O internauta Djalma Gomes comentou sobre a recente matéria do Blog.

Parabéns, Pilako! Excelente matéria, como você fala, que quase nenhum vitoriense sabe dessa histórica passagem do cardeal por nossa Vitória que tornou-se papa. Falo nossa porque quem nasceu em Glória do Goitá  acaba sendo Vitoriense (rs). No meu caso,  tive a hora de receber um título de cidadão Vitoriense.

Na foto da inauguração da Churrascaria Recanto Gaúcho, encontra-se  o padre Pedro de Souza Leão. Ele  foi pároco e prefeito de Glória do Goitá –  eu era muito criança na época. Meu pai era muito amigo do Padre Pedro. A imagem dele está  sempre presente na minha mente . Essa matéria dá mais de uma hora de conversa (rs). Em breve,  iremos  sentar para falarmos  desses acontecimentos! Ótimo final de semana..

Djalma Gomes

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O internauta Silvano Sarmento comentou sobre a recente matéria do Blog.

Boas lembranças Pilako! O Blog do Pilako sempre enaltecendo e contribuindo com a divulgação da história de nossa terra natal. Parabéns amigo!  Forte abraço.

Silvano Sarmento 
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O internauta Elmir Nogueira comentou sobre a recente matéria do Blog.

Bom dia amigo , uma história que nos emociona pelos acontecimentos citados. Também  fui frequentador do Recanto Gaúcho,  onde sempre solicitava,  antes do almoço,  a carne de cupim. Achava uma delícia! Muitas vezes o próprio gaúcho nos atendia. Lembro de suas filhas,  creio que eram duas  e,  salvo engano,  o genro já participava do atendimento do restaurante. Faz muito tempo ( anos 70 para 80 ),  cheguei em Vitória em 1974. Sua história me trouxe boas recordações,  bons tempos que não voltam jamais. Forte abraço. 

  Elmir Nogueira
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O internauta Gildo Sales comentou sobre a recente matéria do Blog.

Parabéns amigo Pilako, pela riqueza de informações de seu Blog, que nos enriquece com informações relevantes de nossa cidade e do Estado de Pernambuco. A visita do PAPA João Paulo l ao Recanto Gaúcho realmente foi um fato marcante e que pouca gente tem conhecimento desse acontecido. Eu sabia de sua passagem por Pernambuco, indo à cidade de Belo Jardim, porém quanto sua ida ao Gauchão, não tinha conhecimento. Parabéns pelo acervo do seu Blog, que tem como fito, informar e contribuir com a cultura de nossa querida cidade. Fraterno abraço.

Gildo Sales   
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O internauta Israel Pinheiro comentou sobre a recente matéria do Blog.

Parabéns. Texto de rara sensibilidade e de raro valor histórico. Como ex-morador de Candeias, já frequentei algumas vezes o Restaurante Recanto do Gaúcho, não conhecia as tantas referências emblemáticas que você elencou. Voltarei ao restaurante, que funciona sim até hoje, dessa vez com um outro olhar e um outro espírito. @Cristiano Pilako, obrigado e, mais uma vez, parabéns pelo registro histórico e pela poesia.

Israel Pinheiro
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O internauta Luiz Carvalho comentou sobre a recente matéria do blog.

Aqui é o Luiz Carvalho, irmão de Alcindo, casado com sua tia Nilda. Gosto muito de ler suas mensagens. Muito boa esta da visita do Papa João Paulo I à Vitória quando ele não havia assumido seu breve papado. Ao ler o título da matéria achei que você havia cometido um engano. Queria se reportar ao Papa João Paulo II. Ao ler o conteúdo ficou claro que se tratava do Papa João Paulo I ainda Cardeal. Reza uma lenda que ele foi assassinado (envenenado). Continue nos brindando com seus registros históricos de minha terra natal. Um grande abraço.

Luiz Carvalho
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O Papa João Paulo I almoçou na Churrascaria Recanto Gaúcho, aqui na nossa Vitória de Santo Antão.

Na medida do possível estou sempre atento às questões históricas atinentes ao nosso torrão. Sublinhemos, de partida, que o maior guardião da memória antonense é o nosso Instituto Histórico e Geográfico. Aliás, diga-se de passagem, esse ano (2020), completando sete décadas ininterruptas de incomensurável serviço prestado a toda comunidade.

Pois bem, dias atrás circularam por grupos locais de whatsapp fotografias realçando o ato inaugural do "Recanto Gaúcho Churrascaria". Para os mais maduros, que já passaram do meio século de vida, como eu, o local dispensa maiores apresentações. Já para os mais jovens devemos dizer que o badalado e moderno restaurante foi construído no alto de uma barreira onde hoje funciona o Posto Santa Cristina.

A minha primeira e forte lembrança do espaço, por assim dizer, ocorreu em 1978 por ocasião das comemorações dos 50 anos de vida do meu pai, Zito Mariano. Nesse dia, com apenas dez anos de idade, diante de uma multidão, usei da palavra para fazer-lhe uma  singela homenagem. Ainda guardo as últimas palavras do que estava escrito: “tenho dito”. A invenção da apresentação assim como o conteúdo produzido,  de maneira improvisada,  poucas horas antes do evento,  foi de autoria do  marido  (Inocêncio) de uma das minhas tias materna.

Voltando aos  registros fotográficos recentemente recebidos, como  já falei, confesso que os  mesmos provocaram uma remexida nas  “gavetas” da minha memória. Sem pestanejar, para mim,  tornou-se imperioso saber em que data deu-se aquela  inauguração e, em ato contínuo, o nome de algumas pessoas que aparecem  nas respectivas fotografias.

