A palavra “Igarassu” – por historia_em_retalhos.

Ao avistarem as grandes embarcações portuguesas aproximarem-se de suas terras, os índios caetés teriam exclamado com surpresa: I-g-a-r-a-s-s-u!

Eles ainda não sabiam, mas, ali, naquele local, estava nascendo um dos primeiros núcleos de povoamento do Brasil!

A palavra “Igarassu” é oriunda do tupi e significa justamente “canoa grande”, que seriam as tais caravelas avistadas pelos caetés.

Segundo a tradição, Igarassu foi fundada em 27 de setembro de 1535, após a vitória dos portugueses sobre os caetés, por ordem do capitão Afonso Gonçalves, que mandou erigir no local uma capela consagrada aos santos Cosme e Damião.

Essa igreja é considerada a mais antiga em funcionamento do Brasil.

Os santos Cosme e Damião, padroeiros de Igarassu (e dos médicos e farmacêuticos), foram irmãos gêmeos que exerceram a medicina sem cobrar nada por isso.

A santidade dos dois irmãos é atribuída ao fato de que curavam os enfermos, não só com o conhecimento médico, mas, também, por meio de milagres.

Em sincretismo com os santos católicos, as religiões afro-brasileiras identificaram Cosme e Damião com o orixá Ibeji.

Igarassu é uma relíquia viva do Brasil.

Em 1972, o IPHAN tombou o conjunto arquitetônico da nucleação histórica, com uma área de 0,4 km².

Terra da primeira igreja católica do Brasil, de Lia do Côco e do Maestro Spock, de monumentos seculares e de muita cultura, além de lindas praias e de belas reservas de mata atlântica!

Esta é Igarassu, a aniversariante do dia de hoje!

Parabéns Igarassu por seus 487 anos!
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João Câmara, pintor e contista – por Marcus Prado.

João Câmara, paraibano de Olinda e Recife, pintor, gravador, desenhista, artista gráfico, professor e crítico vive, atualmente, mais uma fase criadora com a justa medida de quem deseja produzir uma grande obra literária. Fase dos grandes desafios de invenção, não só como pintor consagrado pela melhor crítica de arte do Brasil, mas, agora, como ficcionista. Como contista, para mim, com a leitura do seu primeiro livro nesse gênero, difícil e complexo, “Lidando com o passado e outros lugares”, editado pela Topbooks, tem sido uma grata surpresa.

Conhecíamos João Câmara do expressionismo e do fauvismo, quando submetia a sua pintura ao corpo humano, a torções e deformações, sem prejuízo de certo erotismo. O pintor das Cenas da Vida Brasileira, dos Dez Casos de Amor e de outros tantos instigantes temas. Mas como contista (a ironia com que aborda a política e o cotidiano brasileiro, como na sua pintura) mostra-se rico de caracteres e ideias, daí sendo visto de linhagem proustiana.

Há muito não vejo, em Pernambuco, depois de Osman Lins, Ariano Suassuna, Gilvan Lemos, Raimundo Carrero, Hermilo Borba Filho, Maximiano Campos, Cláudio Aguiar, Leônidas Câmara, Luzilá Gonçalves, Ronaldo Correia de Brito, Sidney Rocha, Marcelino Freire, Walther Moreira Santos, Fernando Monteiro, Luce Pereira, Cicero Belmar, sem esquecer o poeta e também contista José Rodrigues de Paiva, um autor com tamanha força de trânsito para o mundo visível com a vida que flui e suas transfigurações. Ele, com a sua obsessão plástico-visual, que produz coisas absolutamente incomuns nos seus (agora) dois ofícios, pode ser visto com muita minúcia de estrutura narrativa, com esse livro, como um dos melhores da atual geração de ficcionistas em nosso idioma.

O seu texto de notável senso plástico, muito bem escrito, de polivalente descoberta artesanal, com o olhar em fatos reais ou não, provoca uma perfeita sintonia com o leitor. Cada palavra no seu certíssimo lugar, concisão de estilo, um rigor quase ortodoxo na escrita, transfigurado pela cristalização estética. Não só pelas tramas narrativas do contista, deu-me o autor a nítida impressão de que a literatura brasileira de ficção dos nossos dias e seus leitores mais exigentes, não terão nada a temer ao inclui-lo entre os plenamente logrados a integrar a escala dos melhores do seu tempo.

