Corrida Com História – “Pirâmide da Matriz” – 120 anos (1901/2021).

Com o fechar das cortinas do século XIX, em todo globo católico, homenagens de toda ordem foram devotadas a Jesus Cristo. Na nossa “aldeia” – Vitória de Santo Antão -, espaço em que o catolicismo se instalou com força, desde a chegada o desbravador português Diogo de Braga, em 1626, não ficou alheia ao movimento.

Sob a liderança do Pároco  da Matriz de Santo Antão, Cônego Bernardo, do Juiz de Direito Primitivo de Miranda e do prefeito, José Xavier Cavalcanti Wanderley aconteceu uma grande mobilização no sentido de erigir em pleno centro do Pátio da Matriz, uma imponente “Pirâmide”para marcar a chegada do século XXI.

Assim sendo, concluída a obra, na tarde do dia 28 de julho de 1901 – há exatos 120 anos – autoridades eclesiásticas e civis se juntaram ao povo para celebrar esse grande acontecimento na vida da então “Cidade da Vitória”. Discursos, bandas de música, girândolas e devoção deram o tom espetáculo. Portanto, esse é mais capítulo da história dos nossos antepassados que destacamos, hoje, 28 de julho de 2021, em nosso Projeto Cultural  “Corrida Com História”.

CANTINHO DO BAR BRASIL EM PALCO EDIÇÃO 56 – por Jones Pinheiro.

 

Vamos apresentar para vocês o cantor, compositor e letrista João Mantovani.

Ele esteve desde sempre ligado ao universo artístico, ora em shows desde os cinco anos – 1° foi um cover de Mick Jagger em 1985, ora no estúdio fotográfico de seu pai, o prestigiado fotógrafo Paulo Villar, acompanhando produções que enchiam seus olhos. Por isso, abraçou a Fotografia com tantos fotógrafos, foi à Europa e formou-se em Barcelona (2004 a 2007). Realizou exposições traduzindo suas viagens em quatro anos pela América do Sul.

Antes disso, aos 16 anos, abraçou igualmente a Música. E com a mesma verve que devorava imagens, passou a devorar melodias, sem imaginar que alguns anos mais tarde essa paixão serviria para completar o orçamento apertado em Barcelona, passando a tocar bossa nova em bares e hotéis espanhóis.

Atualmente se dedica à direção de fotografia em campanhas publicitárias, e musicalmente se concentra na Banda da Portaria, onde traduz em composições as poesias do seu parceiro Vitor Miranda.

OUÇA AQUI.

Jones Pinheiro

“Contribuição Voluntária”: 10 anos se comemora com PIX…..

Em virtude dos avanços tecnológicos, hoje,  acessar, interagir ou produzir conteúdo para internet tornou-se algo tão simples quanto beber um copo com água. Comprar,  vender ou se “juntar” remotamente, sobretudo em tempos pandêmicos, virou uma realidade insofismável.   Em meio a tantas facilidades, mudanças e avanços constantes,   cabe-nos, ao menos,   refletir:  será mesmo que tudo na internet é “de graça”?

Com poucos clicks, pilotando um aparelho celular “mais ou menos”,  qualquer internauta poderá criar uma conta nas redes sociais e virar influencer  digital. Nesse contexto, a palavra de ordem é “monetização”. Será que esse conteúdo produzido para os stories -  que se evaporam em horas -   mais adiante,   terá  alguma serventia para o  além da  compra e venda de serviços ou produtos?  Eis aí, portanto, o grande “X” da questão quando alguém se propõe a produzir conteúdo imperecível  para internet.

E quando esse conteúdo tem valor  social, político, cultural,  histórico e é totalmente identificado com uma determinada comunidade? Quanto deverá custar  e quem deverá  remunerar essa produção?

Esse é um debate que já entrou na grande pauta da rede mundial de computadores, ou seja: quem deve remunerar o produtor do conteúdo imperecível,  disponível através dos sites e buscadores da internet?

Certa vez ( corria o ano de 2015),  na capital paraibana, participei de  um encontro nacional de blogueiros. Nos muitos painéis com palestras variadas acompanhei, entre outros,  um  que falava justamente na direção da monetização dos blogs. Uma blogueira da cidade do Rio de Janeiro, em sua apresentação,  exibiu números interessantes de receita mensal e, entre outras coisas, disse:

“Eu não conto com patrocinadores,  quem remunera a produção do meu  trabalho, disponível a todos,  no meu jornal eletrônico,  são os meus leitores,  espelhados pelo Brasil e até no exterior,   porque minhas postagens  dialogam com um público específico.”

No quesito financeiro, a mesma apontou o caminho das pedras:  “recebo tudo via cartão de crédito. Tudo eletronicamente.” Arrematou.

Pois bem,  atentamente, ao ouvir aquele “case” de sucesso, confesso, saí de lá entusiasmado  no sentido da tão sonhada monetização do blog, afinal, tudo que ela elencou como “produto diferenciado”, mesmo involuntariamente, eu já o praticava, ou seja: produção de conteúdo único e  justamente direcionado a um público especifico, isto é:  Vitória e/ou os vitorienses. Aliás, é bom que se diga que  desde o primeiro dia em que o blog foi ao ar, há mais de uma década (25/06/2011),   a frase  do nosso “topo” nunca mudou o tom:  o centro do meu mundo á a minha cidade.

E o porquê, à época, da não  execução da  operação carioca em terras antonenses? Justifico: esbarramos na funcionalidade do cartão de crédito. Após algumas sondagens com o nosso público alvo, naquela ocasião (há seis anos),  por certa desconfiança do sistema   boa parte revelou-me não utilizava o seu cartão em operações  na rede mundial de computadores, mas, em momento algum, refutou  o reconhecimento ao trabalho.  Assim sendo, naquela ocasião, achei melhor não avançar no processo de monetização voluntária.

É bom que se diga, também,  que desde o primeiro jornal impresso ( O Vitoriense), editado e publicado na Vitória de Santo Antão, no longínquo  05 de novembro de 1866, por Antão Borges Alves, então com 22 anos, floresceu  e frutificou em nosso solo a veia jornalística. Ainda sobre os “impressos”, fomos  a 5ª cidade  pernambucana  a desfrutar dessa nova ferramenta de progresso. Aliás, até os dias atuais, ostentamos  1º lugar em quantidade de títulos. Sem esquecer, claro, " O Jornal  Lidador” que foi o mais longevo (em circulação) do interior do Nordeste e talvez do Brasil, salve pesquisa mais aprofundada. Sem nenhum demérito às outras cidades, Vitória, na cena jornalística impressa, sempre foi robusta.

Com efeito, foi  justamente através das pesquisas em documentos oficiais, registros de igrejas e cartórios, da oralidade e experiências vividas e sobretudo nas páginas dos nossos jornais que o Mestre Aragão conseguiu montar  o maior e mais completo “diário”  do interior do Brasil,  com a obra  “A História da Vitória de Santo Antão” -   em 3 volumes. Uma espécie de “Bíblia” das nossa gênesis. .

Assim sendo vale  destacar,  com letras garrafais,  que repousam nas páginas desses jornais impressos,  bem acomodados  no acervo  do nosso Instituto Históricos e graças ao operoso trabalho da atual gestão do Instituto Histórico, sob o comando professor Pedro Ferrer, alguns títulos já  encontram-se totalmente digitalizados e disponíveis aos internautas,  através da Biblioteca Nacional, ou seja:  um patrimônio de valor incalculável para toda sociedade antonense.

Para tudo isso haver sido concretizado, entre inúmeras variáveis, pelo menos duas merecem destaques: 

A primeira – e maior de todas –,  diz repeito ao sentimento de amor a causa, de espírito cívico e verdadeira devoção com o seu torrão natal e, sobretudo ao sacerdócio daqueles  que encontraram  na causa da imprensa uma maneira de servir à coletividade, sem maiores ambições e interesses próprios. Com destaques para: Antão Borges Alves (pioneiro), José Aragão, Oliveira Maciel, Pedro Albuquerque, José Miranda, Guedes Alcoforado e etc. 

A segunda, por assim dizer, devemos tributar aos que colaboraram com recursos financeiros, seja na forma de anúncios comercias ou na imprescindível “assinatura” anuais e semestrais. Nos arquivos da história local, não são raros os depoimentos emocionantes  daqueles que militaram na imprensa escrita antonense realçando o auto-calvário financeiro no sentido da manutenção do trabalho.  Destaquemos, contudo, que  esse material produzido, atualmente,  reflete o cotidiano dos nossos antepassados e diz muito do que somos hoje, como indivíduos e comunidade,  em constante  e frenética movimentação dialética.

