AS AUTORIDADES CONSTITUÍDAS CRIA um novo MONSTRO – por Roberto Silva

Quem tentou passar pela rua do fórum neste dia 19 de novembro teve uma surpresa desde as 7 horas da manha ele fora interditada,eu já sabia do motivo mas parei e perguntei a um dos quase 40 pm’s que estavam lá,:Meu amigo é o governador que vem inaugurar alguma obra por aqui é?e ele me respondeu:–não é uma audiência no fórum de “Dedé da 12″.

Vitória no dia de hoje ficou ainda mais fragilizada,pois o efetivo quase na sua totalidade foi destinada a essa grande operação,não sei de quem foi que partiu essa idéia de reforço,se dos magistrados ou do comando da PM,o que vale lembrar é que será que precisava de tudo isso?ele o “Dedé da 12″ deve estar agora cheio de orgulho pois ele conseguiu parar nossa tão sofrida cidade no dia de hoje.

Roberto Silva

Internauta J.S. Machado comenta no blog

Comentário postado na matéria “Mais uma aula espetáculo do professor, pensador e poeta Sosígenes Bittencourt.“.

Muito boa a sua aula, prof. Sosígenes. Permita-me fazer um adendo à sua excelente explanação. O traço cultural bem peculiar do povo brasileiro ao qual o senhor se referiu foi importado através das caravelas de Cabral em 1500. Esses personagens que aportaram no Brasil, e que na falsa história do Brasil se tornaram heróis, eram na verdade escórias de Portugal, liderados por sujeitos muito espertos e que tinham por finalidade sugar tudo que se encontrasse na nova terra e levar para Portugal e seus credores. Chegaram aqui trapaceando os índios, estuprando as índias e surrupiando todo o ouro em troca de espelhos e outras bugingangas mais. Eles não vieram aqui para trazer nada, para doar nada, nem para fazer nada em favor dos outros. A evangelização supostamente realizada pelos bispos católicos era só uma fachada e nada mais. Esses sujeitos se enraizaram aqui e infelizmente se reproduziram aos milhões. Foi assim que esse traço cultural de levar vantagem em tudo, a famosa Lei de Gérson, foi introduzida no Brasil e hoje está no sangue e na cultura de nosso povo. Aí também se explica o padrão de comportamento de nossos políticos. Seriam necessários muitos anos e muita educação de boa qualidade para reverter esse quadro sinistro em que vive o Brasil, mas infelizmente o quadro parece piorar a cada dia que passa.

J.S. Machado

Ao sair do Vitória Park Shopping, motorista é obrigado a cometer uma infração de trânsito.

f494b52630d619ba05e8075f34c4be20Apesar  do período natalino celebrar um momento  de origem cristã, onde se comemora o nascimento do menino Jesus, a data, também é muita festejada pelos os vários setores da economia, sobretudo, o varejista e o de serviços. Nossa cidade, Vitória de Santo Antão, se configura como um grande polo comercial na Região.

Já nas primeiras semanas de dezembro fica visível, até para os amenos atentos, o aumento no fluxo de pessoas caminhando e consumindo no  centro comercial da cidade. Contando desde o final do ano passado com um novo centro de compras – Vitória Park Shopping – o município também deverá receber consumidores de outros localidades, não menos ávidos, para consumir os mais diversos produtos à venda.

Pois bem, recentemente, estive no Vitória Park Shopping em duas situações. Na primeira, fui de carona e voltei da taxi. Na segunda, fui e voltei no próprio carro, e notei uma coisa curiosa na manobra realizada pelo táxi e no caminho que fui obrigado a seguir.

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Ao trafegar no taxi para o Centro da Vitória, notei que o condutor, para sair do Shopping, utilizou a saída Oeste, ou seja, ele contornou por trás do centro de compras e acessou a Antiga BR 232, no sentido Vitória, trafegando pela rua calçada, existente ao lado do prédio da Promotoria Pública, ou seja: DA MANEIRA CORRETA.

Já o cliente/condutor que é obrigado a pagar (R$ 3,00) pelo período que deixa seu automóvel estacionado no terreno  do Shopping – o que não chega a ser nenhum absurdo – é obrigado a sair do centro de compras pela SAÍDA LESTE, mesmo a placa indicando uma manobra diferente.

