Apelidos Vitorienses: Zé Catinga.

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Concluindo este primeiro ciclo de matérias postadas na coluna “Apelidos Vitorienses”, onde catalogamos vinte e cinco vitorienses que são mais conhecidos pelo apelido de que pelo próprio nome, revelaremos, hoje, a origem do apelido do senhor José Manuel  de Souza.

Segundo nos contou o amigo José Manuel, seu apelido teve origem quando ele ainda era criança, na faixa dos  sete anos de idade, isso ocorreu, lá no início da década de 70. De origem humilde, O senhor José Manuel morou em uma rua (Rua Amarela) sem saneamento, ou seja, o esgoto corria a céu aberto.

Disse-nos o senhor José Manuel que naquele tempo o que não faltava nestes lugares era rapazinho que gostava de fazer crianças brigarem. Depois de ser incentivado a brigar, cujo castigo para quem perdesse a luta seria um banho de lama de esgoto, o senhor José  Manuel foi “banhado” com a água suja que corria na valeta.

Aborrecido com acontecimento o senhor José Manuel passou o dia em casa,  só saindo à rua para brincar novamente no horário noturno. Ao chegar próximos aos colegas, um deles, que era  chamado por PIXÓ, começou a dizer que ele estava sujo e fedendo, chamando-o, pela primeira vez, de ZÉ CATINGA.

Mesmo depois de resistir bravamente, por mais de uma década,  em virtude  do apelido que PIXÓ lhe colocou, Zé Catinga teve novamente  seu nome lembrado, por outro amigo, no meio da feira, uma vez que  no centro comercial ele só era conhecido por “ZÉ”. Desse dia em diante,  o tal “ZÉ”, passou a se chamar também,  Zé Catinga. Pois bem, foi assim que o  senhor José Manuel de Souza, definitivamente, passou a ser ZÉ CATINGA. Portanto, eis aí mais um vitoriense que é mais conhecido pelo apelido de que pelo próprio nome. Veja o vídeo:

Veja outros Apelidos Vitorienses:

Apelidos Vitorienses: Mané Mané

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Dando continuidade a nossa coluna: "Apelidos Vitorienses", onde catalogamos os vitorienses que são mais conhecidos pelo apelido de que pelo próprio nome destacaremos, no dia de hoje, a origem do apelido do senhor Manuel Izidio Queiroz da Silva.

Contou-nos o senhor Manuel Izidio que  na metade da década de 60, ainda rapaz,  ele foi trabalhar como operário no Engarrafamento Pitú. Depois de algum tempo ele ficou encarregado de fazer manobras nos carros da empresa, ou seja: lavagem, abastecimentos e até serviços externos etc.

Devido a sua paciência e boa vontade nas suas funções, o senhor Manuel Izidoro foi escolhido por um dos fundadores da PITÚ, Seu Nô Ferrer, para dirigir e fazer as mais diversas viagens.

Certo dia, Seu Ferrer foi obrigado a ficar esperando pelo Senhor Manuel para poder, só assim, resolver problemas ligados a empresa no engenho. Aborrecido pela demora, Seu Ferrer, disse-lhe: “Rapaz você é muito besta, todo mundo que manda você fazer um negócio você vai...........quando o cara é Mané e besta, ele Mané duas vezes.....de a gora em diante seu nome vai ser MANÉ MANÉ  porque você é besta”.

Desse dia em diante, depois do “batismo” de Seu Ferrer, o senhor Manuel Izidoro Queiroz da Silva passou a ser chamado pelo seu apelido, ficando assim catalogado pelo blog do Pilako como mais um vitorienses que é mais conhecido pelo apelido de que pelo próprio nome. Veja o vídeo:

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Apelidos Vitorienses: GIBA DO BOLO.

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Dando continuidade a nossa coluna: "Apelidos Vitorienses", onde catalogamos os vitorienses que são mais conhecidos pelo apelido de que pelo próprio nome destacaremos, no dia de hoje, a origem do apelido do senhor Givanildo Lira Lins.

Contou-nos o senhor Givanildo, vitoriense da gema, que desde que empreendeu, na sua própria residência, um “fabrico de bolo”, na década de 80, para atender uma clientela de barraqueiros e pequenos comerciantes, as pessoas começaram a lhe chamar pelo seu apelido.

O senhor Givanildo,  que inicialmente teve  como apelido, “Giva”, ficou “batizado”,  pelos seus clientes,  como “GIBA DO BOLO”. No início ele bem que tentou explicar à clientela que o seu apelido era “GIVA” e não “GIBA”, no entanto o que prevaleceu foi o gosto popular.

Ao ser candidato a vereador na nossa cidade na eleição de 1988, o senhor Givanildo ratificou seu apelido na campanha eleitoral como “GIBA DO BOLO”. Por falta de apenas 5 votos não tivemos sentado em uma das cadeiras da Casa Diogo de Braga o vereador GIBA DO BOLO.

