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Fonte: @cnj.oficial
Eita que essa minha #NaçãoPituzeira não brinca em serviço mesmo! A pituzeira Hanna Adassa juntou a fome com a vontade de comer: Pituzinha com pitú. Dá pra tu? #vivaaresenha #tiragosto
Os cursos técnicos são uma categoria especial do Sistema de Ensino Brasileiro, com objetivo de oferecer uma formação de menor duração e especifica para atender o Mercado de Trabalho. É uma boa opção para quem tem pressa em obter uma nova profissão, com boa aceitação no mercado e salários competitivos. #GrauTecnico
A Paixão é uma maldade,
quando junta, não se une,
quando separa, sente saudade.
Sosigenes Bittencourt
Desde sempre, na medida do possível, estamos aqui, através das páginas do nosso jornal eletrônico, intitulado Blog do Pilako, levanto questões que diz respeito ao cotidiano da nossa urbe e, quando oportuno, cobrando explicações e até apontado caminhos a seguir.
Pois bem, no início da tarde da quinta (22) constatei, mias uma vez, que à falta de critério e interesse dos gestores da AGTRAN, na nossa cidade, infelizmente, vem colaborando para a continua deseducação dos já mau educados motoristas, principalmente os que circulam, majoritariamente, por aqui.
Em cima de uma das calçadas (contramão) do entorno da Antiga da Estação Ferroviária flagramos, estacionado, um ônibus da UFPE – Universidade Federal de Pernambuco. Como podemos observar os maus exemplos no trânsito não só partem das pessoas iletradas ou mal informadas. Zelar por um trânsito mais humanizado, até porque as calçadas são equipamentos destinados exclusivamente aos pedestres, é, indiscutivelmente, uma obrigação de todos, sobretudo aos que tem a nobilitante tarefa de educar e, diga-se de passagem: recebendo muito bem do Estado para isso…
Não obstante haver sido colega de turma do amigo Guilherme Pajé, no Colégio Municipal 3 de Agosto, só ontem (25), quase quatro décadas depois, é que fiquei sabendo o motivo pelo qual o próprio foi batizado pelo nome “Guilherme”.
Ao nascer, no principal dia dos festejos juninos – 24 de junho -, seus pais, católicos fervorosos, ao invés de dar-lhe o nome de João Batista (lógica) optaram por homenagear o santo católico festejado no dia seguinte (25), o São Guilherme.
São Guilherme nasceu em 1085, em Vercelli, na Itália. Apesar de órfão, ainda criança, seguiu na vida religiosa por incentivo dos parentes. Ficou conhecido como o combatente contra o mal. Durante seus sessenta e sete anos de vida nunca admitiu um só pecado.
Já o nosso Guilherme Pajé, gente da melhor qualidade e sujeito temente a Deus, no transcorrer da sua vida, que continua seguindo, pelo menos dois pecados, “originalmente”, lhes são atribuídos.
Primeiro: haver nascido no dia de um santo e seu nome homenagear outro.
Segundo: “O MAIS GRAVE” – é que apesar de nascer no dia da festa mais tradicional da Região Nordeste – o São João – renegou-a. E, entregou-se, de corpo alma, aos festejos do Rei MOMO, da chamada festa da carne (pecado), ou seja: tornou-se o HOMEM DO FREVO!!!
No inicio da noite do domingo (26), casualmente, encontrei o amigo médico, Fernando Verçosa, no Pátio da Matriz, acompanhado de um casal de chilenos. Ela com o nome de Vitória e ele Roberto Ayala. Até aí, tudo bem. Fernando Verçosa conhece os “quatro cantos” do Mundo e sempre está interagindo com amigos de tudo quanto é lugar. Aliás o doutor não se perde em lugar nenhum, fala vários idiomas e sabe tudo sobre viagem internacional.
Pois bem, ao aproxima-me do grupo fiquei sabendo de uma história interessante. Fernando havia perdido o contado com a Vitória (chilena), há mais de quarenta anos. Por incrível que possa parecer, antes, eles, e demais familiares, mantiveram os laços de amizade através das cartas e do envio de produto típicos das suas respectivas regiões e etc.
