Fatos importantes: VALE APENA LEMBRAR

O Diário de Pernambuco do domingo passado, 12 de abril, trouxe no Caderno Viver, nas paginas 4 e 5, a listagem das mais influentes autoridades que estiveram na capital pernambucana, como também, relembrou os motivos.

Papa João Paulo II (07-07-1980).

papa

Com relação a esta visita do Papa João Paulo II, gostaria de dizer que presenciei este grande evento “ao vivo”. Papai (Zito Mariano), católico fervoroso, colocou a família no carro e seguiu para Recife. Lembro como se fosse hoje. Ficamos “plantados” na Avenida Mascarenhas de Morais, no bairro da Imbiribeira, próximo ao Aeroporto, para acompanhar a passagem do Papa. Foram muitas horas de espera, mas tudo valeu apena, a missão foi cumprida, vimos o Papa João Paulo II passar no famoso “papa-móvel”.

rainha

Com relação a este acontecimento, não tenho a menor lembrança. Havia acabado de nascer e este momento, claro, não fez parte do meu mundo.

dompedro

Já com relação a visita de Dom Pedro II, evidentemente, não estive presente, pois, a mesma ocorreu na segunda metade 19. Mas, independente de qualquer coisa, gostaria de dizer que todos nós, vitorienses, de certa forma, temos alguma coisa haver com este acontecimento.

Pois bem, foi exatamente neste evento em Pernambuco, envolvendo o Imperador e sua família, que nossa cidade, Vitória de Santo Antão, nos seus quase 400 anos de história, vivenciou um acontecimento sócio/político/econômico que ficou  catalogado como o maior de todos os tempos.

Naquele tempo (1859), nossa cidade, já despontava como uma importante referência comercial no mapa econômico da região. Deve-se ressaltar também, que foi no início desta mesma década (1850) que Vitória acabara de passar pelo seu pior momento da história, onde metade de sua população havia sido dizimada (morta) em função da contaminação da COLÉRA MORBO.

Encontramos nos livro também, que a cidade passou por uma  transformação urbanística só para receber o Imperador. Ruas foram organizadas, o mato foi retirado, as casas foram caiadas, todo percurso por onde a Família Real iria percorrer foi completamente adornados por arcos de plantas, a iluminação pública (feita  por candieiros) foi reforçada e etc.

Com a  permanecia do Imperador na nossa cidade, que durou três dias, a população acompanhou os rituais tradicionais que uma ocasião desta natureza exige. Missa em latim, com o tradicional “beija mão”, festas promovidas para o Imperador além, claro, de   encontro reservados com autoridades e etc. O imperador foi ao Monte das Tabocas, a  expressão maior de sentimento nativista da nação brasileira.

Foi escolhido, à época, a melhor casa da cidade para servir de moradia temporária para Família Real. Este Imóvel escolhido, hoje ainda chamado de CASA DO IMPERADOR, é o que serve de sede para o nosso Instituto Histórico e Geográfico da Vitória.

É importante dizer que após a visita do Imperado, Dom Pedro II,  na nossa cidade,  em praticamente três décadas depois,  Vitória deu um “salto” de desenvolvimento em praticamente todas as áreas. No comércio, em 1865 surgiu um moderno prédio para comercialização de  carne verde (mercado da carne), em 1866 editou-se  o primeiro jornal da cidade (O Vitoriense). Na questão da cidadania, em 1973, virmos aparecer  o Cemitério São Sebastião (este que nos serve até hoje). Como fonte de prosperidade em todos os segmentos,  a estrada de ferro, ligando nossa cidade ao Recife, é inaugurada  em 1886.

Portanto, eis aí, algumas das ações concretas,  para que possamos justificar,  que a visita do Imperador Dom Pedro II a nossa cidade, Vitória de Santo Antão, ainda na metade do século 19, tenha se  constituído no maior acontecimento de todos os tempos para nós, vitorienses.

A verdadeira zona está na câmara!

zona

Costumeiramente, a legislatura atual da casa Diogo de Braga apronta com a própria população que a escolheu. E na questão da zona azul, tudo indica que nossos vereadores irão nos golpear de forma ainda mais escancarada.

Pois bem, contextualizando o leitor, a implantação da zona azul na cidade foi mediante a concessão da prefeitura a uma empresa, de nome Sinalpark, para arrecadar as tarifas de estacionamento no centro da cidade.

O objetivo de uma zona azul é proporcionar um rodízio de estacionamento, ocorrendo, portanto, uma alternativa para moradores e visitantes ao centro da cidade. Uma forma onerosa, porém cômoda de encontrar estacionamento.

Outro objetivo é proporcionar receita para o município, para que o mesmo possa melhorar as vias urbanas e/ou realizar a manutenção das mesmas ou até mesmo aplicar os recursos em outras áreas mais necessitadas.

A questão principal é que o contrato de concessão da prefeitura com a Sinalpark, dispõe que apenas 8,5% da receita liquida da zona azul é repassado ao município, ou seja, 91,5% fica com a Sinalpark.

