Live bate-papo – “Monte das Tabocas” – com Pedro Ferrer, Zeferino Costa e Lázarro Santos. .

LIVE  bate-papo – “Monte das Tabocas”,  segunda-feira (02), véspera do feriado local, às 17h.

Para construir conosco esse momento convidamos o  presidente do Instituto Histórico da Vitória, professor Pedro Ferrer, o empresário português que recentemente ofertou uma peça para o nosso Sitio Histórico, Zeferino Costa e o gerente de patrimônio histórico da Secretaria Municipal de Cultura, Lázzaro Santos. Vamos bater um papo relacionado à história e à perspectiva do Monte das Tabocas, enquanto patrimônio cultural da Vitória. 

 Live bate-papo – “Monte das Tabocas”.  

Segunda-feira – 02 de agosto – às 17h.

Transmissão pelo Blog do Pilako.

ARQUIVO E MEMÓRIA – Raminho Fotógrafo – Desde 1958…..

Sobre o antonense querido de toda comunidade, Severino Francisco Matos, popularmente conhecido por “Raminho Fotográfico”, já produzi diversas matérias, aqui postadas anteriormente. Raminho era uma figura!

Fotógrafo profissional desde 1958, Ramimho testemunhou muitas transformações nos equipamentos do seu ofício sem nunca haver perdido a “coluna vertebral” que o  diferenciava,  ou seja: a sensibilidade e o sentimento dos grandes momentos.  Além de haver sido o profissional mais longevo na  atividade, por assim dizer, ele também testemunhou  à mutação social da Vitória, sobretudo nos eventos sociais e carnavalescos.

Dentro da proposta da coluna – ARQUIVO E MEMÓRIA –,  tive o privilégio de, casualmente, encontra-lo no dia 05 de fevereiro de 2016 ( a meno de um ano da sua partida definitiva), na sexta-feira, véspera do  tão aguardado  “Sábado do ETsão”, em pleno Pátio da Matriz, e gravar com ele uma entrevista pra lá de descontraída que, entre outras coisas, disse: “não estou achando nada ruim. Só tá ruim mesmo por conta da minha idade que não dá para fazer o que eu fazia antes”.

“Esquenta” a briga pelo espaço da “linha férrea” em Vitória.

Circula na imprensa que há na  “bancada federal” um sentimento de revolta por conta da decisão do ministro do governo Bolsonaro em suprimir investimentos na “estrada de ferro” em nosso estado.  Aliás, no próximo mês, juntamente com o chefe da nossa Capitania, Doutor Paulo Câmara, prometem, em reunião,  “espremer” o governo federal para que  Pernambuco seja realmente contemplado.

Em ano pré-eleitoral vale-tudo! Qualquer assunto que possa causar visibilidade aos postulantes de um novo mandato político,   no sentido da expressão dos “mais nobres sentimentos” pelo povo do seu “curral eleitoral”,  é liquidez  certa para o tão desejado sufrágio na urna em 2022.  Ao que perece, criada a “tempestade perfeita”, segue, agora, o aprofundamento da eterna guerra do “bem conta o mal”. Essa fita é velha, mas, convenhamos, ainda funciona. Criar novas narrativas se faz necessário.

Pois bem, deixando essa guerra de narrativas e holofotes para sua excelências pernambucanas, lá em Brasília, concentremo-nos  na “briga real” – causas e efeitos,  problemas e soluções –   que envolve a nossa “estrada de ferro” que aqui foi construída, a partir  segunda  metade do século XIX,  e nos trouxe uma conjugação de fatores positivos.  A chegada do trem à Vitória de Santo Antão, precisamente em 1886,  se configurou num dos mais importantes acontecimentos da nossa história – com  400 anos -,   sobretudo no desenvolvimento econômico.

No quesito “memória afetiva”, com mais efervescência  nos  antonenses que já dobraram à esquina  dos “50 anos”, como eu, é alutar  recordar,  com certo saudosismo, das intermináveis viagens ao Recife. Além do patrimônio imaterial que consiste e faz parte da história do Brasil, não se pode negar que todo esse ativo estrutural, aqui construído, diferentemente do que muita gente  pensa,  tem dono,  e isso é uma fato insofismável.

