“Ótica Diniz Vitoriense”- GOL DE PLACA!!!!

Sinônimo de força e capilaridade nacional a marca “Ótica Diniz”, que na  Vitória de Santo Antão é pilotada pelo amigo empreendedor Sérgio Alves, fez um gol de placa na nossa “aldeia”.  Além de ser a melhor empresa do ramo por aqui, no que se refere às tendências  do mercado ao passo que disponibiliza os melhores preços, agora,  calibrou sua mídia digital com o “DNA” antonense, tanto de corpo quanto de alma.

Após contratar uma agência local  – PEDE BIS COMUNICAÇÃO – para melhorar ainda mais o dialogo com o consumidor regional,  a “Diniz Vitoriense” promoveu figuras carimbadas da nossa cidade ao patamar de “POPSTAR E CELEBRIDADES”……….Entre outros, destacamos os amigos Pablo Dantas, Márcio Souza e Tatú Lanches, todos, reconhecidamente, autoridades no mundo digital e nas suas respectivas atividades.

Assim sendo, na qualidade de antonense atento aos movimentos locais, não poderia deixar de fazer esse registro, realçando à visão empreendedora do casal amigo, Sérgio e Simone, por prestigiar e valorizar as “pratas da casa”…..

EDUCAÇÃO MUSICAL – A importância dos graus contidos na escala musical. (PARTE 3)

Conforme estamos analisando a importância existente em cada grau (nota) da escala musical, nos faz aproveitar cada momento e, com a escala de DÓ Maior servindo de modelo, teremos o material base suficiente para esta abordagem. O estudo da escala ou, das escalas, contém paralelamente o estudo dos graus conjuntos e os graus disjuntos. Lembramos que estamos trabalhando dentro do campo de DÓ Maior, então, o primeiro grau (I) desta escala será DÓ ( C ), onde já estando ciente dos sete graus existentes nesta escala, e, o acréscimo de mais um grau oitavado que será o próximo DÓ ( C ) formador inicial da segunda escala aguda de DÓ Maior, nos deixa livres para trabalharmos o estudo dos graus conjuntos. No estudo dos graus conjuntos podemos observar sua característica na sua formação da escala de DÓ ( C ), por exemplo: vamos trabalhar com o I e o II grau (DÓ/RÉ), onde podemos representá-lo também pela grafia da cifra: (C/D). Este grau pode ser denominado de grau maior, em razão ao seu valor referente a sua distância entre si, por exemplo, ao iniciarmos a escala dentro do campo de DÓ Maior ( C ), e, ao fazermos os cálculos referentes a soma, encontraremos do ( C ) ao (D ), ( DÓ/RÉ ), um tempo.

Quanto aos graus disjuntos, existe a diferença no que diz respeito, a sua formação composicional entre o grau principal – a primeira nota – e, a sua última nota, por exemplo, (DÓ/SOL); ( C/G ), I e V, onde ao calcularmos a sua distância, encontraremos diversos graus até chegarmos a última nota (grau), para o fechamento do grau trabalhado. Por exemplo: do ( C ) DÓ ao ( G ) SOL, o DÓ ( C ) é o grau principal, seguido do ( D ) RÉ, ( E ) MI, ( F ) FÁ, e o fechamento do ( G ), onde observamos uma separação por outros graus (notas), para que assim seja formado o grau disjunto. Onde passo a passo, vamos nos adaptando com o estudo dos graus e, ao mesmo tempo trabalhando as escalas e seus intervalos ( distância entre um e demais graus).

Bosco do Carmo

E-mail: bcarmo45.bcm@gmail.com

Projeto “Sipaúba Inconcert” começa nesse sábado – MÚSICA DE QUALIDADE!!!

Confirmado para começar já no próximo sábado – 04 de maio – o Projeto Cultural “SIPAÚBA INCONCERT” tem como articuladores dois conhecidos artistas locais. A união comercial do produtor cultural Bad Léo com o músico Pepeu,  tem tudo para dá certo, ou seja: “ tem pano pra manga”.

De um lado, um sujeito  vivido no mundo artístico e acostumado “empinar” grandes projetos culturais. Do outro, um cara identificado, desde nascença, com o segmento da seresta e com a  música de qualidade. Em tempos de “música-lixo”, lubrificar  os ouvidos  com os clássicos musicais, sempre será uma boa opção!!!

O Projeto Cultural terá como palco o “Beco da Sipaúba”, localizado bem no Centro da Cidade. O local, com o apoio do Engarrafamento Pitú, recebeu pintura nova e agora virou a “Arena Sipaúba”. Assim sendo, a partir do próximo sábado, os boêmios da Vitória, nas tardes dos sábados,  sairão da “orfandade”,  no que se refere a um lugar para tomar “umas e outras” e escutar uma boa música!!

Serviço:

Projeto: Sipaúba Inconcert

Dia: tarde dos sábado, a partir das 15h

Local: Beco da Sipaúba – Centro da cidade.

