Salve engano, no feriado de Corpus Christi a tradicional confecção dos tapetes de serragem realizados pelos católicos da nossa cidade, esse ano (2019), chegou à décima edição. Em algumas cidades do país a manifestação de fé é bem mais antiga.
Esse ano, além de todas as atividades vinculada à data, a Paróquia de Santo Antão também realizou, entre os dias 17 e 20 de junho, o 1º Tríduo Eucarístico – em preparação à solenidade de Corpus Christi e ao Congresso Eucarístico Nacional.
Segue, portanto, alguns registros fotográficos dos tapetes confeccionados no Pátio da Matriz.
Com relação ao conteúdo postado recentemente em nosso blog, realçando o estado físico e suas utilizações do Mercado Público da cidade de Gravatá, assim se posicionou a nossa amiga Roberta Urquiza:
“O Mercado Público de Vitória de Santo Antão é uma edificação histórica e bela, como sabemos o estado de conservação do referido imóvel é muito precária, somados a essa situação temos todo o entorno do mercado invadido por um comercio de barraqueiros que invadiu as vias públicas irregularmente. Sucessivas Gestões Públicas se sucedem sem haver o enfrentamento do problema….já está passando da hora da população se mobilizar e exigir das autoridades uma alternativa que livre o centro da cidade de tão degradante cenário. Vamos nos mobilizar…”
SOZINHO, MAS NÃO SÓ:
Reflexões hupomônicas chá da vida.
Reflexões que nos fazem compreender as situações da vida, nossas atitudes, nossos relacionamentos, nossos desafios e medos, e como podemos vencer tudo isso. Muito mais que um livro, uma viagem ao nosso interior, explorando as nossas capacidades de saber vencer diante das adversidades. Nesta obra você encontrará uma trilha que te ensinará o valor de saber ter resignação, a importância de saber ter perseverança, a paciência como uma arte fundamental nos momentos das adversidades. Um livro que convida o leitor a refletir sobre o valor de saber lutar contra os obstáculos da vida.
Autor: Hupomone Vilanova
Gênero: Livro de autoajuda
Ser um Hupomone
Significado do Termo: O termo grego traduzido por “perseverança” é hupomonē, que expressa a ideia de suportar ou permanecer firme sob circunstâncias difíceis. Poderia ser traduzido por “paciência” ou “esperança”. Na literatura grega, ele é atribuído a uma atitude de perseverança agressiva e desafiadora ao enfrentar dificuldades e infortúnios. Revela coragem, persistência e disposição diante do sofrimento. Essas ideias expressam bem o significado principal do termo hupo (“sob”) e menō (“permanecer”), ou seja, “permanecer sob” pressão, sem desistir.
Nota do autor.
Sozinho, mas não só – reflexões hupomônicas chá da vida. Dias atrás, ganhei um presente especial. Um livro. Um livro que vai muito além do que nele está escrito. Uma obra ampla que, verdadeiramente, conjuga teoria e prática. Reinventar-se, por assim dizer, é a coluna vertebral da mensagem final do opúsculo.
Imagino que aprender com os próprios erros seja o caminho mais seguro para avançarmos no sentido do auto-melhoramento, distanciando-nos, assim, cada vez mais, do ponto da inflexão original. Para os que conseguem dialogar consigo mesmo e subir nessa tortuosa escada, indiscutivelmente, a vida ganha outro significado.
“Mesmo que todos me abandonem, eu não me abandonarei”. Essa é a frase de um guerreiro de verdade, que primeiro conseguiu vencer todos os conflitos internos, mastigou-os, engoliu-os, digeriu-os e retirou deles a energia necessária para alimentar suas necessidades e continuar caminhando e melhorando, em todos os sentidos.
Do limão uma limonada. Da derrota à Vitória. Esse é o meu amigo Hupomone Vilanova.
Como já é tradição, a Pitú lançou três milhões de latinhas de 350 ml da sua cachaça branca com embalagem de São João em todas as regiões do País. O período festivo tem grande expressividade para a empresa, que espera um incremento nas vendas da aguardente.
