Livro “Cristais Fissurados” pelo poeta e escritor Stephem Beltrão

Sou suspeito em falar sobre o livro do Professor Pedro Ferrer, por ser seu amigo e admirador. Porém, tenho orgulho de ter comprado um exemplar do livro deste ilustre  conterrâneo, e minha esposa, também amiga e admiradora dele, comprou seu exemplar. Não vou me ater a falar sobre o livro porque até agora só o li uma vez. Após outras leituras arriscarei me arriscar a comentá-lo. Mas, adianto uma coisa, quer ler um livro curioso, criativo, inteligente,engraçado, histórico? Recomendo ler “Cristais Fissurados”!

Abraços a todos,

Stephem Beltrão

EDUCAÇÃO MUSICAL – A importância dos graus contidos na escala musical. (PARTE 4).

Para que possamos fixar o estudo dos graus (notas) na escala musical, e, desta forma, nos ajudar na construção das demais escalas existentes, vamos analisar cada grau e seus particulares nomes. A princípio todo trabalho está sendo realizado com a escala modelo de DÓ Maior ( C ), pois através dela, podemos trabalhar as demais existentes. O primeiro grau I ( C ) DÓ, é a Tônica, o segundo grau II ( D ), RÉ, é a Supertônica, o terceiro grau III ( E ) MI, é a Mediante, o quarto grau IV ( F ), FÁ, é a Subdominante, o quinto grau V ( G ) SOL, é a Dominante, o sexto grau VI ( A ) LÁ, é a Subdominante/Superdominante, o sétimo grau VII ( B ) SI, é a Sensível, pois conforme observamos o movimento seqüencial da escala em sua subida, o VII grau suplica ao I grau oitavado, um momento de repouso ao VIII grau, onde se transformará no I grau da segunda escala de DÓ Maior ( C ).

Todo este trabalho seqüencial colocando movimento ascendente na escala de DÓ Maior ( C ), tem uma finalidade benéfica, no que diz respeito, ao aprendizado da escala, fixação dos graus, a prática da pronúncia dos demais graus existentes, a execução destes graus com algum instrumento musical, a análise do estudo passo a passo de cada grau, adquirir a calma para o estudo dos graus, hábito para a partir de qualquer grau perceber o desejo de construir uma nova escala. Na escala de DÓ Maior ( C ), do I grau ao II, temos 1 tom, do II grau ao III, temos 1 tom, do III grau ao IV, temos meio tom, do IV grau ao V, temos 1 tom, do V grau ao VI, temos 1 tom, do VI grau ao VII, temos 1 tom, do VII grau ao VIII, temos meio tom, do VIII grau VII grau descendo a escala de DÓ Maior ( C ), temos meio tom, do VII grau ao VI, temos 1 tom, do VI grau ao V, temos 1 tom, do V grau ao IV, temos 1 tom, do IV grau ao III, temos meio tom, do III grau II, temos 1 tom, do II grau ao I, temos 1 tom. Ao observarmos esta fórmula matemática contida no estudo das escalas musicais, as portas do conhecimento começarão a abrir e, nos dará confiança e calma, para o amplo campo existente nesta pesquisa. Mesmo sabendo que, tudo é particular e individual de cada ser humano, no entanto, as orientações referentes as pesquisas, nos deixa livres para produção pedagógica, prática e intelectual de cada ser humano.

Bosco do Carmo

E-mail: bcarmo45.bcm@gmail.com

ACADEMIA OU ÂNSIA DE IMORTALIDADE? Escreveu: Ronaldo Sotero

 


As origens das academias remontam ao jardim de Academus, onde Platão dava aulas, na Antiguidade. Séculos se passaram até o surgimento da primeira academia na França, em 1634 , pelo cardeal Richelieu e oficializada por Luís 13. No Brasil, a Academia Brasileira de Letras foi fundada em 1896, no Rio de Janeiro, formada por 40 membros, com o objetivo de se dedicar “a cultura da língua é da literatura nacional “. Segundo Millôr Fernandes, a “Academia Brasileira de Letras se compõe de 39 membros e um morto rotativo “.

Em ” O que é literatura?”, Raul Castagnino destaca entre cinco funções da Literatura uma das mais importantes, “a ânsia de imortalidade”, desejo da maioria acadêmica.
Ignorando esses devaneios, cinco nomes de invulgar talento nas letras, recusaram a “IMORTALIDADE “, em não aceitarem fazer parte dos quadros da Academia Brasileira de Letras: Carlos Drummond de Andrade, Clarice Lispector, Graciliano Ramos, Mário Quintana e Paulo Leminski. Cada um desses consagrados autores estão acima de várias academias reunidas.

