Na tarde ontem (28) recebi na nossa redação o jovem amigo e candidato a vereador Lourinaldo Junior. A visita de cortesia, entre outras coisas, teve como objetivo fazer uma espécie de “Balanço de Campanha”, uma vez que aqui também esteve por ocasião do inicio da sua pré-postulação.
Lourinaldo Junior é filho do nosso “amigo das antigas”, Lourinaldo Martins ou, simplesmente Lau, como lhe chamava, desde o tempo de adolescente, no bairro da Matriz. O Lourinaldo Junior, jovem que sempre gostou de política, disse-me que em função do trabalho que seu pai sempre desenvolveu, independente de política partidária, encontrou muita receptividade das pessoas nessa sua caminhada.
Com relação ao sentimento de mudança e à chamada renovação política, confidenciou-me Lourinaldo Junior, que acredita, mesmo com o desgaste que a classe política vem passando, que os eleitores vitorienses entendeu bem a sua mensagem. Com relação a confiança dos “cientistas políticos populares” na sua expressiva votação, ele foi cauteloso e disse: “Deus queira, mas a gente precisa do voto do povo, a gente só tá eleito com o voto na urna”. Veja o vídeo:
Na noite de ontem (28), quarta feira, ao trafegar pela Avenida Mariana Amália presenciei, mais uma vez, a manobra de transferência dos bancos de madeira para o local que acontece a feira livre da Vitória. Mesmo após oito anos no poder, a gestão do Governo de Todos não conseguiu avançar “um palmo” sequer, nessa questão. Veja o vídeo:
Além de ser uma operação sem lógica, muito menos lógico é trafegar com uma carroça cheia de bancos de madeiras no sentido contrário de uma faixa de rolamento. Não custa nada lembrar que esta mesma carroça circula na contramão, pela Rua Senador João Cleófas no horário de pico do movimento de veículo. Deve-se também levar em consideração – agravamento – que a referida via – Senador João Cleófas de Oliveira – é a única rua central disponível na cidade que liga os bairros da Matriz e Livramento.
Não tenho a menor dúvida que se nossos atuais gestores tivessem promovido, nesses últimos oito anos, apenas uma reunião para solucionar este problema, a solução teria aparecido. Aliás, muito mais difícil, convenhamos, foi a implantação da chamada “Zona Azul” com equipamentos modernos (paquímetros).
Como já falei anteriormente, nesta campanha eleitoral (2016), ainda não participei de nenhuma carreata e\ou caminhada política. Estou, na medida do possível, acompanhando as movimentações através do guia eleitoral televisivo, internet e contatos pessoais. Isso não quer dizer, portanto, que não esteja observando os detalhes do pleito.
Foto: Reprodução/Guia Eleitoral/TV Vitória
Na noite de ontem (27) aconteceu o último grande ato da campanha do candidato Paulo Roberto. Segundo seus vídeos, postados nas redes sociais, o evento foi um sucesso. Sua mídia diz que foi a maior caminhada política da história do nosso município. “toda cidade desceu para ver e participar”, concluiu o locutor.
Muito bem, não quero aqui, entrar no mérito se foi grande ou pequena, animada ou desanimada, muito menos se foi maior ou menor do que os movimentos promovidos pelos outros candidatos. Isso não está me interessando. Chamo apenas à atenção de um ponto:
Num foi o Paulo Roberto e o Décio Filho, ambos na qualidade de secretário municipal de Turismo e Defesa do Cidadão, respectivamente, que se utilizaram do argumento que as agremiações carnavalescas animadas por trio elétrico e paredões de som não poderiam contornar o Pátio da Matriz, sob o risco de haver uma depredação na Praça Dom Luis de Brito?
Fico aqui pensando: Será mesmo que as pessoas que brincam carnaval na nossa cidade, acompanhando as agremiações que desfilam com trio elétrico e paredões de som, são mesmo todas baderneiras?
Na minha modesta opinião, as leis e os argumentos deveriam servir para todos. Será mesmo que a proibição dos desfiles carnavalescos, animados com trio e paredões no Pátio da Matriz tinham como objetivo melhorar o nosso carnaval, ou ativar o Pátio de Eventos no final da Avenida Mariana Amália, para só assim se fazer necessário contratações de estruturas milionárias?
