Antiga Farmácia Popular, onde Manoel de Holanda teve seu primeiro emprego e escreveu suas primeiras crônicas. Nesse sobrado (hoje tombado pelo Governo de Pernambuco como patrimônio histórico do Estado), morava Martha de Holanda, a escritora mais influente no seu tempo pernambucano. Além de ponto comercial, a Farmácia Popular, uma das mais antigas do Brasil em funcionamento, era ponto de encontro e de tertúlias literárias que contavam com a presença, além de Manoel, de expressivos nomes de nossa literatura: Célio Meira (sogro de Zito Mariano), Jorge Campelo (irmão de Áurea Ferrer), Silvino Lopes (famoso jornalista), Ulisses Pernambucano de Mello (famoso psiquiatra, primo de Gilberto Freyre), entre outros. Na parte superior desse sobrado, que se mantém com seus traços originais, funciona a Academia Vitoriense de Letras. A proprietária é Diva, filha de Manoel de Holanda, que cedeu os direitos de uso à instituição de cultura.
(DO LIVRO “O SOBRADO DE SEU MIRO E OUTRAS CRÔNICAS – MANOEL DE HOLANDA CAVALCANTI – PAG 111)Momento Grau Técnico Vitória
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Fragmentos
Rir é iluminar-se sem se maquiar,
sai mais barato do que se pintar.
Sosigenes Bittencourt
Zezé do Forró canta “Não sou Vaqueiro” de Sirano e Sirino
Do novo CD de Zezé do Forró, ouça a música NÃO SOU VAQUEIRO, de autoria Sirano e Sirino.
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Aldenisio Tavares
Primeira Feira de Agosto: por força da tradição, ainda continua viva!!
No sábado (05) aconteceu, no Parque Joaquim Rodrigues de Lira, mais uma edição da afamada Primeira Feira de Agosto. Esse evento, aos olhos dos que conhecem um pouco da história da nossa cidade, Vitória de Santo Antão, configura-se num dos maiores Patrimônios Imaterial da Terra de Diogo de Braga.
Ainda na qualidade de Vila de Santo Antão, início do século XIX, os primeiros sábados de agosto e setembro se tornaram, do ponto de vista comercial da região, a data mais importante para os chamados apontamentos dos engenhos. Aqui, convergia toda elite açucareira e agropastoril para negociar de tudo, inclusive escravos.
Com o passar dos tempos, por motivos diversos, deu-se, de maneira gradual, a desidratação da monocultura canavieira. Porém, contudo, o tradicional encontro foi mantido. Mais adiante, no entanto, o “carro chefe” da feira virou o cavalo de cela.
Ao encontrar o amigo e secretário municipal da pasta da agricultura e atual coordenador do aludido evento, não pude deixar de transmitir meu descontentamento com relação à descaracterização das raízes do evento, ao passo que, entre outras coisas, a própria prefeitura, de maneira equivocada, divulga o evento chamando-o de “tradicional feira de animais”, ao invés do nome que lhe deu fama: PRIMEIRA FEIRA DE AGOSTO.
O evento deste ano praticamente se manteve no modelo que vinha sendo desenvolvido pela gestão anterior, ou seja: “se arrastando!”. De sorte que o clima, nos últimos dias deu uma estiada e melhorou o “astral” do encontro.
Aliás, não custa nada dizer: Este evento, se bem planejado e trabalhado, não custaria nenhum centavo aos cofres públicos. Muito pelo contrário: daria visibilidade aos gestores, dentro e fora da cidade, preservava-se o patrimônio, incrementava os negócios do campo e ainda seria um forte fio condutor para a chamada economia criativa, proporcionado a verdadeira distribuição de renda, através do comércio ambulante.
Mas, alheio a tudo isso e por força da tradição, os criadores da região marcaram presença. Alguns para negociar seus animais e outros para comprar. Já outros tantos, em grupos, para bebericar e se divertir ao som da sanfona, do zabumba e do triângulo. Veja o vídeo:
Esperamos, porém, que nos próximos anos, ainda sob a coordenação dessa gestão, novas rotas sejam traçadas, com planejamento e interesse, para dá força a esse evento tradicional da nossa cidade que, no passado, tanto promoveu nosso torrão e que, de certa forma, ajudou a nos transforma na Capital da Zona da Mata.
Livro Apelidos Vitoriense II – Eraldo Boy
“Meninos de Vidro”: o mais novo livro da mais premiada escritora vitoriense, Luciene Freitas.