Nas páginas de ilustrações, o autor usa a imagem da câmera fotográfica como T. S. Elliot usava a música no vocabulário dos Quatro Quartetos; tal como o sentimento da sílaba e do ritmo em Grande Sertão & Veredas, de João Guimarães Rosa ou em Gilberto Freyre em Casa-Grande & Senzala; ou a música operística na pintura e também na paisagística de Roberto Burle Marx, que pintava cantando trechos de óperas. (Não nego que nos meus devaneios fotográficos chego a procurar cores nas sinfonias que ouço).

Não foi à toa que o pintor famoso, sem largar os pincéis e os recursos digitais que sabe usar com rara habilidade, seus vínculos com a Fotografia, (um refúgio plenamente realizado, para dar volume e forma, a intersecção partilhada nos seus quadros), converteu-se em ficcionista. A imagem e seu duplo processo de transformação é uma constante nas narrativas desse livro. O resultado, ao lado de sua exploração metalinguística, nos seus objetivos inerentemente estéticos, em que toda estrutura do gênero aparece, foi uma reunião de contos bem avaliados pelo autor do Prefácio, Wedson Barros Leal, e que será, depois de mim, ainda mais avaliado pelo leitor exigente, pela melhor crítica. Sem falar por especialistas de literatura comparada, posto que a obra aqui noticiada, sendo firme no essencial, é absolutamente “aberta”, uma des-coberta contínua, como diria Martin Heidegger, indicando sempre mais do que o que mostra, contemporânea a todos, com possibilidades infinitas. Protegida pelo escudo do cânone das boas categorias.

Marcus Prado – Jornalista

Vitória Games: um belo espetáculo esportivo!!!

Em evento promovido pelo “Box Vitória”, ocorrido na manhã/tarde do domingo (25),  no estacionamento do Vitória Park Shopping, podemos dizer que a nossa cidade, Vitória de Santo Antão, vivenciou um belo e proveitoso espetáculo esportivo.

Com a participação de equipes de várias cidades, o “Vitória Games”, comandado pelo amigo Zé Luís e equipe, indiscutivelmente, cumpriu seus objetivos. Entre outras coisas: despertar o interesse em mais  pessoas pela prática do “crossfit” – atividade  esportiva vibrante!

Além do espetáculo esportivo, por assim dizer, o evento também contou com a participação musical do artista vitoriense Jonatha Chocolate. Em todas as categorias o trio formado por Gabriel, Neto e Rafael, intitulado por “Os Antonenses”,  foi  a única equipe local que marcou presença no pódio.

Parabéns aos organizadores do evento por essa contribuição ao esporte na nossa cidade, em especial ao “crossfit”.

 

Pandemia: primeira reunião ordinária presencia do Instituto Histórico.

Em pleno processo de retorno às atividades do cotidiano, no sentido do ambiente da pandemia do novo coronavírus, na manhã do domingo, dia 25 de setembro, aconteceu a primeira reunião ordinária – modelo presencial – do nosso Instituto Histórico e Geográfico.

Comandada pelo presidente do referido sodalício, professor  Pedro Ferrer, o encontro serviu para, entre outras coisas, alinhar e colocar “em dia’ atas e demais questões administrativas. Em ato contínuo, o professor informou sobre o andamento das atividades lúdicas que em breve serão implementadas na casa, sob a coordenação do produtor cultural Leonardo Edardna.

Painéis de Lula Cardoso Ayres – por historia_em_retalhos.

Dois painéis de Lula Cardoso Ayres perecem nas instalações do antigo aeroporto do Recife.

Tão pouco tempo após o busto de Frei Caneca, as placas de bronze da Ponte Maurício de Nassau e o monumento “O Mascate” serem furtados, mais um caso de profunda insensibilidade para com o patrimônio artístico do nosso estado.

Concluídos no ano de 1958, os dois murais de Lula Cardoso Ayres retratam o folclore e os ciclos econômicos do estado de Pernambuco.

Desde a inauguração do novo aeroporto, porém, foram esquecidos nas instalações do antigo equipamento, entregues à própria sorte.

Apesar de tombados pela Fundarpe, em 2021, até agora, a empresa espanhola AENA, gestora do complexo aeroportuário, não adotou nenhuma providência no sentido de preservá-los.

