituto Histórico, Fernando Nascimento, presenteou o palestrante com um quadro por ele produzido.

Publicado em A Lupa | Deixar um comentário

CONVITE: INSTITUTO HISTÓRICO – 04/05 – 19:30H

Publicado em Anúncios | Deixar um comentário

Momento Cultural: Beijo proibido – por GUSTAVO FERRER CARNEIRO,

 

A força do poder

Ou não poder

A dúvida do não querer

Querendo…

Um simples aperto de mão

Fascinação abstrata

Mera ilusão caricata

Provocando certo arrepio

Coração chegando na boca

O corpo sentindo frio

A pele de pulso branco,

Indefeso

Cútis macia, membro ileso

Magro e azulado

Latejando sob o polegar

Em outro lugar

Mais profundo

Mais secreto

Impossível de ser alcançado…

Frustração exacerbada

Perto bastante para ser tocada,

Sentida e enxergada

Com perfume exalante

Um olhar excitante

Que só desperta desejo

Traz a ânsia de um beijo

Beijo roubado

Beijo querido

Beijo de carinho e paixão

Beijo com fervor

Quase adoração

Beijo de amor

Com gosto de veludo

Beijo concebido

Acima de tudo

Beijo desejado

Beijo proibido

(MOSAICO DE REFLEXÕES – GUSTAVO FERRER CARNEIRO – pág. 29).

Publicado em Fim de Semana Cultural | Deixar um comentário

Momento Vitória park Shopping

Seu smartphone de cara nova, compre suas capinhas na Império das Cases!
Publicado em Anúncios | Deixar um comentário

O Tempo Voa: Zito Mariano

Boa montaria - Pátio da Matriz - Zito Mariano - 1946 - então com 18 anos - 
Publicado em O Tempo Voa | 1 comentário

Momento Pitú: Viva a Resenha!!

Depois que eu vi essa foto de Andrea da Fonte, fiquei com vontade de tirar uma assim também. A bicha deve ter recebido curtida que só, lá no Instagram! Inclusive, segue a gente lá no Insta, galera: é @pitu. 

Publicado em Anúncios | Deixar um comentário

Solidões – por Sosígenes Bittencourt 

Uma mulher: – Professor, eu estou pensando em passar um tempo sozinha. Eu: – Posso saber o motivo, madame? A mulher: – Depois da última decepção que eu tive, eu pretendo passar dois anos sem querer ninguém. Eu: – Coincidência. Eu também estou pensando em passar uns dois anos na solidão. A mulher: – Eu sempre me senti solitária. Eu: – Se você está solitária, eu estou namorando a solidão. A mulher: – É como se a gente não valesse nada. Eu: – Façamos o seguinte: vamos passar dois anos na solidão, eu e você? Ninguém bole com ninguém. A mulher: – Mas, isso não vai dar certo, professor. Eu sou muito fácil de gostar. Eu: – Talvez, aconteça o que dizia o escritor alemão Rainer Maria Rilke (1875-1926): Amor são duas solidões que se protegem. Sosígenes Bittencourt 
Publicado em Fala, Vitória! | Deixar um comentário

Forró de Severina – Nordestinos do Forró.

Ouça a música FORRÓ DE SEVERINA, composta por Aldenisio Tavares e Samuka Voice, na voz do grupos  “Nordestinos do Forró”. Forró de Severina - Nordestinos do Forró Aldenisio Tavares
Publicado em Vitória dos Artistas | Deixar um comentário

Mais um evento lamentável………….

Outro dia, por ocasião de um evento promovido pelo STF cujo objetivo foi a auto-promoção, postei aqui no blog a seguinte mensagem: A Suprema Corte não precisa de desagravo. Precisa sim!  Entender que o mundo mudou e que as novas ferramentas de comunicação são, indiscutivelmente,  o mais poderoso instrumento do cidadão. Ou seja: saber sem maquiagem para falar com responsabilidade!!

No evento aludido, apenas para lembrar,  um conjunto de entidade se derramaram em elogios ao supremo. Numa democracia entende-se e se faz necessário que todos se respeitem. Todos!!! Cada qual cumpre o seu papel com a devida observância e limites  constitucional e ponto.