Na tentativa de amenizar essa situação, os vereadores aprovaram por unanimidade, dois projetos de lei que limitam a zona azul. O primeiro deles, de autoria do Vereador Geraldo Filho, restringia a zona azul no perímetro das escolas do município. O segundo, de autoria do Vereador Edmo Neves, mais extensivo, proibia a zona azul em praças, igrejas e hospitais.

Ocorre que o Prefeito Elias Lira sancionou, transformando em lei, o primeiro projeto. Mas, vetou o segundo.

No processo legislativo, depois de vetado pelo chefe do executivo, o projeto de lei volta ao poder legislativo, que pode derrubá-lo através da votação por maioria absoluta. Havendo a derrubada do veto, pela maioria absoluta, o projeto passa a se tornar lei.

E onde está o problema? Vamos lá! Depois de tomado conhecimento sobre o veto, alguns Vereadores sinalizaram que vão acompanhar o entendimento do Prefeito. E de acordo com a “bola de cristal” do aposente, já famosa por antecipar fatos políticos, o veto tende a ser mantido. Ou seja, os “excelentíssimos” Vereadores irão votar contra um projeto de lei que eles mesmos aprovaram por unanimidade, semanas antes. Um curto tempo para mudança de entendimento assim tão rápida.

No mais, o argumento a ser utilizado será o de perda de receita para o município. Ora, existe perda maior para o município do que celebrar um contrato onde 91,5% do valor líquido fica com uma empresa?

Ah, mas o movimento não esperou nem o fato acontecer para condená-lo? O objetivo do movimento é se antecipar sim aos fatos para esclarecer à população e tentar modificá-los.

Afinal, para quem nossos Vereadores trabalham, para Elias Lira e a Sinalpark ou para o povo que os escolheu?

aposente

Manoel Carlos responde ao internauta André Ben

Comentário postado na matéria “Internauta André Ben comenta no blog“.

PIETATIS CARDO IUSTITIA “Fundamento da piedade é a justiça”
Ao André Ben só sugiro que estude! Estude muito e “bem”!
E estudando aprenda primariamente o que são os verbos convencer, aparecer, importar, precipitar, e outros usados de forma automática, mas não maturadas, posto ser a maturação das idéias condição necessária para quem quer escrever ou, no mínimo, dizer o que pensa.
Quanto a alegada arrogância que o jovem me atribui entendo que o mesmo só chegou a esse altíssimo critério dedutivo por total falta de humildade, e dentre outras coisas por não saber distinguir o que seja um “clichê” (muito usados hoje em dia) de expalanações amparadas em argumentos!
O Ben é mais um “menino” desses que vive inebriado mentalmente pelas palavras de ordem do Establishment atual de nossa sociedade manietada pelos movimentos, tipo: “Maconheiros da USP”, “MST”, Movimento dos Sem Terra”, “Feministas”, “Teologia da Libertação”, etc…
Claro que o Bem não é maconheiro e muito menos um sem terra, mas vive obnublado pelos paradigmas condutores dos ditos movimentos sociais!
A arrogância alentada pelo “bom” Ben na verdade é a dele própria, posto que, não desdisse nada do que afirmei e ainda fala em vencer por vencer com tom de criticas!
Ora, refute! E aproveite e estude com profundidade o que seja o verbo refutar e suas implicações na vida prática.
Amiguinho “Bem” vc me aconselha (torço pra que saiba ao menos o que seja o verbo aconselhar) a ser mais sereno e misericordioso… (Espero eu não estar jogando pérolas aos porcos)
Reflita na frase latina acima e se depois de refletir ainda confundir os termos, por favor, trate-se.

Manoel Carlos

“Tudo como dantes no quartel de Abrantes”

napoSempre que tive oportunidade de realçar as semelhanças administrativas nas gestões municipais comandadas por Elias Lira e o folclórico José Aglailson, o fiz, sempre exemplificando. Não são meras frases de efeitos, muito menos, questões pontuais são, de fato, modelos administrativos que aprisiona o desenvolvimento da cidade, sobretudo, a forma com que os  munícipes se relacionam  com o quesito CIDADANIA.

Estes sujeitos, seus filhos e apaniguados, se socorrem dos ensinamentos da famosa “cartilha do atraso” para usufruírem-se do direito outorgado – de boa fé –  pela  maioria da população. Eles “combinam” sem precisar conversar.

Ora!! Se no governo do outro a “galera meteu a mão” nos terrenos públicos e no deu em nada, agora, chegou a nossa vez de fazer a mesma coisa, outra coisa, dizem: Eles não podem reclamar porque eles também fizeram a mesma coisa. Assim sendo, em uma simplória analise, quem perde é a cidade. A cidade perdendo, perdemos todos nós, menos eles, os “sabidos”, que já se apossaram  de suas partes da maneira menos republicana possível.

Foto: Jornal ElPais

Foto: Jornal ElPais

Pois bem, isso também acontece, praticamente, em todos os segmentos que compõe a administração pública local. Quer seja no loteamento dos cargos públicos em troca de votos ou até mesmo na questão do “ordenamento urbano” com “concessões” à pequenos comerciantes. Na prestação de um serviço direcionado a população à simples emissão de um documento. O problema é sistêmico.