IMG_0624O problema é o seguinte:

Quando o cliente/motorista é obrigado a sair pela SAÍDA LESTE, na medida em que o seu destino é Vitória, ele é obrigado a fazer uma conversão à esquerda para se dirigir ao seu destino. Neste caso o cliente/motorista é obrigado a cometer uma infração de trânsito, pois, existe  lá fixada,  de maneira visível,  uma placa que proíbe tal manobra.

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Vale salientar que o Vitória Park Shopping, no final de novembro, completará  um ano em funcionamento e certamente,  já arrecadou uma pequena fortuna com o seu estacionamento e não se preocupou, até o presente momento, em concluir a obra do seu estacionamento, ou seja, ele (Shopping) já teve tempo demais para instalar uma saída eletrônica na SAÍDA OESTE e não o fez, ou será que está esperando acontecer ALGUM acidente? ou ATÉ MESMO alguma morte?

Para concluir esta observação, no tocante ao descaso dos proprietários do Vitória Park Shopping com os clientes/motoristas da cidade da Vitória, é interessante saber que, caso venha ocorrer algum acidente na SAÍDA LESTE, sendo  você obrigado a virar para esquerda (no sentido Vitória), saiba que o errado é você, pois a placa está dizendo que você não deve fazer esta  manobra.

É bom lembrar também, que você está pagando o estacionamento e está sendo “induzido” a cometer um erro de trânsito. Aliás, neste caso, por  onde andou os técnicos da AGTRAN que não observaram isto há um ano? Será que eles nunca foram ao Shopping daqui?

Portanto, levando em consideração que o fluxo de pessoas e,  consequentemente de veículos,  deverá aumentar nos próximos dias no Vitória Park Shopping, deveriam  os proprietários  do centro de compras tomar uma medida saneadora para este problema, até porque, convenhamos, JÁ  VEM PASSANDO  DA HORA,  FAZ TEMPO. Veja o vídeo:

Internauta Jadson Silva reclama dos taxistas

Pilako, não sei já houveram reclamações sobre o assunto que irei tratar, mas sei que é necessário uma mudança nessa maneira de trabalhar. Estou falando da forma que os táxistas de Vitória de Santo Antão agem. Eles estão cobrando bandeira 2 em plena luz do dia. Agora mesmo eu tomei um táxi no centro e o senhor motorista já foi logo acionando a tarifa 2 em pleno meio dia, com uma tarifa inicial de R$ 3,80. Tentei fotografar discretamente para mostrar ao blog, porém houve um problema no meu telefone. E ai? Quem poderá nos ajudar?

Jadson Silva

 

Agentes de trânsito são obrigados a “se virar nos 30”.

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Na manhã de ontem (16) nossas lentes flagraram uma cena ocorrida na Avenida Mariana Amália, em pleno coração da cidade, que bem reflete à falta de estrutura e consequentemente, o  estado de  SUCATEAMENTO  da AGTRAN.

O carro que fica a disposição do órgão, que faz de “um tudo” na repartição, não aguentou a falta de manutenção e entrou em PARAFUSO, OU SEJA, ENGASGOU EM PLENO CENTRO COMERCIAL DA CIDADE. Os agentes de trânsito, coitados, desta vez, nada puderam fazer, o jeito foi se “virar nos  30”.

Sem querer “chover no molhado”, falta pouco para a AGTRAN completar dois anos de vida. Não podemos dizer que num saiu do canto, mas, pelo andar da carruagem chegará aos quatro anos a passos de tartaruga, isso porque, o prefeito Elias Lira não tem interesse em melhorar nada na cidade, aliás, Elias é ESPECIALISTA em fritar auxiliares nas mais diversas pastas. Neste setor (Trânsito) o amigo Décio Filho que o diga, era até criticado pelo jornal de Hildebrando. Depois, Hildebrando assume um órgão,  só para chamar de “seu”, no entanto, a bagunça e a falta de respeito com a população continuam, a fotografia a cima, diz quase tudo. Para encerrar, o que  Elias planejou para sua gestão ele  já concluiu, ou seja,  elegeu seu filho deputado… o resto agora é empurrar com a barriga e levando…

Foto: ALEPE

Foto: ALEPE

Praça Leão Coroado abandonada.