Mesmo depois de haver publicado dezessete livros em gêneros variados, participado de inúmeras antologias e ver seus trabalhos publicados em jornais e revistas nos quatro cantos do País, assim como em Portugal, Argentina e Itália, Luciene Freitas, a mais premiada escritora vitoriense, sobre seu mais novo livro, disse:
“as questões me aguçaram a curiosidade e baseada nas diversas maneiras de agir das criaturas e nas sutilezas do viver fui encontrando motivos para escrever este livro, Meninos de Vidro”.
Na noite do sábado (05), no Salão Nobre do nosso Instituto Histórico, diante de uma seleta plateia ela, Luciene Freitas, também falou do prazer e das dificuldades inerentes à efetivação das obras literárias. “Esse livro é diferente de tudo que já escrevi”. Revelou a renomada escritora.
Sobre o livro Meninos de Vidro, o renomado professor e fundador da Academia de Letras do Brasil, Mário Carabajal, profetizou: “em futuro breve, imagino, pipocas e sucos em um salão de cinema. Grande expectativa! No imenso telão, o título: Meninos de Vidro! Estarei na Primeira Fileira!
XVII BLIZZARD OF ROCK – 12 DE AGOSTO.
Livro Apelidos Vitorienses II – João Potó.
Momento Vitória Park Shopping
O Vitória Park Shopping juntamente com o presidente do Sistema Fecormércio/Senac/
💼
#VitóriaParkShopping
#VCicloEmpresárial
Momento PITÚ
Eita, galera. Chega essa hora na segunda-feira e tudo o que a gente quer e voltar logo para aproveitar o fds de novo, né não? O pituzeiro Tom aproveitou demais e quis fazer inveja pra todo mundo. Será que ele conseguiu?
Boa semana, minha #NaçãoPituzeira! #vivaaresenha
O Tempo Voa: inauguração do Serviço d’água (1935)
Momento Grau Técnico Vitória
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Fragmentos – por Sosigenes Bittencourt
Nildo Ventura canta “Cenário de Amor” de Petrúcio Amorim
Ouça a música “Cenário de Amor” composta pelo grande Petrucio Amorim, na voz de Nildo Ventura.
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Aldenisio Tavares
Gonçalves & Albuquerque: Assessoria Jurídica e Contábil.

Em um determinado evento de confraternização natalina bati um alongado papo com meu amigo de infância e internauta assíduo do nosso jornal eletrônico, Ivair. Na ocasião, entre outras coisas, contou-me que havia se especializado, na qualidade de advogado, na área de tributos. Na ocasião, convidei-o para escrever artigos correlatos para o blog, uma vez que boa parte das empresas pequena e até de médio porte, assim como o cidadão comum acabam pagando altos impostos por desconhecimentos das leis e até por falta de uma orientação profissional.
Pois bem, semanas atrás o encontrei novamente e ele (Ivair) perguntou-me: “Pilako, o convite para escrever para o blog ainda está de pé?”. Respondi de imediato: claro que sim! Nesse contexto fui, por ele e pelo seu sócio, Marcos Gonçalves, convidado a conhecer as instalações do escritório – Gonçalves & Albuquerque – Assessoria Jurídica Contábil. Situado à Rua Jornalistas Jaime Cisneiros (94), Bela Vista.
Na tarde da terça (01), porém, em confortáveis instalações, fui recebido pelos dois amigos e danamo-nos a conversar. Falamos de planejamento tributário, sucessão familiar, holding e etc. Essas, contudo, são algumas das especialidades do escritório. A parceria de um contador experiente (Marco) com um advogado especializado em tributos (Ivair), naturalmente, é algo frutífero para os que desejam pagar menos impostos, com a segurança necessária e sem improvisos, até porque eles sabem os caminhos legais para, dentro da lei, evitar desperdícios, tempo e economizar dinheiro.
No nosso País empreender é algo desafiador. O estado, infelizmente, parece jogar, ao mesmo tempo, contra o empresário e o cidadão, ao criar uma burocracia gigantesca que, ao final, apenas favorece a chamada corrupção sistêmica. Aliás, todos os dias novas leis, portarias e outros penduricalhos são criados para “meter a mão no boldo” da população.
Contando com uma equipe de oito profissionais o escritório de Assessoria Jurídica e Contábil – Gonçalves e Albuquerque – comandado pelos amigos Marcos e Ivair, coloca no mercado um novo conceito em prestação de serviço que visa, na medida do possível, se antecipar aos fatos e demandas negativas que atingem empresas e contribuintes. Ao final da minha visita de cortesia, gravei um vídeo para marcar o nosso agradável encontro. Desde já, boas sorte aos amigo, nessa nova empreitada! Veja o vídeo:
Monte das Tabocas: “uma industria de transformação”.