Ser gestor de uma cidade é também respeitar sua história e suas tradições e, sobretudo a vontade soberana da maioria das pessoas. Como dizia François de La Rochefoucauld, francês que viveu no século XVII, “A conveniência é a menor de todas as leis, e a mais seguida”.
Aproximam-se as eleições e, com estas também excomunhões. Milhares! Milhões! Eleições e excomunhões são como vasos comunicantes. São como a comida que se ingere e o bolor fecal que se expele. Para alguns, os “efeitos eleitorais” se encerram após uma rapidíssima contagem secrteta de votos por um avançado sotfware. Quem ganhou, sorri, quem perdeu chora. O que ri, sorri pois terá quatro ou cinco anos de sinecura moral, intelectual e financeira pela frente – não necessariamente nessa ordem, nem tampouco só estas-, também por que é certo que neste interregno temporal virara “doutor” e “excelência”. O choroso perdedor chora. Chora porque perdeu tudo aquilo que foi dito acima. Quem ganhou chora, também. Chora aquele “choro teomaníaco”, aquele choro de alegria de se sentir um eleito, escolhido pelo próprio Deus para retificar a sociedade de cima abaixo. Chorume! São lágrimas de chorume, as de ambos.
No entanto, para um sujeito mais curioso, para um cabra que não “abandone os fatos à superfície”, os efeitos eleitorais – preponderantemente deletérios – não se restringem só no prestígio perdido e ou na frustração psicológica. Há um dano maior do que estes, invisível é verdade; indolor com certeza – ao menos momentaneamente – mas devastador quando viver-se-á em um “local” onde o movimento não será contado por meio dos ponteiros de um relógio analógico nem tampouco pelos saltos quânticos do “césio”. Estou falando da eternidade. Eternidade: “temor e tremor”.
Todo este nariz de cera acima foi utilizado por mim para dizer que um Católico Apostólico Romano não pode votar em certas siglas políticas que defendam, mesmo que em doses hahnemannianas, aquilo que a Santa Igreja pontifica serem danosas para a salvação das almas. Salvação das almas! Quanto tempo não se fala disso nas igrejas, nas campanhas da fraternidade, nos encontros do clero: “Salus animarum suprema lex est!“
Deve, o Católico, prestar atenção as sopinhas de letras que componhem certas candidaturas para não incorrer na pena da “excomunhão latae sententae”. “Ah!, mas eu não voto no partido, voto no candidato”, dirá um desses experts em bolinhas de sabão. Estoure sua bolhinha meu filho, não há candidaturas individuais em nosso regime. Não há o partido do eu sozinho. No mais, “quem casa com a moça, casa com a família inteira”, diz o ditado.
“O padre lá da minha paróquia me disse que a CNBB disse que devemos votar sempre tendo em vista a “opção preferencial pelos pobres”, diz o obediente católico. Caro paroquiano plagiando e adaptando a Peppa Pig, eu te digo: paraquiano bobinho! A autoridade da CNBB em assuntos teológicos é menor do que a de um segurança de prostíbulos. A CNBB é um mero sindicato. Teologicamente não é nada. Ah, é sim, uma pedra de tropeço na vida da grande maioria dos católicos que não tendo tempo para se instruírem, tempo para ler certa leitura especializada, acreditam – o que não deveria ser de outra forma – integralmente no que diz o seu pároco na missa dominical. Sabia-se que no próximo domingo, na próxima missa o padre nos diria A VERDADE: “Aquela “beleza tão antiga e tão nova” da qual falava Santo Agostinho. Hoje em dia… “Missas” quase não há mais…
Algum enfezadinho já deve estar me rotulando de “blasfemo”, “herético”, “caluniador” ou filho de mulher de má fama. Sou um pobre miserável, pois não. Mas não é por não ter a capacidade de ser um bom cristão – essa graça Deus já lha deu-me, eu é que sou tíbio mesmo – que vou me calar diante de certas omissões que custam uma alma.
Padres, bispos e Papa não devem militar em favor de político ou sigla alguma. Mas tem sim, o dever irrecusável de dizer quais são os partidos e políticos que conspiram contra os valores católicos sob pena de eles mesmos estarem excomungados.
“Mas que violência”, dirão alguns; “que desrespeitoso” dirão outros; “Ele não sabe “dialogar”, dirá o dialogador defensor de totalitarismos; “É um conservador ultra-direitista”, dirão os geógrafos do espectro político. Não precisam ir tão longe. Eu mesmo me defino: sou um mau católico, um pecador consciente e que só não ierei para o inferno, oxalá, pela intercessão da Sempre Santíssima Virgem Maria e pela piedade Divina, da qual tanto abuso Dela. Mas não sou eleitor de abortista, comunista, socialista, anarquista, liberal, de defensores de direitos animais e coisas do tipo.
Um pouco de CNBB. Esse negócio foi uma invenção do senhor Helder Câmara, Padre e Bispo (estes títulos não se pode retirar dele, pois, são Digitus Dei). Como dele, também, foi a invenção de um tal “Pacto das Catacumbas”. Ele, o dom Helder, juntou-se com mais umas três dezenas de bispos de todos os continentes no período em que se gestava o trevoso Concílio Vaticano II para se irmanarem “nesse pacto” que consiste na cenoura de burro: “por uma Igreja pobre e servidora”. Um mero flatus vocis, ou, em resumo de mesa de bar, “um peido pela boca” repetido por um monte de bobocas que esquecem o óbvio: para ajudar a alguém, você tem de ter algo que esta pessoa não possui. Logo, para dar você tem que ter. Criaram até um símbolo: um anel feito de tucum. Segundo eles, era para demonstrar a humildade! Mas dizer-se humilde não é uma atitude de não humildade?
Criada a CNBB, ficou mais fácil fazer a articulação entre os “bispos humildes” e certos “padres de passeata”. É claro que nem todos os bispos, desde a criação desse troço até hoje eram/ acintiam com o que os dons helderes pensavam. Mas, por questão de polidez, para não ferir os brios de ninguém, para não confundir os fiéis, se filiaram a estes sacerdotes celerados, dando assim um ar de oficialidade ao departamento petista para assuntos “espirituais”.
Ao valer-me do vocábulo celerado, não me creiam hiperbólico nem muito menos difamador. O termo vai na sua mais precisa acepção psiquiátrica mesmo. Sem temer ser alcunhado de “Alienista” abilolado, à la Simão Bacamarte, duvido da sanidade mental de quem não veja insanidade em um sujeito que se diz católico e “reescreve” o Pai-Nosso, onde expressa suas parafilias, como o “frei” Betto, para quem Deus é pai no céu, mãe na terra e ambos praticariam um ménage à trois, servindo de oráculos para as formiguinhas do seu jardim. Toda editora e livraria católicas que publicassem ou vendessem livros deste maluco deveriam sofrer penas canônicas.
Ele não é o único da “gang” que é doidinho de pedra.
Peguemos o mais famosos deles, Dom Helder Câmara. Helder Câmara foi “integralista”, Padre, Bispo, comunista, demagogo e tinha pendores poéticos. Sua poesia é, podemos dizer piromaníaca. Uma das suas carbonárias estrofes diz: “Sonhei que o Papa enlouquecia/E ele mesmo ateava fogo ao Vaticano/E à Basílica de São Pedro. Loucura sagrada!” Um Papa louco? Um Papa clown de Shakespeare? Loucura há. Loucura utilizada com método científico para desorientar o rebanho católico.
Assim caro leitor católico, quando o padre de vossa paróquia, em vésperas de eleição, vier com evasivas e diversionismos e ficar cheio de cuidados, de arrodeios, teorizar muito para responder se um católico pode votar em pessoas ou partidos que defendam valores anti-católicos, com certeza apodítica você estará diante de um traidor, pois,: “Seja, porém, o vosso falar: Sim, sim; Não, não; porque o que passa disto é de procedência maligna (São Mateus 5:37).
Apesar de tudo fiquemos felizes, aquela felicidade católica; aquela que está “lá”, tendo a certeza de que as coisas que “cá” acontecem são o cumprimento das profecias! “Stat Crux dum volvitur orbis”! Viva Cristo Rei! Salve Maria!
Por Marcos Paulo, professor.
Vitória de Santo Antão-PE
Nas mais variadas rodas de conversa, o assunto é política. Infelizmente os brasileiros ainda não estão bastante maduros no exercício da cidadania. Via de regra, os eleitores das mais variadas regiões, sobretudos das cidades pequenas, acham que só devem participar do debate sobre sua polis no período em que os políticos os convocam. Justamente às vésperas das eleições. Em um país despolitizado como o nosso atuar de forma sistemática na militância política é, indiscutivelmente, uma exceção.
Dentro do “menu” eleitoral da nossa cidade, no que diz respeito ao pleito proporcional dessa eleição (2016), ou seja: das candidaturas postas (212) para uma das vaga na Casa Diogo de Braga, principalmente dos candidatos que nunca ascenderam ao poder local, observamos poucos candidatos com perfil na militância política popular. Dentre os atuais disputantes com esse perfil, destaco o amigo advogado Aristides Felix.
Já na faculdade para ser professor o contemporâneo Aristides, em função de uma divergência com a direção da instituição por conta de um “jornalzinho” onde ele foi injustiçado, descobriu que queria ser advogado para defender a maioria que sofria pressão de uma minoria opressora.
Hoje, com meio século de vida, trinta dedicados à militância política com mais de vinte na qualidade de advogado militante, se diz um sujeito realizado profissionalmente, até porque também é contador de oficio. Mas é na luta em defesa das mais variadas classes trabalhadora, quer seja no serviço público, na Zona Rural ou na efetivação das garantias individuais das minorias, que o advogado Aristides é reconhecidamente identificado.
Em 2009, por exemplo, o Governo de Todos tentou anular o concurso realizado pela gestão anterior, provocando assim à demissão de um sem números de pessoas que haviam prestado e concursos e assumido seus respectivos cargos. Aristides, na condição de advogado do sindicato da categoria, travou uma batalha com a atual gestão nos tribunais e resgatou o emprego de muitos pais de família. Disse-me ele, outro dia: “Pilako, foi um dia de muita felicidade para mim”.
Com experiência no serviço publico, uma vez que participou ativamente de administrações da Prefeitura da Capital como coordenador administrativo e também com atuação jurídica junto ao Porto do Recife, Aristides, na condição de assessor parlamentar, enveredou esforços para implementação de recursos na modernização e estruturação do nosso Instituto Histórico, na Biblioteca e laboratório da antiga Escola Agrotécnica, assim como na área do atendimento da saúde básica, no Loteamento Luis Gonzaga.
Portanto, segundo as palavras do próprio Aristides, o eleitor deveria analisar bem à quem vai sufragar seu voto no próximo domingo. Disse-me ele, com agarra que lhe acompanha desde os tempos da infância difícil: “eu gostaria muito que as pessoas me dessem uma oportunidade de ser vereador da minha cidade”.
Na tarde de ontem (27), ao caminha pelas ruas centrais da cidade, passei em frente ao Ponto Comercial do amigo Caxias, localizado no cruzamento das Ruas Ambrósio Machado com 15 de Novembro. Também lutando por uma vaga na Câmara de Vereadores, Caxias da Boboniere, falou-me da sua disposição de “chegar lá”. Também participou do nosso bate papo político o seu filho Apolinário Junior que é, sem sombra de duvidas uma força na sua campanha. Sobre as dificuldades financeiras, disse Apolinário: “é a campanha do tostão contra o milhão”. Veja o vídeo:
Na manhã de hoje (27) recebi na nossa redação o amigo e candidato a prefeito da nossa cidade, Zé Catinga. Na ocasião batemos um papo sobre o contexto político majoritário da disputa local, assim como dos candidatos a vereador.
Na ocasião, gravei um vídeo com Zé Catinga, onde ele aproveitou para convidar os internautas para o último grande evento da sua campanha, que ocorrerá amanhã, dia 28. Com relação à atitude da Justiça Eleitoral em intercalar os grandes movimentos políticos, promovidos pelas cinco coligações em disputa, disse o Zé Catinga: “foi uma decisão muita sábia”. Veja o vídeo.