A ilustração especial traz referências dos principais elementos juninos, como fogueira, balões e bandeirolas, com criação assinada pela agência Ampla Comunicação. Alexandre Ferrer, presidente da Pitú, explica que a ideia da criação de latinhas temáticas é estreitar a relação de afetividade entre a marca e os apreciadores da Pitú, sendo uma forma de registrar na memória momentos especiais e comemorativos.
A origem da Solenidade do Corpo e Sangue de Cristo remonta ao século XIII. O papa Urbano IV, na época o cônego Tiago Pantaleão de Troyes, arcediago do Cabido Diocesano de Liège, na Bélgica, recebeu o segredo da freira agostinianaJuliana de Mont Cornillon, que teve visões de Cristo demonstrando desejo de que o mistério da Eucaristia fosse celebrado com destaque. Por volta de 1264, em uma cidade próxima a Orvieto (onde o já então papa Urbano IV tinha sua corte), chamada Bolsena, ocorreu o Milagre de Bolsena,[2] em que um sacerdote celebrante da Santa Missa, no momento de partir a Sagrada Hóstia, teria visto sair dela sangue, que empapou o corporal (pano onde se apoiam o cálice e a patena durante a Missa). O papa determinou que os objetos milagrosos fossem trazidos para Orvieto em grande procissão em 19 de junho de 1264, sendo recebidos solenemente por Sua Santidade e levados para a Catedral de Santa Prisca. Esta foi a primeira procissão do Corporal Eucarístico de que se tem notícia. A festa de Corpus Christi foi oficialmente instituída por Urbano IV com a publicação da bula Transiturus em 8 de setembro de 1264, para ser celebrada na quinta-feira depois da oitava de Pentecostes.
Acompanhado de amigos, dias atrás, mais uma vez estive no Mercado Público da vizinha cidade de Gravatá. No intervalo da prosa, da boa música, do petisco e de algumas doses de água que passarinho não bebe circulei pelo entorno do referido equipamento público.
Antes, porém, devo lembrar que a circunscrição territorial que hoje chamamos de Gravatá foi parida pela então Vila de Santo Antão. À época, 1833, por decisão do governo provincial, perdemos as terras que vão de Gravatá até Bonito e, como forma de compensação, recebemos parcela das terras que pertencia ao Cabo, ou seja: incorporamos o então distrito de Escada. O tempo passou e tudo virou cidade independente. Dito isto, portando, quero dizer que, em boa medida, somos partes de um mesmo corpo, isto é: a comparação é pertinente.
Por mais que incomode, sobretudo aos mais velhos, somos obrigados a reconhecer que cidade de Gravatá, no que se refere à educação coletiva e civilidade, avançou muito mais que a protegida pelo Glorioso Santo Antão. Ficando apenas no quesito organização dos espaços na feira-livre, Vitória, em relação à Gravatá, é o mesmo que comparar a Suécia com a Venezuela.
Bancos padronizados, espaço para circulação, feirantes cadastrados e pagando seus respectivos valores com regularidade, mercados limpos e organizados, dignos de receber visitantes de qualquer parte do planeta para entender o verdadeiro DNA do Nordeste Brasileiro. A feira-livre da cidade de Gravatá, além de um agradável espaço de compras, é, também, um cartão postal dedicado ao turista.
Tanto no entorno quanto na parte interna dos referidos equipamentos públicos – Mercado Cultural – que foi construído em 1919, ou seja, depois do nosso (1913), existe organização, limpeza e ordem. Lá, tem programação festiva para o ano inteiro. A gastronomia é outra atração à parte. Além do bode, da tanajura e da tripa de porco o camarada ainda pode saborear rapadura e mel de engenho, sem esquecer de tomar umas lapadas de aguardente – expressões autênticas do Nordeste Brasileiro.
Pois bem, fico me perguntando: o quê Gravatá tem e nós não temos? Porque Gravatá pode e nós não podemos? De quem é a culpa? Será que somos tão mal educados assim que não conseguimos sequer manter um espaço público saudável?
Com relação ao estado físico do nosso Mercado de Farinha poderíamos, facilmente, apontar os culpados. Mas, hoje, irei fazer diferente, dizendo: imagino que se continuarmos elegendo os mesmos administradores para tomar conta dos destinos do nosso município, dificilmente teremos alguma modificação, tanto no conceito quanto na forma. Isso, já tá mais do que provado!!!
Em função da nossa recente postagem na coluna “O Tempo Voa”, realçando o tempo pretérito da nossa polis, dois bons antonenses, respectivamente, revistaram seus passados vivos, arquivados e bem preservados.
“RUA DUQUE DE CAXIAS, CIDADE DE VITÓRIA DE SANTO ANTÃO-PE Caminhei muitas vezes por essa rua comercial de Vitória. Nela vislumbrei carnavais monumentais. Tomei muita injeção de penicilina na Farmácia Brasil. Nesse espaço urbano pude ver a linda comemoração da Copa do Mundo de 1962, nos ombros de meu pai. Para mim era a rua mais importante do mundo. E Vitória era meu universo. A Rua Duque de Caxias, ali reside uma das fontes de minhas saudades dos tempos de criança.”
Lucivanio Jatoba
“Exatamente. Também tenho ótimas lembranças, especialmente a enxurrada próximo ao meio fio, as lutas de orquestra do Camelo e Leão, os carros de rolimãs nas calçadas. Brinquei muito na praça Duque de Caxias. Hoje , já na idade madura, tenho plena consciência do quanto estás experiências infantis são ou foram importantes para o ser adulto que somos”.
Na manhã do sábado (15), ao circular pelo Pátio da Matriz, encontrei um grupo de garotos e garotas uniformizados, sob o comando do amigo Cosme Filho – Bombeiro Civil e Educador Físico. Achei curioso e fiz um pequeno registro em vídeo.
Trata-se de uma projeto social – “+ Sucesso, Educação Profissional” – que tem, entre outros, engajar jovens com idades entre 7 e 16 anos. Na programação, que acontece sempre aos sábados manhã dos sábados (das 7:30h às 9:30h), a garotada recebe instruções básicas de ordem unida, primeiros socorros, prevenções de acidentes e etc. Constam também atividades lúdicas e visitas: zoológico e Quartel do Corpo de Bombeiros.
Segundo informações do amigo Cosme Filho, os pais pagam a importância de R$ 60,00 por mês. O projeto tem duração de um ano. Para maiores informações, procurar Eduardo pelo zap: 9.9800.2320.
Com a intenção de comemorar os cinquenta e cinco anos de vida do artista Severino Dionísio – trinta e cinco dedicado à arte da cantoria e do repente – aconteceu na tarde de ontem (16), no Clube Abanadores “O Leão” um encontro de violeiros. Amigos e parceiros da viola de várias cidades e até de outros estados marcaram presença para celebrar o acontecimento.
Disse o repentista: “ Pra fazer essa viagem, no mundo da cantoria, juntei só a poesia, o talento e coragem, botei tudo na bagagem, pisei firme e fui em frente, fiz do chão da aguardente, o meu ponto de partida, 55 de vida e 35 de repente”.
Na manhã do sábado (15) aconteceu mais uma “Missão Cultural” promovida pela “Corriola da Matriz”. Dessa vez, o destino escolhido foi o Mercado Cultural da vizinha cidade de Gravatá. Por lá, bandas de forró se revezaram no palco para deixar o público ainda mais animado. Nesse contexto, porém, outros vitorienses que por lá chegaram se integraram ao grupo por algum tempo.
Sem alarde, o atual vice-prefeito da Vitória de Santo Antão, Doutor Saulo Albuquerque, desde o inicio da semana, convidou todos os órgãos da imprensa local para um almoço nessa sexta (14), no qual faria um pronunciamento. A coletiva de imprensa, por assim dizer, ocorreu no Restaurante Maçã Verde, localizado no bairro do Livramento.
Atenderam ao convite do vice-prefeito praticamente todos os órgãos de imprensa da local – blogs, rádios, jornais, revista e Tvs. Bem ao seu estilo, de maneira calma e serena, o doutor deu início agradecendo à presença de todos e fazendo um breve relato da sua vida pública, desde a sua primeira disputa para uma vaga na Casa Diogo de Braga até os dias atuais. Na ocasião, o Doutor Saulo anunciou o seu rompimento político com o atual prefeito, Aglailson Junior, com quem somou, disputou e venceu a eleição majoritária em 2016.
“Não me arrependo de nada”, repetiu Doutor Saulo várias vezes, se referindo ao período em que esteve alinhado com o prefeito. “Estou tomando essa atitude por ter ficado cansado de tanto esperar um espaço e uma atenção maior por parte do prefeito, para comigo e com as pessoas que me acompanham”. Acrescentou também: “não virei inimigo pessoal do prefeito, apenas não faço mais parte do mesmo conjunto político”. Em outro momento, o doutor revelou que gostaria muito de ter contribuído mais com a administração para qual também foi eleito pelo voto do povo.
Sem ofensa ou acusações a quem quer que seja, Saulo não se furtou de responder as perguntas sobre o seu futuro político, em 2020: “tenho quatro caminhos a seguir. Deixar a política, ser candidato a vereança, vice-prefeito ou prefeito”. Para tanto, realçou que no momento estará fazendo uma avaliação com os mais próximos para reunir as condições necessárias para tomar uma posição, mas deixou claro que não é uma pessoal que costuma desistir dos seus sonhos e objetivos, citando como exemplo o seu ingresso na medicina, onde foi obrigado a fazer quatro tentativa no vestibular.
Reafirmou, por várias vezes, o seu bom relacionamento com todos os políticos da cidade. Em certo momento fez uma pergunta: “ qual é o grupo político na cidade que não quer Saulo?”. Disse também que na seara política, nunca teve padrinho e que sempre trilhou seus caminhos com suas próprias pernas: ” devo minha vida pública a Deus e ao povo”.
É bom que se diga que o Doutro Saulo já quebrou tabu na história política do nosso município. Nos últimos 50 anos, sem ser parente dos caciques dos três principais grupos políticos locais, foi o primeiro vereador que galgou, pelo voto direto, cargos políticos mais elevados. Também foi o primeiro vice-prefeito da Vitória de Santo Antão, desde a Nova República, a romper com o prefeito publicamente, sobretudo em formato de coletiva de imprensa – muitos reclamaram, mas nunca tiveram a coragem de romper!!
Na sua fala, Saulo também se mostrou saturado com o estilo de política que vem sendo praticada pelos tradicionais grupos políticos locais: “precisamos de uma nova política, mais diálogo e transparência na direção da sociedade”, reclamou. Concluiu sua fala dizendo que se conseguir reunir as condições básicas de entendimento com os novos atores da cena política local estará a disposição de colocar seu nome para o julgamento do eleitor vitoriense, relacionado à disputa para prefeito em 2020. Mas também não descartou à possibilidade de concorrer a um assento na Poder Legislativo antonense.
Para concluir essas linhas realçamos que esse posicionamento do atual vice-prefeito, Doutor Saulo, joga luz ao pleito que se avizinha. Saulo, assim como foi uma peça importante nas eleições passadas, sobretudo na composição da chapa do pleito de 2016, será um ator diferenciado, doravante, na arrumação do xadrez político local , uma vez que está “livre” para seguir um outro caminho diferente do prefeito, principalmente com essa nova legislação eleitoral que se faz necessário o reforço das siglas, na chamada vida orgânica dos partidos. Assim sendo, 2020 está apenas começando!!!
Sabendo da ampla abordagem referente as escalas musicais, e, seus graus (notas), há dois Modos que nos permite trabalhar tais escalas. No Modo Maior, temos a escala modelo de Dó Maior ( C ) e, no Modo Menor, a escala modelo de Lá menor (Am), onde esta escala de Lá menor é simplesmente, a relativa da escala de Dó Maior ( C ). Na formação da escala de Lá menor ( Am), temos duas formas de executá-las, por exemplo: Harmônica e Melódica. Ao formar a escala de Lá menor (Am) Harmônica, colocaríamos os graus (notas) na seguinte seqüência ascendente: primeiro grau I (A) LÁ, segundo grau II (B) SI, terceiro grau III ( C ) DÓ, quarto grau IV ( D ) RÉ, quinto grau V ( E ) MI, sexto grau VI (F ) FÁ, sétimo grau VII ( G#) SOL sustenido, oitavo grau VIII ( A ) LÁ oitavado. A distribuição dos tons e semitons está da seguinte forma: II ao III, V ao VI e do VII ao VIII graus (notas), temos semitons, do VI para o VII graus (notas), temos tom e meio, referente ao sustenido no grau ( G# ), formando uma 2ª aumentada. Na subida e na descida, o VII grau (nota) continua com a alteração. Na escala de LÁ menor (Am) Melódica, observamos que esta formação, tanto na subida quanto na descida, existe uma diferença. Por exemplo: primeiro grau I ( A ) LÁ, segundo grau II ( B ) SI, terceiro grau III ( C ) DÓ, quarto grau IV ( D ) RÉ, quinto grau V ( E ) MI, sexto grau VI ( F# ) FÁ sustenido, sétimo grau VII ( G# ) SOL sustenido, oitavo grau VIII ( A ) LÁ, sétimo grau VII descendo ( G ) SOL natural, no lugar do sustenido ( # ), utilizamos um bequadro, sexto grau VI ( F ) FÁ natural, no lugar do sustenido, utilizamos um bequadro, ( E ) MI, ( D ) RÉ, ( C ) DÓ, ( B ) SI, ( A ) LÁ. Onde os demais graus até o primeiro grau, permanecem naturais. Um detalhe onde não devemos esquecer, é justamente, quando estivermos descendo a escala pelo lado direito do Pentagrama, o sétimo grau VII ( G ) SOL, perderá o nome de Sensível, e, por causa da distância de ( 1 ) tom da Tônica. Esta Tônica, é justamente, o oitavo grau VIII ( A ) LÁ. A distribuição dos tons e semitons está da seguinte forma: II ao III e do VII ao VIII, temos os semitons, na subida da escala, do VI para o V e do III para o II grau (notas), na descida da escala, temos os semitons. Tanto na subida quanto na descida da escala, os outros intervalos são de ( 1 ) tom.
Não é preciso pressa para querer memorizar toda regra matemática existente nas formações das escalas musicais e, os detalhes contidos passo a passo em cada grau (notas), no entanto, devemos começar pelo campo de DÓ Maior, depois seus relativos, onde o tempo nos levará a perfeição nesta tão complexa abordagem musical.
O Dia dos Namorados também é uma ótima oportunidade de aprender para impressionar a pessoal amada, afinal, nem só de presentes se constrói uma relação duradoura. Essa comemoração, é bom que se diga, não ocorre em todos os países na mesma data. Em tempos de mundo globalizado, mensagens instantâneas e conferências “on-line” cuidado para a namorada virtual não ficar sabendo que você num sabe disso.
Pois bem, no Brasil a data comemoração – Dia dos Namorados – não é tão antiga assim. Foi o publicitário João Dória – pai do atual governador de São Paulo – que, em 1949 (há 70 anos), apresentou uma campanha comercial para empresários varejistas paulistas com a intenção de aquecer as vendas. O dia 12 de junho foi escolhido justamente por ser a véspera do dia de Santo Antônio – santo português com fama de casamenteiro. Daí para frente o movimento cresceu e ganhou o país. Slogan da campanha: “não é só com beijos que se prova o amor”.
Assim sendo, no dia de hoje – DIA DOS NAMORADOS – acrescente essa informação ao seu amor e marque – de uma vez por todas – esse dia dos namorados. Tenho a impressão que a esmagadora maioria dos casais não sabia da origem desse dia tão interessante para o comércio e também, evidentemente, para os casais apaixonados.
Após uma sequencia de encontros semanais, há quase um ano, um grupo de mais de cem jovens estão recebendo o Sacramento da Confirmação. Realizado pela Paróquia da Matriz de Santo Antão em dois dias, ontem (11) e hoje (12), a Crisma, segundo a doutrina católica, e a confirmação do batismo. Na qualidade de crismando encontra-se o meu filho Gabriel. Nesse sentido, aproveito para agradecer aos catequistas que se empenharam e cumpriram mais essa tarefa evangelizadora.
Em virtude da nossa recente publicação na coluna “O Tempo Voa”, recebemos da amiga internauta, Roberta Urquiza, uma contribuição no sentido “rechear” o espaço com mais informação. Segue, abaixo, novas informações:
“Boa noite!!! É lá bem no final da foto, do lado esquerdo, o Major Expedito Urquiza Tenório, meu pai. Esses registros fotográficos são importantes e trazem de imediato na mente e no CORAÇÃO uma nostalgia e uma saudade daquela Vitória de Santo Antão outrora, de um tempo que foi mágico…e que foi uma verdadeira poesia.👏👏👏”
Na manhã de ontem (09) aconteceu mais uma reunião ordinária da AVLAC – Academia Vitoriense de Letras, Artes e Ciência. Na pauta, entre outros assuntos, foi discutido o edital que tem por objetivo à ocupação das cadeiras (Patronos) vagas: 01 – Aloísio de Melo Xavier, 04 – Antão Bibiano Silva, 14 – José Bonifácio Holanda Cavalcanti e 23 – Manoel Dilson Lira da Silva.
Na qualidade de visitante o educador, poeta e escritor, Ricardo Vieira, em momento oportuno, usou a tribuna para realçar um pouco das suas obras. O encentro cultural aconteceu na sede da instituição, localizada no histórico prédio do Sobradinho – Matriz.
O mês de junho é consagrado aos festejos juninos. Nós, na qualidade de nordestinos, não podemos deixar essa tradição ruir, afinal, em se tratando de Brasil, esse patrimônio é todo nosso. Por falar em manter tradição, hoje, em primeira mão, anunciamos a data da 4ª festa da Saudade evento que, entre outros, tem como objetivo reviver as grandes festas e os grandes bailes dançantes ocorridos na nossa cidade.
Assim sendo a 4ª Festa da Saudade acontecerá no dia 24 de agosto e terá como palco festivo o Clube Abanadores “O Leão”. No mesmo formato das edições anteriores, esse ano, o encontro dançante terá duas atrações musicais. Abrindo a noite, tocará a Banda Made In Recife – repertório eclético dos anos 80 (1980).
Na qualidade de principal atração da noite, mais uma vez, a Orquestra Super Oara e entusiasmado Elaque Amaral colocarão todos pra dançar, durante a noite toda!!!
Portanto, reserve a data: 24 DE AGOSTO A NOITE É TODA SUA!! É A FESTA DA SAUDADE COM A ORQUESTRA SUPER OARA!!!! Veja o vídeo da evento, ocorrido no ano passado…
O Instituto Histórico e Geográfico da Vitória de Santo Antão teve a honra de receber em suas dependências o Eminentíssimo Metropolita Inácio, Bispo da igreja ortodoxa-russa, para Argentina, Brasil e América do Sul. O ilustre prelado russo reside atualmente em Buenos Aires.
Antes de narrarmos a visita, derivo um pouco para a vida e importância do Metropolita Inácio, que nasceu em Irkutsk em 1956. Seu nome de registro é Sergei Gennadievitch Pologrudov. Graduou-se em Física pela Universidade Russa de sua cidade natal. No exército chegou a primeiro-tenente. Ao deixar a vida militar passou a trabalhar como engenheiro no centro de computação do Instituto de energia Siberiano Oriental.
Mas, falemos do religioso. Deixemos sua vida laical, secular. Recebeu o batismo aos 32 anos, em 1988. Dois anos depois tornou-se noviço e logo em seguida diácono. Recebeu a tonsura monástica em abril de 1992, adotando o nome de Santo Inácio. Em maio do mesmo ano foi ordenado sacerdote. Seis anos depois vamos encontrá-lo arcebispo em Petropavlovsk. Em 2011 foi elevado a METROPOLITA. No ano de 2016 foi indicado bispo para América do Sul.
Conhecedores da vida mística do nosso visitante, vamos à visita ao museu. O Metropolita Inácio veio acompanhado de três sacerdotes. Uma comissão de recepção o aguardava na entrada do Instituto. Feitas as apresentações, o presidente, professor Pedro Ferrer, deu as boas-vindas aos ilustres religiosos.
Durante a visita um dos sacerdotes, conhecedor do russo, atuou como intérprete. Chamou-lhe a atenção nosso museu sacro. Interessou-se pela hecatombe e pela vitrine dos ex-votos, da qual tirou fotos. Na sala de imprensa mirou demoradamente nosso antigo prelo (1880) e nossa coleção de máquinas datilográficas. No setor dos engenhos foi lhe explicado a técnica de obtenção de açúcar a partir do caldo de cana. No setor antropológico, ele se deteve mais detalhadamente nos artefatos de barro (quartinhas, potes, chaleiras, panelas e bonecos). No setor do carnaval, criado recentemente, ele se deliciou. Fez questão de tirar fotos ao lado do monge, do Galo do Cajá, da Girafa, especialmente do Camelo.
E qual o principal objetivo desta visita?
Sabendo da sua vinda a Pernambuco em missão pastoral, o dr. Manoel Carlos entrou em contato com a paróquia ortodoxa-russa do Recife e formulou um convite para o Metropolita Inácio vir conhecer nossa querida cidade.
Sua visita foi encerrada com uma singela cerimônia religiosa: benção de um ícone representando a SANTÍSSIMA TRINDADE.
O ícone de origem russa foi um presente da igreja ortodoxa russa para nosso Instituto. O presidente do Instituto e o dr. Manoel Carlos, em pé, diante do Metropolita sustentavam os ícones. Em eslavo, acompanhado pelos sacerdotes, ele abençoou os ícones. Encerrada a benção ele dependurou o quadro na parede, não sem antes recomendar, que deveríamos diariamente fazer preces diante do ícone pedindo a proteção do Deus todo poderoso e que o Instituto estaria, mais que nunca, a partir daquele instante sob a proteção divina.
Afinal, foi uma visita ardorosa e comovente, deixando-nos, Sua Eminência, uma excelente impressão, demonstrando grande interesse pelo nosso acervo. Na despedida fez um rápido comentário, decorrente de uma observação feita pelo professor Pedro Ferrer ao falar dos riquíssimos museus da cidade de São Petersburgo na Rússia, afirmando que São Petersburgo era sim, riquíssima em museus, mas o nosso era ótimo e bem diferente do que por lá se encontra.
Portanto, eis aí, caros internautas, um espaço privado da nossa cidade que tem na sua gênese representar o conjunto da nossa coletividade, preservando a história e educando as novas gerações.
Dileto amigo Cristiano Pilako tivemos o prazer receber em nossa residência uma comissão da Igreja Ortodoxa Russa. De forma gentil o senhor Bispo Metropolita Inacius junto aos padres Mateus (Recife), Francisco (Brasília), Anatole (Rio Grande do Sul) visitaram e vieram a um almoço na residência de nossa matriarca Dona Edite.
Sentimo-nos abençoados com a visita dos mesmos, onde nos foram presenteados vários Santos ícones – um deles de São Jorge -, e cremos que serão, para todos nós, sinais de bênçãos dos Céus!
A vinda do metropolita Russo é histórica para nossa Cidade, pois nunca um bispo da igreja Ortodoxa Russa esteve na nossa Urbi. Um dos ícones, inclusive, foi benzido no idioma eslavo religioso antigo, idioma multi secular.
Em tudo para nossa família foi prazeroso receber homens de fé, e que buscam amar Jesus Cristo com toda dedicação! Meu irmão o professor Marcos Paulo presenteou o senhor Bispo Inatius com um livro de sua lavra.