A zona azul como mudança no território e manutenção do espaço vitoriense.

Muito tenho ouvido falar sobre as discussões à respeito da chamada “zona azul”, resolvi tentar entender um pouco esse processo. O crescimento econômico do município (lembrem-se! Crescimento é diferente de desenvolvimento) vem acontecendo de forma não linear, ou seja, é um crescimento controlado pelo incentivo fiscal numa espécie de batalha de “favores econômicos”. Vitória está bem posicionada geograficamente e sua posição e função urbana facilita o comércio. A pouca distância do centro consumidor, a região metropolitana do Recife, como também do centro distribuidor, o porto de Suape,  além da boa condição de infraestrutura e de abastecimento de água, gás e a mão de obra abundante  torna o município extremamente competitivo. Vitória hoje representa uma centralidade econômica na mata centro-sul e um ponto de convergência educacional e de serviços. O crescimento proporcionou a segurança financeira, e a segurança financeira facilitou o crédito, com a facilitação do crédito crescem o número de veículos na cidade. A grande questão é que a estrutura urbana da cidade nunca foi alterada para esse crescimento. O transporte público na cidade sempre foi defasado não sendo suficientemente confortável ou sequer útil pela demora entre as saídas. Apenas as populações de áreas rurais utilizam o precário transporte de forma contínua. O transporte por moto taxistas entrou para suprir essa carência de mobilidade, e há vários anos representa uma forma forte na paisagem da nossa cidade. O aumento desenfreado no número de carros, com o fraco desenvolvimento do espaço urbano tornou o transito difícil, e estacionar se tornou um desafio para uma população cada vez mais dependente do transporte individual. A zona azul veio como estratégia de mudança e de melhora para esse problema gerado. Talvez uma estratégia de “pelo menos”, uma estratégia para cobrir o sol com a peneira como diz o ditado. É fácil observar o quanto diminuiu a quantidade de carros estacionada entre as ruas do centro comercial, mas também é fácil ver que os problemas de infraestrutura ainda continuam. Trazer uma empresa de fora para organizar e cobrar pelo serviço tornou o preço do serviço caro pelo custo benefício que essa empresa teria e a zona azul além de ser uma estratégia política de cobrir um problema passa a não oferecer sequer renda para um melhoramento da malha urbana ou do transporte. Muda-se toda uma dinâmica e as territorialidades que antes exerciam uma disputa por espaço no centro perdem força. Pontos de moto taxistas foram movidos, taxistas foram movidos. Pergunto-me se há uma melhora no ambiente e respondo que sim. Pergunto-me se há uma melhora na cidade e respondo que não. Uma melhora passa por uma mudança de mentalidade e uma mudança estrutural. Uma zona azul, branca, verde ou amarela não corrigirá o histórico de má gestão a que passamos. A cidade ainda clama por uma mudança de padrão! não se pode pensar em crescimento, ou até desenvolvimento, com uma estrutura de cidade do século XIX.

Por Felipe Cavalcanti
Fonte: Vitoria360graus

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Curiosidades Musicais: Sinhô – por Léo dos Monges

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José Barbosa da Silva – Sinhô – nasceu na Rua do Riachuelo no Rio de Janeiro, no dia 08 de setembro de 1888. Filho do pintor Ernesto Barbosa da Silva, era um mestre pintor o que naquele tempo significava um pintor de paredes “melhorado”, isto é, um profissional capaz de reproduzir a óleo, paisagens de folhinhas ou quadros históricos em paredes de botequim ou sedes de clubes recreativos.

O maior desejo do pintor Ernesto Barbosa, desde que o filho José começou a deitar as beiçolas de fora, foi transformá-lo também num grande flautista. O moleque, porém, já pelos seus catorze anos, demonstrava de fato muita tendência para levar a vida na flauta, mas não é no sentido que o pai imaginava. Sua grande vocação eram as aventuras de rua, ao lado dos bandos de moleques do bairro. Desses grupos faziam parte garotos como o pretinho João da Baiana e o vendedor de roletes de cana José Luiz de Moraes e que todos conheciam por caninha doce ou simplesmente caninha.