Não é de hoje, e todos sabem muito bem disso,  principalmente os que de uma forma ou de outra  ocupam  e se beneficiaram desses espaços, que os “ verdadeiros donos da nossa  linha férrea”, assim como os órgãos de defesa do patrimônio público, estão reivindicando na justiça tudo de volta e com toda sua  devida  preservação restaurada. A “briga” é lenta, mas  segue avançando. Cabe até uma pergunta: será que depois de tanto tempo esse “enterro vai mesmo  voltar?

Recentemente, tomei conhecimento que os  “verdadeiros donos” entraram na Justiça Federal com um pedido de reintegração de posse. Nesse contexto, aliás, alguns comerciantes já  foram  notificados  e, a essas alturas, já  estão com “ar de pantera”. Em ato contínuo, vale salientar que a prefeitura da Vitória de Santo Antão,  também, já  foi acionada para se pronunciar sobre suas responsabilidades nesse pendenga jurídica. .  Na imprensa local, em grande medida  comandada pelos políticos, essa conversa  é assunto proibido.

Bom! Estou tentando levantar maiores detalhes  e informações oficias sobre essa  “bronca”. Se bem observado o prédio da Antiga Estação Ferroviária já  foi  protegido com tapumes e o prefeito Paulo Roberto, que fez tanta propaganda do Trepa Bode na última campanha eleitoral, já vem emitindo sinais de  que a chamada “Rua 24 Horas” será  materializada em outro logradouro.

Ao que parece, em Vitória de Santo Antão, o bicho vai pegar para os que se beneficiaram com os espaços da linha férrea.  Aliás, é possível que alguns já estejam arrependidos de haver confiado cegamente nos nossos políticos. Estamos tentando levantas  mais informações…….

Corrida Com História – “Pirâmide da Matriz” – 120 anos (1901/2021).

Com o fechar das cortinas do século XIX, em todo globo católico, homenagens de toda ordem foram devotadas a Jesus Cristo. Na nossa “aldeia” – Vitória de Santo Antão -, espaço em que o catolicismo se instalou com força, desde a chegada o desbravador português Diogo de Braga, em 1626, não ficou alheia ao movimento.

Sob a liderança do Pároco  da Matriz de Santo Antão, Cônego Bernardo, do Juiz de Direito Primitivo de Miranda e do prefeito, José Xavier Cavalcanti Wanderley aconteceu uma grande mobilização no sentido de erigir em pleno centro do Pátio da Matriz, uma imponente “Pirâmide”para marcar a chegada do século XXI.

Assim sendo, concluída a obra, na tarde do dia 28 de julho de 1901 – há exatos 120 anos – autoridades eclesiásticas e civis se juntaram ao povo para celebrar esse grande acontecimento na vida da então “Cidade da Vitória”. Discursos, bandas de música, girândolas e devoção deram o tom espetáculo. Portanto, esse é mais capítulo da história dos nossos antepassados que destacamos, hoje, 28 de julho de 2021, em nosso Projeto Cultural  “Corrida Com História”.

CANTINHO DO BAR BRASIL EM PALCO EDIÇÃO 56 – por Jones Pinheiro.

 

Vamos apresentar para vocês o cantor, compositor e letrista João Mantovani.

Ele esteve desde sempre ligado ao universo artístico, ora em shows desde os cinco anos – 1° foi um cover de Mick Jagger em 1985, ora no estúdio fotográfico de seu pai, o prestigiado fotógrafo Paulo Villar, acompanhando produções que enchiam seus olhos. Por isso, abraçou a Fotografia com tantos fotógrafos, foi à Europa e formou-se em Barcelona (2004 a 2007). Realizou exposições traduzindo suas viagens em quatro anos pela América do Sul.

Antes disso, aos 16 anos, abraçou igualmente a Música. E com a mesma verve que devorava imagens, passou a devorar melodias, sem imaginar que alguns anos mais tarde essa paixão serviria para completar o orçamento apertado em Barcelona, passando a tocar bossa nova em bares e hotéis espanhóis.

Atualmente se dedica à direção de fotografia em campanhas publicitárias, e musicalmente se concentra na Banda da Portaria, onde traduz em composições as poesias do seu parceiro Vitor Miranda.

OUÇA AQUI.