Atualizando o cenário,  aos dias atuais, em que o jornalismo  impresso em larga escala  encontra-se desidratado,  “jornal digital” passou a ser ferramenta de primeira necessidade, principalmente em tempos de desinformação  e “Fake News”, bombardeadas insistentemente nas mais diversas plataformas digitais,  nas redes sócias.  Se bem observado, já não se acessa mais às páginas eletrônicas dos grandes jornais confiáveis sem à devida remuneração mensal. Isso já é uma realidade. 

Assim sendo, por manter no ar disponível a todos os internautas, de qualquer lugar do mundo,  o nosso robusto conteúdo com mais de 26.600 postagens  e quase 4.900 vídeos, fora os mais de cinco milhões de arquivos digitalizados que repousam aos nossos cuidados, todos originais e vinculados ao nosso lugar – Vitória de Santo Antão, a partir de hoje, 27 de julho de 2021, estamos instituindo a chamada “CONTRIBUIÇÃO VOLUNTÁRIA”. Nesse novo modelo, o internauta poderá contribuir com “qualquer valor”, através de um “PIX”, no sentido da manutenção desse trabalho de divulgação e preservação das coisas nossa terra. Com o PIX, toda operação tornou-se segura, fácil, ágio e sem qualquer burocracia. 

Portanto, após mais 10 anos produzindo conteúdo local com isenção e  qualidade, principalmente de valor histórico incalculável o  Blog do Pilako passa a contar, doravante,  com o apoio voluntário do internauta, se assim lhe convier. De resto, é o que temos para hoje nessa  nova etapa do nosso jornal eletrônico, intitulado BLOG DO PILAKO.

CANTINHO DO BAR BRASIL EDIÇÃO 178 – por Jones Pinheiro.

Hoje apresentaremos para vocês a nossa convidada de honra, a Embaixadora Imortal da Paz pela Organização Mundial dos Defensores dos Direitos Humanos, Verônica Moreira.

Resultado da pontuação do 8º candidato Mateus Domingos Fernando, concorrendo ao prêmio do III Concurso Literário Categoria Melhor Poema Angolano promovido pelo Projeto Chá da Vida Brasil.

Na música apresentaremos a cantora e compositora angolana Bia Canda MC. Incluindo na programação, a minha participação instrumental na flauta transversal com a música D'amore Love Theme.

Participação da Escritora Luh Veiga, do DF com: “A Voz de Luanda”. Poeta Juá Duceará - Juazeiro do Norte. Finalizando com o Poeta Paulo Gaspar – Londrina – PR. Não mudem de barzinho não. A todos vocês, o meu forte abraço!

OUÇA AQUI.    Jones Pinheiro

Borba Gato, a Pirâmide e o Leão Coroado: são todos farinha do mesmo saco!!

Ganhou repercussão nos grandes canais da mídia nacional e também nas redes sociais o ataque criminoso ao monumento público em São Paulo, ocorrido no último sábado (24). O ato nada mais é do que uma tentava de aprofundar o radicalismo político no nosso País. A barbárie em si, tal qual ocorrera  no mesmo modus operandi em outras partes do mundo, é algo criminoso e totalmente deslocado da razão.

Se socorrendo da “balela” de que o monumento é uma “simbologia de opressão contra negros e índios” bandidos se acham no direito de depredar e destruir  patrimônios históricos  públicos. Na democracia o direito à liberdade do protesto é um bem precioso e valioso,  no sentido da sua manutenção e, porque não dizer,  constante aperfeiçoamento. Eis aí a palavra mágica de qualquer relacionamento ou sistema de governo: RESPEITO ÀS DIFERENÇAS. 

O Borba Gato – figura erigida em forma de monumento -, que viveu no período da colonização como “bandeirante”,  entre outras coisas, foi caçador de negros e nativos, mas também foi descobridor de minas de ouro. Cabe, então, perguntar a esses bandidos que querem se passar por “ativistas”:  porque não se criar uma campanha para se jogar ao fundo do mar todas as peças em ouro? Afinal, em tese, esse material também representa,  em grande medida,  um passado de crueldade e exploração na direção  dos nossos irmãos africanos, ou não?

Já pensou, se amanhã, na nossa “aldeia” – Vitória de Santo Antão – chegar um “núcleo” de radicais criminosos “não católicos” e, por  intolerância religiosa  resolver  botar abaixo  “ A Pirâmide”, por achar que a homenagem a Jesus Cristo não foi justa? Ou mesmo,  alguns “viúvos” da monarquia brasileira depredar o nosso “Leão Coroado”  sob o pretexto de traidor do sistema?

Inicialmente, as comparações nos parecem  distantes, mas se adequarmos às devidas proporções, tem mais similitudes que incongruências....

Na historiografia não existe verdade “imexível” ou mesmo “absoluta”. Mas sob qualquer ponto de vista não podemos prescindir de civilidade social. Destruir memórias e momentos é uma prova incontestável que, enquanto sociedade, ainda estamos na "era da  linha tênue"  da porta da caverna, ou seja: ora primitivos,  ora intergalácticos,  como ocorreu recentemente em passeios extraterrestres bilionários......Estamos carentes de boas reflexões.....

Professor Pedro Ferrer: o “caçador” das obras de Luiz Ferrer…

No meu giro pela encantadora Paraíba passei em Ingá. Mesmo objetivo: registrar trabalho do LUIZ FERRER. Desta feita foi o busto do Getúlio Vargas. Continuando,  dormi na cidade de  Campina Grande onde há uma bela estátua do JK.

A peregrinação não parou por aí. Dei um pulo em Cabaceiras, a HOLIUDE NORDESTINA. Encontro-me em Pesqueira. Localizei um outro busto do Getúlio Vargas. 

Amanhã vou garimpar o busto de Anísio Galvão, conceituado jornalista pesqueirense. O busto também é mais um trabalho do Luiz Ferrer. Todas as obras são pesquisadas em jornais nacionais. Localizado o trabalho,  corro atrás. Já estive em São Borja,  fronteira com a  Argentina, Parnaíba, Aracaju, Juiz de Fora, Rio de Janeiro, Sairé e outros espaços. Abraço amigo e não esqueça que não estou gastando todo meu dinheiro na viagem. Quando chegar, vou patrocinar "uma rodada" com os amigos para comemorar "esses achados". Você já tá convidado...

Pedro Ferrer - presidente do IHGVSA. 

ARQUIVO E MEMÓRIA: o cawboy na Copa do Mundo – Alves Filho.

Dentro da ideia da coluna – ARQUIVO E MEMÓRIA -, na postagem de hoje, destacamos  o comunicador Alvas Filho. Com voz inconfundível e estilo próprio,  o “Cawboy” foi figura carimbada nos mais diversos tipos de eventos, com ênfase nos direcionados ao “mundo dos rodeios”.

Vitimado pelo vírus que, nos últimos tempos,  transformou a rotina do mundo, Alves Filho, entre tantos outros conterrâneos,  foi mais uma vitima da COVID-19 na nossa cidade. Faleceu recentemente -  no dia 29 de maio de 2021. Na qualidade de comunicador, seu último palco foi um programa na TV Vitória em que, entre outras coisas, abria espaço para novos e velhos talentos da música regional.

No registro em tela, por assim dizer,  gravado no Pátio da Matriz, precisamente no quiosque do também “estiloso cawboy” Expedito,  relembramos um trabalho um pouco fora do seu estilo, ou seja: futebol.  Empinava,  ele, na ocasião, com o mesmo entusiasmo, um projeto visando a Copa do Mundo de 2014.   Ao final da gravação, que ocorreram justamente numa tarde de domingo (10) e foi postado em nosso jornal eletrônico no dia 12/05/2021,  disse ele:

“Brasileiros, através do Blog do Pilako, eu convoco você, onde você estiver, em qualquer lugar............vamos torcer, vamos vibrar............vamos fazer com que o Brasil seja Hexa Campeão...”

CANTINHO DO BAR EM PALCO EDIÇÃO 55 – por Jones Pinheiro.

 

Hoje em nosso Cantinho do Bar Brasil em Palco, apresentaremos para vocês a pequena cantora angolana Bia Canda MC, acompanhada do seu pai o cantor de rapper angolano Lando Canda, juntos estaremos em um bate papo em nosso espaço cultural pra lá de bom.

A Bia Canda tem um QI acima da média, aprendeu a ler sozinha aos 4 anos de idade e aos 2 anos, começou a marcar os primeiros passos na música em gênero rapper . Sua inspiração artística musical nasceu em um momento difícil, seu pai havia sido furtado pelos ladrões.

Ela subiu ao palco pela primeira vez aos seus 4 anos de idade encantando os apreciadores de um bom rapper. A pequena angolana se revela uma verdadeira gigante. Sucesso em Angola e Moçambique.

OUÇA AQUI. 

“NÃO MUDEM DE BARZINHO NÃO, PERMANEÇAM CONOSCO”.