Na noite do domingo (25), em meio a todo esse barulho infernal produzidos pelas campanhas eleitorais, flagrei, em frente à Igreja do Rosário, os amigos Carlos Americano e Ramon Cardoni concentrados em uma partida de xadrez. Para os jogadores dessa modalidade – no momento da disputa – o mudo se resume ao tabuleiro. Esses camaradas tem um alto poder de concentração e de inteligência. Viva o Xadrez…
Na noite do último domingo (25), no Pátio da Matriz, também batemos um papo eleitoral com o amigo vereador e candidato a reeleição, Novo da Banca. Com relação à perspectiva de ser um dos candidatos mais bem votado na eleição 2016, segundo as “bolsas de apostas populares”, ele, com sua peculiar humildade, disse: “isso não me preocupa, pois o que mais eu faço é trabalhar”. Veja o vídeo:
Na noite do último domingo (25), no Pátio da Matriz, batemos um papo eleitoral com o amigo e candidato a vereador pelo p-sol, André Carvalho. Sobre sua campanha, entre outras coisas, ele falou de sentimento de coletividade, inclusive, expressado no próprio material. Com relação ao formato tradicional dos movimentos políticos realizado com certa frequência na cidade, disse ele: “ precisamos repensar”. Veja o vídeo:
Na noite da sexta (23) nossas lentes flagraram nas proximidades do Cemitério São Sebastião dois cavalos defecando e se alimentando de lixo em plena via pública, promovendo assim a maior sujeira e imundice.
Não é de hoje que chamamos a atenção dos nossos gestores para esse descaso. Não podemos admitir que animais de grande porte, sejam criados soltos nos logradouros públicos – ruas, praças e etc – sem que as autoridades tomem uma atitude. O prefeito Elias Lira “conviveu” os últimos oito anos pacificamente com o problema dos bichos.
No Alto do Reservatório, no Parque Melo Verçosa, os animais sob os cuidados da gestão do Governo de Todos até hoje sofrem com os maus tratos. Nosso zoológico, inclusive foi interditado. Nas ruas os porcos, bois, cavalos e burros já viraram “paisagem da cidade”. Já no carnaval, se não fosse a força dos diretores das nossas agremiações, “os bichos” já teriam todos sucumbidos. Veja o vídeo:
A gestão do Governo de Todos – mesmo após oito anos consecutivos no poder – não conseguiu sequer engrenar nos serviços básicos. Na manhã do sábado (24), por exemplo, no bairro da Bela Vista, registramos que o mato, resultado da poda das árvores, ressecam de tanta exposição na rua e o serviço de recolhimento não chega.
À falta de compromisso e seriedade dos atuais gestores municipais é flagrante. Em praticamente todos os serviços prestado pela prefeitura há queixas e reclamações. Saúde, educação, iluminação, salário atrasado, trânsito caótico, sujeira, porcos criados nas ruas são algumas das queixas dos moradores.
Na manhã de hoje (23), daqui da varanda do prédio que abriga a redação do nosso Jornal Eletrônico, intitulado Blog do Pilako, registrei que a feira de “milho verde”, improvisada do no meio da rua, mesmo depois de três meses do dia dedicado ao santo famoso do Nordeste e que coloca o povo pra dançar, continua lá, firme e forte.
O curioso é que no ano passado (2015) relatei este mesmo problema. No dia 02 de setembro de 2015, postei aqui no blog que a referida “feira do milho verde” no Largo da Estação, pelo jeito, chegaria às festas natalinas do referido ano (2015).
Já no dia 04 de setembro – dois dias depois – fui obrigado a postar uma matéria sobre o mesmo assunto cujo título foi “ERREI NA PREVISÃO”. Na segunda matéria realcei que após a minha primeira postagem – dia 02 – o prefeito mandou acabar com a bagunça. (matérias abaixo postadas).
Pois bem, está é forma que a gestão do governo de todos vem administrando nossa cidade ao longo desses últimos oito anos, na base do improviso e do desleixo. Já com relação às invasões aos terrenos e prédio públicos o prefeito é organizado. “Coincidentemente” só os seus parentes e correligionários tem direito de “chegar primeiro”. Esse é um pouco do retrato da gestão do (DES)Governo de Todos.
A bagunça e esculhambação continuam no Centro Comercial da Vitória.
Os festejos juninos no nosso Estado já se encerraram há mais de dois meses. Na nossa cidade, Vitória de Santo Antão, a brincadeira de São João, esse ano, foi mais breve ainda. Já com relação à feira IMPROVISADA DO MILHO VERDE, localizada no Largo da Estação parece que vai chegar firme e forte nas festas natalina.