Atração musical do próximo sábado:  Neide & Pepeu e os Boêmos

HUMANIZAÇÃO DE ANIMAIS VERSUS DETERIORAÇÃO HUMANA – por Manoel Carlos.

Pilako:

“Os ambientalistas, com a ajuda de políticos e de outras burocracias globalmente poderosas, foram bem-sucedidos em impor sobre todo o globo um conjunto de ideias que já custou dezenas de milhões de vidas humanas.
Peguemos o exemplo mais famoso deste totalitarismo homicida. Em 1962, a famosa bióloga americana Rachel Carson publicou o livro Silent Spring, uma fábula sobre os supostos perigos dos pesticidas. O livro se transformou em um clássico do movimento ambientalista, não obstante se tratasse de uma obra de ficção. O livro exerceu uma influência poderosa sobre vários governos, o que levou à proibição mundial do uso do DDT (Dicloro-Difenil-Tricloroetano, o primeiro pesticida moderno) ainda no início da década de 1970.
Em 1970, pouco antes da proibição do DDT, a Academia Nacional de Ciências dos EUA declarou que o DDT havia salvado mais de 500 milhões de vidas humanas ao longo das últimas três décadas ao erradicar os mosquitos transmissores da malária. Naquele ano, a Academia lançou um relatório no qual dizia: “Se tivéssemos de eleger alguns produtos químicos aos quais a humanidade deve muito, o DDT certamente seria um deles. … Em pouco mais de duas décadas, o DDT evitou que 500 milhões de seres humanos morressem de malária, algo que sem o DDT seria inevitável. Antes da proibição do DDT, a malária estava prestes a ser extinta em alguns países. O DDT foi banido pelos governos no início da década de 1970 não obstante o fato de não ter sido apresentada nenhuma evidência científica comprovando que ele gerasse os efeitos que Carson e o movimento ambientalista alegavam que ele gerava.”

Amigo Pilakinho,  veja se nós estamos ou não diante de um mesmo “fenômeno” em nossa cidade: dois vereadores, pessoas boas, um gordinho e outro magrinho, abduzidos por ideias alienígenas estão seguindo um caminho de positivar todas as demandas sociais de uma minoria ruidosa e, maledicente.
Faz 300 anos que os fogos de artifício são usados no Nordeste; temos legislação criminal que pune que abusa de todo e qualquer som ou barulho; sempre os cidadãos daqui viveram em harmonia, e agora alguns minoritários querem (igual aos racistas do PT) impor o que pensam à sociedade?
Será, queiram os Céus, mais uma lei sem efetividade social, posto que nós Vitorienses não nos submeteremos a caprichos de amantes de animais, repito, amantes de animais, que, por desordem mental se matam “pulando de barcos para salvar cachorros e alto mar”.
Pessoas assim não podem ditar a uma sociedade seus desejos alucinados.
Onde e desde quando na história da humanidade animas tiveram direitos? Nem o Cavalo de Atila tinha direitos amigo Pilako!

O direito é para seres humanos!

Alguns mentirosos dirão que é para defender autistas – sei que poucos assim desejam, mas na sua maioria é um bando que deseja humanizar animais (só cachorros, mas as cobras do Butantã, o jacaré da praça, o sapo esfomeado, os cagados dos rios esses não são objeto de amores de ninguém). Não se deve tirar o pão dos filhos para lançá-lo aos cães!
“Os animais podem, pois, ter seu lugar numa sensibilidade cristã bem formada. Mas com limites. Assim como há plantas que servem para o adorno da vida do homem e outras que têm uma rudeza incompatível com este fim, assim também os animais. Uma dama não desce de sua condição se olha uma flor, respira seu perfume e a usa como adorno. Mas desceria se fizesse o mesmo com uma couve-flor, e pior ainda talvez, com uma simples couve. E pela mesma razão o homem, ao qual convém tanto o convívio do cão, não foi feito para beijar focinhos de cães como quem beija uma esposa ou uma filha, e também não foi feito para a intimidade de símios, ratos, javalis e girafas. Toda a inferioridade da natureza animal, patente nestes seres, é incompatível com esta promiscuidade com o homem. E o homem se degrada quando faz calar em si a natural repugnância que causa a intimidade com essas criaturas, nas quais a rudeza animal não foi velada por qualquer aparência. Fazendo calar esta repugnância, o homem embota o sentimento de sua própria superioridade, e, por assim dizer, aceita e assume em si o que no bruto há de inferior. Atitude de espírito bem freqüente em uma época como a nossa, na qual todos os igualitarismos, mesmo os mais degradantes, encontram clima compreensivo. Não se deve dar aos cães o pão destinado aos filhos (Marc. 7, 27 ), adverte Nosso Senhor, nem atirar pérolas aos porcos ( Mat. 7,6 ). É o que faz quem, levado por estúrdio sentimentalismo de fundo igualitário, concede aos animais carinhos e intimidades que a ordem da Providência reservou às relações entre seres humanos.”

