Eleição Conselho Tutelar: os eleitores vitorienses fizeram sua parte.

Ocorreu ontem (04) na Vitória de Santo Antão, a eleição para escolha dos conselheiros tutelar. Pela primeira vez, a referida consulta popular aconteceu de forma simultânea em todo Brasil. Aqui, quarenta candidatos concorreram as cinco vagas disponíveis.

Muito bem, por volta das 10h30 estive no Colégio Municipal 3 de Agosto para votar. O movimento na frente do prédio era intenso, próprio de um dia de eleição. Veja o vídeo:

A fila para entrar no colégio estava chegando e dobrando na Rua 15 de Novembro e seu o final, ficando  próximo da Sorveteria de Manoel Peixe.

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Diante da longa fila, onde as pessoas com que conversei, falaram estar ali por cerca de uma hora e meia resolvi, então, voltar em outro horário. Quando retornei, por volta das 13h, depois de almoçar e disposto, portanto à enfrentar qualquer tamanho de fila, já encontrei uma configuração diferente na organização, pois a fila que antes estava sendo formada fora do prédio do colégio, desta feita, estava sendo organizada na quadra coberta, dando às pessoas maior conforto e segurança.

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IMG_2312De maneira ordeira e organizada a fila “andou” sem maiores problemas, apesar de continuar longa. Na fila, a expressão dos eleitores era de satisfação, uma vez que ali estavam de maneira voluntária, já que o voto era facultativo, ou seja: comparecia ao local de votação que se sentisse motivado. Por lá, encontrei muita gente conhecida. Próximo de mim, na fila, o prefeiturável Zé da Juliana, junto com esposa Patrícia, também cumpriram a “maratona” cívica. Mais adiante os amigos José Edalvo e Lorinaldo também demonstravam satisfação em poder tá exercendo o direito de  votar. Veja o vídeo:

Finalmente, chegando ao local de votação, ou seja: no Pátio onde se encontram parte das  salas de aulas do Colégio 3 de Agosto – onde estudei parte da minha vida – encontrei um ambiente tranquilo. As secções com maior volume de pessoas, naturalmente, eram as que concentravam as pessoas cujo nome começavam pelas letras “J” e “M”. Depois de votar, fiz um pequeno vídeo “panorâmico” do local de votação. Veja o vídeo:

Muito bem, sem querer entrar no mérito do processo de apuração, gostaria de dizer que apesar de tomar conhecimento das dificuldades ocorridas no final da tarde, próximo ao horário de encerramento da votação, a comissão eleitoral está de parabéns.

Não podemos, sob qualquer ponto de vista, imaginar que a promoção de  um evento dessa complexidade seja uma coisa fácil. Por isso, volto a dizer: O CONDICA E A RESPECTIVA COMISSÃO ELEITORAL ESTÃO DE PARABÉNS.

Como observador da cena local estive, mesmo que a distância, atento a esse processo. A primeira falha começa, ao meu entendimento, na não disponibilização, pelo TRE, das urnas eletrônicas para esse pleito. Aliás, é necessário que se diga: a cada edição do pleito o mesmo ganha contornos mais avolumados.

A não possibilidade de se contar com o sistema atualizado do TRE, cria embaraços naturais. É difícil o “dialogo” de processos manuais cujas fontes sejam sistemas totalmente automatizados, onde a base de dados sofrem constantes alterações e, diga-se de passagem , natural em um sistema complexo e dinâmico.

Comigo mesmo, no pleito de ontem (04), aconteceu um caso digno de registro. Na lista em que meu nome estava inserido, os dados não estavam “batendo”. Após a moça “cochichar” no ouvido da outra, eu procurei orienta-la, dizendo o seguinte: “amiga eu vou lhe explicar o que tá acontecendo:  É que o nosso município está em fase de implantação do sistema BIOMÉTRICO de votação e, assim sendo, algumas pessoas, como eu,  já se recadastraram e,   é possível,  que alguns dados nãos  estejam idênticos. Eu, por exemplo, estava cadastrado na 18ª Zona,  hoje, estou 102º, portanto, os números não vão “bater”.” Nossa cidade possui cerca de 100 mil eleitores e não podemos correr certos riscos.