Ronaldo Sotero 

O nosso Tiro de Guerra, na manhã de ontem, recebeu a visita do General Okamura.

Em missão oficial, na manhã de ontem (04), o nosso Tiro de Guerra, localizado no Alto do Reservatório, recebeu a visita do General de Divisão Angelo Kawakami Okamura. O evento contou com a participação de membros dos Poderes Executivo e Legislativo local e representação da sociedade civil. Pelo Instituto Histórico os encarregados pela apresentação da  cidade e do Monte das Tabocas foram Cristiano Pilako e Pedro Ferrer, respectivamente. O encontro foi planejado e coordenado pelos atuais instrutores do Tiro de Guerra, Subtenente Edgley e Sargento Paiva.

O evento aconteceu em várias etapas: instrução militar, entrevistas, palestras, apresentação das instalações do quartel e perfil da tropa. De maneira sintética e objetiva o General Okamura realçou,  à tropa, o privilégio de pertencer ao Exército Brasileiro uma vez que, por motivos estruturais,  apenas uma pequena parcela dos alistados são engajados. Veja o vídeo.

Mostrando animação e humildade, qualidade inerente aos que lideram com firmeza, o General promoveu uma cena curiosa,  ao convidar os atiradores e ex-atirados presentes para, juntos com ele,  “pagar dez” – linguagem militar.  Veja o vídeo.

Em sala de aula, o General Okamura palestrou na direção dos jovens atiradores, dando-lhes orientações no sentido do aproveitamento do tempo e da juventude, na busca pelo aperfeiçoamento profissional e na atitude cidadã, evidentemente com fé em Deus e trabalhando sempre pela união familiar.

Na relação com o grupo da sociedade antonense,   que foi convidado para para recepciona-lo,  o General dialogou com toda boa vontade e abertura. Na ocasião o presidente do Instituto Histórico, professor Pedro Ferrer, ofertou-lhe duas lembranças da nossa terra. Um livro sobre a Batalha das Tabocas e uma garrafa da Cachaça Vitoriosa  –  produto top-   engarrafado pela Pitú.

 

Ao final,  um lanche foi servido aos convidados. Certamente, o General Okamura levou da nossa cidade as melhores impressões deixando,  também, escrito na história do município um momento ímpar, afinal não é todo que temos a honra de ter um militar  da mais alta patente, circulando em nossas terras.

Doutor Gamaliel da Costa Gomes – por Pedro Ferrer.

Gamaliel da Costa Gomes, antonense filho do comerciante Severino Gomes, mais conhecido como “Seu” Biu Nova Seita, em virtude de  pertencer à Igreja Evangélica Pentecostal. “Seu” Biu, membro ativo,  junto ao deputado federal Aurino Valois e do comerciante Dilermando da Cunha Lima ajudou a erigir o atual templo.

Gamaliel da Costa Gomes era diplomado em Direito tendo ocupado os cargos de Promotor e Procurador do Estado. Assíduo membro do Instituto Histórico e Geográfico da Vitória e do Círculo  dos Amigos da Vitória. Em vida foi casado com a sra. Palmira Cândido Carneiro, filha do industrial Joel Cândido Carneiro, um dos fundadores da Pitú com a qual teve quatro filhos: Severino, advogado do Engarrafamento Pitú, Cláudia, residente em New York, nos USA, Leonardo, gerente industrial do Engarrafamento Pitú e Davi,  industrial estabelecido no ramo de artefatos plásticos. Gamaliel faleceu, recentemente,  aos 93 anos na cidade do Recife. O sepultamento ocorreu no cemitério local, São Sebastião.

Pedro Ferrer – presidente do Instituto Histórico e Geográfico da Vitória

O mundo é uma ilha para o amigo Fernando Verçosa!!

Na qualidade de antonense viajado e conhecedor de um sem número de culturas pelos quatro cantos do mundo o amigo Fernando Verçosa acabou de retornar de mais uma viagem. Desta vez passou o mês de maio inteiro pelas bandas da Tailandia. O doutor, calmo por natureza e portador de uma capacidade extraordinária de entendimento do planeta,  é desses camaradas que fala todas as línguas e dialetos pela capacidade de   dialogar de maneira simples e fácil com todas as tribos. Abaixo, segue uma das suas dicas:

Museu Santuário da Verdade

É uma construção toda em madeira localizada na cidade de Pattaya,  na Tailândia,  é único no mundo por ser a maior estrutura toda feita  em madeira esculpida, seguindo técnica milenar de construção em madeira no estilo Tailandês. Nela,  não se usa pregos ou ferragens.