Sendo assim, depois de propagar o seu apelido na campanha política, nosso amigo Givanildo Lira Lins ficou conhecido na cidade mais pelo seu apelido de que pelo seu próprio nome. Veja o vídeo:

Veja outros Apelidos Vitorienses:

Apelidos Vitorienses: PINDURA

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Dando continuidade a nossa coluna, "Apelidos Vitorienses", onde catalogamos vitorienses que são mais conhecidos na cidade pelo apelido que pelo próprio nome,  iremos hoje revelar a origem do apelido do senhor Samuel Francisco do Nascimento.

Contou-nos o amigo Samuel Francisco que, lá pelo final da década de 60 e início dos anos 70, ele então com 20 anos, tinha o costume de entrar nos circos que se instalavam na cidade, por debaixo da lona, para não pagar o ingresso.

Pois bem, desta feita um circo daqueles sem estrutura – popular “lona furada”- levantou acampamento no bairro do Matadouro. O dono do circo, que fazia de “um tudo”, trabalhava de vigia a palhaço principal.

Certa vez, durante o espetáculo, o palhaço do circo, que se chamava Palhaço PINDURA, “nessa altura do campeonato” já irritado com as “manobras” por debaixo da lona do amigo Samuel, parou no meio do seu show e disse: “o circo vai deixar a cidade, mais Vitória ganhou um  palhaço de verdade, ele se chama PALHAÇO PINDURA” - DISSE APONTANDO PARA O AMIGO SAMUEL FRANCISCO DO NASCIMENTO.

Desse dia em diante, os amigos de Samuel passou a chama-lo de Pindura. Portanto, este foi o motivo pelo qual o senhor Samuel Francisco do Nascimento, passou a ser mais conhecido na cidade pelo apelido – PINDURA – de que pelo próprio nome.  Veja o vídeo:

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Apelidos Vitoriense: Doutor do Posto ou Doutor da Oficina.

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Dando continuidade na nossa coluna: "Apelidos Vitorienses", que tem por finalidade, revelar a história que originou os apelidos dos vitorienses que são mais conhecidos pelo apelido do que pelo próprio nome, hoje, iremos revelar a origem do apelido do senhor Clélio Severo Dias.

Pois bem, contou-nos o senhor Clélio Severo Dias que quando criança, no final da década de 50, lá na cidade de Areias, no Estado da Paraíba, no memento em sua mãe adotiva, de nome Joana, se dirigia ao colégio com ele e o seu irmão, Cleber Severo Dias, fazia sempre a mesma pergunta aos dois irmãos.

Pegada nas mãos dos dois, perguntava ela, para um e depois para o outro: vocês estão indo para o colégio estudar para ser o quê quando crescer? O Cleber, respondia que queria ser Padre. Já o Clélio, respondia que iria ser DOUTOR.

Nesta brincadeira inocente, os dois foram apelidados de Padre e Doutor, respectivamente. Depois que chegaram para morar em Vitória, o Clélio, o Doutor, sempre esteve ligado ao ramo de oficina mecânica. Seu apelido original – Doutor – com o passar do tempo, aqui em nossa cidade, ganhou sobrenome.

Algumas pessoas, normalmente os mais velhos, lhe conhece como: Doutor do Posto, isso porque era uma figura carimbada do Antigo Posto Sitonho. Já os mais novos, lhe chamam de Doutor da Oficina.

Portanto, o senhor Clélio Severo Dias é mais um  vitoriense que é mais conhecido na cidade pelo apelido – Doutor -  de que pelo próprio nome. Veja o vídeo:

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Apelidos Vitoriense: Natal do Churrasquinho.

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Dentro da coluna: "Apelidos Vitorienses", espaço que dedicamos às pessoas de nossa cidade conhecidas mais pelo apelido de que  pelo nome de batismo, destacamos hoje, à história do apelido de  Natanael Pascoal de Figueiredo.

Contou-nos o amigo Natanael, que ainda criança, desde quando se entendeu por gente, que é chamado pelo apelido de NATAL. Seu simpático apelido, segundo ele, foi colocado por sua mãe e faz uma alusão a cidade de Caicó, localizada no estado do Rio Grande Norte.

Conhecido em toda cidade por NATAL DO CHURRASQUINHO, o mesmo se estabelece   todas as noites,  de domingo a domingo, na Praça da Matriz, em frente ao Clube Abanadores “O LEÃO". Disse-nos também NATAL que veio morar na   nossa cidade, Vitória de Santo Antão, há mais de trinta anos.

Portanto, relatamos os motivos pelos quais que o amigo Natanael Pascoal de Figueiredo recebeu o apelido de NATAL, sendo inclusive, mais conhecido na cidade pelo apelido de que pelo próprio nome. Veja o vídeo:

Veja outros Apelidos Vitorienses:

Apelidos Vitoriense: MATUTO.

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Dando continuidade a nossa Coluna: "Apelidos Vitorienses", onde procuramos revelar o nome de batismo dos conterrâneos que são mais conhecidos pelos apelidos que pelo próprio nome, assim como, o motivo pelo qual surgiu a origem do apelido, muitas vezes desconhecida até por amigos mais próximos.

No dia de hoje, iremos realçar a História do senhor Everaldo Gomes de Moura que, segundo ele nos confidenciou, veio morar na cidade – Vitória - no bairro de Água Branca,  no início da década de 80 com 14 anos. Antes ele vivia no Sitio Chã de Aldeia.

Pois bem, com chegada de Everaldo “na Rua”, como gosta de falar o pessoal da Zona Rural, o senhor Manuel Miguel, Boiadeiro antigo, “rebatizou” o menino Everaldo com o nome de MATUTO.

Matuto, como todos o conhecem, é um sujeito “boa Praça”. Gosta de cavalo, de festa de gado, é animado e amigo dos amigos. Quando lhe dão oportunidade ao microfone ele gosta de enfrentar desafiar os cantadores com suas toadas de improviso.

Matuto nos revelou que gosta de ser chamado de Matuto, ELE ACHA MASSA. É bom que se diga que o amigo Matuto, de matuto não tem nada. Como ele mesmo diz, gosta de Shopping e auto se intitula, inclusive, um “BOYZINHO RURAL”.

Portanto, acabamos de revelar a história do nosso amigo Everaldo Gomes de Moura que passou a ser chamado pelos seus conterrâneos por MATUTO. Podemos afirmar, então, que o senhor Everaldo é mais conhecido pelos seus amigos pelo apelido de que pelo próprio nome. Veja o vídeo:

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Apelidos Vitoriense: Fernando Diamante.

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Depois de um tempo em STAND-BY estamos retornando com a nossa coluna "APELIDOS VITORIENSES". Desta vez, iremos revelar a origem do apelido do amigo vitoriense, conhecido de todos, Antônio Fernando Alves Pedrosa de Melo.

Segundo nos contou o amigo Antônio Fernando, semanas atrás, lá na Praça da Matriz, seu apelido: Fernando Diamante, surgiu de uma expressão da sua mãe quando ela, no afã de expressar o quanto ele era valioso para ela comparou-o a um DIAMANTE.

Contou-nos Fernando que mais ou menos há quatro décadas, quando ainda era jovem, depois de ter organizado uma festa e ter chegado de madrugada em casa, recebeu, logo cedinho, a visita de alguns amigos para levá-lo para outro “embalo”, foi quando sua mãe alertou que ele tinha acabado de dormir. Logo depois sua mãe aceitou acordá-lo e deixar sair,  mas, com o amor incondicional de mãe, pediu a todos que cuidassem dele, isso por que, ele, representava  para ela,  um verdadeiro DIAMANTE.

Sendo assim, o senhor Antônio Fernando Alves Pedrosa de Melo, que é mais conhecido na cidade por: FERNANDO DIAMANTE, acaba de ter a origem de seu apelido revelado pela coluna "APELIDOS VITORIENSES" DO BLOG DO PILAKO.

Assista ao vídeo:

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Apelidos Vitoriense: FURÃO.

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Dando continuidade para nossa coluna: "Apelidos Vitorienses", destacaremos hoje o apelido do amigo João Amaro de Santana. De maneira animada e até engraçada, o João contou-nos a origem do seu simpático apelido que, segundo ele, no início não gostava da brincadeira.

Disse João, que quando trabalhava na Sorveteria Peixe, ponto comercial localizado ainda hoje no mesmo lugar, centro da cidade, na Rua 15 de Novembro, por ocasião de ter passado a noite dormindo dentro do estabelecimento comercial, na hora da reabertura, na manhã seguinte, ele colocou a ponta da cabeça para ver quem estava abrindo a porta.

O senhor Luis Sapateiro, hoje já falecido, ao ver a cena exclamou: “seu Pedro... olhe pra ali....parece um FURÃO”.

Pois bem, sendo assim, desde aquele tempo o nosso amigo João Amaro de Santana ficou “batizado” como FURÃO. Na época, disse ele, que os maloqueiros e até os filhos dos vizinhos se encarregaram de fazer a chamada divulgação do apelido.

Portanto, o senhor João Amaro de Santana é mais um vitoriense que é mais conhecido pelo apelido de que pelo próprio nome. Sendo assim, o amigo FURÃO é mais um a ter a origem de seu apelido revelado pela nossa coluna: Apelidos Vitorienses. Veja o vídeo:

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Apelidos Vitorienses: NANÃE.

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Depois de um período parado, por falta de novos apelidados dispostos a comentar sobre a origem de seus apelidos, estamos de volta, deste feita, para falar da história do apelido do senhor José Ivan Pinto do Rêgo.

Recentemente, estive no Restaurante Gamela de Ouro. Enquanto estava almoçando,  o amigo Moleza, que já teve a origem de seu apelido divulgado aqui pelo blog,  disse-me: “Pilako, Nanãe, quer falar contigo, ele está ali sentado”.

Pois bem, quando caminhei na direção de Nanãe, ele foi logo dizendo: “esta semana vi no seu blog o apelido do meu amigo Tonho Tripa, quero botar o meu também, agora sem fazer filme, tire só o retrato”, pedido este, de pronto atendido.

Contou-me Nanãe, que a origem do seu apelido vem do tempo em que ele ainda era um bebê. O fato do seu irmão mais velho, com poucos anos a mais, não saber pronunciar a palavra neném, uma vez que os adultos da casa estimulavam-no para chamar o irmão mais novo de neném, não conseguir pronunciar a palavra correta, deu origem ao APELIDO do senhor José Ivan Pinto do Rego.

Sendo assim, fica aqui revelado mais uma origem de apelido da nossa terra, onde o senhor José Ivan Pinto do Rêgo é mais conhecido na cidade pelo seu apelido de que pelo próprio nome.

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Apelidos Vitoriense: TORTO

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Dando continuidade a nossa coluna "Apelidos Vitorienses", onde procuramos desvendar a origem dos apelidos dos nossos conterrâneos que são mais conhecidos pelos apelidos de que pelo próprio nome, hoje iremos falar do senhor José Raimundo da Paz.

Segundo o próprio José Raimundo da Paz  seu apelido teve origem há várias décadas. Ele nos disse que foi o seu patrão na época, Silvio Ramos, que pelo fato de ele ter um pequeno defeito no braço direito ficou sendo chamado de TORTO.

Acrescentou ainda, o senhor José Raimundo, que no decorrer da vida sofreu vários acidentes automobilísticos, “entortando” outros membros, tais como pé e pernas dando ainda mais feição para o seu apelido, colocado apenas por conta de um defeito no braço.

Portanto, o amigo José Raimundo da Paz, é mais um vitoriense que mais conhecido em toda cidade pelo apelido de que pelo próprio nome.

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Apelidos Vitorienses: PIRRITA.

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Dando continuidade a nossa Coluna de APELIDOS VITORIENSES, onde procuramos revelar a origem dos vitorienses que são mais conhecidos na cidade pelo apelido de que pelo próprio nome, destacaremos no dia de hoje, a origem do apelido do nosso amigo Manuel José Santiago da Silva.

Contou-nos o amigo Pirrita que seu apelido vem desde os tempos de criança, quando batia uma bolinha nos campos de peladas da cidade, principalmente por trás do restaurante Gamela de Ouro.

Pelo fato de Pirrita estar sempre participando das  peladas de futebol, ao lado de colegas mais velhos, e sempre dando "olé" nos maiores, já que sempre foi bom de bola, o então colega da época, já falecido, Marquinhos de Otoni, “batizou-o” de PIRRITA, por ser o menor da turma.

Nessa mesma época, o amigo PIRRITA foi “alertado”, pelo também colega de futebol e hoje professor e filósofo vitoriense, Sosígenes Bittencourt, que a pronúncia de seu apelido, deveria ser: PERRITA e não PIRRITA.

Sendo assim, o amigo Manuel José Santiago da Silva entra para  história de nossa cidade como mais um  vitorienses que é mais conhecido pelo APELIDO  de que pelo próprio nome.

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Apelidos Vitoriense: BALEADO.

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Dando continuidade para nossa coluna, APELIDOS VITORIENSES, sugestionada pelo nosso amigo BATFINO, iremos revelar desta vez aos amigos internautas do blog do Pilako, a origem do apelido do amigo Dimas Daniel Gomes.

Pois bem, em um encontro casual com o amigo Dimas, perguntei-lhe a origem do seu apelido. Disse-me então, que a origem do seu apelido vem lá do final da década de 70, mais precisamente de 1979, quando a vida da sua irmã (Rejane) foi ceifada por uma bala no peito, em plena via pública, nas proximidades do Fórum, fato inclusive, muito comentado na época. Nesse mesmo acontecimento, o seu irmão (Daniel Severino Gomes) foi alvejado com quatro tiros, mas que conseguiu sobreviver.

Como naquele tempo, não existia a facilidade de comunicação que se tem hoje, como celular e internet, muitas pessoas pensaram que a vítima dos tiros tinha sido o amigo Dimas, pelo fato de se parecer muito com seu irmão.

Tempos depois, de fato, o amigo Dimas veio a sofrer, vítima de confusão com um vizinho, um tiro pelas costas, mas, que naturalmente sobreviveu para nos contar essa história.

sitonhoNaquele tempo, o amigo Dimas, face as suas atividades de caminhoneiro, frequentava o Posto Esso Pitú, o famoso, Posto de Sitonho. Seu Sitonho, que sempre gostou de botar apelido nas pessoas, “batizou” o amigo Dimas, como BALEADO. Dizia Seu Sitonho: “oh !! menino, chama ali aquele rapaz que foi baleado.”. Baleado pra lá, baleado pra cá, o fato é que o apelido pegou.

O tempo passou e o nosso amigo Dimas mudou de profissão, hoje empresário e homem de negócios, mas o apelido, colocado por Seu Sitonho continua a acompanhá-lo. Bala pra lá, bala pra cá, o fato é que o senhor Dimas Daniel Gomes é um dos vitorienses que é mais conhecido pelo seu apelido de que pelo próprio nome.

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Apelidos Vitorienses: JOÃO DE QUALIDADE

Depois de uma parada  em nossa coluna APELIDOS VITORIENSES, por conta da programação carnavalesca do nosso Jornal Eletrônico, estamos dando prosseguimento com o amigo João de Barros Lima Filho, conhecido popularmente por JOÃO DE QUALIDADE.

Em conversa informal na Praça da Matriz, contou-nos João que ele foi mais uma “vítima”, no tocante a apelido, de Seu Sitonho do Posto.

A origem do apelido, João de Qualidade, data da época em que João trabalhou no Engenho PITÚ (1978/1979) e andava com o talão de requisição no bolso para agilizar algumas providências, inclusive facilitar a compra de óleo, no Posto Sitonho.

Sendo assim, Seu Sitonho, que era um bom “botador de apelido”, dizia: “esse João tem qualidade”.

João com Qualidade pra lá, João de Qualidade pra cá, o fato é que o nosso amigo João de Barros Lima Filho, hoje é mais conhecido na cidade como João de Qualidade do que pelo próprio nome.

Essa é mais uma história, entre tantas, ocorridas na cidade que, de certa forma, “mudou o nome” das pessoas. Caso  você queira contar a origem do seu apelido ou de algum conhecido seu entre em contato conosco, clicando aqui.

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Apelidos Vitorienses: ROBÔ ou AMERICANO?

A nossa coluna Apelidos Vitorienses de hoje traz um  fato curioso com o apelido de Carlos Antônio Alves Ferreira. Ele é bem conhecido por dois apelidos, um que ganhou dos colegas do Ginásio 3 de Agosto e o outro por conta do nome de seu estabelecimento comercial.

Contou-nos Carlos Antônio, que era costumes dos colegas da época do Ginásio, contar a parte em que tinha terminado o famoso seriado televisivo dos anos 70, PERDIDOS NO ESPAÇO. Certa vez, Carlos Antônio, imitou tão bem o Robô do seriado que seus colegas o batizou, definitivamente, de ROBÔ.

Já o apelido AMERICANO, teve como origem o nome da sua lanchonete, instalada em um terreno de esquina, na praça da Matriz, onde hoje funciona a KIKO Petiscaria, onde os clientes, que não sabiam seu nome, chamavam-no pelo nome do estabelecimento: “Ô AMERICANO, traz um sanduíche aí!”

Sendo assim, o pessoal mais antigo o chama de ROBÔ e essa turma mais jovem, assim como eu, chama-o de AMERICANO. Portanto o senhor Carlos Antônio Alves Ferreira, tem o privilégio de mais conhecido na cidade pelos dois apelidos de que pelo próprio nome.

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APELIDOS VITORIENSES: OLHO DE PIRES

Dando continuidade a nossa coluna, "Apelidos Vitorienses", revelaremos, no dia de hoje, a origem do apelido do senhor Antônio José Correa, o popular “OLHO DE PIRES”.

Severino Ferrer – Foto: Pedro Ferrer

Contou-nos o senhor Antônio, que quando menino trabalhou na PITÚ colando rótulo em garrafas. Seu Ferrer, um dos fundadores e pai do ex-Prefeito Zé Augusto, foi quem batizou-o com apelido de OLHO DE PIRES. Segundo as palavras de seu Antônio, o motivo pelo qual foi apelidado era porque ele era muito “magrinho e amarelinho”, ou seja, só tinha olho.

Disse-nos seu Antônio também,  que na época o governo proibiu o trabalho de meninos nas  fábricas de aguardente. Uns dez anos mais tarde, já homem feito, ele estava na fila para ser efetivado como funcionário da PITÚ, foi quando algumas pessoas tentaram colocar outro apelido nele chamando-o “leite de jaca”, já que naquele tempo, segundo Seu Antônio, era quase "obrigatório" os funcionários mais antigos botar apelidos nos recém-contratados.

Juvelino e Camelinho, funcionários antigos da PITÚ, disseram: “esse não... esse é OLHO DE PIRES, quem botou esse apelido nele foi Seu Ferrer."

Pois bem, essa é mais uma história de um vitoriense, assim como tantos outros, que é mais conhecido pelo apelido de que pelo próprio nome.

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Apelidos Vitorienses: LAVOURA

Dentro da nossa coluna "APELIDOS VITORIENSES", dessa vez o contemplado a revelar a origem de seu apelido será o nosso amigo Paulo Fernando Alves Ferreira, ou simplesmente,  LAVOURA.

Desde que me “entendo por gente” que conheço Lavoura. Filho de seu Zé Padre, amigo do meu pai, Lavoura foi “maloqueiro” na Matriz junto com meus irmãos. Sempre extrovertido, é um dançarino nato.

Contou-nos o amigo Lavoura que nos tempos de ‘rapazote” estava jogando dominó na calçada com os amigos perto de casa, ali pela Praça Severino Ferrer, mais conhecida como Praça do Fórum, quando São Pedro mandou chuva.

Disse ele que todos correram para se abrigar da chuva e ele foi o único que continuou sentado na banca de dominó. Ismael, um dos jogadores ficou dizendo : “oxe... isso é que é gostar de chuva... isso é uma lavoura..”

Desse dia em diante, há pelo menos umas quatro décadas, que o nosso amigo Paulo Fernando Alves Ferreira, o popular LAVOURA ficou batizado, sendo assim, esse é mais um vitoriense que é mais conhecido pelo apelido de que pelo próprio nome.

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Apelidos vitorienses: Antônio Tripa

Hoje nossa coluna "APELIDOS VITORIENSES" revelará, de maneira especial, a origem do famoso “sobrenome TRIPA”, que foi incorporado ao nome do senhor Antônio Ferrer de Moraes.

De maneira especial, porque hoje (14) o “APELIDADO” está de parabéns, face a passagem de mais uma data natalícia, onde aproveitamos para desejar muitos anos de vida.

Muito bem, Antônio Tripa, como assim é conhecido por todos foi uma das muitas “vítimas” do querido Sitonho do Posto, que aliás, segundo informações de amigo, foi quem mais colocou apelidos em Vitória, claro, de maneira carinhosa e brincalhona, marcas de sua personalidade.

Contou-nos o próprio Antônio Tripa, que quando tinha por volta de 11 anos de idade, juntos com alguns adultos, seguia viagem para o Recife, naquele tempo ir ao Recife era realmente uma viagem, para assistir a um jogo do Sport, ao chegar no posto de gasolina sentando, praticamente “espremido”, no banco dianteiro de um Jeep, isso porque ele era bem magrinho, seu Sitonho sapecou a seguinte frase: “para onde vocês estão levando essa tripa”.

Antônio Tripa, disse que depois desse episódio todos ficaram lhe chamando de tripa. Tripa para lá, Tripa para cá, o fato é que o senhor Antônio Ferrer de Moraes, ficou mais conhecido na cidade pelo seu apelido de que seu próprio nome.

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Apelidos Vitorienses: José Mariano de Barros Neto (TOCO)

Dando continuidade a nossa coluna, "APELIDOS VITORIENSES", coluna essa,  que traduz a notoriedade dos “vulgos” de alguns  conterrâneos,  hoje iremos falar do senhor José Mariano de Barros Neto.

Nome herdado do nosso avô, digo nosso, porque o senhor José, é o meu irmão Toco Mariano. Uma coisa curiosa é que dos 10 filhos dos nossos pais, ele é o único que traz o sobrenome MARIANO, como também é o único que não traz no nome nenhuma referência à família da nossa mãe, isso porque seu nome é uma homenagem ao nosso avô paterno, acrescido do famoso NETO.

Poderia  sim, como normalmente acontece, ser chamado por NETO ou até NETINHO. Mas, pelo fato de certo dia, ainda muito pequeno, ter sido colocado nos braços e ter ficado de pé e bem “durinho” foi comparado a um “toquinho” dizendo papai: “olha isso, parece um toquinho”.

Hoje alguns dos parente mais velhos, como tios e tias, ainda o trata como Toquinho. O tempo passou e o Toquinho virou Toco, vindo a ser “qualificado” como  Toco Mariano, coisa, aliás, que ele mesmo faz questão de enfatizar dizendo: “Toco tem muito por aí, eu sou Toco Mariano”.

Seu Zezé Mariano

Sendo assim, essa é uma história que revelamos sobre o apelido de mais um conterrâneo que é pouquíssimo conhecido por José Mariano de Barros Neto na cidade. Contendo no seu apelido uma coisa curiosa, isso porque, é mistura de vulgo+sobrenome oficial, ou seja, é o famoso Toco Mariano.

Apelidos Vitorienses: Manga Rosa

Em um encontro casual com o amigo Vanildo Maurício da Silva, o popular Manga Rosa, fizemos um pequeno vídeo onde o mesmo nos contou a curiosa origem do seu conhecido apelido.

Disse-nos Manga, que foi pelo início da década de 60, quando ele ainda tinha apenas 7 anos, em uma barbearia na Rua 15 de Novembro, que um senhor de nome Antônio Lino (pai do conhecido amigo Paulinho Lima) que gostava de brincar com ele e, por conta dos seus lábios ser bem vermelho ficava “abusando” com ele, chamando-o de Batom.