O pintor Ernesto Barbosa, inconformado com a falta de sopro de José para os altos desígnios da arte, chegava ao extremo de esconder-lhe as calças deixando-o apenas de camisola para obrigá-lo a ficar estudando dentro de casa. Com apenas dezessete anos Sinhô resolve apaixonar-se por uma moça do bairro do Catete, e tantas histórias bonitas lhe conta, que afinal a conquista e seduz. A moça, a portuguesa Henriqueta Ferreira, de dezesseis anos.

Em 1905 Sinhô começava a ensaiar-se com pianista. Jose Barbosa da Silva começou uma peregrinação de bairro em bairros, arrastando ao seu lado a inocente Henriqueta. Desde o início da experiência Marital, em uma casa de São Francisco Xavier, para onde levou inicialmente Henriqueta. O casal tiveram três filhos: Durval, Ida e Odális. Novamente no centro da cidade, em 1909. Em 1914, morre Henriqueta, deixando-o com três filhos, José irá entregar-se definitivamente à boêmia que nunca pudera deixar, ao menos como parece indicar um anúncio do Dragão clube Universal, do largo do Catumbi, que em 1910 o apontava como o seu pianista.

A partir da viuvez, de qualquer forma, ia desaparecer de uma vez por todas o homem que não tinha jeito para a flauta nem para pai de família, surgindo em seu lugar J. B. da Silva – o pianista e compositor Sinhô, que o grupo carnavalesco dançante Netinhos do Vovô já podia anunciar como responsável pela animação de seu baile da noite de 14.01.1915.

Jose Barbosa, aos 26 anos, lançava-se para fama como pianista, tocando em clubes da chamada cidade nova, que tinha como centro a famosa praça 11 de junho. O início da carreira de Sinhô como compositor de sambas carnavalescos em 1918, com o samba Quem são Eles?, estava destinado a revelar no filho do velho pintor Ernesto um talento que o pai jamais teria suspeitado naquele moleque vadio que prendia em casa, de camisola: a capacidade de autopromoção.

Sinhô teve Mário Reis, como seu intérprete preferido e para Heitor dos Prazeres, Sinhô era o “Rei dos meus Sambas”.

Morreu em decorrência da Tuberculose, no Rio de Janeiro, no dia 4 de agosto de 1930.

Compôs várias músicas, entre elas.

O pé de Anjo, Sai da Raia, Não Quero Saber mais Dela, Alegrias de Caboclo, Gosto que me Enrosco, Cansei, Jura…

Jura foi o primeiro triunfo fonográfico de Mário Reis, apesar da gravação de Aracy Cortes, que é do mesmo ano. Atribui-se o samba (feito especialmente para o estilo macio e confidencial de Mário Reis) a uma “Dor-de-Cotovelo” de Sinhô.

JURA (ZECA PAGODINHO)

Autor: Sinhô


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Leo dos Monges

Botão RSB

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Internauta Jordania comenta no blog

Comentário postado na matéria “Agora é oficial: mais uma praça deixa de existir em Vitória.“.

ISTO QUE ESTOU VISUALIZANDO SUFOCA A MINHA SENSIBILIDADE;
O MINISTÉRIO PÚBLICO PRECISA ENTRAR EM AÇÃO IMPONDO, LEGALMENTE, À PREFEITURA RESTAURAR AO SEU ESTADO NATURAL DE PRAÇA ESTE LOCAL TOTALMENTE DEGENERADO, DECAIDO.

AS FAMÍLIAS DA CIDADE PRECISAM MOBILIZAR-SE CONTRA ESTA AFRONTA À NÓS VITORIENSES.

JORDANIA

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ABLOGPE Inaugura sede em Recife

ablogpe

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Instituto Histórico e Geográfico da Vitória faz CONVITE

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O Instituto Histórico e Geográfico da Vitória de Santo Antão tem a honra de convidar V. S. e Exma. Família para a sesso comemorativa do 369º aniversário da batalha do Monte das Tabocas, a realizar-se, no seu auditório, Silogeu Professor José Aragão, às 20 horas do dia 1 de agosto, com o seguinte programa:

– Abertura da sessão. Canto do Hino Nacional e saudação do presidente professor Pedro Ferrer;

– Homenagem. Concessão da Comenda Instituto Histórico e Geográfico da Vitória de Santo Antão aos  vitorienses: Diva Holanda Bastos, Severina Andrade Moura, Erasmo José de Almeida;

– Palestra. Os holandeses em Pernambuco e a Batalha do Monte das Tabocas. Palestrante: professor José Ernane Souto Andrade – UNICAP;

– Tomada de posse dos novos sócios;

– Coquetel

Confiante em sua honrosa presença nesse preito cívico, penhoradamente agradece

A Diretoria

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Blizzard of Rock

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Momento CNA Vitória

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O Tempo Voa: 07 de setembro (1949)

O TEMPO VOA - (Quinta- feira)PARADA DO DIA 7 DE SETEMBRO DE 1949 PREFEITO JOSE JOAQUIM DA SILVAPARADA DO DIA 7 DE SETEMBRO DE 1949 – PREFEITO JOSE JOAQUIM DA SILVA.

