Palinha do Léo: PRECISA-SE DE UMA COZINHEIRA

PRECISA-SE DE UMA COZINHEIRA 
JOSÉ MARQUES
AUTOR BENÉ MACHADO

Precisa-se de uma cozinheira
Que saiba cozinhar com perfeição
Que seja um tipo de mulher perfeita
E o corpo em forma de violão

Que seja carinhosa e boazinha
Para bas horas vagas fazer carinho no patrão
Prefiro qye tenha cor bronzeada
E que goste de batucada e também de gafieira
Para depois quando a patroa distrair
Se eu quiser me divertir sei onde tem uma companheira

leo
Leo dos Monges

 

Palinha do Léo dos Monges: Samba do Avião (Os Cariocas)

Samba do Avião (Os Cariocas) Autor Tom Jobim

Minha alma canta,vejo o rio de janeiro,estou morrendo
De saudade rio, teu mar, praias sem fim, rio você foi
Feito pra mim.cristo redentor, braços abertos sobre a
Guanabara este samba é só porque rio eu gosto de você
A morena sambar seu corpo todo balançarrio de sol de
Céu
De mar dentro de mais um minuto estaremos descendo no
Galeão cristo redentor braços abertos sobre a
Guanabara este samba é só porque rio eu gosto de
Você,
A morena vai sambar seu corpo todo balançar, aperte o
Cinto vamos chegar, aguas brilhando, olhe a pista
Chegando e vamos nós leo Leo dos Monges Botão RSB

Palinha do Léo dos Monges: Marcha da Quarta feira de Cinzas

Marcha da Quarta feira de Cinzas Toquinho e Vinícios. Autor: vinicios de mores e carlos lyra https://www.youtube.com/watch?v=Yq73YPbTVG4 Acabou nosso carnaval Ninguém ouve cantar canções Ninguém passa mais Brincando feliz E nos corações Saudades e cinzas Foi o que restou Pelas ruas o que se vê É uma gente que nem se vê Que nem se sorri Se beija e se abraça E sai caminhando Dançando e cantando Cantigas de amor E no entanto é preciso cantar Mais que nunca é preciso cantar É preciso cantar e alegrar a cidade A tristeza que a gente tem Qualquer dia vai se acabar Todos vão sorrir Voltou a esperança É o povo que dança Contente da vida Feliz a cantar Porque são tantas coisas azuis E há tão grandes promessas de luz Tanto amor para amar de que a gente nem sabe Quem me dera viver pra ver E brincar outros carnavais Com a beleza Dos velhos carnavais Que marchas tão lindas E o povo cantando Seu canto de paz Seu canto de paz

Palinha do Léo dos Monges – Turbilhão

Turbilhão - Moacyr Franco

A nossa vida é um carnaval A gente brinca escondendo a dor E a fantasia do meu ideal É você, meu amor Sopraram cinzas no meu coração Tocou silêncio em todos clarins Caiu a máscara da ilusão Dos Pierrot's e Arlequins Vê colombinas azuis a sorrir laiá Vê serpentinas na luz reluzir Vê os confetes do pranto no olhar Desses palhaços dançando no ar Vê multidão colorida a gritar lará Vê turbilhão dessa vida passar Vê os delírios dos gritos de amor Nessa orgia de som e de cor La laia lalia laia laia... leo Leo dos Monges Botão RSB

Palinha do Léo: Frevo n. 1 do Recife

Ô ô ô saudade Saudade tão grande Saudade que eu sinto Do Clube das Pás, do Vassouras Passistas traçando tesouras Nas ruas repletas de lá Batidas de bombos São maracatus retardados Chegando à cidade, cansados, Com seus estandartes no ar. Que adianta se o Recife está longe E a saudade é tão grande Que eu até me embaraço Parece que eu vejo Valfrido Cebola no passo Haroldo Fatias, Colaço Recife está perto de mim. leo Leo dos Monges Botão RSB

Palinha do Leo dos Monges: JINGLE BELLS

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JINGLE BELLS AUTOR: JAMES LORD PIERPONT

Jingle Bells, também conhecida como One Horse Open Sleigh, é uma das mais comuns e conhecidas canções natalinas do mundo, sendo que, originalmente, não se tratava de uma canção natalina.