Jones Pinheiro

“Contribuição Voluntária”: 10 anos se comemora com PIX…..

Em virtude dos avanços tecnológicos, hoje,  acessar, interagir ou produzir conteúdo para internet tornou-se algo tão simples quanto beber um copo com água. Comprar,  vender ou se “juntar” remotamente, sobretudo em tempos pandêmicos, virou uma realidade insofismável.   Em meio a tantas facilidades, mudanças e avanços constantes,   cabe-nos, ao menos,   refletir:  será mesmo que tudo na internet é “de graça”?

Com poucos clicks, pilotando um aparelho celular “mais ou menos”,  qualquer internauta poderá criar uma conta nas redes sociais e virar influencer  digital. Nesse contexto, a palavra de ordem é “monetização”. Será que esse conteúdo produzido para os stories –  que se evaporam em horas –   mais adiante,   terá  alguma serventia para o  além da  compra e venda de serviços ou produtos?  Eis aí, portanto, o grande “X” da questão quando alguém se propõe a produzir conteúdo imperecível  para internet.

E quando esse conteúdo tem valor  social, político, cultural,  histórico e é totalmente identificado com uma determinada comunidade? Quanto deverá custar  e quem deverá  remunerar essa produção?

Esse é um debate que já entrou na grande pauta da rede mundial de computadores, ou seja: quem deve remunerar o produtor do conteúdo imperecível,  disponível através dos sites e buscadores da internet?

Certa vez ( corria o ano de 2015),  na capital paraibana, participei de  um encontro nacional de blogueiros. Nos muitos painéis com palestras variadas acompanhei, entre outros,  um  que falava justamente na direção da monetização dos blogs. Uma blogueira da cidade do Rio de Janeiro, em sua apresentação,  exibiu números interessantes de receita mensal e, entre outras coisas, disse:

“Eu não conto com patrocinadores,  quem remunera a produção do meu  trabalho, disponível a todos,  no meu jornal eletrônico,  são os meus leitores,  espelhados pelo Brasil e até no exterior,   porque minhas postagens  dialogam com um público específico.”

No quesito financeiro, a mesma apontou o caminho das pedras:  “recebo tudo via cartão de crédito. Tudo eletronicamente.” Arrematou.

Pois bem,  atentamente, ao ouvir aquele “case” de sucesso, confesso, saí de lá entusiasmado  no sentido da tão sonhada monetização do blog, afinal, tudo que ela elencou como “produto diferenciado”, mesmo involuntariamente, eu já o praticava, ou seja: produção de conteúdo único e  justamente direcionado a um público especifico, isto é:  Vitória e/ou os vitorienses. Aliás, é bom que se diga que  desde o primeiro dia em que o blog foi ao ar, há mais de uma década (25/06/2011),   a frase  do nosso “topo” nunca mudou o tom:  o centro do meu mundo á a minha cidade.

E o porquê, à época, da não  execução da  operação carioca em terras antonenses? Justifico: esbarramos na funcionalidade do cartão de crédito. Após algumas sondagens com o nosso público alvo, naquela ocasião (há seis anos),  por certa desconfiança do sistema   boa parte revelou-me não utilizava o seu cartão em operações  na rede mundial de computadores, mas, em momento algum, refutou  o reconhecimento ao trabalho.  Assim sendo, naquela ocasião, achei melhor não avançar no processo de monetização voluntária.

É bom que se diga, também,  que desde o primeiro jornal impresso ( O Vitoriense), editado e publicado na Vitória de Santo Antão, no longínquo  05 de novembro de 1866, por Antão Borges Alves, então com 22 anos, floresceu  e frutificou em nosso solo a veia jornalística. Ainda sobre os “impressos”, fomos  a 5ª cidade  pernambucana  a desfrutar dessa nova ferramenta de progresso. Aliás, até os dias atuais, ostentamos  1º lugar em quantidade de títulos. Sem esquecer, claro, ” O Jornal  Lidador” que foi o mais longevo (em circulação) do interior do Nordeste e talvez do Brasil, salve pesquisa mais aprofundada. Sem nenhum demérito às outras cidades, Vitória, na cena jornalística impressa, sempre foi robusta.