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Plenária do PT aclama Armando e João Paulo em Olinda

Foto: Alexandre Albuquerque/Divulgação

Foto: Alexandre Albuquerque/Divulgação

Olinda – Uma militância animada promoveu na noite desta quarta-feira (23), em Olinda, um dos mais expressivos eventos da campanha de Armando Monteiro (PTB) ao governo do Estado. No primeiro ato da coligação Pernambuco Vai Mais Longe na Cidade Patrimônio da Humanidade, a plenária do Partido dos Trabalhadores foi marcada por discursos com estímulos aos militantes e pela defesa das realizações dos governos Lula e Dilma Rousseff, principalmente em Pernambuco.
 
Cerca de duas mil pessoas compareceram ao evento realizado na quadra de uma escola, no bairro de Casa Caiada. Deputados, vereadores, candidatos e presidentes de partidos que dão sustentação às candidaturas de Armando, Paulo Rubem (vice) e João Paulo (senador) marcaram presença – além de lideranças de legendas que integram a coligação adversária.
 
O candidato a vice de Armando foi um dos que pediu o engajamento total da militância. “Vamos aumentar a nossa capacidade de mobilização. Não vamos nos encantar com resultado de pesquisas. Façamos de conta que é uma disputa no escuro”, disparou Paulo Rubem Santiago.
 
Nascido em Olinda, o ex-prefeito do Recife João Paulo lembrou que a cidade é o terceiro maior colégio eleitoral do Estado. “Somente este fato faz com que tenhamos mais atenção a Olinda.” O petista lembrou a necessidade de reeleger Dilma. “O nosso desafio é o de manter as conquistas que Lula começou e Dilma deu continuidade. Se Pernambuco cresceu, foi por causa da articulação, apoio e parceria com o governo federal”, enfatizou.
 
Armando Monteiro também salientou a importância de Olinda para Pernambuco. “Olinda sempre foi o norte. Foi palco de movimentos que imprimiram o DNA de Pernambuco”, reconheceu. O petebista ainda chamou a militância para defender o projeto que Lula e Dilma apoiam. “Pernambuco precisa crescer mais e melhor. E para isso precisamos investir em educação, que é a prioridade das prioridades”, destacou.
 
ARIANO - Antes do início dos discursos, foi feito um minuto de silêncio em homenagem ao escritor paraibano Ariano Suassuna, falecido na tarde desta quarta-feira (23).

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Momento Cultural: Pórtico – Por Célio Meira

Dr. Célio Meira (Escritor)

Entre diversas migalhas,

umas são feitas de pão:

- Estas, porém, Bem-Amada

são vozes do coração.

(Migalhas de Poesia – Célio Meira – pág. 18).

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MORTE DE ARIANO

Imagino Ariano Suassuna entrando no céu.

Surge Uma Mulher Vestida de Sol e pergunta:

- Ariano, você sabia que morreu?

E o artesão do Auto da Compadecida:

- E quem foi que nasceu pra não morrer?

Sosígenes Bittencourt

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João Caverna & Edilma

JOÃO CAVERNA E EDILMA ao vivo no cd e dvd ALÉM DO LIMITE, Canta ROBERTO CARLOS.

João Caverna e Edilma - Além do Limite

Aldenisio Tavares

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Agora é oficial: mais uma praça deixa de existir em Vitória.

foto de cima

Com o fim da Guerra do Paraguai, em 1870, a Câmara de Vereadores da nossa  Vitória fez uma homenagem a eminente figura do Marechal Luís Alves de Lima e Silva, Duque de Caxias, dando-lhe, inclusive,   o seu nome à praça central da cidade. Este  mesmo  local, também já foi conhecido como “Lagoa do Barro”.

No tempo em que nossa cidade era administrada por gestores com sensibilidade cultural, se construía praças e monumentos para se prestar honrosas homenagens à figuras nacionalmente conhecidas assim como seus  filhos ilustres.

Foto Manoel de Holanda Cavalcanti

Na sua administração, na metade  do século passado, por exemplo, o prefeito Manoel de Holanda, urbanizou a referida  praça e também edificou um monumento, com um busto, em bronze, do Patrono do Exército Brasileiro, Duque de Caxias, para marcar, em definitivo a importância daquele espaço coletivo.

foto antiga Duque de Caxias

Na era do Governo Que Faz, comandada pelo folclórico ex prefeito José Aglailson, a cidade foi escandalizada, quando o mesmo, na calada da noite, jogou as máquinas em tudo que foi construído naquela  praça  e a transformou, do dia para a noite, em um lugar qualquer.

Na época, a rádio do prefeito Elias Lira, o próprio Elias,  assim como seus partidários, criticaram bastante a ação. Os formadores de opinião da cidade  até que reclamaram, mas o prefeito, no ápice do seu poder, conseguiu administrar a situação e não deu “bolas” pra ninguém.

O tempo passou e o prefeito Elias Lira, há quase seis anos consecutivos no poder,  não deu outro destino ao local, senão, usa-la da mesma maneira que   seu antecessor formatou, ou seja, como estacionamento.

Foto da pintura da Duque

Com a recente implantação da Zona Azul em nossa cidade pela gestão do Governo de Todos, o local, recentemente, passou, “oficialmente”, a ser usado como estacionamento, pois, doravante, o município e a “tal  empresa  sortuda” estarão arrecadando dinheiro com a atividade no local.

Foto carro estacionado na Duque

Sem que entremos, neste momento, no mérito, se o local tinha que ser, ou não estacionamento na quota da chamada Zona Azul, devido a sua localização e toda uma logística na chamada Mobilidade Urbana, é  importante que fique registrado para a história da cidade que foi o “satanizado” Aglailson que destruiu a tradicional praça, mas, não podemos negar que foi o “santificado” Elias que, definitivamente, colocou a famosa PÁ DE CAL naquele espaço de convivência coletiva, quando,  oficializou-o  como estacionamento DA CHAMADA ZONA AZUL. É bom lembrar que antes, o destino dado para praça pela gestão de Aglailson, foi muito criticado pelos amarelinhos.

Foto: ALEPE

Foto: ALEPE

Ter amor as praças, aos logradouros públicos e, sobretudo, aos monumentos da nossa cidade, principalmente quando este amor vem dos políticos profissionais  merece, por nós munícipes, uma avaliação mais conceitual que meramente pontual e muita vezes eleitoreira e oportunista. Nossa cidade, definitivamente, perde mais uma praça por conta da falta de amor e visão dos políticos “sem coração” da Vitória de Santo Antão. É lamentável.

Da Redação.

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A farra pode acabar – Por Sheila Borges

Por Sheila Borges

da coluna “Pinga-fogo” publicada no Jornal do Commercio desta quarta-feira (23)

A farra das emendas parlamentares, indicadas de forma impositiva pela Assembléia Legislativa para patrocinar shows com verba do orçamento estadual, parece que está com os dias contados. O cidadão reagiu, principalmente pelas redes sociais, contra o gesto de 39 deputados que repassaram R$ 19,3 milhões de recursos do erário para fazer campanha em suas bases. Com as emendas, pagaram cachês a bandas e cantores que se apresentaram em ambientes abertos e fechados no interior e na Região Metropolitana do Recife.

Em função da repercussão negativa, o governo estuda alternativas para estabelecer critérios de liberação. Como o orçamento impositivo é uma lei e precisa ser cumprida, o Palácio quer evitar que as próximas emendas tenham nome e sobrenome. Ou seja, que a aplicação da verba seja personalizada. Um projeto do executivo é esboçado no sentido de obrigar os deputados a direcionarem as emendas para projetos elaborados pelo próprio Estado. Os parlamentares teriam porém, o direito de escolher para qual área enviar, como saúde, educação, cultura e infraestrutura.

