Lançamento do Livro Apelidos Vitorienses II acontecerá no dia 18 de agosto.

É com muita alegria que anunciamos o lançamento do segundo volume do nosso livro Apelidos Vitorienses. Mantendo o formato anterior revelaremos a origem do apelido de mais vinte e cinco conterrâneos, que ficaram mais conhecidos na cidade pela alcunha do que pelo nome do batismo.

Nesse livro – Apelidos Vitorienses II – constam os seguintes “apelibiografados”:

Babai Engraxate, Novo da Banca, Pea Preta, Branca, Gongué, Veio Eletricista ou Véio da Prefeitura, Brother, Bambam Água, Zé Ribeiro, Regis do Amendoim, Val, Pirraia do Feijão, Pituca, Júnior Facada, Pezão, Moreno, João Potó, Touro,  Lino, Eraldo Boy, Cocota, Castanha, Miro da Cachorra, Nininho, Neném da Joelma.

Na prática, já começamos organizar o lançamento, que ocorrerá no dia 18 de agosto, no Vitória Park Shopping. Diferente do anterior, mudamos o dia evento para uma sexta-feira. Dessa vez incluímos um apelido feminino. Nossa amiga “Branca” foi a contemplada.

Os apelidos, indiscutivelmente, acabam tornando-se uma espécie de marca registrada. Já pensou, por exemplo, ao postar uma matéria falando dos torcedores do Sport, que participaram, no último domingo (16), aqui na Vitória, das festividades alusivas ao 41º título estadual, escrever que encontrei, no meio da festa, o senhor Amaro Henrique da Silva, na maior animação?

Quem danado iria saber que o “tal” senhor Amaro Henrique da Silva é o nosso “internacional” e popularíssimo  BABAI ENGRAXATE?

Portanto, conto com todos vocês para mantermos essa coluna e, na medida do possível, transforma-la, com  cada novos vinte e cincos “apelibiografados”,  em um livro. Em breve, aqui pelo blog, através de convites formais e  virtuais, estaremos chamados os internautas, amigos e familiares para participar conosco da festa de lançamento do livro APELIDOS VITORIENSES II

Serviço

LANÇAMENTO LIVRO APELIDOS VITORIENSES II

Dia: 18 DE AGOSTO – sexta-feira

Local: VITÓRIA PARK SHOPPING

Hora: 19:30h – APRESENTAÇÃO DO LIVRO

Autógrafos: 20H ÀS 22H

 

Apelidos Vitorienses: NÉNEM DA JOELMA.

Dando continuidade a nossa coluna, Apelidos Vitorienses, que tem por objetivo maior revelar a origem da alcunha dos conterrâneos, que são mais conhecidos na cidade pelo apelido do que pelo próprio nome, hoje, realçamos o motivo pelo qual o senhor Josenilson Francisco do Nascimento tornou-se o “Nénem da Joelma”.

Pois bem, contou-nos o senhor Josenilson Francisco do Nascimento que seus pais optaram pela letra “J”, como inicial para o nome dos filhos. Cinco irmãos – quatro homens e uma mulher -  e o nome de todos começa pela letra “J”. Josenilson, não fugiu à regra.

Ainsa bem novinho, o Josenilson, foi "rebatizado" pela avó, com o carinhoso apelido de “Nénem”. Em 1975, os pais do senhor Josenilson, em ato ousado, comercialmente falando, empreenderam num ponto comercial fixo, para venderem calçados, negócio que já desempenhavam antes, na feira-livre local. Em homenagem a filha caçula, Joelma, o nome fantasia da loja foi:  “Joelma Calçados”.

Trabalhando com pais e os irmãos no negócio da família, o senhor Josenilson acabou incorporando o nome fantasia da loja, como uma espécie de “sobrenome” ao seu já consolidado  apelido. Portanto, ais aí, mais um vitorienses que é mais conhecido na cidade pelo apelido – Nénem da Joelma – do que o pelo próprio nome de batismo – Josenilson Francisco do Nascimento.

Apelidos vitorienses: NININHO

Dando continuidade a nossa coluna – Apelidos Vitorienses – que tem por objetivo revelar o motivo pelo qual alguns conterrâneos ficaram mais conhecido pela alcunha do que pelo próprio nome de batismo, hoje, revelaremos a história do senhor Valdemiro Severino dos Santos.

Contou-nos o senhor Valdemiro Severino dos Santos, filho mais novo de uma prole de cinco filhos, que sua mãe, ao sentir alguns problemas de saúde e procurar seu médico, recebeu a notícia que estava grávida, mesmo depois de haver realizado, há oito anos, a cirurgia de “ligação”. O curioso é que a notícia da gravidez foi dada pelo mesmo médico que havia realizado a referido procedimento cirúrgico.