Amigo Pilako hoje em função do desequilíbrio emocional se tem mais animais (cachorros) do que crianças…
De acordo pesquisa do IBGE, a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD), em 2013 havia 44,9 milhões de crianças de até 14 anos”. Quer dizer, o número de cães supera em quase nove milhões o de crianças!
Segundo Lozano, Lachhein explicou em sua entrevista que “a mensagem de que os animais têm direitos, e que devem ser tratados a este respeito como se fossem seres humanos, vai calando na sociedade, fruto de um bombardeio ideológico. Uns por sentimentalismo, pois já não é infrequente que as mascotes estejam começando a substituir os filhos e sejam tratadas como tais, e outros por ideologia. Mas, o objetivo final é ‘socavar os fundamentos desta civilização’ através do marxismo cultural, que se esconde por detrás”.
Bom Pilako termino com esta citação:
Os que dizem “quanto mais convivo com os homens mais gosto de cachorros” — os que encontram nos animais um alívio das exigências do convívio humano, devem ter o cuidado de analisar sua real motivação.
(Os quatro amores)
C. S. Lewis.

Manoel Carlos. 

Fogos de artifícios: Audiência Pública para debater o assunto!!!

Registro o recebimento do convite, enviado pelos vereadores André de Bau e Jota Domingos,  para a Audiência Pública que acontecerá no próximo dia 08 de maio, às 19h no plenário da Casa Diogo de Braga. O encontro tem como objetivo debater sobre o Projeto de Lei que visa  regulamentar o  uso de fogos de artifício no nosso município. No que se refere ao conteúdo do convite –  pelas minhas inferências – perece-nos que já  existir uma pré-disposição dos autores pela proibição dos fogos tradicionais. Independente de qualquer coisa é bom que esse assunto seja discutido e debatido. Por várias vezes já cobrei das autoridades locais uma clareza nessa matéria:

 Explico:

Por incrível que possa nos parecer, na nossa cidade, apenas no período carnavalesco os “fogos de artifícios” são proibidos. Gozado!!! Durante o ano todo, o quê mais se ouve na nossa cidade é foguetório!! É a procissão, para chamar a atenção dos fiéis, é a loja que vai ser inaugurada, é o aniversário do político, que é  “comemorado pelos correligionários”,  é o time de futebol que ganhou o campeonato e por aí vai……. Dizem alguns, que até os traficantes de drogas da nossa cidade se utilizam dos fogos de artifícios para se comunicar com  o “seu pessoal”…..

Pois bem, recentemente, por ocasião da reunião ampliada (Promotoria, Prefeitura, Polícia de Militar, Corpo de Bombeiro e etc)  ocorrido no prédio da promotoria da nossa cidade, por ocasião da confecção do “CAC do Carnaval 2019” – Compromisso de Ajustamento de Conduta – tive a oportunidade de pergunta a todas as autoridades (juntas)  presentes o motivo pelo qual os fogos de artifícios só eram proibidos, na nossa cidade,  no nosso tríduo momesco…….Ninguém soube responder.

Ainda nessa reunião, falando sobre esse assunto, sugeri ao promotor que estendesse essa proibição, também, para o período eleitoral, até porque é nesse período, em função das caminhadas e carreatas, que todo dia na Vitória é noite de “São João”……Ou não é?

Realcemos também que na nossa cidade “os fogos de artifícios” é uma tradição antiga.  Como prova disso, consta nos arquivos da cidade que desde o início da circulação do primeiro jornal local (1866), os comerciantes do gênero já anunciavam seus produtos nos espaços reservados à publicidade. É bem verdade que hoje os tempos são outros.

Existem novos conhecimentos e o comportamento da sociedade mudou, sobretudo na direção  das pessoas com algum tipo de dificuldade, assim como na relação e no comportamento da sociedade com os animais. Portanto, espero que a referida Audiência Publica seja uma marco nessa questão para a nossa Vitória de Santo Antão, corrigindo equívocos, respeitando o direito de todos e garantido a livre iniciativa comercial  das pessoas. Parabéns aos autores pela provocação!!!

Crise de remédio na Farmácia Básica do Estado de Pernambuco: entenda os verdadeiros motivos !!

Em postagem no blog do Inaldo Sampaio, ocorrida hoje (30),  a deputada estadual Priscila Krause – filha do eminente antonense Gustavo Krause -, de maneira simples e objetiva, revela os motivos pelos quais os pacientes pernambucanos, acometidos de  doenças crônicas e que dependem dos medicamos fornecidos pelo Governo do Estado, estão sendo humilhados e ainda correndo risco de vida. Abaixo, segue trecho da matéria:

1- Usando como fonte de consulta o “Portal da Transparência”, a deputada Priscila Krause (DEM) levou ao conhecimento da Assembleia Legislativa de Pernambuco, nesta segunda-feira (29), a causa da crise em que se encontra a Farmácia do Estado, que distribui (ou pelo menos deveria distribuir) medicamentos gratuitos para portadores de doenças crônicas que não dispõem de recursos para adquiri-los.

