Internauta Geovani Jose comenta no blog

Comentário postado no “Momento Grau Técnico Vitória

o grau técnico esta de parabéns, pelo exemplo de educação, mesmo sendo um curso particular, ao contrario da educação de vitória que esta uma verdadeira bagaceira, na gestão desse infame prefeito. Com uma certa atenção para o colégio municipal Pedro Ribeiro, que as autoridades do colégio não tem a mínima competência em administrar o estabelecimento de ensino, com o qual alguns alunos vivem em pe de guerra constante com professores e gestores. cabe a secretaria de educação municipal, por os olhos para aquela instituição em particular. ou então ate a intervenção do próprio ministério publico, nas irregularidades da educação municipal.

Geovani Jose

Internauta Joao Fernado comenta no blog

Comentário postado na matéria “O estacionamento “Zona da Zona”, chegou ao fim…“.

Guia azul é uma invoação no CTB. Assim como as escolhas da vias que são mão ou contra-mão de direção veícular.
Vitória é a única Cidade onde vias de trânsito fazem “x” sem sinalização (via do forum x josé rufino x entrada da casa dos pobres).
Vitória é a única Cidade onde as vias são inglesas (inversa) (ex. subida do anexo proximo a prefeitura).
Vitória é a única Cidade onde pedestres disputam ao mesmo tempo, espaço com carros.
Vitória é um caos no trÂnsito. Daí fica a pergunta: A INCOMPETÊNCIA É DO SECRETÁRIO OU DE QUEM NOMEIA O SECRETÁRIO?

Joao Fernado

O estacionamento “Zona da Zona”, chegou ao fim…

20150916_103402

Em várias ocasiões, aqui pelo blog, “puxei as orelhas” dos gestores da administração pública municipal, entre outras coisas, no que diz respeito ao disciplinamento da chamada “Zona da Zona” na Praça Leão Coroado. O problema é o seguinte:  desde a conclusão da reforma da referida praça, que custou quase quatrocentos mil reais aos cofres públicos, a AGTRAN apenas pintou o meio fio de amarelo, sem se preocupar com à sinalização vertical de trânsito, ou seja: meio fio pintado de amarelo, sem placa regulamentando, é apenas alegoria.

Pois bem, com a implantação do estacionamento rotativo pago, a chamada “Zona Azul”, no centro da cidade e depois ampliado – indiscriminadamente  tanto é prova que depois foi obrigado à recuar –  os técnicos da AGTRAN, comandados pelo amigo Hildebrando, decidiram que o entorno da Praça Leão Coroado não deveria ser reservado ao sistema pago, ou seja: ficou decidido – “tecnicamente” – que seria estacionamento proibido, mesmo faltado as placas de sinalização.

IMG_0390

Passado alguns meses os motoristas descobriram que o entorno da Praça Leão Coroado, no que diz respeito ao estacionamento de veículos, se tornou uma espécie de “terra de ninguém”, isto é: os agentes de trânsito, não podiam autuar (multar) por falta da  sinalização correta, sob pena das infrações serem anuladas. Já com relação às moças contratadas pela empresa SinalPak, nada podiam fazer, pois o espaço não estava destinado ao estacionamento rotativo pago.

Moral da história: houve ocasião, em pleno horário de funcionamento do sistema,  que o espaço da “Zona Azul” ficou vazio, na medida em que a “terra de ninguém” estava lotada de veículos. Nessa situação,  passei a chamar este espaço de estacionamento de “Zona da Zona”.

IMG_1200 (1)Pois bem, após minhas postagens, falando desse verdadeiro atestado de amadorismos e incompetência dos que dirigem a AGTRAN, hoje, pela manhã, nossas lentes registraram que um caminhão da empresa,  SinalPark  estava no local – Praça Leão Coroado – sinalizando a área para, doravante, ser mais um espaço reservado à chamada “Zona Azul”. Veja o vídeo:

Fica agora a dúvida: Antes,  no estudo “técnico” realizado pela AGTRAN,  essa área  foi considerada “imprópria” para o estacionamento de veículos.  Agora, a mesma área, vai servir ao estacionamento rotativo pago, chamada de “Zona Azul”. Finalmente, quais os “técnicos” que estavam certos sobre essa “ZONA”, os de antes ou de agora?

maxresdefault

Outro dia, um amigo em comum, meu e de Hildebrando  e leitor assíduo do nosso jornal eletrônico, perguntou-me se o diretor da AGTRAN estava dividindo o salário dele comigo, pois, segundo ele, eu estava trabalhando muito pelo melhoramento do trânsito da cidade, na medida em que apontava as falhas e o Hildebrando ia lá corrigir, consertando os erros exatamente da forma que eu havia dito no blog. Gostaria de reiterar que  nessa matéria (trânsito), sou apenas um curioso.