Com algumas primaveras na minha frente, bom de memória e curioso quando o assunto diz repeito à Vitória de Santo Antão, recorri ao  amigo Paulo Lima. De “bate-pronto” respondeu-me alguns questionamentos e ficou de pesquisar outros. Com a boa vontade de sempre, acionou algumas amigas até chegar a senhora Silvana,  filha do fundador do “Recanto Gaúcho”, o senhor Lody Ciochetta –  já falecido.

A Churrascaria Recanto Gaúcho foi inaugurada no dia 08 de maio de 1971. Governava a nossa cidade,  na qualidade de prefeito, o industrial José Augusto Ferrer. Não sei precisar até quando a casa funcionou no mesmo local.  Segundo informações, o prédio foi demolido. Certa vez, há mais ou menos uns dez anos, almocei no restaurante  que é comandado pela terceira geração do senhor Lody, localizado em Candeias, Jaboatão dos Guararapes.  Também segundo informações, funcionando até os dias atuais.

É bom que se diga que - enquanto permaneceu ativo na nossa cidade -  o Restaurante Recanto Gaúcho promoveu grandes festa e noitadas inesquecíveis. Durante décadas dividiu com o não menos famoso Restaurante Gamela de Ouro a preferência da sociedade vitoriense.

Outra coisa curiosa sobre o “Recanto Gaúcho”, que até então eu desconhecia e acredito que quase a totalidade dos vitorienses ignoram,   é que no ano de 1975, por ocasião de uma visita ao Brasil, em que se deslocou do Recife ao município de Belo Jardim, para reencontrar um amigo religioso,  o Cardeal italiano Albino Luciani almoçou no Restaurante Recanto Gaúcho, aqui em Vitória de Santo Antão.

O Cardeal Albino Luciani, três anos depois, em 26 de agosto de 1978, em Roma, foi eleito Papa. Para homenagear os dois últimos Papas – João XXIII e Paulo VI – Albino Luciani assumiu seu pontificado com o nome de João Paulo I. Foi o Papa de numero 263 na Igreja Católica.

Conhecido na Cúria Romana pelo apelido de “Papa do Sorriso”, o Papa João Paulo I recusou uma coroação formal. Também não aceitava ser carregado numa liteira, como os outros Papas. Foi pioneiro em adotar o nome papal duplo. Seu pontificado foi breve. Durou apenas 33 dias.

Pois bem, para marcar essa ilustre visita à Churrascaria Recanto Gaúcho,  o seu proprietário, Lody Ciochetta, à época, produziu um espaço e fixou uma placa alusiva ao fato assim como, junto com religiosos,  promoveu uma celebração no restaurante para marcar o auspicioso acontecimento. Vale lembrar também que a cadeira em que o ilustre cliente usou  ficou separada  e preservada em local de destaque, próximo ao palco da casa - os mais antigos devem lembrar bem.

Na qualidade de estudioso da história da nossa cidade – Vitória de Santo Antão – gostaria de agradecer a boa vontade de todos envolvidos nessa pesquisa, com destaque aos amigos Paulo Lima e Pedro Ferrer. A história é dinâmica e viva! Quem se dedica ao ofício historiográfico é um eterno estudante.

Para ilustrar essa dialética constante nunca pensei que poderia juntar, num raciocínio lógico e sequenciado,  três acontecimentos/fatos  que fizeram parte da minha infância. O “Recanto Gaúcho”, o aniversário do meu pai e o breve pontificado do Papa João Paulo I - muito comentado à época em função da sua brevidade - todos  inseridos  dentro daquilo que chamo de “centro do meu mundo”, isto é: Vitória de Santo Antão.

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Momento Pitú

Mande uma foto da vista da sua janela que nem a pituzeira Suelen Ferreira fez. Ah, e se puder, #FicaEmCasa#PituzeirosEmCasa

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Pandemia poderá premiar os políticos com um “voucher” de dois anos de mandato!!

Em meio a incertezas de toda ordem,  em função da pandemia de novo coronavirus,  ontem (25), em cerimônia remota, assumiu o cargo de presidente do TSE – Tribunal Superior Eleitoral – o ministro Luís Roberto Barroso. Na minha particular avaliação, um dos mais preparados,  atualizado e equilibrado magistrado do Brasil,  no atual cenário. Entre outras missões, pesa  sobre os seus ombros o comando das eleições municipais 2020.

Vale salientar que o calendário eleitoral tem (ou tinha) uma agenda própria definida um ano antes, ou seja: o princípio da anualidade. A regra, criada em 1993, tem como objetivo estabelecer a chamada “segurança jurídica” – todas as regras para um determinado pleito devem ser definidas no ano imediatamente anterior. É bom que se diga que muitos dos prazos para o pleito  desse ano já foram concluídos e até o presente momento a Justiça Eleitoral segue firme na condução do processo.

Pois bem, o que até pouco tempo se configurava como uma possibilidade distante – adiamento do pleito municipal 2020 -, em função das medidas sanitárias recomendadas pela OMS (Organização Mundial de Saúde), doravante começa ganhar tonalidade e contornos de realidade. Lembremos, por exemplo, que a partir do próximo dia 20 de julho os partidos já estariam autorizados à realização das suas respectivas convenções. A pergunta que fica é: será mesmo que até lá o coronavirus vai dá trégua para que isso possa acontecer naturalmente?  Vale salientar que qualquer mudança nesse sentido o Congresso Nacional deverá ser consultado para validar a questão.

