“Acompanhar o bolão, foi melhor do que a copa”: disse o ganhador do prêmio!!!

Torcedores se animam enquanto esperam para o jogo da África contra o México. FOTO:EDDIE KEOGH/REUTERS

Como forma de interação e sintonia com a Copa da FIFA, realizada na Rússia, promovemos dois “Bolão” vinculados à primeira fase da competição. Um com os familiares e o outro com o grupo intitulado “Corriola da Matriz”. No grupo da “Matriz” tivemos vinte participantes com idades bem variadas. Teve garoto com 14 anos e coroas com mais de oito décadas de vida.

Desde o primeiro jogo, ocorrido há duas semanas, a brincadeira cumpriu seu papel. Na retaguarda, no processo de contabilidade manual diária, já que nem todos estão inseridos nas facilidades tecnológicas, meu filho, Gabriel,  foi o responsável pela condução e comunicação, através do zap.

Ao final, o professor Pedro Ferrer foi o campeão. Ganhou de todos!! Até para os jovens que sabem tudo do atual “mercado da bola mundial”. O Pedoca já anunciou:  vai reverter o prêmio numa farra com o grupo!!!  Quando Pedro assumiu a liderança – que manteve até o final – teve um participante que cristalizou: “não adianta, a água só corre para o mar”!!

3ª Festa da Saudade – Super Oara – 25 de agosto – Clube “O Leão”.

Estamos intensificando os contatos para reserva de mesas e camarotes, visando a 3ª Festa da Saudade que esse ano acontecerá nos salões do Clube Abanadores “O Leão” – Matriz. Dentro do mesmo formato, o evento dançante terá, no show abertura, a Banda “Quinteto Dourado” que é liderada pelo artista vitoriense Edmilson Silva.

Na qualidade de principal atração musical da festa a extraordinária Orquestra Super Oara – já bastante conhecida do público vitoriense –  promete colocar todos para dançar. Portanto, para você que quer se divertir com a família e os amigos, ao som das boas músicas, coloque na sua agenda: 3ª Festa da Saudade – 25 de agosto.

Funcionários públicos municipais realiza assembleia na Praça Leão Coroado.

Na tarde de ontem (26) registramos uma movimentação de rua promovida pelos sindicatos dos funcionários públicos municipais. A mesma aconteceu na Praça Leão Coroado.  Várias lideranças usaram da palavra realçando à unidade da categoria na busca dos direitos e reajustes salariais desejados. No vídeo, abaixo, uma das lideranças deixou bem claro: “não vamos abrir mão dos percentuais…….assim estaríamos pisando em nós mesmos …..” Veja o vídeo.

Zito Mariano: casal João e Lourdinha Álvares.

Por ocasião da nossa postagem, ontem (25), lembrando a passagem dos noventa anos de nascimento de “Seu” Zito Mariano – nosso pai – recebemos o texto, abaixo, do casal amigo da família, João e Lourdinha Álvares. Desde já, em nome de todos os familiares, agradeço pelas  palavras de carinho e reconhecimento.

ZITO MARIANO

Homem íntegro, religioso, sábio, sócio assíduo do Instituto Histórico e Geográfico da Vitória, dedicado à família, aos negócios e aos amigos. Sou testemunha de que poderíamos contar com seu apoio em qualquer dificuldade. Não média distância nem esforços para atender as necessidades de seu próximo, estendendo-lhe a mão generosamente.

Entusiasmadíssimo por tudo que se referia ao progresso de sua querida cidade, Vitória de S. Antão, promovia e apoiava qualquer movimento em prol de seu desenvolvimento.

Assim era nosso amigo ZITO MARIANO, cujo nascimento há 90 anos foi um grande presente para nossa cidade, a quem, além da família, se dedicava, doava, servia e amava. “A FIGURA DE UMA PESSOA ASSIM NÃO SE APAGA DESTE MUNDO. QUANDO VAI DEIXA NA TERRA MUITO DE SI. ESTANDO MORTA AINDA FALA”.

Casal João e Lourdinha Álvares. 

 

80 anos da PITÚ na ALEPE: Alexandre Ferrer.

Por ocasião da Reunião Solene ocorrida na Assembleia Legislativa do Estado de Pernambuco, para comemorar os 80 anos de fundação do Engarrafamento Pitú, entre outras coisas, disse o empresário Alexandre Ferrer: “vamos deixar o legado para o pessoal que vem mais à frente. A gente não vai ser eterno, mas a empresa tem que ser eterna”. Veja o vídeo.

 

80 anos da PITÚ na ALEPE: vereadores Novo da Banca e Lourinaldo Junior.

