Segunda reunião sobre o carnaval 2015 com os representantes da prefeitura.

Na noite de ontem (03) aconteceu no Auditório da Faculdade Osman Lins, a segunda reunião com os representantes da prefeitura relativa ao Decreto Municipal que visa regulamentar a festa de MOMO em nossa cidade no próximo ano.

Ao final da reunião anterior (quarta feira 26-11)  solicitei ao Secretário Ozias Valentim a minuta deste decreto para que pudéssemos, juntos aos nossos pares, no seio da nossa instituição – ABTV – discutir e apreciar melhor o conteúdo da peça em questão. É bom que se diga ainda cheguei a ligar, na tarde da segunda-feira (01-12) para o amigo Ozias cobrando o acertado, mesmo assim, chegamos para a segunda reunião sem a posse do material. Mais uma vez, o conteúdo do decreto nos foi apresentando em um telão. O Secretário Paulo Roberto, começou a reunião apresentando um assunto fora da pauta, que em nada contemplava os anseios dos carnavalesco presentes, o representante da Girafa, Alexandre Ferrer, acabou,  sendo abrigado a “chamar o feito a ordem”. Veja o vídeo:

Aconteceram algumas modificações na redação da peça. Na questão dos documentos exigidos às agremiações carnavalescas, foi aumentado o numero de certidões negativas, agora, além da certidão  federal está  sendo  solicitado a da fazenda estadual, fora,  estatuto e  ata de posse.

Como solicitei na reunião anterior, desta vez, observei a inclusão das associações – ABTV e ACTV – na redação do decreto. O problema desta questão é que as associações, da maneira que foram incluídas, na minha opinião, FIGURARÁ  APENAS COMO PEÇA DE DECORAÇÃO, ou seja, não deverá, se assim permanecer,  cumprir sua função de atuar como uma espécie de “guarda-chuvas” para agremiações que não dispões das  formalidades jurídica necessárias, até porque, na maioria dos  casos não compensa formalizar uma troça carnavalesca.

Na questão levantada, já na reunião anterior, relacionada aos fios no percurso, onde a prefeitura tentava jogar a sua responsabilidade para as agremiações que desfilam com trio elétrico, a mesma não havia sido alterada, foi necessária nossa intervenção para que isso acontecesse. Com relação ao percurso, menos mau. Todas as agremiações voltarão  a sair e recolher  nos seus  lugares de origem.

Com relação ao critério da distribuição de verbas por parte da prefeitura, continua o “MISTÉRIO”, mais uma vez questionei ao secretário Paulo Roberto,  e ele, mais uma vez não respondeu. Outra pergunta que fiquei sem reposta, foi com relação aos critérios para emissão do Alvará provisório que serão emitidos pela prefeitura, assim como seus prazos de emissão.

Quando perguntei ao Secretário Paulo Roberto de quanto seria o orçamento estimando para a festa – carnaval 2015 – por parte do Governo Municipal, uma vez que, na minha opinião, deveria constar no decreto, ele não gostou, aparentemente,  recebeu a indagação, como uma ofensa pessoal, o que convenhamos, é lamentável.

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Outra coisa que senti falta no Decreto foi de dispositivos de incentivo ao carnaval de alegoria, pois,  em momento algum o conteúdo da peça  específica a modalidade, o que convenhamos,  é a marca registrada do nosso secular carnaval.

Após as duas reuniões,  ainda ficaram várias duvidas, entre elas:

-Se uma agremiação, após o consenso da sua diretoria, resolver não investir no  seu CNPJ, ou seja, optar por  não receber o dinheiro da prefeitura, poderá, mesmo assim, participar do carnaval vitoriense 2015?

-Para a prefeitura, qual a verdadeira função das associações carnavalescas.

Para concluir esta matéria, não com o tema, fica mais uma vez A COBRANÇA, AOS SECRETÁRIOS, Paulo e Ozias, DA MINUTA DO DECRETO IMPRESSO,  OU NA VERSÃO DIGITAL, para que possamos melhor aprecia-lo, antes da sua aplicabilidade.