Portanto, reconhecer o erro e voltar atrás, não é defeito, é qualidade. Aliás, volto a dizer o que já disse inúmeras vezes: Elias Lira não está preocupado em melhorar o trânsito da cidade, muito menos com a qualidade de vida dos munícipes. A prefeitura, sob sua administração,  tal qual como foi a do folclórico ex-prefeito José Aglailson, teve, como principal meta, eleger o “príncipe herdeiro” para deputado estadual – Joaquim Lira – aquele que dizia detestar política e que por ele seu pai já tinha saído desse negócio.

elias-lira-joaquim

Escritor vitoriense, Stephem Beltrão, é destaque na Revista “Jardins News”.

stefan

Na manhã do último domingo (13) recebi, das mãos do amigo escritor, poeta, músico e compositor, Stephem Beltrão, um presente. “JARDINS NEWS – EM REVISTA”  é um trabalho, de cunho cultural, produzido de maneira artesanal pelo escritor Tavares de Lima que, aos noventa e oito anos mantém-se ativo e entusiasmado com mudo das letras. Disse-me Stephem: “ele é  tudo na revista, edita, confecciona, produz e distribui”.

O motivo pelo qual recebi a referida revista, como presente, do poeta Stephem Beltrão, se deve à homenagem feita pelo autor ao escritor vitoriense e, consequentemente, uma fotografia que apareço ao lado do amigo Stephem Beltrão e sua digníssima esposa.

IMG_1889

Portanto, desde já agradeço ao pela atenção ao amigo e, ao mesmo tempo, parabenizo o editor pela 31ª edição da Revista “JARDINS NEWS”.

IMG_1879

Prof. Sosígenes Bittencourt comenta no blog

Comentário postado na matéria “A história vai muito mais além que aquilo que escrevemos…”.

Tudo verdade. Olho de Pires era menino, no tempo de eu menino. Cara Dura era Otácio de Lemos, e Dr. Ivo era de Limoeiro. A história pode ser contada sempre que houver alguém que a vivenciou e pronto para contá-la.

Sosígenes Bittencourt

A história vai muito mais além que aquilo que escrevemos…

21100237219092

O conceito de história, enquanto ciência, ao longo do tempo, sofreu inúmeras transformações. Ainda existe o arcaico conceito, na cabeça da maioria das pessoas, que a história só veio a existir depois da invenção da escrita. Na verdade a história existe desde que o homem pisou no nosso solo terrestre, de forma ereta ou não.

Já em outro tempo, à história que “interessava” era a dos vencedores, dos fortes e  conquistadores. Nos primeiros ensinamentos escolares, aprendemos poucas coisas, ou quase nada, sobre à vida dos derrotados, dos fracos e eliminados, como se os mesmos não tivessem importância alguma na construção da sociedade que vivenciamos nos dias atuais.

A visão moderna da historiografia nos remete ao estudo do contexto em que os fatos ocorreram, os cenários em que a vida transcorria e, na medida do possível, na importância dos atores envolvidos, inclusive dos que aparentemente serviram apenas de “figurantes”.

Na medida do possível e com os recursos que disponho, tento reproduzir, aqui pelo blog, um pouco da história da nossa Vitória de Santo Antão. Ora revivendo o passado, ora registrando cenas do cotidiano, para que as mesmas, no futuro, sirvam de instrumento de pesquisas às gerações vindouras.

IMG_1421

Outro dia, encontrei um grupo de pessoas amigas,  no Centro Comercial, entre elas o popular  “olho de Pires”, falando sobre acontecimentos políticos do passado. A conversa girava entorno da primeira eleição para prefeito de Doutor Ivo. Sobre esse pleito, o amigo “olho de Pires”, de maneira empolgada, bem ao seu estilo,  relembrou  músicas que alimentou a “rinha” dos eleitores nesse pleito. Veja o vídeo:

Portanto, como já  falei, o verdadeiro estudo da  história requer  muito mais do que aquilo que está escrito. A visão de cada um que vivenciou um determinado fato, em um dado momento, não deixa de ser  uma  “ferramenta” importante para ampliar a construção da memória histórica, ou seja: TODOS NÓS TEMOS UM POUCO DE HISTORIADOR.

O grave problema de saúde pública, continua na cidade.

Quer seja noite ou dia os porcos continuam circulando pelas vias públicas da cidade. O prefeito Elias Lira, juntamente com a sua sobrinha, a secretária municipal de saúde, Veralucí Lira, continuam ignorando o problema.

IMG_1831

Portanto, mais uma vez, cobramos mais seriedade dos nossos gestores no que diz respeito à esse GRAVE PROBLEMA DE SAÚDE PUBLICA “CRÔNICO” DA NOSSA CIDADE.

Secretária de Saúde Dra. Veraluce Lira – Foto: Portal da Prefeitura de Vitória

Secretária de Saúde Dra. Veraluce Lira – Foto: Portal da Prefeitura de Vitória

Sendo assim, mesmo a contra, serei obrigado a abrir a “Jaula de Elias”  e zerar  nosso contador dos bichos.

Eleições 2016: Zé Catinga garante o Partido Verde e disputará eleição com o numero 43.

20150912_120815

Na manhã do sábado (12) o diretório estadual do PV – Partido Verde – realizou  um encontro na cidade do Recife. O evento, de caráter político partidário, que teve como objetivo, entre outras coisas, promover  atos de  filiação envolvendo lideranças políticas  interessadas em disputar cargos eletivos, nas eleições municipais do ano que vem (2016), marcaram presença.