Nesse sistema que foi realizado a eleição de ontem – Conselho Tutelar – onde tivemos quarenta candidatos nas ruas fazendo campanha e convocando os eleitores para votar,  é temeroso ter apenas uma locação e votação. Imagine se 1/3 dos eleitores resolvessem votar, ontem, no Colégio 3 de agosto? Não podemos imaginar pleitos envolvendo números dessa magnitude onde a estrutura disponível não seja compatível minimamente para suportar tal  demanda.

Com relação à falta de fiscalização da chamada “boca de urna”, convenhamos, foi explícita, escancarada, a ilegalidade  correu solta. Àquela velha prática dos santinhos no chão, no local de votação, estava aos olhos de todos.

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Para encerrar, gostaria de dizer que devemos dá graças a Deus por não ter acontecido um problema mais sério. A prefeitura da Vitória, o TRE e o Ministério Público da Vitória pecaram na estrutura dessa eleição. De parabéns, volto a dizer, estão à comissão eleitoral e o CONDICA que mesmo sem estrutura conduziram  o pleito  sem maiores atropelos. Quanto aos eleitores da Vitória, que compareceram “com força”, fica, no  nosso entendimento, a lição do amadurecimento e  da responsabilidade cidadã.

Internauta Vanessa Melo comenta no blog

Comentário postado na matéria “A NECESSIDADE DE CONSTRUÇÃO COLETIVA“.

É com o ponto de vista participativo, levantando não só questionamentos, mas oferecendo participação social e coletiva que me uni a esse grupo no qual acredito que, apesar de ataques constantes de indivíduos que deveriam representar a esfera municipal, representam apenas os interesses individuais, e neste momento de crise tendem a oferecer em promessas mais do que jamais teriam condições de realizar em condições mais favoráveis economicamente. Essa “política econômica” individual não tem trazido crescimento algum para a cidade coletivamente. Com campanhas milionárias visando visibilidade, reconhecimento e prestação de serviço quase invisível!

Palavra chave: visibilidade.

Mas de quem? Pra que? Para quando? E o mais importante: PARA QUEM?

Acredito num mandato no qual se pense de forma colaborativa, esse sim é um mandato necessário.

#MandatoNecessário
#NosEleja

Vanessa Melo

Governo de Todos: CRISE MORAL ADMINISTRATIVA.

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Para nós, que estamos constantemente trafegando pelo nosso Centro Comercial, o caos urbana da Vitória de Santo Antão, não mais nos assusta. Virou “paisagem”, é cena “comum”. Mas, para uma pessoa que chega, pela primeira vez em nossa terra, e olha para o nosso Antigo Mercado de Farinha, tendo como ponto de referência o patamar mais alto da Praça Duque de Caxias, convenhamos, é uma cena de algo semelhante a uma catástrofe.

Não custa nada lembrar, que a obra do referido Mercado configurou-se num divisor de águas na vida comercial da Vitória. A construção, para época, foi tão grandiosa que levou exatamente trinta anos para ficar totalmente pronta, ou seja: começou na gestão do prefeito Eurico do Nascimento Valois, – 1913 – e só veio a ter a formosura e detalhes que tem hoje, na administração do prefeito José Aragão Bezerra em 1943.

Em uma analise muito preliminar, não podemos imaginar que os possíveis candidatos a prefeito, apoiados pela atual gestão, possam, caso vençam a disputa, de fato, mudar esse quadro. Pois os dois  nomes ventilados, até agora, o Paulo Roberto e Ozias Valentim, não trazem nos seus históricos pessoais nenhuma “centelha” de mudança. O Paulo, sentado na cadeira de secretário de cultura e turismo, até o presente momento (7 anos), não moveu uma palha para mudar essa situação e o Ozias, recentemente, disse que precisa “pegar na mega sena” para só assim, dá um jeito nesse negócio. Como se vê, caso esse pessoal sente na cadeira de prefeito, a partir de 2017, esta IMORALIDADE E INDIFERENÇA perdurará,  por “séculos sem fim, amém”.

