Blog do Pilako: MAIS DE SEIS MILHÕES DE ACESSOS.

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Com pouco mais de três anos  e meio no ar, nosso Jornal Eletrônico, intitulado Blog do Pilako, ultrapassou, recentemente, OS SEIS MILHÕES DE ACESSOS. Acredito, sob qualquer ponto de vista, SER UMA MARCA IMPORTANTE.

Não poderia, portanto, acrescentar nestas linhas nenhum outro sentimento a mais que não o tenha já colocado, por ocasião das conquistas do primeiro, segundo, terceiro, quarto e quinto milhão. Neste contexto, todas estas marcas alcançadas, cada qual no seu tempo, foram igualmente festejadas.

Todos os dias, por mais subliminares que sejam, encontro milhares de motivos para continuar desenvolvendo matérias para o blog, assim como, também encontro, e estas por motivos mais óbvios, inúmeras vontades para não mais mantê-lo atualizado, é uma espécie de balancete diário, créditos e débitos, cujo o saldo, desde o primeiro momento, encontra-se sempre grafado no campo reservado ao positivo.

Expurgando-se todas as vontades  pessoas, acho que o blog do Pilako introduziu na cidade uma nova forma de se falar das coisas DAQUI. Exageros à parte, abrimos um diálogo maduro, adulto, e ao mesmo tempo descontraído com os nossos munícipes, para retratar, na medida do possível, o cotidiano da nossa cidade.

Na “nossa” mídia, quem assim desejar, com equilíbrio e responsabilidade, tem a oportunidade de se expressar, estamos escrevendo, sobre nosso torrão, histórias nunca antes catalogadas e pautadas como importantes, de maneira, que só a ação imperiosa do Senhor Tempo, tenho certeza, testemunhará orgulhoso em favor do que digo hoje.

Fico feliz por ter atinado, antes dos demais, para a oportunidade de observar por cima do “muro” do senso comum,  como alguém, certa vez um dia falou: “existe um mundo bem maior além daquilo que enxergamos”. O sucesso das grandes ideias nem sempre devem ser apenas atribuídas aos que primeiro as pôs em prática, mas sim, aos que também  tiveram a sensibilidade de absorver e corroborar como se suas, também fossem.

Poderia, então, sobre este tema – Blog do Pilako – escrever sem parar até a chegada do sétimo milhão, mas, o mais importante, não é o conteúdo que hora escrevo sobre os MAIS DE SEIS MILHÕES DE ACESSOS no nosso jornal eletrônico alcançados neste momento, e sim, a confirmação de carinho e incentivo que os internautas nos concede, através do seu acesso diários que confere à clara certeza, porém, que estamos na direção e no caminho certo, até porque, o blog do Pilako foi, e ao mesmo tempo é, uma marca construída na nossa pólis com idealismo e determinação, e porque não dizer: COM SANGUE SUOR E LÁGRIMAS.

Portanto, muito obrigado, mais uma vez, a todos que, direta ou indiretamente, contribuíram  e que continuarão a contribuir para que este trabalho pioneiro permaneça avançando.

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Vitória de Santo Antão: cenas do século 18

Na tarde do sábado (25) nossas lentes registraram, mais uma vez, em um beco ligado a Rua Primitivo de Miranda, no Centro Comercial, um porco se alimentando de lixo e promovendo a maior sujeira.

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Tanto o prefeito Elias Lira, quanto sua sobrinha, secretaria municipal de saúde Veraluci Lira, são insensíveis à esta questão. Não podemos aceitar calados que nossa cidade, Vitória de Santo Antão, em pleno século 21 promova cenas onde seres humanos dividam espaço nas vias públicas com porcos.

O que será que pensa a MÉDICA Velalucí Lira sobre esta questão?  Será que  ela diz aos seus  colegas médicos que na cidade onde a mesma comanda a pasta da saúde os porcos são criados no meio da população? Bem, independente de qualquer coisa, o fato é que  nesta questão, nossa cidade, Vitória de Santo Antão, ainda está apresentando ao mundo  cenas do século 18.

Sendo assim, mesmo a contragosto, serei obrigado a abrir a “Jaula do Elias” e zerar nosso contador.