Por ocasião da Reunião Solene ocorrida na Assembleia Legislativa do Estado de Pernambuco, para comemorar os 80 anos de fundação do Engarrafamento Pitú, entre outras coisas, os vereadores Novo da Banca e Lourinaldo Junior,  realçaram a importância da significativa contribuição da empresa PITÚ, ao futebol e ao carnaval.  Veja o Vídeo.

Em grande estilo, a Assembleia Legislativa do Estado promoveu Reunião Solene para comemora os 80 anos de fundação do Engarrafamento Pitú.

Na noite de ontem (19), na Assembleia Legislativa do Estado de Pernambuco, aconteceu a Reunião Solene para homenagear o Engarrafamento Pitú, pelos oitenta anos de fundação. O autor do requerimento  – 438/2018 – foi o deputado estadual Joaquim Lira. Ao evento comemorativo compareceram os membros da família  “Ferrer e Carneiro” assim como políticos, empresários, parte significativa da imprensa do estado, magistrados, profissionais liberais e  presidentes de diversas entidades classistas e clubes de serviço.

Com oito décadas de atuação –  empresa genuinamente vitoriense –  A PITÚ se configura  hoje numa  das maiores indústrias de cachaça do Brasil. Com presença nos quatro cantos do planeta a cachaça vitoriense é a mais comercializada no exterior, com destaque para a Alemanha que desde 1970 engarrafa e distribui a bebida para toda a Europa.

Na qualidade de presidente do grupo o empresário Alexandre Ferrer usou da palavra para agradecer a presença de todos,  evidenciado a “família Pitú” e dando destaque ao sentimento de união como elemento propulsou do sucesso alcançado.  Entre outras coisas, sublinhou  que os fundadores começaram a empresa “dotados mais da força de vontade e do espírito empreendedor do que propriamente de condições financeiras”. Veja o vídeo.

Com a casa lotada os oradores que se revezaram na tribuna, destacaram a importância do Engarrafamento Pitú no cenário econômico do estado de Pernambuco, sobretudo na arrecadação de impostos, geração de emprego e renda. No microuniverso santonense, além da pujança econômica, a PITÚ é a locomotiva no incentivo à imprensa, aos folguedos populares, ao futebol amador, à filantropia, à cultura e tudo que diz respeito ao sentimento de preservação do povo santonese.

Ao final do evento solene, os convidados participaram, na área aberta do estacionamento da ALEPE, de um coquetel para brindar – com PITÚ –  os oitenta anos de sucesso do Engarrafamento Pitú,  que é um orgulho para o Brasil, uma força para Pernambuco e um  forte sentimento para Vitória de Santo Antão.

Obs: no transcorrer da semana postaremos vídeos exclusivos,  gravados com os deputados Joaquim Lira e Henrique Queiroz, com os vereadores Novo da Banca e Lourinaldo Junior e com o presente da Pitú, Alexandre Ferrer. 

Mercado Público de Gravatá: mais uma missão cultural!!

No sábado (16) a “Corriola da Matriz” cumpriu mais agenda cultural. Dessa vez, para aproveitar o clima junino, o Mercado Público escolhido foi da cidade de Gravatá. Por lá, uma movimentação muita acima da costumeira.

O Mercado Público de Gravatá é mais um bom exemplo de utilização desse tipo de equipamento público. Na nossa região esse tipo de construção e concepção de negócio, de maneira geral,  surgiu  no inicio do século XX e estava voltado à comercialização de gêneros para consumo de primeira necessidade. O tempo passou e as coisas mudaram. Hoje, basicamente, esse espaço, nas grandes e pequenas cidades,  está direcionado às manifestações culturais e ponto de encontro para se jogar conversa fora. Além do nosso grupo, encontramos vários santonenses no ambiente.

Grupos musicais se revezaram no palco, tocando o autêntico forró pé de serra. veja o vídeo.

 

“Arena do Fera”: jogos e comemorações!!!

A diretoria da agremiação carnavalesca “Bloco do Fera” montou uma estrutura no Clube Abanadores “ O Leão” para embalar a participação do selecionado brasileiro na Copa da Rússia. Com o encerramento da partida de ontem (18) –  “magro empate” –  a turma jovem não se abalou,  e caio na folia. A “Arena do Fera” segue até o final da copa. Para participar, deve-se adquirir a camisa-ingresso com a diretoria do bloco. Veja o vídeo.

 

Doutor Aloísio de Melo Xavier: CEM ANOS DE PRESTÍGIO!!