Tem uma corrente de pensamento que aposta na prorrogação de mandatos dos atuais prefeitos, vice-prefeitos e vereadores por mais dois anos (até 2022).  Puxando toda essa “teoria” para a nossa Vila de Santo Antão, na prática, seria a mesma coisa de dizer que o prefeito Aglailson Junior, o vice Doutor Saulo e os dezenove vereadores ganhariam – de mão- beijada – um voucher de dois anos de mandatos. Não devemos esquecer, também, que todos os citados  foram eleitos, aos seus respectivos cargos,  até o dia 31 de dezembro de 2020.

Pelo campo oposicionista, na nossa cidade, postulantes continuam  nas trincheiras como se o pleito 2020 fosse ocorrer dentro do previsto inicialmente, ou seja do mesmo jeito que reza na Constituição. Constatamos também que um  sem  número de aspirantes ao legislativo municipal continua "se mexendo" na expectativa de ascender ao parlamento local. O jogo não está fácil para ninguém. Todas as táticas e estratégicas política/eleitorais foram montadas para serem jogadas num “mundo normal”, no tabuleiro de sempre!

A verdade é uma só: enquanto o comércio não voltar a funcionar normalmente, as escolas não puderem receber seus alunos e as famílias não puderem conviver naturalmente, candidatos e eleição é algo que não entrará  no radar do eleitor...

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Atendimento diferenciado no enfrentamento ao novo coronavirus na cidade de Pombos.

Uma vez iniciado o chamado contágio comunitário de um vírus numa determinada região (país, estado e etc) sua propagação acontece quase que de maneira uniforme. Entender as características e manifestações do vírus nas pessoas faz-se necessário para tentar atenuar seus efeitos.

Pois bem, alertado por um amigo que reside na vizinha cidade de Pombos – que um dia já foi distrito da nossa Vitória de Santo Antão –,  sobre as medidas de combate à pandemia do novo coronavírus por lá, observamos que há, nessas ações, uma certa dose de humanização no trato coletivo.

Para atuar de maneira plena no cargo de prefeito de uma cidade, imagino que a regra número um seja cercar-se de bons e dedicados auxiliares. É bem verdade, também, que para desenvolver um bom plano de trabalho no enfrentamento às questões de saúde não se exige que o prefeito seja um médico.

Mas quero crer que nesse momento em que estamos vivendo – pandemia do novo coronavirus – seja uma diferencial importante para qualquer cidade ter um administrado com formação na área de médica. É o caso de Pombos. Por ser médico anestesista, tenho a absoluta certeza que o meu amigo das antigas , “Doutor Marcos” (Marquinhos),  tem feito a diferença positivamente aos seus munícipes. Em ano eleitoral, em que alguns gestores terão o direito de colocar seus respectivos nomes para disputar o pleito, a forma de combater a maior chaga da nossa geração certamente será um ponto bastante analisado pelos eleitores.

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Vitória de Santo Antão continua mergulhada num mar de incertezas…

Passado pouco mais de sessenta dias do primeiro decreto estadual, atinente à pandemia do Novo Coronavirus, nossa “aldeia” – Vitória de Santo Antão – segue se desfigurando daquilo que aprendemos a chamar de “rotina da cidade”. O mundo segue em descompasso, o Brasil experimenta um “novo caos” no sistema de saúde pública e Pernambuco continua na lista dos “tops” mais infectados. No olho desse furacão a população indefesa e desinformada.

Quando nos aprofundarmos com seriedade nesse  tema  - pandemia -, despindo-se de toda e qualquer armadura política/ideológica,  chegamos a temer e desconfiar  do futuro. Quem estiver  iludido pensando  que as coisas estão perto da porta de saída -  para desatar esse nó  - é bom procurar outras fontes para se  informar mais um pouco. Se em alguns países o contágio tem dado uma trégua em outros estamos ainda ganhando força e na sua esteira, por assim dizer, mais mortandade se apresentará.

Voltando a nossa “aldeia” – hoje,  com mais de 400 casos confirmados e inúmeros sem notificação – todos os dias, através das redes sociais, somos irrigados com notícias de pessoas que conhecemos que estão infectadas e tantas outras lutando pela vida nos leitos hospitalares. Óbitos tem sido uma rotina na cidade.

Noutra ponta, o comércio local começa dá sinais de “insuficiência financeira mínima” para segurar o tranco até ninguém sabe quando.. Na fila da Caixa Econômica um pouco de alento aos chamados informais que foram contemplados com o Auxilio Emergência Federal.

De resto, é conviver com esse “mar de incertezas”.....

 
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TIRA-DÚVIDAS – “Se achegue!” – Professor Marcelo Batalha

ATENÇÃO! Todas as quintas-feiras - sempre às 15h - temos o nosso momento TIRA-DÚVIDAS. É uma live pelo aplicativo Jitsi Meet feito sob medida para os nossos estudantes da rede pública. Fique à vontade! "Se achegue!"

 
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Momento Pitú

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EDUCAÇÃO MUSICAL – Noções básicas de harmonização (PARTE 1).