Entrando agora na questão do ordenamento do trânsito a gestão do Governo de Todos aparelhou este segmento, com a criação da AGTRAN, basicamente, para ser apenas “mais uma fonte” de receita municipal. Sabidamente, para não chamar a atenção, deve   canalizar sua receita para outra rubrica.

Poderia perguntar ao internauta, então, o seguinte: de maneira consistente e estrutural o que foi que mudou para melhor na mobilidade urbana da nossa cidade? O sistema de transporte coletivo melhorou? Será que o serviço de mototaxi está mais organizado? Quantas ruas foram arrumadas para receber novas demandas de fluxos de veículos? Qual foi o trabalho realizado nas calçadas para que as pessoas possam se deslocar caminhando com segurança? Já com relação ao sistema de arrecadação,  não podemos dizer a mesma coisa…

O sistema de transporte alternativo da nossa cidade,  que recebe diariamente kombis, bestas e vans, oriundas das cidades circunvizinhas,  continuam “ditando as regras” no município, e a AGTRAN, apenas observa, ou será que o que estou dizendo é algo estranho aos que  vivem e moram em Vitória?

Apenas para exemplificar o que digo, basta qualquer um de nós,  passar pela Avenida Mariana Amália, na parte da manhã ou da tarde, para observar um ponto de transporte alternativo sendo realizado “em baixo” de uma placa de proibido estacionar, que aliás, esta a “meio pau” e virada para o lado contrário (tudo errado).

IMG_8388

Uma coisa curiosa neste fato é que, segundo informações, quem toma conta deste setor na prefeitura é a  mesma pessoa que o coordenava no tempo do Governo Que Faz, ou seja, Celso Bezerra, que aliás, era uma pessoa extramente ligada ao Romero, um dos filhos de José Aglailson. Celso, naquele tempo, circulava aos sábados com uma prancheta pela Rua Melo Verçosa para conferir as coisas. Naquele tempo, assim como hoje, a bagunça é  a mesma, ou seja, quem continua “dando as cartas” são os motoristas e donos de carros que fazem o chamado transporte alternativo, portanto, mesmo depois de sete anos consecutivos da gestão do Governo de Todos,  não é nenhum absurdo dizer: “Tudo como dantes no quartel de Abrantes”.

Muniz do Arrasta-pé: VALE APENA SABER.

A pedido do amigo comunicador Breno Ramos, divulgaremos a história do artista Muniz do Arrasta-pé, seu amigo.

muniz

BIOGRAFIA DE MUNIZ DO ARRASTA-PÉ

1. O COMEÇO DE TUDO.
2. A CRIAÇÃO DOS FILHOS.
3. A PREOCUPAÇÃO DE JOSÉ.
4. O INÍCIO DA SUA VIDA PÚBLICA.
5. SEU ADÉLIO MUDA DE IDEIA.
6. A TROCA DO INTERIOR PELA CAPITAL.
7. AS OUTRAS IRMÃS DE MUNIZ TAMBÉM VINHERAM
8. QUEM ERAM OS PROFESSORES DE MUNIZ
9. A VINDA DO RESTANTE DA FAMÍLIA DO INTERIOR PARA A CAPITAL
10. O PRIMEIRO EMPREGO.
11. O PRIMEIRO TRABALHO EM CD.
12. A FAMA.
13. A PERDA DE MUNIZ.
14. A RETOMADA DO SUCESSO.
15. O TERCEIRO CD
16. OS SHOWS RECUARAM UM POUCO
17. MUNIZ É PESSOA JURÍDICA

O COMEÇO DE TUDO

Um dia, lá no Sítio Paudarco, município de Salgado de São Félix, interior da Paraíba, dois jovens se casaram. Eram eles: Adélio com 26 anos e Eurides com 24 anos de idade.

Isto se deu no dia 2 do mês de Abril do ano DE 1964. (Uma Quinta-feira.)

Após um ano e nove meses, nascia o primeiro filho do casal. Um menino que lhe foi dado o nome de (José.) Depois do menino começar a engatinhar, seus pais perceberam que a criança não enxergava.

Um ano após, nascia outro filho. Desta vez uma menina que recebeu o nome de (Judite) E QUE Como o primeiro, ao engatinhar, perceberam também não enxergava. Mas, a história continuou.

Depois o casal teve o terceiro filho, que recebeu o nome de (Domingos Sávio) que mais uma vez, também nasceu sem enxergar.

Chegou a vez do quarto filho, outro menino (Severino) que também veio sem ver.
Aí veio o nascimento do quinto filho, outra menina. Que foi batizada por (Maria Aparecida) não sei explicar, mas, a menina também nasceu sem a visão.

O sexto Vera Lúcia e o sétimo Mauricéa, nascerão sem problema visual.

Clique aqui e conheça a história na integra de Muniz do Arrasta-pé

Contatos: (0xx81)9604-4870
e-mail: cantor@munizdoarrastape.com.br
site: http://www.munizdoarrastape.com.br
Facebook: http://www.facebook.com/muniz.arrastape

Internauta Jairo Medeiros comenta artigo sobre filosofia

Comentário postado “O que é filosofia para você?“.