Promovida em parceria entre o Instituto Histórico da Vitória e os descendentes do prestigiado casal, Eunice e Aloísio, a solenidade comemorativa ao centenário do nascimento do Doutor Aloísio de Melo Xavier (06/06/1918), ocorrida na noite da sexta (08), no Salão Nobre da Casa do Imperador, reuniu, como bem frisou um dos filhos, um conjunto de “familiares sócio-afetivo”.

Com o auditório lotado o presidente do Instituto Histórico, professor Pedro Ferrer, abriu o evento agradecendo a presença de todos. A oradora oficial da entidade, a escritora Luciene Freitas,  narrou a trajetória de vida formal do doutor Aloísio de Melo Xavier.

Na qualidade de orador oficial da noite o jornalista João de Albuquerque Álvares – amigo da família desde tenra idade -,   com toda propriedade, elencou um conjunto de qualidade do “aniversariante da noite”. Na sua fala, ao reproduzir alguns dos trocadilhos do Doutor Aloísio, grafados no livro Panorama, levou a plateia a boas risadas.

O jornalista José Edalvo, em sua intervenção oral, relacionou os “pontos” de ligação que mantém com todos os filhos do homenageado  para mensurar o nível de missão que recebeu, ao ser escalado para ser o porta voz do sentimento de todos os santonenses, por ocasião do funeral do doutro Aloísio, ocorrido em primeiro de abril de 2000.

Representando a família, o doutor Aluisio José, visivelmente emocionado, usou da palavra para expressar o sentimento de gratidão – como ele mesmo falou, não só pelo evento, mas por tudo que a cidade da Vitória e seus nativos retribuíram ao seu genitor – vídeo, abaixo,  com o discurso completo.

Antes do encerramento o presidente do Instituto Histórico,  professor Pedro Ferrer, convidou o ex-governador  Gustavo Krause –  que estava  sentado na plateia – para também realçar suas considerações.

Ao final da Sessão Solene os convidados, acompanhados por uma orquestra de frevo, dirigiram-se ao casarão da família, localizada na via pública que recebeu o nome do homenageado – Doutor Aloísio de Melo Xavier –  para descerrar, com muito fogos e efusivos aplausos,  a placa comemorativa do  evento.

Na ocasião a família recepcionou e brindou o auspicioso acontecimento  com um coquetel, servido no endereço “dos Xavies” na nossa cidade. Em nome da família de Zito Mariano – primo legitimo de Dona Eunice e admirador do Doutor Aloísio – externo meus parabéns aos primos e demais parentes,  pela inequívoca demonstração de prestigio. Com relação aos ensinamentos transferidos pelos  os seus respectivos pais,  fica-me a nítida certeza de que tudo valeu a pena!!

Cineclube Avalovara exibe LENINGRADO e ERA O HOTEL CAMBRIDGE.

Ainda nem deu tempo se recuperar da sessão de maio, e a gente já tem data mais que marcada para próxima sessão: será dia 10 de junho, com exibição dos filmes LENINGRADO, LINHA 41 (Dênia Cruz, 2017, 20min) e ERA O HOTEL CAMBRIDGE (Eliane Caffé, 2016, 1h33min), numa proposta de debate sobre a crise habitacional e a luta por moradia no nosso país. Ambos os filmes foram gentilmente cedidos pelas diretoras.

O Cineclube Avalovara é um projeto aprovado no 10º Edital do Programa de Desenvolvimento da Produção Audiovisual de Pernambuco (Funcultura 2016 – 2017), e tem apoio do Instituto Histórico e Geográfico de Vitória de Santo Antão (IHGVSA) e da Federação Pernambucana de Cineclubes (Fepec).

SINOPSE “LENINGRADO, LINHA 41”

O filme relata a história do assentamento Leningrado, Natal (RN), cuja comunidade ainda luta por serviços básicos como escola, saúde, segurança e lazer, sendo sua única ligação com a cidade a Linha 41, que precisa ser ampliada.

SINOPSE “ERA O HOTEL CAMBRIDGE”

A trajetória de refugiados recém-chegados ao Brasil que, junto com trabalhadores sem-teto, ocupam um velho edifício abandonado no centro de São Paulo. Em meio à tensão diária da ameaça do despejo, revelam-se dramas, situações cômicas e diferentes visões de mundo. ​

SERVIÇO

Cineclube Avalovara exibe LENINGRADO e ERA O HOTEL CAMBRIDGE

Classificação indicativa: Livre

Data e hora: 10/06/2018 (dom), às 17h

Local: Silogeu do IHGVSA

Entrada Franca

Momento Cultural: Bodas de Ouro – por Corina de Holanda.

