Dia da Mentira: o que era uma brincadeira, agora, institucionalizou-se!!

Hoje, dia 1º de abril, “comemora-se” o popular “dia da mentira”. Especialistas advertem que a mesma (mentira) é um mal necessário. Quando introduzida em tudo,  vira patologia. Aliás, há quem diga que o Mundo sem mentira seria um tédio.

Para explicar a data comemorativa – 1º de Abril – devemos nos remeter à França,  no início do século XVI. Nessa época comemorava-se a chegada do ano novo na primavera, exatamente no dia 25 de março. As festividades duravam uma semana e terminavam no dia primeiro de abril.

Com a adoção do calendário gregoriano, por determinação do Rei da França, Carlos IX, em 1564, onde o Ano Novo passou a ser comemorado no dia primeiro de janeiro, alguns franceses resistiram às mudanças e continuaram seguindo 0 antigo sistema. Por conta disso, eles eram alvos de gozação. Entre outras coisas,  recebiam convites para festas que não existiam e eram presenteados com coisas esquisitas.

Pois bem, já no Brasil a origem da brincadeira surgiu no Estado das Minas Gerais, em 1º de Abril de  1828 – há 191 anos. Por lá, circulou um jornal – com curta duração – cujo nome era “A Mentira”. No primeiro número anunciou-se, então, a morte do Imperador Dom Pedro I – que no outro dia foi desmentida.

Aqui na Vitória de Santo Antão, existe alguns registros que contam algumas “brincadeiras” ocorridas entre os comerciantes, no tempo em que a esmagadora maioria da população não sabia ler. No dia da mentira, eles faziam um bilhete e mandavam um portador circular,  com a seguinte mensagem: “hoje é primeiro de abril, manda esse besta andar”.

O tempo passou e, hoje,  em plena Era da Comunicação, no qual praticamente todas as pessoas são internautas e, portanto, interligadas com o planeta, através da rede mundial de computadores, estamos sendo vítimas da “eternizaçao do primeiro de abril”, em função das chamadas “Fake News”. Ou seja: continuamos  evoluindo, inclusive com a  MENTIRA………

Aconteceu mais uma reunião do Instituto Histórico.

Na manhã do domingo (31) aconteceu a reunião ordinária do Instituto Histórico e Geográfico da Vitória. O encontro aconteceu no Salão Nobre da Casa do Imperador e contou com a participação da diretoria executiva e de parte dos sócios.

Além dos procedimentos de praxe – leitura da ata anterior e debate da pauta – a reunião também contou com a inauguração de mais uma  placa indicativa (Manoel de Holanda) e o anuncio da música dedicada ao professor Pedro Ferrer, composta por Aldenisio Tavares assim como pela explanação do sócio Ismael Feitosa, no tocante ao Clube de Leitores que vem sendo empreendida pelo próprio, numa promoção do Lions Clube Centenário.

ISRAEL – PÁTRIA DE HERÓIS – por Ronaldo Sotero

É sabido que nenhum israelense abandona outro.
Em 27/6/1976, um vôo da Air France com 258 passageiros e tripulantes decolou de Tel-Aviv, Israel, rumo à Paris, com escala em Atenas, Grécia. Nessa escala, subiram sete terroristas e , durante o voo , a aeronave foi desviada para Uganda, país africano comandado por um ditador chamado Idi Amin. Os passageiros foram retidos no aeroporto de Entebe. Os 104 judeus ficaram reféns. Os de outras nacionalidades foram libertados . Os terroristas deram prazo para que a França e Alemanha liberassem outros que se encontravam presos, caso contrário, os judeus seriam mortos.
Israel organizou um comando secreto com 130 homens. Partiram de Tel Aviv 4 aviões C130 com armamentos, veículos, suporte hospitalar. Em pouco tempo de resposta a mobilização estavac pronta. Ali não existe amadorismo e incompetência como o Brasill. Aqui iriam reunir o Congresso e acabar na pizza do Faustão .Havia 33 soldados que também eram médicos nas tropas especiais. O comandante das forças especiais era o Coronel Yonatan Netanyahu, irmão do atual primeiro ministro israelense, Benjamin Netanyahu. Para chegar ao aeroporto, os israelenses aproveitavam um avião do mesmo modelo, C-130, um cargueiro inglês que sempre aterrissava no local e não levantou suspeitas. A operação foi realizada com êxito, libertaram os reféns. Mataram os terroristas. Explodiram uma esquadrilha de aviões Mig 21 de Uganda e mataram quase cem soldados de Uganda. Foi considerada uma operação de resgate mais complexa de todos os tempos. A nota triste foi a perda , em combate, do Coronel Yonatan, irmão do primeiro ministro, única baixa da tropa especial .
Na história dos comandos especiais, o dia 4/7/1976 é uma data memorável e de orgulho pela libertação de seus cidadãos ameaçados pela covardia de terroristas, l eliminados pelo Exército da Estrela de Davi.
O filme “Resgate em Entebe “conta todo esse fato que impressionou o mundo e impôs respeito a Israel. Vale a pena assisti-lo.
É por essas e muitas outras razões que a única democracia da região não ataca ou ameaça. Mas, se desafiada , a resposta é devastadora.
Israel é um dos sete países do clube atômico…Embora negue!!! Seu arsenal nuclear só será conhecido se necessário.
É o parecer !

Ronaldo Sotero

Nozinho: contribuição histórica importante…..

Por ocasião da recente postagem, realçando o motivo pelo qual a Capela do Engenho Bento Velho foi construída, o amigo e internauta do nosso jornal eletrônico – Blog do Pilako –,  Nozinho, enviou-nos uma importante contribuição histórica. Receba, amigo, o nosso agradecimento…..

Pilako, essa capela foi erguida em pagamento dessa promessa feita a Nossa Senhora da Conceição, por Dona Maria do Carmo Silva da Cunha Beltrão, esposa que era de Dr Pedro Beltrão, senhores desse engenho. Anos depois quando já pertencente à família Tavares, foi entronizada a imagem de Santa Cristina,e em seu lado direito há um pequeno cemitério, onde estão sepultados familiares dos Tavares“. 

Nozinho Neto. 

O Tempo Voa Documento: foi sempre assim…

Revirando nossos  arquivos encontramos  um “desabafo” do senhor Luis Nascimento, em artigo escrito para a Revista do Instituto Histórico, em função  das comemorações do centenário da imprensa na nossa cidade (1866 – 1966),  que bem  reflete o sentimento daqueles que fizeram e que continuam fazendo  imprensa na Vitória de Santo Antão. Vale a apena ler:

PERCALÇOS E IDEALISMO

A imprensa vitoriense sofreu, desde 1866, todos os percalços, dificuldades e inglórias inerentes à espécie. Viveram seus periodistas, por outro lado, os momentos culminantes da criação do jornal e da enunciação de ideias e programas, junto ao desejo de ser útil a comunidade, de consertar os erros do mundo e apontar os caminhos certos.

Continuaram eles, neste século, a amar e a sofrer, teimosamente, jungidos a um ideal, à missão de informar, de aparecer, de transmitir um pensamento, um verso, uma página literária.

Ultrapassou a casa dos trinta o número de publicações da grande família da imprensa dadas à circulação, de 1866 a 1899, na Vitória de Santo Antão. No cômputo geral dos cem anos hoje completados, subiram a mais de 170, de todos os gêneros, de vida intensa ou efêmera, fazendo surgir jornalista a granel, muitos deles perdendo o título rapidamente, outros altanando-se no conceito da imprensa regional ou nacional.

Esta terra de tantas tradições históricas tem, indubitavelmente, a primasia da imprensa no interior do Estado, uma primasia que honra Pernambuco, do mesmo modo que a imprensa de Pernambuco honra o Brasil.

Luis Nascimento
Originalmente publicado na REVISTA DO INSTITUTO HISTÓRICO DA VITÓRIA DE SANTO ANTÃO – VOL. I – 1968.

Tiro de Guerra promoveu evento comemorativo!!

Na manhã de hoje (sexta, 29) aconteceu na sede do nosso Tiro de Guerra, localizado no Alto do Reservatório, uma cerimônia para comemorar os 55 anos (31 de março) da intervenção militar no Brasil.

Sob o comando dos atuais instrutores –  S Tenente Edgley e Sgt Paiva – a tropa foi formada. Um rápido desfile foi realizado. Com vibração os atiradores cantaram a canção do Exército.

Na ocasião, o eterno instrutor do nosso Tiro de Guerra, Major Eudes, usou da palavra para realçar fatos e acontecimentos alusivo ao movimento de 1964 sendo ele, inclusive,  à época, sargento do 14 RI e testemunha ocular da história.

Cólera na África: em Vitória a peste devastou com a cidade em 1856.

As últimas notícias dos efeitos do “ciclone Idai” que, há duas semanas,  devastou o Sudeste do Continente Africano não são animadoras. Fala-se, entre tantos problemas,  no surgimento de casos de cólera. As autoridades sanitárias temem uma epidemia da peste. Às más condições sanitárias da região atingida, infelizmente, é fato agravante. Assistir tudo isso, em pleno século XXI, é algo lamentável.

Foi ainda na metade do século XIX que ocorreram os primeiros casos no Brasil. À contaminação teve inicio Estado do Pará e se alastrou pelas cidades portuárias, em função do forte deslocamento de navios. Pernambuco também teve seus dias de horror.

Consta nos livros que contam a história dos nossos antepassados que Vitória de Santo Antão foi a porção territorial cujos efeitos da aludida praga se deu em maior vulto. Por aqui morreu muita gente. Pobre, rico, branco, preto, macumbeiro ou católico foram castigados sem distinção. Ao final, em dois meses de holocausto, calculou-se que um terço da população antonense sucumbiu. Valendo salientar que no tempo pretérito pouco se sabia sobre a doença.

Pessoas enterrava um parente hoje, amanha, não sabia se era sua vez. Com medo de perecer nas estradas, alguns católicos passavam o dia rezando ao lado das covas para não correr o risco de não ser enterrados condignamente.

Construída em 1862 a Capela que  hoje existe no Engenho Bento Velho foi fruto de uma promessa, realizada no ápice da contaminação que, caso ninguém da propriedade fosse contaminado pela dita peste mortal um santuário seria erguido. Assim também é feita a história, com fatos cíclicos em lugares e em recortes de temporal diferentes.

Nestor de Holanda Cavalcanti Neto – por Pedro Ferrer

Nasceu na Vitória de Santo Antão, no ano de 1921. Desde cedo mostrou pendores para as letras. Era neto do Nestor de Holanda Cavalcanti, farmacêutico, estabelecido na atual João Cleofas. Ficou órfão ainda criança. Sua genitora ficou residindo algum tempo na casa dos sogros. Logo partiu para o Recife, levando em sua companhia o casal de filhos. Foram residir na rua do Sossego, bairro da Boa Vista. Mais tarde ele escreveria um romance cognominado: “Sossego, rua da revolução”.

Na capital trabalhou na imprensa, escreveu peças, poesias e compôs inúmeras músicas em parceria com Nelson Ferreira, Levino Ferreira, Luís Gonzaga. Aos 19 anos partiu para o Rio de Janeiro. Sua veia de escritor abriu-lhe as portas de revistas, jornais, rádios, teatros e finalmente TV.

Trabalhou em inúmeros jornais. Foi redator de rádios e TV. Escreveu muitas peças para teatro de revistas e compôs centenas de músicas. Entre seus parceiros citaria: Ary Barroso, Dolores Duran, Lamartine Babo, Ismael Neto, Haroldo Lobo. Suas crônicas prendiam-se muito a fatos ocorridos no Rio de Janeiro e na sua terra natal. Merecidamente ganhou o título de Cidadão do Estado da Guanabara. Nessa época seu livro, “A ignorância ao alcance de todos”, vendeu 120 mil exemplares, valendo-lhe o título de  escritor de maior venda no Brasil, na década de 1960. Nestor morreu jovem, no dia 30 de novembro de 1970, com apenas 49 anos. Jorge Amado, o famoso escritor baiano, resumiu em três linhas a importância, o valor e a originalidade de Nestor de Holanda: “Com Nestor de Holanda estamos longe de todo formalismo sem sentido com que certos escritores buscam esconder a inutilidade de sua voz. Nestor é um homem do seu tempo e do seu povo”.

Recomendo ao leitor seu livro “O decúbito da mulher morta”. História ocorrida na nossa cidade.

Finalizo transcrevendo algumas palavras escritas por Rachel de Queiroz, escritora cearense, primeira mulher a ingressar na Academia Brasileira de Letras, por ocasião da sua morte: ““Contista e, acima de tudo, cronista, esse pernambucano de Vitória de Santo Antão assimilou melhor do que ninguém a alma e a graça do carioca, sua irreverência, seu humor desabusado, sua mordente sátira, entremeada de momentos de enternecimento e romantismo. Curioso é que conseguiu figurar assim entre os mais “cariocas” dos cronistas desta cidade do Rio, sem por um instante imolar sua condição de homem vindo do Norte, parte daquela frente migratória anunciada por Manuel Bandeira em “São os do Norte que vêm”. O carioquíssimo “Sargento Iolando” jamais esqueceu ou sonegou o menino de Vitória, suas lembranças, saudades, e pontos de vista. A simbiose de ambos foi o milagre do talento – talento era coisa que não faltava a esse que nós choramos tão cedo, partido muito antes do seu tempo natural, quando ainda teria tanto para dar ao jornalismo, nas letras, na vida.”

Suely Santana: desenrolada e atuante!!

Em uma feliz coincidência, no último sábado, dia 23 de março, por ocasião da nossa passagem no Jardim Botânico do Recife, encontramos nossa conterrânea, Suely Santana, que atualmente preside o Conselho Estadual de Educação Física, em uma comitiva que objetivava grafar, no chamado “Bosque da Fama” o nome de mais um ex atleta pernambucano que prestou relevantes serviços ao esporte regional e nacional. A mulher da agremiação carnavalesca,  “Marias e Lampiões”,  é desenrolada e atuante……

Rainha Elizabeth: escreveu: Ronaldo Sotero

Estou lendo um livro excepcional sobre a rainha Elizabeth 1. Filha de Henrique VIII com Ana Bolena, segunda esposa do monarca. Esse Henrique era uma” alma sebosa”. Enquanto a filha ainda tinha 2 anos e oito meses, o pai mandou trazer da Espanha um carrasco espanhol somente para decapitar a mãe de Elizabeth 1, acusada de adultério, em 19/5/1536. Elizaberh 1 foi a maior soberana que a Inglaterra conheceu. Ela nasceu em 7/9/1533 e faleceu em 24/3/1603. Sob seu reinado , a Inglaterra conquistou a supremacia dos mares, tinha colônias em todos os continentes , ao ponto de ser dizer que o “sol jamais se punha sob o Império Britânico “, ou seja, enquanto era noite numa colônia na Ásia, na África era dia e ali havia uma colônia inglesa. O poeta William Shakespeare (23.4.1564 – 23.4.1616) foi contemporâneo da rainha, chamada de Rainha Virgem , porque ela dizia ser casada com a Inglaterra.
LER É DESCOBRIR!

S.O.S: Instituto Histórico da Vitória arrecada donativos para atingidos pelo ciclone em Moçambique

O Instituto Histórico e Geográfico da Vitória de Santo Antão (IHGVSA) iniciou, nesta segunda-feira (25), campanha de arrecadação de donativos para os atingidos pelo ciclone em Moçambique, na África.

Roupas, calçados, produtos de higiene pessoal e álcool em gel estão entre os itens que estão sendo recebidos. As doações devem ser feitas até o próximo domingo, 31 de março. As arrecadações serão encaminhadas para Universidade Federal de Pernambuco, de onde seguirá para Moçambique através de uma pesquisadora daquele país.

O Instituto Histórico fica na Rua Imperial, 187, bairro da Matriz, área urbana de Vitória de Santo Antão. O funcionamento é de segunda a sexta-feira, das 8h às 17h. “Doar é um ato humanista. Devemos estar sempre dispostos a ajudar quem necessita, no caso em questão, tendo em vista as proporções da tragédia que o povo moçambicano foi acometido. Precisamos unir nossos esforços para ajudar aqueles que encontram-se hoje cerceados do que há de mais básico para sobreviver”, enfatizou Claudia Vicente, primeira secretária do IHGVSA.

SOBRE A TRAGÉDIA – Segundo dados das autoridades de Moçambique, o número de mortos no país, em função do Ciclone Idai, chegou em 446. A passagem do ciclone provocou fortes ventos, chuvas e inundações no país, além de atingir também países vizinhos. Os dados estão sendo atualizados à medida que o nível da água vai baixando e permitindo o acesso a novos locais.

Claudia Vicente

Tu sabes o que contem teu “smartophone” ?

Tu sabes o que contem teu “smartophone” ? Melhor: qual sua composição? Pesquisadores ingleses da Universidade de Plymouth na Inglaterra resolveram pesquisar. Trituraram um “smartophone” a pó para analisar seu conteúdo. Resultado. Encontraram: 33 gramas de ferro, 7 gramas de cromo, 90 miligramas de prata, 36 miligramas de ouro, além de outros minerais em menor escala. Qual o objetivo dessa pesquisa ? Os geólogos tentaram demonstrar uma melhor maneira de reciclar nossos velhos aparelhos telefônicos. Um bilhão e quatrocentos milhões de “smartophnes” são produzidos por ano no mundo. Uma riqueza jogada ao lixo.

Sugestão: professor Pedro Ferrer. 

2ª Edição do Prêmio Pedro Ferrer de Cultura congregou Grego e Troianos!!!

Dentro do atual contexto cultural da nossa cidade – Vitória de Santo Antão – a segunda edição do  “PRÊMIO PEDRO FERRER DE CULTURA” configurou-se numa das memoráveis noites para o meio artístico da Terra de Osman Lins. O evento ocorreu no Teatro Silogeu José Aragão, na noite da sexta (22), para condecorar pessoas/entidades que se destacaram  em 14 categorias diferentes.

Formada por pessoas com idade variadas e de origens distintas, a plateia acompanhou atentamente o anuncio dos vencedores. Cada pessoa que se dirigia ao palco carregava em si uma história de luta e dedicação ao seu ofício, talhadas, respectivamente,  com suas digitais, suas delicias e seus dissabores.

Ser artista e viver da sua arte e da sua ideia,  promovendo  como resultado mais do que os aplausos e o reconhecimento é o sonho de todos que militam na referida área. Assim sendo o “Prêmio Pedro Ferrer de Cultura”, na sua essência, busca contribuir no sentido de alavancar e consolidar os múltiplos espaços culturais. No teatro, por exemplo, os engajados no movimento realçaram à imprescindível parceria mantida entre a categoria e o Instituto Histórico e Geográfico da Vitória, hoje, sob a presidência do professor Pedro.

Apesar dos novos tempos e das inúmeras facilidades disponíveis podemos dizer, sobretudo para os que conhecem um pouco mais da história do nosso município, que  nas  últimas décadas perdemos espaço e protagonismos no cenário artístico/cultural estadual. Antes, por assim dizer, nosso torrão já chegou a ser referenciado como a “Atenas Pernambucana”.

Portanto aos promotores e  patrocinadores do aludido evento cultural, mais uma vez, ampliamos  nossos  votos de PARABÉNS. Ao professor Pedro Ferrer, resta-nos clamar aos céus para que o Glorioso Santo Antão – em parceria com o Deus Apolo – conceda-o, em plena atividade das suas faculdades,  mais setenta e cinco anos de vida!!!

HISTÓRIA ABERTA – Escreveu: Ronaldo Sotero

Quem quiser conhecer melhor sobre os Estados Unidos , aprecie esses tópicos e suas fontes.

– No auge de sua produção bélica,  entre 1943 e 1944, durante a 2a  Guerra Mundial, os americanos produziam um navio por dia e um avião a cada cinco minutos. (Pequena História do Mundo Contemporâneo -pág. 157).

2 – Dois livros excelentes. “Engenheiros da Vitoria ” e “As garotas da cidade atômica”. Um sobre o papel dos engenheiros na guerra e outro sobre as mulheres que trabalharam  no projeto atômico em uma cidade secreta . São títulos imprescindíveis como obras de conhecimento e estudo do tema. Enquanto os homens partiram para combater nas forças armadas, milhares de americanas foram para as fábricas atuando  nas linhas de montagem e produção.

3 – A Boeing , empresa de aviação dos EUA,  tem 140 mil empregados. 45 mil engenheiros.

4 – São apenas 16 empresas estatais nos EUA. O Brasil tem 440 e a China 51.341

Sindicatos: EUA – 130 /Brasil 17 mil.

5 – Turistas americanos no Brasil – 475 mil

 

Missão Cultural: Jardim Botânico e Mercado da Boa Vista.

No sábado (23) a “Corriola da Matriz” promoveu mais uma Missão Cultural. Sempre conciliando momentos distintos, o grupo fez a primeira parada no Jardim Botânico do Recife. Próximo de completar 40 anos de fundação, o espaço foi inaugurado em 30 de março de 1980 pelo então prefeito da cidade do Recife, o antonense Gustavo Krause e revitalizado, em 2013, pelo atual prefeito Geraldo Júlio.

Curiosamente, no grupo, o sentimento foi o mesmo: “passamos o ano todo bem em frente  e não conhecíamos esse espaço tão bonito” – O Jardim Botânico do Recife fica localizado à margens  direita – sentido Vitória/Recife – antes de chegar à CEASA.

Após um punhado de ar puro, injetado nos pulmões, o grupo seguiu para o movimentado e plural Mercado da Boa Vista, no sentido de almoçar e tomar a famosa  “água que o passarinho não bebe”. Além de tudo isso, por lá também se ouve música de qualidade…….

Mariana, vitoriense da gema, no Comando Militar do Sudeste – São Paulo.

Dentre os 63 oficiais temporários que foram declarados aspirantes a oficial, em solenidade realizada no Quartel-General do Ibirapuera, sede do Comando Militar do Sudeste, São Paulo, ocorrida no sábado, 16 de março, uma era antonense da gema.

Mariana, neta de Zito Mariano e Fernando Gouveia, filha do casal Osvaldo e Eliane, doravante, envergará a farda verde-oliva. Na ocasião, seus pais e o esposo, Diego Perrelli, se fizeram presente para, ao mesmo tempo, dividir e somar o conjunto de emoção e alegria.

Parabéns, mais uma vez, ao repórter José Sebstaian!!

Após grande alarde nos meios de comunicação local, repercutindo denuncia nas redes sociais do articulado repórter José Sebastian, dando conta de que boa parte das viaturas polícias vinculadas ao Batalhão da Polícia Militar, localizado em Vitória (21º),  estavam paradas  sem  baterias, assim como, por falta de pagamento às locadoras,  por parte do Governo do Estado, caso fossem enviadas para reparos ficariam retidas, enfim, NOVAS VIATURAS CHEGARAM AO NOSSO TORRÃO. Até um improvisado desfile,  pelas vias centrais da cidade,  organizou-se. Tudo Bem!! Prova,  apenas, que a cidade, por parte dos burocratas da SDS e do Palácio do Campo das Princesas,  não estava  “percebendo” nossa Vitória de Santo Antão do tamanho que ela realmente é. Parabéns, mais uma vez, ao repórter José Sebastian!!!

Prêmio Pedro Ferrer de Cultura: detalhes da premiação!!

Na condição de figura proeminente no contexto cultural antonense o nome do professor Pedro Ferrer, mais uma vez, servirá de atestado para certificar pessoas e/ou grupos/entidades que mais se destacaram no âmbito local em 2019. Na sua 2ª segunda edição, o Prêmio Pedro Ferrer de Cultural se consolida como uma das mais importantes honraria da “Terra de Nestor de Holanda”.

O embrião e a efetivação do arrojado projeto é fruto do pensamento coletivo de um conjunto de pessoas com sensibilidade às artes, de maneira geral. Assim sendo 14 categorias diferentes foram escolhidas para receber a comenda “Pedro Ferrer de Cultura”.

O evento ocorrerá no Teatro Silogeu José Aragão, na sexta (22), a partir das 19:30h. Membros da comissão organizadora do evento cultural, os professores Hiram Maciel e Fátima Santos, visitaram a nossa redação para revelar nomes e mais detalhes da festa que, por assim dizer, seria uma espécie de “Oscar Vitoriense”. Veja o vídeo.

 

 

 

Tombamento: Marcus Prado…….

NO CONSELHO ESTADUAL DE PRESERVAÇÃO DO PATRIMÔNIO HISTÓRICO DE PERNAMBUCO, do qual faço parte, durante a reunião especial realizada terça-feira, 19, fiz a leitura do meu  PEDIDO DE ABERTURA DO PROCESSO DE TOMBAMENTO como PATRIMÔNIO HISTÓRICO DE PERNAMBUCO da Casa do escritor e poeta ADELMAR TAVARES,  em Goiana.
 
Entre os conselheiros e convidados anotei a honrosa presença da professora e Juíza Federal, Dra. NILCÉA MARIA BARBOSA MAGGI, do desembargador Josué de Sena e do Advogado Harlan Gadeira, todos filhos  ilustres da cidade histórica de Goiana, além de outros goianenses que prestigiaram a reunião solene. 
NO FINAL, tive a honra de ler um depoimento, exclusivo, do professor, ensaísta e acadêmico da ACADEMIA BRASILEIRA DE LETRAS, meu caro amigo ANTÔNIO CARLOS SECHIN, congratulando-se com o meu pedido de abertura do processo de TOMBAMENTO, que foi aprovado à unanimidade pelo colegiado vinculado ao Governo estadual/Secult.
 
Receba o meu abraço
Marcus Prado