No entorno do Mercado, contudo, os problemas também não são poucos, pois não bastasse à falta de higiene e organização dentro da feira, o fluxo de motos no meio das pessoas é uma constante, ou seja: o problema não é só uma questão estrutural é também uma questão de falta de gerenciamento da ordem e das leis.

IMG_2067A gestão do Governo de Todos, mesmo após sete anos no poder e de ter prometido aos vitorienses que iria promover uma cidade “BEM ADMINISTRADA”, continua dando claros sinais que pouco se importa com o bom andamento da cidade.

Na Avenida Mariana Amália, principal corredor comercial e financeiro da cidade, os maus exemplos de gestão estão por toda parte. Entre outras coisas, podemos citar que até os espaços reservados para a mídia da própria prefeitura, estão abandonados e “denunciando” que o prefeito está governado no ritmo da despedida.

IMG_2226Se não bastasse à falta de médicos, remédio e atendimento nos vários postos de saúde do município, até as placas indicativas dos mesmos estão se desmontando sem que ao menos apareça um dos MILHARES FUNCIONÁRIOS PENDURADO NA FOLHA DE PAGAMENTO DA PREFEITURA para amarrar sequer, um cordão na fachada.

IMG_2227Como podemos observar, a gestão do Governo de Todos, comandada pelo prefeito Elias Lira, não tem MORAL ADMINISTRATIVA para pedir ao eleitor vitoriense que confie em alguém que diz que o prefeito “é bom” e que  vai continuar  melhorando   esse atual MODELO DE GESTÃO.

Internauta JORDANIA: “VIGÍLIA, ONLINE, DE PROTESTO E REIVINDICAÇÃO”

“Há 378 dias (18/08/2014 – 31/08/2015), – 55 segundas-feiras, 54 terças-feiras, 54 quartas-feiras, 54 quintas-feiras, 54 sextas-feiras, 55 sábados, 55 domingos, 60 semanas, 12 meses, 01 ano e 13 dias, 378 alvoradas, 378 crepúsculos vespertinos, 378 noites, 12 luas cheias, 12 luas minguantes, 12 luas novas, 12 luas crescentes e 10 feriados, oficial, nacionais; 9.072 horas -, está sendo cobrado do Prefeito a restituição de um bem CULTURAL, PATRIMONIAL, dos munícipes e nativos” .

Sr. Elias Lyra, devolva a nossa praça Duque de Caxias, arborizada e ajardinada.
Uma de suas funções como servidor, gestor, é de empenho no zelo da preservação e proteção do patrimônio municipal .
No seu governo, há quase dois mandatos, houve continuidade, permissiva, na desfiguração, devastação, extirpação, iniciada por atos de imprudência e desatino do governante anterior, sr. José Aglailson, num de nossos bens patrimoniais da cidade.
Fomos apartados, forçadamente, do bom costume da nossa cultura, de sentar para descanso reflexivo e uso como lazer naquele tradicional local, herança memorial, que faz parte da história da terra.

Aquele jardim público – memorial, foi erguido com o peso do dinheiro pago pelos contribuintes de impostos, da época, por 03 gerações como avós, bisavós e trisavós; queremos SIM a perpetuação daquele espaço inalterado e com a mesma extensão desde sua inauguração.

Código Penal – CP – DL-002.848-1940
Dos Crimes Contra o Patrimônio
Capítulo IV

Dano
Art. 163 – Destruir, inutilizar ou deteriorar coisa alheia:

Pena – detenção, de 1 (um) a 6 (seis) meses, ou multa.