Se já na aurora do curso já dissertas o nobre amigo Cristiano Pilako com lauta e envergadura de conhecimento, síntese e coesão, eu imagino quando da conclusão: será empossado professor!

Adorno o texto e chamo a reflexão para que a filosofia tem um corte helênico onde os cidadãos discutiam na praça (ágora) os destinos e assuntos da ‘res publica’, a coisa de todos.

Assim, o singelo chamamento do pensar, per si, é ato filosófico por natureza do ser único pensante, animal homem.

Este que deste primórdios em pinturas rupestres quis representar por iconográficos sua visão sobre o mundo.

O avanço das urbes com a crescente fragmentação dos feudos engendrou aceleradamente a formação de centros de consumo, troca, escambo e comércio.

O indivíduo que surge na Polis começa a pensar que enquanto parte da sociedade precisa pensar e refletir sobre a sociedade que o cerca, pois, as suas necessidades são, também, objeto do corpo social.

Assim, o Pilako na assertiva “A filosofia consiste em pensar além do óbvio, do senso comum é praticar a reflexão em torno do mundo e da gente mesmo, ou seja, a filosofia é algo muito próximo de todos nós.” demonstra um conhecimento vivencial que a academia sedimentará com leituras, debates e reflexão da episteme e do dever inquietante do ser humano: conhecer o mundo, o universo e a si próprio.

Parabéns ao aluno-mestre.

Jairo Medeiros

Internauta João do Livramento comenta no blog

Comentário postado na matéria “Internauta Manoel Carlos faz tréplica ao comentário de João do Livramento“.

Olá meu amigo Manoel Carlos, fico lisonjeado em ter aqui nesta “Ágora” virtual, que tem sido o blog do Pilako, minha fala como objeto de aplicação de suas “magistrais” técnicas de desconstrução, dignas de estarem na boca de “Protágoras” ou do próprio “Górgias”, por vez enxergo o uso da “Maiêutica”, mas digo que prefiro a “Dialética”. Confesso que tenho aprendido bastante com o senhor, e já que aprender é tudo que almejo, estou bastante satisfeito com nosso diálogo, fico irradiante quando o senhor se apoia, “com muita propriedade” em pensadores do mais alto nível, desta vez, o santo “Agostinho de Hipona”, filho da também santa “Monica” a qual rezou trinta anos pela conversão do filho, que viria a ser um dos mais importantes filósofos da igreja católica, que ele próprio relata em seu livro autobiográfico intitulado de “confissões”, mas tendo o senhor, citado sua grande obra “A Cidade de Deus”. Citou também o filósofo inglês “Thomas Hobbes”, ainda bem que não tive em mim, personificada a “Besta” Leviatã. Realmente gosto de deixar a cargo do leitor pesquisar sobre os filósofos que cito, como forma de despertar o interesse pelo autor. Deleito-me quando o senhor roga em latim “Misericórdia Senhor Misericórdia”, porém fico preocupo, quando o senhor brada em italiano, pois os italianos são muito temperamentais. Quanto ao tema Abolição da escravatura no Brasil, fiquei pensando, como um homem tão inteligente como o senhor, acredita na “Lei Áurea” como um ato de benevolência, de Pedro II e sua filha Izabel, a quem os negros ignorantes, reverenciam equivocadamente como sua grande benfeitora. Esta é a história “contada” aos bobos, porque a verdadeira é que, a abolição foi uma imposição dos Ingleses, devido ao preço que o açúcar produzido no Brasil, com mão-de-obra escrava, era comercializado no mercado internacional, já que as colônias inglesas produziam açúcar, com mão-de-obra paga, sendo assim uma concorrência desleal. E o Brasil teve que acatar as ordens devido a subserviência aos ingleses, que vinha desde a sua independência, que teve o seu reconhecimento internacional mediado pelos ingleses, subserviência esta que aumentou com os empréstimos ao Brasil para financiar a “Guerra do Paraguai”, mas acredito que em seus “livros sérios” não cabem estes fatos. Pense nisso! No mais me despeço retribuindo seu abraço fraternal.

João do Livramento.

URGENTE: DESAPARECIDA.

foto

Encontra-se desaparecida desde sábado passado, dia 11 de abril, a senhora Maria de Lurdes Pereira de Assis, também conhecida por RITINHA. Segundo seu pai, Natan Ferroviário, a mesma é portadora de problemas mentais. Qualquer informação, ligar para 3526-5247. A família agradece antecipadamente.

Agente de trânsito, ao ir no banheiro, para fluxo de veículos.

Com quase dois anos e meio de criada pela gestão do Governo de Todos, a AGTRAN, ainda tá muito longe de prestar um bom serviço a cidade e, consequentemente, aos seus munícipes e visitantes. É bom que se diga que o amigo Hildebrando Lima não pode ser totalmente responsabilizado, pois, seu chefe, Elias Lira, é um especialista em “fritar” auxiliares, isso porque, não tem interesse em transformar, para melhor, as coisas no município, principalmente,  o ordenamento no trânsito.