Quando falamos em harmonização, estamos trabalhando a harmonia de uma peça musical. Vamos analisar alguns fatores que são bem simbólicos, no entanto, merecem a atenção de todos que tem o compromisso com a causa musical. Um dos fatores importantes, é justamente, o respeito pela obra escrita e, pelo compositor que a compôs. Qão importante é o fato de se tocar o primeiro carnaval? Qual foi o músico de sopro que, não se lembra do desafio encontrado em ensaiar peças de frevos, escritas com vasta notas agudas? Onde as vezes, seus instrumentos são compostos, por um bocal fundo ou, meio fundo? Estamos lidando com outro fator denominado: o bocal, seja do trombone ou do trompete! As vezes existe um fator muito interessante, possuímos um bocal importado de marca famosa, porém, não nos adaptamos, tem boa sonoridade para os médios/graves, e, nos agudos não temos segurança. Temos que considerar tudo que nos seja louvável para o bom aprendizado e, um outro fator também está entre os músculos Buco-Maxilo-Facial, onde já nos deixa com a noção da mecânica e da técnica de soprar. O princípio para que possamos entender melhor, está baseado no estudo, na pesquisa e na paciência. Partindo deste princípio, o aluno estagiário - aquele que não tem a noção de se tocar os frevos nos períodos carnavalescos - deve buscar a pesquisa matemática musical denominada de Intervalos. De repente, estamos tocando na rua em pleno sol quente, o regente para a orquestra de frevos, diz o nome do próximo frevo e, neste momento, vai entrar em ação o momento individual musical de cada componente da orquestra de frevo.

Bosco do Carmo

Ex-aluno e trombonista da antiga Euterpe Musical 03 de Agosto da cidade da Vitória de Santo Antão - PE, (1980; 1987-1994) do maestro Aderaldo Avelino da Silva - in memoriam - , Ex-aluno do maestro Nunes - in memoriam - da cidade do Recife - PE. (1991-1996).

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Missa de 7º dia – Paulo Ferrer – Paluca

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João Álvares: “assino em baixo de sua matéria”

PARABÉNS amigo Pilako! Assino em baixo de sua matéria inserida em seu conceituado Blog alusiva a figura exponencial do nosso preclaro conterrâneo dr. João Cleofas. Na verdade o grande derrotado nas 3 tentativas de dr. João Cleofas assumir o Governo de Pernambuco, foi o próprio povo pernambucano que não soube fazer a escolha inteligente. Tive a honra de privar da amizade desse notável homem público. Parabéns mais uma vez. Abraço do seu tio e sempre admirador João Álvares.

João Álvares  
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Professor Rogério: “elucidativa matéria”

PARABÉNS ao nobre companheiro Pilako por tão elucidativa matéria acerca do louvável conterrâneo e ilustre político de destaque nacional que foi João Cleofas de Oliveira .

Realmente o momento é de grande preocupação no que se refere a falta de cuidado ou até mesmo descaso , que chega às raias da irresponsabilidade quando nos defrontamos com publicações de conteúdos avessados ou que não correspondem à realidade e notadamente feito às pressas , sem o devido cuidado da pesquisa séria mas, de forma aleatória e impingindo “verdades ” , mais com o intento de produzir conteúdo publicitário, que propriamente fazer jornalismo.

Parabéns pela lucidez e conteúdo deveras esclarecedor.

Professor Rogério. 
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O blogueiro Edmar Lyra “derrapou” na comparação com o nosso João Cleofas!!!

Na medida do possível, na qualidade de leitor, prestigio as postagens dos blogs e jornais da capital e ainda mais um punhado de conteúdos nacionais. Em tempo de “meias verdades” e “desinformação proposital”,  justamente com a nítida intenção de confundir a população,  faz-se necessário seguir e compartilhar as boas fontes. Dentre as quais destaco o Blog do Edmar Lyra. Jovem jornalista da contenda política e atuante mediador dos mais diversos conflitos da sociedade.

Na rotineira leitura do seu eletrônico jornal diário, hoje (10), reparei na postagem com o titulo “O João Cleofas do Século 21” algo que não me fez bem. De Partida, adianto que sou filho da terra desbrava por Diogo de Braga e do revolucionário Pedro Ribeiro da Silva, reconhecidamente o baluarte da Guerra dos Mascates. Essa terra, de solo fértil e próspero,  viu nascer dois ilustres pernambucanos que  governou o nosso Leão do Norte: José Rufino Bezerra e Gustavo Krause. Isto é: sou da Vitória de Santo Antão. Assim sendo, sob a égide desse título (antonense) gostaria de acrescentar alguns pontos nos “Is” da referida matéria escrita pelo  nobre colega blogueiro Edmar Lyra.

Antes de seguir ao ponto central da minha contribuição, contudo,  gostaria de dizer que observo também um pouco mais de “tinta” no bico da pena do referido editor quando se trata do ex governador Mendonça Filho. Mas isso não tem a menor importância para mim.

No conteúdo aludido propriamente dito o nobre Edmar, ao evidenciar a figura do mais ilustre e renomado político da “República da Cachaça” de todos os tempos,  João Cleofas de Oliveira, pelas sucessivas derrotas (3) para o Palácio das Princesas e para o senado,  em 1974, na minha particular avaliação,  comete um desserviço no que se refere ao conhecimento às novas gerações. Algo caro aos olhos do bom jornalismos  e, sobretudo aos ouvidos dos historiadores.

Quero crer  que se o nobre colunista político tivesse aprofundado a pesquisa além de uma simples “visita” ao mundo virtual certamente não teria protagonizado essa "derrapada"  ou mesmo "infeliz e desleal comparação, entre Mendonça e Cleofas.