Jones Pinheiro

Mais uma obra de Luiz Ferrer – por Pedro Ferrer.

Cidade de Monteiro, sul do Cariri paraibano. Vim conhecer a bela região e fotografar mais uma  obra de LUIZ FERRER DE MORAIS, essa,  localizada na principal praça da cidade.

Estátua de 1,70 m. do grande estadista , que deu nome à capital do Estado. A mesma  foi erigida no início da década de 30 do século XX. Esta obra abriu os caminhos para nosso grande escultor. Foram exaltados, ele e o trabalho, pelos jornais do Distrito Federal de então. Caiu LUIZ FERRER na graça dos presidentes: Getúlio, Dutra e Café Filho. Breve,  lançaremos sua biografia.

Professor Pedro Ferrer - presidente do Instituto Histórico e Geográfico da Vitória. 

“JUMENTOS QUEREM DERRUBAR, TIRAR O VERDADEIRO NOME DO RIO TAPACURÁ” – por Manoel Carlos.

Dileto amigo Pilako é vivendo e se impressionando com a pobreza de espirito de muitos ou alguns poucos. Explico: A alguns anos uma orde de maus amados senhores Vitorienses que, pela força, querem mudar o nome histórico de nosso querido, amado e mau tratado Rio Tapacurá. Esse algozes da verdade histórica não apresentaram até o momento uma única “gravura”, um único livro, um único registro que indique que, algum dia nosso amado, louvado, cantado em verso e prosa Rio Tapacurá tenha sido chamado, apelidado, nominado de “I”tapacura.

Pilako, realmente me surpreendo, e parafraseando Santo Antão “os jumentos querem derrubar o Altar”; só que neste caso o altar da verdade histórica: do nome de um rio pequeno, mas que fora testemunha do nascimento do que é hoje uma Cidade de porte médio, de conflitos armados, e por ai vai... Eu desconfio seriamente da sanidade de pessoas que chegam ao poder e, de forma soviética querem mudar a história pelo mero e triste desejo de impor suas vontades. Certas atitudes são típicas de homens que paga pra ser elogiado! Narcisismo no pior grau!

Bom amigo Pilako: quando passo às margens do nosso amado mau tratado Rio Tapacurá, e vejo que o poder público municipal colocou duas placas informando que o nome do mesmo é, agora, Rio I-tapacurá, chego a me lembrar da mítica figura do leviatã, o peixe feroz citado no Antigo Testamento. Hobbes emprega a imagem do monstro bíblico Leviatã para simbolizar um Estado poderoso capaz tanto de promover a preservação da vida, para impor a obediência dos indivíduos ao Estado soberano: e que tragédia estamos vivenciando: “reis mau coroados” querem impor aos súditos vitorienses uma mentira patrocinada com dinheiro público!!! Miserere Domini! O lema de S. Agostinho: Diligite homines, interficite errores, “Amai os homens, destruí os erros”, é corretíssimo. Esses homens vitorienses erram e aparentam amar seus erros, entretanto, sinto-me na obrigação de destruir seus erros!

Pilako é tão estupido querer destruir a história, é tão marginal se passar por defensor daquilo que, na verdade pretende destruir. A esse ou a esses destruidores e defensores de araque da história do nosso Rio Tapacurá, deixo para “ambos” o que pontificou o fundador da Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro, o magnifico Reitor Padre Leonel Franca, em seu Livro A Igreja, a Reforma e a Civilização:

“Grande é a responsabilidade de quem escreve. Agitar ideias é mais grave do que mobilizar exércitos. O soldado poderá semear os horrores da força bruta desencadeada e infrene; mas enfim o braço cansa e a espada torna à cinta ou a enferruja e consome o tempo. A ideia, uma vez desembainhada, é arma sempre ativa, que já não volta ao estojo nem se embota com os anos. A lâmina do guerreiro só alcança os corpos, pode mutilá-los, pode trucidá-los, mas não há poder de braço humano que dobre as almas. Pela matéria não se vence o espírito. A ideia do escritor é mais penetrante, mais poderosa, mais eficazmente conquistadora. Vai direito à cidadela da inteligência. Se a encontra desapercebida (e quantas inteligências desaparelhadas para as lutas do pensamento!) toma-a de assalto, instala-se no seu trono e daí dirige e governa, a seu arbítrio, toda a atividade humana. Pelo espírito subjuga-se a matéria.”

Manoel Carlos - bacharel em direito, especialista em processo civil, coordenador estadual da Liga Crista Mundial.

Manoel Trompetista: música na praça…..

Vez por outra, da redação do blog, situada à Praça Leão Coroado – ponto fixo de lavagem de carro – escuto  essas “músicas da moda”, emitidas por potentes aparelhos de som dos automóveis dos “fregueses” do pessoal da “lavagem de carro”. Algo que me remete  ao estrondoso sucesso episódico do cantor “Duquinha”,  com a música: “abra a mala e solte som”.

Pois bem, recentemente, numa manhã de sábado (17-07-2-21), dia em que naturalmente o “vuco-vuco” do comercio ganha vento, em serviço extra no escritório, escutei um contínuo som “diferente”. Agradável e bem distante, confesso, que as melodias estavam  até agradando aos ouvidos.

Concluída a tarefa, desci para tomar rumo. De longe, avistei um senhor sentando num dos bancos da referida praça. Era ele, por assim dizer, o protagonista da quebra da rotina musical do lugar. Curioso, liguei o telefone no sistema de filmagem, e aproximei-me. Ele seguiu tocando.

Em seguida, sem atrapalhar o seu show particular, trocamos algumas figurinhas. Ele é mais conhecido por “Manoel Trompetista”. É conterrâneo, mas já morou um tempo fora. Sobre a musicalidade, disse ele: “gosto de levar a palavra de Deus, através da música sacra”. Gostei! Primeira vez que escutei  esse tipo de apresentação nessa praça.

Desafio do Vapor: 25km realizados com sucesso!!

Agendados para partir às 4h, do Pátio da Matriz com destino ao município vizinho  - Moreno -,  juntamente com o pessoal  do Grupo de  Corrida “Vapor da Vitória”, lá, estava eu. Convenhamos que não é algo muito racional, a pessoa “pular” da cama quentinha,  às 3h, com o tempo chuvoso, para enfrentar um desafio que só existe na sua cabeça. Ou seja: correr uma distância até então nunca antes  alcançada -25 km. 

No meu caso, especificamente, nunca antes havia dado uma ”puxada” de 25km. O desafio foi de 50km. Tive a honra de formar dupla com o maratonista internacional Nelson da Silva, uma espécie de embaixador do nosso grupo e consequentemente legítimo representante da nossa “aldeia” – Vitória de Santo Antão – nos asfaltos  do além do oceano atlântico. Nossa dupla ficou “batizada” de “Café com Leite”.  Um fortíssimo e o outros  “mais ou menos”.......Ao final, deu tudo certo.

Não é fácil praticar qualquer tipo de atividade física regularmente, sobretudo para quem já dobrou  o meio século de vida. Mas depois que a “corrida”  penetra nas veias e seus benefícios ganham contornos além das teorias, com efeito,   tornar-se-á  quase impossível deixar tudo para trás e voltar ao estado inicial.

Nesse contexto, congratulo-me com os companheiros do Grupo Vapor da Vitória, engrenagem essencial na manutenção da prática esportiva da corrida de rua. Ao meu nutricionista esportivo, Bruno Clemente, pela calibragem alimentar, que  nos proporciona a energia necessária para seguir avançando. E por fim, ao personal Trainer,  Alleph Miquéias, no sentido da melhor  orientação  e motivação,  ao que externo meu muito obrigado.

Vamosimbora...... estou na estrada, na busca da “maratona dos meus sonhos” que cada dia a vislumbro mais próxima.  

CANTINHO DO BAR BRASIL ESPAÇO LITERÁRIO EDIÇÃO 177 – por Jones Pinheiro.

 

Participação do 8º candidato Poeta Mateus Domingos Fernando, concorrendo ao III Concurso Literário Categoria – Melhor Poema Angolano de 2021.

Na música, apresentaremos a cantora e compositora caboverdiana Dulce Sequeira, apresentando com sua belíssima voz com as “Mornas” de Cabo Verde.

Participação Especial:

Professor Fernando Bispoeta - SP, com o seu quadro: As Dicas Gramaticais da Nossa Língua Portuguesa.

“Lua a Pino” pela escritora Luh Veiga – DF

“Recital Poético” por Milton Jorge, Poeta de Deodápolis – MS

OUÇA AQUI.

Jones Pinheiro

Daniel Telecomunicações: “APAGÃO” NA INTERNET E NA COMUNICAÇÃO COM O CLIENTE!!

