Disse o candidato a vereador JB: “no geral, a pessoa não é eleita, ela compra a eleição”.

Em meio a todo esse caos político nacional, onde entendemos que a classe política foi “privatizada” pelo poder econômico  – desde os esquerdistas aos direitistas -, aqui e acolá, ainda encontramos um fio de esperança na tentativa de uma mudança coletiva, não obstante havermos sidos, na qualidade de nação,  confeccionados dentro do escopo da safadeza e da ladroagem, matérias primas do famoso “jeitinho brasileiro”.

Dias atrás, casualmente, encontrei o amigo poeta e produtor cultural antonense, JB, na Praça Diogo de Braga. Bom de papo e sempre focado no seu trabalho, mais uma vez estava ele a circular pela cidade comercializando seu produto original –  aquilo que poderíamos chamar de cultura,  verdadeiramente,   “made in Vitória”.

Após cumprimenta-lo efusivamente, como sempre  o faço, nos colocarmos a conversar sobre os mais variados temas. Acabamos chegando ao campo político eleitoral, uma vez que o mesmo, no último pleito municipal (2016), concorreu a uma das vagas da Casa Diogo de Braga.

Com relação à disputa e sobre o eleitor, disse-me ele: “não encontramos, exatamente, eleitores. encontramos pessoas que querem vender voto. Querem trocar o voto por algum benefício pessoal de imediato”. Com relação aos eleitos, explicou JB: “no geral, a pessoa não é eleita, ela compra a eleição”.

O curioso disso tudo é que o amigo JB, com minúscula vivência nessa atividade –  primeira candidatura para vereador –   já “desvendou boa parte do mistério”, na medida em que a onerosa e super tecnológica Justiça Eleitoral Brasileira, por incrível que possa parecer,  ainda não conseguiu promover nenhum mecanismos que assegure, de maneira justa e honesta, à participação de todos cidadão no processo eleitoral.

Falando ainda, particularmente, no processo eleitoral local, ocorrido ano passado, tive a oportunidade de realizar, no Fórum da nossa cidade,  uma entrevista com o corregedor do TER-PE, Doutor Orson Santiago Lemos, onde, entre outras coisas,  lhe questionei várias incongruências  nas campanhas  e até denunciei à “farra financeira”,  promovida  por alguns candidatos na nossa cidade. Como resposta, o Doutor Orson apelou para a população. Veja o vídeo:

Portanto, no que diz respeito à fiscalização e promoção de direitos iguais, nas campanhas políticas na Vitória de Santo Antão e em todo Brasil, posso dizer que a nossa Justiça Eleitoral continua fiscalizando na velocidade de um “jabuti”, diferentemente da esmagadora maioria dos postulantes e agremiações partidárias que, criminosamente,  atuam  na velocidade de um canguru.

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Luís Boaventura: vitoriense bem na fita!

Professor da UNINASSAU tem trabalho aprovado em evento no Rio de Janeiro

Luís Boaventura é o único representante de Pernambuco no evento

O professor de Jornalismo da UNINASSAU – Centro Universitário Maurício de Nassau, Luís Boaventura, teve seu livro sobre os 25 anos da TV Asa Branca, afiliada da Rede Globo em Caruaru (PE), entre os selecionados para a 11ª edição do Seminário Temático Globo/Intercom, que será realizado nos dias 18 e 19 de julho, no Rio de Janeiro. O jornalista é o único representante de Pernambuco no evento, que este ano traz o tema "Comunicação, memória e historicidades".

Na obra intitulada "ABTV Fazendo História", Boaventura fala um pouco sobre a história da TV, a evolução da emissora, o modo como o jornalismo avançou durante os 25 anos e relembra fatos históricos de Pernambuco que a TV fez cobertura. O livro, que tem prefácio do jornalista da TV Globo Francisco José, foi lançado na véspera dos 25 anos da emissora, em 31 de julho do ano passado, no Caruaru Shopping, na UNINASSAU, na Feira Nacional do Livro do Agreste (Fenagreste) também em Caruaru, em Garanhuns, e na Escola de Comunicação e Artes da Universidade de São Paulo (USP), durante o Publicom da Intercom Nacional também em 2016.