Em comitiva, na manhã do feriado de ontem (03), nos dirigimos ao Monte das Tabocas. Por lá, nos que diz respeito às comemorações alusivas aos 372 anos de épica Batalha das Tabocas, promovidas pela municipalidade, observamos o trivial. Nada de novo, nada que pudesse injetar ânimo suplementar nos vitoriense ou até mesmo despertar algum turista.
Com o dia ensolarado, após longo período com chuvas quase que diariamente, mais uma vez, descemos até o rio. Com um volume maior nas águas O banho, para alguns, ainda é a melhor atração da localidade.
A nova gestão, comandada pelo prefeito Aglailson Junior, ainda não conseguiu criar uma marca. Ao que parece o Monte das Tabocas, na sua gestão, continuará sendo tratado tal qual as gestões anteriores, ou seja: A PÃO E ÁGUA. O Monte, para quem tem visão, vai muito além de um pedaço de chão. Ali, se bem observado, existe uma VERDADEIRA “indústria” de transformação parada e ociosa esperando, apenas, “combustível” para moer e prover dividendos, das mais variadas formas..
À beira do rio, juntamente com amigos Carlos Freire, Pedro Ferrer, Enedino Soares e Aldenisio Tavares gravamos um pequeno vídeo, falando dos diversos sentimentos que encontramos, vagando no importante sítio histórico. Veja o vídeo.
Livro Apelidos Vitorienses II – Nininho.
“A república é filha da Vitória de Santo Antão”: reivindicou o presidente do Instituto Histórico da Vitória, professor Pedro Ferrer.
Na noite da quarta (02) o Instituto Histórico e Geográfico da Vitória promoveu reunião solene para celebrar mais uma passagem da data magna da cidade – 3 de Agosto. Dentro da programação constaram homenagens, palestra, tomada de posse de novos sócios e abertura de exposição.
Na qualidade de conferencista da noite o presidente do Instituto Arqueológico Histórico e Geográfico Pernambucano, professor George Cabral, falou sobre as grandezas de uma terra de pioneirismo, realçando Pernambuco e a história do Brasil destacando, ainda, o protagonismo da Batalha das Tabocas, ocorrido nas nossas terras, há 372 anos.
Pelos relevantes serviços prestados à instituição – Instituto Histórico da Vitória – foram condecorados os sócios Carlos Freire e Luciene Freitas. Dentre os novos sócios que tomaram posse, na ocasião, gravamos um vídeo com o Doutor Saulo, que falou da sua satisfação em poder estar contribuindo com a história da cidade. Veja o vídeo:
Além das peças doadas ao acervo do nosso museu, por familiares de senhores de engenho, que marcaram época nos áureos tempos da indústria canavieira no nosso município e região, diretores de agremiações carnavalescas locais também repassaram peças e estandartes para enriquecer o espaço dedicado ao Rei Momo, que em breve Será inaugurado pelo nosso Instituto Histórico.
Usando da palavra o presidente do Instituto Histórico e Geográfico da Vitória, professor Pedro Ferrer, evidenciou os heróis da Batalha das Tabocas, dando destaque ao guerreiro Dias Cardoso. Visivelmente emocionado o presidente do Instituto reivindicou: “ a república é filha da Vitória de Santo Antão”. Veja o vídeo:
Ao final da solenidade os presentes participaram da abertura da exposição do Exército Brasileiro.
Neide e Pepeu: música de qualidade…
Na noite da quarta (02), véspera do feriado, o conjunto musical “Os Boêmios”, liderado pelos irmãos Neide e Pepeu, se apresentou no Restaurante Gamela de Ouro. Com um repertório rico e diferenciado os filhos de Seu Bi do Violão produziram o melhor no estilo da seresta. Lá, vez por outra, ao ouvir aquelas canções, inevitavelmente, transportava-me para o tempo em que Dodó da Gamela – quando tomava unas e outras – “obrigava-nos” a escutar as músicas do seu tempo. Se existe vida após a morte e se eles – os mortos – estão nos espiando, lá de cima, certamente, na noite desse evento, Dodó da Gamela deve gostado muito do que viu e ouviu. Veja o vídeo:







