(De José Bonifácio e Maria José de Holanda).

Garimpeiros do amor

Por ti abençoado,

Te ofertamos, Senhor,

O ouro acrisolado

Colhido na jornada…

(A prata já foi dada)

Nós te damos também,

Gemas de excelsos brilhos,

Para nós, – Nossos Filhos!

Abençoa-os, Senhor!

São todo o nosso bem,

Frutos do nosso amor.

(Entre o céu e a Terra – 1972 – Corina de Holanda – pág. 60).

Eu sonhei que estava no Recife Antigo.

Eu sonhei que estava no Recife Antigo, na década de 80, às tantas da madrugada. Parava na esquina, puxava um Hollywood do bolso e acendia. Depois de soltar uma baforada, ficava pensando: por aqui já passou muita gente que já morreu.

Ali, antigamente, tinha um bocado de cabaré. Era bom demais. Rua da Moeda, Vigário Tenório, Torre Malakoff… O Oceano Atlântico ficava ali na frente, ventilando, cheiroso, fazendo uma zoadinha. Tinha o Tonny Drink’s, o Capitólio, Night and Day… As meninas eram esguias, vestidinho curtinho, tamanquinho e rabo de cavalo. A boite estava aromática, ervas pelo chão, uma bola prateada girando à luz negra. A gente pagava 5 mil réis e tinha direito a uma dose de Ron Montilla com um limão escanchado na beira do copo. Recebia, também, um saco de pipoca milho em flor. Aí, veio uma camarada branquinha, sentou-se ao meu lado, apoiou o queixo sobre as mãos enclavinhadas e perguntou: – Tudo bem?
E eu, todo amostrado: Melhorou muito!

Pegou na minha mão, deu um cheiro na minha bochecha e me tirou pra dançar. A gente dançava solto, uns ritmos quentes, americanos. Quando ela ria, o rosto ficava todo iluminado, parecia que eu estava sonhando. Eu era maneiro, o sangue desintoxicado, todo novo. Nunca me esqueço desse sonho que já sonhei tantas vezes. Nunca me esqueço de que, quando fomos dormir, ela escovou os dentes. É a vida. Nem tudo a gente pode contar. O sexo ficou para a cama, e os segredos do amor, para o coração.
Onírico abraço!

Sosígenes Bittencourt

Em Vitória, poderíamos está colhendo os frutos da ferrovia local!!!

Após o drama do desabastecimento,  vivenciado recentemente pela população brasileira, em virtude dos efeitos colaterais da paralisação dos caminhoneiros, o brasileiro, de maneira geral, passou a entender os motivos pelos quais, de fato, estamos todos nas mãos dos profissionais das estradas. O problema não é novo e apenas demonstra o quanto nossas políticas públicas nacionais, no que se refere aos transportes,  foram equivocadas. Aliás, mesmo depois de quase cem anos, ainda persistimos no erro, ou seja: ignorando os investimentos em ferrovias.

Segundo informações,  um terço das ferrovias que o país possui hoje, ainda é uma herança do Brasil Império. Desde as primeiras décadas do século XX – influenciada pelas multinacionais –  que priorizamos os investimentos públicos no transporte rodoviário. “Governar, é abrir estradas”, dizia o presidente Washington Luis.

Pois bem, o transporte rodoviário de carga no Brasil ultrapassa os 60% de tudo que se consome.  Em nosso estado a situação ainda consegue ser pior. Dados indicam que 86,4% das mercadorias consumidas pelos pernambucanos trafegam pelas estradas. Diga-se de passagem: 56.1% delas (estradas) inadequadas, na visão dos especialistas.  Números dão conta que apenas as 2,1% do transporte de carga no nosso estado é realizado sob os trilhos.

Com efeito, em função das plantas industriais que aportaram em nossas terras, nos últimos quinze anos, tivemos um aumento considerável do tráfego de caminhos e carretas circulando pelo entorno da nossa Vitória de Santo Antão. Em contrapartida não tivemos praticamente nenhum investimento estruturador na nossa região que possa atenuar os impactos dessa nova demanda.

Na qualidade de cidade privilegiada, tanto com os recentes investimentos fabril e como uma das primeiras cidades do estado a contar com o transporte ferroviário, iniciado lá no final do século XIX, Vitória, com a chegada do trem,  conjugou o verdadeiro desenvolvimento econômico,  ao servir de ponto de ligação entre a capital e o interior. Partindo do Recife até a cidade sertaneja de Salgueiro, a locomotiva,  em vários trechos desse percurso,  chegavam a “caminhar” lado a lado com os carros,  que trafegavam pela BR 232. Os mais velhos devem lembrar dessas  cenas…..