O professor da UNINASSAU conta como foi a experiência de escrever sobre o tema. "O processo que iniciou-se como uma pesquisa para artigo e resultou no livro durou 10 meses. Depois foram as revisões, diagramação e impressão. Tive uma vantagem de ter trabalhado por mais de cinco anos na emissora e antes disso ter sido estagiário da mesma durante as férias. Então já conhecia histórias e as pessoas que deveria procurar para subsidiar as informações necessárias para o livro", relatou.

Para Boaventura, o evento será uma oportunidade para trocar informações com pesquisadores respeitados e reconhecidos e que poderão ser usados como referência bibliográfica nos trabalhos científicos desenvolvidos com os alunos na Instituição. "Estou muito feliz, pois consegui me inscrever e de primeira fui aceito. A expectativa é de atualização. Estaremos lá com os grandes pesquisadores do telejornalismo acompanhando o que a principal emissora da América do sul está produzindo de novo", comemorou.

A coordenadora dos cursos de Humanas da Instituição, Anny Jatobá, afirma que é uma conquista mais do que merecida. "Acredito que este momento representa a colheita de frutos, cujas sementes são plantadas no dia a dia. Professor Boaventura é um exemplo disso! Merece este e muitos outros momentos", disse.

Além de escrever um projeto sobre a pesquisa que desenvolve na área da comunicação, relacionada com a temática do evento, também foram considerados os critérios de adequação do perfil profissional ao seminário e antiguidade de filiação à Intercom. Em todo o país, 25 trabalhos foram aprovados

Com informações da assessoria de imprensa.
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EDUCAÇÃO MUSICAL – A importância do solfejo na formação musical do músico. (PARTE 2)

Todos estes fatores e outros, talvez bem simples e simbólicos, onde parecem até inofensivos, ficaram guardados  de forma negativa no cérebro, transformando em mensagem subliminar negativa de incapaz, que é impossível, não nasceu para aprender música e, que só os outros conseguem e o discípulo não. No estudo referente a formação do ser humano, podemos encontrar pessoas, que já nasceram neste globo terrestre totalmente prontas, só precisam conhecer as sete notas musicais, no entanto, existem outro grupo de pessoas, que estudam, buscam, e as vezes, não conseguem chegar a um nível considerável na Arte dos Sons. Neste segundo grupo, precisamos de paciência e, mudarmos a metodologia pedagógica do ensino da música, para que os resultados acadêmicos musicais, apareçam a longo prazo.

Outro fator bem simples que encontramos, está claramente visível aos olhos dos naipes instrumentais, contidos nas Bandas de Músicas existentes. Não generalizando, mas encontramos um bloqueio referente ao estudo do solfejo em alguns músicos, porque ao iniciarem seus aprendizados musicais, por algum motivo ou fator, não houve dedicação exclusiva a esta disciplina. Onde a “finalidade inicial do aprendizado musical”, era simplesmente, a prática instrumental do instrumento de sopro, e, logo após o sucesso dos primeiros obstáculos vencidos, incorporava-se na banda participando dos eventos, desfilando marchando fardados, tocando em retretas nos coretos, em festividades carnavalescas e de modo geral.

  20160704_203649 João Bosco do Carmo http://lattes.cnpq.br/8222363703321930 E-mail: bcarmo45.bcm@gmail.com
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Simpatias e adivinhações juninas: TRAVESSEIRO!

ESCREVA TRÊS NOMES EM PEDAÇOS DE PAPEL. DOBRE-OS BEM E COLOQUE-OS, ALEATORIAMENTE, UM NO FOGÃO, OUTRO NA RUA E O ÚLTIMO SOB O TRAVESSEIRO; ESSE SERÁ O FUTURO CÔNJUGE.