Imagino que os últimos acontecimentos, envolvendo suas excelências, os fragilizaram diante do chamado “tecido social”. Tem  um velho ditado que diz: “quem não deve, na teme”.

Mais um fato lamentável. O Brasil continua em estado de convulsão......Parece-nos que a chamada  corrupção sistêmica representa uma espécie de esquizofrenia nacional que os poderosos -  nem tão cedo - estão dispostos de abrir mão dessa patologia.......

Publicado em A Lupa | Deixar um comentário

Professor Pedro Ferrer: “Acorda antonenses!!!”

Na devida proporção o nosso MUSEU (Instituto Histórico)  deveria estar para nós assim como NOTRE-DAME e o LOUVRE estão para os franceses. Em Paris esses monumentos são seculares. O nosso completará 70 anos. A França  e a Europa como um todo valorizam a arte e a história. Aqui, na Vitória de Santo Antão, nossos políticos torcem o nariz quando falamos de arte. Não só os nossos políticos, mas também a população - em sua maioria.

Consta de nossos planos ampliar nossa área de exposição para expormos peças e documentos do nosso acervo,  que tratam da historia da nossa educação,  da cultura afro-brasileira, da nossa imprensa e etc.. Uma expansão orçada em 120 mil reais. Uma importância, digamos,  irrisória para os cofres municipais,  especialmente se considerarmos  o incalculável patrimônio e  ganho para a nossa cidade. Acorda antonenses!!!

Professor Pedro Ferrer – Presidente do Instituto Histórico.

Publicado em A Lupa | 1 comentário

“Balas” para a guerra de mentirinha……

Recentemente, ao caminhar pela calçada do prédio que um dia já deu morada à piscina da AABB, encontrei essas preciosidades. Com raridade, também as encontro na Praça  3 de Agosto, no bairro do Livramento. Automaticamente - as mesmas - transportam-me ao tempo pretérito, vividos, na qualidade de maloqueiro, no Pátio da Matriz. Por lá, existam aos montes.

Coletava-as para fazer estoque e assim usa-las na vantagem, como “bala” de “badoque de liga de dinheiro. A armação do mesmo era de arame de "biliro de cabelo”. ficava tudo perfeito. Era tiro para todos os lados.  Qualquer dia,  irei testar minhas habilidades do passado, na construção desse instrumento de “guerra/brincadeira”.

Publicado em A Lupa | Deixar um comentário

Momento Cultural: ASAS DO CORAÇÃO – Por Egidio T. Correia.

Um poeta tem FOGO no cérebro, Tem ASAS no coração, Um foguete espacial Quando chega inspiração. Trouxe consigo um destino, Viajar no infinito Estando alegre ou aflito, Quando tem, ou não, razão. Seu combustível é um verso Estreitando o universo Polindo imaginação. Ou pra registrar sentimentos Com a caneta na mão.

Egidio T. Correia é poeta.

Publicado em Fim de Semana Cultural | Deixar um comentário

Momento Vitória Park Shopping

Confira o horário de funcionamento do Vitória Park Shopping para as datas comemorativas da sexta-feira (19) e domingo (21) e aproveite cada segundo conosco!
Publicado em Anúncios | Deixar um comentário

O Tempo Voa: abertura da pirâmide!!

Abertura da Pirâmide da Matriz  cem anos depois de construída - 1900/2000 - Registro fotográfico 2000 - na foto, entre outros: Severina Moura, Fernando Moura, Zito Silas, Zé Lourenço, Zito Mariano,  Adroaldo Barros e familiares. 
Publicado em O Tempo Voa | Deixar um comentário

Momento Pitú: Viva a Resenha!!

Quero saber se tem pituzeiro em São Paulo topando marcar uma resenha. Se pá, nós cola!!
Publicado em Anúncios | Deixar um comentário

O coração que ri – por Sosígenes Bittencourt

O sofrimento é um prolongamento da dor, ele sobrevive à dor. Sofrimento é deixar de agradecer pelo amor recebido e resmungar pelo amor que deixou de receber.

Pessoas que amam a vida são pessoas que agradecem e, por isso, são pessoas calmas. A calma promove harmonia, porque a calma organiza a vida. E um dos benefícios dessa postura diante da vida é fundar no convívio a esperança.