2- A causa, segundo a deputada, é aquela que já se sabia: falta de recursos. Ela constatou que em 2018 o Governo do Estado reduziu em 96,5% – comparando com o ano anterior– os gastos com recursos próprios para a “Aquisição de Medicamentos e Insumos Farmacêuticos Excepcionais e Especiais”.

3- Só de “restos a pagar” referentes a compras iniciadas em 2016, o governo estadual deve a fornecedores R$ 70,4 milhões.

4- Em 2017 foram pagos a fornecedores R$ 69,7 milhões referentes à compra de remédios excepcionais e especiais (que não incluem os medicamentos vinculados à atenção básica), dos quais R$ 25,7 milhões foram repassados pelo governo federal e R$ 43,9 milhões saíram dos cofres do Governo do Estado.

5- Em 2018, segundo a deputada, o gasto caiu para R$ 15,9 milhões – R$ 14,4 milhões transferidos por convênios do Sistema Único de Saúde (SUS) e R$ 1,5 milhão da gestão estadual.

6- Significa que no ano passado, apenas R$ 1,5 milhão foram gastos com a farmácia básica, ante R$ 43 milhões em 2017.

7- “É um corte desumano num Estado que tem um orçamento superior a R$ 30 bilhões”, comentou a deputada.

8- Este ano, pelos cálculos dela, foram pagos R$ 19,7 milhões de medicamentos comprados nos anos anteriores e R$ 3,6 milhões referentes a compras novas, realizadas no atual exercício.

9- “A questão dos restos a pagar é uma bola de neve, que tem inviabilizado a continuidade das entregas”, disse a deputada.

10- Atualmente, as três maiores dívidas são com os Laboratórios Novartis (R$ 12 milhões), Roche (R$ 11 milhões) e Majela Medicamentos Ltda. (R$ 7,5 milhões).

11- A Lei Orçamentária do Governo de Pernambuco prevê que para esta ação, 80% dos recursos seriam originados do tesouro estadual e 20% do Ministério da Saúde.

12- Esclarecido o problema, cabe agora ao Governo do Estado assumir sua responsabilidade e não ficar botando a culpa nas licitações, nas concorrências “desertas” e nas transportadoras que não teriam entregue os medicamentos no prazo previsto.

13- Há que se contar a verdade para a população. Ou seja, de fato, está faltando medicamentos na Farmácia do Estado, porque não temos dinheiro para comprar todos os itens de que a população precisa.

14- É muito mais bonito e muito mais honesto. Até porque, como diz o dito popular, “a verdade sempre aparece”.

Vitória já dispunha do chamado “carro compartilhado”, lá em 1871……..

A história também cumpre esse papel. Ou seja: dizer que nem tudo que se propaga como algo novo é tão novo assim! Nos meus arquivos, que remonta o tempo pretérito dos antonenses, encontrei um anuncio interessante e que nos provoca às chamadas “reflexões interdisciplinares”. Diz o anuncio:

“Antonio Medeiros Paiva faz ciente ao público de que, todas as quartas-feiras, às duas horas da tarde, fará sair desta cidade para o Recife um carro que voltará no sábado, às mesmas horas, para esta cidade. O preço da passagem, ida e volta, é 14$000; ida ou somente volta, é 7$000. Tratar no seu hotel, nesta cidade” – Jornal Correio de Santo Antão, 16. 12. 1871)”.

Detalhes do anúncio:

A palavra “carro”, aludida no referido texto, leia-se “carruagem puxada por cavalos”. Até porque, o primeiro automóvel que veio circular pelas terras da recém-criada cidade da Vitória – elevada de vila à categoria de cidade em 1843 – só veio ocorrer 39 anos mais tarde,  em dezembro 1910.

Outra coisa: à época, 1871, completava-se cinco anos  da circulação do primeiro jornal da nossa cidade, “ O Vitoriense”,  publicado em 05 de novembro de 1866.

Para o contexto do recorte temporal realçado, imaginemos, contudo, que  o negócio do senhor Antonio Medeiros Paiva, 15 anos após esse anuncio,  deve ter entrado numa profunda crise. Isso porque, em 09 de janeiro de 1886, começava operar para o Recife o moderno sistema de trem da Vitória.

Portanto, amigo internauta, esse negócio de “carro” compartilhado no nosso torrão não é  algo assim tão novo,  como se alardeia por aí…..Mudanças nas estruturas comercias, crises em alguns setores e o surgimento de novos negócios, idem…..

“Clube de Leitores do Lions Vitória Centenário”.