Tem 105 metros de altura e 100 metros de comprimento em cada lado.  A construção foi idealizada por Mr. Lek Viryaphand, iniciada no ano de 1994.  Falam também  que seu término está previsto para o ano de 2050. O Santuário é ricamente decorado com esculturas em madeira, desenhadas a partir de várias tradições artísticas,  baseadas em motivos religiosos Hindus, Budistas e mitologia da China, Tailandia, India e Camboja.

A principal ideia do Templo é mostrar que todas as religiões caminham para uma única verdade, além de provocar reflexões sobre modos de vida ancestral, responsabilidades do ser humano, cultivar pensamentos básicos, ciclo de vidas e relacionamento com o Universo.

Dicas de visitação: O ingresso custa 500 Bat (uns 60 Reais) para a visitação e em dois horários acontecem um show de dança nativa e demonstração de artes marciais com espada.  Como opcionais para compra, existem outras atividade:  passeio em elefante, em cavalo,  lancha rápida e quadriciclo. Há 1 restaurante e tendas com alimentos e loja de souvenir no local.

Fernando Verçosa. 

Clube de leitores com o educador Ricardo Vieira!!

Com mais de uma dezena de livros lançados o educador Ricardo Vieira foi o palestrante da noite no mais recente encontro promovido pelo Clube de Leitores da Vitória que tem na pessoa do amigo Ismael Feitosa o seu mais entusiasmado membro. O referido encontro correu na noite da sexta (31) na sede do Lions Clube da Vitória, localizada no bairro da Bela Vista.

O professor, poeta, escritor e palestrante Ricardo Vieira, diante de uma plateia atenta, realçou os motivos pelos quais  tornou-se um apaixonado pelo mundo das letras.  De maneira pedagógica e objetiva transformou sua fala num agradável bate-papo,  pontuado por imagens, música e citações. Parabéns aos promotores da festa literária!!

Enchente de 2005: há exatos 14 anos Vitória estava mergulhada no caos!!!

Para quem curtiu o dia de ontem, 02 de junho, e hoje saiu contente de casa para começar a semana debaixo de sol forte, céu azul e tempo firme, certamente, não se recordou da tragédia ocorrida justamente nesses dois dias (02,03 de junho 2005) na nossa cidade, exatamente há 14 anos. A enchente de junho de 2005 ficou catalogada na história do nosso município como um dos piores acontecimentos coletivo já registrado.

Apenas para termos uma ideia do caos, por assim dizer, outro fato similar, antes anotado como o pior  das últimas décadas, conhecido como “ a cheia de 75”, na qual Vitória foi terrivelmente atingida, registrou-se no mês de julho daquele ano (1975)  precipitações pluviométricas de 436mm. Em junho de 2005 o índice foi de 621,7mm. Apenas nos dias 02 e 03 de junho, nossa cidade foi “castigada” com 250mm, segundo dados oficiais.

Devido ao grande volume d’água boa parte da cidade ficou inundada de maneira rápida. Boa parte da periferia, sobretudo às áreas ribeirinhas, tiveram casas destruídas,  causando o maior número de desalojados e desabrigados da sua história. O setor produtivo também foi duramente atingido. O comércio do centro da cidade ficou totalmente paralisado com a fúria das águas. Lavouras destruídas e as agências bancárias com equipamentos submersos. Serviço de fornecimentos de água potável foi danificado e etc, além de pontes destruídas, tal qual à cabeceira da Ponte do Galucho.

Além da ocupação de vários espaços públicos (escolas) pelos desabrigados, uma rede de solidariedade foi criada em vários segmentos da sociedade – Igrejas, clubes de serviço, órgãos  governamentais, entidades classistas e etc, na tentativa de atenuar os efeitos da tragédia. Registremos, porém, que a cidade demorou   para entrar “nos trilhos” e voltar à “vida normal”.