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Na manhã de ontem (17) nossas lentes registraram na Praça Leão Coroado, mais uma vez, uma cena lamentável. O tanque ornamental da referida praça, encontrasse vazio e sua fonte não jorra mais água faz tempo.

Com pouco mais de oito meses de reformada e com aporte financeiro de quase R$ 400.000,00 (quatrocentos mil reais) a praça não vem tendo o tratamento adequado no que diz respeito a sua manutenção e zelo. Portanto, mais uma vez lembramos ao prefeito Elias Lira que o dinheiro do município precisa ser respeitado, assim como a praça e sua história.

ATENÇÃO SECRETARIA DE SAÚDE.

Na manhã de ontem (17) nossas lentes flagraram uma porca se alimentando de lixo na Rua Dr José Rufino Bezerra, também conhecida como “Principal do Cajá”. Apesar do serviço de fiscalização e recolhimento dos bichos nas ruas, realizado pela prefeitura, ter dado uma melhorada, o problema ainda continua.

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Secretária de Saúde Dra. Veraluce Lira – Foto: Portal da Prefeitura de Vitória

Secretária de Saúde Dra. Veraluce Lira – Foto: Portal da Prefeitura de Vitória

Portanto, mais uma vez cobramos da Secretaria Municipal de Saúde, Veraluci Lira, mais empenho nesta questão. Animais de grande porte circulando pelas ruas, além de ser um péssimo cartão de visita da cidade é uma ameaça constante à saúde da população, principalmente para as crianças.

Portanto, mesmo a contragosto, serei obrigado a abrir a “Jaula do Elias” e zerar o contador dos bichos mais uma vez.

Internauta Jadson Silva comenta no blog

Comentário postado na matéria “Aprovação das contas de Demétrius: Quem faltou com a verdade, Elias ou a Câmara?“.

Pilako, não sei se realmente houve desvio ou não, mas se não houve, Demétrius terá todo meu respeito, mas voltando as promessas de emprego do atual prefeito, acho um absurdo. Vivemos em uma economia capitalista, onde o poder estatal não deve interferir na vida da população a ponto da mesma precisar trabalhar para o estado para sobreviver. Prefeito, procure trazer empresas, elas irão trazer empregos, faça um cadastro das pessoas desempregadas e tente encaixá-las nas empresas, capacite-as, deixe dessa velha política. Cresça politicamente.

Agradeço ao espaço.

Jadson Silva

Aprovação das contas de Demétrius: Quem faltou com a verdade, Elias ou a Câmara?

Por ocasião da matéria postada em nosso Jornal eletrônico na última sexta (07) – Onde estava, então, o rombo que Elias disse ter encontrado na prefeitura se as contas de Demétrius foram aprovadas por unanimidade? – recebi várias ligações telefônicas, assim como, algumas pessoas fizeram questão de comentar pessoalmente comigo o seguinte: “Pilako, depois que li aquela matéria cai na risada”.

Durante a campanha para prefeito de 2008, todos lembram, Elias disse nos palanques que, caso fosse eleito prefeito iria promover uma cidade bem administrada. Usou, segundo comentários do deputado Aglailson Júnior na TV 58, uma manobra para enganar o eleitorado  que, entre outras coisas, prometia dá emprego ao povo. Esta tal manobra ficou apelidada,  pelo próprio deputado como: “Carteirinha da Safadeza”.

Foto - Jornal da Vitória - Ano XXV - nº 170 - Janeiro de 2009 - pág. 1

Foto – Jornal da Vitória – Ano XXV – nº 170 – Janeiro de 2009 – pág. 1

Pois bem, também é do conhecimento até dos “postes” da cidade que, ao assumir o comando da prefeitura em 2009,  das mãos do prefeito Demétrius, Elias Lira, juntamente com seu grupo político, fizeram questão de alardear aos quatro cantos da cidade que havia encontrado um ROMBO DE 29 MILHÕES DE REAIS NAS CONTAS DA PREFEITURA.