No Brasil, ela recebeu versão em português de Evaldo Rui, João Dias gravou em disco de 78 RPM pela Oden, em 4 de outubro de 1951, para o suplemento de dezembro daquele ano.

Jingle Bells – Coral Cuidad de Roguetas

PALINHA DE LÉO DOS MONGES – CORAÇÃO SELVAGEM (BELCHIOR)

maxresdefault Seu terceiro disco, coração selvagem, é uma pequena obra-prima. É o ápice do Belchior compositor, filósofo e discreto cronista de um cotidiano cruel, que já se insinuava sobre As pessoas naquele 1977. Sua interpretação da faixa da faixa título é um dos maiores momentos do Blues Made in Brazil, devidamente temperado por versos matadores como “Mas quando você me amar, me abrace e me beije bem devagar, que é para eu ter tempo, tempo de me apaixonar “ ou ”Não quero o que a cabeça pensa, eu quero o que a alma deseja, arco-iris, anjo rebelde, eu quero o corpo, pois tenho pressa de viver”. Jamil Joanes toca baixo e Hélio Delmiro conduz guitarras e violões, o arranjo de cordas de Paralelas, outro sucesso, que já registrado em 1975 por Vanusa, trazia toda a beleza distópica da canção. A letra, igualmente rica, vinha com versos que ganharam fama como “ No Corcovado, quem abre os braços sou eu, Copacabana, esta semana, o mar, sou eu, como é perversa a juventude do meu coração, que só entende o que é cruel, o que é paixão.

O disco ainda traz outros belos exemplos da poética Belchioriana, como “ Galos, noites e quintais” e a subestimada populus, assombroso canto sobre a relação pobres, ricos, trabalhadores e patrões. Coração selvagem foi lançado em CD em 2000 na série Warner Achives.

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Palinha dos Léo dos Monges: Jovens Tardes de Domingo

Vestindo terno branco e blusa amarela, Roberto Carlos comemorou os 20 anos de jovem guarda e da TV Globo. Sob o comando de Augusto Cesar Vanucci, o especial de 1985 voltou a ter quadros de entretenimento além de um show gravado no Maracanãzinho, para homenagear o movimento que o alçou ao sucesso, o Reio reuniu Erasmo Carlos, Wanderleia, Rosemery, Martinha, Cleyde Alves, Valdirene, Ed Wilson, Ed Carlos, Jerry Adriani, Wanderley Cardoso, Jorge Ricardo, Ary Sanches e Márcio e Ronaldo do Grupo Vips.

Jovens Tardes de Domingo Compositor: Roberto Carlos Eu me lembro com saudade O tempo que passou O tempo passa tão depressa Mas em mim deixou Jovens tardes de domingo Tantas alegrias Velhos tempos Belos dias Canções usavam formas simples Pra falar de amor Carrões e gente numa festa De sorriso e cor Jovens tardes de domingo Tantas alegrias Velhos tempos Belos dias Hoje os meus domingos São doces recordações Daquelas tardes de guitarras Sonhos e emoções O que foi felicidade Me mata agora de saudade Velhos tempos Belos dias Velhos tempos Belos dias Hoje os meus domingos São doces recordações Daquelas tardes de guitarras Flores e emoções O que foi felicidade Me mata agora de saudade Velhos tempos Belos dias Velhos tempos Belos dias Velhos tempos Belos dias (Vejam só em que festa de arromba Outro dia eu fui parar Vejam só em que festa de arromba Outro dia eu fui parar Vinha voando no meu carro Quando vi pela frente Na beira da calçada Um broto displicente Mas, vejam só em que festa de arromba Outro dia eu fui parar Vejam só em que festa de arromba Outro dia eu fui parar) leo Leo dos Monges Botão RSB

Palinha do Léo dos Monges: RONDA

RONDA (Maria Bethânia) Autor: Paulo Vanzolini De noite eu rondo a cidade A lhe procurar sem encontrar No meio de olhares espio Em todos os bares você não está Volto pra casa abatida Desencantada da vida O sonho alegria me dá Nele você está Ah se eu tivesse quem bem me quisesse esse alguém me diria Desiste essa busca é inútil Eu não desistia Porém com perfeita paciência Sigo a te buscar Hei de encontrar Bebendo com outras mulheres Rolando dadinhos Jogando bilhar E nesse dia então Vai dar na primeira edição Cena de sangue num bar da avenida São João. leo     Leo dos Monges Botão RSB

Palinha do Léo dos Monges: MADALENA

MADALENA (ELIS REGINA) AUTOR: IVAN LINS Madalena O meu peito percebeu Que o mar é uma gota Comparado ao pranto meu. Fique certa Quando o nosso amor desperta Logo o sol se desespera E se esconde lá na serra. Madalena O que é meu não se divide Nem tão pouco se admite Quem do nosso amor duvide. Até a lua se arrisca num palpite Que o nosso amor existe Forte ou fraco alegre ou triste. leo     Leo dos Monges Botão RSB

Palinha do Leo dos Monges: PARALELAS (BELCHIOR)

PARALELAS (BELCHIOR) AUTOR: BELCHIOR Dentro do carro Sobre o trevo A cem por hora, ó meu amor Só tens agora os carinhos do motor E no escritório em que eu trabalho e fico rico, quanto mais eu multiplico Diminui o meu amor Em cada luz de mercúrio vejo a luz do teu olhar Passas praças, viadutos Nem te lembras de voltar, de voltar, de voltar No Corcovado, quem abre os braços sou eu Copacabana, esta semana, o mar sou eu Como é perversa a juventude do meu coração Que só entende o que é cruel, o que é paixão E as paralelas dos pneus n'água das ruas São duas estradas nuas Em que foges do que é teu No apartamento, oitavo andar Abro a vidraça e grito, grito quando o carro passa Teu infinito sou eu, sou eu, sou eu, sou eu leo   Leo dos Monges Botão RSB

Palinha do Léo dos Monges: APAGA O FOGO MANÉ (MARTINHO DA VILA)

APAGA O FOGO MANÉ (MARTINHO DA VILA) AUTOR: ADONIRAN BARBOSA Inês saiu dizendo que ia comprar pavio pro lampião pode me esperar, mané que eu já volto já acendi o fogão botei água pra esquentar e fui pro portão só pra ver inês chegar anoiteceu e ela não voltou fui pra rua feito louco pra saber o que aconteceu Procurei na central Procurei no hospital e no xadrez andei a cidade inteira e não encontrei inês voltei pra casa triste demais o que inês me fez não se faz pois no chão bem perto do fogão encontrei um papel escrito assim pode apagar o fogo, mané que eu não volto mais leo     Leo dos Monges Botão RSB

Palinha do Léo dos Monges: MADALENA

MADALENA (ELIS REGINA) AUTOR: IVAN LINS Madalena O meu peito percebeu Que o mar é uma gota Comparado ao pranto meu. Fique certa Quando o nosso amor desperta Logo o sol se desespera E se esconde lá na serra. Madalena O que é meu não se divide Nem tão pouco se admite Quem do nosso amor duvide. Até a lua se arrisca num palpite Que o nosso amor existe Forte ou fraco alegre ou triste. leo     Leo dos Monges Botão RSB

Palinha do Léo dos Monges: Tarde em Itapoã

hqdefault Tarde em Itapoã contada por toquinho "tínhamos feito quase três musicas quando Vinicius fez a letra "tarde em itapoã", e ia dar para o caymmi musicar, porque não tinha ainda confiança em mim. Isso eu imagino, ele nunca me falou. mais eu queria de todo jeito musicar aquela letra. Na época, não havia ainda computador, tudo era datilografado. Eu via Vinicius escrevendo aqueles versos há dias. para conseguir meu intento, sem falar com Vinicius, peguei a folha da máquina de escrever e vim para São Paulo resolver uns negócios. Sabia a responsabilidade que tinha em mãos e demorei muito tempo para concluir a melodia sem mexer numa sílaba sequer do texto original. Deu no que deu: um dos maiores sucessos da música brasileira registrado na alma de todo brasileiro. Parece que Vinicius letrou a música. voltei para Bahia depois de três dias, com o poema e a música pronta. Vinicius ficou ouvindo um tempão a música, e não falava nada. Ficava ouvindo no gravado, quieto, fumando, meio indeciso, tentando não se convencer. E o pessoal já começava a contar na casa. Aí, ele me chamou e me disse que não ia dar mais para o Caymmi. foi nessa que ganhei o poeta!

É um poema todo lido, tanto que eu não mexi uma virgula dessa letra, não mudamos uma palavra. é difícil conservar uma letra inteira, perfeita como essa. ela tem uma beleza grandiosa na riqueza dos detalhes. É uma música completa. do meu repertório com Vinicius, é uma das que mais gosto. Nunca deixei de cantá-la em nenhum show. as pessoas gostam, contam, fica uma harmonia religiosa no show. Quanto mais o tempo passa, quando contato essa música, as pessoas aplaudem na introdução, depois que eu fiz essa melodia, o Vinicius me deu um voto de confiança".

Tarde em Itapoã Vinicius de Moraes/Toquinho

Um velho calção de banho O dia pra vadiar Um mar que não tem tamanho E um arco-íris no ar Depois na praça Caymmi Sentir preguiça no corpo E numa esteira de vime Beber uma água de coco É bom Passar uma tarde em Itapuã Ao sol que arde em Itapuã Ouvindo o mar de Itapuã Falar de amor em Itapuã Enquanto o mar inaugura Um verde novinho em folha Argumentar com doçura Com uma cachaça de rolha E com o olhar esquecido No encontro de céu e mar Bem devagar ir sentindo A terra toda a rodar É bom Passar uma tarde em Itapuã Ao sol que arde em Itapuã Ouvindo o mar de Itapuã Falar de amor em Itapuã Depois sentir o arrepio Do vento que a noite traz E o diz-que-diz-que macio Que brota dos coqueirais E nos espaços serenos Sem ontem nem amanhã Dormir nos braços morenos Da lua de Itapuã É bom Passar uma tarde em Itapuã Ao sol que arde em Itapuã Ouvindo o mar de Itapuã Falar de amor em Itapuã leo     Leo dos Monges

Palinha do Léo dos Monges: AZUL DA COR DO MAR – TIM MAIA

AZUL DA COR DO MAR – TIM MAIA AUTOR: TIM MAIA Ah! Se o mundo inteiro Me pudesse ouvir Tenho muito pra contar Dizer que aprendi E na vida a gente Tem que entender Que um nasce pra sofrer Enquanto o outro ri Mas quem sofre Sempre tem que procurar Pelo menos vir achar Razão para viver Ver na vida algum motivo Pra sonhar Ter um sonho todo azul Azul da cor do mar Mas quem sofre Sempre tem que procurar Pelo menos vir achar Razão para viver Ver na vida algum motivo Pra sonhar Ter um sonho todo azul Azul da cor do mar leo     Leo dos Monges

Palinha do Léo dos Monges: Águas de Março

Águas de Março Tom Jobim É pau, é pedra, é o fim do caminho É um resto de toco, é um pouco sozinho É um caco de vidro, é a vida, é o sol É a noite, é a morte, é o laço, é o anzol É peroba do campo, o nó da madeira Caingá candeia, é o Matita-Pereira É madeira de vento, tombo da ribanceira É o mistério profundo, é o queira ou não queira É o vento ventando, é o fim da ladeira É a viga, é o vão, festa da cumeeira É a chuva chovendo, é conversa ribeira Das águas de março, é o fim da canseira É o pé, é o chão, é a marcha estradeira Passarinho na mão, pedra de atiradeira É uma ave no céu, é uma ave no chão É um regato, é uma fonte, é um pedaço de pão É o fundo do poço, é o fim do caminho No rosto um desgosto, é um pouco sozinho É um estrepe, é um prego, é uma ponta, é um ponto É um pingo pingando, é uma conta, é um conto É um peixe, é um gesto, é uma prata brilhando É a luz da manha, é o tijolo chegando É a lenha, é o dia, é o fim da picada É a garrafa de cana, o estilhaço na estrada É o projeto da casa, é o corpo na cama É o carro enguiçado, é a lama, é a lama É um passo, é uma ponte, é um sapo, é uma rã É um resto de mato na luz da manhã São as águas de março fechando o verão É a promessa de vida no teu coração É pau, é pedra, é o fim do caminho É um resto do toco, é um pouco sozinho É uma cobra, é um pau, é João, é José É um espinho na mão, é um corte no pé São as águas de março fechando o verão É a promessa de vida no teu coração É pau, é pedra, é o fim do caminho É um resto de toco, é um pouco sozinho É um passo, é uma ponte, é um sapo, é uma rã É um belo horizonte, é uma febre terçã São as águas de março fechando o verão É a promessa de vida no teu coração É pau, é pedra, é o fim do caminho É um resto de toco, é um pouco sozinho É pau, é pedra, é o fim do caminho É um resto de toco, é um pouco sozinho Pau, pedra, fim do caminho Resto de toco, pouco sozinho Pau, pedra, fim do caminho Resto de toco, pouco sozinho Pedra, caminho Pouco sozinho Pedra, caminho Pouco sozinho Pedra, caminho É o toco...
leo Leo dos Monges

Palinha do Léo dos Monges: Tracy Chapman

Baby Can I hold You Tracy Chapman.

Sorry Is all that you can say Years gone by and still Words don't come easily Like sorry like sorry Forgive me Is all that you can say Years gone by and still Words don't come easily Like forgive me forgive me But you can't say baby Baby can I hold you tonight maybe if I told you the right words At the right time you'd be mine I love you Is all that you can say Years gone by and still Words don't come easily Like I love you I love you But you can't say baby Baby can I hold you tonight Maybe if I told you the right words at the right time you'd be mine Baby can I hold you tonight Maybe if I told you the right words at the right time you'd be mine You'd be mine You'd be mine.... leo Leo dos Monges

Palinha do Léo dos Monges – Toada (“Na Direção do Dia”) – Boca Livre

Toada (“Na Direção do Dia”)  - Boca Livre Autor Zé Renato – Juca Filho – Claudio Nucci

Vem morena ouvir comigo essa cantiga Sair por essa vida aventureira Tanta toada eu trago na viola Prá ver você mais feliz

Escuta o trem de ferro alegre a cantar Na reta da chegada prá descansar No coração sereno da toada, bem querer

Tanta saudade eu já senti, morena Mas foi coisa tão bonita Da vida, nunca vou me arrepender

Morena, ouve comigo essa cantiga Sair por essa vida aventureira Tanta toada eu trago na viola Prá ver você mais feliz

Escuta o trem de ferro alegre a cantar Na reta da chegada prá descansar No coração sereno da toada, bem querer

Tanta saudade eu já senti, morena Mas foi coisa tão bonita Da vida, nunca vou me arrepender

Vem morena (6x)

Vem morena ouvir comigo essa cantiga Sair por essa vida aventureira Tanta toada eu trago na viola Prá ver você mais feliz

Escuta o trem de ferro alegre a cantar Na reta da chegada prá descansar No coração sereno da toada, bem querer

leo Leo dos Monges

Palinha do Léo dos Monges: Samba do Avião (Os Cariocas)

Samba do Avião (Os Cariocas) Autor Tom Jobim

Minha alma canta,vejo o rio de janeiro,estou morrendo
De saudade rio, teu mar, praias sem fim, rio você foi
Feito pra mim.cristo redentor, braços abertos sobre a
Guanabara este samba é só porque rio eu gosto de você
A morena sambar seu corpo todo balançarrio de sol de
Céu
De mar dentro de mais um minuto estaremos descendo no
Galeão cristo redentor braços abertos sobre a
Guanabara este samba é só porque rio eu gosto de
Você,
A morena vai sambar seu corpo todo balançar, aperte o
Cinto vamos chegar, aguas brilhando, olhe a pista
Chegando e vamos nós leo Leo dos Monges Botão RSB

Palinha do Léo dos Monges: A Beleza é você Menina (Bebeto)

A Beleza é você Menina (Bebeto) Autores: Bebeto/Rubens Há muito tempo você está no meu caminho Como posso esquecer? Lá...laiá....laiá....laiá A beleza é você, menina....menina No seu jeito de olhar O sucesso é você, menina....menina No seu modo de andar Alegria é você, menina....menina No sorriso que dá Vendaval por amor, menina....menina Todos querem te amar Ei, vento, vento, ventou no mar Se segura no balanço, pro vento não te levar Ei, vento, vento, ventou no mar Se segura no balanço, pro vento não te levar Já sei que não vai ter jeito Pra poder te conquistar Se você olhar pra mim, menina Vou te amar Já sei que não vai ter jeito Pra poder te conquistar Se você olhar pra mim, menina Vou te ganhar Ei, vento, vento, ventou no mar se segura no balanço, pro vento não te levar Ei, vento, vento, ventou no mar Se segura no balanço, pro vento não te levar Como posso te esquecer? Não tem jeito Lá...laiá....laiá....laiá A beleza é você, menina No seu jeito de olhar O sucesso é você, menina....menina No seu modo de andar Alegria é você, menina....menina No sorriso que dá Vendaval por amor, menina....menina Todos querem te amar Ei, vento, vento, ventou no mar Se segura no balanço, pro vento não te levar Ei, vento, vento, ventou no mar Se segura no balanço, pro vento não te levar Ei, vento, vento, ventou no mar Se segura no balanço, pro vento não te levar Ei, vento, vento, ventou no mar Se segura no balanço, pro vento não te levar leo Leo dos Monges Botão RSB

Palinha do Léo dos Monges: Sá Marina (Wilson Simonal)

Sá Marina (Wilson Simonal) Autores: Antonio Adolfo / Tibério Gaspar Descendo a rua da ladeira Só quem viu, que pode contar Cheirando a flôr de laranjeira Sá Marina vem prá dançar... De saia branca costumeira Gira ao sol, que parou prá olhar Com seu jeitinho tão faceira Fez o povo inteiro cantar... Roda pela vida afora E põe prá fora esta alegria Dança que amanhece o dia Prá se cantar Gira, que essa gente aflita Se agita e segue no seu passo Mostra toda essa poesia do olhar Huuuuuuummmm!... Deixando versos na partida E só cantigas prá se cantar Naquela tarde de domingo Fez o povo inteiro chorar E fez o povo inteiro chorar E fez o povo inteiro chorar... Lá Lá Lá Lá Lá Lá Lá Lá Lá! Lá Lá Lá Lá Lá Lá Lá Lá Lá! Lá Lá Lá Lá Lá Lá Lá Lá Lá! Lá Lá Lá Lá Lá Lá Lá Lá Lá! Oh! Deixando versos na partida E só cantigas prá se cantar Naquela tarde de domingo Fez o povo inteiro chorar E fez o povo inteiro chorar E fez o povo inteiro chorar E fez o povo inteiro chorar... Lá Lá Lá Lá Lá Lá Lá Lá Lá! Lá Lá Lá Lá Lá Lá Lá Lá Lá! E fez o povo inteiro chorar E fez o povo inteiro chorar E fez o povo inteiro chorar E fez o povo inteiro chorar... leo   Leo dos Monges Botão RSB

Palinha do Leo dos Monges – João e José

João e José - Autor:Martinho da Vila e João Nogueira. Ô João, ô João Seu chará batizou Cristo Cristo batizou João Lá no Rio de Jordão... lá no Rio de Jordão Se João também soubesse Quando em junho é seu dia Viria do céu pra Terra Todo cheio de alegria Soltando foguetes joão Fazendo festejos E tanta fogueira Que queimava o mundo Diz a lenda Que queimava o mundo Por falar em mundo João Como vai o mundo João Esse nosso mundo João Que é de todo mundo João Anda João, vamos João, diga João Fala Não tá mole não, José Esse mundo louco A televisão mostra sempre um pouco Bala de canhão e bomba de troco Bem pertinho irmão lá do Rio Jordão Bem pertinho irmão lá do Rio Jordão Mas a salvação José, é nossa Rosa do Povo Que dá ao povão Horizonte novo Jogo de Barão é Rosa do Povo O nosso sambão é Rosa do Povo Esse seu sorriso, José, é Rosa do Povo O Vasco, o Mengão, é Rosa do Povo Rosa do violão, é Rosa do Povo - Então que seria João, do povo sem rosa? - É, nem haveria José Essa nossa prosa É José, é João, é Drummond, é paixão É o irmão, é o amor, linda flor Em botão leo Leo dos Monges Botão RSB

Palinha do Léo dos Monges – A MORTE DO VAQUEIRO

A MORTE DO VAQUEIRO (NORDESTINOS DO FORRÓ) AUTOR: LUIZ GONZAGA – NELSON BARBALHO Numa tarde bem tristonha Gado muge sem parar Lamentando seu vaqueiro Que não vem mais aboiar Não vem mais aboiar Tão dolente a cantar Tengo, lengo, tengo, lengo, Tengo, lengo, tengo Ei, gado, oi Bom vaqueiro nordestino Morre sem deixar tostão O seu nome é esquecido Nas quebradas do sertão Nunca mais ouvirão Seu cantar, meu irmão Tengo, lengo, tengo, lengo, Tengo, lengo, tengo Ei, gado, oi Sacudido numa cova Desprezado do senhor Só lembrado do cachorro Que inda chora Sua dor É demais tanta dor A chorar com amor Tengo, lengo, tengo, lengo, Tengo, lengo, tengo Tengo, lengo, tengo, lengo, Tengo, lengo, tengo Ei, gado, oi E... ei... leo Leo dos Monges Botão RSB

Palinha do Léo dos Monges: FORRÓ DOS NAMORADOS

FORRÓ DOS NAMORADOS (TRIO NORDESTINO) AUTOR: ONILDO ALMEIDA – COBRINHA) No dia dos namorados Vou dar um presente a você Você que merece tudo Que alguém pode merecer Eu sei que a felicidade ainda não chegou Mas vou cobri-la de beijos, abraço carinho e amor Vamos sair por ai, Vamos curtir um forro, O forro dos namorados, a curtição é melhor. Forrozando, forrozando, forrozando e namorando. Namorando, namorando, namorando e forrozando leo   Leo dos Monges Botão RSB

Palinha do Leo dos Monges: PARALELAS (BELCHIOR)

PARALELAS (BELCHIOR) AUTOR: BELCHIOR Dentro do carro Sobre o trevo A cem por hora, ó meu amor Só tens agora os carinhos do motor E no escritório em que eu trabalho e fico rico, quanto mais eu multiplico Diminui o meu amor Em cada luz de mercúrio vejo a luz do teu olhar Passas praças, viadutos Nem te lembras de voltar, de voltar, de voltar No Corcovado, quem abre os braços sou eu Copacabana, esta semana, o mar sou eu Como é perversa a juventude do meu coração Que só entende o que é cruel, o que é paixão E as paralelas dos pneus n'água das ruas São duas estradas nuas Em que foges do que é teu No apartamento, oitavo andar Abro a vidraça e grito, grito quando o carro passa Teu infinito sou eu, sou eu, sou eu, sou eu leo   Leo dos Monges Botão RSB

Palinha do Léo dos Monges: AQUARELA DO BRASIL (GAL COSTA)

AQUARELA DO BRASIL (GAL COSTA) AUTOR: ARY BARROSO Aquarela do Brasil Brasil, meu Brasil brasileiro Meu mulato inzoneiro Vou cantar-te nos meus versos O Brasil, samba que dá Bamboleio que faz gingar O Brasil do meu amor Terra de Nosso Senhor Brasil pra mim Pra mim, pra mim Ah! abre a cortina do passado Tira a mãe preta do cerrado Bota o rei congo no congado Brasil, pra mim Deixa cantar de novo o trovador A merencória luz da lua Toda canção do meu amor Quero ver essa dona caminhando Pelos salões arrastando O seu vestido rendado Brasil pra mim Pra mim, pra mim! Brasil, terra boa e gostosa Da morena sestrosa De olhar indiscreto O Brasil samba que dá Bamboleio que faz gingar O Brasil do meu amor Terra de Nosso Senhor Brasil pra mim Pra mim, pra mim! Oh, esse coqueiro que dá coco Onde eu amarro a minha rede Nas noites claras de luar Brasil pra mim Ah! ouve estas fontes murmurantes Aonde eu mato a minha sede E onde a lua vem brincar Ah! esse Brasil lindo e trigueiro É o meu Brasil brasileiro Terra de samba e pandeiro Brasil pra mim, pra mim, Brasil! Brasil pra mim, pra mim, Brasil, Brasil! leo     Leo dos Monges Botão RSB

Palinha do Léo dos Monges: PROPOSTA (ROBERTO CARLOS)

PROPOSTA (ROBERTO CARLOS) AUTOR: ROBERTO CARLOS E ERASMO CARLOS

Proposta

Roberto Carlos

Eu te proponho Nós nos amarmos Nos entregarmos Neste momento Tudo lá fora Deixar ficar... Eu te proponho Te dar meu corpo Depois do amor O meu conforto E além de tudo Depois de tudo Te dar a minha paz... Eu te proponho Na madrugada Você cansada Te dar meu braço No meu abraço Fazer você dormir... Eu te proponho Não dizer nada Seguirmos juntos A mesma estrada Que continua Depois do amor No amanhecer No Amanhecer! Eu Te Proponho! leo     Leo dos Monges Botão RSB

DESENCONTRO DE PRIMAVERA (HERMES DE AQUINO)

DESENCONTRO DE PRIMAVERA (HERMES DE AQUINO) AUTOR: HERMES DE AQUINO Uma andorinha, no céu, passou e disse que o amor que eu tinha foi-se embora Ai, desacerto que cruza nossas vidas tão normais é solidão que já vem, é alegria que vai Uma tristeza que corta a alma da gente antes que a primavera se decida à por as flores nos campos, e o verde nas folhas, com banhos de mar O sol por sobre a cidade, O vento vai cessar. (Refrão) Ah! a solidão é uma canoa navega o corpo e a alma voa além do céu, além do mar Ah! No pensamento a gente voa, qualquer problema é coisa à toa, fica tão fácil de se amar... Eu me recordo dos beijos, gosto e tudo E dos amores que praticamos juntos, O sal do corpo esquecido Nas noites tão doces de beijos e paz Realidade é uma sombra Eu começo a sonhar... leo     Leo dos Monges Botão RSB

Palinha do Léo dos Monges – PRA QUE CHORAR (MART’NÁLIA)

PRA QUE CHORAR (MART’NÁLIA) AUTOR: VENICIUS DE MORAES/BADEN POWEL Pra que chorar Se o sol já vai raiar E o dia vai amanhecer Pra que sofrer Se a lua vai nascer E e só o sol se pôr Pra que chorar Se existe amor A questão é só de dar A questão é só de dor, de dor Quem não chorou Quem não se lastimou Não pode nunca mais dizer Pra que chorar, pra que sofrer Se há sempre um novo amor Cada novo amanhecer leo     Leo dos Monges Botão RSB