Reforma Política: parece que a OAB estava acreditando no “conto do vigário”

Dias atrás, através da imprensa,  tomei conhecimento que a presidente Dilma Rousseff sancionou a lei orçamentária para o ano de 2015, preservando a verba destinada ao Fundo Partidário, que foi triplicada (R$ 289,5 milhões para R$ 867,5 milhões).

Muito bem, postei uma matéria aqui no blog há mais ou menos um mês que, por ocasião do 3º Encontro Estadual dos Blogueiros, ocorrido na cidade de Olinda, mediei um painel de debate no evento cujo tema foi: “A Reforma Política Como Passo às Mudanças Estruturais”.

Dividindo a mesa dos trabalhos comigo, pude contar com o representante do deputado estadual Ricardo Costa, Dr Napoleão, e com os advogados Jairo Medeiros e Silvio Pessoa, este último,  Secretário Geral da OAB/PE.

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Pois bem, mesmo como mediador, acabei quebrando o protocolo e fiz minha indagação: Perguntei a respeito de uma questão “subterrânea” da reforma, ou seja, qual a proposta da Ordem dos Advogados do Brasil no que diz repeito à distribuição do fundo partidário e sua relação com a obrigatoriedade do voto, até porque, se o voto é um direito do eleitor porque é, então, que ele (o eleitor) não poder abrir mão deste direito e não comparecer à urna no dia da eleição?

Gostaria de dizer, então que naquela ocasião, fiquei desapontado com a resposta do Dr Silvio Pessoa. Com relação à questão que perguntei, que na minha opinião é um dos pontos nevrálgico da esquizofrenia do nosso sistema político/partidário/eleitoral, ele respondeu, simplesmente, que nesta questão a OAB  não havia proposto alteração alguma.

Irei postar, abaixo,  o que  disse, ontem (23),  a OAB (Ordem dos Advogados do Brasil) sobre a questão que perguntei no debate há um mês atrás:

“A OAB entende que, em um momento delicado no qual faltam recursos para investir em saúde, segurança e educação, é no mínimo estranho que sobrem verbas para triplicar a receita dos partidos. Mais uma vez, os representantes do Legislativo e do Executivo agem na contramão dos anseios da sociedade”.

“Parece existir uma surdez generalizada com as vozes das ruas. No entanto, a Ordem tem absoluta convicção da necessidade de fortalecimento dos partidos políticos, mas ao mesmo tempo entende que isso não ocorrerá com o aumento do Fundo Partidário e a manutenção do investimento empresarial de campanhas”

Bem, neste caso, entendo que a OAB parece ter acordado para o ponto nevrálgico da esquizofrenia do sistema. Como apenas sou um curioso neste  assunto, continuo achando que não existirá reforma de verdade se não houver “mexida” no FUNDO PARTIDÁRIO e na  obrigatoriedade do VOTO. Porque será que ninguém quer mexer nestes pontos?

Atenção Vitória ! Atenção Vitorienses: a gestão do Governo de Todos não tem VERGONHA NA CARA.

Na movimentada Rua Dr José Rufino Bezerra, no bairro Cajá, O BICHO PEGOU. Uma família de porcos, por volta das 19h da segunda (20), literalmente, parou o trânsito.

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Não custa nada relembrar aos internautas que a gestão do Governo de Todos, com toda sua autoridade, no início de 2013, comprometeu-se publicamente em solucionar o problema dos animais soltos nas ruas. Eis a nota:

Atenção vitória! Atenção vitorienses. 

A Prefeitura da Vitória de Santo Antão comunica aos criadores de animais que, a partir do dia 01 de fevereiro, a Secretaria Municipal de Serviços Públicos adotará todas as medidas cabíveis para apreensão de animais que estiverem soltos nas ruas, avenidas e praças da cidade.

A prefeitura comunica também aos comerciantes ambulantes, que deverão retirar suas barracas, carros de mão, painéis e cavaletes que se encontram nas calçadas da Avenida Mariana Amália e demais áreas do centro da cidade, obstruindo a passagem de pedestres e contrariando o que dispõe os artigos 85 e 86 do Código de Postura do Município, que garantem a ordem, a segurança, o livre trânsito e bem estar dos transeuntes.