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Segundo Forró do Vicariato – Vitória

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Momento Cultural: ÁRVORE AMIGA – por José Teixeira de Albuquerque

texeira Ei-la aqui derrubada! Esta árvore que outrora era o ponto melhor dos ninhos da floresta, vivendo a proclamar a beleza da flora altaneira, copuda e ramalhuda e erecta. Farfalhando – acordava os pássaros na aurora protetora – abrigava os pássaros na sesta... Então eles cantavam uma canção sonora uma canção de amor, de gratidão, de festa! Mas um verme a roer-lhe as fibrosas entranhas deu-lhe dores cruéis, estúpidas, tamanhas fazendo-a vacilar... esmorecer e cair... de pássaros deixando a procissão chorosa! - José de Barros foi como esta árvore frondosa deixou Vitória toda enlutada a carpir. “O LIDADOR” 24.VI.1926 José Teixeira de Albuquerque, nasceu na fazenda Porteiras, Vitória de Santo Antão aos 23 de agosto de 1892. Seus pais: Luiz Antonio de Albuquerque e Dontila Teixeira de Albuquerque. Estudou medicina na Faculdade da Bahia, porém desistiu do estudo no 3º ano. Casou em segundas núpcias com a conterrânea Marta de Holanda, também poetisa e escritora. Publicou o livro de versos MINHA CASTÁLIA e colaborou em várias revistas e jornais; tanto da Vitória como do Recife. Foi funcionário do Arquivo da Diretoria das Obras Públicas do Estado,com competência e zelo. Faleceu no Recife, no dia 2 de outubro de 1948. Não deixou filhos. Sua morte foi muito sentida entre os intelectuais, que não se cansaram de elogiar sua prosa e seus versos.
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Momento PITÚ

A minha #NaçãoPituzeira já separou tudo o que vai usar! Simbora que o São João tá aí, galera!#vivaaresenha #vivaosãojoão #sãojoão

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Momento Vitória Park Shopping

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Momento Cartório Mais

Esta é sua OPORTUNIDADE!! Compareça ao Cartório Mais Vitória de Santo Antão, INFORME-SE e agende seu dia. AGILIZAMOS este serviço para você!!
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O Tempo Voa: São João de 1977

Foto registrada durante o São João de 1977. Na foto: Edgar Valois, Fernando Tampinha (In Memoriam), Célio Meira.
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Momento Grau Técnico Vitória

O Grau Técnico é 5 Estrelas! Recebemos na noite de ontem, da revista Pequenas Empresas Grandes Negócios, o Certificado de Excelência de 5 Estrelas e o Prêmio de uma das Melhores Franquias de 2017, comprovando o nosso compromisso com uma Educação de Qualidade e com o Futuro do Brasil. ⭐️⭐️⭐️⭐️⭐️ #GrauTecnico#MelhoresFranquias #PEGN

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Fragmentos

Rir é iluminar-se sem se maquiar, sai mais barato do que se pintar.

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HISTÓRIAS SEMPRE PRA CONTAR – NILDO VENTURA.

HISTÓRIAS SEMPRE PRA CONTAR Composição de Aldenisio Tavares e Samuka Voice. Na Voz de NILDO VENTURA. Sanfona Sandro do Acordeon e Violão, Viola de João Caverna. Gravação no SPG Studio de Samuka Voice em Maio de 2017.
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Produtora cultural, Herika Araujo, repudia comentários “intolerantes” sobre a Quadrilha Junina Forró Fiá!

Por ocasião de uma das nossas postagens da segunda (19), realçando o entusiasmo e à animação do grupo vitoriense, que representa a Quadrilha Junina Forró Fiá,  alguns comentários surgiram – logo abaixo. A produtora cultural e uma das articuladoras do projeto, Herika Araujo,  classificou-os  como “mal educados e intolerantes”. Leia-os abaixo e entenda a polêmica!!

“Querido Pilakinho desde quando daças inventadas são manifestações culturais? Essa Trupe que se denomina de Quadrilha Junina (drilha) de nada tem de elementos juninos. As figurantes mais parecem vestidas de ciganas (carnaval tem hora certa), do que matutas….. Amigo Pilako esse passos de ginastica não são de raiz junina, são, na verdade, parte da horrenda arte moderna, que, onde chega, destrói o belo. Esses jovens, na verdade, estão embuidos da melhor energia do mundo: a boa vontade; porem, induzidos a erro pela mídia, e etc… a acreditarem que “isso” que fazem seja algo cultural de verdade. lastimo! Quem de nossa sociedade pode brincar dessa forma? pulando,e etc?? rsrsrs “Falácias não cessam de ser falácias porque se tornam modas”. Os jovens ai, que pulam..perfazendo uma verdadeira aula de “aeróbica” nada de cultural produzirão ao longo do tempo: Parturient montes; nascetur ridiculus mus. [Horácio, Ars Poetica 139] : As montanhas estarão em trabalho de parto; nascerá um ridículo rato”

Pedro Cesar de Araujo.

 

“HAJAM PENICOS; TIPOS DE QUADRILHAS QUE NÃO TEM NADA HAVER COM NOSSAS TRADICIONAIS QUADRILHAS .

PARA MIM NÃO PASSA DE LIXO”.

JORDANIA.

 

Queridos, acredito que vcs estão fazendo confusão no conceito de Cultura. Algo muito comum em um país como o nosso, onde somos e temos uma péssima educação. O reflexo disso encontra-se, também, na forma de expressarmos uma simples opinião. Os comentários acima poderiam até gerar um debate sadio sobre o que é TRADIÇÃO, MANIFESTAÇÃO POPULAR e CULTURA. Mas infelizmente não existe nenhuma brecha. A única cultura que pode ser debatida aqui, é a da má educação e da intolerância. O movimento foi chamado de LIXO! O grupo limitado a uma trupe de carnavalescos fazendo ginásticas! E que fosse, pois a ginasta esta presente nas BALIZAS das Bandas Marciais das escolas públicas e muitos jovens da Forró Fiá tb são de bandas marciais. E que maravilha trazer as cores, o brilho, a energia e a alegria do CARNAVAL , para as coreografias das quadrilhas juninas. Qual problema disso? Certamente,  o problema está em fazê-lo para diminuí-los. A EXPRESSAO CULTURA TRADICIONAL não passa de uma forma de expressão. “Não existe”,  na prática de uma sociedade,  a “cultura tradicional”. Ela fundir-se-á sempre. Cultura tradicional vc só poderá encontrar, por exemplo, em pacotes turísticos (montados para esse fim) e grupos específicos CRIADOS para tal fim. Ou ainda, em alguma sociedade secreta que exista no planeta q FIELMENTE repassem seus modos de fazer, criar e produzir. O que não é o caso da Quadrilha Junina Forró Fiá. Eles representam a CULTURA DE QUADRILHAS que é uma CULTURA NORDESTINA. A forma como cada sociedade ou grupo se manifesta, a cerca dos seus modos de fazer, criar e produzir É CULTURA TAMBÉM. E cada sociedade ou grupo tem sua leitura, e é por isso que muitas CULTURAS NORDESTINAS e NO MUNDO permanecem vivas. NÃO TEMOS QUE HIERARQUIZAR AS CULTURAS em seus modos de fazer, criar e produzir muito menos rotular os que as praticam por terem outros fatores envolvidos. Atualmente encontramos diversos conteúdos falando sobre nossas “culturas musicais” que distorcem valores, instigam à violência, sexualidade precoce entre jovens etc. O que cabe um debate! Mas chamar de LIXO e de jovens alienados,  um movimento sadio de dançar, de se expressar, de manifestação popular e ainda se utilizar de escrita rebuscada,  é muita falta do que fazer e uma necessidade extrema de aparecer. A CULTURA das DRILHAS q tb foi criticada aqui, tem fortalecido o movimento junino, principalmente no envolvimento da juventude e principalmente quando se utiliza uma TRILHA TRADICIONAL, como foi o caso do evento e que fez com que as pessoas dançassem QUADRILHA TRADICIONAL NAS RUAS. Não tenho nada pessoal com a opinião de ninguém. Ocorre que em respeito aos comentários e prints que tenho recebido,  principalmente dos próprios adolescentes e organizadores que sentiram,  inicialmente,  orgulho da matéria, estão se sentindo expostos e constrangidos, dessa forma seria impossível não replicar. Espero que seja dado um espaço para uma carta aberta da diretoria da Forró Fiá em repudio aos comentários cruéis, desnecessários e preconceituosos. Opinião sobre um assunto é uma coisa, a matéria não fala sobre cultura, fala sobre um grupo que fez um lindo movimento e ainda faz uma sensibilização sobre políticas públicas para fortalecer o movimento de quadrilha do município. Concluo dizendo: uma vaia bem grande para aqueles que utilizam de forma inadequada o direito da livre expressão.

HERIKA ARAUJO.

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Artista vitoriense, Fernandes Rodrigues, consegue mais um título para Vitória de Santo Antão.

Estamos todos em festa! Não obstantes os festejos juninos, festa maior da Região Nordeste, o nosso amigo e conterrâneo, artista renomado e premiado, Fernandes Rodrigues  acaba de ganha mais uma disputa!

Dessa vez arrematou o primeiro lugar na Feneart, no 13ª Salão de Arte Popular Ana Holanda com a peça (cerâmica), “Apaixonados por Forró”. Seu trabalho foi um dos setenta selecionados e julgados por uma comissão formada por dez membros, criteriosamente escolhidos pela coordenação do tradicional e importante evento.

Portanto, na qualidade de amigo e admirador do  trabalho artístico do Fernandes Rodrigues, conterrâneo reconhecidamente talentoso, resta-nos, nesse momento, parabeniza-lo pelo prêmio e prestigia-lo  sempre, por representar com galhardia  e maestria o nome da nossa Vitória de Santo Antão.

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“Não estou em nenhuma encruzilhada”: disse o professor Pedro Ferrer, presidente do Instituto Histórico.

“Amigo Pilako. Não estou em nenhuma encruzilhada. Tão pouco preciso da sensibilidade de quem quer que seja. Desejo apenas agilidade em um processo banal que está retido há mais de um mês. Necessário relembrar que o Secretário dr. Lívio, Aglaílson Victor (candidato a deputado), o Secretário de Cultura, Marcos Rocha e o próprio prefeito Aglaílson Júnior telefonaram na minha frente pedindo agilidade ao responsável. Até ao presente nenhum resultado. A retenção desta certidão prejudica toda coletividade, tendo em vista que o Instituto Histórico é uma entidade de Utilidade Pública reconhecida pelo Estado e pela Prefeitura desde 1950”.

Complementa em outro comentário:

 

“Completando ou corrigindo: não solicitamos certidão. Trata-se, o que é mais grave, de um projeto do próprio executivo, que concederá imunidade tributária ao Instituto, e será encaminhado à Câmara. O Departamento de Tributos deverá opinar… Será que eles sabem que o projeto partiu do próprio executivo??????????????????”

Pedro Ferrer – presidente do Instituto Histórico e Geográfico da Vitória de Santo Antão.

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Segundo Forró do Vicariato – Vitória

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Simpatias e adivinhações juninas: LENÇO!

NA NOITE DE SÃO JOÃO, ESCREVA O NOME DE QUATRO PRETENDENTES NAS PONTAS DE UM LENÇO E DEPOIS DÊ QUATRO NÓS. NO DIA SEGUINTE, A PONTA QUE SE DESMANCHAR SERÁ O NOME DO SEU NOIVO.

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Momento Vitória Park Shopping

Hoje o Sistema Educacional Radar faz suas apresentações e você é nosso convidado! Aproveite! #ArraiádoPark

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Momento Cultural: Magistério – por João do Livramento

garanhuns 003-1 Verdadeira é a nação Que educa suas crianças Pois nas mãos do professor É renovada essa esperança Pra formar um engenheiro Ou até mesmo aviador Se quiseres ser dentista Tens que ter um professor Só se faz qualquer doutor Ensinando desde o início Não importa a profissão É dependente deste ofício Das profissões é a maior Um sacerdócio sem batina Dedicado a muitas vidas Sendo a luz que ilumina Todo dia um ensinamento A cada aula uma lição Deus proteja todos eles Que abraçaram esta missão O magistério é divino Se exercido com amor Obrigado a todos mestres Obrigado professor! João do Livramento.
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Momento Cartório Mais

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Momento PITÚ

Diz a lenda que o superlatão de Pitú dura o inverno todinho, galera. Será que é verdade? #superlatão #vivaaresenha #chegouoinverno

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O Tempo Voa: Aniversário de Dodó da Gamela

Geraldo lima, Dr. Fernendo Verçosa, Dr. Jodalvo, Valmir,Alexandre, Roberta, Clodoaldo, Flavia, Fabiana, Mizura, Marilia, Gabriela, Dodó, Rafaela e Carlos . Foto registrada em 02 de março de 1987 amigo e familia comemorando o aniversário de Dodó da Gamela.
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Momento Grau Técnico Vitória

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Fragmentos

A diferença entre Herodes e os assassinos de nosso tempo é que Herodes não era pai das crianças que mandou matar.

Sosígenes Bittencourt

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NO CAIR DA TARDE – Na Voz de JÚNIOR PASSIRA.

NO CAIR DA TARDE Composição de Aldenisio Tavares e Bené de Cachoeirinha. Na Voz de JÚNIOR PASSIRA. Arranjo de Sandro do Acordeon. Gravação no SPG Studio de Samuka Voice em Maio de 2017.
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Se o Doutor Jaime Lima “permitir”, em breve, o Instituto Histórico abrirá as portas do novo MUSEU DO CARNAVAL VITORIENSE.

Na manhã do domingo (18) estive “vistoriando” as obras de ampliação do nosso Instituto Histórico. Antes de tudo devemos dizer: o recurso financeiro para tal empreitada é fruto de uma emenda parlamentar, indicada pelo deputado Henrique Queiroz, no valor de cinquenta mil reais (R$ 50.000,00) cuja prestação de conta deverá ser feita à FUNDARPE - Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco.

Muito bem, realçar a dedicação, o respeito e o compromisso do professor Pedro com o nosso maior projeto cultual de todos os tempos – Instituto Histórico –  é chover no molhado. Acredito haver, entre os dois (Pedro e Instituto) uma ligação, tal qual a lua com o sol,  dos peixes com mar e  etc..

O novo espaço, que será aberto ao público em breve, será dedicado a nossa festa maior: O CARNAVAL. Essa é uma aspiração antiga de todos que dirigiram o Instituto assim como de toda comunidade carnavalesca local e até pernambucana. O carnaval vitoriense é uma das referências do Estado de Pernambuco.

Na qualidade de sócio atuante do Instituto Histórico e Geográfico da Vitória, carnavalesco conhecedor da nossa história e folião por essência, comemoro tudo isso. Vale salientar também que nesse processo de ampliação física e até do próprio acervo, a equipe gestora do nosso museu está reaproveitando todo madeiramento retirado do forro do Salão Nobre, aplicando-lhe, integralmente, nas paredes do Teatro Silogeu, numa espécie de revestimento, produzindo assim, na prática, o melhor sentido da frase: “ fazer mais com menos”.

Pois bem, toda essa dinâmica não é fácil. Usar dinheiro público corretamente é algo que requer, também, empreender uma energia quase desumana na chamada prestação de contas que, aliás, tem algum sentido positivo. Na qualidade de instituição séria e respeitada o nosso instituto, para ser contemplado pelo projeto, teve que apresentar toda documentação necessária: certidões de Receita Federal, Ministério do Trabalho, INSS, FGTS, controle do Estado, negativas  municipais e tudo mais.

Devido à burocracia inerente a projetos dessa natureza, na sua conclusão, na chamada prestação de contas final, faz-se necessário apresentar toda documentação novamente, pois algumas certidões, durante o processo de obras, expiram suas validades.

Nesse contexto, por incrível que nos possa parecer, testemunhei a mudança no semblante do presidente Pedro Ferrer, ao relatar, em reunião interna, seu calvário, seu descontentamento, sua tristeza na tentativa de renovar a certidão negativa municipal, ou seja: a emitida justamente pela prefeitura local.

Apesar de não ter procuração dele (Pedro) - para falar sobre o assunto - como sócio de uma das instituições mais sérias e respeitadas da nossa cidade, tomarei a liberdade de fazer alguns comentários, mesmo sem o seu consentimento prévio.

O professor Pedro nos relatou uma espécie de problema oculto: não obstante ter o apoio e a agilidade dos procedimentos na pessoa do secretário de governo, Lívio Amorim, como também  haver conseguido parecer favorável na procuradoria do município, atribuindo IMUNIDADE TRIBUTÁRIA ao Instituto, assim como contar com o total apoio do secretário de Cultura, Turismo e Esporte, Marco Rocha e até mesmo do empenho pessoal do prefeito, Aglailson Junior,  pelo bom andamento e celeridade do processo aludido, a referida certidão negativa do Instituto encontra-se “travada” no departamento de tributos da prefeitura, sob o comando do seu chefe, o Doutor Jaime Lima.

Diante desse relato fiquei a pensar: o que danado tem o Doutor Jaime contra o nosso Instituto Histórico? Apesar de não gozar da sua amizade pessoal, ele, até então, parecia-me um sujeito “boa praça”. Não consigo entender o porquê  dessa documentação ainda continuar retida nesse departamento. Não consigo compreender, contudo,  o motivo pelo qual alguém possa querer promover algum embaraço ao nosso Instituto Histórico. Aliás, não custa nada lembrar: atrapalhar as atividades do Instituto Histórico e Geográfico da Vitória é ir de encontro a toda  uma lógica cultural, é trabalhar contra toda comunidade vitoriense.

Portanto, gostaria de fazer um apelo ao nobre Doutor Jaime Lima, chefe do departamento de tributos da prefeitura local: irmão!!! Venha conhecer o nosso museu e a nossa instituição, para você, assim como todos que lá adentram, se encantar  e ficar maravilhado com o patrimônio material e imaterial, lá expostos,  quem sabe, assim, o nobre Doutor, num consegue  abrir o coração e tira o professor Pedro dessa "encruzilhada", fazendo com que seus "olhinhos" voltem a brilhar, ainda mais, quando assunto for INAUGURAÇÃO DO MUSEU DO CARNAVAL DA VITÓRIA !!!!

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São João: ” esperamos que as vendas sejam melhores do que as do ano passado”, disse Alexandre Ferrer, presidente da PITÚ.

De acordo com o presidente da PITÚ, Alexandre Ferrer, é preciso driblar as dificuldades do cenário econômico atual conquistando o consumidor com ações diferenciadas e procurando vendas. “Esperamos, por exemplo, que as vendas cresçam,  por conta das festas de São João. São festas tradicionais que aquecem o mercado e a PITÚ estará presente. Esperamos que as vendas sejam melhores do que as do ano passado. Mesmo com toda a dificuldade do cenário nacional, existe uma melhora na economia brasileira e estamos otimistas”.

Uma das apostas da PITÚ está no lançamento periódico de latas com embalagem comemorativas. Anualmente são lançados quatro diferentes layouts comemorativos: Réveillon, Carnaval, Abril Pro Rock e São João.

“O grande intuito é estreitar a nossa relação de afetividade com os apreciadores da cachaça. É uma forma de registrar na memória momentos especiais e comemorativos da marca. Os consumidores podem guardar as latinhas”. Completou Alexandre.

Com Informações do Diário de Pernambuco.

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Simpatias e adivinhações juninas: BANANEIRA!

NA MEIA-NOITE DO DIA DE SÃO JOÃO, ENFIE UMA FACA VIRGEM NUMA BANANEIRA. NO OUTRO DIA, PELA MANHÃ, RETIRE-A E INTERPRETE O DESENHO, OU MELHOR, AS INICIAIS DO NOME DA PESSOA COM QUEM VAI SE CASAR.

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Segundo Forró do Vicariato – Vitória

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