Por ocasião deste “Tal Rombo”, muitas pessoas que acreditaram na promessa do emprego, do então candidato a prefeito, Elias Lira e do seu vice, Henrique Filho, foram COBRAR A FATURA logo após eles terem assumido o mandato. Segundo comentários de alguns deles, receberam respostas do tipo: “ninguém pode dá emprego agora, espere as contas da prefeitura saírem do vermelho”.

Como justificativa para a inércia da sua administração,  nos três primeiros anos, Elias dizia estar saneando as finanças da prefeitura.

Apenas para ilustrar o que digo, gostaria de replicar o que falou  o prefeito Elias Lira, por ocasião de uma entrevista na Rádio Vitória FM, no dia 04 de novembro de 2011, ou seja, ele   com quase três anos no comando da prefeitura: “em dois anos e pouco, fiz quase nada”.

Disse também:

elias rindo“Encontrei a Prefeitura com este débito. Sem falar da frota de veículos quebrados. Passei dois anos sem poder receber recursos do Governo Federal e do Governo do Estado. Neste ano já consigo receber e estou fazendo tocando os trabalhos”

E disse mais:

“Meu adversário tem duas rádios e uma TV mentira, dizendo o que não se deve dizer. Por que eles não dizem que passaram oito anos e não fizeram. Mentem tanto que o povo não acredita mais. Eles dizem que Elias Lira é o prefeito dos ricos, eu digo que eu sou o prefeito de todos”

Muito bem, no ano de 2012, e os internautas  devem  lembrar bem, ano em que o prefeito Elias Lira foi candidato a reeleição,  as coisas começaram a mudar.  Elias “Deu carga” nas chamadas: ordens de serviços. Foi fogos até “umas horas”. Emprego a 3×4 na prefeitura e ainda dizia: agora as contas da prefeitura estão equilibradas. Como resultado deste “planejamento administrativo”, Elias ganha do povo da Vitória, mais um mandato de prefeito.

Desta vez, recebendo o governo dele mesmo  não teve de quem reclama. Como primeira medida de governo, Elias  promoveu na cidade, uma espécie de trabalho “semi-escravo” quando deixou  uma penca de pessoas na prefeitura, sob o argumento de que as finanças do município estavam  “apertada”, em estado de desespero, de pré-depressão, sem saber se continuava ou não empregada ou se para continuar no cargo teria que trabalhar sem receber. Eu mesmo, cheguei a participar de uma quotinha para pagar salário de pessoas que haviam prestado serviços e não haviam recebido.

Digo tudo isto, para reavivar a lembrança dos internautas, isso porque, pelo “modus operandi” dos primeiros messes da “nova” gestão do Governo de Todos (2013), podemos concluir que as coisas estavam mais “feia” do que a situação lá do início de 2009. Apenas estou supondo, a simples leitura dos fatos nos leva a pensar assim.

Pois bem, na primeira quinta-feira do mês de novembro de 2014, dia 06, aconteceu uma reunião na Câmara de Vereadores da Vitória, no Teatro Silogeu em função do plenário da Casa ainda se encontrar em reforma, onde ocorreu o julgamento, por parte dos vereadores, das contas do ano de 2008 que teve Demétrius Lisboa como principal ordenador de despesas da municipalidade, ou seja, as contas do seu mandato tampão como prefeito, conquistado com a renuncia do prefeito José Aglailson no início de 2008 para disputar uma vaga no legislativo municipal.

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Curiosamente, e digo curiosamente, por achar que isso deverá ficar grafado nas páginas do próximo livro que vai narrar a história da cidade (2010 a 2020), que  as contas do prefeito Demétrius Lisboa, referente a contabilidade do ano de 2008, foram  TODAS APROVADAS POR UNANIMIDADE PELA TOTALIDADE DOS VEREADORES DA CASA.

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Outra coisa curiosa é que o atual presidente da Câmara, Vereador Edmo Neves, foi Secretario de Administração em 2009, na gestão de Elias e “conviveu”, de perto, com as afirmações do grupo que havia, nos cofres da prefeitura, um ROMBO DE 29 MILHÕES, e agora,  votou pela aprovação das contas de Demétrius.