O ato festivo ocorreu no luxuoso Hotel Golden Tulip Recife Plaza, localizado no bairro de  Boa Viagem. Da nossa cidade, Vitória de Santo Antão, o grupo organizado pelo presidente municipal da sigla, Carlos Alberto, liderado pelo pré-candidato a prefeito, José Manuel de Souza, o popular empresário “ Zé Catinga”, foi um o maior do interior do estado.

20150912_094855

IMG_1758Como palestrante do concorrido evento, o professor e consultor Maurício Romão, na sua fala, realizou uma análise da conjuntura atual, na qual a superposição de crises – política, ética e econômica – faz com que os candidatos “da situação”, ou por eles apoiados,  tenham menos chances  de vitoria no pleito que se avizinha. “Em 2012, por exemplo, caiu para 50% a quantidade de candidatos que se reelegeram”, exemplificou. A tendência é que em 2016 esse número seja ainda menor. Previu o respeitado Mauricio Romão. Após sua participação no palco do evento, tive o privilégio de realizar uma pequena entrevista com ele. Veja o vídeo:

Apesar de ser um admirador do trabalho do professor e consultou Mauricio Romão, como blogueiro e observador da cena política local, gostaria de dizer que  o principal motivo que me levou ao encontro do PV – Partido Verde – foi para medir,  “IN LOCO”, o nível de comprometimento político e partidário dos dirigentes da sigla – nacional e estadual- com o diretório municipal e, consequentemente com à postulação majoritária do amigo Zé Catinga.

Pois bem, com o bate papo que tive com o presidente nacional do PV, José Luis Penna, realcei à simpatia que muitos brasileiros nutrem pelo Partido Verde,  face ao seu conteúdo programático no que diz respeito ao desenvolvimento sustentável. Ao questiona-lo sobre a garantia da postulação a prefeito de Zé Catinga, no próximo pleito (2016), ele foi enfático: “se é da vontade do partido e de Zé Catinga, firmado o compromisso nos vamos até a eleição, podem ficar Tranquilo”. Veja o vídeo:

Já com o vídeo que realizei com o presidente estadual do  Partido Verde, Carlos Augusto, a animação com esse novo momento do Partido Verde  em Pernambuco, foi visível. Na música da agremiação, tocada no encontro, as palavras de ordens  foram “renovação e reciclar”. Quando perguntado sobre à garantia da candidatura de Zé Catinga para prefeito,em 2016,  Calos Augusto foi contundente: “o povo quer Zè Catinga, Entendeu… Zé Catinga vai ser candidato porque o povo quer, e vai  ser prefeito porque o povo quer, então…Partido Verde 43, fechado com Zé Catinga”. Veja o Vídeo.

Muito bem, ao final do evento, que foi bastante concorrido, sai convencido que o amigo Zé Catinga já tem garantido um partido para disputar a eleição de prefeito, na Vitória. Para uma cidade cujos caciques políticos se acham donos de tudo e todos, ter a garantia de uma  legenda partidária, já é uma boa largada, rumo ao objetivo. Portanto, a partir de agora, deve o amigo Zé Catinga avançar na consolidação do  arco de aliança política que lhe garanta, de fato, disputar com chances de vencer,  a eleição em 2016.  Portanto, como diz o cantador Santana: “Amanhã, pode acontecer tudo, inclusive nada.”.

A invasão está parada, agora a prefeitura tem que derrubar….

Bem, passados quinze dias da postagem aqui no blog, cujo título foi: Os espaços públicos da Vitória continuam sendo SAQUEADOS, gostaria de dizer que a “grande obra arquitetônica urbanística”,  ocorrida no teto da Antiga Parada de ônibus, no Centro Comercial, TÁ PARADA.

IMG_1744 (1)

É bom que se diga que mesmo com o registro fotográfico aparentando  a obra num estado mais avançado, a mesma,  realmente parou. Aliás, como manda o “ritual” das invasões é normal que quando as pessoas “gritem”, sobretudo de forma pública – como foi o caso aqui no blog – eles recuem, para deixar “esfriar” o assunto, para  só depois terminar a construção “num fôlego só”.

Também é importante registrar que o morador vizinho, Douglas França, formalizou a denuncia na própria prefeitura. Segundo ele, os protocolos foram enviados para à Secretaria de Planejamento e Orçamento (Protocolo nº 3601), e o outro  direcionada à Secretaria de Obras (Protocolo nº 3602).

O curioso desse caso foram as respostas dos  respectivos secretários  da municipalidade. Relatou Douglas França: “a Arquiteta afirmou que a obra era pública, contradizendo informações que tive no local da obra, onde foi informado que o responsável pela construção, era um Pré-candidato a vereador do grupo político do atual prefeito e a proprietária da obra era funcionária da prefeitura e amiga pessoal de Elias Lira”. Ainda segundo ele: “ a “proprietária” da obra, estaria construindo no local com recursos próprios e fins privado”

barbosa-prefeitura

Depois de inúmeros “desencontros”,  de ordem administrativa, a Arquiteta (que não sei o nome), e os secretários  Manoel Jorge e Barbosa chegaram a dizer que desconheciam  a obra. Depois, o  Barbosa, uma espécie de  “bam-bam-bam” da prefeitura ainda disse: “que a obra era pública, mas que não tinha conhecimento da obra (parece piada, mas não é)”, complementou Douglas França.