Dano Qualificado

Parágrafo único – Se o crime é cometido:

Inciso III – contra o patrimônio da União, Estado, Município . . . (Alterado pela L-005.346-1967)
Eu, no gozo dos meus direitos à *cidadania, peço ao Ministério Público Federal a apuração das responsabilidades.
*Se interessar por tudo o que é de todos(Carlos Ayres Brito, membro da Academia Bras.de Letras Jurídicas).
*fiscalização, controle, cobrança, denúncia, representação, queixa, acionamento do poder judiciário .

JORDANIA

“É lamentável essa situação” diz internauta Camila, ao comentar matéria do blog

Comentário postado na matéria “Elias Lira: a mentira não resite ao tempo.“.

É lamentável essa situação. Mas não adianta falar, explicar como funciona a política ou o quão vítima nós somos de nossas próprias escolhas, sempre terminará dessa forma. Regular esses ônibus é fazer com que o município de Vitória ganhe e ganhe muito. Se nosso querido prefeito não enxerga mais isso, ele apenas representa os interesses dele e de quem o continua apoiando. Mas o pior de tudo isso é que se ele pudesse se candidatar de novo, GANHARIA! Veja o filho dele que nem de política gosta e foi o deputado mais bem votado… Chega a ser cômica nossa realidade. Infelizmente.

Camila

Internauta J.S. Machado comenta no blog

Comentário postado na matéria “Câmara de Vereadores: DEZENOVE VAGAS PODERÁ VOLTAR PARA ONZE.“.

Vontade de ser representante do povo, ou de ser mais um mamador das tetas públicas? O que menos importa prá esses sujeitos são os reais interesses do povo. Quem quiser saber o que realmente importa prá eles, é só comparecer a uma sessão da Câmara. Outra coisa: Se aumentando o número de vagas em mais de 50% e permanece o mesmo custo, então significa que o dinheiro tá “sobrando”. Então, por que não reduz o valor do repasse prá essas sanguessugas?

J.S. Machado

Elias Lira: a mentira não resite ao tempo.

Na campanha eleitoral para prefeito da Vitória, em 2008, o então deputado Elias Lira, concorrendo pelo campo “oposicionista”, para fazer frente à aceitação da população, sobretudo aos estudantes universitários que se utilizavam do transporte público para chegar nas suas respectiva universidades, na Capital pernambucana, lançou mãos do projeto que tinha por objetivo disponibilizar ônibus de primeiro andar para a classe estudantil.

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Em plena efervescência da campanha eleitoral, Elias Lira, com informações privilegiadas, lastreada em pesquisas qualitativas e quantitativas, jogou a “perua” na classe estudantil e, seus respectivos pais, que tinha “verdadeiras” intenções em melhorar o sistema de transporte dos universitários.

Sem querer entrar no mérito do investimento – ônibus dos universitários – gradativamente, isto é, ao longo dos anos das duas gestões consecutivas do Governo de Todos, a “perua” (para não dizer MENTIRA) que Elias Lira jogou nos estudantes começou  depurar.

elias-lira-onibusPois bem, Elias Lira chega ao seu sétimo ano consecutivo no poder e, como mentira de campanha não resiste ao tempo, hoje, o prefeito, tenta acabar com o transporte dos universitários ao não disponibilizar recursos compatíveis para que o serviço seja prestado com segurança aos estudantes universitários.

Apenas para concluir: fora da prefeitura e em plena campanha, o prefeito Elias Lira propôs até ônibus de PRIMEIRO ANDAR. Sentado na cadeira de prefeito e com a caneta na mão, ele humilha o movimento dos estudantes – #REGULABUSÃO – e o que é pior: PÕE EM RISCO À VIDA DE DEZENAS DE JOVENS QUANDO DETERMINA QUE OS MESMOS  EMBARQUEM  EM ÔNIBUS SUCATEADO E SEM SEGURANÇA.

Foto: Vebem

Foto: Vebem

Quem é o verdadeiro Elias Lira: o “bonzinho” que prometeu o ônibus de primeiro andar ou o sujeito que ignora à vida das pessoas?