Para finalizar, gostaria apenas de fazer uma pergunta: QUEM FALTOU COM A VERDADE, ELIAS LIRA E SEU GRUPO, AO AFIRMAR QUE EXISTIA UM ROMBO NA PREFEITURA QUANDO PEGOU  O GOVERNO DAS MÃOS DO EX-PREFEITO DEMÉTRIUS NO ANO DE 2009, OU A CÂMARA DE VEREADORES,  NA SUA TOTALIDADE,  QUE APROVOU AS CONTAS DE DEMÉTRIUS  RELATIVAS AO ANO DE 2008 POR UNANIMIDADE?

Empresa que opera “Zona Azul” dá mau exemplo.

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Equivocadamente os técnicos da AGTRAN depositaram suas fichas na implantação da “Zona Azul”, na tentativa do equacionamento do bagunçado e caótico trânsito da Vitória. Se melhoras pontuais aconteceram, na questão dos carros estacionados por longos período nas vias do centro comercial, isso deve-se a fiscalização constante por parte da empresa “sortuda” que administra o sistema.

É público e notório, que a AGTRAN vem se mexendo no sentido de sinalizar a cidade – depois de muitas cobranças do blog do Pilako – mas também é público e notório que o órgão ainda está longe de atender, sob o ponto de vista de estrutura, as demandas de um município como do porte do nosso,  pelo menos, para mim, isso comprova que o prefeito Elias Lira não tem o menor interesse em  organizar a cidade, como também, não nutre o menor respeito pelo  amigo Hildebrando, que vez por outras vem passando por constrangimento público. Recentemente, por exemplo, segundo comentários, Elias, à revelia de Hildebrando, autorizou a armação do parque de diversão no Pátio do Livramento, mesmo sabendo que Hildebrando havia negado  tal operação.

Pois bem, na tarde de ontem (12), por volta das 15h40, ao caminhar pela Avenida Mariana Amália, presenciei uma cena curiosa envolvendo o trabalho desta empresa “sortuda” que opera o sistema da “Zona Azul” em nossa cidade.

Em frente  à loja José de Lemos, tem uma placa que diz que ali, o espaço só  está reservado para acomodação  de  máximo, 3 motos.

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Neste espaço, observei que um carro da tal empresa que opera o sistema estava estacionado.

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O curioso é que neste automóvel, no local indicado pela própria AGTRAN (em cima do painel), não consegui observar o ticket da máquina que regulamenta a parada.

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Isto posto, poderia, então, levantar os seguintes questionamentos:

– Se o carro da empresa Sinal Park – fora de serviço de manutenção – estava estacionado em um lugar reservado à “Zona Azul” num deveria pagar também?

-Alguém poderá dizer, então: Pilako, aquele local é só para estacionar moto, como diz a placa, este lugar onde o carro está,  é reservado aos taxis. Eu então perguntaria: e pode no lugar dos taxis, estacionar carros particulares, mesmo sendo de propriedade desta empresa sortuda?

Para encerrar meus questionamentos cheguei a seguinte conclusão: Independente de qualquer coisa a empresa “sortuda” saiu ganhando, mais uma vez.

Ora, se não pagou o estacionamento o município deixou de receber a parte que lhe cabe na operação – sei que é uma quantia mínima mas é alguma coisa –portanto, gostaria de deixar aqui exposta a placa do veiculo que estava “burlando” o sistema para receber uma multa da AGTRAN, até porque, diz o ditado: “O BOM EXEMPLO TEM QUE COMEÇAR DE CASA”

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Caminhar por “Estrada Nova” é uma aventura perigosa.

Na manhã de ontem (12) caminhei por boa parte da Rua Eurico Valois. Nesta minha caminhada pude observar, mais uma vez, o quanto os pedestres, que são obrigados a caminhar todos os dias naquela via, estão expostos ao risco iminente de acidente.

Poderíamos assinalar como causa deste risco, vários fatores:

Primeiro: a via, praticamente, não tem calçada. Em alguns pontos, nos dois lados da rua, o pedestre é obrigado a caminhar, literalmente, na rua.

Segundo: em função da rua ser uma reta, ao longo de toda sua extensão, os motoristas e, principalmente os motoqueiros, se acham no direto de “enfiar o pé no acelerador”.