Essas escassas linhas, evidentemente, não tem a pretensão de narrar fielmente o cotidiano da tragédia. Tem sim, o sentido pedagógico de “disparar o gatilho” da memória, fazendo com que as pessoas que vivenciaram os fatos citados relembrem os acontecimentos, assim como informar, mesmo que superficialmente, os mais jovens.

Para concluir deixou algumas perguntas no ar: o que aprendemos com os relembrados acontecimentos? Quais medidas foram tomadas no sentido da prevenção de novas tragédias?  Será que estamos trabalhando para evitar ou atenuar danos por chuvas fortes na nossa cidade?

“MAIO ANTONENSE”: agora, na pauta do Instituto Histórico!!

Na manhã do domingo (02), sob o comando do professor Pedro Ferrer,  aconteceu mais uma reunião ordinária do Instituto Histórico e Geográfico da Vitória. O encontro, entre outros, tem como objetivo avaliar ações da entidade e pautar novos projetos.

Na ocasião, na qualidade de sócio efetivo, apresentei  proposta – já divulgada aqui no blog – no sentido de que, doravante, o mês de maio, na circunscrição municipal,  seja promovido ao “MAIO ANTONENSE” – o mês azul e branco -,  visto que vários acontecimentos importantes para nossa cidade, coincidentemente,  ocorreram  justamente no mês de maio, mesmo que em anos diferentes.  – elevação de freguesia  à categoria de vila, autonomia Jurídica  e elevação de vila à categoria de cidade. A proposta foi aceita por todos ganhando também o entusiasmo de presidente que, em breve, agendará reunião específica para tratar da questão com mais profundidade.

Presídios: enquanto não sairmos desse estado de hipocrisia só aprofundaremos a crise..

A mais recente carnificina nacional deixou um rastro de sangue e pouco mais de meia centena de mortos. Boa parte da população, por motivos variados, vibra com a morte de condenados pela justiça, sobretudo quando já estão enjaulados nos presídios. Mas será mesmo que todas as pessoas que estão cumprindo suas respectivas penas merecem morrer como se animais fossem?

O tema da violência está no cotidiano do povo brasileiro. Ela atinge tanto o rico quanto o pobre. É bem verdade que o pobre, por motivo de sobrevivência, tem mais capacidade de adaptação, ou mesmo menos opções para escapar dela (violência urbana).

 Não existe mágica. Existe  sim, uma relação intima entre a “temperatura” interna nos cárceres com os negócios financeiros das facções  – mercado da droga – aqui fora, no “mundo aberto”.  Os governantes estaduais e federais correm desse tema como o diabo corre da cruz. Assunto indigesto,  sob todos os pontos de vista……

Já blasonamos o título de terceira maior população carcerária do planeta. Não existe espaço para avançarmos no controle social sem o sério enfrentamento dessa questão. Já passou da hora, enquanto estado, de colocarmos em discussão, de forma racional e madura, experiências internacionais no que se refere à regulamentação de alguns tipos de drogas, hoje, consideradas ilícitas.

O problema não é simples. Mexe com cultural, religião, poder, economia e etc. Mas de uma coisa não podemos fugir: temos que sair desse estado de hipocrisia. Esse, já está mais do que provado, não atenua muito menos resolve, pelo contrário:  aplica em nós,  senso coletivo,  o verniz da indiferença. Campo fértil para o aprofundamento da violência endêmica e sistêmica……..

“Vamos Dançar Forró” com Vivia Santos e Aldenisio Tavares!!!

“Vamos dançar Forró” é a música de trabalho da artista Vivi Santos,  para o São João 2019. Em recente apresentação na TV Nova Nordeste, programa “Tarde Legal”, a mesma realçou o  nome do compositor antonense Aldenisio Tavares, autor da referida canção. Com mais de 200 músicas gravadas,  o imortal Aldenisio, defensor do legado do Nestor de Holanda, na AVLAC, configura-se num dos compositores mais gravados da nossa região. Olhe ai………

Joãozinho, a professora, o sorriso fatal e o defunto campeão…….

Essa postagem não será entendida por todos.

Dias atrás,  um amigo – que é bastante conhecido na nossa cidade – revelou-me haver encontrado, próximo ao  supermercado em que ele foi comprar carne e cerveja para uma festa surpresa, ocorrida no último domingo (26),  uma professora aposentada –  que  chega a ser  ainda mais conhecida do que ele.

Pois bem, em tom sereno e enigmático, ao se aproximar dele,  disse ela: “Joãozinho (nome fictício), ao frequentar “tal” ambiente você está correndo um tremendo risco de morte!”