Foi em um feriado de 7 de Setembro que, segundo o próprio Manga, naquele tempo, era o dia “especial” dos matutos irem à praia, ele, junto com sua família, assim também o fizeram. Pois bem, por conta da grande exposição ao sol, o garoto, até então Vanildo, ficou com as bochechas bem avermelhadas.

De volta à cidade e dirigindo-se à Barbearia para cortar o cabelo, seu Antônio Lino, após vê-lo, disse que estava parecendo uma MANGA ROSA. Pronto, foi a senha para, daí em diante, o menino Vanildo virar Manga Rosa.

O curioso é que o apelido de Vanildo deu tão certo que o seu filho, que não sei do nome, é conhecido por MANGUITO. Sendo assim, essa é mais uma história de um vitoriense que  é mais conhecido pelo apelido de que pelo próprio nome.

Veja o vídeo:

Apelidos Vitoriense: China Contador

Dando continuidade a nossa coluna de "Apelidos Vitorienses", hoje vamos revelar a origem do vulgo do nosso amigo Carlos Alberto Ferreira do Nascimento, o conceituado profissional da contabilidade "CHINA CONTADOR".

Contou-nos CHINA, que é natural da cidade de Escada, que logo que veio morar em Vitória, no início da década de 60, ainda garoto gostava de jogar bola, algo natural para os garotos da época. Descobriu, através de amigos, os campinhos  de futebol no terreno cheio de pé de jurubeba, naquele tempo afastado da cidade, local hoje onde se encontra o bairro do Cuscuz.

Naquele tempo o amigo China, já portador da deficiência visual conhecida por ASTIGMATISMO  jogava nos times aspirantes, que tinha como regra fazer os jogos iniciais antes  dos chamados “jogos principais”. Sendo assim, jogava CHINA e seus amigos da mesma idade, sempre no início da tarde, ou seja com sol escaldante.

Pois bem, o nosso amigo Carlos Alberto, em muito momento precisa forçar a visão para poder enxergar a bola, coisa que muitas vezes não conseguia, contudo, seus companheiros de time sem entender absolutamente nada das suas dificuldades ficavam ARRETADOS   dizendo: “abre o olho chinês” ou ainda “vai chinês, pega a bola!”.

Sendo assim, podemos afirmar que o apelido "China" foi mais um, entre tantos, que surgiram nos campos de peladas da nossa cidade, sendo o amigo   Carlos Alberto Ferreira do Nascimento a ser mais um vitoriense conhecido mais pelo apelido de que pelo próprio nome.

Apelidos Vitorienses: Paulinho Moleza

Dando continuidade a nossa coluna de Apelidos Vitorienses hoje, vamos revelar a origem do vulgo do nosso amigo Paulo Marcelo Lins de Albuquerque, o popular  e querido por todos, PAULINHO MOLEZA.

Contou-nos Moleza, em uma entrevista exclusiva, nas dependências do Restaurante Gamela de Ouro no sábado passado (28) que a origem do seu apelido surgiu lá atrás quando ele era amigo do finado “Mago da Pitú” que faleceu na década de 80 em decorrência de um acidente de automóvel em Bonança, que na época se chamava Tapera.

Naquele tempo passava um programa de bonequinhos na TV, e tinha um personagem que se assemelhava ao “Mago”, daí depois de sua morte, quando Paulinho voltou a frequentar os mesmos lugares de antes, como as sinucas, o pessoal ficou falando: “Olhe aí o amigo de Moleza” sendo assim batizado de Paulinho Moleza.

Um fato curioso aconteceu, quando Paulinho, já batizado de Paulinho Moleza, começou a trabalhar na PITÚ, que foi motivo de muita brincadeira, segundo ele, foi quando Seu Biu  arrumou um emprego para ele, que consistia em “cuspir” os selos. Um dos seus colegas de trabalho disse: “Taí, um serviço desses, é por isso que teu apelido é Moleza, um serviço desses...”.

Sendo assim, o amigo Paulino Moleza é mais um que entra para nossa importante  galeria dos vitorienses que são mais conhecidos pelos apelidos que o próprio nome.

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Apelidos Vitorienses: a “Jaca” de Heleno foi herança de Seu Biu

Conta a história que lá pela década de 60 existia um barbeiro, morador de Estrada Nova, que atendia pelo nome de Severino Rodrigues de Lima. Para aproveitar o movimento em frente a sua barbearia, seu Severino resolveu comprar frutas nos sítios para revender em seu ponto comercial.

Seu Severino, que logo ficou conhecido na cidade como "Biu da Jaca", tinha alguns filhos, entre eles, Heleno Rodrigues de Lima, ou então, o nosso conhecido "Heleno da Jaca".