Pois bem, após não se conformar com o nome que foi atribuído, pelos pais,   ao recém-nascido – Vademiro – por achar grande,  para uma criança tão “pequenininha”, sua madrinha, que tem como apelido Nanãe, começou a lhe chamar de “Pequenininho”. Do então “Pequenininho”,  derivou-se  o desde cedo e  atual apelido,  NININHO.

Segundo NININHO, hoje, apenas um antigo empregador, Zé Andrade, lhe trata pelo nome formal. Eis aí, portanto, a história do senhor Vademiro Severino dos Santos que é um  dos conterrâneo mais conhecido pelo apelido do que pelo próprio nome.

Apelidos Vitorienses: MIRO DA CACHORRA.

Dando continuidade a nossa coluna – Apelidos Vitorienses – que tem como finalidade evidenciar os conterrâneos que são mais conhecidos pelo apelido do que pelo próprio nome, hoje, revelaremos o motivo pelo qual o senhor Valdemiro José Duarte passou a ser conhecido por MIRO DA CACHORRA.

Contou-nos o senhor Valdemiro José Duarte que quando criança, com pouco mais de dez anos de idade, se juntava com um colega de idade semelhante, filho de um marceneiro que tinha o mesmo nome do pai (João) cujo local de trabalho ficava em Terra Preta, para, juntos e escondidos por trás de um muro, ficaram jogando pedaços de madeiras em outro marceneiro que  trabalhava na mesma localidade,  que se chamava Petrônio.

Nesse contexto, a brincadeira funcionou até o dia em que o marceneiro,  Petrônio, flagrou-os atuando. Desse dia  em diante, confidenciou o senhor Valdemiro José Duarte, ficou sendo chamado de “Raposa de Cachorro” pelo marceneiro e depois,  pelos colegas, de Miro da Cachorra. Antes,  porém, seu Valdemiro era chamado apenas por MIRO.

Apesar de ter ficado, à época, bastante irritado com o novo apelido - MIRO DA CACHORRA – atualmente, com mais de oitenta anos de idade, o senhor  Valdemiro já se acostumou com o apelido e até se diverte com a situação. Eis aí, portanto, mais um vitoriense que é mais conhecido pelo apelidos do que o próprio nome.

Apelidos Vitorienses: CASTANHA.

Dando continuidade a nossa coluna – Apelidos Vitorienses – que tem como objetivo revelar a origem do apelido dos conterrâneos, que são mais conhecidos pelo nome social do que o nome pelo qual foram batizados, hoje revelaremos a origem do apelido do senhor Drailton José da Silva.

Com origem na Zona Rural, na vizinha cidade de Pombos, contou-nos o senhor Drailton José da Silva que, juntamente com seus irmãos, ainda na década de 80, investiram na atividade econômica da venda de CASTANHAS. Além de produzirem em grande quantidade também compravam mais castanhas nos sítios vizinhos,  para serem assadas,  “quebradas” e embaladas em saquinhos.  As mercadorias, uma vez prontas, eram negociadas em Vitória e nas cidades circunvizinhas, assim como nas praias – Boa Viagem, Porto de Galinhas e etc.

Pois bem,  o  amigo Drailton José da Silva, que tem como apelido CASTANHA, em função da sua atividade comercial, há mais de três décadas, antes, porém, também ficou conhecido na cidade pelo codinome de COCADA, em função também da sua atividade comercial.

Atualmente, estabelecido no nosso centro comercial, o senhor Drailton José da Silva, além de outras mercadorias, continua negociando com  o produto que  deu origem ao seu  apelido, ou seja: CASTANHA. Eis aí, portanto, mais um vitoriense que é mais conhecido na cidade pelo apelido do que o próprio nome. Veja o vídeo:

Apelidos Vitorienses – COCOTA.

Hoje destacaremos na nossa coluna Apelidos Vitorienses, o motivo pelo qual o senhor Edvaldo João de Almeida é mais conhecido em toda cidade por COCOTA do que pelo próprio nome. Aliás, não custa nada lembrar que o termo “cocota”, no final da década de 70 e inicio de 80,  foi um nome dado para uma dança, que virou moda entre os jovens da época.

Pois bem, foi dentro desse contexto que o senhor Edvaldo João de Almeida foi apelidado por COCOTA, pela turma de jovens do qual fazia parte, juntamente com Manga Rosa e Bolinha. À época, contou-nos o senhor Edvaldo, "a turma se encontrava nas praças para tomar umas e outras e dançar, ao som do ritmo que era moda".

Disse-nos também o senhor Edvaldo João de Almeida que ele gostava de participar, junto com a turma, das farras nos bares conhecidos da cidade: “Bar do Gilvan”, Restaurante “O Chalé”, Pitú-Lanches e etc. Já no inicio dos anos 80, falou o senhor Edvaldo, os "embalos e danças" também ocorriam nas discotecas dos Clubes Abanadores “O Leão” e Vassouras “O Camelo”, onde também se dançava a chamada “cocota”.