Empinando mais um bate-papo literário, o empolgado articulador do Lions Clube Vitória Centenário, Ismael Feitosa, promoveu mais encontro. O evento, de caráter eminentemente filantrópico, ocorrido na noite da sexta (26), na sede do referido clube, localizado no bairro da Bela Vista, além dos convidados, recebeu o médico Edvaldo Bione que atuou como palestrante cujo tema central foi “o livro que mudou a sua vida”. Esse espaço, segundo o seu articulador, o amigo Ismael Feitosa, tem como principal objetivo incentivar e despertar nas pessoas da nossa cidade o hábito da leitura. Vale a pena conferir!!

Brother’s Pub: um lugar diferente!!!

Localizado no Pátio da Matriz, o Brother’s Pub é um lugar diferente. Ao seu estilo a casa noturna procura fugir do trivial, tanto no cardápio quanto na bebida e principalmente na música. Na noite da sexta (26), marquei presença. Entre outras coisas, o chamado “ROCK AND ROLL”, gênero musical que ganhou força a partir dos anos 50, indubitavelmente, no sentido amplo da palavra, agrega pessoas diferentes,  mas que acabam tornando-se iguais, apenas pelo gosto musical. Brother’s Pub: um lugar diferente!!!

Os deputados Pastor Eurico, Bispo Ossesio, João Campos e Túlio Gadelha, até 2022, são “devedores” à Vitória de Santo Antão de pouco mais 7 milhões de reais!!

Segundo noticiou a imprensa, nos últimos dias,  o Ministro da Casa Civil da Presidência da República  “acenou” com uma recompensa de 40 milhões para cada deputado federal “da base” que “se abraçar” com a reforma da Previdência. Ou seja:  seria  10 milhões de reais “disfarçados”  em emendas a mais, nos próximos quatro anos – isso é o que diz a grande imprensa….

Dessa forma, nos quatro anos de mandatos (2019/2022) os deputados governistas, que já seriam detentores de mais ou menos 60 milhões em emendas oficiais (15 milhões por ano),  chegariam ao final dessa legislatura com um potencial de 100 milhões para distribuir com as suas bases.

Pois bem, na esteira da matéria postada ontem (25),  aqui no blog, realçando os deputados estaduais e suas respectivas emendas parlamentares (orçamento do estado) tomarei a liberdade de traçar – usando o mesmo regramento usado ontem ( proporcionalidade) – o valor em dinheiro que os deputados federais eleitos com “boas votações” no nosso colégio eleitoral (Vitória) “teriam obrigação” de  investir aqui.

obs: o calculo,  abaixo realizado, levou em consideração o “incremento financeiro” noticiado pela imprensa. 

Para não ficar cansativo pegarei apenas os quatro deputados federais eleitos,  mais bem votados na nossa cidade. Pastor Eurico e o Bispo Ossesio são da base do presidente Bolsonaro  (base de calculo 100 milhões)  e os dois oposicionista seriam João Campos e Túlio Gadelha (base de calculo 60 milhões)

Assim sendo, o deputado Pastor Eurico – usando a “Lei” da proporcionalidade (voto X emendas) teria “obrigação” de destinar à Vitória de Santo Antão  – nos próximos quatro anos -,    em virtude de haver recebido só no nosso colégio eleitoral 2.675 sufrágios,  o que correspondeu a 2,13% do total da sua votação,  o valor de R$ 2.130.000,00 – dois milhões, cento e trinta mil reais.

Já o  deputado federal Bispo Ossesio, que também foi  abençoado  com os votos dos antonenses e recebeu das nossas urnas 1,70% do total da sua votação,  aplicando-se  o mesmo raciocínio, deveria o mesmo investir na nossa cidade, pelos  próximos quatro anos, através das suas emendas, o valor de R$ 1.700.000,00 – hum milhão e setecentos mil reais.

Com relação aos outros dois deputados citados na matéria – João Campos e Túlio Gadelha –  por estarem militando no campo oposicionista, teoricamente,  não seriam agraciados com suposto o “bônus” do governo. No entanto, são eles “donos” de 15 milhões por ano, ou seja: 60 milhões até 2022.

Portanto, caberia  ao deputado João Campos devolver à Vitória, em forma de investimentos, através das suas indicações, já que “arrancou” do nosso colégio eleitoral 2.89% (13.347) da sua expressiva votação (mais de 460 mil votos) R$ 1.734.000 até 2022.

O deputado Túlio Gadelha, que se coloca como um agente da chamada “nova política”, também é “devedor” ao nosso município. Recebeu dos vitorienses quase 3% (2.96) da sua votação. Cabendo-lhe, portanto, retribuir ao município em formar de investimento com o  dinheiro do seu “bocado certo”.  Ou seja: 2,96% X 60 milhões é igual a  R$ 1.776.000,00 até 2022.

Para concluir, imagino que a nossa cidade e o seu povo são CREDORES de pouco mais de 7 MILHÕES DE REAIS desses senhores,  que deverão transitar pelas  “mãos” e pelas canetas  desses quatro deputados federal, que aqui (Vitória) foram muito bem acolhidos e votados, diga-se de passagem.  Fiquemos atentos e sejamos todos agentes da mudança,  que começa com uma forte  cobrança!!!!