Internauta Jonathan S. Santos faz alerta

Boa tarde, gostaria de alertar sobre o recadastramento biométrico para poder votar nas eleições futuras. Estou a meses tentando agendar pelo site mas todas as vezes mostra a mensagem pedindo pra aguardar abertura de novas vagas. Gostaria de me adiantar para evitar o tumulto de ultima hora mas parece que esta acontecendo um descaso com nossa população.

Jonathan S. Santos

Internauta J.S. Machado comenta no blog

Comentário postado na matéria “Diretor da AGTRAN, Hildebrando Lima, comenta no blog“.

Caro diretor do trânsito de Sucupira de Santo Antão, gostaria de informar à vossa senhoria que o tal fotosensor a que o senhor se refere não existe no referido semáforo onde ocorreu a flagrante transgressão cometida por um de seus pupilos. Sua desinformação e destempero na resposta neste blog servem apenas para revelar a forma como atuam os governantes de nossa cidade.

J.S. Machado

Câmara de Vereadores: DEZENOVE VAGAS PODERÁ VOLTAR PARA ONZE.

No início da noite de ontem (23), por volta das 18h, ao caminhar pela Praça Leão Coroado, Centro Comercial, de longe, cumprimentei um grupo de amigos. Daí, escutei a voz do amigo e comunicador Jota Domingos: “Pilako, vem  aqui saber de uma  novidade”.

Ao aproximar-me do referido grupo, disse o seguinte: bem se é novidade, já estou começando a gravar. Doravante, o vídeo abaixo retrata o papo “acalorado” sobre à real possibilidade do plenário da Câmara  de Vereadores voltar à traz na decisão, tomada semana passada, de aumentar para 19 VAGAS NA CÂMARA, NA PRÓXIMA LEGISLATURA.

No vídeo, falaram os pré-candidatos a vereador Jota Domingos e Luis Carlos e o vereador Novo da Banca. Eis aí, portanto, a conversa na integra: Veja o vídeo:

Disse o internauta: “isso é um absurdo”.

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Recebemos um registro fotográfico, de um internauta que pediu para não ser identificado, contendo o seguinte comentário:

“pilako domingo pela manhã quando eu estava passeando com meu cachorro, os porcos estavam espalhando o lixo na rua do Rosário….isso é umm absurdo…..”

Sendo assim, mesmo a contragosto, serei obrigado a abrir a “jaula do Elias” e  zerar o contador dos bichos.

Festa para os vitorienses setentões.

Recentemente aconteceu na cidade do Recife a comemoração do aniversário de setenta anos do vitoriense Clodomiro Tavares, irmão do colunista do nosso blog, Aldenisio Tavares.

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O encontro, formado por familiares e amigos mais próximos, contou com a presença de outro vitoriense “setentão”. Zé Campelo, hoje, morando na Cidade Maravilhosa – Rio de Janeiro – foi “moleque” daqui, na época em que seu pai, Maestro Epaminondas comanda a banda musical – antes do Maestro Aderaldo. Vale lembrar, que Zé Campelo, lá do Rio de Janeiro, acompanha o “movimento” da sua terra natal através do nosso Jornal Eletrônico, intitulado Blog do Pilako.

Internauta Sylvyo Augusto reclama de porcos na rua

Bom dia Pilako,

Segue algumas fotos de como encontra-se por trás da CEAVI aqui em Vitoria, realmente uma pocilga em plena zona urbana onde todos os dejetos dos animais são jogados nessa córrego, fora o mau cheiro que é insuportável durante a noite, os lixos que são espalhados no dia que o caminhão vai passar (pois nos dias de caminhão de lixo a quantidade de porcos na rua é maior ainda), o perigo para as crianças pois os animais podem morde. Pilako peço sua ajuda para que possamos fazer alguma coisa para que isso não ocorra mais, pois se for depender dessa prefeitura, não sei não, se você quiser verificar tudo isso só é ir na rua que liga a rua. Manoel Borba à rua do Cajá.

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Muito obrigado pela atenção.