O ritmo saiu de moda, passaram-se décadas, mas o apelido do nosso amigo Edvaldo João de Almeida ganhou força e, atualmente, poucas pessoas na nossa cidade lhe conhece pelo seu nome de batismo. Sendo assim, catalogamos o Cocota, como um vitoriense que também é mais conhecido pelo apelido do que o próprio nome. Veja o vídeo:

Apelidos Vitorienses: ERALDO BOY

Na coluna Apelidos Vitorienses, hoje, destacaremos o motivo pelo qual o senhor José Eraldo da Silva ficou mais conhecido pela alcunha do que pelo próprio nome. Esse espaço tem como objetivo, entre outros, registrar os apelidos dos vitorienses que ficaram mais conhecidos pelo nome social do que pelo nome de batismo.

Contou-nos o senhor José Eraldo da Silva que quem o “registrou” com o nome social de Eraldo Boy foi o senhor Soares, contemporâneo das "farras e embalos", ocorridos  na nossa cidade.  Jose Eraldo, que trabalhou com o pai dos nove aos vinte e quatro anos, no segmento de “venda de prestação”, juntamente com o Eraldo Alexandre,  faziam parte do mesmo grupo de jovens.

Para sanar as dúvidas, geradas por existir dois “Eraldos” no mesmo grupo, Soares resolveu apelida-los. Eraldo Alexandre virou “Eraldo Caninha” e José Eraldo da Silva virou “Eraldo Boy”. O “Boy”, contudo,  surgiu justamente pelo estilo “playboy” do José Eraldo que já naquela época – inicio da década de 70 – desfilava com um jeep (59) com rodas de “Talas Largas”- uma novidade para aquele tipo de veiculo.

Portanto, eis aí, o motivo pelo qual o senhor José Eraldo da Silva ficou mais conhecido na nossa cidade pelo apelido do que pelo próprio nome. Eraldo Boy, hoje,  já é um coroa com mais de seis décadas, mas continua - pelo menos no nome - o mesmo “BOY” de antigamente, como ele mesmo afirma. Veja o vídeo:

Apelidos Vitorienses: LINO

Na nossa coluna Apelidos Vitorienses, hoje, contaremos uma história interessante, sobre o senhor Severino Henrique Pessoa de Vasconcelos que, segundo o próprio, muitas vezes chegou a esquecer do nome de batismo, uma vez que – como ele mesmo falou - desde que “se entende por gente” é chamado por LINO.

Pois bem, o apelido de LINO foi colocado por seus pais. Sendo ele o segundo filho mais velho de uma prole de doze. Por incrível que pareça, o  nome de batismo de  LINO – Severino Henrique Pessoa de Vasconcelos – até certo tempo, era algo desconhecido pelos irmãos mais novos. O caçula,  José Reinaldo, por exemplo, só veio ficar sabendo do verdadeiro nome do irmão, aos quinze anos de idade, por conta de uma correspondência.

Outro fato curioso, contado pelo próprio Severino Henrique Pessoa de Vasconcelos, é que o seu filho – que foi registrado por LINO – certa vez, também desconheceu o nome do pai, quando recebeu uma correspondência, no seu ponto comercial.

Também conhecido por “Lino do Engenho”, em função da sua atividade laboral e depois por “Lino Vasconcelos”, face ao sobrenome do pai, podemos afirmar, categoricamente, que o senhor Severino Henrique Pessoa de Vasconcelos é mais um vitoriense que é mais conhecido pelo apelido do que pelo próprio nome. Veja o Vídeo:

 

Apelidos Vitorienses: TOURO

Dando continuidade a nossa Coluna: Apelidos Vitorienses, onde procuramos destacar os conterrâneos que são mais conhecidos pelo apelido do que pelo próprio nome, hoje, realçamos o motivo pelo qual o senhor Sebastião Ferreira da Silva ficou mais conhecido pela alcunha – TOURO -  de que pelo nome de batismo.

Contou-nos o senhor Sebastião que quando jovem – lá pela década de 1960 – participou ativamente do movimento de “Luta Livre Americana”, ocorrido aqui na Vitória de Santo Antão. Apenas a título de comparação, para os dias atuais, seria uma espécie de UFC e MMA, hoje, praticado em larga escala e com grande difusão, através da mídia televisiva.

Pois bem, o nome da academia, da qual o senhor Sebastião fez parte, chamava-se “Academia Touro Novo”. Ele, o Sebastião, na qualidade de jovem, forte e bom de “briga”, logo foi apelidado de TOURO. Antes, porém, os amigos e familiares lhe tratavam pelo próprio nome ou até pelo carinhoso apelido de “Baixa”.

Hoje, contudo, o senhor Sebastião Ferreira da Silva, continua forte e com muita vitalidade, naturalmente,  não tem mais aquela força, tal qual um touro de verdade, mas ainda exibe uma boa forma física, apesar da idade avançada. Portanto, eis aí, mais um vitoriense que é mais conhecido pelo apelido do que o próprio nome.

Apelidos vitorienses: JOÃO POTÓ.