Com efeito, foi  justamente através das pesquisas em documentos oficiais, registros de igrejas e cartórios, da oralidade e experiências vividas e sobretudo nas páginas dos nossos jornais que o Mestre Aragão conseguiu montar  o maior e mais completo “diário”  do interior do Brasil,  com a obra  “A História da Vitória de Santo Antão” –   em 3 volumes. Uma espécie de “Bíblia” das nossa gênesis. .

Assim sendo vale  destacar,  com letras garrafais,  que repousam nas páginas desses jornais impressos,  bem acomodados  no acervo  do nosso Instituto Históricos e graças ao operoso trabalho da atual gestão do Instituto Histórico, sob o comando professor Pedro Ferrer, alguns títulos já  encontram-se totalmente digitalizados e disponíveis aos internautas,  através da Biblioteca Nacional, ou seja:  um patrimônio de valor incalculável para toda sociedade antonense.

Para tudo isso haver sido concretizado, entre inúmeras variáveis, pelo menos duas merecem destaques: 

A primeira – e maior de todas –,  diz repeito ao sentimento de amor a causa, de espírito cívico e verdadeira devoção com o seu torrão natal e, sobretudo ao sacerdócio daqueles  que encontraram  na causa da imprensa uma maneira de servir à coletividade, sem maiores ambições e interesses próprios. Com destaques para: Antão Borges Alves (pioneiro), José Aragão, Oliveira Maciel, Pedro Albuquerque, José Miranda, Guedes Alcoforado e etc. 

A segunda, por assim dizer, devemos tributar aos que colaboraram com recursos financeiros, seja na forma de anúncios comercias ou na imprescindível “assinatura” anuais e semestrais. Nos arquivos da história local, não são raros os depoimentos emocionantes  daqueles que militaram na imprensa escrita antonense realçando o auto-calvário financeiro no sentido da manutenção do trabalho.  Destaquemos, contudo, que  esse material produzido, atualmente,  reflete o cotidiano dos nossos antepassados e diz muito do que somos hoje, como indivíduos e comunidade,  em constante  e frenética movimentação dialética.

Atualizando o cenário,  aos dias atuais, em que o jornalismo  impresso em larga escala  encontra-se desidratado,  “jornal digital” passou a ser ferramenta de primeira necessidade, principalmente em tempos de desinformação  e “Fake News”, bombardeadas insistentemente nas mais diversas plataformas digitais,  nas redes sócias.  Se bem observado, já não se acessa mais às páginas eletrônicas dos grandes jornais confiáveis sem à devida remuneração mensal. Isso já é uma realidade. 

Assim sendo, por manter no ar disponível a todos os internautas, de qualquer lugar do mundo,  o nosso robusto conteúdo com mais de 26.600 postagens  e quase 4.900 vídeos, fora os mais de cinco milhões de arquivos digitalizados que repousam aos nossos cuidados, todos originais e vinculados ao nosso lugar – Vitória de Santo Antão, a partir de hoje, 27 de julho de 2021, estamos instituindo a chamada “CONTRIBUIÇÃO VOLUNTÁRIA”. Nesse novo modelo, o internauta poderá contribuir com “qualquer valor”, através de um “PIX”, no sentido da manutenção desse trabalho de divulgação e preservação das coisas nossa terra. Com o PIX, toda operação tornou-se segura, fácil, ágio e sem qualquer burocracia. 

Portanto, após mais 10 anos produzindo conteúdo local com isenção e  qualidade, principalmente de valor histórico incalculável o  Blog do Pilako passa a contar, doravante,  com o apoio voluntário do internauta, se assim lhe convier. De resto, é o que temos para hoje nessa  nova etapa do nosso jornal eletrônico, intitulado BLOG DO PILAKO.

CANTINHO DO BAR BRASIL EDIÇÃO 178 – por Jones Pinheiro.

Hoje apresentaremos para vocês a nossa convidada de honra, a Embaixadora Imortal da Paz pela Organização Mundial dos Defensores dos Direitos Humanos, Verônica Moreira.

Resultado da pontuação do 8º candidato Mateus Domingos Fernando, concorrendo ao prêmio do III Concurso Literário Categoria Melhor Poema Angolano promovido pelo Projeto Chá da Vida Brasil.

Na música apresentaremos a cantora e compositora angolana Bia Canda MC. Incluindo na programação, a minha participação instrumental na flauta transversal com a música D’amore Love Theme.