Bom dia Pilako – de Floripa, Pedro Ferrer….

Hábito antigo e agradável levou-me a visitar o MUSEU HISTÓRICO DE SANTA CATARINA. Localiza-se no centro. Emoldura junto à catedral a Praça 15 de Novembro. Foi criado em 1978, portanto 28 anos mais novo que o nosso (Museu do Instituto Histórico). O imóvel serviu no passado como sede do governo estadual. Foi construído em meados do século XVIII. Sofreu diversas reformas e adaptações, sendo hoje considerado um prédio de arquitetura eclética. Indubitavelmente é um prédio majestoso e nisto somos inferiores. Mas…….. Mas, tem sempre um mas; a galinha do vizinho nunca é melhor do que a
minha. Nosso acervo em quantidade, diversidade e conteúdo supera o museu dos MANÉS. Mané, diferentemente de outros lugares, aqui, é o termo utilizado para identificar o nativo da ilha Santa Catarina (ilha onde está localizada Floripa). Não é termo pejorativo. O belo imóvel recebe o nome de Palácio Cruz e Souza, poeta local que se destacou na literatura nacional. Observe algumas fotos que registrei.

Pedro Ferrer – presidente do Instituto Histórico e Geográfico da Vitória. 

PORTUGUÊS SEM VEXAME – Escreveu : Ronaldo Sotero.


Evite constrangimento com o uso indevido de certas palavras.
1) DESPERCEBIDO ou DESAPERCEBIDO ?
Despercebido – não notado. Ex. Ele passou despercebido na reunião.
Desapercebido – desprovido. Ex. Ele está desapercebido de recursos.
2) PERDA ou PERCA?
A palavra PERDA é substantivo. Ex. Ele lamenta a perda do documento.
PERCA – forma do verbo do presente do Subjuntivo PERDER . Que eu perca, que ele perca.
Ex. Espero que ele não perca o exame.
3) NOBEL – palavra oxítona. Uma dica. Pronúncia igual a papel.
4) PALAVRA-ÔNIBUS – palavra genérica que reúne vários significados em um só. A ideia de ônibus é trazer muitos de uma vez.
Exemplos de palavras-ônibus: bacana, legal, coisa, aspecto.
5) NÃO PISE A GRAMA e NÃO NA GRAMA.
O verbo pisar é transitivo direto, por conseguinte, repele a preposição. Portanto, escreva:” Não pise a grama”.
6) SOMOS EM SEIS – Não se coloca a preposição EM em expressões como ÉRAMOS QUATRO, SOMOS SEIS.
7) DIVISA, FRONTEIRA, LIMITE
Divisa – use só para estados.
Fronteira – somente para países.
Limite – empregue apenas entre municípios.
8 – A PRINCÍPIO /EM PRINCÍPIO
A PRINCÍPIO – inicialmente.
EM PRINCÍPIO – em tese, por princípio, teoricamente.
9) Deus lhe ajude ou Deus o ajude?
Quem ajuda, ajuda alguém e não a alguém. A regência do verbo é transitivo direto. A forma correta, portanto, é “Deus o ajude”.
10) ONDE e AONDE
ONDE – empregue quando não há ideia de movimento.
Ex. Onde você trabalha?
AONDE – usa-se com verbo que expressa movimento.
Ex. Aonde você vai com tanta pressa?
11) Já se tornou comum um locutor esportivo famoso dizer a frase:” A bola passou POR SOBRE GOL”.
O correto é dizer :” SOBRE O GOL”, evitando -se o empregos de duas preposições juntas.
12) Eu OPITO ou OPTO?
Muita gente emprega “eu opito “. Jamais o faça.
O verbo ” optar” não tem “i” depois do “p” em nenhuma das suas flexões.
O correto é ” eu opto “.

Ronaldo Sotero 

Victor, Henrique e Joaquim: “bolso cheio”!!!

Em primeira votação, ontem (24), na ALEPE, foi provada uma  PEC – Proposta de Emenda à Constituição – que aumenta em dois milhões por ano o “orçamento” das chamadas emendas parlamentares,  que cada um dos 49 deputados tem direito. De R$ 1.500.000,00 (hum milhão e meio) suas excelências, doravante (até 2022)  terão R$ 3.500.000,00 (três milhões e meio) para destinar às bases,  da maneira que mais lhes convier.

Sem querer entrar no mérito da questão – se é justo ou não – gostaria apenas, nesse momento,  de levantar uma questão: Vitória “ostenta”, através dos seus deputados  – Aglailson Victor, Henrique Filho e Joaquim Lira –  três assentos na Casa de Joaquim Nabuco.