Na  nossa Coluna Apelidos Vitorienses, hoje, vamos revalar o motivo pelo qual o senhor João Ferreira do Nascimento ficou mais conhecido na cidade pelo seu apelido – João Potó – do que pelo próprio nome.

Contou-nos o senhor João Ferreira do Nascimento que quando ele ainda era jovem, na década de 1950, gostava de jogar bola e também se destacava por ter um bom preparo físico, aliás  desenvolvia  uma velocidade acima da média da maioria dos seus colegas.

Nessa época, até então, as pessoas lhe chamava apenas por João ou João de Baixa – uma referência direta ao seu pai (Baixa Jiló). Contudo, uma música que fazia sucesso à época,  lá pelas bandas do Sertão, falava assim: “ trabalhadores do Sertão...vamos agora apresentar João Potó.....João Potó é o maior.......”.

Pois bem, em uma determinada manhã,  no Campo do Dique, em função de uma jogada futebolística em que João estava participando, no mesmo momento em que a música estava tocando em um  rádio, gritou  o torcedor “Dadai Pichilinga”: “João Potó é o maior.. João Potó é o maior...”.

Pronto, desde esse acontecimento o senhor João Ferreira do Nascimento passou a ser chamado por todos pela alcunha de “João Potó”.  Essa  é, portanto, a história que fez mais um vitoriense ser mais conhecido na cidade pelo apelido do que pelo próprio nome. Veja o vídeo:

Apelidos Vitorienses: MORENO

Dando continuidade a nossa coluna: Apelidos Vitorienses, que tem por objetivo revelar a origem do apelido dos conterrâneos que são mais conhecidos pela alcunha do que pelo próprio nome, hoje, falaremos do senhor Clóvis Amaro de Lira.

Disse-nos o senhor Clóvis Amaro de Lira que pelo fato de haver nascido com a pigmentação da pele mais escura da família, sua avó, com apelido de “Abelha”, foi logo dizendo:  “esse é o moreninho da família”.

Contou-nos ainda o senhor Clóvis Amaro de Lira que desde criança que seus familiares, vizinhos e amigos nunca lhes trataram  pelo nome de batismo, e sim   pelo apelido de MORENO. Na escola, contudo,  o nome social  também continuou em detrimento ao  nome de batismo.

Identificamos, portanto, o senhor Clóvis Amaro de Lira como  mais um vitoriense  que é mais conhecido  pelo apelido do que o próprio nome, ficando assim, desde já catalogado na coluna do nosso blog: Apelidos Vitorienses. Veja o vídeo:

 

Apelidos Vitorienses – PEZÃO

Dando continuidade à nossa Coluna: Apelidos Vitorienses, que tem como objetivo revelar a origem dos conterrâneos que são mais conhecidos pela alcunha de que pelo próprio nome, hoje, revelaremos a história do nome social do senhor Fernando Soares da Silva.

Contou-nos o senhor Fernando que seu apelido começou desde os tempos de adolescente – 15 anos – na escola. Em função do avantajado par pé de que possui os colegas da época passaram a lhe chamar por “Pezão”.

O curioso é que dois irmãos mais velhos – que também possuem pés grandes – também foram apelidados por Pezão. Segundo Fernando, no inicio ela não gostava da alcunha, mas com o tempo se acostumou e atualmente apenas seus pais lhe chamam pelo nome de batismo – Fernando.

Eis aí, portanto, mais um antonense que é mais conhecido em toda cidade pelo seu apelido – Pezão – do que pelo próprio nome – Fernando Soares da Silva. Veja o vídeo:

Apelidos Vitorienses: JUNIOR FACADA.

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Dando continuidade a nossa coluna: Apelidos Vitorienses, que tem por objetivo revelar a origem dos apelidos dos conterrâneos que são mais conhecidos pela alcunha do que o próprio nome, hoje, revelaremos a história do senhor João Severino dos Santos Junior.

Contou-nos o senhor João Severino dos Santos Junior  que seu apelido surgiu quando ele  ainda era garoto (12 anos) e cursava o 5º ano no Colégio Polivalente. Antes, todos lhe chamava apenas por Junior.

Pois bem pelo fato do Junior usar a mão e os dedos (firmes) para dá uma “catucadinha” na barriga dos colegas,  na medida em que falava com os mesmos, em tom de brincadeira, uma menina, com o nome de Edvânia chamou-lhe pela primeira vez de “Facadinha”.

Desse dia em diante, contudo, os demais colegas passaram a lhe tratar por “Junior Facada”. Confidenciou o “Junior Facada” que inicialmente ele resistiu ao apelido, mas não teve como fazer  os colegas esquecer da brincadeira.

Eis aí, portanto,   a história do apelido do senhor João Severino dos Santos Junior que ficou mais conhecido na cidade pelo apelido – Junior Facada - do pelo próprio nome. Veja o vídeo:

Apelidos Vitorienses: PITUCA.