Num mundo cada dia mais conectado com a chamada “internet das coisas” e tantas outras ferramentas que nos proporciona  promover diálogos sem “ruídos”,  sobretudo no mundo corporativo,  na qualidade de cliente da empresa Daniel Telecomunicações, não consigo imaginar o porquê do departamento de suporte da referida empresa, ao ser acionada pelo cliente  por “falta de internet”,  via de regra, continua se utilizando de mensagem velha, arcaica e carcomida,  no sentido de tentar convencer o cliente que o problema está no seu equipamento receptor.

Ontem, segunda-feira, 19 de julho, chegando ao escritório, pela manhã,  constatei “falta de internet”. Ao acionar a referida empresa pelo telefone (0800.001-2008), após as primeiras informações necessárias,  relatei o caso e perguntei em mensagem clara: o problema é só no “meu ponto” ou é externo?

 A pessoa que me atendeu, que se identificou como Luciano,  com a educação peculiar das pessoas treinadas para o telemarketing,  produziu a mesma narrativa de sempre para os casos análogos. Ou seja:   “que vai abrir um chamado e que em até 24 horas uma equipe e irá ao seu endereço”. Em  algumas outras ocasiões semelhantes,  antes das 24 horas do prazo estipulado, a “internet voltou”  sem mesmo a presença “ In Loco” do técnico e a vida seguiu.....

Ou seja: “eles” (empresa),  ao que parece,  tentam jogar  o problema para  o seu equipamento  quando  já sabem  em que lugar realmente reside o problema. Imagino que seja uma “jogada”  para ganhar tempo na solução da "bronca maior", por assim dizer. Resumo do turno da manhã (sem internet).

Às 15h:24, chamada no meu celular de um número sem que o mesmo  estivesse  salvo na minha agenda. Em deslocamento, dirigindo o automóvel, não atendi. Ao estacionar, às 15h:29, retornei  para o mesmo número: sem sucesso. Chamou, chamou.....chamou,   mas não atendeu. Imagino que por falta de orientação da empresa ou mesmo por falta de um protocolo previamente  estabelecido, o referido técnico não teve o cuidado de retornar  a ligação. A boa prática social, sobretudo no mundo dos negócios, recomenda que os contatos telefônicos, quando não atendidos por qualquer motivo, devam ser retornados em assim que possível. 

Às 15h:37, voltei  a ligar para  empresa (0800.001-2008). Atendeu  uma senhora que se identificou como Juliana. Novamente, questionei sobre a internet (falta). Com a mesma educação programada, disse-me  que um técnico havia ligado, mas não conseguiu  falar com a pessoa responsável. Ao ser questionada sobre a origem do problema em tela,  a mesma relatou “haver ocorrido um  problema numa caixa de poste”. Em ato contínuo o turno da tarde permaneceu inalterado, ou seja:  sem internet.

Já estamos vivenciando os raios solares  dia 20 de julho, terça-feira.  Com a esperança renovada, às 8h:30, ao adentrar no escritório, sigo direto ao roteador. Desconecto e conecto a tomada (procedimentos básicos).  Para minha decepção, ao ligar o computador, “nada de internet”. Sem outra opção,  às 8h:47,  danei-me    a ligar (0800.001-2008) para a empresa Daniel telecomunicações.

Desta vez atendeu-me uma senhora que se identificou como Tanielma (assim entendi). Ela, com muita educação, após identificar-me como cliente, disse já haver um “chamado aberto” e passou número do protocolo (20210720081415) e  mais uma vez, sem qualquer previsão de horário, pediu-me para aguardar os técnicos.

Na ocasião,  de maneira serena, fiz questão de deixar registrado o meu descontentamento pela maneira com que  a empresa Daniel Telecomunicações trata seus clientes. É possível, não posso afirmar, que a referida empresa assim proceda por já contar em seu registros com  clientes  passando da conta, ou seja: sobrando.......

Por volta das 10h10, recebi a visita de um técnico da empresa que se identificou pelo nome de Júnior. De maneira objetiva, seguiu  até o roteador: “mexe prá lá, mexe prá cá”. Foi  embora e a mesma  “cantiga”  continuou, ou seja:  sem internet.

Por volta das 11h, outro técnico, agora, o João Pedro. Mesmo roteiro do anterior: “mexe prá lá, mexe prá cá”, foi embora. Eu, segui “sem internet”. Às 11h35, retornou o  João Pedro. Dessa vez, “mexe prá lá, mexe prá cá” e,  3 minutos depois (11h38), SHAZAM!! A internet voltou, firme e forte!!  Resultado dessa novela: 36 horas sem postagens no nosso jornal eletrônico.

É bom que se diga que defeitos pontuais em equipamentos, problema episódicos em alguma caixa de distribuição e etc  tudo isso  podem  ser  digeridos como algo “que faz parte” do processo.  Mas imagino, que no atual contexto da empresa sublinhada,  que no plano local se configura como um grupo solido,  forte e grande,  o que não deve ocorrer, sob qualquer ponto de vista,  é falta de clareza e transparência na comunicação com o cliente, até porque não existe em nenhum lugar do mundo qualquer atividade econômica que não esteja sujeita a problemas operacionais.

Custo a acreditar que a empresa  “Daniel Telecomunicações”, ao invés de direcionar suas “energias” para ser um grupo  -  entre outras coisas -   eficiente e moderno, concentre  esforços   na equivocada   tentativa  de colar uma imagem  de empresa INFALÍVEL. Isso seria uma bobagem....

Com efeito e para concluir essas linhas,  nesses mais de 10 anos, na qualidade de cliente da empresa Daniel Telecomunicações,  é a terceira vez que me utilizo desse espaço  - Blog do Pilako -  para jogar “luz” na nossa relação comercial.  Espero que empresa se recicle nessa área  da comunicação direta com  o cliente e procure inovar e avançar, sobretudo quando a devida prestação  do  serviço essencial estiver acometida de  algum tipo de “apagão”. Fica aqui o meu registro de insatisfação.....

Live 106 – ao vivo – “Memórias Antonenses” – “Os Irmãos Araujo”, com o Capitão Biu.

Recebemos para uma LIVE "Memórias Antonenses",   na tarde de hoje (02), para relembrarmos as duas décadas de espetáculos acrobáticos dos "Irmãos Araujo". 

Influenciados pelo pai e o tio, desde a infância, quando ainda frequentavam o extinto Aeroclube da Vitória, "Os Irmãos Araujo" trilharam o caminho do mundo artístico, com as apresentações do "Globo da Morte" (1969), "Muralha da Morte" (1973), "Taça da Morte (1984) e o "Trapézio Aéreo" (.1991). Na entrevista, o Capitão Biu revelou que a força desse trabalho estavam ancorada na coragem, na perseverança e em muita fé em Deus. Entre muitas revelações, disse ele: " se pudesse, faria tudo de novo".

ASSISTA A LIVE COMPLETA AQUI.

SONETO PÉTREO – por Monsenhor Maurício Diniz.

Procurando o sentido na vida escondida. No relevo da pedra filosofal. Encontrei em Pedro um amigo ideal. Para tomar o elixir da Longa Vida.

Às margens da sagrada Pedra D'ara. Há latente no biólogo um irmão marista. As estecas as nas mãos do artista. Moldela nos Ferrer uma imagem rara.

Pedra de Roseta enigma em inscrição. No Egito o faraó faz na pedra o decreto. Em Madalena a pedra se fez perdão.

O alquimista talhou correto? Carmello é o cinzel secreto? Esculpiu Siarom a Pedra Sabão?

Monsenhor Maurício Diniz - Pároco da Matriz de Santo Antão.

BLOG DO PILAKO VIROU MANIA PARA OS ANGOLANOS – por Jones Pinheiro.

Angola agradece o apoio ao Blog do Pilako pela divulgação em sua página sobre a importância da literatura lusófona através do Projeto Chá da Vida Brasil.

O poeta Moises kudimuena que coordena 11 núcleos, representando o Projeto Chá da Vida Brasil nas Províncias de Angola, enaltece a disposição do Pilako em expandir esses trabalhos artísticos literário e musical para a CPLP - Comunidade dos Países de Língua Portuguesa.

OUVIR AQUI. 

Moíses Kudimuena

Poeta, escritor, músico, compositor Eclético, produtor audiovisual. Estudante de Letras Modernas, Curso Língua e Literatura Portuguesas No Instituto Superior de Ciências de Educação-ISCED-Uíge - Angola.

PROJETO CHÁ DA VIDA

O Projeto Chá da Vida é um projeto internacional de valorização da cultura artística, envolvendo escritores, poetas, músicos, artistas plásticos e todos outros interessados pela arte.

OBJETIVOS DO PROJETO

1- Promover Concursos Literários com poetas da CPLP - Comunidade dos Países de Língua Portuguesa.