O resultado desta equação danosa para cidade, implica diretamente na qualidade de vida das pessoas como um todo. Com pouquíssimo investimento nesta área (trânsito), o que não é novidade para ninguém, a acidade é obrigada a conviver com um serviço do tipo “pelo menos”.

Pois bem, como no planejamento também foi aplicado um “pelo menos”, a atuação dos agentes de trânsitos – que não são  concursados – também revela-se, na prática, um “pelo menos”. O despreparo é latente.

Apenas como exemplo – mais um – hoje pela manhã, por volta das 9h07, ao cruzar a linha férrea, no sentido centro livramento,  pela rua (que não tem nome) que liga as Praças Leão Coroado a Restauração, próxima a Antiga Estação Ferroviária, observei que um  veiculo da AGTRAN se encontrava parado bem embaixo de uma placa de proibido estacionar.

IMG_8385

Muito bem, depois de percorrer uma determinada distância, estacionei meu carro em frente ao Prédio da Câmara Legislativa Municipal. Mesmo depois de fechar o carro e descer caminhando (um relativo espaço de tempo) a referida viatura da AGTRAN ainda se encontrava no mesmo local, ocasionando, inclusive, uma retenção no fluxo de coletivo, pois, da maneira que o veiculo ficou parado só transitava carro “pequeno”, que aliás, outro viatura da AGTRAN passou no momento do registro fotográfico.

IMG_8386 IMG_8387

O curioso desta história, é que este pequeno congestionamento no fluxo de veículos se deu, porque o agente da AGTRAN, parou o carro para ir ao banheiro na Praça da Restauração. Não que o dito cujo não possa fazer suas necessidades fisiológicas, afinal, ele é um ser humano como todos nós, o problema reside, na falta de capacidade de raciocinar que ao deixar o automóvel naquela posição poderia interromper, momentaneamente, o fluxo de veiculo. Se o agente “apertado” tivesse parado em frente ao banheiro (que também é proibido) atrapalharia menos o fluxo de veículos.

Ora!! Se o sujeito que trabalha como Agente de Trânsito, não tem a capacidade de raciocinar como um motorista atento às regras que ele deveria saber na ponta da língua, como pode, então, um sujeito deste, ter capacidade para interagir com os desafios de disciplinar um trânsito de uma cidade feito a nossa e promover fluidez na chamada Mobilidade Urbana?

ANIMATINÊ Vitória: 3ª Edição do Evento.

IMG_8381

Na tarde de ontem (12) encontrei uma galera fantasiada no Pátio da Matriz. Fiquei curioso para saber o que representava aquele movimento, até porque, notei que não se tratava de uma coisa aleatória.

Pois bem, ao aproximar-me do pessoal, logo fiquei sabendo que se tratava de participantes de um evento (ANIMATINÊ) grandioso que ocorre também em várias outras cidades. Aqui em Vitória, o evento já está na sua terceira edição. As apresentações ocorreram nas dependências do Colégio Pedro Ribeiro.

O processo, caso tenha entendido direito, até porque nunca havia escutado falar neste tipo de evento, ocorre mais ou menos assim: o pessoal incorpora a figura de algum personagem de filme ou games para viver por um dia a hipotética vida daquele personagem. Segundo uma das participantes, este “delírio” é sentido por crianças, jovens e até adultos. Veja o vídeo:

“Passeio Dominical”: burricos na Matriz.

Na tarde de ontem (12) nossas lentes registraram, na Avenida Silva Jardim, o “passeio dominical” de dois burricos.

IMG_8375

Segundo informações de pessoas da própria Prefeitura, os serviços de fiscalização e recolhimentos de animais de grande porte soltos nas vias públicas da cidade foram desativados, simplesmente, porque o pessoal não aceitou trabalhar “por amor a causa”. O prefeito Elias Lira continua MASSACRANDO as pessoas que necessitam celebrar um contrato de trabalho com a municipalidade.

Sendo assim, mesmo a contragosto, serei abrigado a abrir a “jaula do Elias” e zerar nosso contador mais uma vez.

Um show da “Made In Recife” no Varanda.

IMG_8369

Na tarde do sábado (11) participei, mais uma vez, do Encontro dos Amantes da Boa Música ocorrido no Restaurante Varanda do Tadeu Souza. O espaço, como todos sabem, é direcionado à apresentação de artistas locais, assim como,vez por outra, abre espaço para grupos de fora.

No último sábado, por exemplo, apresentou-se, pela primeira vez na nossa cidade, a Banda MADE IN RECIFE. Com uma proposta musical voltada para os chamados “Bailes Shows”, o grupo concentra seu repertório musical nos grandes sucessos dos anos 70/80/90.

Pois bem, durante as três horas da referida apresentação, a mesma, oportunizou-me a  “viajar” sem mesmo sair  do lugar. Isso porque, todas as músicas ali tocadas, sem exceção, de certa forma, em algum momento da minha vida de jovem, esteve presente, hora,  apenas na lembrança, hora de maneira mais marcante.