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Dando continuidade à nossa coluna, Apelidos Vitorienses, que tem por objetivo evidenciar os conterrâneos que são mais conhecidos pelo apelido do que pelo próprio nome, hoje, revelaremos a história do senhor Rinaldo José de Souza.

Contou-nos o senhor Rinaldo José de Souza que desde criança é chamado pelo nome social. Segundo ele, inicialmente, também foi chamado por “PITOCO”, mas prevaleceu o “PITUCA”. A origem do seu apelido,  Rinaldo atribui ao seu avô “Santinho”.

Também revelou Rinaldo que mesmo nos tempos de escola, assim como hoje, ele preferia ser tratado pela alcunha. Quando uma professora, na hora da chamada, citava seu nome de batismo – Rinaldo – ele reclamava e ameaçava não responder, caso não fosse identificado pelo apelido: “PITUCA”.

O tempo passou e o amigo Rinaldo José de Souza “batizou” sua empresa com o seu apelido: PITUCA VARIEDADES. Portanto, eis ai, mais um vitoriense que é mais conhecido em toda cidade pelo apelido do que pelo próprio nome. Veja o vídeo:

Apelidos Vitorienses: PIRRAIA DO FEIJÃO

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Dando continuidade à coluna Apelidos Vitorienses, onde procuramos evidenciar os conterrâneos que são mais conhecidos pelo apelido do que o próprio nome, hoje, revelaremos o motivo pelo qual o senhor Severino João do Nascimento recebeu a simpática alcunha  de “Pirraia do Feijão”.

Contou-nos o senhor Severino João do Nascimento que desde muito pequeno foi obrigado a “viver no mundo para ajudar em casa”. Certa vez, disse ele, que o motorista de um comerciante de farinha que se chamava “Sibio”, ao vê-lo,  muito pequeno, negociando em um banco de feira, perguntou se ele tinha pai e mãe.

Nesta ocasião, contudo, ainda pelo fato do senhor Severino do Nascimento não demonstrar ter forças para sequer colocar uma saca de feijão em cima de estrado de madeira, o mesmo homem começou a chamo-lo de “Pirrainha do Feijão”.

Pois bem, o tempo passou e os negócios do senhor Severino João do Nascimento só fizeram aumentar. “Com as Graças de Deus”, como ele mesmo gosta de enfatizar, além de haver se tornado um forte comerciante de feijão também ascendeu ao cargo de verdadeiro representante do povo, na vizinha cidade de Pombos ao ser eleito vereador, por mais de uma vez,  com o nome de “Pirraia do Feijão”.

Sendo assim, catalogamos o senhor Severino João do Nascimento como mais um  vitoriense que é mais conhecido pelo apelido do que pelo próprio nome. Veja o vídeo:

Apelidos Vitorienses: Val.

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Na coluna Apelidos Vitorienses, hoje, destacaremos o motivo pelo qual o senhor Rosival Antônio de Lima tornou-se mais conhecido na cidade pela alcunha de  Val, que pelo nome o qual foi registrado e batizado.

Contou-nos o senhor Rosival Antônio de Lima que no seio familiar, desde muito pequeno,  seus pais sempre lhe chamou pela terminação do seu nome, ou seja: Val. Ao ingressar nas escolas Atneu Santo Antão e Colégio Municipal 3 de Agosto, Dona Maria Aragão e Doutor Mário Bezerra, professora e diretor respectivamente, juntamente com demais  professores e colegas,  todos lhe chamava por Rosival.

Ainda nos contou o senhor Rosival Antônio de Lima que nas outras  instituições de ensino em que estudou, nas cidades de Palmares, Escada e Recife também continuou sendo chamada pelo nome “original”. Mas, na medida em chegava na sua cidade, Vitória de Santo Antão, seus familiares, colegas e vizinhos do seu bairro de origem, o Cajá, continuaram lhe chamando pelo apelido de VAL.

Hoje, em função dos vários ramos de atividade que atua, no segmento empresarial, o apelido – VAL – recebe outros sobrenomes. Tipo: “Val da Banca”, “Val do Restaurante” e etc. Portanto, o senhor Rosival Antônio de Lima é mais um vitoriense que é mais conhecido pelo apelido de que pelo próprio nome. Veja o vídeo:

Apelidos Vitorienses: Regis do Amendoim.

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Dando continuidade a nossa coluna, Apelidos Vitorienses, hoje, destacaremos o motivo pelo qual o senhor Reginaldo Antonio de Barros ficou mais conhecido na cidade pelo apelido de que pelo próprio nome.

Contou-nos o senhor Reginaldo que desde criança todos lhe chamavam por Regis. Mas após o falecimento do seu pai, na qualidade de família pobre, suas privações materiais começaram ocorrer. Regis, após constatar que sua mãe viva chorando em função das dificuldades, resolveu tomar uma atitude.