Nenhum  funcionário público  pode conduzir as coisas dessa maneira. Aliás, deveria ter oura postura, outra atitude. Mas, não adianta colocar a culpa no Barbosa, ele apenas serve de “escudo” para o chefe.

Para encerrar, gostaria de dizer que a obra está parada e estamos “atucalhando” ela, como se diz lá na cidade de Belo Jardim.

Internauta Hélio Boaventura comenta no blog.

Com relação à matéria postada no dia  quatro de setembro  – uma semana atrás-  no nosso blog cujo  título: Eleições 2016: eleger o deputado Aglailson Junior para prefeito, é ter a certeza que nada vai mudar, recebemos  um comentário, na noite de ontem (10),  que posto abaixo:

Pilako,

Sobre a publicação na qual você citou o saudoso Professor Luis Boaventura gostaria de sugerir a você uma melhor apuração, para que não haja ambiguidade no texto. O professor Luis Boaventura foi, bem lembrado por você, um nome de consenso pelo respeito e admiração que muitos vitorienses contemporâneos dele, e até de gerações após a dele, tinham e expressavam ter por ele.

O que você não mencionou e deixou para seus leitores a dúvida é sobre o caráter do Professor Luis Boaventura, que ao perceber as regras do jogo que foram impostas, abandonou o projeto político.

Gostaria de aproveitar o momento para citar o nobre Procurador Rodrigo Janot ao questioná-lo o porquê desta extemporânea “exumação pública” do Professor Luis Boaventura.

Foi infeliz da sua parte ao citar o nome do Professor Luis Boaventura em uma frase com duplo sentido, dando a entender que ele foi um dos que enganaram o povo. Um absurdo dizer isto de um homem que tanto contribuiu com o município.

Mesmo tendo sido vítima e que se a ele houvesse alguma culpa “a morte é causa de extinção da punibilidade e não cabe a você fazer a inútil exumação pública de um cadáver”.

Então permita-me sugerir: não queria você mesmo reescrever aquele parágrafo?

Helio B. de Andrade

Muito bem, só hoje (11), pela manhã,  tive acesso ao referido comentário. Gostaria, em primeiro lugar, de cumprimentar o amigo e primo, Hélio Andrade,  antes, que alguém possa imaginar que exista algum problema de ordem pessoal entre ele e eu.

varanda (7)

Com relação ao comentário do Doutor Hélio, sobre a citação do nome do seu saudoso  pai,  na matéria mencionada , gostaria de fazer o seguinte: explicar, concordar, discordar e até propor uma ideia.

Primeiro – explicar:

Se bem observado, em nenhum momento a matéria tem como foco o professor Luis Boaventura, muito menos,  falar da sua biografia. Aliás, a matéria aludida possui dezessete parágrafos  e contem  apenas três linhas relacionando o fato político envolvendo o nome de Luis Boaventura. De maneira clara, apenas citei-o como contribuição histórica à matéria, sem nenhuma intenção de execrar ou exaltar o nome de quem quer que seja, logo, não caberia maiores explicações e delongas com os dois  nomes citados, no exemplo. (Nô Ferrer e Luis Boaventura).

A matéria diz claramente: “Houve um tempo, aqui na Vitória, há mais de meio século, que os políticos mais experientes, para enganar os bem intencionados, inventavam uma “Tal Candidatura de Consenso”

No parágrafo abaixo, faço o seguinte  complemento:  “A última vez que se falou por aqui nessa “Tal Candidatura de Consenso”, salve engano, foi na década de 70 para lançar o nome de Luis Boaventura a prefeito, ocasião, aliás, tal como as outras, que não prosperou, até porque, não foi criada para prosperar apenas, como já falei, para enganar”.

Pois bem,  fica bem claro, no contexto da matéria, que o professor  Luis Boaventura – jogando no time dos bem intencionados –  foi mais uma “VÍTIMA” dos políticos mais experientes e mal intencionados. Tanto é verdade o que falei que, no seu comentário,  você mesmo confirma a manobra “não republicana”  dos políticos mais experientes quando escreveu:  “que ao perceber as regras do jogo que foram impostas, abandonou o projeto político”

Concordância:

Outro dia, papeando com o professor, pensador e poeta vitoriense, Sosígenes Bittencourt, ele usou de uma metáfora para elogiar o meu trabalho de resgate da história da cidade e dos seus respectivos filhos, dizendo: “Pilako, você é o maior “exumador de cadáver” dessa cidade, você nos faz lembrar, todos os dias,  de vitorienses  que já foram esquecidos até  pelos familiares”.

Portanto, ser lembrado, por você, como “exumador de cadáver” não me foi ofensivo, muito pelo contrário, para uma pessoa que tem, entre outros objetivos, ser um estudioso da história da sua cidade e que vem se especializando para ser um historiador de ofício, confesso, fiquei muito satisfeito com a sua ilação.