As medidas serão tomadas a partir de 01 de fevereiro deste ano, decorrente da necessidade de ordenamento das vias urbanas, em especial pela preservação das condições de higiene e saúde pública, atendendo apelos da população e autoridades constituídas.

A Prefeitura da Vitória agradece, desde já, pela atenção, colaboração e compreensão de todos os ambulantes e criadores de animais.

Evite constrangimento. Mantenha sua cidade limpa.

Prefeitura da Vitória de Santo Antão

 

Portanto, mesmo a contragosto, serei obrigado a abrir a “jaula do Elias” e zerar nosso contador dos bichos.

Elias Lira: um animal que convive bem com outros animais.

Mesmo sendo quatro anos depois, mesmo sendo em praça de bairros diferentes, a cena é a mesma, ou seja, burros “aparando” grama. Acho até, que a família de burro é a mesma. Este flagrante,  mais recente,  ocorreu na noite da sexta (17), na Matriz.

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Abaixo, replico matéria postada no nosso blog no dia 27 de junho de 2011, com o seguinte título: Domingo na Praça:

Na praça conhecida como Praça do Jacaré, nossas lentes flagraram neste último domingo (26/06/2011), uma cena um tanto curiosa, não sabemos se os animais estavam apenas passeando pela praça ou se estavam trabalhando. Se passeando, assim como vemos constantemente cavalos, porcas e porquinhos pelas  ruas centrais da nossa cidade, isso é preocupante,  pois além de ser um péssimo exemplo de gestão pública, traz riscos para motoristas e motoqueiros, além  de transtornos para as donas de casa, que colocam os sacos de lixos nas calçadas e de maneira “natural” os animais fazem a maior sujeira deixando a maior imundice e aumentando o risco para as crianças de contrariarem doenças. Mas, se o “Governo de Todos”, de maneira inovadora,  está usando os “burricos” para o trabalho de cortar a grama, devemos sim, dá os “parabéns”, por que  isso seria uma ideia copiada rapidamente pelos países da Europa, por se tratar de uma nova fórmula  E.E.E.E.E (Empreendimento de Equinos Ecologicamente Eficientes e Econômicos).

Portanto, mesmo a contragosto, serei obrigado a abrir a “jaula do Elias” e zerar nosso contador dos bichos.

Mais uma família de porcos.

Na nossa cidade, quer seja noite ou dia, os porcos estão nas ruas. Na noite da sexta, por exemplo, nossas lentes flagraram na Rua José Rufino Bezerra uma família de porcos se alimentando de lixo e promovendo a maior sujeira.

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Certamente, para o prefeito da Vitória, Elias Lira, assim como, para a sua sobrinha, secretaria municipal de saúde, Veraluci Lira, bichos perambulando pelas vias públicas deve ser uma “COISA LINDA” para a imagem da cidade.

Portanto, mesmo a contragosto serei obrigado a abrir a “Jaula do Elias” e zerar nosso contador.

“MAIS TRABALHO? PRA QUEM? ” – questiona internauta João Fernando

mais

Desde novembro de 2014 que eu e minha filha nos deslocamos quase que semanalmente para a AGENCIA DO MAIS TRABALHO, LOCALIZADA NA SUBIDA DAS LOJAS AMERICANAS (QUASE PERTO DO SINAL), com a vontade de inscrever mina filha em um dos CURSOS OFERECIDO PELO PRONATEC – VITÓRIA. O interessante é que sempre recebemos a informação que não tem cursos disponíveis e que não sabem quando irá ter. No local as portas sequer são abertas, sempre com a recepção vazia. É PRECISO MUITA PACIENCIA PARA QUE VENHA SER ATENDIDO POR UMA SENHORA, que não sabe dar qualquer tipo de informação. ORA DIZ QUE O GOVERNO NÃO MANDOU CURSO OUTRA ORA DIZ QUE ALI NAO TA FUNCIONANDO, ORA DIZ QUE NAO TEM NINGUÉM PRA DAR INFORMAÇÃO. Daí ficam as perguntas: SE NÃO TEM CURSO, PRA QUER MANTER O LOCAL ABERTO? COMO COLOCA PESSOAS QUE NÃO SABEM DAR INFORMAÇAÕ? POR QUE NO ANEXO DO LOTEAMENTO SÃO SEVERINO TEM CURSO PRONATEC E NESSE ANEXO NÃO TEM? POR QUE ESSE LOCAL VIVE COM AS PORTAS FECHADAS AO PÚBLICO? SE É ESPAÇO PÚBLICO POR QUE NÃO SOMOS ATENDIDOS DENTRO DA UNIDADE? O LOCAL TEM CHEFE? POR QUE A PESSOA QUE FICA NA FRNTE NÃO SABE DAR INFORMAÇÃO? SO SEI QUE ESTAMOS DESDE NOVEMBRO DE 2014 ATRAS DE CURSO E SEMPRE ENCONTRAMOS O LOCAL FECHADO. PILAKO PASSA LÁ QUE VOCE VE. COM DISSE É NA SUBIDA DA AMERICANAS (QUASE PERTO DO SINAL) UMA CASA QUE TEM UMA PLACA NA FRENTE: MAIS TRABALHO, AÍ FICA A PERGUNTA: MAIS TRABALHO PRA QUEM?

João Fernando

Internauta J.S. Machado comenta em coluna

Comentário postado na matéria “Redução da maioridade penal? Eu sou contra.“.

Os que são contra a redução usam alguns argumentos que são, no mínimo, ridículos. Só prá citar alguns: 1) “Não vai reduzir a violência”. Minha opinião: Então teríamos que extinguir a polícia e revogar o ECA, pois estes também não conseguem reduzir a violência. 2) “Educar é melhor e mais eficiente do que punir”. Minha opinião: A punição faz parte do processo de educação, enquanto que a impunidade e sua sensação são catalisadores da criminalidade. 3) “Reduzir a maioridade penal isenta o estado do compromisso com a juventude”. Minha opinião: Na prática o Estado já é omisso neste quesito, portanto, vai ficar na mesma. 4) “O sistema prisional brasileiro não suporta mais pessoas”. Minha opinião: As “FEBEM’s também não suportam mais tantos menores infratores. 5) “Reduzir a maioridade penal não afasta crianças e adolescentes do crime”. Minha opinião: O ECA também não consegue afastar. Além disso, eu gostaria de acrescentar um detalhe: Pergunta prá algum traficante brasileiro se ele toparia entrar na Indonésia com droga em troca de uma boa grana. Exemplo também tem o poder de educar e evitar atos iníquos, enquanto que o sentimento de impunidade faz exatamente o contrário.

J.S. Machado

Sete anos depois………. A BAGUNÇA CONTINUA.

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Ao subir nos palanques em praça pública, Elias Lira, MENTIU para a população ao prometer que, caso ganhasse a eleição, promoveria uma “cidade bem administrada”. Aliás, mentir para os eleitores não é só uma “prerrogativa” do atual prefeito. José Aglailson, quando candidato majoritário nas eleições municipais de 2000, entre outras mentiras, bradou nos quatro cantos da cidade que não colocaria parente para trabalhar na prefeitura. Depois de ficar com o “chicote na mão”, colocou filho, filha, cunhada, sobrinho, sobrinha, prima … papagaio, periquito e etc…

Pois bem, na tarde de ontem (16) e na manhã de hoje (17), nossas lentes registraram, em pontos diferente da cidade fios ligado aos postes da CELPE de maneira que coloca em risco a vida dos transeuntes.

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Em uma das ruas que faz ligação com a movimentada Rua José Rufino Bezerra, no bairro do Cajá, um “rolo” de fio continua “repousando”, há vários dias numa altura não recomendável.

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No cruzamento da Rua João Moura com Avenida Silva Jardim, fios estão soltos pela calçada. Vale salientar,  que nesta calçada, além das pessoas em geral, tem fluxo intenso de crianças que frequenta uma escola de inglês.