Pois bem, foi a partir de uma cesta de um cidadão, que vendia carvão, que o menino Regis começou vender amendoim. No inicio ele, assim como outros garotos, pegavam o amendoim das mãos de um homem chamado por Duvá, para pagar no apurado. Após alguns meses, o garoto Regis já procurou torrar seu próprio amendoim.

Após melhorar seu preparo, com as dicas do Padre Renato Cavalcanti, Regis aumentou sua freguesia. Vendia em toda cidade, nas festas de rua, carnaval e até no baixo meretrício, localizado na Rua Primitivo de Miranda. Quem acrescentou o “sobrenome Amendoim” ao Regis, foi Seu Sitonho do Posto. Dizia ele: “Menino agente precisa de uma referência. Ser conhecido por alguma coisa”.

Inicialmente, confessou o senhor Reginaldo Antonio de Barros, o apelido não lhe agradava, mas depois se acostumou. Com o “Amendoim” no nome, Regis conseguiu vencer na vida e torna-se um atacadista da referida mercadoria; Hoje, diz ele: “eu me orgulho quando as pessoas chamam Regis do Amendoim”. Veja o vídeo:

Apelidos Vitorienses: Zé Ribeiro.

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Em recente encontro com o amigo “Zé Ribeiro”, descobri que seu nome de batismo é outro. Ou seja: desde que me entendo por gente que o conheço por “Zé Ribeiro”.  Mas ao comentarmos sobre o nosso livro – Apelidos Vitorienses -  ele foi taxativo: “Pilako, meu nome é Rivonaldo”.

Pois bem, diante da “novidade” – pelo menos para mim – aprofundei-me no tema. Segundo o senhor Rivonaldo Gomes Tavares  seu nome foi escolhido por seu pai, em função dele  haver achado bonito o nome de um comandante da Aeronáutica, durante a Segunda Guerra Mundial.

Contou-nos também o amigo Rivonaldo que a “turma da praça” -  da qual fazia parte no tempo da juventude -  “inventou” uma brincadeira – copiando o quadro “Qual é a Música?” do Programa Silvio Santos -  que tinha por objetivo realizar  disputas,  para saber, do grupo,  quem era o maior conhecedor de música. Esse grupo foi apelidado, à época, de “Clube dos Artistas”.

O amigo Rivonaldo,  que antes era tratado apenas por “Riva”  passou, doravante, ser chamado pela alcunha de  “Zé Ribeiro”  em função da sua admiração e interpretação do famoso cantor Zé Ribeiro que, entre outras musicas, emplacou sucessos como: “A Beleza da Rosa” e “ Bom dia Meu Amor”.

O curioso é que os “apelidados” do famoso “Clube dos Artistas” da turma da praça, capitaneada pelos então jovens Moisés Sales, Tadeu Lourenço, Zé Maria, Wayne Cardoni e tantos outros, só o do amigo Rivonaldo “pegou”.

Portanto, o amigo Rivonaldo Gomes Tavares será mais um vitoriense catalogado pela coluna do Blog do Pilako e que terá também a história do seu apelido – “Zé Ribeiro”- grafada nas páginas do segundo livro Apelidos Vitorienses. Veja o vídeo:

Apelidos Vitorienses: BAMBAM ÁGUA

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Dando continuidade à coluna “Apelidos Vitorienses”, que tem por finalidade revelar a origem do apelido dos vitorienses que são mais conhecidos pela alcunha de que pelo próprio nome, hoje,  revelaremos  a origem do apelido dos senhor Gleidson Carlos dos Santos.

Contou-nos o senhor Gleidson que seu apelido lhe foi dado por uma tia, quando ele ainda era criança. Por gostar muito de assistir um seriado infantil na televisão e identificar-se  com um dos personagens da “família Flintstone”, acabou sendo chamado por “BAMBAM”.

Em função da sua atividade comercial, exercida há mais de 15 anos, o apelido do amigo Gleidson virou marca comercial. “Bambam Água”, hoje, na cidade, é um dos empresários mais estruturados no fornecimento de água, através do caminhão pipa.

Outra coisa curiosa é que ele também adotou, como uma espécie de “logomarca” da sua empresa, uma simbologia de outro seriado da TV, ou seja: a marca do Batman. Alguns dos seus clientes que tem filhos pequenos, inclusive,  também o reconhece como a água do “carro de Batman”.

Portanto, revelamos aqui que o senhor  Gleidson Carlos dos Santos é um vitoriense que é mais conhecido na cidade pelo apelido – BAMBAM ÁGUA – do que próprio nome. Veja o vídeo:

Apelidos Vitorienses: BROTHER.

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Dando continuidade à nossa coluna: Apelidos Vitorienses, onde procuramos catalogar os conterrâneos que são mais conhecidos na cidade pela alcunha de que pelo próprio nome, hoje, destacaremos a história que deu origem ao nome social do senhor Luis José de Santana.