Pois bem, na tarde da última sexta (28) nossas lentes registraram que a feira improvisada do milho verde, em local não adequado, continua resistindo. Aqui é assim, cada qual faz o que quer e bem entende e os gestores do Governo de todos fazem apenas de conta que estão trabalhando. Como disse outro dia, essa administração do prefeito Elias Lira é de “mentirinha”.
Anteontem (02) mostrei aqui no blog que a feira improvisara do milho verde, mesmo passados mais de dois meses do São João, continuava acontecendo no meio da rua, no “Largo da Estação”.
Hoje, sexta feira 04 de setembro, uma semana depois da publicação da nota, constatei que a “safra” do milho verde, 2015, finalmente, chegou ao fim.
Portanto, devo dizer que aquela previsão, feita na matéria anterior não se confirmou, ou seja: que a referida feira bagunçada iria chegar, firme e forte, no natal. Sendo assim, ERREI FEIO (RSRS).
Na manhã de ontem (22), mais uma vez, fiquei “enganchado” na “Rua da Casa dos Pobres”, ao lado da Igreja Assembleia de Deus, na Matriz. Não é de hoje que alerto aos técnicos da AGTRAN que o estacionamento regulamentar nessa localidade é conflitante à lógica e o dinamismo que trânsito impõe.
Além do estacionamento ao lado da Igreja Assembleia de Deus promover um espécie de “encurtamento” na referida via, deixando uma rua larga como aquela com apenas espaço para trafegar um veiculo, toda vez que um motoristas manobra para estacionar o seu veiculo ou deixar o espaço, todos os outros motoristas são obrigados a parar, inclusive os que estão na Rua Dr José Rufino – nos dois sentidos – tentando chegar na “boca do funil”.
Apesar dos vários candidatos a prefeito e vereadores da nossa cidade, nessa campanha, concentrarem “chumbo grosso” na AGTRAN, com críticas atinente à “fábrica de multas”, entendo que a criação da mesma foi uma das coisas boas criada nos últimos quatro anos da gestão do Governo de Todos. Lamento profundamente que o prefeito Elias Lira só consiga enxergar dinheiro nessa iniciativa. Falta-lhe, entre outras coisas, espírito publico…
Para o vitoriense ou qualquer outra pessoa que chegar na nossa cidade, através do transporte rodoviário coletivo e se utilizar da “Rodoviária” como parada final, certamente se espantará com o total estado de abandono em se encontra o complexo.
Se não bastassem as precárias condições internas, a parte de fora, certamente, também foi abandonada pela LOCAR – empresa responsável pela limpeza urbana na nossa Vitória de Santo Antão. A valeta que deve está limpa e sem entulhos para que as águas provenientes das chuvas sejam canalizadas para um local adequado, estão com vegetação crescida, demonstrando assim que naquele local a “vassoura publica” faz tempo que passou.
A gestão do Governo de Todos fracassou. Elias prometeu uma cidade “bem administrada” e enganou todo mundo e de quebra elegeu seu filho deputado – aquele que dizia detestar política e que por ele seu pai já tinha deixado esse negócio. Mentir e enganar são as especialidades da esmagadora maioria dos políticos da nossa terra.
Na manhã de ontem (22) registramos na Praça 3 de Agosto, mais conhecida como “Praça do Anjo”, a movimentação promovida em todo Brasil pelas centrais sindicais contra as medidas que estão sendo tomadas no Congresso Nacional.
O evento paredista também contou com a adesão do sindicato dos professores da rede pública e do sindicato dos servidores municipais. Na ocasião gravamos um vídeo com advogado militante Aristides Felix e o representante da CUT José Martins. Veja o vídeo:
Na noite de ontem (22) “flagrei” o amigo e eloquente professor Marcelo De Marco gravando na Praça na Restauração. Candidato a vereador nessas eleições Marcelo vem produzindo vídeos para serem utilizados na internet, aliás, ferramenta com a qual tem muita intimidade.