Participação da Escritora Luh Veiga, do DF com: “A Voz de Luanda”. Poeta Juá Duceará – Juazeiro do Norte. Finalizando com o Poeta Paulo Gaspar – Londrina – PR. Não mudem de barzinho não. A todos vocês, o meu forte abraço!

OUÇA AQUI. 

 

Jones Pinheiro

Borba Gato, a Pirâmide e o Leão Coroado: são todos farinha do mesmo saco!!

Ganhou repercussão nos grandes canais da mídia nacional e também nas redes sociais o ataque criminoso ao monumento público em São Paulo, ocorrido no último sábado (24). O ato nada mais é do que uma tentava de aprofundar o radicalismo político no nosso País. A barbárie em si, tal qual ocorrera  no mesmo modus operandi em outras partes do mundo, é algo criminoso e totalmente deslocado da razão.

Se socorrendo da “balela” de que o monumento é uma “simbologia de opressão contra negros e índios” bandidos se acham no direito de depredar e destruir  patrimônios históricos  públicos. Na democracia o direito à liberdade do protesto é um bem precioso e valioso,  no sentido da sua manutenção e, porque não dizer,  constante aperfeiçoamento. Eis aí a palavra mágica de qualquer relacionamento ou sistema de governo: RESPEITO ÀS DIFERENÇAS. 

O Borba Gato – figura erigida em forma de monumento -, que viveu no período da colonização como “bandeirante”,  entre outras coisas, foi caçador de negros e nativos, mas também foi descobridor de minas de ouro. Cabe, então, perguntar a esses bandidos que querem se passar por “ativistas”:  porque não se criar uma campanha para se jogar ao fundo do mar todas as peças em ouro? Afinal, em tese, esse material também representa,  em grande medida,  um passado de crueldade e exploração na direção  dos nossos irmãos africanos, ou não?

Já pensou, se amanhã, na nossa “aldeia” – Vitória de Santo Antão – chegar um “núcleo” de radicais criminosos “não católicos” e, por  intolerância religiosa  resolver  botar abaixo  “ A Pirâmide”, por achar que a homenagem a Jesus Cristo não foi justa? Ou mesmo,  alguns “viúvos” da monarquia brasileira depredar o nosso “Leão Coroado”  sob o pretexto de traidor do sistema?

Inicialmente, as comparações nos parecem  distantes, mas se adequarmos às devidas proporções, tem mais similitudes que incongruências….

Na historiografia não existe verdade “imexível” ou mesmo “absoluta”. Mas sob qualquer ponto de vista não podemos prescindir de civilidade social. Destruir memórias e momentos é uma prova incontestável que, enquanto sociedade, ainda estamos na “era da  linha tênue”  da porta da caverna, ou seja: ora primitivos,  ora intergalácticos,  como ocorreu recentemente em passeios extraterrestres bilionários……Estamos carentes de boas reflexões…..

Professor Pedro Ferrer: o “caçador” das obras de Luiz Ferrer…

No meu giro pela encantadora Paraíba passei em Ingá. Mesmo objetivo: registrar trabalho do LUIZ FERRER. Desta feita foi o busto do Getúlio Vargas. Continuando,  dormi na cidade de  Campina Grande onde há uma bela estátua do JK.

A peregrinação não parou por aí. Dei um pulo em Cabaceiras, a HOLIUDE NORDESTINA. Encontro-me em Pesqueira. Localizei um outro busto do Getúlio Vargas. 


Amanhã vou garimpar o busto de Anísio Galvão, conceituado jornalista pesqueirense. O busto também é mais um trabalho do Luiz Ferrer. Todas as obras são pesquisadas em jornais nacionais. Localizado o trabalho,  corro atrás. Já estive em São Borja,  fronteira com a  Argentina, Parnaíba, Aracaju, Juiz de Fora, Rio de Janeiro, Sairé e outros espaços. Abraço amigo e não esqueça que não estou gastando todo meu dinheiro na viagem. Quando chegar, vou patrocinar “uma rodada” com os amigos para comemorar “esses achados”. Você já tá convidado…

Pedro Ferrer – presidente do IHGVSA. 