Contou-nos o senhor Luis Santana que antes as pessoas, de maneira geral, o chamavam de Lula. Mas ao ingressar no quadro funcional da empresa Vitória Comercio de Peças Ltda, que tinha como nome fantasia VIPEÇAS,  a parir de 1987,   o então  colega de trabalho, Ataliba Pessoa de Albuquerque, “mudou” seu nome.

Segundo o senhor Luis, em função do incomodo com a claridade, ele sempre gostou de usar óculos escuros. Todas as vezes que Luis adentrava na empresa o colega Ataliba o saudava com a seguinte expressão: Diga aêee meu irmão... Diga aêeee Brother... (a tradução de irmão, para o idioama inglês).

O amigo Luis, pessoa com um astral maravilho e sempre alegre e entusiasmado, gostava  sempre da saudação e  começou cantarolar  a música  “o amigo de Nova Iorque”, interpretada pelo renomado artista brasileiro Jorge Bem Jor.

Brother pra lá, meu irmão pra cá, o quer fato è que, hoje, o vitoriense Luis José de Santana é mais conhecido na cidade pelo apelido de que pelo próprio nome, ficando assim, portanto, catalogado na coluna Apelidos Vitorienses do Blog do Pilako. Veja vídeo com Brother:

Apelidos Vitorienses: Véio Eletricista ou Véio da Prefeitura.

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Dando continuidade à nossa  coluna Apelidos Vitorienses, hoje, revelaremos a origem da alcunha do nosso amigo Leandro Raimundo da Paz. Segundo nos contou Leandro, seu apelido foi uma “invenção” do seu pai, Dário Raimundo da Paz, que ele ainda tinha oito anos de idade e estudava no Colégio Dias Cardoso.

Na qualidade de ajudante de eletricista, na década de 1980,  Leandro trabalhou com os então diretores do Clube dos Motorista, Sitonho do Posto e Javan Ageu de Lima, na produção dos chamados Carros Alegóricos do carnaval vitoriense.

Seu Sitonho, que gostava muito de apelido, quando se referia ao amigo Leandro dizia: “ Véio é pai do mundo e o mundo pai de Véio”. Pois bem, na década de 1990, já conhecido como Véio Eletricita, em função da profissão, ao começar trabalha na prefeitura da Vitória também começou a ser chamado de Véio da Prefeitura.

Contou-nos também Leandro que a única pessoa que lhe chamava pelo nome de batismo era sua mãe. Seus vizinhos,  até suas irmãs e todas as pessoas que ele conhece, só lhe chamam por Véio, apesar de ser o filho mais novo da família.

Portanto, o amigo Leandro Raimundo de Lima é mais vitoriense que é mais conhecido na cidade pelo apelido de que pelo próprio nome e, sendo assim, participará do segundo livro intitulado Apelidos Vitorienses. Veja o vídeo.

Obs: Ainda encontra-se à venda o primeiro Livro Apelidos Vitorienses,  lançado no dia 07 de maio deste ano (2016), no Vitória Park Shopping e custa R$ 30,00.

Apelidos Vitorienses: Gongué.

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Dando continuidade à nossa coluna: Apelidos Vitorienses, que tem como principal objetivo revelar a origem da alcunha dos vitorienses que são mais conhecidos pelo apelidos do que pelo nome de batismo, hoje, revelaremos a história dos senhor José Gonçalves.

Contou-nos o amigo José que desde rapazinho que as pessoas lhe chamam pelo apelido. Faz mais ou menos há 50 anos, hoje, ele já tem quase setenta. Em função do surgimento  de uma escola de samba – TAMBÉM CONHECIDA POR BATUCADA – para  se apresentar no carnaval vitoriense que tudo começou.

Na formação do conjunto musical, coube ao amigo José Gonçalves, tocar o instrumento musical com o nome de Gongué. Após a brincadeira, segundo ele, a turma passou a lhe chamar pelo apelido de “Nego Gongué”.

O apelido deu tão certo que até sua mãe, Dona Maria Formosina Gonçalves, deixou de chama-lo por José  e também passou a referencia-lo por Gongué. Sua esposa, na qualidade de professora no município, também recebeu o “sobrenome” do apelido do marido. Chamavam-a de “Maria de Gongué”.

Eis aí, portanto, a revelação da origem do apelido de mais um apelido vitoriense que é mais conhecido na cidade pelo apelido do que pelo próprio nome. Veja o vídeo:

Apelidos Vitorienses: BRANCA

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A coluna Apelidos Vitorienses de hoje, pela primeira vez, realçará a origem da alcunha e do nome de batismo de uma mulher, que é mais conhecida na cidade pelo apelido de que pelo próprio nome. Aliás, por ocasião do lançamento do nosso primeiro livro realcei os motivos pelos quais não constou nenhuma mulher.

Pois bem, contou-nos a amiga Sônia Maria Gonçalves que ao nascer, em 12 de janeiro de 1961, sua própria mãe, Iracema, por acha-la com a pele muito alva, passou a lhe chamar de “Branquinha”.