Dito isto, contudo, seria de bom alvitre provocar, no sentido da palavra, os nossos três representantes legais. Pois bem,  seria bastante razoável e até elogiável que os mesmos devolvessem às bases – com a destinação das emendas – os recursos de maneira proporcional às respectivas votação recebidas,  já que esse modelo (proporção) se  configura numa “medida” muito usada no “ramo da política eleitoral”. Explico:

O deputado Victor,  que só em Vitória de Santo Antão consagrou 22,68% da sua votação (total),  por questão de reciprocidade e respeito ao eleitorado antonense, deveria o parlamentar  destinar o mesmo percentual (22,68%) em valores do seu montante. Ou seja: 22,68% de três milhões e meio, representaria por ano o valor de R$ 793.800,00. Nos seus  quatro anos de mandato,  Vitória seria contemplada em R$ 3.175.200,00.

No caso do deputado Joaquim, o valor destinado à sua principal base (Vitória), seria mais elástico ainda, isso porque, os votos conseguidos aqui representaram  25,44% da soma geral da sua votação. Assim sendo, seria: 25,44% dos seus três milhões e meio que tem direito por ano. Ou seja: R$ 890.400,00 X 4 = R$ 3.561.600,00.

Já no caso do  deputado Henrique Filho, aplicado-se a mesma regra (proporcionalidade) seria dos três o que teria menos obrigação com Vitória, isso porque conseguiu “arrecadar” por aqui, um percentual menor 14,60% da sua votação total (que não é pouco). Assim sendo às suas indicações seriam contempladas com  R$ 511.000,00. Em quatro anos,  repassaria o valor  de R$ 2.044.000,00.

Não podemos imaginar que esses quase 9 milhões em emendas parlamentares, destinadas à Vitória,  não seriam  bem utilizadas. Espaços e necessidades  são  o quê não faltam. Poderiam, inclusive, incrementar os equipamentos culturais: Instituto Histórico, ACTV, AVLAC e etc.

Portanto, antonenses, chegou a hora de cobrança a fatura!!! Quem pede votos, no mínimo, tem que ter obrigação de retribuir alguma coisa com a sua mais importante base eleitoral….. Fiquemos Ligados!!!

Pedro Ferrer: “mesmo longe da terrinha”

Mesmo longe da terrinha,  remeto-lhe esta foto histórica das obras da Praça da Restauração. Na foto,  o prefeito Manoel de Holanda (chapéu e terno escuro ) inspeciona os trabalhos,  acompanhado de auxiliares. Ano de 1953. A praça seria inaugurada em janeiro de 1954,  ocasião em que se festejou o TRICENTENÁRIO da RESTAURAÇÃO PERNAMBUCANA. Vamos lembrar aos antonenses que o nome da praça é PRAÇA DA RESTAURAÇÃO e que o réptil JACARÉ,  infeliz e antigo inquilino do tanque,  já partiu para outra.

Pedro Ferrer – acervo família Holanda Cavalcanti (foto). 

Estradas: para quem gosta de história vale a pana ler.

Assim ficou definido,  em 1835 – sancionado pela Lei nº 9, em 12 de junho do mesmo ano (1835) – os tipos de estradas na Província de Pernambuco:

Estradas Provincias: construídas com o dinheiro da província  (espécie de Governo Estadual) e não poderiam ter menos de quarenta palmos de leito.

Estradas Municipais: construídas com o dinheiro do município e não poderiam ter menos de trinta palmos de leito.

Estradas Particulares: construídas como dinheiro dos respectivos donos das terras e não poderiam possuir menos de vinte palmos de leito.

Messe contexto, contudo, partindo do Recife, foram construídas quatro “Estradas Provincias”: “uma ao Norte, outra para o Sul e duas para o Centro, aproveitando e corrigindo as trilhas já existentes, e que deveriam elas terminar, “por enquanto”, nas seguintes localidades: a do Norte, em Igaraçu; as do Centro, em Pau d’Alho e Santo Antão e a do Sul, na Ponte dos Carvalhos”

Esse, portanto, seria o primeiro momento em que a então Vila de Santo Antão fora  beneficiada com uma “estrada”, digamos oficial. Ressaltemos também à importância da nossa localidade para o contexto estadual. Oito anos depois, em 1843, a Vila de Santo Antão seria elevada à categoria de cidade.

 

Vitória: o marco da sua Autonomia Jurídica!!

Feriado municipal, o dia 3 de agosto configura-se numa data emblemática para a história do Brasil. Realcemos também que a expulsão dos holandeses do solo nordestino  – em definitivo a partir 1654 –  também representou,  no mundo ocidental, mais  um  capitulo da chamada “guerra santa”. Assim sendo, rememorar as datas e os respectivos acontecimentos alusivos ao nosso torrão,  por assim dizer,  seria uma espécie de “ato de ofício” de todo antonense.

Pois bem, no inicio do próximo mês –  06 de maio – Vitória  comemora mais um aniversário da elevação de vila à categoria de cidade –  ocorrido em 1843.  Foi também num mês de maio, só que em 1812, que a então freguesia de Santo Antão deixava  de existir , para sermos elevados à categoria de Vila de Santo Antão.

Só recentemente, após mais um “mergulho profundo” nos meus arquivos, é que descobri que também foi num mês de maio que ganhamos,  do “Conselho Geral da Província de Pernambuco”, em 1833, a nossa AUTONOMIA JURÍDICA.  Só sete meses depois, contudo, no dia 12 de dezembro  do mesmo ano, é que tomava posse  o primeiro juiz de direito efetivo da então Vila de Santo Antão, o doutor José Teles de Menezes. Olhando com os “olhos de hoje” pode até nos parecer uma coisa simples, mas convenhamos que,  “aos olhos da historicidade”,  estabeleceu-se à época um consistente salto de qualidade, rumo ao tão sonhado desenvolvimento.

Portanto, antonenses, em poucos dias chegaremos ao mês de maio, mês – aos “olhos da história” –  que converge um conjunto de fatos e acontecimentos que deu o necessário contorno  para sermos a  Vitória de Santo Antão de hoje. Então: comemoremos……. Viva o mês de maio!!!

EDUCAÇÃO MUSICAL – A importância dos graus contidos na escala musical.

O interessante do estudo contido nos graus (notas musicais), é justamente, o valor realizado ao ser pronunciado ou, executado por algum instrumento musical. Partindo deste princípio, comparamos cada grau igual a uma vogal. Se treinarmos a escala de DÓ Maior ( C ), por exemplo, cada grau existente entre o I até o VII grau, terá consigo, sua característica, sua sonoridade, sua súplica, onde encontraremos este pedido no VII grau, a nota SI ( B ), suplicando com a sua sensibilidade, ao VIII grau DÓ ( C ), uma espécie de ajuda. Ao passarmos do VII grau e chegarmos ao VIII grau, ocorrerá como se fosse um estado de calma, porque, já que estaremos trabalhando a seqüência ascendente, este VIII grau começará representando uma segunda escala de DÓ Maior, mais alta, com graus (notas) agudas.

Então, cada grau (nota), seja qual for sua localização no Pentagrama (pauta musical), será importante para uma formação da escala principal ou, de outra escala intermediária ou secundária. Onde isso significa que, se formos trabalhar outra escala, precisaremos apenas escolher qualquer grau e assim, todo procedimento formador da escala voltará ao início. A colocação intermediário ou secundário, podemos classificá-los como a diferença para destacar a escala principal, pois estamos abordando a escala de DÓ Maior. Deste modo, nos deixa livre para tirarmos qualquer grau e, iniciarmos o surgimento de mais uma nova escala. Com o passar do tempo, precisaremos apenas olhar um grau no Pentagrama e, virá mentalmente sua sonoridade, onde sabemos que, existe nesta abordagem, o passo a passo a longo prazo.

Bosco do Carmo – E-mail: bcarmo45.bcm@gmail.com

ECONOMIA ABERTA – A batata milagrosa – Escreveu Ronaldo Sotero


Enquanto muitos procuram os “15 minutos da fama”, expressão do ideólogo da pop-arte, o americano Andy Warhol, vitimado pela Aids, uma discussão estéril de tanta importância como uma greve de aposentados, ou seja, nenhuma, por conta de uma frase empregada por uma revista virtual, que assanhou a mídia. Como nos contos infantis, tudo acabou na paz no leito da Bela Adormecida – o País.
Melhor faz a empresa transnacional dos Estados Unidos, a Pepsico, formada em 1965, com a fusão da Pepsi Cola e da Lay Frito. Adquiriram a Quaker (aveia) Gatorade e outros grupos. A empresa atua na área de alimentos, bebidas, lanches, com 264 mil empregados e presente em 200 países, com faturamento anual de 43 bilhões de dólares.

No Brasil, a companhia tem planos de expansão. Com fábricas em Curitiba, funcionando 24 horas, Itu (SP) e Sete Lagoas (MG), processam 120 toneladas de batatas/ano. Empregam 2 mil pessoas. No resto do País, 10 mil pessoas. Para que se avalie a qualidade da matéria prima, 40 produtores do Paraná, Minas,Goiás e Minas atendem as fábricas. As sementes foram desenvolvidas em laboratórios dos EUA e Peru. No portfólio de produtos estão ,além da batata tradicional, a Ruffles, a Lay’s com pico de demanda.
A diretora executiva da Pepsico é Indra Nooyi, uma norte-americana, nascida em Chennai, Índia, em 28/10/1955. A revista Forbes já a incluiu em uma de suas disputadas listas, entre as 12 mulheres mais poderosas no mundo. A sede da companhia está em Purchase, cidade no estado de New York. Não confundir com cidade de New York. Em Purchase, estão a sede mundial da Mastecard, da empresa de aviões cargueiro Atlas e sua subsidiária Polar. É uma das áreas mais ricas dos EUA.
A melhor definição para esse caso do sucesso dos americanos pode ser entendido na frase do 30o. presidente dos EUA, John Calvin Coolidge (1923-1929):” O negócio da América são os negócios”.
Veja a batatinha que você come quantas pessoas estão por trás.

Ronaldo Sotero