Discordância:

Já com relação à citação, por você realizada,  que diz: “a morte é causa de extinção da punibilidade e não cabe a você fazer a inútil exumação pública de um cadáver”. Permita-me discordar do seu pensamento. A nossa obra (vida terrena) deve sim  ser observada, estudada e até exemplificada, quando for o caso. Por exemplo: Mesmo depois da morte do líder  africano, Nelson Mandela, devemos usar e lembrar seus ensinamentos. Entre outras coisas, ele deve se eternizar pela  personificação da humildade. Já o líder alemão, Adoufh Hitler, deve sim ser “exumado”, sempre que possível, entre outras coisas,   como  um clássico exemplo de intolerância, algo que devemos combater sempre.

Proposta:

Para encerrar essas linhas, exemplo da verdadeira liberdade de expressão e diálogo de alto nível, faço uma provocação a você, no bom sentido da palavra, claro. Para que o primo e amigo, Doutor Helio Boaventura de Andrade,  mergulhe  a fundo na rica obra do seu saudoso pai, Luis Boaventura para que, em uma data oportuna, lance um livro contendo sua biografia, suas poesias, suas histórias e artigos publicados  e até,  quem sabe,  linhas inéditas que certamente devem permanecer guardadas nas mais protegidas gavetas do nobre primo. De resto, agradeço pela participação, admiração e respeito que nutrimos um pelo o outro.

Lavoura ou Sosígenes: quem vai casar primeiro?

casamento

Para quem é da cidade da Vitória, não é nenhuma novidade saber que o  professor, pensador e poeta vitoriense,  Sosígenes Bittencourt é portador de uma das mentes mais brilhante da nossa Polís. Em ato continuo, também não é novidade para ninguém que na “arte da vida mundana”, o amigo Lavoura é professor em tudo, condecorado com  mestrado e doutorado internacional.

Pois bem, se não bastasse à amizade de infância dos dois, das inúmeras  noitadas bebericando juntos e outras coisas mais “e mais e mais”, os dois amigos – Lavoura e Sosígenes –  também corrobora de uma outra particularidade.

lavoura

Os amigos Lavoura (58)  e Sosígenes (60),  ambos com  seis décadas de vida, continuam irmanados na “solteirice convicta”. Desde que me entendo por gente, sou amigo dos dois. Sabendo das suas respectivas posições quanto ao matrimonio, já havia comunicado aos dois que no dia que houvesse a oportunidade de dividir o mesmo espaço com eles faria um registro em vídeo. Esse dia, então,  chegou. E foi no domingo (06) passado, no Pátio da Matriz.

Lavoura, apesar das muitas primaveras disse que ainda não está “pronto pra casar”. Já o professor Sosígenes disse o seguinte: “nenhum ser humano está imune ao casamento. O sujeito pode casar dos 15 aos 80 anos”. Perguntamos ao amigo Lavoura se houvesse uma  oportunidade de fazer uma aposta: QUEM CASARIA PRIMEIRO, Lavoura ou Sosígenes ?  Veja a resposta no  vídeo:

A gestao do Governo de todos ainda não aprendeu fixar placas de sinalização de trânsito.

Com relação ao critério técnico adotado pela prefeitura, através da AGTRAN, comandada pelo amigo Hildebrando Lima, no que diz respeito à fixação de placas de sinalização de trânsito, nas vias públicas da cidade, podemos dizer que continua uma “gracinha”.

maxresdefault

Dias atrás nossas lentes registraram que  uma das placas fixada, pelos “técnicos” da AGTRAN, na Praça Duque de Caxias, no que diz respeito à altura exigida por lei, ESTÁ ERRADA.

placa

Aliás, fixar placas da maneira correta na cidade, nunca foi o forte da gestão do Governo de Todos. Em várias ocasiões e  em anos diferentes, já registramos  que as placas de sinalização, que servem para orientar motoristas e pedestres, são fixadas de todo jeito, como se fosse uma placa colocada por  algum vendedor ambulante para anunciar a promoção do dia.

placa
No ano de 2012, quando a AGTRAN ainda nem existia, em uma das calçadas mais movimentada da cidade, uma placa foi colocada em uma altura que os transeuntes “metiam a cabeça” nela,  constantemente.

Já em 2013, com AGTRAN e tudo, em uma das calçadas do principal corredor comercial e financeiro da cidade, a prefeito manteve-se no erro , mostrando assim  que mesmo depois da criação da AGTRAN – órgão que deveria ser extremamente técnico – as coisas continuaram sendo realizada sem o menor critério.

2013

Portanto, já estamos em 2015 e,  já já, a gestão do Governo de Todos deixará o comando da administração pública. Vamos torcer para que os técnicos da AGTRAN se qualifiquem melhor para poder colocar as placas de sinalização na altura correta, em conformidade com o que manda as leis.

Internauta Zito da Galileia comenta no blog

Comentário postado na matéria “Recreio do Rojão canta “A Coceira do Papai””.

conheci recreio do rojão na radio jurema em vitoria não devemos despresar de resgatar a nossa historia. o pai de recreio se chamava que, era chefe de maracatu em galileia,mudou para vitoria e recreio passou carregar água no jumento para entregar pela cidade depois formou um grupo que usava chapéu de couro e roupas de chita como o mesmo padrão por muito tempo cantou na radio jurema depois radio independência.