No bojo da sua apresentação pude pinçar alguns sucessos de artistas e bandas nacionais  consagradas, há muito esquecidas, tais como: Marquinhos Moura, Biafra, Sarajane e etc. Já na linha internacional, grupos e artistas  mundialmente conhecidos, tais como AABB, Tina Charles, Michael Jackson também  “marcaram presença” no show. Veja o vídeo:

Scan0001O grupo musical – Made In Recife – é formado por músicos tarimbados e já conhecidos na cena artísticas da capital pernambucana. Como bom apreciador de música, destaco na banda a participação da vocalista Fabiane que, além da beleza, encanta com  sua bela voz e simpatia no palco. Na oportunidade gravamos um vídeo da mesma interpretando o estrondoso sucesso musical  (80/90)  da dupla sueca de pop rock,  Roxette. Veja o vídeo:

Portanto, parabéns aos que fazem   O Restaurante Varanda do Tadeu, pela excelente escolha do grupo musical para animar o Encontro dos Amantes da Boa Música que ocorre sempre nas tardes de sábado.

IMG_8364 IMG_8365 IMG_8366 IMG_8367 IMG_8368

Prof. Enedino Soares comenta sobre Greve de Professores da Rede Estadual

Na última sexta-feira, 10 do 04, os professores da Rede Estadual de Ensino, reunidos em assembleia, no Clube Português do Recife, deflagraram greve por tempo indeterminado. 13,01% foi o percentual autorizado pelo MEC para ser pago a partir de janeiro a todos os professores conforme a lei do piso. A diferença salarial fica por conta da titulação e da carga horária que tem cada professor. Se o estado não tem recursos para pagar, cabe ao governador apresentar suas dificuldades ao governo federal e solicitar ajuda para tal.

Penalizar os professores sob alegação de que não há recursos, não somente contraria a lei, como também nega a afirmação de que Pernambuco está avançando. Pagar o percentual de aumento a 1.770 profissionais da educação, prejudicando 90% da categoria significa, no mínimo, não ter nenhum compromisso com a educação.

Por ocasião da morte de Eduardo, o então candidato Paulo Câmara disse: “não estou preparado para governar Pernambuco”, até concordamos com ele, mas nem por isso aceitamos servir de cobaia para pagar a conta.

Desestimular o professor a fazer sua graduação, ou mesmo se especializar é uma visão retrógrada, mesquinha e desprezível.

Pernambuco não pode avançar, menosprezando a educação, pagando o pior salário do Brasil aos professores.

Enedino Soares – professor da Rede Estadual
fone (81) 35231865/99879349.
Vitória de Santo Antão, 11/04/15.

Internauta André Ben comenta no blog

Comentário postado na matéria “A importância da manutenção do debate – por Valdenice José Raimundo“.

Ilustre Drª Valdenice e Senhores João do Livramento e José Edalvo.

Acompanhei atentamente o início, meio e as reticências deste diálogo que desde o dia 27 de Março, gera polêmica, comentários e exposições dos participantes, quando da publicação do seguinte post:

http://www.blogdopilako.com.br/wp/2015/03/27/discriminar-positivamente-uma-postura-antirracista/

Pois bem, muito foi discutido acerca das pessoas envolvidas e pouco das idéias defendidas.
Eis que de repente me veio à tona um antigo provérbio chinês que diz:
“O medíocre discute pessoas.
O comum discute fatos
O sábio discute idéias.”
Que fazer pois, quanto à estas coisas? Estamos falando aqui com a nata dos intelectuais vitorienses e sobre intelectuais vitorienses (até me pergunto onde estou metendo meu bedelho, [risos]).
O que a princípio deveria rumar a um confronto de idéias, ou no mínimo à uma reflexão sobre tais explanações, tomou como destino o “convencer ou convencer, o que importa é vencer”, originado, em meu humilde e não tão apto para julgar, ponto de vista, por parte de uma precipitação em julgo dos atributos da autora do texto acima mencionado, de um interlocutor, cujo mesmo não tenho nenhum problema em expor, que é o Manoel Carlos, a quem muito estimo.
Apreciei com destreza o artigo redigido pelo nobre jornalista José Edalvo, consoante à serenidade das palavras do homem culto, João do Livramento e cheguei assim a uma linha de pensamento que me aponta um tom de arrogância por parte de meu amigo Manoel Carlos, com quem interajo frequentemente pelas redes sociais, o que me moveu a aqui escrever (ou digitar) algumas linhas de interação com tudo o que foi pronunciado. Li de forma a não me deixar levar pelo calor das emoções, o singelo e rico texto em epígrafe, que disserta sobre a importância de manter o debate, brilhantemente redigido pela Drª Valdenice e vi nela a maturidade de quem sabe o que está falando sem necessariamente possuir uma espécie de carapaça ou padrão de defesa clichê, sobre suas idéias, o que muito me alegra. Não ter “aquela velha opinião formada sobre tudo”, reitera, para mim, a leitura que faço da pessoa da doutora, que por sua vez enaltece a autenticidade e qualidade de sua escrita.
Meu amigo Manoel, não sou o mais indicado a analisar gramaticalmente seus textos, contudo, é visível o comprometimento que sofre alguns trechos, em detrimento da coerência e coesão absorvida nas entrelinhas, contudo a semântica foi de fato o que mais me chamou atenção.
Se um pedido puder lhe fazer, e que possais me atender, sejamos mais serenos no trato e misericordiosos nos julgamentos.