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Foto: Blog A Voz da Vitória

Ao final da reunião, muitos participantes sentiram à falta do Secretário Ozias Valentim, até porque, ele se demonstrou, na reunião anterior, mais flexível e sensível às causas carnavalesca, já o Paulo, segundo comentários dos participantes com os quais  falei na hora do lanche, ele se mostrou  intransigente, de maneira que  não consegue dialogar naturalmente com quem não concorda com suas opiniões, portanto, tomarei a liberdade de dá  um conselho ao amigo Paulo Roberto; procure seguir os ensinamento do Mestre religioso, Dom Hélder Câmara que diz: “Se discordas de mim, tu me enriqueces”.

Internauta Rogério Albuquerque comenta no blog

Comentário postado na matéria “Artéria que tem início na rua Vidal de Negreiros“.

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Hoje em dia, ao compararmos com a foto, essa área está totalmente irreconhecível: passeios públicos ocupados, residências e lojas sitiadas, mercados públicos arruinados, além de contribuir para um ambiente urbano degradado.

Infelizmente, os sucessores da administração do prefeito José Augusto Ferrer falharam numa política de planejamento e desenvolvimento ordenado de nossa cidade. Será que só através de fotos antigas, preservadas no acervo do Instituto Histórico, é que veremos a nossa cidade limpa e organizada?

Rogério Albuquerque

Internauta J.S. Machado comenta no blog

Comentário postado na matéria “Internauta, que pediu para não ser identificado, faz cobranças!“.

A melhor palavra para definir um fato como este é: PICARETAGEM. Esse é o autêntico 171. Observem que não puseram na placa a data de início e nem do término da obra, e isso é um forte indício de que houve má fé. Um fato curioso é que essa tal de ANCAR leva todas as licitações de obras na nossa Sucupira. Isso é que o nosso Elialira Paragaçu chama de “uma vitora bem amenistrada”.

J.S. Machado

Internauta Erasmo Neto opina sobre Carnaval

Comentário postado na matéria “Prefeitura realizou reunião sobre o carnaval 2015“.

O carnaval de vitória, é o melhor pois temos aqui não só a cultura pernambucana dos frevos e maracatus, mas a cultura carioca e paulista dos sambas, a cultura baiana com o axé, e até mesmo a cultura do INTERIOR, com o forró. Isso faz o carnaval de vitória um atrativo, para pessoas de todo o estado. Na minha opinião o palco deve sim ser inserido na semana pré-carnavalesca, mas não deve sair do período momesco. Um carnaval bastante tradicional como o de bezerros faz uso do palco em certa hora, porque aqui seria diferente?

Outra coisa que na reunião nem em nenhum blog, fala é do sucesso que os “blocos jovens” vem fazendo há alguns anos. Estamos resgatando, da nossa maneira, o carnaval de clube que vocês, antigos carnavalescos, deixaram sumir. Nos chamam para entrevistas, mas na hora reconhecer nosso sucesso ninguém aparece.

Melhoraria aquela frase da “tragédia carnavalesca”, deixaria assim: ” se não fossem os blocos jovens de vitória, o carnaval de vitória teria sido uma tragédia.”

Erasmo Neto

Internauta João Fernando cobra mais uma vez os serviços de pavimentação prometidos pelo prefeito

PREFEITURA OMISSA – ESGOTOS ESTOURADOS, RUAS SUJAS E NÃO VARRIDAS. Muito embora as propagandas e orçamentos aprovados teimem em afirmar melhorias no nosso bairro CAIC – MAJOR EXPEDITO. a realidade é outra. Embora o orçamento esteja aprovado, inclusive placa fixada na entrada do nosso bairro, rua 04 – caic ao ifpe. NADA DO CONSTANTE FOI REALIZADO. SEGUE FOTOS DA PLANTA DO BAIRRO E DOS DESCASOS – ACORDA MP, TCU E PREFEITURA.

João Fernando

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Internauta Mariano Neto comenta matéria do blog

Comentário publicado na matéria “Prefeitura realizou reunião sobre o carnaval 2015“.