Tenho certeza que se o nobre blogueiro, no tempo em que esteve na condição de  estagiário  na Assembleia Legislativa de Pernambuco, tivesse investido um pouco mais  na leitura do acervo da casa, no sentido da Coleção “Perfil Parlamentar – Século XX”, editada pela CEPE com o apoio do Diário de Pernambuco,  e publicada pela ALEPE, teria facilmente  encontrado  uma robusta fonte de informação sobre o nosso eterno e ilustre  João Cleofas.

À Vitória de Santo Antão, particularmente falando, o mesmo nos trouxe obras estruturadoras como o  primeiro sistema de energia elétrica e abastecimentos d’água. Com a sua influência, por assim dizer,  viabilizou   o Instituto de Pacas e a Escola Agrotécnica Federal (hoje instituições renovadas e em plena atividade). Praticamente com recursos próprios construiu o Hospital João Murilo de Oliveira – nome de um dos seus filhos morto precocemente em um acidente aéreo no Rio de Janeiro e que hoje se configura no mais importante hospital da Região. Lembremos também que dou dinheiro para concepção da  primeira faculdade da cidade – hoje a UNIVISA.

No plano estadual e federal sempre foi voz ativa. Além de deputado estadual e deputado federal constituinte presidiu o Senado e o Congresso Nacional. Foi secretário estadual e Ministro de Estado. Com o projeto 38/1925 regulamentou a profissão de engenheiro no Brasil e ainda teve participação na viabilização na sede da ABL – Academia Brasileira de Letras - Rio de Janeiro.

Para não me alongar muito transcrevo as introdutória do Livro “Perfil Parlamentar”, evidenciando a vida política do João Cleofas, escrita pelo jornalista Carlos Sinésio: “A trajetória política do ex-ministro da Agricultura e ex-presidente do Senador e do Congresso Nacional, João Cleophas de Oliveira, que perdurou por mais de 50 anos, é, certamente, uma das mais ricas da história de Pernambuco no século XX”.

Portanto, caro Edmar Lyra, concluo essa intervenção de conteúdo  esperando haver contribuído para uma melhor apreciação e esclarecimento sobre a carreira política do vitoriense João Cleofas. Aliás, não é só você que tem essa “visão desfocada” do ilustre politico. Muitos conterrâneos, infelizmente,  não atentaram ainda  para esse singular patrimônio imaterial da nossa terra. Sem sombra de dúvida, no contexto político, o  Cleofas  foi o maior de todos do nosso torrão – uma espécie de  Pelé e o Gonzaga,  num só tempo....

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NOTA DE FALECIMENTO – Paulo Ferrer (Paluca).

Faleceu na madrugada deste domingo (10/05), aos 89 anos, no Recife, Paulo Ferrer de Moraes, Conselheiro do Engarrafamento PITÚ, deixando cinco filhos, sendo uma delas Jaqueline Ferrer, diretora financeira da empresa, cinco netos e três bisnetos.

Sr. Paulo Ferrer, que participava do dia a dia da empresa, foi internado no Hospital Memorial, com covid-19, no dia 1º de Maio, na capital pernambucana. Ele faz parte da segunda geração de gestores do Engarrafamento PITÚ, sendo filho do sócio fundador Severino Ferrer de Moraes e de Áurea Ferrer de Moraes.

Ser humano generoso e apaixonado pela música e pela aviação, tocava piano e, quando mais jovem, pilotava pequenos aviões. Criança, ajudava seu pai em pequenas tarefas na recém fundada Aguardente Pitú.

Ao longo de sete décadas, esteve envolvido na área administrativa da empresa e geriu o engenho Cacimba, que plantava a cana e fabricava a cachaça para o engarrafamento Pitú, contribuindo para a consagração da aguardente mais consumida no Nordeste, a segunda do País e a líder absoluta em exportação do produto para o mundo e perpetuação da empresa familiar.

O sepultamento, restrito à família, será no Cemitério São Sebastião, em Vitória de Santo Antão, sua terra natal.

Assessoria.

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Música “Saudade” – Fernando Silva – Irmãos Souza

Em tempos de quarentena, ouvir uma boa música faz parte do melhor roteiro. Recentemente, os Irmãos Souza - Bartolomeu, Antonio e Tadeu - homenagearam o eterno Fernando Silva, com a música "Saudade". Veja o vídeo. 

   
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A Associação de Mamulengueiros completa 17 anos.

No dia 07 de maio de 2003 foi registrada a ata de fundação da Associação Cultural de Mamulengueiros e Artesãos de Glória do Goitá (ACMAGG). A ideia de formar esta Associação foi da Prefeita Fernanda Paes e da Professora Cássia Nery. Elas ofereceram suporte técnico para os artesãos da cidade depois do encerramento do projeto Mamulengo: Boneco Brasileiro, coordenado pelo pesquisador Fernando Augusto. Este teve o objetivo de criar um Centro de Revitalização do Mamulengo Pernambucano e transformar Glória do Goitá e Olinda em dois grandes polos de produção de bonecos e de mamulengueiros. A primeira presidenta da Associação foi a artesã Vera Lúcia do Nascimento Rufino.

Em 2007, no dia 05 de agosto, é eleita Presidenta a Artesã Edjane Maria Ferreira de Lima e, com ela, muitas conquistas viriam. Depois de longos anos de muito trabalho, surge, em 2008, o Mamulengo Nova Geração. É um marco na história recente da Cultura Popular, pois estes, até então, jovens brincantes, assumiram o Mamulengo Tradicional com as devidas transformações que a modernidade exigia. Não cabia mais passagens (histórias) preconceituosas, onde negros, gays e mulheres eram rebaixados. Dessa forma, o Mamulengo Nova Geração, que pertence a Associação, rompe barreiras e coloca, inclusive, uma mulher para assumir a figura do Mateus, historicamente feita por homens. O famoso mamulengueiro Mestre Zé de Vina foi o responsável pela instrução e através de uma oficina completa, transmitiu tudo o que sabia sobre a brincadeira. Ele é o padrinho artístico do grupo. Fizeram parte da fundação do Mamulengo Nova Geração: Edjane Lima, Jacilene Félix, Maria Lucinéia, Joelma Félix, José Edvan, José Maurício e Gilberto Lopes.

A Associação decidiu formar um acervo para exposição permanente, separando o que eram peças para comercialização e peças históricas e assim, em 2010, surge o Museu do Mamulengo que logo foi reconhecido pela Secretaria do Turismo, passando a configurar nos guias turístico do Estado de Pernambuco em 2011. Com isso, foi intensificado o trabalho de visitação, aumentando consideravelmente a presença de estudantes e pesquisadores. Em 2019, o Museu teve mais de 3 mil visitantes. Um número muito expressivo para a realidade de Glória de Goitá.

Na gestão de Edjane Lima, conhecida como Titinha, muitas parcerias foram feitas. A Associação passou a frequentar festivais fora do estado e a exportar bonecos para outros países, como Alemanha e Canadá. Participou de feiras de artesanatos, como a FENEARTE, e ganhou prêmios, como o Prêmio de Culturas Populares do Ministério da Cultura. A partir de 2016, Titinha convidou o Produtor Cultural Pablo Dantas para captar recursos em editais públicos e  através do incentivo do Funcultura, diversos projetos foram executados com o objetivo maior de promover a formação de novos brincantes. Entre eles, o Projeto Mais Mamulengo, Menos Barbie realizou oficinas de Mamulengo para 100 estudantes da Rede Municipal de Glória do Goitá. No último dia 14 de março o Produtor Pablo Dantas assume a presidência da Associação para dar continuidade a esse valoroso trabalho que todos os associados e parceiros têm feito durante esses 17 anos de resistência cultural. A pandemia do Covid-19 provocou o fechamento do Museu e todas as atividades foram suspensas. Porém, quatro grandes projetos deverão ser executados em breve e tudo deverá voltar ao normal. O Mestre Zé de Vina completou 80 anos de vida e muito há de ser feito em sua homenagem. É certo que esta Associação tem muito mais história para contar, no entanto, fica aqui um breve registro para festejar essa data. Viva o Mamulengo!

Diretoria da ACMAGG
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Um 06 de maio único e emblemático que entrou para história……

Considerando que o nosso Brasil foi materializado há 520 anos  – levando-se em consideração à chegada dos europeus em terras tupiniquins – a circunscrição territorial desbravadas (1626) pelo português da Ilha de Santo Antão, Diogo de Braga, em 2026, chegará à retumbante marca dos 400 anos. Desatento, algum internauta poderia indagar-me: oxente, e hoje num foi feriado municipal porque a cidade completou 177 anos?

Explico: foi em 06 de maio 1843 que a então “Vila de Santo Antão” recebeu o título honorífico de “cidade”, passando assim a se chamar Vitória. Só em 1943, 100 anos depois,  é que ganhou o sobrenome “de Santo Antão”. Aliás, o nome “Vitória de Santo Antão” está  totalmente interligada com outra data não menos importante, ou seja: 03 de agosto de 1645  – Batalha das Tabocas –  data Magna da cidade e também feriado municipal.

Em sintonia com o nosso Instituto Histórico e Geográfico, havia programado, desde o ano passado, um movimento intitulado “Maio Antonense – o mês azul e branco” para sublinharmos os acontecimentos relevantes da nossa história ocorridos justamente no mês de maio - em anos diferentes.  Evidentemente que por conta da pandemia do novo coronavirus o planejado foi suspenso.

Mas como a história é dinâmica e os fatos se entrelaçam, sobretudo aos  olhos perceptíveis  dos mais sensíveis,  o “06 de maio”  de hoje ficará impresso de maneira singular na mente de todos antonenses em função do incomum momento vivido pela comunidade planetária nos cinco continentes.

Tenho absoluta certeza que em nenhum momento da nossa história monumentos foram adornados com máscaras de pano justamente para reforçar uma  recomendação sanitária realçada em decreto municipal,  recomendando  o uso das mesmas por toda população para que se possa atenuar o contagio viral entre os conterrâneos. Desconheço o autor da iniciativa, mas, desde já, louvo essa emblemática ação.

Registramos os monumentos que homenageiam  “Diogo de Braga”, “Leão Coroado” e “Padre Felix Barreto”, mesmo que de maneira simbólica,  compartilhando com todos os antonenses um momento difícil e de muitas incertezas. De concreto mesmo, apenas a certeza que tudo isso vai passar....Viva o 06 de maio......

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Momento Pitú

Meu povo, já vi muito bolo de Pitú que vocês mandam, mas como esse de Elizeu é a primeira vez. Botei como meta aprender a fazer nessa quarentena. Mandou bem demais, @artes_de_achiley!

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O novo mundo pós pandemia e a velha utopia de sempre…..

Se você escapar dessa praga, mais adiante, como será o seu novo normal? Será que tudo voltará a ser como antes? Essa, portanto, é uma pergunta tão difícil de responder tal qual o dia e data que não mais estaremos sujeitos aos caprichos do coronavirus.

De uma coisa tenho certeza: na fila dos acontecimentos mercadológicos do nosso mundo globalizado muita coisa se apressou e outras estão dando  adeus para nunca mais voltar – imagino.

Se o comercio varejista na internet avançava a passos, após a pandemia, o mesmo deve avançar numa velocidade tal qual o corredor jamaicano Usain Bolt. A telemedicina, por exemplo, antes algo despercebida pelos noticiários e tão distante da classe média, doravante, parece ganhar status de celebridade, pelo menos é o que estamos observando.

Ao que parece o teletrabalho ou home office – situação em que o profissional  presta serviço fora do ambiente de trabalho da empresa - por uma necessidade pontual, definitivamente, chegou para ficar e modificará sem sombra de dúvidas  os organogramas administrativos das grandes empresas, afinal é bom, prático, econômico  e interessa aos dois lados da mesma moeda.

O mercado de turismo e o seu “ecossistema”, por assim dizer, na crise que atende pelo nome de coronavirus, foi o primeiro a sofrer e certamente será o último a entrar nos eixos. A grande pergunta que fica no ar é como tudo isso irá sobreviver aos impactos do seu esfacelamento inicial.

A única coisa que NÃO é estranha ao mundo -   desde que o mundo começou -  é à eterna e constante mudança. O problema ( ou não)  é à velocidade como  tudo vem acontecendo, ou seja, cada vez mais rápido e em menor recorte temporal. O avanço das ciências, cada qual num ritmo diferente, impõe aos habitantes planetários atuais uma agenda cada dia mais estressante e ansiosa.

Como em todo tempo na história houve espaço para as utopias imagino que, em se  mantendo a estrutura atual (capitalismo),  o mundo só avançará no sentido da civilização mais evoluída se houver um teto máximo para as riquezas e um mínimo estipulado para ninguém viver abaixo dele. Nesse sentido, inevitavelmente, alargaríamos a faixa do meio, ou seja: uma classe média planetária que seria os condutores do mundo.....Utopia e canja de galinha não faz mal a ninguém.

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Live – Super Oara e Elaque Amaral – dia 1º – 14h – IMPERDÍVEL!!!!

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Momento Pitú: Dose de otimismo!!

Bora levar uma #DoseDeOtimismo pra galera? Marque nos comentários quem você vai chamar pra dividir uma Pitú quando a quarentena passar.

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RECADO DO DJ MARCONE: live em casa, não esqueça!!! SÁBADO – 15h!

Atenção Galera! Próximo sábado, dia 02, às 15h iremos entrar na sua casa com aquele repertório que vai fazer você e toda sua família sair do chão. Arrasta as cadeiras e o sofá, e vamos junto naquela live solidária com gesto de amor ao próximo.

Nossa live tem um o único objetivo de arrecadar doações para os profissionais de eventos de Vitória de Santo Antão e região! Vamos Simbora com DJ Marcone, dançar, curtir, se divertir e nessa vibe, ajudar ao próximo!

Live do DJ MARCONE em casa, não esqueça. SÁBADO, às 15h!

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Recordando Guilherme Pajé: O Comunicador do Frevo da Vitória – por Bosco do Carmo

 

Quando o assunto é Frevo, não podemos esquecer, de uma figura humana que amava o ritmo pernambucano, e, toda raiz cultural que o contém. O dia 01 de abril de 2019, nos fez uma surpresa bem real, muito diferente do que é realizado todo ano por diversas pessoas, falando de fatos inexistentes. Completou quarta-feira, 01 de abril de 2020, um ano que o inesquecível e o inconfundível Guilherme Pajé, O Comunicador do Frevo, nos deixou fisicamente para sempre, no entanto, espiritualmente continuará vivo em nossas memórias. Descansa em paz, caríssimo amigo Guilherme Pajé, e, obrigado por suas contribuições, porque através de você, pude conhecer, estudar e tocar com o maestro Nunes - in memoriam - da cidade do Recife- PE. Descansa em paz amigo! OBRIGADO! OBRIGADO! OBRIGADO!

Bosco do Carmo

Ex-aluno do maestro Aderaldo Avelino da Silva - in memoriam - da Euterpe Musical 03 de Agosto da cidade da Vitória - PE, onde foi trombonista; Ex-aluno do maestro Nunes - in memoriam - da cidade do Recife - PE.

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COVID-19: o mês de abril terminando sem muitas respostas…..

Chegamos ao final do mês de abril em meio a espessa fumaça da incerteza. A pandemia do novo coronavirus é uma realidade dura de engolir. Pior do que a realidade vivida hoje, dia 28 de abril de 2020, só mesmo a falta de respostas para tantas perguntas. Nem mesmo os números dos infetados pela COVID -19 são reais, muito menos os óbitos. Na qualidade de cidadão comum, nada a fazer. Apenas tentar se defender do planetário inimigo comum.

Na nossa aldeia, Vitória de Santo Antão, os casos de pessoas infectadas (74) até aqui  - assim como os óbitos (15) -  ganham relevo para nós por identificarmos  o nome e o sobrenome com mais facilidade. A pergunta é inevitável: se fulano “pegou” e beltrano morreu infectado  porquê eu não posso ser o próximo? Com o aumento dos casos, na mesma proporção, o medo e a ansiedade avançam...

Na prática, a parcela da população menos favorecida financeiramente sofre mais. O auxilio emergência federal tona-se um alento. Mas como fazê-lo chegar às mãos dos destinatários sem antes maltratar e humilhar? Noites, madrugadas e dias inteiro nas filas bancárias,  intermináveis,  apenas revela mais um  déficit  -  entendimento -  dos mais necessitados.

Com a pandemia dando as cartas, o mundo político local, mesmo em ano de eleição municipal, parece trafegar num  ritmo mais lento e calmo. A Casa legislativa até se uniu  - situação e oposição - em torno da adaptação e ampliação de parte do Hospital João Murilo,  disponibilizado recursos para tal. Os caciques andam distantes dos embates. Certamente imaginam não sentir clima nem segurança para opinar com firmeza.

Ao longo das últimas décadas os grupos que se alternaram no poder local, juntos, “construíram” esse sistema frágil de saúde pública da nossa cidade. Por aqui, me parece, que sempre foi mais fácil e mais barato investir em ambulâncias -  para pontuar o favor político -   ao invés de estruturar o sistema, impondo aos governadores da província o ampliado capital eleitoral do município. Agora, somos obrigado a chorar o leite derramado!!!

De resto, cabe-nos rezar, orar e rogar ao Glorioso Santo Antão proteção divina. E se puder, se alimentar bem, se hidratar, lavar as mãos. Se precisar ir às ruas, usar máscara.    No mais é ficar em casa até as coisas  clarearem,  lá no final do túnel do coronavirus...

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Se já não bastasse o IMPIEDOSO CORONAVIRUS…..

Se não bastasse o aprofundamento da pandemia global que “bate” na porta de todos os brasileiros, independente da estratificação social, cultural ou econômica a gestão do Presidente Bolsonaro, em se tratando de sobressaltos, continua não dando tréguas. Dessa vez, o “barraco” tem nome e sobrenome: Sérgio Moro.

Antes,  porém, se faz necessário realçar que o agora ex-ministro Sérgio Moro - que pediu demissão do cargo hoje (24) -  ascendeu ao patamar de celebridade mundial por méritos próprios. Da ponta da sua pena escorreu o primeiro sopro de esperança -  no que se refere à construção  de um país sonhado pela população de boa fé -  ao jogar nos porões dos presídios  poderosos de toda ordem. Ex-presidente da república, deputados, senadores e empresários de alta plumagem espiaram o sol nascer quadrado. Algo nunca visto,  antes, nas terras desbravadas por Pedro Álvares Cabral. É bem verdade que nessa cruzada anticorrupção alguns dos expedientes do Paladino da ética, segundo alguns especialistas da área jurídica, extrapolaram sua competência.

Foi nesse ambiente de esperança  verde/amarela coletiva  e -  ao mesmo tempo -   mau-humor do eleitorado brasileiro,   em virtude do lamaçal da corrupção que irrigou um sistema de poder fétido, posto até então por mais de uma década, que surgiu o improvável.

 Um deputado federal do chamado baixo-clero, extremista declarado à direita,  conseguiu, através das novas ferramentas tecnológicas, encaixar um discurso com figurino de salvador da pátria. Para completar,  até um atentado - que quase custou a vida -  lhe foi deferido,  emoldurando assim um roteiro perfeito.

Como uma luva, o recém-eleito presidente Bolsonaro convida o “juiz herói”  para a pasta da justiça,  anunciando-lhe  “carta branca”, ou seja: porteira fechada. Para tanto, o então juiz é obrigado a renunciar uma invejável carreira na magistratura para ficar livre e se abraçar com o mundo imponderável da política. Hoje, com pouco mais de um ano daquilo que seria a “união perfeita”,  o “casamento” é desfeito e os cônjuges, após pronunciamentos públicos, entram em rota de colisão.

Pois bem, dezesseis meses em política é uma eternidade, diriam os especialistas na matéria. Passado esse tempo, os protagonistas da vez – Bolsonaro e Moro – descobriram que suas origens não lhes permitem conviver harmonicamente. Na toga, Moro não tinha chefe. Na guerra do bem contra o mal (justiça X corrupção )  montava  pelotão ombro a ombro -  um por todos e todos por um. Na esplanada dos ministérios, depois de alguns constrangimentos públicos,  ao longo da sua jornada,  Moro  pula do "barco Bolsonaro". Se o mesmo não se demitisse junto com sua tropa, hoje,  não seria digno do conceito que galgou.

Em política, o terreno é pantanoso. Trair é a regra número um. O aliado de hoje é o inimigo de manhã e vice versa. Tudo é uma questão de tempo e conveniência. Aos poucos, Bolsonaro vai se isolado politicamente. Com efeito, cada dia que passa, para manter-se  o Capitão é obrigado a contrariar os ideais de seu fiel eleitorado que, diga-se de passagem, aos poucos, começa pegar o caminho do afastamento. O Partido dos Trabalhadores, no poder, levou 14 anos para intoxicar a população. Por motivos diferentes,  o atual, que  nem chegou à metade do mandato,  já dá os primeiros sinais de esgotamento.

“Eu sou a Constituição”, frase recente do Capitão. Ora, ninguém pode ser a Constituição. Aliás,  todos estão abaixo dela. Inclusive o Presidente da República.  Infelizmente, descortinam-se dias sombrios para a Nação Brasileira, se já não bastasse o IMPIEDOSO CORONAVIRUS.....

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