O coração que ri não dá asas ao sofrimento porque palpita desesperança.

Sosígenes Bittencourt

Publicado em Fala, Vitória! | Deixar um comentário

Zezé do Forró canta “Querida” de Aldenisio Tavares.

CD  Zezé do Forró -  música QUERIDA -  composição  Aldenisio Tavares. Querida - Zezé do Forró Aldenisio Tavares
Publicado em Vitória dos Artistas | Deixar um comentário

“Vamos Dançar Forró”: música de Aldenisio Tavares – canta Vivia Santos.

Na estrada musical há quinze anos, a versátil cantora Vivia Santos está com trabalho novo na praça. Trata-se da música “Vamos Dançar Forró”! Após passagem pelas bandas Siri-Love, Anjo Bem, Banda Astro, entre outras, Vivia, em parceria com o compositor vitoriense Aldenisio Tavares, quer “estourar” nesse São João – como se diz no jargão popular.

A música carro chefe do seu trabalho – VAMOS DANÇAR FORRÓ – é uma das mais de duzentas já compostas por Aldenisio Tavares que, diga-se de passagem,  tem seu nome já inscrito na galeria dos “imortais” da AVLAC (Academia Vitoriense de Letras, Artes e Ciência), defendendo o legado do influente e ilustre antonense, Nestor de Holanda.

 Com uma pegada quente a música – “Vamos Dançar Forró” -   tem conteúdo hiper atualizado, isto é retrata o cotidiano das novas tecnologias, evidentemente, sem desprezar o tradicional e o regional. Ou seja: o “roncar” da sanfona, à batida forte do zabumba e o inconfundível tilintar do triângulo.

Segundo o compositor “é sempre bom arrumar novos parceiros. Já tive minhas músicas gravadas pela Orquestra Super Oara, Vanildo de Pombos, o mestre Duda da Passira, pelo sempre lembrado Pierre e tantos outros. Espero que a Vivia também consiga seu “lugar ao sol”, nesse concorrido mundo artístico”, pontuou Tavares.

Para Vivia, que conheceu  o Aldenisio pelas mãos do seu esposo, companheiro de trabalho do compositor, espera poder traduzir, no palco, todo sentimento da música. Disse ela:  “ me deu uma felicidade imensa gravar essa música....Ela não sai da minha mente”. Veja o vídeo com clip da música.

         
Publicado em Sem categoria | Deixar um comentário

Articulação: “Lixo Zero do Elo Social”…..

Na qualidade de articuladoras e divulgadoras de um projeto inovador nas questões sociais, recentemente, recebi na nossa redação as amigas Isabel e Jaidenise. Elas, que militam na área social, buscam novas parcerias para efetivação do arrojado projeto que já funciona em outras regiões do país. Abaixo, segue algumas informações.

O projeto, que é nacional, prevê em Pernambuco,  em sistema de consórcios, para atender as necessidades de todo o Estado. O projeto cooperativas de trabalho e ofertas de cursos de capacitação para população necessitada.

 O que é

O programa “Lixo Zero do Elo Social" que promete revolucionar todo sistema de coleta de lixo, tratamento e destinação de resíduos sólidos do país.

RESULTADOS: Cooperativas e cursos Nas regiões com cem mil habitantes está prevista a constituição de uma cooperativa de trabalho, franqueada pela CTF e pelo CTT do local. Serão oferecidos cursos de tapeceiro, decorador e restaurador, a ser ministrado pelo Sindicato dos Trabalhadores em Decoração e Tapeçaria, SINDETAP - para 180 participantes que, preferencialmente, terão que ser indicados pelos assistentes sociais dos municípios do consórcio empresarial das usinas. Com 45 dias de aulas teóricas, os participantes que estudam apenas dois meios períodos por semana, passarão a ter as aulas práticas, e assim ficarão capacitados para atuar no reaproveitamento das mobílias jogadas nas ruas e recolhidas pelas prefeituras. E isto já passa a gerar renda a todos os participantes do curso que irão trabalhar em forma de cooperativa.