Sou a favor das Agremiações, seja ela animada por trios elétricos ou por orquestras de rua, Vitória tem espaço pra todos os tipos.
O carnaval de 2014 na nossa cidade, ficou a desejar. Mas nunca é tarde para consertar o erro.
Só peço que os responsáveis pela ACTV, observassem a organização da ABTV e siga de exemplo, trabalhar em conjunto é a melhor solução.

Mariano Neto

Prefeitura realizou reunião sobre o carnaval 2015

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Aconteceu na noite de ontem (26), no auditório da Faculdade Osman Lins, uma reunião carnavalesca que teve como principal objetivo discutir o conteúdo de um Decreto Municipal que tem por finalidade regulamentar as festividades carnavalescas de 2015. Os Secretário Municipais, Ozias Valentim e Paulo Roberto, assim como presidentes de associações – ABTV /ACTV – e diretores de agremiações marcaram presença no encontro.

Fotos: Site da Câmara de Vereadores de Vitória

Fotos: Site da Câmara de Vereadores de Vitória

Por um dever de justiça, devemos creditar aos vereadores Geraldo Filho e Novo da Banca a ideia da regulamentação da festa (carnaval) por decreto, pois, após o fiasco, por parte da prefeitura na organização do carnaval 2014, os edis procuraram a ABTV para, em conjunto, provocar uma Audiência Pública, no sentido de discutir, democraticamente com todas as partes envolvidas, o melhor modelo para festa. Se o evento não chegou a ser concretizado, naquela ocasião, deve-se creditar à falta de solidariedade por parte do Presidente da Casa, vereador Edmo Neves, que foi insensível ao pleito dos colegas vereadores, assim como dos  diretores de agremiações carnavalescas naquela ocasião.

Pois bem, voltando à reunião de ontem, após o decreto ter sido apresentado em um telão, cujo conteúdo não pode ser devidamente analisado e apreciado por todos, as discussões foram aberta em torno de vários pontos.

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Na sua intervenção, o Secretário  Municipal de Governo, Ozias Valentim, disse está de acordo que as agremiações que são animadas com trio elétricos voltem a desfilar pelo entorno da Praça da Matriz. O presidente da ABTV, Charles Romão, entre outras coisas, disse que não se deveria fazer mais aquela “propaganda enganosa”, na manhã da  segunda-feira de carnaval com a transmissão da Rede Globo, disse ainda, que a ABTV, com relação à força desproporcional usada pela polícia na direção das agremiações, artistas e folões no carnaval passado, foram devidamente cobradas às providências juntos as autoridades. A presidente do Clube de Fado Taboquinhas, Verônica, explanou sobre a democratização do carnaval. Gilberto  Lorena, assim como outras pessoas também fizeram uso da palavra.

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Na minha intervenção oral, fiz questão de dizer que o carnaval 2014, catalogado por dirigente de agremiações, comerciantes e,  principalmente pelos foliões, como pior carnaval da história da cidade, não foi de tudo ruim, até porque, se a “tragédia carnavalesca” não tivesse ocorrido, não estaríamos discutindo, com os representantes da prefeitura, no final de novembro 2014, o carnaval de 2015.

Também levantei algumas questões de ordem burocrática que, de certa forma, engessam a participação das pequenas agremiações, quando, na minuta do decreto, se cobra CNPJ e até certidão negativa de órgão federal, para só assim, acontecer a liberação dos minguados recursos da prefeitura.

Minha sugestão, nesta questão, foi que as associações, já existentes (ABTV e ACTV), atuem como uma espécie de “guarda-chuva” na liberação dos recursos governamentais, ou seja, o dinheiro vem para as entidades, elas repassam aos contemplados e prestam contas. Outra coisa que discordei do decreto foi a exclusão das associações (ABTV e ACTV) no processo carnavalesco.

Em outro ponto do decreto discordei da tentativa da prefeitura de querer “jogar” para cima das agremiações a responsabilidade com os fios que cruzam as vias da cidade onde desfilam os trios elétricos, ora!! quem tem  que tomar a frente nesta questão é sim, a prefeitura, até porque a regulamentação desta matéria é, constitucionalmente, de sua responsabilidade.

Com relação aos critérios usado pela prefeitura, no que diz respeito aos valores repassados às agremiações,  foi outro ponto que levantei, dizendo, inclusive,  que deverá ser melhor debatido.