Zito da Galileia

Arsenal, Estrelinha e Meiota na 1ª divisão do Vitoriense

Untitled-1

Por Marcio Souza, Futebol no Domingo

O futebol de Vitória de Santo Antão terá três novos representantes na primeira divisão local o ano que vem. Arsenal, Estrelinha e Meiota foram os clubes que mais pontuaram na segunda divisão do Campeonato Vitoriense e consequentemente conseguiram o acesso à elite.  Quatro times passaram pra segunda fase. Além do trio, Canha foi o único que não chegou às ‘’vias de fato’’, porque na rodada decisiva empatou com os estrelianos e foi superado pela Meiota com o mesmo número de pontos. O time do Dique levava vantagem no saldo de gols.

Neste domingo (06), Arsenal e Estrelinha fizeram a grande final no Estádio José da Costa, em Dr. Alvinho.  O jogo ficou empatado em 3×3 e a taça foi mesmo para Cidade de Deus, já que o time da ‘via láctea’ tinha o melhor saldo de gols como critério de desempate. O Arsenal, que representa o bairro do Cajá, terminou o certame como segundo melhor colocado. “Tivemos chances de matar o jogo várias vezes, mas não fomos superiores para isso”, lamentou ao término da partida o goleiro Tony.  A primeira divisão do Vitoriense começa em março, segundo o calendário da Liga Vitoriense de Desportos.

Falta vergonha na cara mesmo…

Para o motorista que é obrigado a trafegar pela via lateral do Viaduto do Cajá, no sentido subúrbio/centro, a situação continua complicada.

IMG_1733
O prefeito Elias Lira parece que perdeu de vez a vergonha na cara. A cidade está um caos. Lixo por toda parte. Buraco é “boia”, porcos circulando pelas vias públicas, falta de remédio e profissionais nos postos de saúde, obras inacabadas e etc…. O curioso de tudo isso, é que o dinheiro não deixa de entrar nos cofres da prefeitura. Segundo informações que circulam na internet, ao final dos seus oito anos de mandato, pelo menos HUM BILHÃO E MEIO passou pelas suas mãos. É..Na próxima campanha, o candidato que Elias “apoia” terá muita coisa para explicar…

Foto: Alepe

Foto: Alepe

Gestão do Governo de Todos na “lama”.

Os porcos continuam comandando na cidade. Na tarde do último sábado (05), por exemplo, nossas lentes flagraram na Rua Primitivo de Miranda, dois enormes porcos circulando livremente pela via.

porco
A gestão do Governo de todos, que já vai no seu sétimo ano consecutivo no poder, na questão dos bichos nas ruas, ainda continua na lama, ou seja: continua misturada com os porcos. Portanto, mesmo a contragosto, serei obrigado a abrir a “jaula do Elias” e zerar o contador dos bichos do blog.

Internauta Juliana Dutra comenta no blog

Comentário postado na matéria “Vitória não é “assim mesmo”, nossos políticos é que não querem trabalhar pela cidade.“.

A entrada de Vitória me incomoda – e muito! Muitos pensam que a instalação do Shopping mudou a cara da cidade – puro engano. Um centro comercial não deve e nem pode caracterizar a “primeira impressão” de uma cidade. O que se vê é muita sucata, muita sujeira e, ao se “distrair” vendo isso você cai em um dos vários buracos das vias. Mas não acaba por aí; os poucos prédios históricos que ainda estão erguidos são descuidados ou estão em desuso. As pessoas são mal-educadas (como são em boa parte do nosso país), jogam lixo no chão. Diversas ruas são mal iluminadas. Calçadas irregulares e sem acessibilidade. Esgotamento sanitário nem se fala… Falta amor à cidade em que se vive, dos governantes e de boa parte da população.

Juliana Dutra

Feriado de 7 de setembro na Vitória: um pouco de tudo.

No dia de ontem, sete de setembro, feriado nacional, o Brasil parou para comemorar o dia da sua independência. Aprendemos,  no início das nossas jornadas escolares, que Dom Pedro Primeiro, às Margens do Rio Ipiranga, montado em um musculoso cavalo levantou sua espada aos céus e bradou: “ laços fora soldados, nós não pertencemos mais ao reino de Portugal, nossas cores  são  verde e amarela” (algo mais ou menos assim). Pois bem, cento e noventa e três anos depois,  do famoso “sete de setembro”, já  está mais  que provado que tudo isso não passou de marketing político.

14015
Assim como aconteceu em todo Brasil, nossa cidade, Vitória de Santo Antão, também comemorou o feriado com desfiles cívicos, paradas militares, pessoas nas ruas e até protesto contra a indiferença do prefeito e “seus”  vereadores, atinente às carências municipais.

11393348_993475364030827_4633055590111159366_oAqui já virou tradição o povo “ganhar” às  ruas. Com o dia ensolarado a festa ficou mais bonita. Nesse dia, encontramos pessoas que não estão acostumados à participar, frequentemente, de manifestações públicas, tais quais campanhas políticas e festejos carnavalescos.