Quando perguntado sobre a campanha,falou Marcelo: “na condição de professor a minha estabilidade financeira não é excelente, mas eu poderia ficar na zona de conforto. Agora eu me coloquei à disposição exatamente para enfrentar o crivo das urnas”. Veja o vídeo:
Na noite de ontem (22) ficou difícil para os alunos da FAINTVISA se concentrarem na aula. Uma longa sequência ininterrupta de fogos de artifícios, promovida pelo candidato “do dia” no bairro do Cajá, causou prejuízo ao aprendizado da noite. Na “minha” sala, por exemplo, noite de seminário, os colegas apresentavam-se em grupo e foram obrigados a se “virar nos 30”. Veja o vídeo:
Alunos e professora, no nosso caso, ficaram encurralados: ou escutavam os estampidos do foguetório, prejudicando consideravelmente as atividades acadêmicas ou “morriam” sufocados com o calor, caso as janelas fossem fechadas. Aliás, desde quando ingressei na FANITVISA que escuto na tal climatização da sala. Vez por outras tenho a impressão de estar cursando uma espécie de subproduto do cardápio de cursos oferecido pela referida instituição de ensino.
Na qualidade de eleitor consciente da nossa Vitória de Santo Antão, aplaudo de pé à iniciativa do debate eleitoral promovido pela ADUFEPE – CAV, ocorrido na tarde de anteontem (20).
Ainda na qualidade de eleitor esperançoso fiquei animado com a possibilidade de assistir um debate eleitoral na minha cidade, onde todos os candidatos participassem. Mas, já na condição de observador da cena política local, achava muito improvável que todos comparecessem.
Cheguei antes do horário previsto para o inicio do debate. No ambiente preparado para receber os postulantes, equipes, estudantes e o publico em geral – de maneira informal – fiquei logo sabendo que os candidatos Aglailson Junior e Paulo Roberto não haviam confirmado presença..
Após o inicio das atividades, com os três postulantes presentes, procurei a assessora de comunicação da ADUFEPE, Wedja Gouveia, para saber quais justificativas os candidatos ausentes, haviam dado.
Naquele momento, o Aglailson Junior já havia comunicado o motivo do seu não comparecimento. Quanto ao candidato Paulo Roberto, já com o debate em andamento, o mesmo não havia entrado em contato com os promotores do evento. Veja o vídeo:
Segundo a nota enviada pelo candidato Aglailson Junior, uma convocação para uma reunião no Palácio do Governo, marcada no mesmo horário, inviabilizava sua presença. Segundo consulta realizada pelo Blog A Voz da Vitória na agenda do gabinete do governador, o mesmo atestou “que o Paulo Câmara (PSB) não recebeu qualquer parlamentar nesta terça (20). Veja o comunicado abaixo:
Muito bem à justificativa do candidato – aos meus ouvidos – soa como uma espécie de “mentira formal”. Segundo assessores dos outros candidatos informaram-me que nem um membro da sua campanha apareceu previamente, para discutir e formatar as regras do referido debate, demonstrando assim, de maneira antecipada, que o candidato Aglailson Junior não tinha o menor interesse em participar do debate promovido pela ADUFEPE.
Para quem foi concebido na esteira da vida pública na condição de primogênito de um clã político de uma cidade do nordeste brasileiro, cujo coronelismo e o voto de cabresto foi regra e que traz na sua essência o desprezo pelos eleitores, participar de uma debate político em uma universidade federal, onde a plateia naturalmente não é formada por eleitores “anencéfalos” ou militância paga, é uma agenda de campanha alienígena, se comparada ao modelo político sempre vivenciada pelo atual deputado Aglailson Junior – quarta geração do Coronel José Joaquim da Silva
O candidato a prefeito Aglailson Junior trás na sua composição genética e no seu DNA a falta de disposição ao diálogo, ao confronto de ideias, à discussão do contraditório. Aqui no nosso jornal eletrônico, intitulado Blog do Pilako, lá no ano de 2013, denunciamos que o mesmo, na qualidade de deputado, se escondeu por trás da porta, para fugir do de um debate no Plenário da Assembleia Legislativa. O curioso é que ele, quando participava do seu monólogo na Tv Vitória, abria a boca e dizia a todos pulmões, que “queria debater com esses caras, em qualquer lugar, à qualquer hora”. Tudo balela.
Portanto, para mim, não foi nenhuma novidade ele não ter aparecido na Quadra do Centro Acadêmico da Vitória para debater os problemas e as soluções da nossa tão sofrida e castigada Vitória de Santo Antão. Fica catalogado, então, o Aglailson Junior como um espécie de FUJÃO CONVICTO.