E, antes que se diga que não houve tempo hábil, esclareço que a empresa gere o aeroporto do Recife desde o dia 03 de março de 2020, ou seja, há dois anos e meio.

A salvaguarda destes dois painéis é urgente, antes que se consume um irreversível processo de degradação, por agentes químicos, físicos e biológicos.

Em nossa opinião, recuperá-los e transplantá-los para o moderno aeroporto da capital, assim como foi feito com o mural “Pastoral” (1958) de Francisco Brennand, seria o mais condizente com a preservação desse patrimônio.

Assim agindo, a concessionária daria uma demonstração de respeito ao patrimônio artístico do estado de PE, onde alocou os seus investimentos, e, notadamente, à memória de Lula Cardoso Ayres, um dos maiores artistas modernistas pernambucanos.

Queremos crer que o compromisso assumido quando da assinatura do contrato de concessão não se resume à gestão comercial e à obtenção de lucros.

Um bom domingo a todos!
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prof. Leonardo Dantas Silva

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João Cabral de Melo Neto – por historia_em_retalhos.

Registro raro de João Cabral de Melo Neto, aos 16 anos (1936), tendo a Catedral da Sé, ao fundo, quando ainda ostentava as torres góticas.

Poeta, escritor e diplomata, João Cabral integrou a chamada terceira geração do modernismo brasileiro, ficando conhecido como o “poeta engenheiro”, pela maneira que escrevia com profundo rigor estético.

Redigia os seus versos como quem lapidava um diamante: talhando as arestas, pacientemente, buscando o formato perfeito.

Poucos alcançaram a sua plenitude e exatidão.

Na opinião do escritor moçambicano Mia Couto, o autor de “Morte e Vida Severina” e de “O cão sem plumas” foi o maior poeta da língua portuguesa.

Traduzidos para diversos idiomas, os seus escritos são reconhecidos no mundo inteiro, mas precisam ser melhor difundidos em solo nacional.

Está mais do que na hora de a juventude brasileira conhecer melhor a obra cabralina.

Agradeço ao amigo Alfredo Cabral de Melo, pela cessão da fotografia de seu acervo pessoal, pelo presente do livro biográfico e, principalmente, por ser um guardião fiel do inestimável legado literário de seu tio, cuja importância transcende os limites do estado de Pernambuco.

Por todos, Lenine: “sou Capibaribe num livro de João Cabral…”
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Sistema Único de Saúde – por historia_em_retalhos.

Em 19 de setembro de 1990, era regulamentado o Sistema Único de Saúde (SUS), criado pela Carta Cidadã de 1988.

Entre os países com mais de 200 milhões de habitantes, o Brasil é o único que possui um sistema de saúde pública universal totalmente financiado pelo Estado.

O SUS é um patrimônio do povo brasileiro.

Parabéns a todos que fazem esse sistema!

Na foto, painel de Abelardo da Hora, que retrata o SUS, no Hospital Miguel Arraes, região metropolitana do Recife.
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Os “crossnordicos” promoveram mais um vibrante espetáculo esportivo!!!

Por ocasião da participação do meu filho,  Gabriel,  na competição promovida pelo grupo dos “crossnordicos”, intitulada  Ragnarok (2022),  ocorrida ontem (18), aqui na Vitória,  tive a oportunidade acompanhar algumas provas finais. Vale salientar  que o evento “rolou” o dia todo.

Em ritmo frenético e com movimentos sincronizados as equipes, em várias categorias, disputaram –   segundo a segundo –   o maior número de repetições,   no sentido da melhor performance. 

A vibração e o empenho dos participantes, sem dúvida nenhuma,  é um espetáculo à parte.  Ao final, todos  sagraram-se vencedores,  sob a ótica do desafio aos próprios limites – físico e mental.

Dentre os participantes, encontrei o atualizado fisioterapeuta Felipe Stwart que aliás, na sua categoria, “foi coroado com o pódio”. Felipe é desses profissionais que bem encarnam o seu ofício, ou seja, além de competente profissional também   se configura num  atleta “na vida real”. Assim sendo o mesmo sempre  estará melhor  qualificado para interpretar as dores e os desejos dos seus pacientes.

Para concluir essas linhas, lembremos que para ser  um atleta e gozar de todos os  benefícios de tal  condição,  algo é indispensável: aquilo que  chamamos de disciplina! Parabéns aos promotores e participantes do referido evento.

O massacre da Granja São Bento – por historia_em_retalhos.