2- Transformar a Arte em Ações Solidárias;

3- Ampliar o projeto em vários domínios e contextos sociais;

4- Promover a Literacia, como grampo cultural em várias partes do Mundo;

5- Apoiar integralmente as instituições humanitárias. Somos Doadores da Organização Médicos Sem Fronteiras Código do Doador: 2195615 - Chá da Vida Brasil

6- Divulgar Arte da Escrita Criativa e Musical expandindo-a em diferentes universos culturais.

7- Nutrir o público-alvo com as reflexões hupomônicas que estão na obra intitulada: SOZINHO MAS NÃO SÓ. Escrito por Hupomone Vilanova (Jones Pinheiro).

Núcleos do Projeto Chá da Vida Brasil pelo Mundo

Alemanha - Duisburgo pela Coordenadora escritora Chirs Herrmann. Apresentadora do programa Gente Notável;.

Portugal - Amadora Coordenadora Helena Ferreira;

Grécia - Atenas pela Coordenadora Escritora e Cantora Eliane Bastos;

Angola – Coordenador Geral Poeta Moises Kudimuena

Províncias de:

1-Uíge/Carmona - Poeta Moíses Kudimuena;

2-Lunda Sul/Saurimo Poeta Alegria Mauro;

3-Luanda/Viana - Poeta Bernador José;

4-Luanda/Talatona -Poeta Celestino Cardoso;

5-Luanda/Cazenga;

6Luanda/Cacuaco;

7-Kwanza Sul/Sumbe - Poeta Rodrigues Victor;

8-Namibe/Moçamedes - Poetisa Maria de Fátima;

9-Moxico/Luena - Poetisa Idalina Olímpia;

10-Benguela/Catumbela;

11 Benguela/Sede Provincial

Jones Pinheiro

Pedro Ferrer: 79 anos de boas escolhas……

Não fosse o ponto fora da curva (pandemia),  algo  que todos nós fomos impactados, em maior ou menor grau, 2020, ano do aniversário dos 70 anos do nosso maior projeto cultural de todos os tempos – Instituto Histórico –,  com profícua e ininterrupta existência, indiscutivelmente, a nossa cidade teria vivenciado um ano de muita celebração cultural, sobretudo à reverência aos nossos antepassados que produziram, ao longo da vida algo mais que bens patrimoniais particulares, ou seja: ajudou a edificar uma sociedade melhor.

A vida se configura numa viagem sem volta. E nesse caminhar constante, na estrada real do tempo  presente,  na direção de um lugar misterioso que convencionamos de futuro que,  inexoravelmente,  seremos,   sempre,  obrigados a escolher, diante das inevitáveis bifurcações,   em que direção seguir. Eis aí, um dos mistérios da vida.....

Pilotando uma das mais de 7 bilhões  de cabeça -  “automóvel autônomo" -  que circulam no planeta terra, exatamente hoje, 16 de julho de 2021, completando 79 anos de caminhar constante, encontra-se o professor Pedro Humberto Ferrer de Moraes. Sua formação familiar, sua infância e suas escolhas formataram o sujeito octogenário (quase) de hoje.

Assim como todos nós o “Pedoca’ tem defeitos e virtudes. Tem momentos da chamada estupidez humana  como também lances sublimes, que o coloca próximo do criador divino. Qualidades e defeitos, de maneira geral,  sempre serão  conceitos  vinculantes  ao modo de vida da época e em que sociedade o sujeito esteja inserido.

Para concluir essas linhas em forma de “parabéns prá você”, na direção do amigo Pedro Ferrer,  no dia da celebração de mais uma passagem natalícia (79º), gostaria de dizer que quando o mesmo  não mais existir no mundo dos vivos - e que isso só  irá ocorrer daqui a 100 anos - , o Professor Pedro, com toda certeza,   será muito mais do que uma foto na parede, na galeria dos ex presidentes do Instituto Histórico simplesmente por, entre outras coisas,  haver sido um sujeito plural na essência da palavra, por dialogar em todas as direções e principalmente  por haver,   nas bifurcações da vida e  certamente pela intercessão  do Glorioso  Santo Antão,  escolhido  sempre o caminho do bem. Parabéns Pedoca!!

Campus Vitória abre seleção para 120 vagas em cursos técnicos.

Campus Vitória abre seleção para 120 vagas em cursos técnicos Inscrições são gratuitas e podem ser feitas até o próximo dia 18

O Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia (IFPE), recentemente,  divulgou  os editais do processo de ingresso 2021.2. No Campus de Vitória de Santo Antão são ofertadas 120 vagas nos cursos técnicos Subsequentes em Agricultura (40), Agroindústria (40) e Zootecnia (40). Mais uma vez, em virtude da pandemia, o tradicional vestibular não ocorrerá. Todas as etapas do processo para as 2.893 vagas distribuídas nos 16 campi da instituição serão realizadas pela internet. Assim como no último processo, também está mantida a gratuidade da inscrição para possibilitar o acesso a toda a sociedade, nesse momento de crise.

As inscrições podem ser feitas até o dia 18 de julho pelo site cvest.ifpe.edu.br. Do total de vagas oferecidas, 377 são para cursos superiores; 2.129 para cursos técnicos na modalidade Subsequente - para quem já possui Ensino Médio; 352 para cursos técnicos na modalidade Integrado ao Ensino Médio e outras 35 vagas na modalidade Proeja. Serão reservadas 60% de todas as vagas oferecidas para estudantes oriundos da rede pública de ensino. Haverá ainda cotas para pessoas com deficiência, pretas, pardas e indígenas, além de reserva de vagas nos cursos com vocação agrícola para estudantes oriundos do campo.

No momento da inscrição, as pessoas que concorrerão às vagas dos cursos técnicos deverão apresentar histórico escolar ou certificação equivalente. Na modalidade Subsequente, serão avaliadas as notas do 1º e 2º anos do Ensino Médio. O objetivo é não prejudicar estudantes no último ano de seus respectivos níveis que tiveram as atividades de ensino paralisadas por conta da pandemia.

INSERÇÃO DAS NOTAS – Durante o processo de inscrição, o candidato deverá inserir a pontuação obtida nas disciplinas ou provas solicitadas e anexar os documentos comprobatórios das notas, que não poderão exceder 5 MB, em formatos PDF, JPEG, JPG, TIFF ou PNG.

Quem optar pelas notas do ENEM deverá anexar o Resultado do Enem (Boletim), de acordo com a edição escolhida. O documento precisa conter o nome completo do candidato, a edição do ENEM, número de inscrição, CPF, e a íntegra das pontuações obtidas. Só serão aceitas as notas de uma edição do Exame. O candidato deverá ainda inserir manualmente a nota obtida em cada área (Linguagens, Códigos e suas Tecnologias, Ciências Humanas e suas Tecnologias, Ciências da Natureza e suas Tecnologias, Matemática e suas Tecnologias e Redação).

Já quem escolher histórico escolar deverá anexar a cópia digital da frente e do verso do documento. É necessário que constem nome completo do candidato, carimbo e a assinatura ou certificado digital do responsável pela escola. Caso não seja possível anexar o Histórico Escolar o candidato poderá anexar declaração com as médias das disciplinas do primeiro e segundo ano, com assinatura e carimbo do responsável pela escola. Destacamos que os que optarem pelo histórico escolar deverão estar atentos às exigências do edital que estabelece regras em relação às diferenças curriculares.

RETIFICAÇÃO DE INSCRIÇÕES – Uma novidade desta seleção é o processo de retificação de inscrições, criado com objetivo de possibilitar ao candidato que teve o indeferimento da sua inscrição, em virtude de documentações ou informações divergentes, proceder com a correção de dados ou documentos anexados.

Uma lista preliminar das inscrições será divulgada no dia 26 de julho. Nessa ocasião, os candidatos terão a oportunidade de verificar sua situação específica. Os que tiverem a inscrição indeferida poderão consultar o motivo do indeferimento. No período de 27 a 28 de julho, eles terão a oportunidade de retificar dados e até anexar nova documentação. A retificação finalizada será submetida a uma nova análise, cujo resultado será disponibilizado no dia 4 de agosto, juntamente com o resultado preliminar do processo.

A divulgação da relação de aprovados está prevista para o dia 12 de agosto, após a análise de recursos interpostos ao resultado preliminar. Quem for aprovado deverá realizar matrícula a partir do dia 16 de agosto. As datas da matrícula e as do início das aulas variam de acordo com o campus escolhido e constarão no edital de matrícula.