Quando ainda criança, na escola, revelou a amiga Sônia Maria Gonçalves, nos primeiros dias ainda chegava ser chamada pelo nome de batismo, mas em pouco tempo o pessoal passava a lhe chamar por “Branca”, “branquinha”, “branquela” e etc.

Contou-nos também a amiga Branca que, hoje,  adulta e totalmente adaptada ao nome social,  chega a  estranhar quando em algum lugar, como repartição pública, consultório médico e etc a mesma  é chamada por Sônia Maria Gonçalves.

Portanto, nossa amiga Sônia Maria Gonçalves, conhecida por todos pelo apelido de BRANCA, também fica catalogada na nossa coluna e  que também fará parte do segundo volume do livro Apelidos Vitorienses que tem como objetivo revelar a origem do apelido das pessoas que são mais conhecidas pelo mesmo de que pelo próprio nome de batismo. Veja o vídeo.

Apelidos Vitorienses: Pea Preta.

prea Dando continuidade à nossa coluna: Apelidos Vitorienses, onde procuramos realçar a origem dos apelidos dos vitorienses que são mais conhecidos pelo apelido de que pelo próprio nome.

Hoje destacaremos o motivo pelo qual o amigo Leonardo Santana Silva obteve o seu “nome social”. Contou-nos Leonardo que quando criança, por volta dos 13 anos, seu apelido era “Neguinho”.

Pois bem, à época, segundo nos contou Leonardo, existia, lá para as bandas do Bairro Águas Branca e Pitada, um sujeito muito temido que atendia pelo apelido de Pea Preta. Os colegas, contudo, por acharem o então “Neguinho” parecido com o tal Pea Preta começaram  dizer que o mesmo  era  “filho” do homem temido.

Segundo Leonardo, hoje totalmente adaptado ao seu “novo nome” – Pea Preta – antes, quando os colegas na rua ou na escola lhe chamavam pela alcunha  ele ficava muito irritado e “azuado”. Eis aí, portanto, mais um registro de um vitoriense que é mais conhecido na cidade pelo apelido que pelo próprio nome. Veja o vídeo:

Apelidos Vitorienses: NOVO DA BANCA.

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Dando continuidade ao segundo volume do livro - Apelidos Vitorienses - hoje, destacaremos à história da origem do apelido do senhor Edmilson Zacarias da Silva, o popular Vereador Novo da Banca.

Contou-nos o senhor Edmilson que através da sua irmã mais velha Egilda – que todos chamam de “Gilda” – ficou sabendo que o surgimento do seu apelido (Novo) começou quando sua mãe – Dona Inês – pariu o seu  décimo primeiro filho. Nesta ocasião, em 1961, disse ela:  “pronto, vou ficar por aqui, esse é o meu caçula, é o meu “Novinho”. O curioso dessa história é que Dona Inês dando à luz de mais filhos, o “titulo” de “Novinho” continuou com o Edmilson.

Pois bem, Novinho pra lá, Novinho pra cá o amigo Edmilson ficou sendo chamado por Novo, apenas Novo. Mas tarde, já com vinte e poucos anos, em função da abertura de sua banca de bicho na cidade, por volta de 1985, o Novo ganha o “sobrenome” da Banca.

Rebatizado com o Novo da Banca, a partir do ano 2000, o mesmo ingressa na política partidária como candidato a vereador e tem seu apelido difundido nos quatro cantos da cidade. Portanto, eis aí, mais um vitoriense – Edmilson Zacarias da Silva – que é mais conhecido na cidade pelo apelido – Novo da Banca – que pelo o próprio nome. Veja o vídeo:

Apelidos Vitorienses: BABAI ENGRAXATE.

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Na prática, começamos, hoje (02), a produção do segundo volume do livro Apelidos Vitorienses. Diferentemente do primeiro exemplar – que não surgiu na formatação de livro – iremos tentar diversificar ainda mais os nossos “biografados” colocaremos, inclusive, algumas mulheres  que também são apelidadas na nossa cidade.

Pois bem, o primeiro escolhido para abrir a série do segundo livro foi o senhor Amaro Henrique da Silva. Hoje com 70 anos, desde os 9 exercendo a mesma profissão, contou-nos   senhor Amaro que o seu apelido lhe foi colocado pelos seus colegas de trabalho (engraxate), da Avenida Mariana Amália.

Babai Engraxate, como ficou conhecido na cidade, além de ser o profissional do ramo de engraxar sapatos mais antigo, em atividade na cidade, também ganhou muita  popularidade pelo seu requebrado e remexido em cima do palco, dançando com as vedetes que vinham da cidade do Recife para se  apresentarem na Praça Duque de Caxias,  no tempo das famosas promoções momescas  intituladas “Semana Pré-Carnavalesca”.

Portanto, o senhor Amaro Henrique da Silva, o popular Babai Engraxate, sem sombra de duvidas, é um vitoriense que é mais conhecido na nossa cidade pelo apelido que pelo próprio nome. Veja o vídeo: