Arquivo da categoria: Fala, Vitória!

Coluna do Escritor vitoriense Sosigenes Bittencourt

DOCE DE BANANA E PAU DE CANELA – por Sosígenes Bittencourt.

De manhãzinha, minha mãe manifesta o desejo de confeccionar um doce de banana. O doce é temperado com pau de canela. Aí, eu me apronto e vou comprá-lo no mercadinho do bairro. Tomo banho, boto perfume, costume antigo. Empertigado, decidido, … Continue lendo

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Posto de Sitonho – por Sosígenes Bittencourt.

Diz que é de Vitória de Santo Antão, mas não comeu guisado de bode com macaxeira no Posto de Sitonho. Sosígenes Bittencourt

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REMÉDIO E VENENO – por Sosígenes Bittencourt.

Há quem beba só no final de semana e pense que não é alcoólico. Ele começa no Sábado e entra em casa no Domingo à noite, carregado numa maca. Contudo, vale salientar, a embriaguez não é culpa do vinho, é … Continue lendo

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A PROPÓSITO DE SER PRESIDENTE DA REPÚBLICA – por Sosígenes Bittencourt.

Não há quem não tenha se sentido, um dia, presidente da República. E, logo, imaginado o que faria. Eis, portanto, a ideia que jamais me saiu da cabeça. Se eu fosse presidente da República, começaria por qualificar pessoas para tratar … Continue lendo

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Pandemia – por Sosígenes Bittencourt

Para nossos jovens, não há Pandemia. Por isso, bebem, dançam e se beijam, num verdadeiro Pandemônio. Sosígenes Bittencourt  

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Rua da Águia – por Sosígenes Bittencourt.

Diz que é de Vitória de Santo Antão, mas não sabe que a Rua André Vidal de Negreiros é a mesma Alexandre Luna, Rua do Barateiro, da Águia e da Maçonaria. Sosígenes Bittencourt

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Tempo de Renovação – por Sosígenes Bittencourt.

Se hoje é dia de renovação e esperança, é dia de filosofar. Renovar é bom para nutrir esperança quando a renovação é inteligente, refletida sobre a experiência. Existe uma lenda oriental que resume uma inteligente lição: Escreve o mal que … Continue lendo

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Ronaldinho – por Sosígenes Bittencourt.

Se Ronaldinho Gaúcho fosse bom DA bola, como foi bom DE bola, não teria tentado driblar a Justiça Paraguaia. Sosígenes Bittencourt

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O professor, pensador e poeta Sosígenes Bittencourt no dia Internacional da Mulher…

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CARMINHA COMETE “HYBRIS”- por Sosígenes Bittencourt.

Em termos de artes cênicas, dramaturgia, nós não assistimos ao filme, à novela, ao teatro, mas participamos, amamos e odiamos por identificação com os personagens. Na novela Avenida Brasil, a megera Carminha encarna um animal muito encontradiço, que é quem … Continue lendo

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Arquivo do Brega

Lulinha no seu “ARQUIVO DO BREGA 1″,   com a música de autoria de Odair José – A NOITE MAIS LINDA DO MUNDO. A noite mais linda do mundo – Arquivo do Brega Aldenisio Tavares

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FRAGMENTOS – por Sosígenes Bittencourt.

*Quem exige amor, nunca é correspondido. Ninguém ama na marra. *O aposentado anda com medo de que o aposentem do recebimento. *No Brasil, a Esquerda e a Direita já não se matam pelo poder, entram em conchavo no poder. *O … Continue lendo

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Meu nome – por Sosígenes Bittencourt

No tempo de eu menino, completamente desintoxicado, fui logo aprendendo com meu próprio nome: que um S entre duas vogais tem som de Z, e que acentuam-se as palavras proparoxítonas. Daí, minha paixão pelo próprio nome, apesar de apelidado de … Continue lendo

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EU E MEU MENINO NO TEMPO DELE MENINO – por Sosígenes Bittencourt.

Filhos são relógios que temos. Quanto mais jovens, mais envelhecemos. O menino: – Pai, estou com medo. Eu: – Começaste a sentir a dor da alma. O menino: – O que é alma? Eu: Para ter alma, não precisa explicação. … Continue lendo

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Segredo – por Sosígenes Bittencourt.

A minha felicidade é pontual: não sou casado nem solteiro, não sou velho nem sou jovem, não sou patrão nem empregado, não sou rico nem sou pobre, não sou plebeu nem sou nobre. Sosígenes Bittencourt

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MINHA FANTASIA – por Sosigenes Bittencourt.

A minha fantasia é original e não me custa um tostão. Estou fantasiado de coroa, e o alfaiate é o tempo. A música que canto, nos ambientes por onde passo, é a modinha de finado Capiba: MODELOS DE VERÃO Quanta … Continue lendo

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Castanha, Caju e Reminiscência – por Sosígenes Bittencourt.

A castanha é um mimo da natureza que mais se acumplicia com a nossa infância, o seu sumo, o seu aroma, o seu formato, o seu sabor, sua fumaça quando explode no fogaréu. O caju também. Caju vermelhinho, amarelinho, rechonchudo e de delicada protuberância, … Continue lendo

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SERES INTERDEPENDENTES – por Sosígenes Bittencourt

O ser humano é mesmo um animal INTERdependente. Vivemos um pendurado no outro. Ninguém, no mundo, nasceu para ser INdependente nem DEpendente, mas INTERdependente. É ilusório pensar que podemos nos amar a tal ponto que possamos dispensar o amor do … Continue lendo

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Falecimento de JOSÉ FRANCISCO RAMOS (Zuca do Escritório) – por Sosígenes Bittencourt.

Comecei a divulgar minhas literaturas: poemas, sátiras, crônicas, imprimindo-as, a partir de 1987, na Xerox de Zuca. Ninguém, aqui, sequer sonhava com a internet. Ainda preservo as cópias que imprimi, durante longa jornada, naquele escritório. Há duas coisas incompreensíveis na … Continue lendo

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CASTANHA NO TEMPO DE EU MENINO – por Sosígenes Bittencourt.

A castanha é um mimo da natureza que mais se acumplicia com a nossa infância, o seu sumo, o seu aroma, o seu formato, o seu sabor, sua fumaça quando explode no fogaréu. O caju também. Caju vermelhinho, amarelinho, rechonchudo … Continue lendo

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E por falar em tristeza – por Sosígenes Bittencourt.

Eu sou meio ruim de tristeza. Pelo contrário, carrego uma certa alegria n’alma que, muitas vezes, confundem com falta de seriedade. Porque o importante não é a tristeza que você sente, mas o que você pode fazer com a tristeza que … Continue lendo

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MULHER BEIJA RÉU QUE LHE DESFECHOU 5 TIROS EM JULGAMENTO – por Sosígenes Bittencour.

A mulher que tomou 5 balaços do namorado, em Venâncio Aires, RS, foi ao julgamento do réu, rogando ao juiz permissão para beijá-lo. Totalmente empinada e morta de saudade, anestesiada pela paixão, taca-lhe um salivado beijo na sessão. Até, aqui, … Continue lendo

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O mundo em toda parte – por Sosígenes Bittencourt.

Eu não posso ver o mundo do alpendre aqui de casa. Eu sempre estou no centro da Terra. Onde eu estiver, será sempre o centro do Universo. Sosígenes Bittencourt

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OS RISCOS DA BELEZA – por Sosígenes Bittencourt.

Gatinhos mimosos também largam pelos e podem provocar alergia. As flores mais aromáticas podem abrigar minúsculos insetos entre suas pétalas. Lúcifer era tão vaidoso que preferiu ser Rei no Inferno do que servo no Céu.Segundo a lógica, Lúcifer é deslumbrantemente … Continue lendo

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A Herança do Holocausto – por Sosígenes Bittencourt.

Por ocasião da revolta mundial contra o sacrifício dos judeus em Auchwitz, importante relembrar o escritor português José Saramago: Israelenses são judeus nazistas, não aprenderam com o próprio sofrimento, porque impõem aos palestinos o mesmo holocausto que os alemães lhes … Continue lendo

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PRIMEIRO ATO – por Sosígenes Bittencourt.

Manhã cedinho, ponho-me a lidar com as palavras. Leio desde quando não sabia ler e escrevo desde quando não sabia escrever. Ver é natural, ler é intelectual. Penso, logo escrevo. Escrevo, logo sou lido. Sou lido, logo existo. Ensinar, para … Continue lendo

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A MULHER DE DUZENTOS ORGASMOS – Sosígenes Bittencourt.

Se sua mulher é fria, desanimada pra sexo, aguada, que tal tomar conhecimento da existência da britânica Sarah Karmen?  Aos 24 aninhos, Sarah experimenta, em média, 200 orgasmos por dia. E não é gozação. Ela pode experimentar uma frescurite genital … Continue lendo

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HORA DE BRINCAR, BRINCAR – por Sosígenes Bittencourt.

REINVENTANDO VELHOS “DITADOS” Os últimos serão os primeiros. (não) Os últimos serão desclassificados. É dando que se recebe. (não) É dando que se engravida. Antes tarde do que nunca. (não) Antes à tarde do que nunca. Quem espera, sempre alcança. … Continue lendo

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LOUCOS ONTEM, SADIOS HOJE – por Sosígenes Bittencourt.

Antigamente, o hospício estava cheio de loucos que tinham uma ideia fixa. Uns ficavam olhando para os cantos de parede, pensando que tinha alguém filmando eles; outros se agarravam com um objeto e só largavam na base do eletrochoque. Hoje, … Continue lendo

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GALINHA DEPENADA E MICO-LEÃO-DOURADO – por Sosígenes Bittencourt.

No tempo de eu menino, criança não podia ver sangrar galinha, éramos retirados da cozinha. Muito menos, assistir ao mergulho da falecida no charco do próprio sangue. Deglutir galinha à cabidela, podia, mas nada de explicações culinárias. Só o aroma … Continue lendo

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