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Já na Rua Melo Verçosa, local de intenso fluxo de carros e alunos do Colégio Nossa Senhora da Graça, tem um fio pendurado entre a calçada e a rua. É possível que alguém diga: “Pilako estes fios estão desligados, ou seja, estão sem corrente”. Sim, mas quem  é que pode adivinhar que uma “peste” dessa não pode dá uma descarga elétrica em alguém? Afinal, eles continuam ligados nos postes e fazendo contato com tantos outros fios. Quem vai lá confiar…

Nossa cidade, mesmo depois da gestão do Governo de Todos está no seu sétimo ano consecutivo no comando, não mudou na bagunça e nos desmandos. Este pessoal, tal qual a gestão anterior, comandada pelo folclórico ex-prefeito José Aglailson, apenas vive “se servindo dos doces ventos do poder”, TRABALHAR E ORGANIZAR AS COISAS DA CIDADE, QUE É BOM, NADA !!!!

Sinalização de trânsito: “samba do crioulo doido”

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Na questão do trânsito, como já falei inúmeras vezes aqui no blog, sou apenas um curioso. Nossa cidade, principalmente para os motoristas que são de fora, constitui-se, no que diz respeito à sinalização de trânsito, em uma verdadeira “torre de babel”.

Não obstante a gestão do Governo de Todos está há sete anos consecutivos no poder em função (entre outras) de uma promessa eleitoral que a tornaria uma cidade “BEM ADMINISTRADA”, nossa cidade, Vitória de Santo Antão, continua sendo gerida nos modais da gestão anterior.

Pois bem, há exatos três anos e meio, fiz uma postagem aqui no blog cujo titulo foi: NESSE ASPECTO, CONCORDO PLENAMENTE COM JOÃO ÁLVARES, onde a mesma, entre outras coisas, fez  referência à uma outra matéria veiculada na edição nº 185 do Jornal da Vitória. No bojo da publicação, Seu João realçou que nossa Vitória estava “na contramão do seu próprio status de cidade de porte médio e de reconhecimento importante polo econômico, cultural e histórico”.  Mesmo  depois de meia década de escrita, a referida matéria, continua atualizada.

Muito bem, para um motorista atento não fica difícil de imaginar que a sinalização de trânsito da nossa cidade foi, e vem sendo implantada, por pessoas despreparada tecnicamente. Em vários lugares falta sinalização. Em outros, as placas são colocadas de maneira  desnecessária. já em outros locais  as placas são colocadas de maneira que mais confunde o motorista que orienta.

Para exemplificar a forma confusa como os nossos “técnicos” vem sinalizando a cidade, basta observar o seguinte: se o motoristas estiver trafegando pela Rua Joaquim Nabuco (próximo ao Fórum e ao cartório de João Valois), de acordo com a placa (colocada no cruzamento da mesma com  a Avenida Silva Jardim) o condutor do veículo  só poderá seguir em frente (para o centro) ou virar à direta (sentido antiga BR 232). Ou seja, segundo esta  sinalização,  o condutor do veiculo não poderá virar à esquerda para se dirigir à Praça Dom Luis de Brito (Matriz).

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O curioso, é que ao seguir em frente o motorista logo “vai descobrir” que ele também poderá virar à esquerda (sentido Igreja da Matriz), pois,  uma outra placa foi colocada dizendo exatamente o contrário da anterior, ou seja, você só poderá seguir em frente ou virar à esquerda.

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Este, é apena um dos maus exemplos, pois, nossa cidade está muito distante de ter uma sinalização clara, correta e organizada, que aliás, além de regulamentar o fluxo de veículos tenha  também ,   como objetivo,  contemplar a indicação dos roteiros que o motorista deve seguir para chegar aos mais variados bairros e não,  só aos prédios  da prefeitura e  da AGTRAN.

Portanto, mesmo os nossos gestores ficando de cara feia e dizendo que o blog do Pilako “não serve pra nada”, continuaremos cobrando mais seriedade nos serviços públicos direcionado aos nossos munícipes, quer gostem,  ou não.

Atenção Veraluci Lira: bichos na rua.

Na tarde de ontem (15) nossas lentes flagraram, em um dos becos da Rua Primitivo de Miranda, uma família de porcos se alimentando de lixo e promovendo a maior sujeira.