Esse disciplinamento, por um lado, evitaria o uso de verba pública para projetos pessoais e, por outro, estimularia investimentos em políticas de Estado. Nesse caso, pelo menos em tese, as ações estruturais de Estado sobreviveriam aos humores da política partidária. O palácio resolveu agir porque cansou de esperar pelo bom senso dos deputados.

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Pacto pela Vida precisa ser aperfeiçoado, defende Armando

Foto: Léo Caldas/Divulgação

Foto: Léo Caldas/Divulgação

Com o objetivo de debelar os crescentes índices de violência no Estado, Armando Monteiro (PTB), candidato a governador da Coligação Pernambuco Vai Mais Longe, vai aperfeiçoar o Pacto pela Vida, programa de segurança pública implantada em 2007. Armando se comprometeu a institucionalizar o Pacto, tornando-o uma política de Estado e não apenas de um governo. O petebista prevê ajustes na gestão do programa, com melhor distribuição dos efetivos das polícias Civil, Militar e Científica, incentivos salariais por desempenho, estruturação nas carreiras profissionais, entre outras medidas para o setor.
 
“O Pacto pela Vida foi uma experiência exitosa. O arranjo deve ser mantido e institucionalizado como política de Estado. Na gestão da segurança pública há ajustes que precisam ser feitos. Pernambuco ainda tem problemas sérios. Os efetivos, além de serem mal distribuídos, há déficits em alguns locais, como no Sertão do Araripe”, argumentou Armando Monteiro, em entrevista à Rádio Olinda, na manhã desta terça-feira (22), citando que na região há cerca de 20 policiais por cada turno para cobrir toda a região.
 
Armando Monteiro apontou ainda que Pernambuco amarga índice de 36 homicídios para cada 100 mil habitantes, quando a média nacional é de 24 por 100 mil. “Temos quase 50% de homicídios acima da média do País”, destacou o candidato a governador. O candidato lembrou que há um recrudescimento em algumas áreas no Estado nos crimes contra o patrimônio, que envolve roubos, sequestros e assaltos.
 
SISTEMA CARCERÁRIO - Como forma de solucionar a crise no sistema carcerário de Pernambuco, Armando Monteiro garantiu que vai construir novos presídios no Estado através de Parcerias Público-Privadas (PPP). O candidato também informou que vai requalificar as unidades já existentes, que funcionam em condições precárias atualmente.
 
“A população carcerária em Pernambuco é relativamente pequena. Precisamos ampliar o sistema e o caminho é através da PPP, onde devemos reformar e requalificar algumas unidades que estão em precárias condições hoje”, admitiu.

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Momento Cultural: LEI DE ANALOGIA – por MELCHISEDEC

Melchisedec

Ponto de semelhança entre coisas diferentes. É a preponderância de uma forma sobre outra, habitualmente associada ou aproximada. Parte do princípio de que havendo identidade de razão, deve haver a mesma disposição.

Esta Lei manifesta-se numa certa correspondência ou analogia entre as manifestações de vários planos de atividade cósmica. É fato realmente verdadeiro, de que o que está em baixo, é como o que está em cima e o que está em cima é como o que está em baixo, para fazer o milagre de uma só coisa.

Como todas as coisas procedem do Uno por intermédio da unidade, assim todas as coisas nasceram dessa coisa única por adaptação. Podemos verificar a veracidade dessa Lei pela analogia existente entre um sistema atômico e um Sistema Solar ou a analogia entre os ciclos da vida da Natureza. As mesmas Leis que governam a ameba, são as mesmas que governam a Natureza, a atividade do homem e dos outros seres superiores. A essência da matéria é a mesma da energia e da mente. Baseado no aforismo hermético: “Assim como é em cima, é em baixo” e, pelo axioma arcano: “Por um se conhece o Todo”, concluímos que assim como o Sistema Solar pode ser conhecido pelo estudo cuidadoso dos átomos e moléculas, assim os planos mais altos do Ser podem ser estudados através de um exame dos mais baixos planos que se manifestam entre nós. Depois de descobrir a operação de certos princípios numa coisa, podemos com segurança, raciocinar, que esses princípios existem noutras coisas sobre um plano maior e assim conhecemos a natureza do desconhecido. Pelo estudo da monera (organismo primitivo do ser vivo) se chega a conhecer os Arcanjos, baseado tão somente no princípio cósmico de que se deve encontrar em cada coisa, substância ou corpo, movimento, energia ou consciência. Assim os antigos ocultistas supunham haver em cada coisa, sobre um plano desconhecido, três grandes formas de manifestação.