ESCLARECIMENTO DE DÚVIDAS – Para esclarecer dúvidas, o IFPE ampliou os serviços de atendimento aos candidatos. A Comissão Central do Processo de Ingresso 2021.2 criou o canal virtual https://atendimentoingresso.ifpe.edu.br/ que ficará ativo durante todo o período do processo. Também serão realizados atendimentos presenciais em todos os campi da Instituição, em dias e horários específicos, e também por e-mail e por telefone. Os endereços eletrônicos, contatos e as informações relativas ao atendimento presencial em cada campus estão listados no edital, disponível no site cvest.ifpe.edu.br

O CAMPUS -  O Campus Vitória de Santo Antão faz parte do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Pernambuco, o IFPE, uma instituição de educação superior, básica e profissional, pluricurriculares e multicampi, especializada na oferta de educação profissional e tecnológica nas diferentes modalidades de ensino, com base na conjugação de conhecimentos técnicos e tecnológicos com as suas práticas pedagógicas.

O IFPE Campus Vitória de Santo Antão foi criado em 2 de junho de 1954, com o nome de Escola de Magistério de Economia Rural Doméstica. Em 2008, depois de várias denominações, a então Escola Agrotécnica Federal de Vitória de Santo Antão passou a integrar a Rede Federal de Educação Profissional, Científica e Tecnológica, da qual faz parte o IFPE, e passou a se chamar Campus Vitória de Santo Antão do Instituto Federal de Pernambuco.

O processo seletivo para o ingresso de alunos nos cursos Técnicos e Superiores é através do Vestibular Unificado do IFPE, que geralmente acontece entre os meses de outubro e dezembro. Metade das vagas é destinada a estudantes oriundos da rede pública de ensino, que podem optar, no momento da inscrição, pela cota social, racial ou agrícola, esta destinada a oriundos da zona rural e filhos de agricultores. Podem ser realizados processos seletivos simplificados para preenchimento de vagas remanescentes.

O Campus Vitória possui área de 140 hectares e está localizado a cerca de dois quilômetros do centro comercial do município. A ampla estrutura física e pedagógica da instituição inclui laboratórios de pesquisa e de produção, auditório, biblioteca, refeitório, alojamentos, ginásio poliesportivo, salas de jogos, salas de aula, bloco administrativo, entre outros. Atualmente, o IFPE Campus Vitória conta com cerca de mil estudantes, sendo 125 destes em regime de moradia.

A Instituição também possui convênios de cooperação técnica e parcerias com diversos órgãos e instituições de ensino, pesquisa, extensão e produção, visando seu aperfeiçoamento técnico e pedagógico, encaminhando alunos para estágios e alocação de egressos no mercado de trabalho. Hoje, o campus atende não só à população vitoriense, mas cerca de quarenta cidades da região, além de possuir alunos oriundos de outros estados brasileiros.

HISTÓRICO - O IFPE campus Vitória de Santo Antão foi criado em 2 de junho de 1954, com o nome de Escola de Magistério de Economia Rural Doméstica, pela então Superintendência do Ensino Agrícola e Veterinário, do Ministério da Agricultura. No ano de1962, a Instituição passou a se chamar Colégio de Economia Doméstica Rural, cuja finalidade era ministrar cursos agrícolas de 1º e 2º ciclos, bem como cursos de aperfeiçoamento. Em 1967, o colégio passou por novas mudanças, sendo incorporado à Diretoria de Ensino Agrícola – DEA, do Ministério da Educação e Cultura. Neste momento houve, também, reformulação da filosofia do ensino agrícola com a implantação da metodologia do Sistema Escola-Fazenda, que se baseia no princípio “Aprender a Fazer e Fazer para Aprender”.

A Instituição seria hierarquicamente transferida, ainda, para o Departamento de Ensino Médio – DEM (criado em 1970) e, sem seguida, para a Coordenação Nacional do Ensino Agrícola – COAGRI (criada em 1973 e renomeada como Coordenação Nacional do Ensino Agropecuário em 1975).

Nos tempos de Agrotécnica Federal

Em 1979, o colégio recebeu o nome de Escola Agrotécnica Federal de Vitória de Santo Antão e implantou o Curso Técnico em Agropecuária, passando, então, a oferecer duas habilitações técnicas. As atividades pedagógicas da Escola Agrotécnica, que eram realizadas onde atualmente funciona o Centro Acadêmico de Vitória da Universidade Federal de Pernambuco, foram transferidas, em 1985, para o campus situado na Propriedade Terra Preta, zona rural da cidade, passando a vivenciar na prática o sistema de escola-fazenda.

Em novembro de 1986, com a extinção da COAGRI, a escola foi incorporada à Secretaria de Ensino do Segundo Grau (SESG), que mais tarde também foi renomeada, passando a ser chamada Secretaria de Ensino Médio e Tecnológico (SENETE). Em 1992, a SENETE recebeu o nome de Secretaria de Ensino Médio e Tecnológico – SEMTEC, mantendo incorporadas a ela todas as instituições federais de ensino técnico, incluindo a Escola Agrotécnica de Vitória de Santo Antão. Em 1993, a Instituição foi transformada em autarquia, cabendo à SEMTEC as atribuições de estabelecer as políticas para a educação tecnológica e exercer a supervisão do ensino técnico federal. Em 1997 foi implantado o Curso Técnico em Agroindústria, perfazendo um total de três habilitações técnicas oferecidas.

Ensino Técnico e Superior

Em 2001, de acordo com as reformas da educação profissional, a Instituição passou a oferecer o ensino médio desvinculado do ensino profissional, sendo este organizado no sistema modularizado. Passaram a ser oferecidas, então, quatro habilitações técnicas: Agropecuária, Agroindústria, Agricultura e Zootecnia, na modalidade de

concomitância interna, externa ou subsequente. Neste mesmo ano, a EAFVSA, através de Portaria, regulamentou a criação da Seção de Cursos Técnicos Especiais – SCTE, e, a partir de então, passou a oferecer cursos básicos de curta duração, visando à qualificação e requalificação de trabalhadores para atuarem nos diversos setores produtivos.

Em maio de 2004, por força do Decreto nº 4.877, de 13 de novembro de 2003, que regulamenta o processo de escolha dos diretores gerais das IFEs, a Instituição elegeu, com a participação de todos os segmentos da comunidade escolar, a sua Direção-Geral, iniciando assim um novo modelo de gestão e administração. Ainda em 2004, a SEMTEC passa a ser denominada Secretaria da Educação Profissional e Tecnológica – SETEC, encarregada de implementar as políticas de educação profissional no país, desvinculando a educação profissional do ensino médio. Com a nova estrutura, a definição das políticas do ensino médio passou a ser competência da Secretaria de Educação Básica – SEB. Essa mudança provocou alterações na estrutura da EAFVSA.

Em 2005, a Instituição voltou a oferecer cursos no sistema de currículo integrado: Curso Técnico em Agropecuária e Curso Técnico em Agroindústria, mantendo a modularização apenas no nível subsequente (cursos voltados para quem já concluiu o Ensino Médio), com as habilitações técnicas em Agricultura, Zootecnia e Agroindústria. Em 2008, foi instituída a Rede Federal de Educação Profissional, Científica e Tecnológica, da qual faz parte o Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Pernambuco. A Escola Agrotécnica Federal de Vitória de Santo Antão passou a denominar-se, então, Campus Vitória de Santo Antão do Instituto Federal de Pernambuco.

Assessoria de Comunicação. 

Live bate-papo – “Memórias Antonenses” – o tempo dos circos com o Capitão Biu.

LIVE  bate-papo - "Memórias Antonenses",  o tempo dos circos, amanhã, sexta-feira (16), às 17h.

Para construir conosco esse momento convidamos o artista Severino Araujo, que tem nome artístico Capitão Biu, para falarmos da história da sua família, no que diz respeito às apresentação espetaculares, inclusive com destaque no programa nacional de maior audiência, O Fantástico. 

Live bate-papo – "Memórias Antonenses" - Capitão Biu. 

Sexta-feira – 16 de julho – às 17h.

Transmissão pelo Blog do Pilako.

Trocando experiências: Instituto Histórico da Vitória é “vitrine” para o Nordeste.

Na tarde de ontem (14), dentro da programação remota do VII Congresso dos Institutos Históricos do Nordeste, que começou no último dia 13 e será concluído hoje, dia 15, com vários painéis e palestras retratando à realidade, problemas e soluções no conjunto da manutenção, fortalecimento e difusão dessas entidades, participamos – na qualidade de representantes do Instituto Histórico e Geográfico da Vitória – de uma rica experiência.

Juntamente com representantes do Instituto Histórico do Estado de Sergipe (promotor do evento) e das cidades de Caxias (Maranhão), Serra Branca (Paraíba), Goiana (Pernambuco), Parnaíba (Piauí) e Garanhuns (Pernambuco), em pouco mais de 3 horas de intenso debate, ocorreu uma rica troca de experiências.