Já com relação ao outro postulante “Fujão” – o Paulo Roberto – o mesmo, com o debate em andamento, acabou enviado aos promotores do evento a seguinte nota:
Em um determinado momento do debate, o professor federal que mediou o encontro repassou o conteúdo da nota aos presentes. Diante do exposto, o candidato Paulo Roberto recebeu uma sonora vaia da plateia, mesmo sem haver colocado os pés na Quadra do CAV.
Com relação à referida nota, assinada pelo professor Carmelo Souza da Silva, deixa-me a convicção que o Paulo está sempre tentando colocar a culpa nos outros, para justificar seus erros, suas falhas, seus traumas e etc.
Ora! Se as regras não foram as perfeitas, quais eram então? E porquê não as propôs em tempo hábil? Com relação aos temas que seriam debatidos, fica simples de saber antecipadamente: TUDO SOBRE VITÓRIA DE SANTO ANTÃO.
Ora! Como os diretores da ADUFEPE poderiam antecipar os temas que seriam aventados, se em um dos blocos do debate as perguntas seriam formuladas pelos os alunos, sob o regime de sorteio?
Pois bem, para mim não foi nenhuma novidade o Paulo Roberto fugir do debate aludido. Paulo não tem temperamento para se explicar. Ele não suporta uma pergunta bem formulada. Paulo não nasceu com vocação para ser servidor publico. Dialogar com as pessoas na linha horizontal lhe faz sair do eixo emocional. Isso é fato. A cidade inteira sabe disso. Não adiante tentar tapar o sol com a peneira.
Aliás, Paulo passou os últimos anos na condição de secretário de Cultura, Turismo e Esporte e não conseguiu avançar, ou seja: não conseguiu juntar pessoas e liderar processos. Na maioria das vezes, se utilizou do cargo para perseguir e criar dificuldades para as pessoas que não lhes eram simpáticas ou que não lhes fossem serviu.
Fugir de debates sempre foi à regra de Paulo Roberto. Exemplos é o que não faltam. No desastroso carnaval vitoriense de 2014 – por ele coordenado – ele também fugiu da Audiência Pública sobre o carnaval, ocorrida no auditório da Promotoria. Fugiu também após o fiasco do evento, quando os diretores das agremiações e foliões em geral, exigiam explicações. Ele sempre arruma um jeito de se esconder atrás dos outros.
Para ilustrar bem o que digo, recentemente, por ocasião do lamentável evento por ele protagonizado no bairro de Santana, nessa campanha eleitoral, onde foi filmado em cenas de total descontrole emocional, Paulo preferiu silenciar e contratar um preposto para falar por ele e atacar o adversário, para tentar mudar o foco. Paulo é assim. Qualquer pessoa que lhe contrarie, ele já o chama de “meu inimigo”.
Portanto, sabendo de tudo isso, já desconfiava que Paulo Roberto não marcaria presença no debate. Mas, indiscutivelmente, do ponto de vista do conteúdo e da sistematização das informações, não podemos dizer que ele é um sujeito despreparado.
Paulo é diretor de uma faculdade e goza de um bom conhecimento geral. Aliás, acho até que ficou com muita vontade de participar desse debate, promovido pela ADUFEPE. Ele é vaidoso e com certeza gostaria de aproveitar uma oportunidade como essa para discorrer sobre seus conhecimentos e colher elogios diversos.
Para encerrar gostaria apenas de dizer que os maiores problemas do Paulo Roberto não são os fatores externos. Ele é vitima de uma instabilidade emocional que lhe toma por completo e bloqueia sua racionalidade. Agredir e usar da violência, muitas vezes, torna-se uma rota de fuga recorrente para esconder nossas fragilidades. Paulo, em relação ao debate do contraditório, é um FUJÃO COSTUMAZ. Ou seja: ele está sempre fugindo…….
Na noite de ontem (21) nossas lentes registraram na Rua Primitiva de Miranda que o barulho e as movimentações das carreatas políticas não mudaram a rotina dos porcos que se alimentam de lixo nas praças e vias públicas da nossa cidade.
Até o presente momento não escutei nenhum postulante ao cargo de prefeito da nossa cidade, nesta campanha eleitoral, dizer como vai solucionar este grave problema de saúde pública que é ignorado pela desastrosa gestão do Governo de todos, há oito anos no poder. Com a palavra, todos os candidatos a prefeito da Vitória.