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Secretária de Saúde Dra. Veraluce Lira – Foto: Portal da Prefeitura de Vitória

Secretária de Saúde Dra. Veraluce Lira – Foto: Portal da Prefeitura de Vitória

Não é de hoje que cobramos providências aos nossos gestores com relação a este GRAVE PROBLEMA DE SAÚDE PÚBLICA. O prefeito Elias Lira, juntamente com sua sobrinha e secretaria de saúde municipal, Veraluci Lira precisam tomar vergonha na cara e solucionar, de uma vez por toda, esta verdadeira indecência que tanto denigre a imagem da nossa cidade.

Portanto, mesmo a contragosto serei obrigado a abrir a “jaula do Elias” e zerar o marcador do nosso contado de bichos nas ruas.

Internauta Marcelo Henrique comenta na coluna do Aposente

Comentário postado na matéria “A verdadeira zona está na câmara!“.

Fiquei curioso pra conhecer mais sobre vocês. Como faço pra participar das atividades?

Sobre a matéria, espero que chegue nos ouvidos dos vereadores pra que eles resolvam votar pela lei e não pelo prefeito. E esse valor também tinha que ser mudado pra empresa ficar com menos.

Muito boa essa parceria do aposente com pilako. O cidadão precisa saber mais sobre as coisas da cidade. Parabéns pra os dois!

Marcelo Henrique

Manoel Carlos responde ao internauta André Ben

Comentário postado na matéria “Internauta André Ben comenta no blog“.

PIETATIS CARDO IUSTITIA “Fundamento da piedade é a justiça”
Ao André Ben só sugiro que estude! Estude muito e “bem”!
E estudando aprenda primariamente o que são os verbos convencer, aparecer, importar, precipitar, e outros usados de forma automática, mas não maturadas, posto ser a maturação das idéias condição necessária para quem quer escrever ou, no mínimo, dizer o que pensa.
Quanto a alegada arrogância que o jovem me atribui entendo que o mesmo só chegou a esse altíssimo critério dedutivo por total falta de humildade, e dentre outras coisas por não saber distinguir o que seja um “clichê” (muito usados hoje em dia) de expalanações amparadas em argumentos!
O Ben é mais um “menino” desses que vive inebriado mentalmente pelas palavras de ordem do Establishment atual de nossa sociedade manietada pelos movimentos, tipo: “Maconheiros da USP”, “MST”, Movimento dos Sem Terra”, “Feministas”, “Teologia da Libertação”, etc…
Claro que o Bem não é maconheiro e muito menos um sem terra, mas vive obnublado pelos paradigmas condutores dos ditos movimentos sociais!
A arrogância alentada pelo “bom” Ben na verdade é a dele própria, posto que, não desdisse nada do que afirmei e ainda fala em vencer por vencer com tom de criticas!
Ora, refute! E aproveite e estude com profundidade o que seja o verbo refutar e suas implicações na vida prática.
Amiguinho “Bem” vc me aconselha (torço pra que saiba ao menos o que seja o verbo aconselhar) a ser mais sereno e misericordioso… (Espero eu não estar jogando pérolas aos porcos)
Reflita na frase latina acima e se depois de refletir ainda confundir os termos, por favor, trate-se.

Manoel Carlos

“Tudo como dantes no quartel de Abrantes”

napoSempre que tive oportunidade de realçar as semelhanças administrativas nas gestões municipais comandadas por Elias Lira e o folclórico José Aglailson, o fiz, sempre exemplificando. Não são meras frases de efeitos, muito menos, questões pontuais são, de fato, modelos administrativos que aprisiona o desenvolvimento da cidade, sobretudo, a forma com que os  munícipes se relacionam  com o quesito CIDADANIA.

Estes sujeitos, seus filhos e apaniguados, se socorrem dos ensinamentos da famosa “cartilha do atraso” para usufruírem-se do direito outorgado – de boa fé –  pela  maioria da população. Eles “combinam” sem precisar conversar.

Ora!! Se no governo do outro a “galera meteu a mão” nos terrenos públicos e no deu em nada, agora, chegou a nossa vez de fazer a mesma coisa, outra coisa, dizem: Eles não podem reclamar porque eles também fizeram a mesma coisa. Assim sendo, em uma simplória analise, quem perde é a cidade. A cidade perdendo, perdemos todos nós, menos eles, os “sabidos”, que já se apossaram  de suas partes da maneira menos republicana possível.