IMG_1692Depois de muito ensaio e expectativa, finalmente, as crianças puderam  mostrar, nas ruas, tudo que aprendeu,  vestidos, claro, com sua garbosa indumentária. O pai e a mãe, as tias e as avós são as que mais vibram com “espetáculo particular”. Já o nosso comércio ambulante, no dia de ontem, faturou bem. Até o amigo Jefferson Rodrigues, o “homem da foto na hora”, que havia tempo que não lhe via, esteve circulando por toda parte  fazendo seu devidos  registros.

IMG_1716IMG_1710Na Praça Dom Luis de Brito, na Matriz, até uma roda de capoeira foi vista. Muitos curiosos pararam para acompanhar essa verdadeira “arte da dança” que foi uma das  heranças  deixada pelos negros escravos que, com sua força de trabalho, construíram nosso país, desde do tempo em  que ainda éramos colônia extrativista de Portugal. Veja o vídeo:

Portanto esse foi, de maneira geral, o dia sete de setembro na nossa Vitória de Santo Antão. Apesar de um pequeno incidente, ocorrido na  Praça Duque de Caxias,  o desfile transcorreu sem maiores problemas, aliás é bom que se diga: Para quem não tentou cruzar a Avenida Mariana Amália pois,  mais uma vez  aquele  “estrangulamento” que a prefeitura realiza na altura do Banco do Brasil é um “desconvite” para as pessoas que querem circular para acompanhar o movimento . Não devemos esquecer de lembrar que os moradores do bairro do Livramento continuam reclamando do  isolamento do bairro,  nos desfile cívicos do dia sete de setembro.

O prefeito Elias Lira obriga os alunos a desfilarem nas “trevas”.

20150907_175625Por volta das 18h a Praça Duque de Caxias e parte da Rua Imperial, trajeto oficial dos desfiles cívicos alusivos ao dia sete de setembro, ficaram totalmente às escuras. Registramos, em vídeo, a passagem de uma das  agremiações  pela via, em que mal se  enxergar  às cores dos respectivos fardamentos do grupo. Veja o vídeo.

Nas ruas do entorno do desfile – Rua Aloizio Xavier e Praça Diogo de Braga – a escuridão era total. As lâmpadas dos postes – um total de seis postes consecutivos – continuam sem funcionar, há semanas.

20150907_175631

Não podemos depositar na “conta” da secretária de educação, Maria José Lira,  a culpa pela escuridão pois, a sobrinha do prefeito não tem autonomia para efetivar algo que esteja além da burocracia interna da pasta que “toma de conta”, claro, depois que  recebe as ordens do tio.

Portanto, fica aí estampado o sentimento  e respeito que o prefeito Elias Lira  tem com as pessoas e as datas tradicionais do município. Acredito que o prefeito não ficaria satisfeito, caso ele tivesse saído da sua casa para apreciar o desfile do filho – ou de um neto – e fosse obrigado a caminhar por ruas escuras. Certamente ele não ficaria satisfeito………É uma situação  lamentável

Eleições 2016: eleger o deputado Aglailson Junior para prefeito, é ter a certeza que nada vai mudar.

Liberal_Wars

Com a chegada do mês de setembro, as agremiações partidárias entram na reta final do seu primeiro planejamento estratégico,  rumo às eleições municipais que ocorrerão em todo Brasil no ano que vem. Nossa cidade, Vitória de Santo Antão, assim como a disputa pelo Governo do Estado, tem tradição em eleições polarizadas.

Houve um tempo, aqui na Vitória, há mais de meio século, que os políticos mais experientes, para enganar os bem intencionados, inventavam uma “Tal Candidatura de Consenso”, ou seja: os grupos políticos se reuniam para indicar um candidato que contemplasse os interesses de todos.

Como vítimas dessa manobra, tivemos vários nomes, entre eles, o bem sucedido industrial e  fundador da Pitú, Seu Nô Ferrer. A última vez que se falou por aqui nessa “Tal Candidatura de Consenso”, salve engano, foi na década de 70 para lançar o nome de Luis Boaventura a prefeito, ocasião, aliás, tal como as outras, que não prosperou, até porque, não foi criada para prosperar apenas, como já falei, para enganar.

no-ferrerPois bem como já disse  inúmeras vezes: existe implantada na nossa cidade uma espécie de “código de ética” (com seu sentido invertido) que é seguido pelos grupos políticos tradicionais que,  curiosamente foi, por me apelidado,  de “cartilha do atraso”.

Neste contexto, os grupos que se revesa no poder municipal não podem denunciar os “maus feitos” do outro, pois,  ele (o grupo) enquanto  esteve no comando, também se utilizou das mesmas práticas políticas que envergonha o sentido da existência da PALAVRA  REPÚBLICA.

O prefeito Elias Lira, representante maior de um dos grupos que rivaliza a chamada polarização, foi uma derivação política da raposa felpuda chamada Ivo Queiroz. Elias, depois que sentou-se,  pela primeira vez,  na cadeira de prefeito (1983), entendeu que o “negócio” era bom. Deu uma “punhalada” nas costas do seu mentor e cuidou de se profissionalizar também no ramo da política passando, inclusive, o “oficio” para seu filho, Joaquim – aquele que dizia detestar política e que por ele seu pai já devia ter saído desse negócio.