Após o sucateamento de grande parte da malha ferroviária pernambucana nossa cidade, Vitória de Santo Antão, foi uma das que mais sofreu com os impactos nocivos dessa paralisação. Não obstante todos os efeitos econômicos dessa cadeia produtiva, as duas últimas gestões municipais, diga-se “Governo Que Faz” e “Governo de Todos”, comandados, respectivamente, por José Aglailson e Elias Lira,  cuidaram sepultar, por assim dizer, todas as esperanças de voltarmos a utilizar o trem,  como forma alternativa de transporte, uma vez que praticamente todo perímetro urbano, antes ocupado pelos trilhos, foram INVADIDOS pelos  correligionários e/ou apadrinhados dos dois grupos políticos.

Não fosse esse pontual desserviço à coletividade vitoriense, hoje, poderíamos ser uma das pouquíssimas  cidades do interior do Brasil com possibilidade totalmente viável de transitar com VLT – Veiculo Leve sobre Trilhos.

Para se ter uma ideia da importância dessa operação, basta dizer que um trabalhador que morasse no bairro do Cajueiro, por exemplo, e trabalhasse em alguma industria,  localizada no nosso distrito industrial, ou mesmo uma família que  morasse no bairro de Campinas e quisesse passear no Vitória Park Shopping, poderiam, pagando passagem baixíssimas, trafegar de trem, com todo conforto e segurança.

Em detrimento da vantagem pessoal de alguns “sortudos”, que usaram terrenos com para as mais variadas construções,  toda coletividade,  e até as gerações vindouras, continuarão pagando um preço muito alto por esse tipo de  políticas públicas populistas e demagógicas.

Queira Deus que nos próximos debates políticos, com vistas às eleições presidenciais que se avizinham,  o tema das ferrovias seja debatido com a seriedade devida, pois, do mais simples trabalhador ao mais rico industrial, doravante, todos já estão cientes de que se os caminhoneiros se organizaram com mais planejamento, o Brasil TRAVA!!!

Viagem da seleção, grave dos caminhoneiros e o trem da Vitória.

Por conta da viagem de trem, recentemente realizada pelo selecionado brasileiro, na Europa, com vista à preparação para Copa da Rússia 2018, promovi um  dialogo abrangente – atual e histórico –  com o meu filho Gabriel. Ele, por acompanhar com frequência o “mundo da bola” do outro lado do Oceano Atlântico, é portador de um relativo conhecimento da utilização desse tipo de transporte,  nos deslocamentos dos jogadores e das suas respectivas equipes na chamada “União Europeia”.

Nesse contexto –  e também recentemente –  a grande mídia nacional, face ao caos provocado em todo Brasil pela paralisação dos caminhoneiros, revelou números e informações atinentes ao sucateamento da  malha ferroviária nacional.

Bom! Em meio ao nosso agradável bate-papo – sobre trem – adentremos no “mundo ferroviário” local, quando revelei que, quando criança, por incontáveis vezes,  aventurar-me seguir à Capital dentro de um daqueles vagões quase que artesanais, se comparados aos moderníssimos modelos de hoje. Do escuro e do frio na barriga, ao atravessamos  os “intermináveis” túneis, distribuídos ao longo do percurso, agora, só nos resta saudade e lembranças………

Desde a sua invenção (inicio do século XIX) até os dia de hoje e, evidentemente com o seu constante melhoramento,  o deslocamento de trem – seja para carga ou passageiro – nos quatro cantos do planeta,  tem se mostrado uma via racional, segura e também de baixo custo.

Nossa cidade, Vitória de Santo Antão, a partir de 1886, foi contemplada com o que  de mais moderno existia  – para época –  no que se refere ao processo de integração dos povos e no mais imponente símbolo do progresso. Assim sendo, amanhã, tentarei narrar um pouco da minha frustração e da incapacidade e visão de futuro dos nossos governantes, ao longo das últimas décadas, no tocante ao total desmantelamento da malha ferroviária santonense.

Vitória: corrida aos postos…….

Nossa cidade, em função da crise de desabastecimento, provocada pelo movimento nacional dos caminhoneiros, também provocou corrida dos motoristas aos postos de combustível. Registramos, na tarde da quarta (30), na Rua José Rufino,  uma grande fila de veículos se formou para o devido abastecimento no Posto Shell. Além de uma dose extra de paciência, os motoristas também estão precisando “esticar” o dinheiro, em função da alta dos preços nas bombas em virtude da política de preços imposta pela própria Petrobrás. Veja o vídeo.