Foto: Jornal ElPais

Foto: Jornal ElPais

Pois bem, isso também acontece, praticamente, em todos os segmentos que compõe a administração pública local. Quer seja no loteamento dos cargos públicos em troca de votos ou até mesmo na questão do “ordenamento urbano” com “concessões” à pequenos comerciantes. Na prestação de um serviço direcionado a população à simples emissão de um documento. O problema é sistêmico.

Entrando agora na questão do ordenamento do trânsito a gestão do Governo de Todos aparelhou este segmento, com a criação da AGTRAN, basicamente, para ser apenas “mais uma fonte” de receita municipal. Sabidamente, para não chamar a atenção, deve   canalizar sua receita para outra rubrica.

Poderia perguntar ao internauta, então, o seguinte: de maneira consistente e estrutural o que foi que mudou para melhor na mobilidade urbana da nossa cidade? O sistema de transporte coletivo melhorou? Será que o serviço de mototaxi está mais organizado? Quantas ruas foram arrumadas para receber novas demandas de fluxos de veículos? Qual foi o trabalho realizado nas calçadas para que as pessoas possam se deslocar caminhando com segurança? Já com relação ao sistema de arrecadação,  não podemos dizer a mesma coisa…

O sistema de transporte alternativo da nossa cidade,  que recebe diariamente kombis, bestas e vans, oriundas das cidades circunvizinhas,  continuam “ditando as regras” no município, e a AGTRAN, apenas observa, ou será que o que estou dizendo é algo estranho aos que  vivem e moram em Vitória?

Apenas para exemplificar o que digo, basta qualquer um de nós,  passar pela Avenida Mariana Amália, na parte da manhã ou da tarde, para observar um ponto de transporte alternativo sendo realizado “em baixo” de uma placa de proibido estacionar, que aliás, esta a “meio pau” e virada para o lado contrário (tudo errado).

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Uma coisa curiosa neste fato é que, segundo informações, quem toma conta deste setor na prefeitura é a  mesma pessoa que o coordenava no tempo do Governo Que Faz, ou seja, Celso Bezerra, que aliás, era uma pessoa extramente ligada ao Romero, um dos filhos de José Aglailson. Celso, naquele tempo, circulava aos sábados com uma prancheta pela Rua Melo Verçosa para conferir as coisas. Naquele tempo, assim como hoje, a bagunça é  a mesma, ou seja, quem continua “dando as cartas” são os motoristas e donos de carros que fazem o chamado transporte alternativo, portanto, mesmo depois de sete anos consecutivos da gestão do Governo de Todos,  não é nenhum absurdo dizer: “Tudo como dantes no quartel de Abrantes”.

Internauta João do Livramento comenta no blog

Comentário postado na matéria “Internauta Manoel Carlos faz tréplica ao comentário de João do Livramento“.

Olá meu amigo Manoel Carlos, fico lisonjeado em ter aqui nesta “Ágora” virtual, que tem sido o blog do Pilako, minha fala como objeto de aplicação de suas “magistrais” técnicas de desconstrução, dignas de estarem na boca de “Protágoras” ou do próprio “Górgias”, por vez enxergo o uso da “Maiêutica”, mas digo que prefiro a “Dialética”. Confesso que tenho aprendido bastante com o senhor, e já que aprender é tudo que almejo, estou bastante satisfeito com nosso diálogo, fico irradiante quando o senhor se apoia, “com muita propriedade” em pensadores do mais alto nível, desta vez, o santo “Agostinho de Hipona”, filho da também santa “Monica” a qual rezou trinta anos pela conversão do filho, que viria a ser um dos mais importantes filósofos da igreja católica, que ele próprio relata em seu livro autobiográfico intitulado de “confissões”, mas tendo o senhor, citado sua grande obra “A Cidade de Deus”. Citou também o filósofo inglês “Thomas Hobbes”, ainda bem que não tive em mim, personificada a “Besta” Leviatã. Realmente gosto de deixar a cargo do leitor pesquisar sobre os filósofos que cito, como forma de despertar o interesse pelo autor. Deleito-me quando o senhor roga em latim “Misericórdia Senhor Misericórdia”, porém fico preocupo, quando o senhor brada em italiano, pois os italianos são muito temperamentais. Quanto ao tema Abolição da escravatura no Brasil, fiquei pensando, como um homem tão inteligente como o senhor, acredita na “Lei Áurea” como um ato de benevolência, de Pedro II e sua filha Izabel, a quem os negros ignorantes, reverenciam equivocadamente como sua grande benfeitora. Esta é a história “contada” aos bobos, porque a verdadeira é que, a abolição foi uma imposição dos Ingleses, devido ao preço que o açúcar produzido no Brasil, com mão-de-obra escrava, era comercializado no mercado internacional, já que as colônias inglesas produziam açúcar, com mão-de-obra paga, sendo assim uma concorrência desleal. E o Brasil teve que acatar as ordens devido a subserviência aos ingleses, que vinha desde a sua independência, que teve o seu reconhecimento internacional mediado pelos ingleses, subserviência esta que aumentou com os empréstimos ao Brasil para financiar a “Guerra do Paraguai”, mas acredito que em seus “livros sérios” não cabem estes fatos. Pense nisso! No mais me despeço retribuindo seu abraço fraternal.

João do Livramento.

Agente de trânsito, ao ir no banheiro, para fluxo de veículos.

Com quase dois anos e meio de criada pela gestão do Governo de Todos, a AGTRAN, ainda tá muito longe de prestar um bom serviço a cidade e, consequentemente, aos seus munícipes e visitantes. É bom que se diga que o amigo Hildebrando Lima não pode ser totalmente responsabilizado, pois, seu chefe, Elias Lira, é um especialista em “fritar” auxiliares, isso porque, não tem interesse em transformar, para melhor, as coisas no município, principalmente,  o ordenamento no trânsito.

O resultado desta equação danosa para cidade, implica diretamente na qualidade de vida das pessoas como um todo. Com pouquíssimo investimento nesta área (trânsito), o que não é novidade para ninguém, a acidade é obrigada a conviver com um serviço do tipo “pelo menos”.

Pois bem, como no planejamento também foi aplicado um “pelo menos”, a atuação dos agentes de trânsitos – que não são  concursados – também revela-se, na prática, um “pelo menos”. O despreparo é latente.

Apenas como exemplo – mais um – hoje pela manhã, por volta das 9h07, ao cruzar a linha férrea, no sentido centro livramento,  pela rua (que não tem nome) que liga as Praças Leão Coroado a Restauração, próxima a Antiga Estação Ferroviária, observei que um  veiculo da AGTRAN se encontrava parado bem embaixo de uma placa de proibido estacionar.

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Muito bem, depois de percorrer uma determinada distância, estacionei meu carro em frente ao Prédio da Câmara Legislativa Municipal. Mesmo depois de fechar o carro e descer caminhando (um relativo espaço de tempo) a referida viatura da AGTRAN ainda se encontrava no mesmo local, ocasionando, inclusive, uma retenção no fluxo de coletivo, pois, da maneira que o veiculo ficou parado só transitava carro “pequeno”, que aliás, outro viatura da AGTRAN passou no momento do registro fotográfico.

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O curioso desta história, é que este pequeno congestionamento no fluxo de veículos se deu, porque o agente da AGTRAN, parou o carro para ir ao banheiro na Praça da Restauração. Não que o dito cujo não possa fazer suas necessidades fisiológicas, afinal, ele é um ser humano como todos nós, o problema reside, na falta de capacidade de raciocinar que ao deixar o automóvel naquela posição poderia interromper, momentaneamente, o fluxo de veiculo. Se o agente “apertado” tivesse parado em frente ao banheiro (que também é proibido) atrapalharia menos o fluxo de veículos.

Ora!! Se o sujeito que trabalha como Agente de Trânsito, não tem a capacidade de raciocinar como um motorista atento às regras que ele deveria saber na ponta da língua, como pode, então, um sujeito deste, ter capacidade para interagir com os desafios de disciplinar um trânsito de uma cidade feito a nossa e promover fluidez na chamada Mobilidade Urbana?