Com relação aos investimentos em palco e suas respectivas apresentações no carnaval da Vitória, votei a dizer: PALCO  É UMA FIGURA ALIENÍGENA ÀS NOSSAS TRADIÇÕES. O palco seria bem vindo, como nos carnavais de outrora onde na semana pré-carnavalesca eram usados, justamente para aquecer o carnaval. Nossa festa maior (carnaval) tem mais de 120 anos e foi forjada na tradição dos cortejos, ou seja, o folião da Vitória gosta de “pegar” seu clube no seu local original de saída, desfilar com ele e voltar para o ponto inicial.

Terminei minha intervenção dizendo, entre outras coisas, que precisávamos desta minuta de decreto,  impressa, nas nossas mãos, para que possamos  fazer uma avaliação mais apurada. Com relação ao carnaval da Vitória, disse que é uma obra inacabada, iniciada pelos nossos ancestrais, muitos deles parentes dos que ali se encontravam,  e que estamos apenas dando continuidade, onde,  logo-logo,  já estaremos catalogados nas páginas do passado, e que portanto, ninguém deve pensar que é proprietário do CARNAVAL SECULAR DA VITÓRIA.

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Na fala do Secretário Paulo Roberto, responsável pela leitura do decreto apresentado no telão, ficou, pelo menos para mim, a impressão que ele aprendeu alguma coisa com os erros cometido no carnaval passado (2014), onde a prefeitura, de maneira unilateral tentou “se esconder” por trás da Promotoria e da  Polícia Militar para, então, IMPOR suas vontades e seus projetos, sem levar em consideração à história das agremiações e,  sobretudo à liberdade dos foliões.

Portanto, gostaria de dizer que mesmo continuando com a opinião de antes, ou seja, pela criação de um COMITÊ GESTOR DO CARNAVAL, dispensando assim,  qualquer tipo de imposição e interferência  nas festividades momescas, na minha avaliação, o carnaval  2015  começou  de maneira positiva.

Para encerrar, gostaria aqui  de repetir uma frase proferida, repetida vezes, pelo prefeito Elias Lira que diz: “quanto se planta uma boa semente, se colhe um bom fruto”. Com isso, quero dizer que a gestão do Governo de Todos chega para comandar seu sétimo carnaval consecutivo, e se lá atrás tivesse planejado o carnaval  da forma correta não estaríamos, “nesta altura do campeonato”, precisando recomeçar praticamente do zero. Mas, como diz o ditado, nunca é tarde para compreendermos que erramos e que precisamos aprender com quem sabe mais.

Ao final do encontro gravamos um vídeo com o Secretário de Governo, Ozias Valentim, onde o mesmo faz uma pequena avaliação da reunião. Veja o vídeo:

“Aconteceu mais uma emergência” – diz internauta Rogério Albuquerque

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Aconteceu mais uma emergência em uma das ruas atingidas pela feira livre. Dessa vez a senhora Nair Eustáquio, moradora da atual Rua Professora Lenira Santos (antiga Rua Dias Cardoso), precisou de atendimento médico emergencial e o SAMU foi acionado. Os familiares dela passaram por momentos de muita tensão, pois além da preocupação com o socorro de um ente querido, a situação ainda ficou mais agravada com o bloqueio das ruas que dão acesso às residências dos moradores. Isso ocorreu na manhã do sábado (22.11), com as ruas totalmente indisponíveis para tráfego. Num primeiro momento, ainda houve a tentativa de afastar os bancos e mercadorias para que a ambulância pudesse entrar até o local. Diante da resistência de alguns feirantes e também para não atrasar ainda mais o atendimento, a ambulância ficou estacionada distante. Sem opção, os socorristas a removeram até o local onde foi possível estacionar o veículo, através da feira em pleno horário de pico, com as ruas repletas de bancos, mercadorias, feirantes e consumidores. Era visível o constrangimento e a angústia dos familiares com toda essa situação. Infelizmente a senhora Nair faleceu dois dias depois. Há algum tempo estava com a saúde bastante debilitada e, por diversas vezes, os serviços de emergências foram chamados para socorrê-la. Mas foi a primeira vez que isso aconteceu ao sábado e ela não resistiu. Vale salientar que a equipe do SAMU foi muito eficiente e, apesar de toda essa adversidade, não mediu esforços para estabilizá-la. Tudo isso só confirma o parecer do Corpo de Bombeiros na Promotoria local, em 04.06.2013, que alertou para a total insegurança da feira e que todos os atingidos por ela estão em risco constante. Numa situação emergencial, a rapidez no atendimento é fundamental para o sucesso do mesmo. Qualquer obstáculo que atrase o socorro, como ruas bloqueadas por exemplo, pode contribuir para um desfecho trágico. As autoridades municipais já foram alertadas sobre esse perigo e até o momento nada fizeram. A verdade é que vivemos sobre um campo minado, com o perigo iminente de explodir. Enquanto em Vitória esse problema é ignorado pela Prefeitura, outras cidades do interior de Pernambuco enfrentaram essa questão e transferiram suas feiras para áreas apropriadas. Onde isso aconteceu, além de um comércio popular organizado e estruturado, a questão mobilidade melhorou sensivelmente. Talvez muitos não saibam, mas esse assunto está na Justiça. Após várias reivindicações da Promotoria ignoradas pela Prefeitura, o Ministério Público ingressou com uma Ação Civil Pública contra o Município. Qualquer cidadão pode consultar o processo, acessando o site www.tjpe.jus.br, clicar em processos de primeiro grau/consultar e informar o número 2387-35.2014.8.17.1590. Esperamos que o Poder Judiciário atue concretamente para reverter essa situação.

Rogério Albuquerque

VIGÍLIA, ONLINE, DE PROTESTO E REIVINDICAÇÃO – pelo internauta Jordania

VIGÍLIA, ONLINE, DE PROTESTO E REIVINDICAÇÃO

“HÁ 96 DIAS(18/08/14 – 22/11/14), 2.304 HORAS, 96 ALVORADAS, 96 NOITES, 14 SEMANAS, 03 MESES, (0) ANOS, ESTÁ SENDO COBRADO DO PREFEITO A RESTITUIÇÃO DE UM BEM CULTURAL, PATRIMONIAL, DO MUNICÍPIO”.

Sr. Elias Lyra, devolva a nossa praça Duque de Caxias, arborizada e ajardinada.
Uma de suas funções como servidor, gestor, é de empenho no zelo da preservação e proteção do patrimônio municipal .
No seu governo, há quase dois mandatos, houve continuidade, permissiva, na desfiguração, devastação, extirpação, iniciada por atos de imprudência e desatino do governante anterior, sr. José Aglailson, num de nossos bens patrimoniais da cidade.
Fomos apartados, forçadamente, do bom costume da nossa cultura, de sentar para descanso reflexivo e uso como lazer naquele tradicional local, herança memorial, que faz parte da história da terra.
Ponha “A MÃO NA CONSCIÊNCIA”; queremos restaurada a praça Duque de Caxias; e também, por favor, com a mesma extensão de quando foi inaugurada.

Código Penal – CP – DL-002.848-1940
Dos Crimes Contra o Patrimônio
Capítulo IV

Dano
Art. 163 – Destruir, inutilizar ou deteriorar coisa alheia:

Pena – detenção, de 1 (um) a 6 (seis) meses, ou multa.

Dano Qualificado

Parágrafo único – Se o crime é cometido:

Inciso III – contra o patrimônio da União, Estado, Município . . . (Alterado pela L-005.346-1967)

Eu, no gozo dos meus direitos à cidadania, peço ao Ministério Público Federal a apuração das responsabilidades.

JORDANIA

Após eleição, “Máquina Administrativa Municipal” começa ser desmontada.

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Ao caminhar pelo Centro Comercial da nossa cidade, dias atrás, encontrei um amigo, leitor assíduo do nosso blog, que me fez um alerta: “Pilako, parece que aquele tal desmonte administrativo que ocorreu após a reeleição do prefeito (2012) está novamente acontecendo agora, depois da eleição do filho dele para deputado”

Como já tenho uma farta informação sobre este tema, uma vez que alguns dos demitidos já confidenciaram-me que serão postos prá fora  agora,  e readmitidos apenas em janeiro de 2015 – eles, inclusive, não estão acreditando nesta conversinha – estou apenas esperando o desenrolar dos fatos para fazer algumas matéria com este tema, uma vez que o pessoal, desta vez, está disposto a mim dar mais informações.

Pois bem, voltando para a conversa com o amigo, que encontrei no Centro Comercial, ele foi mais além e  disse ainda: “outro dia liguei para LOCAR, na tentativa do recolhimento de entulho perto da minha casa, após insistir pela previsão do recolhimento, uma vez que as atendentes foram evasivas nas respostas – após vários contatos telefônicos (3523-3501) – escutei que o quadro estava reduzido e que eu tinha de aguardar mesmo”. A   indignação do amigo  era tamanha, que chegou a me repassar os nomes das pessoas – LOCAR – com quem chegou a falar – Gerente – Paulo, Supervisor- Galdston, Secretárias – Geiza e Lucivania.

Pois bem, tudo o que ele mim disse – não revelarei seu nome por ter pedido – está “batendo certinho”.  Por  ocasião do “desmonte administrativo” de 2012, fiz vária matérias elencando ruas e bairros repletos de lixo e entulho à espera de recolhimento. (lembre aqui).

Sem querer entrar fortemente neste tema, neste momento, na tarde de ontem (25) registrei, em um raio de trinta metros um do outro, no bairro do Cajá, próximo a FAINTVISA, quatro entulhos esperando por recolhimento. Os matos, inclusive, de tanto esperar, já mudou de cor e já está bem sequinho, já já o vento começa a espalhar.

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Portanto, fica aqui mais um registro da maneira pela qual o prefeito Elias Lira governa a cidade. Em ano de eleição, a folha de pagamento é inflada e os serviços melhoram. Quando passa eleição a letargia administrativa volta a reinar.

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Saída da cidade ainda continua esburacada.

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Por ocasião do meu deslocamento, na manhã de ontem (25), à cidade do Recife registrei, mais uma vez, que a saída da cidade, neste sentido, ainda encontra-se toda ESBURACADA. Confesso não saber, ao certo, de quem é a responsabilidade de reparar este descaso, só sei de uma coisa: QUEM CONTINUA SE LASCANDO, SÃO OS MOTORISTAS. Portanto, se a responsabilidade não diretamente da prefeitura da cidade, seria de necessidade imperiosa, que algum secretário do município “levantasse a bunda da cadeira” e fosse cobrar a solução deste problema, ou será que estão esperando a Presidente Dilma vir resolever?

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Alunos do CAV/Vitória realizaram manifestação cobrando segurança no entorno do prédio da Universidade.

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Após ter tomado ciência através de uma mensagem via Facebook, no final da manhã da sexta (21), recebi um telefonema de um estudante da Universidade Federal, daqui da Vitória, reforçando o convite para participar da manifestação promovida pelos alunos, ocorrida no início da tarde do mesmo dia, onde os mesmos protestaram contra a insegurança no entorno do prédio da Universidade. Antecipadamente, agradeço a atenção pelo convite e ao mesmo tempo peço desculpas por não ter participado, pois já havia assumido outros compromissos no mesmo horário.

Pois bem, as informações que nos chega é que existe uma quadrilha atuando na área que vem aterrorizando os funcionários, professores e alunos do Centro Acadêmico. Só em um dia, segundo informações disponíveis nas redes sociais, foram mais de uma dúzia de assaltos.

Os alunos saíram em passeata pelas principais ruas da cidade fazendo muito barulho para chamar a atenção da sociedade para o problema da insegurança. Por algum tempo, segundo informações – cerca de 30 minutos – fecharam o tráfego de veículos na movimentada Avenida Henrique de Holanda, na altura da subida do Reservatório.

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Todos nós sabemos o peso que tem uma manifestação de rua, sobretudo quando os participantes não estão sendo financiados por partidos políticos ou por quem quer que seja.  As autoridades, normalmente, são mais ágeis quando este tipo de cobrança acontece. De parabéns estão os alunos do CAV por se organizarem para cobrar atitude das autoridades locais.

Gostaria de fazer um comentário, realçando duas matérias que fiz lá no mês de abril de 2012, que  tem, de certa forma, uma ligação com o movimento reivindicatório, ocorrido na tarde da sexta.

Primeiro: no dia 19 de abril de 2012, fiz uma matéria, cujo título foi: Santo Antão está fazendo a parte dele, que falava, entre outras coisas, da falta de infraestrutura enfrentada pelos alunos para chegar ao Centro Acadêmico. (veja a matéria aqui).

Segundo: já no dia 23 de abril, do mesmo ano, confeccionei uma matéria que teve como título a seguinte frase: Depois deste movimento, Vitória nunca mais será a mesma. Nesta ocasião, fiz referência para o engajamento político de alguns  jovens esclarecidos da cidade que, naquele momento, pelo menos para mim, haviam assumido um papel de protagonismo na cidade. (veja está matéria aqui).

Portanto, quero me solidarizar, neste momento, com os funcionários, professores e alunos do CAV/Vitória e dizer que estamos a disposição, na qualidade de órgão de difusão de noticias, para ajudar no que for necessário nesta questão.

Fotos: Reprodução/Facebook pessoal de Arthur de Andrade.

Motoqueiros, a revelia da AGTRAN, implementam em Vitória a “ZONA CALÇADA”.

Diariamente, encontramos circulando nas ruas da nossa cidade motos CINQUENTINHAS. Este meio de transporte, normalmente pilotados por menores e pessoas que não tem muito compromisso com as Leis de trânsito, vem engrossando as estatísticas de acidente e mortes.

Até o presente momento a prefeitura da cidade, através da AGTRAN, órgão responsável pelo trânsito, não conseguiu criar nenhum mecanismos para organizar a bagunça reinante. Recentemente o órgão fiscalizador andou recolhendo, nos espaços destinados a “Zona Azul”,  algumas destas motonetas.

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O curioso é que ao recolhe-las, nos diversos pontos da cidade, a equipe da AGTRAN promove uma espécie de “desfile da ilegalidade”, ou seja, trafegar com uma camionete com a tampa da carroceria aberta, sem o cumprimento dos requisitos necessário por Lei, também é andar FORA DA LEI, o que aliás, se constitui em péssimo exemplo para quem tem obrigação de cobrar legalidade nas ações das outras pessoas.

Outra coisa curiosa, relativa às motos, é que devido a falta de fiscalização dos agentes da AGTRAN, de um tempo prá cá, face as cobranças da “Zona Azul”, os motoqueiros da cidade, por conta própria, resolveram criar a “ZONA CALÇADA”, ou seja, para se safar da fiscalização das funcionárias da empresa “sortuda”, que explora o serviço de estacionamento regulamentar na cidade, os motoqueiros estão dividindo as poucas calçadas trafegável que temos no centro, com os pedestres.

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Como observamos, o governo de Elias Lira está completando seis anos no poder e a AGTRAN  com quase dois anos que  foi criada,  as  coisa continua acontecendo no mesmo ritmo da gestão do Governo Que Faz, comandada pelo folclórico ex-prefeito José Aglailson. Tudo como antes, aqui não é  para se  solucionar nada…………

Dois registros, para o mesmo flagrante.

Recebemos através do ESPAÇO INTERATIVO, de pessoas diferentes e em horários distintos a mesma sugestões de pauta.

No dia 20-11-2014, as 12:34h, um internauta que pediu para não ser identificado, enviou uma foto com seguinte comentário:

“Pilako, mais um bicho solto, aliás, dois, na rua.”

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No dia 21-11-2014, as 08:55h Paulo Souza enviou também um registro fotográfico:

“Ontem pela manhã fraguei estes cavalos no início do Mario Bezerra, motivo para zerarmos nosso contador.” – disse o internauta Paulo Souza.

Por se tratar dos mesmos animais e, aparentemente da mesma localidade, irei apenas abrir a “Jaula do Elias” uma vez só. Portanto, por conta da coincidência saíram no lucro o prefeito e a secretaria de saúde. Parabéns aos internautas que estão ligados…