Foto: A Voz da Vitória

Foto: A Voz da Vitória

Representando a outra face da moeda, na chamada polarização política local, o folclórico ex-prefeito José Aglailson  é um legitimo representante da “Capitania Hereditária Vitoriense”. Seu avô, O Coronel José Joaquim da Silva, foi prefeito por três vezes da cidade. Duas por nomeação e uma pelo voto popular.

sequencia-

Foi a partir do Coronel Zé Joaquim (bisavô de Aglailson Junior) que a famosa “cartilha do atraso” foi implantada na nossa Pólis. Entre outras coisas danosas ao nosso município, funcionando  até os dias de hoje, também implantado pelo Coronel Zé Joaquim, foi a introdução de filho na política, ou seja: foi o bisavô do deputado Aglailson Junior que fez da nossa cidade uma espécie de Capitania Hereditária,  um feudo familiar, isto é: o bisavô de Aglailson Junior  foi  prefeito da Vitória, por três vezes. O avô, Nô Joaquim, uma vez.  O pai do atual deputado, o folclórico ex-prefeito,  Zé do Povo comandou os destinos do município por  duas vezes sendo,  inclusive, o primeiro prefeito reeleito da história  política da Vitória. Já o deputado Aglailson Junior, talvez alguns não lembrem, ele também já foi prefeito da cidade da Vitória por uma situação,  criada pelo pai,  quando o mesmo,  na posição de prefeito viajou levando o vice (Biu da Morepe) debaixo do braço, assumindo  assim  o comando da cidade o  então presidente da Câmara legislativa, o vereador Aglailson Junior.

biu-morepe-aglailson

Em tempos  de aperfeiçoamento do regime democrático nas Américas e da queda simultânea  dos últimos ditadores nos quanto cantos mundo, desconheço no Brasil republicano um município onde quatro gerações seguidas de uma mesma família tenham ocupado o cargo de prefeito na mesma cidade. Como dizia o Mestre Luis Gonzaga: “é de pai pra filho,  desde 1912”.

Além do mais toda família, por mais de meio século, vem se beneficiando com os votos da cidade para se eleger deputado. Salve engano, foi um mandato do Nô Joaquim, seis do Aglailson pai e o filho,  já vai na quarta legislatura seguida,  sem contar, claro, com os mandatos de vereador conferidos aos membros do “FEUDO DO JOSÉ(S)”, por várias legislaturas..

Bem, com isso, quero dizer que a cidade da Vitória já deu a esse pessoal muito mais do que eles mereciam. Pelo andar da carruagem o deputado Aglailson Junior deverá, junto com sua  irmã, ser o representante oficial do grupo vermelho na disputa pelo comando do município na próxima eleição (2016).

Foto:

Foto:

O irmão e também bisneto do Coronel  Zé Joaquim, o Romero, também já “berrou” que quer sua parte no espólio eleitoral da família e já vem dando carga no seu nome para assegurar um espaço no legislativo local, ou seja, caso tenha êxito na empreitada, será mais um legitimo representante da “Cartilha do Atraso” a se beneficiar  da herança política deixada pelo bisavô, Coronel José Joaquim da Silva.

homeroOra! Diante dessa gigantesca genealogia eleitoral, que ainda poderia  ser citado o Coronel Honório Álvares dos Prazeres, é plausível que se  diga que o povo da Vitória também tem sua culpa nessa verdadeira dinastia familiar, impregnada no poder por tanto tempo. O povo da Vitória também precisa criar vergonha na cara e demitir esse pessoal do “serviço”, da “boquinha”, o quanto antes. Já passou do tempo !!!

O pior disso tudo, é que o prefeito Elias Lira, por incrível que pareça, segundo os “cientistas políticos populares”, silenciosamente vem demonstrando  interesse na fragmentação do seu próprio grupo para que, quatro anos mais tarde (2020),  quando o grupo vermelho, por ventura, estiver terminado seu mandato,  ele (Elias) apresente seu filho como salvador da pátria para novamente  reunir seu grupo e manter a eterna polarização, desta feita, liderada pelos dois filhos dos atuais  principais  caciques da “Capitania Hereditária Vitoriense”.

A cidade precisa entender que Elias e Aglailson vão fazer de tudo para se perpetuarem no poder, através dos seus filhos. É bom que se diga, ao contrário do que a esmagadora maioria das pessoas pensam, os “reis” nunca serão  inimigos.

Portanto, não vejo condições da nossa cidade avançar, rumo às melhorias em todas as áreas,  se não for pela “expulsão” – pelo voto –  desses pessoal, verdadeiros  legítimos representantes da “Cartilha do Atraso”.

Sair de uma administração de Elias Lira e cair nas mãos do deputado Aglailson Junior é a certeza de que nada vai mudar. É a manutenção da dilapidação do patrimônio público em favor dos interesses eleitorais. É a confusão – proposital- do que é  público com o que é privado. É a ocupação dos cargos da prefeitura pela “parentada”,  sedenta pela “mamatinha” e … etc etc. Enfim, nossa cidade precisa acordar para não trocar seis por meia dúzia, ESSA É A HORA DE DEVOLVER VITÓRIA AOS VITORIENSES. PENSEM NISSO………

02-ditadura