Heleno herdou o sobrenome do pai, pelo fato de quando garoto seu pai, Biu da Jaca, dar-lhe a missão de fazer as entregas das frutas, sobretudo a jaca, nas lojas e principalmente nos bancos da cidade (Financiador, Popular e Brasil). Heleno, montava na sua bicicleta, colocava a jaca no bagageiro e saia pelo centro da cidade para fazer entregas.

Mais tarde, já rapazinho, Heleno foi atleta no time aspirante do Livramento Futebol Clube, mesmo sendo um rapaz bonito de olhos azuis que poderia ser chamado de "Heleno bonitão", foi “batizado” no futebol como Heleno da Jaca.

O tempo passou e nosso amigo Heleno da Jaca, casou-se com dona Margarida com quem teve três filhos (os advogados Eduardo, Emerson e Heleno Júnior). Trabalhou na Rede Ferroviária e depois ingressou no serviço Público Estadual como agente de polícia, chegando a ocupar o desejado posto de Delegado Especial.

Portanto, está aí revelado a origem de mais um apelido, na nossa “particular” coluna "APELIDOS VITORIENSES."

Apelidos Vitorienses: Josimar Cavalcanti da Silva – O BATFINO

Dentro do nosso propósito de “viver e reviver” nossa cidade nos seus mais diversos aspectos, realçado no seu cotidiano, estamos trazendo mais um “personagem” da coluna Apelidos Vitorienses. Hoje iremos narrar a história, do senhor Josimar Cavalcanti da Silva que virou o popular  BATFINO.

O nosso amigo Josimar, conhecido de todos, é realmente uma figura muito popular. Quando chegamos ao  balcão da loja em que trabalha (Patrícia Eletro) sempre atende a todos  com a maior simpatia e presteza, podemos dizer que é um cara que sempre gosta de buscar   a melhor solução para o cliente.

Contou-nos o amigo Josimar que lá pelo início da década de 80 (81-82) começou a jogar handebol pela Escola Dias Cardoso na posição de ala esquerda, como tinha mania de prender a bola, o seu técnico, o amigo Pirrita ficava bastante irritado com a atitude de Josimar.

Em um desses momentos de irritação, Pirrita identificou nele  (Josimar) aparência com o famoso desenho animado da época, conhecido como Batfino e Karatê, onde fazia alusão a um invocado morcego magricelo com orelhas grandes.

Sendo assim, depois que o técnico Pirrita ficou chamando-o de BATFINO os colegas do time, e depois todos os conhecidos do colégio, acompanharam-no, sendo inclusive  questionado na época pela sua mãe, que não gostou do apelido, mesmo reconhecendo que ele era parecido com o personagem. O curioso, é que hoje é a própria mãe a primeira a chamar Josimar de Batfino.

Portanto, esse amigo de todos nós, o senhor Josimar, ou melhor, Batfino, que está sempre presente nas rodas de bate-papo nas praças e nos bares, como também no carnaval “montado” na sua tradicional burrinha que entrou para história da cidade, como sendo um cara que ficou mais conhecido pelo apelido de que pelo próprio nome.

Nova coluna: “Apelidos Vitorienses”

Conforme matéria de ontem (04), onde narrei uma divertida conversa com amigos, na Praça da Matriz, onde o assunto central girou em tornos dos apelidos colocados em conhecidos vitorienses, muitos deles mais conhecidos pelo apelido do que pelo próprio nome, que de maneira inusitada surgiu a ideia de tratar dessas curiosidades aqui pelo blog, já que temos como objetivo escrever apenas as coisas da nossa terra, como se fosse um Diário eletrônico local, das Terras das Tabocas, venho revelar, em primeiro lugar,  a origem do meu apelido.

Muito bem, sendo eu o mais novo de dez filhos, portanto “saco de pancada” dos irmãos mais velhos, certa vez, acompanhei papai à cidade de ARAPIRACA em uma de suas viagens a negócio pelas bandas de lá.

Acredito, não me lembro de detalhes, por ter sido um dia diferente para uma criança, como por exemplo, passear de carro, almoçar em restaurante e conhecer vários lugares o momento foi marcante, sendo assim sempre cobrava a papai outra viagem daquela.

Dentro dessa “reivindicação” de uma nova viagem, papai, como também os meus irmão mais velhos ficavam mandando que eu repetisse o nome da cidade, imaginem  a “tortura” para uma criança ser obrigada a dizer uma palavra que não sabe pronunciar, para só assim ter seu pedido atendido. É bom lembrar que o nome da cidade era ARAPIRACA.

Para uma criança que mal sabia falar as coisas do seu universo, repetir a palavra ARAPIRACA era realmente muito difícil, contudo o esforço era grande. As palavras mais escutadas da minha boca, para muitas risadas de todos, durante um bom tempo eram: PILAKA- PILAKO- PIRAKA-  e por ai vai. Sendo assim, o apelido Pilako, colocados pelos meus irmãos em mim  ficou mais “famoso” de que o  próprio nome: Cristiano de Melo Vasconcelos Barros - (Cristiano Pilako).