Vale salientar, que em alguns lugares onde as calçadas são intrafegáveis nos dois lados da via, alguns carros ainda são estacionados rente ao meio fio, fazendo com que o pedestre  seja obrigado a caminhar, QUASE NO MEIO DA RUA, PRÓXIMO A FAIXA CENTRAL DA VIA. (que deveria ter, mas não tem).

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O lamentável, é que no início da via (sentido Centro/Maués) onde ainda se encontra alguma calçada trafegável, próximo as barracas de fogos, a falta de uma tampa de cimento na “boca de um bueiro” coloca em risco os transeuntes, principalmente as crianças e idosos, e amplificando este risco no horário noturno, devido a baixa visibilidade.

Não vou “chover no molhado”, dizendo que a principal causa desta dificuldade, em caminhar na “Estrada Nova”, foram as INVASÕES NO ESPAÇO RESERVADO À LINHA FÉRREA ocorridas com o “incentivo” do prefeito, à época, José Aglailson.

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Poderíamos, perfeitamente, neste caso de “Estrada Nova”, usar de uma metáfora para explicar a situação da população vitoriense. José Aglailson e Elias Lira formam uma dupla em uma vaquejada. Aglaison puxa o boi e Elias bate esteira. Você, que está lendo, os moradores de “Estrada Nova”, os transeuntes e eu, nesta engrenagem, somos os  bois… E valeu boi…

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Internauta Jadson Silva faz desabafo

Vitória de Santo Antão, terra de heróis pernambucanos, terra centenária, de grandes indústrias, e abastecida de um povo valente… Com essa introdução, nos parece que falamos de um grande centro ou no mínimo um futuro grande centro onde a qualidade de vida parece ser uma das maiores da região. Mas ao entrar na cidade percebemos que essa realidade nos foge um pouco, vemos uma cidade mal cuidada, uma cidade feia, uma cidade com uma população carente de necessidades básicas como uma educação de qualidade por exemplo. Vitória de Santo Antão deveria está no mínimo entre as 5 maiores cidades do estado de Pernambuco, mas por que isso não acontece ou por que nada é feito para que isso aconteça? Nossa cidade possui uma péssima educação básica e isso reflete na população adulta que em sua maioria é alienada, não possuem opiniões próprias, mas que bobagem minha, eles nem possuem mesmo sobrevivência garantida, para que educação se eu mal posso sobreviver? Enquanto não investirmos o máximo em educação, estaremos contribuindo para que cada vez mais tenhamos pessoas dependente do estado, tenhamos marginais e como consequência não tenhamos desenvolvimento. Vamos investir em nossas crianças, elas merecem uma boa estrutura escolar aonde poderiam estudar pela manhã e praticar esportes a tarde na mesma escola, para que não fiquem na rua as margens da criminalidade. Independente do valor que isso custe, isso é uma investimento, é investir em vida.

Jadson Silva

Sinalização de trânsito na cidade continua “se agredindo”.

Foto de cima

Trafegar com veiculo dentro da Lei é obrigação de todo condutor. Como já falei, em diversas ocasiões aqui no blog, não sou especialista neste assunto (TRÂNSITO), apenas um curioso. Diferentemente da maioria dos motoristas, procuro ficar atento à sinalização do trânsito, principalmente quanto estou trafegando por lugares que não conheço.

Ao chegar numa cidade qualquer, seja ela pequena, média ou grande, procuro observar a sinalização de trânsito e faço questão de segui-la a risca. As vezes, por algumas pessoas  amigas, sou até “taxado” de querer ser certinho demais, porém entendo perfeitamente  que não faço  favor a “seu ninguém”, é minha obrigação respeitar a sinalização.

Pois bem, apesar da AGTRAN ter fixado algumas placas na cidade, a sinalização de trânsito no nosso municípios ainda continua precária e, em alguns casos, “prá lá de confusa”. Existe uma máxima que diz: se for para sinalizar errado, induzindo o motorista ao erro, é melhor não ter sinalização, pois, se não houver sinalização o motorista com um grau de atenção maior,  estará inclinado a fazer a manobra da maneira correta.