Por intermédio de um amigo em comum – que mora na cidade do Limoeiro -, ano passado (2016), eles acabaram se “encontrando” e se conectando através da internet. Curiosamente, antes de 2016, Fernando Verçosa voltou ao Chile, ficou na cidade em que mora a amiga, Vitória, por cinco dias, coincidentemente passou várias vezes em frente ao hospital que ela trabalha, sem saber de nada. Coisa de novela ou filme!
Após os recentes contatos cibernéticos, os chilenos aceitaram o convite do doutor e vieram conhecer as festas juninas pernambucanas. Antes, no Brasil, eles só conheciam Porto Alegre e Rio de Janeiro. Eis aí, portanto, uma história com final feliz, de amigos da infância que acabaram se cruzando novamente, no transcorrer da estrada da vida.

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Ás vezes precisamos parar para refletir quais as características de um profissional de sucesso. Cite nos comentários as três características que você considera como as principais e acompanhe o que os seus colegas vão escrever. Juntos, podemos fazer uma reflexão que vai nos ajudar a construir hábitos, comportamentos e metas que irão nos ajudar na caminhada em busca de uma carreira promissora. #GrauTecnico
Após três anos consecutivos, cada ano para uma turma diferente, proferimos a palestra que visa contar o surgimento e a história do nosso Tiro de Guerra,na noite de ontem (22), foi a vez da turma 2017. Desde já, contudo, agradeço o convite dos atuais instrutores, Subtenente Sidiclei e Sargento Clauberrobson, para o encontro.
Na qualidade de ex-atirador e amigo do Tiro de Guerra vitoriense me sinto feliz em poder estar contribuindo na formação desses jovens soldados do Exército Brasileiro. Durante os sessenta minutos de diálogo, onde realçamos desde o final da Guerra do Paraguai (1870), passando pelos primeiros passos da confederação do Tiro na nossa cidade (inicio do século XX) e chegando até os dias de hoje, contamos com um grupo atento e ávido por informação.
Narramos também, na ocasião, as pessoas que se destacaram ao longo desses 117 anos de história do nosso Tiro de Guerra – 16 de dezembro 1910. Citamos, entre outros, o Capitão Antônio Melo Verçosa, o poeta Henrique de Holanda, Severino de Lemos Vasconcelos, Tenente Lins e Major Eudes.
Em fotografias lembramos os prédios da Vitória de Santo Antão que serviram de quartel para o nosso Tiro de Guerra até chegar ao atual, localizado no Alto do Reservatório. Lembramos também as inscrições com as quais o nosso Tiro de Guerra se fez representar: 113, 158, 07-004 (atual).
Atualmente no Brasil existe cerca de 220 Tiros de Guerra. Vinculados à 7ª Região Militar (Pernambuco, Alagoas, Rio Grande do Norte e Paraíba) existem 19. Cerca de 12.000 atiradores, em todo Pais, estão prestando serviço à Pátria, através dos Tiros de Guerra.
Aproveitei também, o oportuno e agradável momento, para contar algumas histórias curiosas, ocorridas na minha turma (1986), que teve como instrutor chefe o então Subtenente Eudes.
De resto, agradeço ao professor Pedro Ferrer por ceder o espaço do Salão Nobre, da Casa do Imperador – que também serviu de sede para o nosso Tiro de Guerra – assim como aos instrutores do Tiro de Guerra pela confiança, colocando-me, mais uma vez, a disposição para contribuir com as as novas turmas que virão.
Não obstante achar o local inadequado para esse tipo de atividade, já que temos no nosso município um espaço apropriado e destinado a essa finalidade (CEAVI), bastando apenas o poder público local criar as condições necessárias, no que diz respeito à estruturação, disciplinamento e ordenamento das atividades, sejam elas sazonas ou perenes, não posso deixar de dizer que a “Feira do Milho Verde”, na manhã de hoje (23), véspera de São João, realizada na Praça Leão Coroado não tenha sido um típico movimento do Nordeste Brasileiro.
No início da manhã dei uma circulada para “especular”. Entre uma e outra roda de milho, fui bastante assediado. Evidentemente que os feirantes identificaram em mim, um potencial comprador da mercadoria do dia – Milho Verde.