Sylvyo Augusto
Técnico de Segurança do Trabalho
Auditor em Trabalho em Altura
Bombeiro Civil

Portanto, mais uma vez, serei obrigado a abrir a “jaula do Elias” e zerar o contador.

Reunião dos Monges: Baile Classe “A”.

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Na noite do sábado (19), na Praça Dom Luis de Brito, nossas lentes flagraram uma reunião da diretoria da Agremiação Carnavalesca, Companhia dos Monges em Folia. Dessa vez, a pauta da reunião ficou restrita ao 7ª edição do Baile Classe “A” que ocorrerá, esse ano, no Clube dos Motoristas “O Cisne”, no dia 17 de outubro as vinte e três horas, dois minutos e trinta e dois segundo. O baile será animado,mais uma vez, pela Orquestra Arcoverdense de Ritmos Americanos – Super Oara – com participação Rick Anjo.

Eleições 2016: A REGRA DO JOGO COMEÇA MUDAR.

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Os parlamentares brasileiros, juntamente com a grande mídia nacional, perderam o “bonde da história” no quesito: REFORMA POLÍTICA. Com a chamada “ABERTURA POLÍTICA GRADUAL,  O Presidente João Figueredo, ao assumir  em 1979, sancionou a Lei da Anistia e promoveu uma reforma política que restabeleceu o pluripartidarismo, retomando assim, o tão sonhado ambiente democrático no país.

Com as eleições diretas de 1989, primeira do período da redemocratização,  ocorridas diante de uma população politizada, face ao longo período de exceção, o povo brasileiro, sobretudo os mais jovens, jogou todas suas fichas nos partidos políticos. Passada algumas décadas e várias eleições gerais, chegamos à triste conclusão que as agremiações partidárias nacionais viraram organizações criminosas, infiltradas na máquina pública, que tem por objetivo, entre outros, SAQUEAR A NAÇÃO.

imagem_8_11620Com os movimentos populares ocorridos no ano de 2013, intitulado: “JORNADAS DE JUNHO”, o Brasil viveu um sonho fugaz. A negação da adesão dos partidos políticos nas manifestações, diga-se de passagem: de todas as correntes ideológicas  – se é que existe alguma ideologia nessa “sopa de letrinhas” –  revelou-se um claro atestado,  da esmagadora maioria da população brasileira,  que o povo  não se sente representado por esses ”senhores” que andam de paletó e gravata.

Como solução mágica, para todos os problemas do país, eis que surge à chamada “NOVA” REFORMA POLÍTICA. A Presidente da República, Dilma Rousseff, quando ainda tinha alguma coisa para dizer ao povo brasileiro, no ápice da crise, para acalmar as massas, se utilizou da rede nacional de televisão para propor um PLEBISCITO SOBRE REFORMA POLÍTICA. Veja o vídeo:

Dilma propõe plebiscito sobre reforma política

Pois bem, passado pouco mais de dois anos desse acontecimento, com relação à reforma política, antes alardeada como à solução “de todos os problemas brasileiros”, hoje, chegamos à conclusão que fomos enganados mais uma vez e que os problemas do Brasil, vivenciado na atualidade, estão mais lastreados na má condução política que, propriamente,  na situação macroeconômicas.

Como mudança, de fato, no processo eleitoral brasileiro, realizado pelo “capenga” Congresso Nacional, apenas regras insignificantes sem nenhum impacto consistente no pesado jogo eleitoral. Quanto à cassação do direito à reeleição, nos cargos executivos, efetivamente, essa dinâmica, só passará a valer,  plenamente a partir de 2020, caso, até lá, as regras  não  sejam modificadas,  mais uma vez.

bancoImagemSco_AP_182053No dia de ontem (17), o Supremo Tribunal Federal, Corte máxima da Nação, decidiu, por oito votos contra três, que empresas privadas não mais poderão “investir” em partidos políticos e, consequentemente, em campanhas eleitorais,  em favor do candidato “A”,  “B” e até “C”. Sob vários argumentos, nas suas justificativas, os Ministros que votaram pelo fim das contribuições, alegaram, entre outros motivos, tentar equilibrar o jogo eleitoral e cortar, pela raiz, mais um foco de corrupção que drena o dinheiro do contribuinte.