 Após a conclusão do curso que levará dez meses é feita uma assembleia geral, na qual, os 180 participantes votarão entre si, e os 40 mais bem votados permanecerão na diretoria da cooperativa, e os demais se tornarão empregados da própria cooperativa ou integrarão o mercado de trabalho. Dada à parceria que mantemos com o SEBRAE, os formandos terão acesso a uma linha de crédito como pequenos empreendedores, o que possibilitará a construção da cooperativa ou a montagem de uma empresa de tapeçaria própria. Como o Programa Lixo Zero Social 10 prevê que os CTTs irão doar equipamentos necessários ao funcionamento dessas cooperativas, como o fornecimento de maquinários, uma prensa, um trator e um triturador, a futura cooperativa não terá custo para os cooperados com a aquisição de equipamentos.

Informações com assessoria.

Publicado em A Lupa | Deixar um comentário

Forrozim dos Depravados – 11 de maio – Espaço de Ouro

Publicado em Anúncios | Deixar um comentário

CONVITE: INSTITUTO HISTÓRICO – 04/05 – 19:30H

Publicado em Anúncios | Deixar um comentário

Momento Cultural: A ILUSÃO – por José Miranda

Para vivermos nós contentes pela vida sem essa mágoa que tortura tanto a gente da culpa de Eva no Édem, um dia nascia. O Senhor deu-nos a ilusão constantemente.

Quanto seria: a alma por tudo entristecida e o coração ensimesmado e até doente se a ilusão fosse deste pélago banida se não houvesse, não o sonho doce e ingente!

De assalto sem se esperar conta do destino a ilusão toma para nos dar prazer na dor para nos fazer o espiamento pequenino.

Da nau de crença a vela enfuna com vigor e fortifica quando sofre, o coração: toda beleza está da vida na ilusão.

José Tiago de Miranda, vitoriense, nascido a 9 de junho de 1891 e faleceu a 29 de maio de 1960. Foi professor primário na Vitória, em Moreno e em Limoeiro, exercendo, em todas as cidades, o jornalismo. Foi proprietário e diretor de O LIDADOR a partir de 1932 até sua morte. Cronista, poeta e jornalista de alto valor. Seus filhos (Ceres, Péricles e Lígia) reúnem em volume muitas de suas crônicas e poesias, em livro “Antologia em Prosa e Verso”, comemorando o centenário de seu nascimento, aos 9 de junho de 1991. Do casamento, com D. Herundina Cavalcanti de Miranda, houve ainda um filho, Homero, falecido logo após a morte do Prof. Miranda.

Publicado em Fim de Semana Cultural | Deixar um comentário

Momento Vitória Park Shopping

Em uma parceria com o SENAC Vitória de Santo Antão a chef Elizama Costa estará conosco no dia 17/04 para uma oficina super legal de cupcakes! Venha participar! #PáscoaRecheada .*Será 1 turma de 10 pessoas (de até 15 anos) por ordem de chegada.  
Publicado em Anúncios | Deixar um comentário

O Tempo Voa: Festa no Clube ” O Camelo”.

Panorama do Festival do Chopp - Clube Vassouras " O Camelo" - registro fotográfico da década de 1970. 
Publicado em O Tempo Voa, Sem categoria | Deixar um comentário

Momento Pitú: Viva a Resenha!!

Essa é pra começar bem a semana! Ernandes Henrique, meu velho, mandasse bem demais nesse kit: tem litroso, fruta fresquinha e boné estiloso. Dá pra montar uma cesta básica desse jeito.
Publicado em Anúncios | Deixar um comentário

NO BAR DA COCHEIRA – por Sosígenes Bittencourt

O Bar da Cocheira fica como quem vai para o Matadouro. É uma casa de família. O barzinho é um fundo de quintal, de dona Léo de Zé Pedreiro. Quando bate a tardinha, sobe aquele aroma adocicado de chiqueiro de porco, relembrando a década de sessenta. Zé Pedreiro não diz nadinha, pai das meninas, de mulheres diferentes, todas contentes. A mais velha deve ser Maria de Nazaré, loirinha, meio sofrida por uma paixão que se acabou. Na televisão, toca até Zezo dos Teclados, com aquela gemedeira romântica que faz a mulherada querer beijar na boca. Tem dobradinha, quiabada, sarapatel, tripinha de “pôico”, tudo no estrinque. Chega dá vontade de tomar uma lapada de cachaça e passar a boca na manga da camisa. Todo ser humano tem um maloqueiro dentro do peito. Sobretudo se nasceu no interior, no tempo que fazer sexo era pecado e urinar na rua era falta de educação. Deus me defenda! No tempo que mulher da vida chamava-se rapariga e tinha mais vergonha na cara do que a geração de Malhação. Morreram quase todas. Outro dia, eu vi Maria Guarda-Roupa.