Surpreso e com uma preocupação natural, o Joãozinho, que nutre pela professora aposenta um acendrado respeito,  tanto no campo pessoal  quanto no profissional, franziu a testa e arregalou os olhos,  arrematando: “professora, não estou entendendo. Ali,  só frequenta gente de bem….o ambiente é bom…..Perdoe-me, mas que risco tão cabeludo é esse? Agora, fiquei curioso e até com medo…..”

Disse a professora, falando bem baixinho para que ninguém tomasse conhecimento daquelas revelações: “ é que tem um camarada naquela patota que é muito chato. Dizem que se ele abrir um largo sorriso na direção de uma pessoa o caboclo só tem mais  24 horas de vida”. Completou a professora: “ falam também que na sua passagem dessa para melhor,  ele  ganhará o título de defunto mais feio que já circulo por essas bandas”.

Um misto de surpresa e alívio tomou conta do Joãozinho. Se despediu da professora e saiu  do local dialogando sozinho, como se diz no popular: “falando com os  seus botões” e avaliando as palavras da comunicativa professora.

Depois do caso passado, de tanto rir, o Joãozinho ficou com uma dor na barriga pelo resto do dia. Por obra e graça do destino o caso, agora,  inverteu. O Joãozinho, de lá pra cá,  toda vez que olha para o dito cujo começa imaginar como ele poderá ficar no seu respectivo ataúde, na  caminhada derradeira ao São Sebastião – NESSA CIDADE!!!

DIREITOS HUMANOS REÚNEM-SE COM PROFESSORES.

Precisamente às 20:00h 26/05/2019, no auditório do Silogeu a Dra. Josineide Adriana, presidente executiva do Escritório Vitoriense dos Direitos Humanos, juntamente com o Dr. Valdomiro Cruz, Diretor Regional da Pastoral Carcerária da Igreja Católica, e o Sr. Wilson Brito Ouvidor dos D.H. fizeram uma explanação da Campanha Educativa sobre cidadania, para um seleto grupo de professores da rede municipal de ensino. A reunião foi o pontapé inicial da campanha educativa sobre cidadania e direitos dos idosos, nas escolas da rede municipal com alunos do ensino fundamental e médio.

Nas escolas haverá palestras, exibição de filmes específicos sobre direitos dos idosos e pessoas portadoras de  deficiência. Os alunos participarão de trabalhos escolares sobre o tema. Participarão da campanha educativa:

Escritório Vitoriense dos Direitos Humanos, Comissão Permanente da Cidadania, Secretaria Municipal da Educação, Secretaria Municipal de Defesa Social e Segurança Cidadã. Através das redes sociais, vários segmentos da sociedade vitoriense parabenizam essa parceria do Governo Municipal e Sociedade Civil Organizada.

Mudança de Entidade

Foi desativado nessa cidade, o escritório da Confederação Nacional das Entidades Privadas de Direitos Humanos e Investigações. Todos os diretores e voluntários da entidade recentemente desativada estão vinculados atualmente ao Escritório Vitoriense dos D.H.

Segundo a presidência da entidade, as credenciais perderam a validade esse ano, as novas credenciais serão expedidas no setor de Recursos Humanos, para os membros da entidade.

ASSESSORIA

História Viva: 5º Volume da História da Vitória – Escreveu: Ronaldo Sotero

Faltando um ano e meio para o final deste decênio, urge a necessidade de prosseguimento da série História de Vitória de Santo Antão.
Concebido originalmente pelo saudoso professor José Aragão, falecido aos 97 anos em 7/11/2004, a obra em três volumes, compreende os anos de 1626 a 1982, em um dos mais fecundos acervos documentais sobre o município, escrito de modo solitário pelo homem que presidiu durante 37 anos o Instituto Histórico e Geográfico de Vitória.
O 4o. volume , com 642 páginas, engloba o período de 1983 a 2010, com participações do jornalista João Álvares, Pedro Ferrer, Diva Holanda, de saudosa memória, e do professor da UFPE, Lucivanio Jatobá.
É imperativo o surgimento de novo grupo para preparação do quinto volume dessa publicação, inesgotável fonte de pesquisa sobre esse período da história vitoriense.
Nessa convocação, cujo requisito é o amor a Terra das Tabocas, cinco nomes de invulgar talento, a exemplo de Cristiano Pilako, com credenciais para comandar o Instituto Histórico em opportuno tempore , historiadora Cláudia Vicente, jornalista João Álvares, romancista Pedro Ferrer, cineasta Djalma Andrade, formam uma plêiade da intelectualidade vitoriense nesse exitoso projeto editorial.
Eis o desafio!