(VERDADES FUNDAMENTAIS – MELCHISEDEC – pág. 11 e 12).

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Instituto Histórico e Geográfico da Vitória faz CONVITE

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O Instituto Histórico e Geográfico da Vitória de Santo Antão tem a honra de convidar V. S. e Exma. Família para a sesso comemorativa do 369º aniversário da batalha do Monte das Tabocas, a realizar-se, no seu auditório, Silogeu Professor José Aragão, às 20 horas do dia 1 de agosto, com o seguinte programa:

– Abertura da sessão. Canto do Hino Nacional e saudação do presidente professor Pedro Ferrer;

– Homenagem. Concessão da Comenda Instituto Histórico e Geográfico da Vitória de Santo Antão aos  vitorienses: Diva Holanda Bastos, Severina Andrade Moura, Erasmo José de Almeida;

– Palestra. Os holandeses em Pernambuco e a Batalha do Monte das Tabocas. Palestrante: professor José Ernane Souto Andrade – UNICAP;

– Tomada de posse dos novos sócios;

– Coquetel

Confiante em sua honrosa presença nesse preito cívico, penhoradamente agradece

A Diretoria

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O Tempo Voa: Inauguração dos pontos de engraxate na Avenida Mariana Amália – Década de 70

O TEMPO VOA - Inauguração dos pontos de engrachate na Avenida Mariana Amália - Década de 70 - Sentado Javan Ageu de Lima

Inauguração dos pontos de engraxate na Avenida Mariana Amália – Década de 70 – Sentado Javan Ageu de Lima

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DEMISSÃO POR JUSTA CAUSA. QUANDO É POSSÍVEL A REVERSÃO?

Demissão

A dispensa de empregado por justa causa é uma penalidade aplicada pela empresa que toma conhecimento de um ato faltoso praticado por seu subordinado. Nesses casos, o empregado somente recebe o saldo de salário, décimo terceiro vencido, férias vencidas e salário família não sendo devidas as demais verbas.

A justa causa pode ocorrer nos seguintes casos:

    atos de desonestidade;

    comportamento irregular;

    mau procedimento;

    concorrência à empresa;

    desídia;

    violação de segredo da empresa;

    indisciplina;

    insubordinação;

    abandono de emprego;

    agressão à honra ou ofensa física realizada ao empregador ou terceiros;

    recusa em utilizar o EPI (equipamento de proteção individual);

    declaração falsa ou uso indevido de vale transporte, dentre outras práticas.

Para a resolução do contrato de trabalho ser válida alguns requisitos devem ser observados pelo empregador, quais sejam:

1) Tipicidade da conduta: O empregador deve enquadrar o mau comportamento do empregado em alguma das hipóteses previstas em lei para a demissão por justa causa.

2) Conduta do empregado: Deve se analisar se o comportamento do empregado foi tão grave a ponto de justificar a aplicação da justa causa.

3) Adequação e proporcionalidade entre o ato faltoso e a penalidade: deve ser aplicado proporcionalmente a pena, considerando a conduta praticada pelo empregado.

4) Autoria: o próprio empregado que deve praticar o ato faltoso.

5) Culpa: o ato faltoso deve ter sido praticado com culpa (negligência, imprudência e imperícia) ou dolo. Nesse pressuposto alguns elementos são analisados pelo juiz, tais como: o nível de escolaridade do trabalhador, a área de atuação profissional e nível socioeconômico.

6) Nexo causal entre a conduta e penalidade: cada falta tem uma punição, com isso não pode o empregador utilizar faltas que acabaram de ocorrer para punir fatos passados.

7) Imediatidade da punição: a pena deve ser aplicada tão logo a empresa tenha conhecimento da conduta faltosa.

8) Ausência de perdão tácito: caso o empregador demore a punir o empregado, considera-se perdoado o ato faltoso, com isso, não mais poderá o empregador aplicar a justa causa.

9)Singularidade da punição: Para cada infração só pode ser aplicada uma pena.

10) Passado funcional do empregado: analisam-se as condutas durante todo o período de serviços prestados. É uma forme de conceder o perdão ao bom empregado, que no momento de descuido praticou uma conduta faltosa.