O Bar de dona Léo fica lá na esquina, como quem vai para o Matadouro. As meninas descem da Faculdade e vão beber cerveja. Tem até estudante de Pedagogia. Umas meninas sabidas, falantes, de batom, cabelo na escova e sandália de dedinho. Se não fosse isso, a vida seria muito chata.

Sosígenes Bittencourt

Publicado em Fala, Vitória! | Deixar um comentário

“SE”, na voz de Brunno Cesar

Ouça a música “SE”,  na voz do cantor Bruno Cesar. SE - Brunno Cesar Aldenisio Tavares
Publicado em Vitória dos Artistas | Deixar um comentário

O eleitorado da Vitória também continua mau humorado!!!

 

Por mais que haja inúmeros interesses em jogo, sobretudo para os que teem capacidade de raciocinar “fora da caixa”, à notícia de que a popularidade do presidente Jair Bolsonaro, nesses primeiros três meses de gestão, tenha sofrido uma retração, de tudo, não é apenas fruto das chamadas “conspirações”.

Eleito basicamente na esteira do mau humor do eleitorado  contra o desgoverno e robalheira do PT, a maioria dos brasileiros que hipotecaram voto no  “Capitão”, necessariamente, não eram e nunca foram seus “fãs de carteirinhas”. Votaram nele  não pelas suas qualidades, mas sim pelo conjunto de defeitos do seu oponente.

Como os principais  vetores  desse mau humor do eleitorado continuam ativos – economia estagnada e desemprego nas alturas – o votante mantem-se  abusado com a classe política, seja ela na esfera federal, estadual ou municipal. Ao que parece esse “clima azedo” do eleitor  chegará  em 2020 – ano das eleições municipais - em ebulição.

Em nossa Vitória de Santo Antão -  que não é uma ilha -  não poderia ser diferente. Se bem avaliado, tomando como base a eleição municipal de 2016, um terço do eleitorado da cidade já decidiu que os tradicionais grupos políticos locais - vermelho e amarelo -, antagônicos entre si, mais siameses nas práticas, não servem mais para governar a cidade. Basta imaginar, contudo,  que o prefeito Aglailson Junior foi eleito,  em 2016,  contra a vontade de dois terços do eleitorado antonense. Ao seu favor, hoje, o mesmo dispõe de algum tempo para  governar, até do próximo  pleito,  e uma "caneta com tinta" para mudar a situação.

Com as novas regras eleitorais em vigor,  a partir do ano vem, no que se refere à eleição proporcional (vereadores), um novo jogo estar para ser jogado. Sem a permissão dos partidos se coligarem “em baixo” (legislativo), os atuais vereadores, inevitavelmente, perderão autonomia para negociarem “seus votos”. Para “cantar de galo”, como alguns faziam,  se faz necessário montar um partido para si, o que convenhamos, não é uma tarefa das mais fáceis. Assim sendo, para os vereadores (de mandatos) garantir-se na disputa serão obrigados a se "engalfinharem" no mesmo partido.

Nesse contexto, porém, candidatos com bom potencial de votos – os chamados “quase vereador” – deverão se alinhar em partidos que não tenham vereador de mandato disputando. Se assim o fizerem – deixando de ser calda –,  terão muito mais chance de lograr êxito na disputa. Já para os candidatos que desejam entrar na corrida  majoritária (prefeito) – se realmente quiserem participar do jogo eleitoral pra valer -  deverão os mesmos se alinhar em uma candidatura única,  e com  apenas uma  chapa de candidatos à Câmara.

Dispersos e fraturados serão meros “candidatos olímpicos”. Essas são as minhas impressões, no cenário de hoje.........

Publicado em A Lupa | 1 comentário