Ronaldo Sotero

Argentina: Bad Léo foi beber noutras fontes……

Conhecido no meio artístico como Bad Léo, o produtor cultural antonense Leonardo Edardna foi beber  noutras fontes. Em curta passagem pela Argentina, o mesmo foi se aperfeiçoar na chamada interpretação corporal,  em curso realizado no Teatro Coliseu.

Em Vitória, todos sabem do seu potencial. Disciplinado e responsável é também um profundo conhecedor da burocracia dos editais voltados à cultura. Parabéns para um dos mais ecléticos  e desenrolado artistas da nossa terra.

Pedro Tiago: confirmado mais um acesso internacional do Blog do Pilako.

De passagem pelo Brasil, o antonense Pedro Tiago veio recarregar suas baterias com fluído original. Residindo há mais de duas décadas nos EUA – Sacramento, Califórnia – ele  partiu da sua terra natal com 18 anos. Hoje, casado e pai de dois filhos, encontra-se totalmente adaptado e sintonizado com o jeito americano de viver.

Neto de “Seu” Ferrer e “Dona” Áurea, Pedro Tiago confidenciou-me: “quando viajo ao Brasil e não venho à Vitória de Santo Antão, ando pela praça e visito a casa da minha vó,  parece que não voltei ao meu País”. Pedro Tiago, na qualidade de internauta, é a prova viva daquilo que o sistema do nosso jornal eletrônico acusa: ACESSO INTERNACIONAL CONSTANTE!!!

CIDADE DA VITÓRIA ou CIDADE DE VITÓRIA? – Escreveu: Ronaldo Sotero

 


O mais usual em relação ao topônimo Vitória é não empregar o artigo.
Portanto, o correto é DE VITÓRIA. Osman Lins, o maior escritor vitoriense de todos tempos , escreveu na página 97, A cidade de Vitória, no livro *Imprevistos de Arribação, postumamente lançado, com reunião de seus artigos na imprensa pernambucana.
Cumpra-se a palavra do saudoso e Internacional autor!

Ronaldo Sotero. 

Com a candidatura de Túlio Gadelha à prefeitura do Recife, em Vitória, André Carvalho poderá ser o fato novo em 2020.

Para os políticos mais experientes “desenhar” uma campanha eleitoral não é uma tarefa das mais difíceis. Difícil é coloca-la (campanha), sem sobressaltos,  nos trilhos da maquete imaginada. Isso porque, também tem “ninjas” do outro lado,  puxando o “cabo de guerra” no sentido contrário. Certa vez disse Garrincha: “precisa combinar com os russos”

Pois bem, a grande imprensa da Capital, hoje (28),  deu grande cobertura à visita do experiente e preparado presidenciável Ciro Gomes ao Recife, ocorrida ontem (27). Na bagagem, além do pano de fundo (avaliação do Governo Bolsonaro ), o cearense, que é muito sabido, já trouxe algumas peças para colocar no seu xadrez político, visando 2022.

Com boa presença na nossa região (Nordeste) Ciro, ainda magoado com os caciques do PSB pernambucano, lançou a pré-candidatura do articulado deputado federal Túlio Gadelha à prefeitura do Recife (2020). Em rota de colisão dentro do próprio partido com os “Queiroz”, que se autoproclamam donos do PDT estadual, Túlio representa um novo jeito de fazer política, bem diferente dos “viciados” da Capital do Forró.

Antes de chegar no tema central dessas despretensiosas linhas, realcemos que desde a redemocratização –  o chamado pluripartidarismo –  que os dirigentes partidários se utilizam das siglas para fortalecer seus mine-feudos, sem a menor  preocupação da chamada vida orgânica  partidária, mesmos sendo essas siglas entes federativos.

Aparentemente a candidatura do jovem e também preparado Túlio Gadelha não tem nenhuma relação com nossa cidade – Vitória de Santo Antão -,  mas, nas entrelinhas, essa postulação poderá “apimentar” o pleito municipal na terra do Glorioso Santo Antão. Explico:

Com a chamada “fadiga de material” dos tradicionais grupos políticos locais – vermelho e amarelo com o verde de apêndice,  “lá e lô” – observa-se uma inquietação do eleitorado antonense no sentido de uma renovação de verdade. Não à toa, visualizado essa “brecha”,  vários atores políticos locais, antes ferrenhos defensores dos atuais lideres,  já estão “se mexendo” no sentido de ganhar musculatura eleitoral para se apresentarem, mas, até agora,  nenhum deles criou  um fato  novo consistente para turbinar suas hipotéticas candidaturas majoritárias.