ARQUIVO E MEMÓRIA: o cawboy na Copa do Mundo – Alves Filho.

Dentro da ideia da coluna – ARQUIVO E MEMÓRIA -, na postagem de hoje, destacamos  o comunicador Alvas Filho. Com voz inconfundível e estilo próprio,  o “Cawboy” foi figura carimbada nos mais diversos tipos de eventos, com ênfase nos direcionados ao “mundo dos rodeios”.

Vitimado pelo vírus que, nos últimos tempos,  transformou a rotina do mundo, Alves Filho, entre tantos outros conterrâneos,  foi mais uma vitima da COVID-19 na nossa cidade. Faleceu recentemente –  no dia 29 de maio de 2021. Na qualidade de comunicador, seu último palco foi um programa na TV Vitória em que, entre outras coisas, abria espaço para novos e velhos talentos da música regional.

No registro em tela, por assim dizer,  gravado no Pátio da Matriz, precisamente no quiosque do também “estiloso cawboy” Expedito,  relembramos um trabalho um pouco fora do seu estilo, ou seja: futebol.  Empinava,  ele, na ocasião, com o mesmo entusiasmo, um projeto visando a Copa do Mundo de 2014.   Ao final da gravação, que ocorreram justamente numa tarde de domingo (10) e foi postado em nosso jornal eletrônico no dia 12/05/2021,  disse ele:

“Brasileiros, através do Blog do Pilako, eu convoco você, onde você estiver, em qualquer lugar…………vamos torcer, vamos vibrar…………vamos fazer com que o Brasil seja Hexa Campeão…”

CANTINHO DO BAR EM PALCO EDIÇÃO 55 – por Jones Pinheiro.

 

Hoje em nosso Cantinho do Bar Brasil em Palco, apresentaremos para vocês a pequena cantora angolana Bia Canda MC, acompanhada do seu pai o cantor de rapper angolano Lando Canda, juntos estaremos em um bate papo em nosso espaço cultural pra lá de bom.

A Bia Canda tem um QI acima da média, aprendeu a ler sozinha aos 4 anos de idade e aos 2 anos, começou a marcar os primeiros passos na música em gênero rapper . Sua inspiração artística musical nasceu em um momento difícil, seu pai havia sido furtado pelos ladrões.

Ela subiu ao palco pela primeira vez aos seus 4 anos de idade encantando os apreciadores de um bom rapper. A pequena angolana se revela uma verdadeira gigante. Sucesso em Angola e Moçambique.

OUÇA AQUI. 

“NÃO MUDEM DE BARZINHO NÃO, PERMANEÇAM CONOSCO”.

Jones Pinheiro

Mais uma obra de Luiz Ferrer – por Pedro Ferrer.

Cidade de Monteiro, sul do Cariri paraibano. Vim conhecer a bela região e fotografar mais uma  obra de LUIZ FERRER DE MORAIS, essa,  localizada na principal praça da cidade.

Estátua de 1,70 m. do grande estadista , que deu nome à capital do Estado. A mesma  foi erigida no início da década de 30 do século XX. Esta obra abriu os caminhos para nosso grande escultor. Foram exaltados, ele e o trabalho, pelos jornais do Distrito Federal de então. Caiu LUIZ FERRER na graça dos presidentes: Getúlio, Dutra e Café Filho. Breve,  lançaremos sua biografia.

Professor Pedro Ferrer – presidente do Instituto Histórico e Geográfico da Vitória. 

“JUMENTOS QUEREM DERRUBAR, TIRAR O VERDADEIRO NOME DO RIO TAPACURÁ” – por Manoel Carlos.

Dileto amigo Pilako é vivendo e se impressionando com a pobreza de espirito de muitos ou alguns poucos. Explico: A alguns anos uma orde de maus amados senhores Vitorienses que, pela força, querem mudar o nome histórico de nosso querido, amado e mau tratado Rio Tapacurá. Esse algozes da verdade histórica não apresentaram até o momento uma única “gravura”, um único livro, um único registro que indique que, algum dia nosso amado, louvado, cantado em verso e prosa Rio Tapacurá tenha sido chamado, apelidado, nominado de “I”tapacura.