Te convido a conhecer esta história.

Trata-se de um dos episódios mais brutais do ciclo da ditadura militar brasileira e que teve como pivô uma das figuras mais abjetas daquele período: o cabo José Anselmo dos Santos.

Anselmo foi um agente duplo, que iniciou a sua atuação militando contrariamente ao regime.

Depois, porém, passou a servi-lo, como infiltrado, levando jovens militantes ao leito da morte.

Dias antes do golpe de 1964, Anselmo liderou um motim dos marinheiros, chegando a ser preso e expulso da corporação.

Em 1971, todavia, foi preso novamente e, a partir daí, decidiu tornar-se informante do Dops, comandado pelo delegado Sérgio Fleury, um dos expoentes da repressão.

Já com um plano arquitetado com o delegado, Anselmo foi ao Chile e conseguiu convencer Onofre Pinto, um dos líderes da Vanguarda Popular Revolucionária, a levar a organização para PE.

Onofre, mesmo advertido, acreditou nas intenções do cabo, que indicou as seis pessoas que iriam conduzir a VPR no estado.

Foi assim que José Manoel, Jarbas Marques, Eudaldo Gomes, Pauline Reichstul, Evaldo Luiz e Soledad Barret entraram no radar da morte.

Sedutor, persuasivo e com a estratégia já traçada, Anselmo iniciou um relacionamento com a poetisa Soledad Barret, indo com ela morar em Olinda.

Soledad passou a trabalhar como artesã, na loja Boutique Mafalda, no centro histórico da cidade, enquanto Anselmo convencia a VPR a adquirir um sítio em Abreu e Lima/PE, futuro local da emboscada.

Em 08.01.1973, a chacina aconteceu.

Os militantes foram pegos em locais distintos, torturados e executados em um casebre, nas imediações da Granja São Bento.

Foram 32 tiros (14 deles nas cabeças), a maioria, a queima-roupa.

Nos jornais, foi publicada a versão oficial de que teria havido um “tiroteio”.

Não houve tiroteio algum.

A cena do crime foi modificada, com armas plantadas para simular um confronto.

O que houve, em verdade, foi um massacre.

Este pode ser considerado um dos atos mais bárbaros e covardes de que se tem notícia no Brasil.

A quem interessar, recomendo “O Massacre da Granja São Bento”, de Luiz Felipe Campos.
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PITÚ é a cachaça tradicional da Loja de Bebibas de Pernambuco inaugurada no Recife Antigo

No coração do Recife já é possível encontrar todo o portfólio da cachaçaria, que vai da “branquinha” à premium Vitoriosa, assim como outros mais de 150 rótulos e tipos de bebidas 100% pernambucanas

Com 84 anos de história e muita tradição entre os consumidores de destilados de todo Brasil, e também do mundo, a PITÚ, cachaçaria genuinamente pernambucana, está entre os mais de 150 rótulos de bebidas que já podem ser encontradas na Loja de Bebidas de Pernambuco, inaugurada nesta quinta-feira (15/09) no interior do Armazém 11, no Marco Zero, que é o coração do Recife e um dos pontos turísticos mais movimentados da capital do Estado.

O novo equipamento gastronômico passa a integrar o complexo de atrativos já consagrados no bairro, ao lado do Centro de Artesanato de Pernambuco e da Loja de Moda Autoral, estimulando ainda mais a economia criativa já característica do polo com a comercialização de produtos de variados setores e, agora, de bebidas com produções 100% pernambucanas, além de ser mais um vetor de força produtiva e geração de renda no Estado.

A Associação Pernambucana dos Produtores de Aguardente de Cana e Rapadura (Apar) revela que o Estado é o segundo maior produtor e exportador de cachaça do País e a bebida está entre os quatros destilados mais consumidos no mundo. Em Pernambuco, estima-se que sejam gerados mais de 4 mil empregos diretos e indiretos durante o período de safra da cana-de-açúcar.

E, claro, a PITÚ contribui efetivamente com essa geração de postos de trabalho, sendo uma das maiores indústrias de aguardente do Brasil e a mais comercializada nas regiões Norte e Nordeste. A fábrica da cachaçaria pernambucana fica localizada no município de Vitória de Santo Antão, zona da mata do Estado, onde são produzidos, em média, 100 milhões de litros de cachaça por ano. Além disso, a Pitú se mantém entre as 20 marcas de bebidas destiladas mais produzidas no mundo.