No meu modesto entendimento, imagino que a pré-candidatura do Túlio Gadelha à prefeitura do Recife ganhando “corpo”, deverá a mesma provocar um movimento em toda Região Metropolitana e chegar à terra de João Cleofas de Oliveira como um fato novo para o “xadrez eleitoral” local, sem que os caciques daqui possam colocar o “dedo na ferida”. Ou seja: “aniquilar por cima”.

Com uma cadeira “quase garantida” na Casa Diogo de Braga, o jovem e articulado André Carvalho, que já mostrou ser bom de urna e parceiro de  primeira hora do Túlio, poderá ser o fato novo na eleição majoritária em Vitória de Santo Antão.

Com o apoio do seu partido (PDT) e  com o interesse pessoal de Ciro Gomes  nessa engrenagem, a candidatura à prefeitura do deputado federal Túlio Gadelha no Recife, queiram ou não queiram os juízes antonenses, poderá “mexer” no placar eleitoral da Republica da Cachaça. Quem viver verá..

 

RECIFE e NEW YORK – Ronaldo Sotero.

Um olhar nessas duas cidades, remete à imprescindível leitura da obra em destaque, em texto primoroso de Daniela Levy, mestre em História pela USP. Os judeus que deixaram Recife expulsos pelos portugueses, depois de uma epopeia chegaram a New York ajudando na formação da cidade. Esse fato ocorreu em 1654 com um grupo de 23 judeus. A capital do mundo, como é chamada Nova York , recebeu uma decisiva contribuição judaica para chegar ao progresso atual. O Brasil preferiu os portugueses…
DE RECIFE PARA MANHATTAN (os judeus na formação de Nova York
Editora Planeta – 242 págs.

Ronaldo Sotero

 

“Cristais Fissurados”: a loucura e a lucidez do mais eclético escritor da Vitória de Santo Antão!!

Após uma vida de observações e cinco anos de prazerosa dedicação, escrevendo o seu primeiro romance – Cristais Fissurados –,  o professor Pedro Ferrer, doravante, através do seu mais novo opúsculo pôde, finalmente,  “fuxicar” à comunidade literária antonense os seus mais secretos  pensamentos.

“Cristais Fissurados”, por assim dizer, é uma espécie de “autobiografia” não ratificada pelo autor. Pedro, bem ao seu estilo, “balança o coreto” dos mais variados fatos locais – religião, safadeza, política, história, cultura, educação e etc – se utilizado de personagens criados por ele, mas que tem o DNA de pessoas de verdade que coabitaram ou ainda se faz presente no seu “aquário”, que atende pelo nome de Vitória de Santo Antão.

Em noite concorrida o lançamento festivo da sua obra aconteceu na sexta (24) e teve como palco a “Casa do Imperador”. Entre tantos desafios e atrevimento, já protagonizados pelo autor, esse é mais um: lançar livro numa cidade do interior do Nordeste brasileiro que não tem uma livraria para expor e comercializar o seu “produto” e que simultaneamente amarga altíssimo índice  no chamado déficit de leitura.

Promover cultural na cidade da Vitória de Santo Antão no alvorecer do século XXI é  algo desafiador. Só para os “loucos” ou “amostrados”. Aliás, amostrados também foram os amigos, familiares e admiradores do professor que compareceram ao encontro de cunho eminentemente cultural para prestigia-lo – coisa de elite…… elite por fazer parte do grupo que gosta de ler.

Para quem tem um mínimo de interesse no entendimento  e conhecimento do  nosso torrão, recomendo “Cristais Fissurados”. Aperte o play e boa viagem ao mundo pretérito antonense ou mesmo para um lugar que só existiu na cabeça “desmiolada”  do filho de “Seu” Ferrer e “Dona” Áurea que quase foi padre, mas que preferiu seguir  entre minhocas da biologia para mais adiante eternizar-se na pena,  transformando-se  no mais eclético escritor da terra de Nestor de Holanda.

Parabéns Pedoca!! Pela obra que não tem data de validade!!!