No mais, parabenizo ao Blog do Pilako por proporcionar tudo isso, e em especial aos participantes do diálogo, que nos fazem refletir sobre muita coisa.
Forte abraço.

André Ben.

A importância da manutenção do debate – por Valdenice José Raimundo

Depois que escrevi sobre as cotas, evidenciando o meu posicionamento e li os comentários, fiquei muito animada para continuar escrevendo no Blog do Pilako. Percebo que é um espaço democrático, no qual as pessoas podem expor elementos de sua visão de mundo, os princípios e valores que norteiam sua intepretação da realidade, seus posicionamentos políticos e etc. Acho importante que espaços como este existam e garantam a pluralidade das maneiras de pensar. É claro que a pluralidade sem o respeito é enfraquecida.

No primeiro texto que escrevi para o blog eu fiz uma breve apresentação da minha pessoa. Agora quero acrescentar um pouco mais de informações para que o leitor tenha um pouco mais de clareza de com quem está dialogando.

Sou uma mulher negra. Assumidamente negra! Gosto de ser quem sou. Louvo ao Criador por me oportunizar nascer negra. Pele escura como uma noite sem luar. Amo meus pais Valdemar e Teresa e uma das coisas que me fortalece todo dia é saber que sou amada por eles. Amo meus irmãos (cinco) e minhas duas irmãs. Tenho 10 sobrinhas e 5 sobrinhos. Cultivamos o almoço aos domingos na casa de meus pais.

Desde menina acreditei que Deus tinha um plano específico para minha vida e nunca tive dúvida de que Ele me capacitaria para vivê-lo. Deus é meu grande animador na luta contra o racismo. Preciso afirmar que o racismo existe e não é fruto de abstrações dos negros. O racismo é ideológico e tem ao longo da história submetido muitos povos a situações degradantes. Os diferentes tratados como desiguais sempre alimentou a lógica de dominação.

Tenho alguns ícones na luta contra as diversas desigualdades e todas as formas de preconceito e discriminação. Destaco: Jesus, o Cristo, Ghandi, Madre Teresa de Calcutá, Lélia Gonzalez, Malcon X, Rev. Martin Luther King Jr, Rosa Parks, dentre outros/as.  Homens e mulheres que acreditaram que todos os seres humanos deviam ter uma vida digna.

Tenho sofrido muitas situações de racismo e acreditem que a questão não é porque sou pobre, pois posso me considerar uma negra de classe média. Sou doutora, professora de uma renomada universidade pernambucana e mesmo assim, as pessoas não me poupam das suas atitudes discriminatórias e, antes que me acusem de problemas com autoestima, tenho aprendido a cada dia o sentido do “somos imagem e semelhança de Deus”. Logo, somos belos, obras primas do Criador.

Acredito, sim, que aquilo que a sociedade majoritariamente defende como belo é esvaziado de beleza, isto porque entendo que o belo tem a capacidade de incluir e nunca de excluir.

 Caro/a leitor/a, somos diferentes e isto deveria tornar o mundo mais rico, formidavelmente mais rico, mas infelizmente não tem sido assim. Como diferentes, interpretaremos os diversos acontecimentos de formas diversas, mas que isto sirva para enriquecer o debate. Sem esquecer que o confronto deve ser das ideias.

Desejo que as ideias tenham como fundamento a garantia da dignidade humana, dessa forma elas poderão se materializar de maneira justa. Na próxima semana estaremos de volta. Obrigada pelas contribuições ao debate.

Até lá!

valdenice

Valdenice José Raimundo
Doutora em Serviço Social
Docente na Universidade Católica de Pernambuco
Líder do Grupo de Estudos  em Raça, Gênero e Políticas Públicas – UNICAP
Coordenadora do Projeto Vidas Inteligentes sem Drogas e Álcool – VIDA.
Endereço para acessar este CV:

E eles sorrindo de nós…………………..

Na noite de ontem (09), por volta 22h, ao chegar na minha residência, no bairro do Cajá, deparei-me com estes dois “indivíduos” na minha porta comendo a já sacrificada (calor) grama que adorna a parte frontal do prédio.

cavalo

Pois bem,  certa vez postei aqui no blog uma história que ouvi de um ex-funcionário de uma destas grandes empresas que por aqui se instalaram, quando o mesmo, relatou-me a forma “risível” com que os seus gerentes e funcionários graduados, oriundos do Sul do país, se refere ao nosso município.

Segundo a fonte – o ex-funcionário – o “batismo” de quem chegava de fora, ou seja, um novo funcionário, era caminhar por dentro da nossa feira (Praça da Bandeira e 13 de Maio), assim como, contemplar animais de grande porte, principalmente porcos, circulando entre as pessoas nas vias públicas da cidade.