Ao final, em espaço já reservado, protagonizei aos confrades e confreiras e também aos internautas uma breve apresentação do mais novo livro – ASAS PARA VITÓRIA DE SANTO ANTÃO -  do professor Pedro Ferrer, que tem como conteúdo a impressionante história da ideia, criação, efetivação e o fim do Aeroclube da Vitória. Vale salientar que o mesmo (livro), será lançado em breve, logo mais quando houver condições segura para eventos sociais.

CANTINHO DO BAR BRASIL EM PALCO – por Jones Pinheiro.

Atendendo aos pedidos dos nossos irmãos lusófonos, o Cantinho do Bar Brasil em Palco, reapresentará a doce voz da cantora e compositora caboverdiana Dulce Sequeira, com seu belíssimo gênero musical mais genuinamente cabo-verdiano: a Morna, expressão máxima da dor e do sofrimento do povo de Cabo Verde da partida e da saudade do ente querido, da emigração e da época da escravatura.

Em breve, a Dulce Sequeira será uma das nossas Coordenadoras do Projeto Chá da Vida Brasil, representando seu país através do Centro Cultural Brasil Cabo Verde.

OUÇA AQUI Jones Pinheiro

Pitú doa cestas básicas para artistas do Alto do Moura de Caruaru.

  Artesãos, pintores e queimadores de peças que ainda sentem os impactos da não realização do São João são contemplados com a ação solidária

 A Pitú, produtora da cachaça mais consumida do Norte e Nordeste do País, realizou a doação de 500 cestas básicas para profissionais da classe artística do município de Caruaru, Agreste de Pernambuco, que pelo segundo ano consecutivo foram prejudicados com o cancelamento dos festejos juninos em decorrência da pandemia da COVID-19. A ação faz parte do projeto São João Solidário, que mesmo após o período junino continua recebendo doações através da parceria entre a Prefeitura de Caruaru, empresas e instituições parceiras. Para colaborar com qualquer valor, acesse o site: www.saojoaocaruarusolidario.com.br.

Com a doação da Pitú, foram contemplados artesãos, pintores e queimadores de peças do Alto do Moura, bairro situado a cerca de 7 km do centro de Caruaru e que é considerado o maior centro de arte figurativa das Américas pela Unesco. O Alto do Moura reúne centenas de artistas ao redor da Casa-Museu Mestre Vitalino, do Memorial Mestre Galdino, da Feira de Artesanato, da Estação Ferroviária, do Monte do Bom Jesus, do Museu do Barro, do Museu do Cordel, da Casa de Cultura José Condé, dos bares, restaurantes e demais pontos turísticos que ficam ainda mais efervescentes durante o período de São João. Com as restrições comerciais e não realização da tradicional festa, esses profissionais que trabalham no Alto do Moura e aguardam o evento para gerar renda foram bastante afetados.

Em 2019, ano em que ocorreu a última festa junina com público presente, antes do decreto da pandemia, a Pitú foi patrocinadora oficial do São João de Caruaru.

“Nestes difíceis anos de enfrentamento à pandemia, a Pitú permanece com o compromisso de incentivar a tradição do maior e melhor São João do mundo, apoiando os trabalhadores da cadeia produtiva e artística de Caruaru que tanto abrilhantam a nossa cultura nordestina”, ressalta Alexandre Ferrer, presidente da Pitú.

 Sobre a Pitú - A Engarrafamento Pitú, fundada em 1938 por Joel Cândido Carneiro, Severino Ferrer de Moraes e José Ferrer de Moraes, é referência nacional no setor de cachaça. Sendo uma das maiores indústrias de aguardente do Brasil, a Pitú engarrafa e comercializa, aproximadamente, 100 milhões de litros por ano. Com 83 anos de história, a Pitú está entre as 20 marcas de bebidas destiladas mais produzidas no mundo. A fábrica está localizada no município de Vitória de Santo Antão, Zona da Mata do Estado de Pernambuco.

Acompanhem as redes: www.instagram.com/pitu e www.facebook.com/pitu.   

o mais novo livro do professor Pedro Ferrer será destaque no VII Congresso dos Institutos Históricos do NE.

Em tempos pandêmicos, a ordem do dia é a reinvenção. Nesse sentido, de amanhã (13) até o próximo dia  15 acontecerá o VII Congresso dos Institutos Históricos do Nordeste. De maneira remota, como impõe o protocolo sanitário vigente, especificamente na tarde do dia 14/07 (quarta-feira), às 16h:30 o nosso Instituto Histórico, com a participação do presidente e do vice, ocupará um dos painéis para, entre outras coisas, realçar a mais recente obra  do professor Pedro Pedro Ferrer – Livro:  Asas Para Vitória. Conteúdo que realça Vitória de Santo Antão e o seu Aeroclube.

Para os que desejam acompanhar segue, abaixo, a programação completa: VII Congresso dos Institutos Históricos do Nordeste Dia 13/7 (19 h): Sessão de Abertura: Professora Aglaé d’Ávila Fontes - Presidente do IHGSE Profa. Dra. Terezinha Alves de Oliva - IHGSE Profa. Dra. Margarida Cantarelli - IAHGP Dr. Victorino Chermont de Miranda - IHGB Dia 14 – 9h: Mesa Redonda 1 Tema: Os Institutos Históricos e Geográficos e a pandemia– Inovações e estratégias de sobrevivência. Presidente Eduardo Moraes de Castro- IGHB Presidente Osmuz Barbalho Simonetti-IHGRN Presidente Antônio Fonseca dos Santos Neto-IHGPI Vice-Presidente Jean Patrício da Silva-IHGP Presidente José Augusto Silva Oliveira– IHGM (Coordenação) Dia 14 (15 h): Mesa Redonda 2 Tema: Os Institutos Municipais e seu âmbito de atuação. Vice-Presidente Maria Bertolina Costa- IHGC (Caxias-MA) Presidente Reginaldo Pereira do Nascimento- IHGGP (Parnaíba-PI) Presidente José de Souza Pequeno Filho- IHGSB (Serra Branca-PB) Presidente Ivonete Xavier- IHGCG (Garanhuns-PE) Presidente Harlan Gadelha Filho – IAHGGO (Coordenação) Lançamento de livro: “Asas para Vitória de Santo Antão” – Pedro Humberto Ferrer de Morais (Presidente do IHGVSA) Apresentação: Vice-Presidente- Cristiano Pilako V. Barros- IHGVSA (Vitória do Santo Antão-PE) Dia 15 (9h): Mesa Redonda 03 Tema: Sessão em Homenagem ao Bicentenário da Emancipação Política de Sergipe Profa. Dra. Edna Matos Antônio (PROHIS - UFS) Tereza Cristina Cerqueira da Graça – IHGSE (Coordenação) Lançamento de livros: “Sergipe Colonial: uma Capitania esquecida” – Profa. Dra. Maria Beatriz Nizza da Silva “Felisbelo, Thetis e Ibarê”: Contribuição aos estudos de História da Historiografia –Prof. Dr. Samuel Albuquerque Terezinha Alves de Oliva - Oradora Oficial do IHGSE (Apresentadora) Dia 15 (15h): Mesa Redonda 04 Tema: Sessão em homenagem ao Bicentenário da Junta Governativa de Goiana e Convenção de Beberibe Prof. Dr. Josemir Camilo Melo- IHAGGO (Goiana-PE) Prof. Dr. George Cabral- IHO (Olinda-PE) Prof. Álvaro Queiroz – Segundo Secretário do IHGAL (Coordenador) Dia 15 (19h): Encerramento Reunião com os Presidentes dos Institutos Históricos do Nordeste Escolha do local do próximo Congresso Dr. Igor Leonardo Moraes Albuquerque—Vice-Presidente do IHGSE (Coordenação)  

CANTINHO DO BAR BRASIL ESPAÇO LITERÁRIO EDIÇÃO 176 – por Jones Pinheiro.

Participação do Escritor Pietro Costa - Presidente da Academia Cruzeirense de Letras do DF; Comendador e Embaixador da Paz da Organização Mundial dos Defensores dos Direitos Humanos. O Escritor Peitro Costa é integrante de diversas Academias Literárias e Entidades Culturais, sediadas no Brasil e no exterior e Assessor Jurídico no MPU – DF.

III CONCURSO LITERÁRIO CATEGORIA MELHOR POEMA ANGOLANO.

Apresentaremos para vocês o resultado da avaliação do nosso 7º candidato Marleno Benza, natural de Luanda Angola. Seu poema foi apreciado pela Banca Examinadora formada por três escritora brasileiras em prol a literatura internacional: Escritora Luh Veiga – DF; Escritora Nilva Souza – DF e a Escritora Carmem Soek do Estado do Paraná.

O concurso literário está sendo promovido pelo Projeto Chá da Vida Brasil.

Na música, apresentaremos o cantor e compositor do Estado do Rio de Janeiro Márcio Alves.

Participação Especial:

“A Voz de Luanda” pela escritora Luh Veiga – DF.