Pilako, realmente me surpreendo, e parafraseando Santo Antão “os jumentos querem derrubar o Altar”; só que neste caso o altar da verdade histórica: do nome de um rio pequeno, mas que fora testemunha do nascimento do que é hoje uma Cidade de porte médio, de conflitos armados, e por ai vai… Eu desconfio seriamente da sanidade de pessoas que chegam ao poder e, de forma soviética querem mudar a história pelo mero e triste desejo de impor suas vontades. Certas atitudes são típicas de homens que paga pra ser elogiado! Narcisismo no pior grau!

Bom amigo Pilako: quando passo às margens do nosso amado mau tratado Rio Tapacurá, e vejo que o poder público municipal colocou duas placas informando que o nome do mesmo é, agora, Rio I-tapacurá, chego a me lembrar da mítica figura do leviatã, o peixe feroz citado no Antigo Testamento. Hobbes emprega a imagem do monstro bíblico Leviatã para simbolizar um Estado poderoso capaz tanto de promover a preservação da vida, para impor a obediência dos indivíduos ao Estado soberano: e que tragédia estamos vivenciando: “reis mau coroados” querem impor aos súditos vitorienses uma mentira patrocinada com dinheiro público!!! Miserere Domini! O lema de S. Agostinho: Diligite homines, interficite errores, “Amai os homens, destruí os erros”, é corretíssimo. Esses homens vitorienses erram e aparentam amar seus erros, entretanto, sinto-me na obrigação de destruir seus erros!

Pilako é tão estupido querer destruir a história, é tão marginal se passar por defensor daquilo que, na verdade pretende destruir. A esse ou a esses destruidores e defensores de araque da história do nosso Rio Tapacurá, deixo para “ambos” o que pontificou o fundador da Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro, o magnifico Reitor Padre Leonel Franca, em seu Livro A Igreja, a Reforma e a Civilização:

“Grande é a responsabilidade de quem escreve. Agitar ideias é mais grave do que mobilizar exércitos. O soldado poderá semear os horrores da força bruta desencadeada e infrene; mas enfim o braço cansa e a espada torna à cinta ou a enferruja e consome o tempo. A ideia, uma vez desembainhada, é arma sempre ativa, que já não volta ao estojo nem se embota com os anos. A lâmina do guerreiro só alcança os corpos, pode mutilá-los, pode trucidá-los, mas não há poder de braço humano que dobre as almas. Pela matéria não se vence o espírito. A ideia do escritor é mais penetrante, mais poderosa, mais eficazmente conquistadora. Vai direito à cidadela da inteligência. Se a encontra desapercebida (e quantas inteligências desaparelhadas para as lutas do pensamento!) toma-a de assalto, instala-se no seu trono e daí dirige e governa, a seu arbítrio, toda a atividade humana. Pelo espírito subjuga-se a matéria.”

Manoel Carlos – bacharel em direito, especialista em processo civil, coordenador estadual da Liga Crista Mundial.

Manoel Trompetista: música na praça…..

Vez por outra, da redação do blog, situada à Praça Leão Coroado – ponto fixo de lavagem de carro – escuto  essas “músicas da moda”, emitidas por potentes aparelhos de som dos automóveis dos “fregueses” do pessoal da “lavagem de carro”. Algo que me remete  ao estrondoso sucesso episódico do cantor “Duquinha”,  com a música: “abra a mala e solte som”.

Pois bem, recentemente, numa manhã de sábado (17-07-2-21), dia em que naturalmente o “vuco-vuco” do comercio ganha vento, em serviço extra no escritório, escutei um contínuo som “diferente”. Agradável e bem distante, confesso, que as melodias estavam  até agradando aos ouvidos.

Concluída a tarefa, desci para tomar rumo. De longe, avistei um senhor sentando num dos bancos da referida praça. Era ele, por assim dizer, o protagonista da quebra da rotina musical do lugar. Curioso, liguei o telefone no sistema de filmagem, e aproximei-me. Ele seguiu tocando.

Em seguida, sem atrapalhar o seu show particular, trocamos algumas figurinhas. Ele é mais conhecido por “Manoel Trompetista”. É conterrâneo, mas já morou um tempo fora. Sobre a musicalidade, disse ele: “gosto de levar a palavra de Deus, através da música sacra”. Gostei! Primeira vez que escutei  esse tipo de apresentação nessa praça.