Talvez tenha sido por conta de medidas dessa magnitude que a regra para o prazo de filiação, tenha sofrido alteração, ou seja: no modelo anterior,  o candidato teria que está filiado no partido de sua preferência dose meses antes do pleito, hoje, com as novas regras,  bastam  180 dias.

2014-773376129-2014120403758.jpg_20141204Sendo assim, como um observador e curioso da cena política nacional, estadual e local, acho que a Operação Lava-Jato, conduzida pelo Juiz Sergio Moro, onde trancafiou medalhões do PIB nacional e político de alta plumagem, começa  promover mudanças, efetivas, nas regras do jogo político brasileiro, independente da vontade dos nossos parlamentares de “meia tigela”.

Internauta Alexandre Rogério comenta no blog

Comentário postado na matéria “CNIPDHI – Confederação Nacional das Instituições Privadas de Direito Humanos e Investigações, COBRA PROVIDENCIAS AOS GESTORES PÚBLICOS.“.

…E o nosso transporte publico não possui nenhuma acessibilidade, porque através do Decreto Federal nº 5.296/2004, todos os ônibus (100%) deveriam ter plataforma de acessibidade até 2014. Hoje Vitória só tem um. E o nosso direito de ir e vir garantindo pela Constituição Federal?

Alexandre Rogério

AGTRAN – DEVE UMA SATISFAÇÃO À POPULAÇÃO VITORIENSE.

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Ontem (16), por volta das 12h20 trafeguei com meu automóvel, entre outras vias, pela Avenida Mariana Amália e Avenida Henrique de Holanda. Na Avenida Mariana Amália, segui, imediatamente, atrás de um veículo da frota da prefeitura, vinculado a AGTRAN – Agência Municipal de Trânsito.

Muito bem, no  cruzamento da referida  via com a Rua Senador João Cleofas, – Esquina do Banco do Brasil e Ferreira Color – existe um semáforo luminoso.  Por incrível que pareça, o condutor do veículo da AGTRAN, ontem (16), exatamente às 12h19, NÃO TEVE A PACIÊNCIA PARA ESPERAR E AVANÇOU COM SINAL VERMELHO. Veja o vídeo:

Minutos depois, até porque fiquei parado no sinal onde o referido automóvel seguiu, flagrei novamente – dessa vez sem vídeo ou foto –  outro absurdo, no que diz respeito às leis de trânsito, sendo cometido por esse mesmo condutor, no mesmo veículo.

Em ato continuo, este mesmo veículo, ao trafegar pela Avenida Henrique de Holanda, no sentido Vitória/Recife, na altura do Trevo da Rodoviária –  Próximo à empresa Irmão Tarso –  fez uma manobra à esquerda, pegando o acesso para o Alto da Bela Vista, ou seja: TUDO ERRADO. Aliás, é bom que se diga: ninguém me contou, eu vi.

O correto, nesse caso, seria fazer o retorno. Seguir até a Avenida Silva Jardim, virando à direita. Depois virar à direita novamente na Rua João Moura, em seguida virar novamente  à direita na Rua Osvaldo Evaristo da Cruz Gouveia e esperar o sinal abrir, no cruzamento da referida rua com a Avenida Henrique de Holanda, para  só assim, seguir para o Bairro da Bela Vista,  pela  via conhecida por “Subida da Morepe”.

maxresdefaultNão irei fazer nenhum comentário sobre esses lamentáveis flagrante de desrespeito às Leis de Trânsito, protagonizado por quem tem o dever de punir os infratores e a obrigação de dar o exemplo aos motoristas, motoqueiros, ciclistas e pedestres. Os fatos aqui mostrado e narrado, por si  só, já dizem tudo. Espero que o diretor da AGTRAN, o amigo Hildebrando Lima, aos invés de me ofender, mais uma vez,  com palavras grosseiras, apenas tomasse uma atitude exemplar com o infrator ( que não sei quem foi) e comunicasse à população à medida administrativa que tomou. Só isso…

CNIPDHI – Confederação Nacional das Instituições Privadas de Direito Humanos e Investigações, COBRA PROVIDENCIAS AOS GESTORES PÚBLICOS.