Desse modo, quando ausentes quaisquer dos requisitos acima que autorizam a demissão por justa causa, esta será revertida para demissão sem justa causa e com isso caberá à empresa realizar a complementação do pagamento das verbas rescisórias, devendo ainda ser entregue ao trabalhador a guia para o levantamento do FGTS e guia para a percepção do seguro-desemprego.

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André Luís da Cruz Gouveia
Advogado – OAB/PE 31060

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Não ria se puder

Sabe o que foi que o caminhão da Prefeitura do Recife encontrou na calçada do Hospital da Tamarineira?

Um doido varrido.

Sabe o que foi que um doente mental colocou na sua campanha a vereador no Recife?

Tenha juízo, vote em João Doido.

Sosígenes Bittencourt 

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Brunno Cesar

bruno-capaOuça a música “Final Feliz” na voz do cantor Bruno Cesar.

Final Feliz - Brunno Cesar

Aldenisio Tavares

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O talentoso Serginho Barros de volta aos palcos.

935956_481511415277863_115512320_nDe passagem, recentemente pela sua terra natal, o talentoso Serginho Barros foi clicado ao lado de Flávia Cavalcanti pelas lentes da redação do Blog do Pilako em um dos lugares mais emblemático nos que diz respeito à produção de música de qualidade, ou seja: Varanda do Tadeu.

Afastado há oito dos palcos, sua maior paixão, o artista vitoriense, Serginho Barros, prepara sua volta. Depois de se estruturar empresarialmente na Capital pernambucana, o artista, que dedicou a maior parte da sua vida a música, planeja sua  reestreia para agosto próximo, começando pelo Recife. Com espaço garantido em inúmeras cidades do interior, ele garante que Vitória é parada obrigatória.

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A nova parceira para o trabalho é a Flávia Cavalcanti. Cantora, com origem na cidade de Amaraji, recebeu muitos elogios do Serginho. Sobre seu trabalho disse ele: “Durante 20 anos  tive o privilégio de acompanhar várias artistas da MPB e pude levar o meu trabalho a diversas cidades do Brasil e do Exterior.  Tive o prazer de conhecer a Flávia e desde então passei a admirar todo o seu talento e percepção musical. Dona de uma voz ímpar e de uma personalidade musical incrível, a Flávia veio para somar e para juntos trilharmos um belo caminho na música popular brasileira”.

Ainda falando sobre Flávia, Serginho disse mais: “Para resumir, posso afirmar que estou ao lado de uma grande cantora, um talento inigualável e um ser humano fantástico que me encantou desde o primeiro contato”

Portanto, esperamos que o nosso talentoso Serginho Barros, retome sua carreira, ao lado da Flávia, e consiga buscar um lugar ainda mais alto no mundo da MPB, uma vez que seu projeto de vida, desde a infância, sempre teve a música como coluna central. Nos que fazemos o blog do Pilako, desejamos  prosperidade e sucesso ao casal.

Da Redação

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“Bastante esclarecedor esta resposta do senhor Jamisson Lima” – diz internauta Paulo Souza

Comentário postado na matéria “Internauta Jamisson Lima contesta as informações postadas pelo também internauta Rivaldo Felipe“.

Bastante esclarecedor esta resposta do senhor Jamisson Lima, Portanto sabemos que as tais cidades são muito mais ricas que Vitória. Uma duvida que ficaria grato se me esclarecesse é se a arrecadação das taxas arrecadas pela tal zona azul quanto por % fica com a prefeitura e quanto fica para a empresa sortuda que ganhou este contrato. Me informaram que foi mais de 90%. Não seria mais lógico se deixasse tudo para a mesma? Já que a gestão municipal me pareceu tão generosa?

Paulo Souza

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MOMENTO CNA VITÓRIA

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O Elielson trouxe o Rivaldo para estudar espanhol no CNA e os dois saíram com prêmio! Elielson levou R$ 50,00 pela promoção Friend Gets Friend e o Rivaldo, um vale-presente da Chilli Beans. High Five!

Traga os seus amigos para estudarem no CNA. Além de investir no aprendizado de uma nova língua, todo mundo sai ganhando!

SERVIÇO
CNA Vitória
Escola de idiomas
Rua Silva Jardim, 257, 55612-400 Vitória de Santo Antão – PE
081 3526-4400

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ABLOGPE Inaugura sede em Recife

ablogpe

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