Encontrei vários preços. Variaram entre vinte e cinco reais e dez. Dependia do tamanho da espiga. Teve um que me pediu R$ 22,00, antes mesmo que eu falasse alguma coisa ele disse: “se for para levar “cinco mão”, posso chegar “inté” R$ 12,00”.
Sai despistando por ali e fui embora da feira, até porque não fui comprar milho. Pois bem, sobre as polêmicas referentes ao preço da “mão de milho”, para os festejos juninos, nunca irei esquecer da opinião imutável do meu pai, Zito Mariano. Quando alguém reclama do alto preço, dizia ele, sem pestanejar: “ Tem nada caro! Você num sabe o trabalho que dá. Tem nada não, ano que vem você vai para roça plantar, limpar, aguar, quebrar, transportar e vender bem baratinho”.
Para marcar o movimentado mercado do milho verde, na sexta, 23 de junho 2017, véspera do São João, na Vitória de Santo Antão fiz uma pequeno vídeo panorâmico da Praça Leão Coroado. Veja o vídeo:

Há noites que te atravessam. Edgar Allan Poe tem um conto chamado o Corvo, onde o dito pássaro, na soleira da porta, repete “never more” (nunca mais) a cada vez que o personagem se recorda de algo marcante no seu passado. O pássaro é no conto o tempo implacável, que Belchior fez muito bem em lembrar: “como Poe, poeta louco americano eu pergunto ao passarinho: Black Bird, Assum-preto, o que se faz? Never haven never… tudo já ficou pra trás.” Quer dizer, o passado é absolutamente inapreensível. Como também são as noites que te atravessam, anunciando a própria chegada na soleira da porta, pedindo abrigo no fundo da alma.
E se a noite atravessa um sujeito é justamente porque ela é companheira da alma. São João da Cruz falou dessa intimidade na noite escura da alma, conclamando que “a ditosa” não tinha outra luz além daquela que ardia no coração. Ora, o teólogo estava aperreado com a profunda sensação de abandono após uma experiência milagrosa. E quem algum dia experimentou a luz, a fé religiosa, sabe o quanto ele estava correto.
Mas há outras noites vazias, que paradoxalmente de tão escuras podrm esquentar a gente também. Já não estou convencido de que São João da Cruz ou Edgar Allan Poe sabiam disso, no entanto, certamente Luiz Gonzaga disso sabia muito bem. E não era ele quem cantava: “se a lua nasce por detrás da verde mata, mais parece um sol de prata prateando a solidão”? Ora, a gente sabe que a Lua não tem luz própria! É a alma nordestina que ilumina ela e lhe dá essa ilusão de calor. Assim também acontece com os balões multicor, as noites brasileiras, as fogueiras, tudo isso não é mais que o nosso espírito quente, que guarda um restinho de calor durante o dia para depois esquentar a solitária noite. Não é à toa que chamavam Luiz de a “luz do Sertão” ou mestre Lua, como diria Fagner.
As noites de São João (o Batista, discípulo de Cristo) são opostas à noite escura da alma, de São João da Cruz, e tomam o partido de Luiz Gonzaga, não o de Edgar Allan Poe. Elas nem precisam pedir licença para te atravessar, pois alma não carece de soleira quando a noite é morna. Te invade de um jeito, que na hora a gente nem sente.
Sexta-feira também é São João em Barcelona. Mas é um São João diferente, meio insosso, que anuncia uma renovação igual ao réveillon: as pessoas se reúnem na praia, assistem fogos e cantam, dançam e comem até o raiar do dia. Ora bolas, decididamente essa não é a nossa noite de São João. Minha gente, a nossa noite não inaugura um novo tempo, não anuncia o verão, não pretende trazer novas vibrações. A nossa noite só quer aconchegar a alma, estender uma imensa coberta nos corações nordestinos e com voz de vó dizer baixinho: se acanhe não meu fi, venha cá, se aprochegue!
Feliz são João, Pilako!
André Carvalho
Correspondente do Blog do Pilako em Barcelona.