Não podemos afirmar, mas, ao que tudo indica, o sentimento dos nossos gestores, nesta questão (bichos nas ruas), é parecido com o que pensa o  pessoal que vem de fora, ou seja, OS ANIMAIS (PORCOS E CAVALOS) FAZEM  PARTE DO NOSSO CÍRCULO SOCIAL.

Portanto, eis aí, um fato curioso que envolve a nossa cidade, ou seja, pessoas que riem da situação em que vive a nossa  população: o pessoal de fora, por ter uma visão mais urbanizada. já os nossos governantes riem de nós, simplesmente,  por sermos  “animais” tão dóceis quanto os cavalos e os  porcos famintos.

Sendo assim, mesmo a contragosto, serei obrigados a abrir a “jaula do Elias” e zerar nosso contador.

Internauta Manoel Carlos faz tréplica ao comentário de João do Livramento

Comentário postado na matéria “Internauta João do Livramento rebate comentários de Manoel Carlos“.

Senhor João do Livramento o senhor falou até “bonito”, citou filósofos, falou em falácia, etc….
Mas advirto o senhor que aspei a palavra bonito para acentuar que a verdadeira beleza não está em citar por citar,mas na essência e na capacidade de ponderarmos aquilo que arvoramos pronunciar ou crer!
O Senhor mesmo com dor de cabeça lembrou-se de citar filósofos, porem, tristemente, vejo que lhe falta maturidade para (se realmente leu os filósofos citados) vivenciar o universo mental/espiritual do filosofo citado, etc…
O Senhor também fez uso da palavra falácia (me imputando ser falacioso, creio), ora, a falácia é recurso válido desde que seja usado com honestidade!
O senhor nesse seu nosso “artigo” cita um filosofo mas nada ou quase nada diz do mesmo….apenas faz suas próprias conjecturas. Hum… Apegou-se a falácia da autoridade, mas pecou no quesito explanatório! Percebi com isso que o tema do racismo que o senhor me acusou foi, de certa forma, posto de lado, quiçá vossa senhoria tenha tido um belo surto de bom senso com relação a mim, um pobre mestiço, que até a fase adulta sempre pediu a bênção a uma senhora negra chamada Dona Biu Preta, que foi a primeira mulher a dar de comida a meu pai – hoje, ambos falecidos!
Eu até gostaria de que o senhor tivesse feito mais divagações sobre o tema racismo, pois gosto de aprender com quem tem pra ensinar, entretanto, pelo visto não é caso.
Lendo vosso “artigo” me lembrei de Agostinho que dizia: “Para conseguir sua maturidade o homem necessita de um certo equilíbrio entre estas três coisas: talento, educação e experiência.” (De civ Dei 11,25)
Senhor João, por vezes, no afã de querermos ajudar, aparecer, dar pitaco esquecemos das palavras deste santo, começamos a fazer a pior coisa que um humano o faz: falar sem conhecer!
Vossa Senhoria novamente me acusou de racista,e também se incluiu, posto que pela sua analise precisamos “todos nós” extirparmos da nossa cultura o preconceito de cor, “trazemos” incutido em nossos subconsciente”…
Porca miséria!
Primeiro vc me critica e me acusa de ser racista, e depois se diz ser racista também! Miserere Domini, Miserere!
Senhor qual o professor criminoso lhe ensinou isso? Foi o movimento negro? Os esquerdistas frustrados que em tudo se apegam para justificar que o “homem é o lobo do próprio homem”???
Lembro-lhe que nossa nação foi palco de lutas pela liberdade dos negros. Se um dia o senhor er algum livro sério de história verá a o Trono de Dom Pedro II foi perdido pelo fato de o mesmo e sua filha a Princesa Isabel terem optado pela libertação dos escravos… È dela a frase: MIL TRONOS EU TIVESSE, MIL TRONOS EU DARIA PARA LIBERTAR OS ESCRAVOS DO BRASIL”(…)
Que racista miserável foi Ela…..Não é mesmo? Perde um Trono, um Império, mas liberta um povo!
Senhor João do Livramento é muito fácil “pensar” hj em dia, é só repetir o que diz qualquer iletrado e preguiçoso mental. Afirmar que todos tem um racismo incrustado é de uma sordidez barata: o senhor já foi no âmago de todos os seres humanos para ter essa certeza, ou leu isso por ai?
Senhor João no inicio desta missiva falei que o ato de falar é perigoso, e sabe por que? Porque as palavras criam, fomentam tanto no íntimo como em sociedade atos altruístas ou tragédias…..
Se o senhor um dia puder ler o essencial livro A igreja, a Reforma e a Civilização do fundador da PUC do Rio de Janeiro, o Padre Leonel Franca, lerá a seguinte afirmação, no mínimo magistral:
“Grande é a responsabilidade de quem escreve. Agitar idéias é mais grave do que mobilizar exércitos. O soldado poderá semear os horrores da força bruta desencadeada e infrene; mas enfim o braço cansa e a espada torna à cinta ou a enferruja e consome o tempo. A idéia uma vez desembainhada é arma sempre ativa, que já não volta ao estojo nem se embota com os anos”. (…)
Pense nisso! Abraços fraternos!

Manoel Carlos.