No portfólio de bebidas da PITÚ está a tradicional “branquinha”, muito usada na confecção de drinks, a exemplo da famosa caipirinha. Além da Gold, Vitoriosa, Limão e Cola. Todos os produtos estão disponíveis para compra na nova Loja de Bebidas de Pernambuco, no Marco Zero do Recife.

Características dos produtos PITÚ

 Pitú “branquinha” – É uma aguardente de cana pura, transparente, de sabor marcante e teor alcoólico de 40% vol. É acondicionado em vários tipos de embalagens: garrafas retornáveis de 600 ml (caixas com 12 e grades com 24 unidades), garrafas de 965 ml (caixas com seis e grade com 12 unidades) e latas de alumínio com 350 ml, 473 ml, 710 ml (pacotes com 12 unidades).

Pitu Gold – 100% envelhecida em barris de carvalho, com teor alcoólico de 39% vol. e acondicionada em garrafas de 1L.

Pitu Vitoriosa – Envelhecida por cinco anos em barris de carvalho francês e refinada em barris de carvalho americano, onde ocorre o aprimoramento da qualidade sensorial e harmonização de cor e aromas. Teor alcoólico de 39% vol. e acondicionada em garrafas de 750ml.

Pitu Limão – Coquetel de aguardente de cana e limão. Com teor alcoólico de 30% vol., envasado em lata de alumínio com 350 ml, comercializado em pacotes plásticos com 12 unidades.

Pitu Cola – Mistura de aguardente de cana com refrigerante à base de cola, bebida gaseificada refrescante, com teor alcoólico de 5% vol. Acondicionamento em lata de alumínio de 350 ml em pacote com 12 unidades.

Eleições na Vitória: política com a arte da mentira!!!

Na qualidade de internauta seguidor do perfil “FATO VITÓRIA” ( Instagram ), hoje, através de uma das suas postagens, acompanhei à oportuna “cobrança” de um eleitor à atual prefeita da cidade de Ipojuca. Na ocasião, em um ato político externo (caminhada), o mesmo, em vídeo, cobrou da mesma uma promessa não cumprida. Recomendo, abaixo,  este vídeo:

https://www.instagram.com/reel/CigsA6BAYPk/?igshid=MDJmNzVkMjY%3D

Pois bem, no “mundo mágico” da política a mentira é uma ferramenta poderosa. De maneira geral ela se apresenta de duas formas:  “mentira coletiva” e “mentira individual”. Isto é:  a mentira coletiva é aquela alardeada nos palanques e sempre estão relacionadas às mudanças e melhorias para toda cidade.

Na nossa “aldeia” – Vitória de Santo Antão – já fomos impactados por muitas  “mentiras coletivas” que, de certa forma,  mudaram o rumo do pleito correspondente. Algumas delas:  “14 fábricas”, “a sulanca”, “o ônibus de 1ª andar” etc. Ao final do primeiro mandato do atual prefeito, Paulo Roberto, caso não sejam concretizadas suas promessas de campanha, essa lista aumentará bastante.

Como já falei,  há também a “mentira individual”. Essa é bastante traumática porque quase sempre gera um sentimento de impotência naquele que confiou. Lembremos também que na nossa cidade, numa eleição não muito distante e bastante acirrada, apareceram a tal “carteirinhas de emprego”– essa mentira, por assim dizer,  foi uma espécie de “inovação”, ou seja: “mentira documentada”.

Já a mentira emitida e pactuada de “político para político” podemos dizer que a mesma deverá ser minimizada.  Nessa atividade insalubre, muitas vezes, esses senhores se merecem e  completam ….

Voltando ao vídeo que desencadearam   essas linhas,  podemos dizer que,  hoje,   os tempos são outros. Eis que surgiram as redes sociais e o acesso, por parte do eleitorado de todas as faixas,  aos telefones  e  suas múltiplas funções. Situações como essa  – em que o eleitor desmascara o político “ao vivo” -, sem praticar violência e com devido respeito deverão, doravante, virar rotina. Os políticos, de maneira geral, temem bastante ser mostrados como realmente eles são e pensam fora dos  palcos  (ou picadeiro)  das campanhas eleitorais…..

Finalizo lembrando o velho clichê de Aristóteles : “cada povo tem o governo que merece”.