Semana passada, inclusive, postei uma matéria que mostrava placas fixadas em um mesmo poste na Rua Melo Verçosa  que “diz”  coisas totalmente diferentes. (saiba aqui).

Foto: Portal da Prefeitura da Vitória

Foto: Portal da Prefeitura da Vitória

Pois bem, a mais ou menos 50 metros da referida sinalização, objeto da matéria citada acima (no poste próximo ao Posto Cidade), encontrei outra “pintura” promovida pela AGTRAN – Agência Municipal de Trânsito da Vitória de Santo Antão, que é comandada pelo amigo Hildebrando Lima.

Veja que coisa curiosa: a placas fixadas  em um dos postes da Avenida Mariana Amália, uma das mais importantes via da cidade, única entrada (centro) de veículos  para quem vem no sentido Caruaru/Recife, “orienta” o condutor que,  naquele local,  não é permitido parar,  muito menos estacionar.

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A dois palmos do referido poste, outra placa, fixada em um barrote de madeira, “explica” que àquele local está reservado para as motos ficarem estacionadas à espera de passageiros, ou seja, o  Ponto dos  Mototaxistas  foi regulamentado pela própria AGTRAN.

Moral da História:

Como pode caber na cabeça de alguém, que num lugar que não se pode nem parar um veiculo, para embarque ou desembarque de passageiro, devido ao fluxo intenso, possa ser possível manter um Ponto de Mototaxis?

Mas, como já disse, sou apenas um curioso, portanto, gostaria de deixar aberto o espaço para, se possível, algum TÉCNICO da AGTRAN, tente explicar esta tal “engenharia de tráfego” daqui da nossa terra.

Internauta Pedro Cesar comenta no blog

Comentário postado na matéria ““Inacreditável foi a justificativa do Edmo Neves” Comenta internauta Sérgio, em matéria sobre contas aprovadas pela Câmera“.

Senhores do Blog e leitores é lastimável que uma pessoa se eleja sob a bandeira da legalidade, e, depois, se descubra que, na verdade, a bandeira perdeu a cores e os símbolos!
Professor Edmo Neves sempre arvorou ser o bastião da ética e da moral, entretanto, fez seus pares aprovarem projeto de lei Municipal doando ao seu filho um terreno na área industrial do Engenho Bento Velho sobº LEI Nº 3.780, de 03 de abril de 2013, ou seja, Ele usa da própria influencia para aprovar doação de área pública para uma Associação da qual o filho participa!!! Pode??? È moral tal atitude?
Vejam o texto da lei:
“O PREFEITO CONSTITUCIONAL DA VITÓRIA DE SANTO ANTÃO – PERNAMBUCO, faz saber que o
PODER LEGISLATIVO MUNICIPAL decretou e este sanciona a presente Lei
Art. 1º – Fica doado a ASSEJUR – ASSOCIAÇÃO SETOR JURÍDICO, inscrita no CNPJ
11.907.281/0001-87, o imóvel de propriedade deste Município, situado em Área de Terreno
desmembrada do Engenho Bento Velho, identificado por Lote 01 “AIO”, conforme Planta Baixa, anexa.
Medindo: 15,00 Metros de Frente; 15,00 Metros de Fundos; 29,00 Metros do lado Direito; e 29,00
Metros do lado Esquerdo; Totalizando uma Área de 435.00m2. Confrontando-se: Frente com Rua
Projetada; Fundos com Área de Terreno de propriedade do Tribunal de Justiça de Pernambuco; Lado
Direito com Área de Terreno desmembrada do Engenho Bento Velho, identificado por Lote 01 “A9” e do
Lado Esquerdo com Área de Terreno desmembrada do Engenho Bento Velho, identificado por Lote 01
“Ali”, conforme Matricula n°. 19445, com registro no Cartório do 1o Serviço Notarial e Registrai, situada
nesta Cidade da Vitória de Santo Antão – PE.
Parágrafo Único – Destinar-se-á a área objeto da presente doação, exclusivamente para
construção e instalação da sede da ASSEJUR – ASSOCIAÇÃO SETOR JURÍDICO, com endereço nesta
Cidade da Vitória de Santo Antão – PE.
Art. 2º – O donatário terá os prazos máximos de 365 (trezentos e sessenta e cinco) dias para
início das obras de construção e 730 (setecentos e trinta) dias para o seu funcionamento, sob pena do
imóvel retornar ao patrimônio do município da Vitória de Santo Antão, sem qualquer indenização por
benfeitorias feitas no terreno, contados a partir da assinatura da Escritura Pública de Doação.
Parágrafo Único – Os prazos previstos poderão ser alterados através de Ato do Poder Executivo
Municipal, aumentando até 50% (cinquenta por cento) dos prazos estabelecidos.
Art. 3º – Esta Lei entra em vigor na data de sua publicação.
Art. 4º – Revogam-se as disposições em contrário.
Gabinete do Prefeito, 03 de abril de 2013.
ELIAS ALVES DE LIRA”
Senhores Bento Velho é área industrial, estão fazendo do mesmo uma moeda podre de troca política…
Edmo não suportou o “Cântico da Sereia”….
Não suportou o “poder”..declinou de fazer uma história altiva para cair e ficar na vala comum de outros políticos que não souberam separar o público do privado.
Em outras cidades essa prática ensejaria investigação do Ministério Público, e da própria polícia!
Sinto-me triste! Votei em Edmo neves, mas hj me sinto cúmplice!
Ele é professor de que mesmo???

Pedro Cesar

Pedro Ribeiro: apenas dois comentários.

Largo da Alfândega

No dia de ontem (10) publicamos, aqui no blog, um artigo enviado pelo  presidente do Instituto Histórico e Geográfico da Vitória, professor Pedro Ferrer. No bojo do seu oportuno comentário, deflagrado por uma nota publicada pelo Jornal do Commercio do domingo (09), nota esta,  que simultaneamente tive acesso,  reflete bem o seu compromisso com o registro do  legado histórico da nossa cidade iniciado, indiscutivelmente,  pelo Mestre Aragão.

jornal do commercio - 09 de novembro de 2014 - domingo - pág

Como todos sabem, sou um curioso da história da “minha Vitória de Santo Antão”, portanto,  sinto-me, neste momento, no dever de fazer dois comentários:

Primeiro Comentário:

Com relação à indiferença do prefeito Elias Lira com à história do nosso município e seus respectivos heróis, devemos perdoa-lo, pois, ninguém é obrigado a dar o que não tem. Já como gestor público, devemos sim, “condená-lo”, pois, na qualidade de prefeito, o mesmo, tem obrigação de fazer as escolhas certas no que diz respeito ao seu secretariado, fazendo com que as pastas municipais sejam ocupadas por pessoas com perfis sintonizados com as atividades afins. Já com relação à edição do livro, pela Câmara, proposto pelo professor Pedro ao vereador Edmo Neves, me associo ao sentimento de que ainda vai ser possível vê-lo concretizado.

Segundo Comentário:

Com relação à falta de destaque do nome do  “nosso”  Pedro Ribeiro em alguns registros sobre a Guerra dos Mascates, pela maioria dos historiadores, acredito ser motivado pelo fato de à época  (1710) nossas terras (Vitória) ainda pertencer AO TERMO DE OLINDA, uma vez, que só passamos a ter autonomia política a partir de 31 de maio de 1812 (pouco mais de cem anos depois), ou seja, deixamos de ser Freguesia e passamos à categoria de Vila.

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Portanto, como o ápice da Guerra dos Mascates se deu na Marins dos Caétes, e a tropa, comandada por Pedro Ribeiro, oriunda daqui – Vitória – se juntou as demais na cidade do Recife para só depois chegar em Olinda, é possível que a maioria  dos registros deste acontecimento tenham atenuado o  feito  heroico do nosso Pedro Ribeiro e respectivamente dos movimentos ocorridos aqui em nosso torrão, já que todos, sob o ponto de vista territorial, formavam “um só corpo”, ou seja, eram todos da mesma PROVÍNCIA.

Sendo assim, esses foram os comentários que achei bem por fazê-los. De antemão, vou logo avisando: longe de mim, querer divergir, ou até mesmo desafiar, no campo do conhecimento histórico, o professor Pedro Ferrer.