Poeta Juá Duceará - Juazeiro do Norte – CE.

Poeta Paulo Gaspar – PR.

OUÇA AQUI

Jones Pinheiro

Aracaju foi o “palco” da volta para a Super Oara….

Essas linhas, antes mesmo do caráter informativo, tem na sua essência o compartilhamento de uma alegria, por saber que “as coisas”, no sentido social,  apesar de tudo, começaram a engrenar, sobretudo no segmento produtivo  mais atingido pela pandemia, ou seja: foi o primeiro a parar e será o último a voltar a todos pulmões.

Em evento corporativo nacional,  promovido CMSB ( Confederação da Maçonaria Simbólica do Brasil) , ocorrido na cidade de Aracaju (SE), entre os dias 07 e 11, na noite do último sábado (10), dentro das normas estabelecida pelas autoridades, a Orquestra Super Oara subiu ao palco para uma apresentação emblemática e histórica,  marcando assim à retomada das atividades laborais  depois de um longo período de “silêncio forçado”.

Nesse contexto, quero compartilhar com todos os amigos,  que formam esse singular conjunto musical,  dessa alegria. Ao Elaque Amaral, parceiro das antigas e amigo sincero,  sinta-se abraçado por todos nós, vitorienses e amantes da boa música e também  admiradores do trabalho dessa que é  - Super Oara -  uma das melhores bandas de baile do Brasil. Em breve, estaremos todos juntos novamente -  "A  arte é longa, a vida é breve".  

Venceu Vitória de Santo Antão – por José Maria Aragão.

Não sei se os vitorienses mais jovens sabem a origem do nome “Vitória de Santo Antão”. No governo discricionário de Getúlio Vargas (1937/1945), foram dissolvidos o Congresso Nacional, as Assembleias Legislativas e as Câmaras Municipais; todos os governadores eleitos foram substituídos por interventores federais que nomeavam os prefeitos dos Municípios.

No início dos anos 40, foi baixado um decreto-lei federal proibindo a existência de municípios com o mesmo nome. Teriam prioridade para manter seus nomes os municípios mais antigos e os que fossem capitais de Estados. Na época, havia três Vitórias: a capital do Espírito Santo, outra na Bahia e a nossa, em Pernambuco. Assim, a  única que poderia manter seu nome seria a capital capixaba.

Meu pai, José Aragão, então prefeito da Vitória (PE), considerou que o tema, por sua importância, deveria ser objeto de uma consulta popular e convocou um plebiscito. Apresentaram-se dois nomes: VITRICE, sugerido por um grupo liderado pelo então Chefe do Posto de Higiene local, o médico vitoriense dr. Holanda Barros e outro, apoiado pelo prefeito, que propunha agregar ao nome Vitória, o do padroeiro da Paróquia de Santo Antão, já homenageado com uma belíssima imagem, em tamanho natural, existente no altar-mor da Igreja Matriz.

A população, por larga maioria, optou pelo segundo nome, com o que o antigo município da Vitória passou a ostentar o seu nome atual. Outro município atingido pelo decreto-lei foi Vitória da Conquista, na Bahia, mas por motivo diferente: um município mineiro - Conquista - era mais antigo que o baiano e teve prioridade para manter seu nome e a atual Vitória da Conquista teve de mudar sua denominação e o fez como homenagem à conquista, pelos portugueses, de território antes dominado por população indígena.

José Maria de Argão  Melo. 

ARQUIVO E MEMÓRIA: a mais nova coluna do Blog do Pilako – Ubirajara Carneiro.

Semanas atrás, por obra e articulação do destino, num recorte temporal diminuto, quatro conterrâneos, por causas diferentes, fizeram a viagem sem volta. Automaticamente, lancei mão do meu arquivo audiovisual para render-lhes, respectivamente,  homenagens merecidas.

Despertei  e pensei comigo: poxa! Nesses 10 anos de blog já gravei e tenho arquivo em vídeo de um montão de gente que já se foi.....

Aliás, vale lembrar: em números atualizados, são exatamente 4.856 vídeos. Se dividirmos por 10 (10 anos), chegaremos aos 485 vídeos por ano. Ou seja: na última década, eu produzi mais de um vídeo por dia.

No tocante  ao conteúdo, todos originais,  realçando o nosso lugar ou mesmos os nossos conterrâneos, registramos de tudo um pouco: entrevistas, inaugurações, eventos festivos, atos religiosos, enterros, competições esportivas, encontros casuais, flagrantes inusitados, atos políticos, carnaval, solenidades importantes  e também frivolidades. Indiscutivelmente, temos um robusto acervo do cotidiano da nossa cidade.......

O “barato” dessa empreitada espontânea, por assim dizer, é que todo esse rico e inigualável acervo contínua -  como sempre foi – disponível ao público em geral,  e também para qualquer pessoa do planeta acessar,   sem  nenhum tipo de veto ou restrição.  Todos os nossos vídeos estão postados no youtube de maneira pública.

Assim sendo -  e por tudo isso -, hoje,  resolvi criar uma nova coluna no nosso jornal eletrônico, intitulado Blog do Pilako, justamente para postar vídeos que  julgo salutar à memória coletiva da nossa “Aldeia” – Vitória de Santo Antão. O nome da nova coluna : ARQUIVO E MEMÓRIA.

O primeiro vídeo, para damos o ponta pé inicial, retrata justamente o pronunciamento do eloquente advogado Ubirajara Carneiro da Cunha, por ocasião das festividades alusivas à passagem dos 70 anos Colégio Municipal 3 de Agosto, ocorrida em novembro de 2015. 

REVEJA O VÍDEO: 

10 anos do Blog: um voto de aplauso do deputado Joaquim Lira.

Por ocasião da passagem do primeiro decênio de atuação do nosso jornal  eletrônico, intitulado Blog do Pilako, iniciado em 25 de junho de 2011 na rede mundial de computadores, recebemos, com alegria e satisfação, um Voto de Aplauso da Assembleia Legislativa,  articulado pelo deputado Joaquim Lira.

Para tanto, entre outras, justificou o deputado:

“Por tais motivações, nada mais justo que esta Casa Legislativa homenagear através desta iniciativa, ao reconhecer esse trabalho relevante de tantos serviços prestados no âmbito da informação e da memória política do Estado. Ante o exposto, solicitamos aos Nobres Pares que compõem esta Casa Legislativa, o acolhimento desta proposição, pela aprovação.”

Em ato contínuo, daqui, em nome do editor geral – Pilako – e de todos os nossos colunistas,  emitimos ao deputado antonense Joaquim Lira, nosso preito de gratidão pelo reconhecimento de um trabalho amplo, sério, independente e voltado às boas práticas jornalísticas, sobretudo no âmbito cultural, político e histórico da nossa urbe. Muito Obrigado!

Pharmacia Popular – pelo pesquisador Ricardo Lopes Villas Bôas.

Com o título "Acervo Histórico Farmacêutico" a pagina no Facebook, administrada  pelo pesquisador Ricardo Lopes Villas Bôas, desde 13 de setembro de 2015, com postagens regulares sobre o "mundo das farmácias", recentemente, com informações coletadas  no nosso jornal eletrônico, intitulado de Blog do Pilako, produziu postagem realçando a nossa emblemática Pharmacia Popular. 

Segue, abaixo, a referida postagem: 

A Pharmacia Popular ficava localizada na cidade de Vitória de Santo Antão, no Estado de Pernambuco. A Pharmacia Popular foi fundada pelo Pharmaceutico Nestor de Holanda Cavalcanti, no ano de 1.870.

A Pharmacia Popular ficava sediada em prédio próprio, que também servia de residência da família, na rua Prefeito João Cleofas de Oliveira nº 127, próximo a Praça Duque de Caxias, no centro de Vitória de Santo Antão. A Pharmacia Popular encerrou suas atividades em meados de 1.940, dando lugar a Farmácia Brasil que atendeu até meados de 2.012.

A edificação ainda está totalmente preservada, graças ao zelo praticado pelos descendentes de Nestor de Holanda Cavalcanti, sendo que o prédio foi declarado Patrimônio Histórico do Estado de Pernambuco, no ano de 2.010.

A edificação foi construída pela família em 1.817, apresentando fachada externa revestida com azulejos ricamente desenhados, nas cores azul e linhas amarelas.

A foto mostra a fachada externa da Pharmacia Popular, em meados das primeiras décadas de 1.900.

Notar a elegância das pessoas, e o belíssimo prédio. Notar também, a presença do Pharmaceutico Nestor de Holanda Cavalcanti, a esquerda da foto, com chapéu e terno alinhado; e no que parece, segurando a mão, um frasco de medicamento.

A foto original poderá ser acessada em: https://www.blogdopilako.com.br/

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Ricardo Lopes Villas Bôas - farmacêutico e pesquisador.