O “Ceará” estará no 4º volume do Livro Apelidos Vitorienses….

Sem nenhuma relação afetiva ou profissional com estado nordestino do Ceará, amigo empresário do ramo da gastronomia,  “Ceará”,  tem no seu apelido uma história bastante curiosa. Já devidamente catalogado, o mesmo constará nas páginas do próximo volume do projeto “Apelidos Vitorienses”

Para o quarto volume (11/25) já catalogamos:

Pereba, Aninho, Feola, Marreco, Jajá do João Murilo, Birino,  Bel Veículo,  Ruela,  Deuh, Caramelo e Ceará. 

André de Paula: “excomungado” na Terra do Glorioso Santo Antão!!!

Faltando poucos dias para começar oficialmente a campanha eleitoral  (2022), ocasião em que os postulantes estarão se utilizando de todas as ferramentas disponíveis para pedir o voto do eleitor, sobretudo em movimentos de rua, observamos que até o presente momento nenhuma liderança politica da terra de João Cleofas de Oliveira não declarou publicamente apoio à candidatura ao senado do atual deputado federal  André de Paula.

Por uma questão de justiça, é  bom que se diga que de todas as candidaturas até agora postas  para a  chamada “Casa Alta”,  a do  atual deputado federal André de Paula  – de longe –  se configura na mais robusta,  quando se coloca na balança  requisitos importantes para o bom desempenho da função.

Isto é:  o mesmo é um sujeito  equilibrado, tem  experiência  na “insalubre” atividade que exerce há mais 30 anos,  já ocupou  várias funções na “máquina pública”  e também por conhecer os corredores e as  encruzilhadas dos principais prédios da Capital Federal.

Antes,   bem cotado para disputar o cargo (senador)  pela “Frente Popular”, André de Paula vivia  outra realidade, principalmente no que se refere às “juras de amor” dos políticos antonenses.

Atropelado pela agenda dos  caciques estaduais e nacionais, André decidiu  levar seu projeto adiante e mudou para o palanque da  então pré-candidata a governadora Marilia Arraes – vale salientar: principal desafeto do PSB pernambucano. Esse movimento de travessia, por assim dizer, foi o bastante para o deputado André de Paula virar uma espécie de   “excomungado” na Terra do Glorioso Santo Antão.

É oportuno lembrar que os grupos políticos locais – com assento na ALEPE –, não obstante  nas eleições municipais vestirem  camisas  com cores  diferentes  – amarela, verde, vermelha, azul e etc -,  os mesmos  – a partir da vizinha cidade do Moreno em direção ao Recife –  integram um time só, ou seja: O TIME DO GOVERNADOR PAULO CÂMARA.

Cada eleição tem suas características e dinâmica própria. Por ocasião do anuncio da sua candidatura ao senado  o Partido Progressista,   que no estado é liderado pelo deputado federal Eduardo da Fonte,   fez até um “H”, no sentido do apoio.

o referido gesto do PP, se até as convenções fosse concretizado, localmente daria ao grupo do deputado Henrique Queiroz uma outra possibilidade. Mas é bom lembrar que “Dudu da Fonte”, como também é conhecido, também joga no “time” do governador Paulo Câmara e, ao final, deixou  o colega deputado federal,  André de Paula,  “chupando o dedo e pendurado no pincel”.

Desde sempre vinculados ao deputado André de Paula, “os amarelos” da nossa cidade, nesse pleito, por uma questão de “sobrevivência política” do  deputado Joaquim Lira,   abandonaram completamente o antigo aliado André de Paula.

Até o atual prefeito Paulo Roberto que,  segundo informações de aliados do próprio gestor  foi  “agraciado” com algumas bases eleitorais do deputado federal André de Paula para encher o balão da postulação da sua filha,  também, até agora,  não se pronunciou publicamente   em relação ao apoio à postulação do amigo de longas datas,  André de Paula. No Colégio eleitoral antonense, ao que parece, o André e Paula será literalmente abandonado pelos seus amigos e antigos aliados políticos.

Para concluir gostaria de dizer que na liturgia política não existe amizade antiga ou quaisquer outras considerações que resista à conveniência do momento. O que vale mesmo é o interesse pontual e a manutenção do poder.

E para o eleitor comum da Vitória de Santo Antão, que “mata e morre” pelas cores locais,   imaginando  que esse políticos  –  com cores diferentes –  são  inimigos ou mesmo nem se falam, fica um recado:

não brigue com seus familiares, vizinhos ou amigos por conta de política, os “inimigos locais” estão  sempre combinando a próximo jogada…..E, EM  2022, O JOGO JÁ ESTÁ POSTO: TODOS COM A  CANDIDATA AO SENADO DO  PT (Partido dos Trabalhadores), OU SEJA:   TEREZA LEITÃO. E PONTO FIANAL!!!

O Estado Democrático de Direito – por historia_em_retalhos.

11 de agosto: dia de reafirmar o Estado Democrático de Direito.

Na foto, a fachada da histórica Faculdade de Direito do Recife, fundada em 11 de agosto de 1827 (195 anos).

Repare no conjunto de três estátuas.

Elas simbolizam o Gênio, a Ciência e o Direito e foram esculpidas em Carrara pelo francês Charles Péron.

A obra está acompanhada da seguinte frase: “Génie couronnant la Science e le Droit” (Gênio coroando a Ciência e o Direito).

Nada mais atual e necessário ao Brasil de hoje: constituição, razão, civilidade, democracia, respeito e paz.

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A TORRE DE BELÉM – por Marcus Prado.

FOI DESSE LUGAR, O MAIS EMBLEMÁTICO DE PORTUGAL, A TORRE DE BELÉM, de onde ( na minha imaginação) saíram em navios de longo curso, os primeiros povoadores de nossa cidade, seguindo o sonho do fundador Diogo de Braga,. Para uma viagem (imaginária) ao mesmo cenário português, de exaltação à memória e de gratidão aos desbravadores de nossa terra, pensei em reunir, no passado, numa caravela, aqueles conterrâneos mais vitorienses e amantes de nossa história. São eles: JOSÉ ARAGÃO, JOSÉ BONIFÁCIO DE HOLANDA CAVALCANTI, MANUEL DE HOLANDA, FAMILIA AZOUBEL, entre os contemporâneos: JOÃO ALBUQUERQUE ALVARES, CRISTIANO PILAKO, Toda vez que chego em Belém a lembrança desses nomes tem o sabor do vinho, dos pastéis e castanhas do lugar mais fotografado em Lisboa.

Marcus Prado – jornalista. 

Livro Asas Para Vitória de Santo Antão – a história do Aero Clube da Vitória – continua à venda!

Fruto de uma aprofundada pesquisa histórica, realizada pelo presidente do Instituto Histórico da Vitória, professor Pedro Ferrer, o Livro Asas Para Vitória de Santo Antão tem recebido os merecidos elogios. Recheado com fotos e documentos, o conteúdo, de maneira cronológica, narra o passo a passo rumo à materialização e sucesso, daquilo que que ficou catalogado na nossa história como um dos sonhos mais ousados dos antoenses, ou seja: a concretização do Aeroclube da Vitória – vale a pena ler……

O livro custa $70 e pode ser adquirido através do contato (81) 9.8880.1744.

Clínica Odontológica Francisco Junior: de volta ao seu “endereço original”.

Em grande estilo, recentemente, a Clínica Odontológica Francisco Junior voltou ao seu “endereço  original”, ou seja: Praça Duque de Caxias. Antenado no melhor conceito e nas mais novas técnicas no seu  segmento profissional o doutor “Chico Dentista” – como é mais conhecido – , desde sempre,  prima pela qualidade e conforto.

Circulou positivamente nas redes sociais as imagens e os vídeos do evento festivo do seu  “retorno”, por assim dizer. Formado de 1988 o doutor Francisco Júnior, ao logo do tempo, construiu  uma carreira de sucesso consistente além, claro,  de ser plural na arte de colecionar e cultivar  amizades. Parabéns Chico!!

O Recife e a Ucrânia – por historia_em_retalhos.

Em 1853, foi iniciada a construção do então chamado Portão Monumental do Arsenal da Marinha, nas proximidades do Porto do Recife.

Na época, havia muita notícia veiculada pelo Diário de Pernambuco a respeito da Guerra da Criméia (1853/1856), com destaque para o foco de resistência em defesa da torre fortificada de Malakoff, na fortaleza de Sebastopol, gerando grande interesse por parte da população recifense.

Segundo o médico e historiador Pedro Veloso Costa, em seu livro “A Marinha em Pernambuco” (Fundarpe/1987), o batismo da torre com o nome Malakoff foi dado pela própria população, que, na época, acompanhava a longínqua batalha pelo jornal.

Sabias dessa? 😄

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a atriz e bailarina Daniella Perez – por historia_em_retalhos

Trinta anos do crime que modificou a legislação penal brasileira.

Se viva estivesse, a atriz e bailarina Daniella Perez estaria completando 52 anos neste mês de agosto de 2022.

Aos 22 anos, Daniella foi assassinada no dia 28.12.1992, pelo colega de trabalho Guilherme de Pádua e por sua então esposa Paula Thomaz, que a emboscaram e a mataram com 18 punhaladas, na Barra da Tijuca, RJ.

Segundo a autópsia, a atriz teve o pescoço, o pulmão e o coração perfurados.

Para quem não se recorda, na semana do crime, o personagem de Guilherme de Pádua (Bira) na novela “De Corpo e Alma” teve as suas cenas reduzidas, o que o fez acreditar que estaria sendo prejudicado por Daniella (Yasmin) e por sua mãe, Glória Perez, autora da telenovela.

Pádua, então, passou a pressionar a atriz a fim de que ela convencesse a sua mãe a aumentar a sua participação na trama.

Insatisfeito, arquitetou o crime junto com a sua esposa, que tinha ciúmes doentis de Daniella.

O crime bárbaro aconteceu durante a noite, em um local ermo, na Rua Cândido Portinari.

Apesar de ter comparecido ao velório de Daniella, em menos de 24h, Guilherme confessou o crime.

Orientado pela defesa, saiu-se com a mais previsível das alegações: pôr a culpa na vítima.

O ator disse que vinha sendo assediado por Daniella há alguns meses e que a atriz dizia viver uma crise conjugal, desejando um relacionamento com uma pessoa de sua idade.

Afirmou, ainda, que Daniella começou a ameaçar matar a sua esposa, após passar a frequentar ritos de magia negra.

Nenhuma dessas teses prosperou e o crime bárbaro chocou o país.

A indignação popular resultou na alteração da legislação penal, com a inclusão do crime de homicídio qualificado no rol dos crimes hediondos, muito se devendo aos esforços da mãe de Daniella, que encabeçou uma campanha, recolhendo 1,3 milhão de assinaturas.

30 anos após o crime, segundo dados do Fórum Brasileiro de Segurança Pública, o Brasil registrou, em 2020, um feminicídio a cada 6 horas e meia.

Até quando?

Participe e difunda a campanha do AGOSTO LILÁS de combate à violência contra a mulher. 🌸
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Os seios de Martha de Holanda – por Marcus Prado.

No coletivo que faz a linha suburbana de Vitória, a bela Etéocles, sem pedir licença ao motorista, entra sorrateira pela parte traseira. Ela passa pela porta, quase fechada, como quem foge do raio em ziguezague e, burlando a catraca, entra como se fosse a réstea do vento. Quando menos se espera, no meio dos passageiros, ela grita: Bom dia, pessoal. Ninguém responde.

– Bom dia, pessoal! Todos respondem: Bom dia.
– Pessoal, meu nome é Etéocles, filha de Polinices e de Jocasta. Estou aqui porque preciso mostrar os meus seios. De imediato, abre a blusa e mostra os seios abundantes, fecundos, fartos, férteis como os seios de Martha de Holanda na varanda do sobrado vitoriense, numa noite de calor.
Seios como os da Vênus no Espelho, de Ticiano, que eu fotografei na Galeria Nacional de Artes em Washigton (EUA)
Todo dia, esse era um ritual mágico de Etéocles quando entrava nos coletivos da cidade.

Nas cadeiras reservadas para passageiros especiais havia um coro de anciãos, como os de Tebas, que davam graças e louvor àquele ensejo.

Marcus Prado – jornalista. 

Quem informou ao prefeito que iria chover?

Diferentemente do contexto histórico em que surgiu, o encontro regional de “homens de negócio”  que ganhou fama, prestígio e tradição como  a “Primeira Feira de Agosto”, nos dias atuais, ainda se configura num dos evento mais tradicionais e antigos do nosso lugar.

Outrora,  vivenciando o ciclo da indústria da cana-de-áçucar,   o referido encontro era o prenúncio do chamado  “apontamento dos engenhos”. A “Primeira Feira de Setembro” –  menos afamada, mas não menos importante – era o arremate final dessa engrenagem regional que durante muito tempo “açucarou” o modelo social e econômico da nossa região. “Sufocado” pelos novos tempos, o evento se mantem  firme  lastreado na tradição, mesmo  em constante processo de mutação, resguardando sua essência, por assim dizer.

Pois bem, semana passada o prefeito Paulo Roberto, juntamente com sua equipe, em live, anunciou o cancelamento do secular evento (2022) alegando “chuvas”. “Só pra contrariar”, como diz a canção popular, no sábado (06), o sol apareceu com força!

Se o erário pagou pela informação meteorológica deverá o mesmo receber o dinheiro de volta e com direito – líquido e certo – à considerável indenização. Afinal, não se poder brincar com patrimônios material/imaterial  de um povo.

Com efeito, é bom que se diga que, como o próprio nome diz – “A Primeira Feira de Agosto” – o evento sempre ocorreu nessa data, com ou sem chuva.  Salvo pesquisa mais aprofundada, é possível dizer que Paulo Roberto foi o primeiro prefeito da história da nossa cidade  a suspender essa feira,  antevendo às condições meteorológicas …

 

O curioso de tudo isso é que, alheio às determinações governamentais, o povo realizou o tradicional encontro,   aliás com a participação de muitas pessoas de  fora da nossa cidade que nem haviam tomado conhecimento do  prévio “cancelamento”.

Ainda no contexto da “feira”, no que se refere às informações históricas,  postadas pela prefeitura nas suas páginas oficiais,  atinente  ao inicio do evento  – 1716 – e, consequentemente, sua edição de número 306ª gostaria de dizer que desconheço a fonte desse registro.

Aliás, quando perguntado, sou categórico em afirmar: mesmo tendo pesquisado bastante, nunca encontrei elementos que nos permita, categoricamente, cravar em que ano o evento começou. Na qualidade de pesquisador sobre a história do nosso lugar ainda não conheço essas informações e continuo buscando….

Para concluir essas linhas,  que registra uma situação atípica na chamada “linha do tempo” do nosso lugar, que em breve completará quatro séculos de história, esperamos que na próxima  “Primeira Feira de Setembro” o tradicionalíssimo evento seja efetivado,  até porque o mesmo remonta toda uma simbologia de uma época no qual, entre outras coisas,  às chuvas eram por muitos esperada como solução para quase todos os males, bem diferente  dos dias atuais em que as “águas que caem do céu”  – em grande volume – quase sempre  promovem   transtornos e mortes nas cidades, sobretudo às grandes  médias.

Mais 4 candidaturas com DNA antonense foram confirmadas….

Fechando o calendário das chamadas “convenções partidárias”, na última sexta-feira (05),  quatro postulações ao cargo de deputado estadual,  com DNA antonense, vinculadas aos partidos que integram a “Frente Popular”,  foram ratificadas. Pelo PP, Carlos Alberto e Henrique Filho, no  PV  Joaquim Lira e pelo PSB Aglailson Victor.

Já “sentados” na cadeira da ALEPE – Assembleia Legislativa de Pernambuco –, Aglailson Victor, Henrique Filho e Joaquim Lira  integram aquilo que a literatura politica classifica como da “cozinha” do governador Paulo Câmara e, portanto, evidentemente, estarão alinhados com o projeto liderado pelo candidato a governador Danilo Cabral.

Bem articulado, o candidato a deputado estadual Carlos Alberto, mesmo sem nunca haver ocupado um mandato eletivo, tem bastante experiência em pleitos eleitorais. Já disputou várias eleições e, em 2022, está levantando a bandeira da “causa animal”.

A campanha de rua propriamente dita começa no próximo dia 16. Mais adiante, os candidatos com DNA antonense, ao  cago de deputados estadual, aqui nominados, deverão apresentar os seus respectivos “federais”. A campanha no rádio e na TV começará  a partir do dia 26 de agosto.

João Pessoa/PB – por historia_em_retalhos.

Em 05 de agosto de 1585, era fundada João Pessoa/PB, a terra onde o sol nasce primeiro.

A bela e ensolarada capital paraibana, curiosamente, não nasceu na linha do mar, mas em uma colina às margens do rio Sanhauá, um afluente do rio Paraíba, 18km acima da foz deste último.

Naquele momento, os índios tabajaras uniram-se aos colonizadores, oferecendo-lhes apoio militar.

Com a aliança, os dominadores conseguiram expulsar os índios potiguaras da região, conquistando o acesso pelo rio Paraíba e fundando João Pessoa, com o nome de “Cidade Real de Nossa Senhora das Neves”.

N. Sra. das Neves era a santa do dia.

Um aspecto histórico importante da cidade deve-se ao fato de a sua fundação ter-se dado durante a chamada União Ibérica (1580/1640), período no qual as monarquias de Portugal e Espanha fundiram-se politicamente.

Foi por essa razão que J. Pessoa também já foi conhecida como “Filipeia de N. Sra. das Neves”, em reverência ao rei Filipe II, que acumulava os tronos dos dois países ibéricos.

A denominação atual, “João Pessoa”, é uma homenagem ao político João Pessoa Cavalcanti de Albuquerque, assassinado em 1930, no Recife, quando era presidente da PB e candidato a vice-presidente da República.

O fato causou comoção nacional e é considerado o estopim da Revolução de 1930.

Porém, a escolha do nome não é consenso entre os pessoenses.

Muitos discutem a possibilidade de rever a homenagem, substituindo o nome por, por exemplo, “Paraíba”, “Filipeia” ou “Cabo Branco”.

Sustenta-se que a mudança (assim como a alteração da bandeira da PB) foi realizada em um momento de instabilidade, quando vários adversários de J. Pessoa estavam presos.

Acrescenta-se, também, que não há consenso acerca das virtudes do político, enquanto gestor, a justificar a honraria.

De outro lado, os defensores da manutenção do nome argumentam que J. Pessoa foi um homem de coragem, que combateu o coronelismo e o fortíssimo esquema das oligarquias durante a República Velha.

Independente da designação, porém, uma coisa é certa: a capital da PB chega aos 437 anos repleta de calor humano e de belezas naturais!

Parabéns, João Pessoa!

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5ª Festa da Saudade – tudo pronto para o sábado – 20 de agosto!!!

Faltando pouco mais de duas semanas para acontecer o  encontro dançante mais esperado da “boêmia antonense” – 5ª Festa da Saudade – gostaria de informa que já esgotamos todos os camarotes, restando, apenas, a confirmação de uma dúzia de mesas para encerramos as vendas.

Mais uma vez, o evento ocorrerá no Clube Abanadores “O Leão” e terá como principal atração musical a Orquestra Super Oara comandada pelo inconfundível Elaque Amaral. Abrindo a noite dançante, subirá ao palco o artista vitoriense Victor Lins e Banda, tocando o melhor do repertório dos anos 80.

Com relação ao serviço de bar e cozinha para o evento, firmamos parceria com dois profissionais tarimbados do ramo: Bruno Carneiro e Ceará – cada qual na sua especialidade, ou seja: Bruno no bar e o Ceará na cozinha.

Em ato contínuo, informamos aos que já reservaram seus respectivos espaços que, a partir de amanhã (sábado) estaremos entregando as respectivas senhas de acesso. Desde já, agradecemos a todos pela confiança de sempre! Ao Engarrafamento Pitú, estendemos nossa gratidão pelo incondicional apoio, desde a primeira edição desse evento. É festa pra dançar a noite inteira!!!

Livro Asas Para Vitória de Santo Antão – a história do Aero Clube da Vitória – continua à venda!

Fruto de uma aprofundada pesquisa histórica, realizada pelo presidente do Instituto Histórico da Vitória, professor Pedro Ferrer, o Livro Asas Para Vitória de Santo Antão tem recebido os merecidos elogios. Recheado com fotos e documentos, o conteúdo, de maneira cronológica, narra o passo a passo rumo à materialização e sucesso, daquilo que que ficou catalogado na nossa história como um dos sonhos mais ousados dos antoenses, ou seja: a concretização do Aeroclube da Vitória – vale a pena ler……

O livro custa $70 e pode ser adquirido através do contato (81) 9.8880.1744.