Quando o Terminal dos ônibus urbanos era localizado na Praça da Restauração, no bairro do Livramento, o sistema de transporte coletivo local era mais observado pelas lentes do nosso jornal eletrônico, intitulado: Blog do Pilako. Isso porque, a referida praça é uma das minhas rotas diárias.

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Em inúmeras ocasiões denunciamos a precária situação dos veículos que transportava a população. Reiteradas vezes, falei, que na gestão do Governo de Todos, tal qual na gestão do Governo Que Faz, comanda pelo folclórico ex-prefeito José Aglailson, não foi criado nenhum órgãos para cuidas, organiza e fiscalizar o transporte urbano coletivo na nossa cidade, ou seja, o serviço que só pode ser exercido através de concessão pública municipal, aqui,  na nossa Vitória, o mesmo foi e continua sendo regido por regras ignoradas, contrariando frontalmente, contudo, os princípios que norteiam à administração pública.

Parece até brincadeira, mas não é.  Por incrível que pareça não existe nenhum órgão na prefeitura local, que saiba explicar às regras desse sistema de transporte coletivo da Vitória. Eles (gestores municipais) não sabem, por exemplo: quais os horários regulares dos ônibus, valores e percentuais de aumento nas tarifas, periodicidade das devidas manutenção de veículos, muito menos um cadastro das empresas com seus respectivos motoristas, aliás, à esse propósito, é possível encontrar “rodando” veículos com placas na cor cinza, de outro estado matriculado em outro estado,  o que é, convenhamos, um VERDADEIRO ABSURDO.

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Pois bem, para falar sobre esse e outros assuntos recebi na nossa redação, recentemente,  o amigo Wilson Brito, representante local da CNIPDHI –  Confederação Nacional das Instituições Privadas de Direito Humanos e Investigações.

Na ocasião ele (Wilson) apresentou-me ofícios enviados à unidade do PROCON/FACOL local, manifestando o absurdo que está ocorrendo nas agências bancárias e nos  seus respectivos correspondentes, no que diz respeito ao descumprimento da lei municipal que regulamenta o tempo de espera na fila, sobretudo para as pessoas com idade avançada.

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Já com relação ao descaso no transporte coletivo local, pertinente ao constante abuso do descumprimento das normas de segurança e para falta de respeito com os direitos dos idosos, usuários do sistema, o amigo Wilson Brito disse-me que procurou (informalmente) o secretário municipal de ação social e o diretor da AGTRAN, os amigos Manuel Aldo e Hildebrando Lima, respectivamente.

Dos dois, ouviu que nada poderia ser feito, no âmbito das suas respectivas pastas, pois não tinham autonomia para tal. Bem, para concluir, gostaria de falar o que disse, na ocasião, ao amigo Wilson Brito: De FATO, OS AUXILIARES DO PREFEITO NÃO TEM AUTONOMIA PARA MUITA COISA MESMO, MAS,  ESTÃO NESSA SITUAÇÃO (SUBJULGADOS) PORQUE QUEREM. ATÉ PORQUE, AUTONOMIA PARA DEIXAR O CARGO, ELES TEM.

Prof. Pedro Ferrer comenta no blog

Comentário postado na matéria “A história vai muito mais além que aquilo que escrevemos…“.

História viva e contada por quem a vivenciou. Não importa a óptica. Os fatos podem ser interpretados de várias maneiras , mas a narração, os personagens e as datas são as referências. As interpretações estão sujeitas a tantos fatores que o espaço aqui é pequeno para citá-los. Parabens Pilako, assim se faz história. Não sei quem é melhor, se você ou Olho de Pires.

Pedro Ferrer