Orquestra Super Oara: Elaque Amaral, um show à parte!!

Com seis décadas na estrada a Orquestra Super Oara é uma referência para os grandes bailes. Com um repertório clássico e também atualizado, o comandante do conjunto, Elaque Amaral,  se configura num show à parte.

Nesse contexto, a Segunda Festa da Saudade, que acontecerá no próximo sábado (16), no Clube dos Motoristas “ O Cisne”, tem como proposta social promover um animado encontro dançante, revivendo assim os festejos inesquecíveis, ocorridos nos salões dos clubes tradicionais da nossa cidade – Abanadores “O Leão”, o Aristocrático “O Camelo” e o Motorista “O Cisne”.

2ª Festa da Saudade.

Local: Clube dos Motoristas “O Cisne”.

Dia: 16 de setembro de 2017.

Atração: Orquestra Super Oara.

Valor da Mesa: R$ 200,00 (quatro pessoas).

Reservas: Cristiano Pilako – 9.9192.5094  – Zap 9.8456.4281.

Obs: Não haverá venda de ingresso individual.

A @IngressoPrime: “Ser Prime é mais que uma marca, é o nosso DNA!”

A @IngressoPrime nasceu com importantes diferenciais: ser uma empresa focada em #excelência, #pioneirismo e criar #tendências. Formada por um time de profissionais experientes e com reconhecida liderança no segmento, apresentamos ao mercado nosso mais novo canal de vendas: o APP INGRESSO PRIME. Disponível para #IOS e #ANDROID, o aplicativo traz um novo conceito na experiência de compra de ingressos, oferecendo ainda mais #Facilidade e #Comodidade aos nossos clientes.

“Ser Prime é ter soluções inteligentes, oferecer um serviço de altíssima qualidade e facilitar cada vez mais a compra de ingressos através de todos os canais com ferramentas que atendem de todas as formas as necessidades dos nossos usuários”, disse o seu desenvolvedor, o vitorienses Alcimar Carlos.

“Estamos na era #OmniChannel, queremos estar ainda mais presentes no seu dia a dia, de forma proativa e colaborativa, oferecendo sempre o melhor serviço, almejando a sua #satisfação”, concluiu Alcimar.

Ser Prime é ser simples, ágil e eficiente.

Ser Prime é mais que uma marca, é o nosso DNA!

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EDUCAÇÃO MUSICAL – A importância do solfejo na formação musical do músico. (PARTE 6)

Com o passar do tempo, as notas musicais ficarão fluentes, porque a linguagem musical predominará igual a linguagem falada pelo ser humano, no momento da conversação entre si. Quando estamos fazendo um curso de idioma da linguagem inglesa, o educador ao começar lecionar, sua pronúncia abordará mais o inglês, em vez do português, onde esta técnica fará o cérebro memorizar cada momento trabalhado em sala de aula. Ao associarmos esta técnica com o trabalho do solfejo, precisamos apenas pensar na escala de DÓ MAIOR, e, ao começarmos solfejá-la, subindo ou descendo, cada nota pronunciada no momento da abertura labial, fará lembrarmos-nos de alguma canção, recente ou antiga, e, isso nos fará estimular a colocá-la na pauta, para fazermos o arranjo.

O que precisamos? Paciência, paciência e paciência. A barreira da resistência que nos impedem, do cérebro memorizar e guardar o som de cada nota precisa ser superada e vencida, podem durar meses, anos, mas devemos perseverar para obtermos resultados. Acreditamos que seja uma das fórmulas, onde devemos trabalhar em busca de resultados. Mesmo se não conseguirmos nenhum resultado, deve-se continuar o trabalho da percepção musical. A abordagem nos prepara para a busca constante da naturalidade, liberdade musical, formação complementar, metodologias, para um melhor aproveitamento dos discentes existentes na disciplina denominada de solfejo.

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João Bosco do Carmo

http://lattes.cnpq.br/8222363703321930

E-mail: bcarmo45.bcm@gmail.com

Momento Cultural: INERTIA – por ADJANE COSTA DUTRA

Adjane Costa Dutra (2)
Nas imagens dos sons inertes…

Inertia, inactivity, sloth.

Inércia dos sonhos coloridos…

Nas folhas brancas ao léu…

Momentos perdidos,

inércia desse vento nas paragens do tempo

de INTERROGAÇÕES ???????

Pára-tempo, tempo-pára.

Para, pára, o que não paro.

Inércia nos sons, nos sonhos coloridos,

Nas paragens desse tempo inertemente perdido…

(TAPETE CÓSMICO – ADJANE COSTA DUTRA – 1995 – pág. 25).

Festa da Saudade: uma noitada para quem gosta de dançar!

A Segunda Festa da Saudade acontece no próximo sábado, dia 16. Entre outros objetivos, o evento também tem um caráter saudosista. Aqui e acolá sapeco a seguinte frase: Festa com esse formato está em extinção, sobretudo na nossa Vitória de Santo Antão. Reunir pessoas, não é uma tarefa das mais fáceis. Depende de muitos fatores.

Contudo a expectativa para o evento dançante que se avizinha, voltado para o público que gosta de curtir as boas canções e dançar a noite toda, é muito boa. Já estamos com mais de 80% das “mesas” confirmadas, o que garante uma noitada extraordinária.

VÁ SE PROGRAMANDO:

2ª Festa da Saudade.

Local: Clube dos Motoristas “O Cisne”.

Dia: 16 de setembro de 2017.

Atração: Orquestra Super Oara.

Valor da Mesa: R$ 200,00 (quatro pessoas).

Reservas: Cristiano Pilako – 9.9192.5094  – Zap 9.8456.4281.

Obs: Não haverá venda de ingresso individual.

Tragédia ou massacre? – por Wedson Garcia

Gueto nazista? Não. A imagem acima é de um campo de refugiados na Europa, em 2016. Embora as condições sejam péssimas, esses espaços são a única alternativa para milhares de migrantes e refugiados que tentam chegar ao velho continente, para escapar da miséria, violência e perseguição. Porém, quando eles conseguem atingir as fronteiras da União Europeia (UE), da pior forma possível, também descobrem que a segurança permanece fora do próprio alcance, fato que explica os rostos cansados e angustiados da grande maioria, que se vê perdida em um novo território, onde verdadeiras fortalezas de arame farpado os mantém isolados da vida cotidiana que tanto almejaram e que forçam medidas desesperadas frente aos sistemas sofisticados de vigilância e equipes de guardas de fronteira.

A situação é drástica! Mas os maltratados e expulsos ilegalmente, sem acesso aos procedimentos de asilo, sob ameaça de detenção e condições que os colocam em grave risco, ainda preservam e existência e, em consequência, a esperança, diante da lembrança das incontáveis pessoas que, desde 2000, já morreram, tentando fazer a mesma jornada.

Se não bastasse, de forma contraditória, até o século 20, o acolhimento de refugiados tinha respaldo popular. Mas hoje, devido aos atentados terroristas, aqueles que chegam à Europa, causam aumento de brutalidade, intolerância e até Repugnância, devido à insatisfação das sociedades locais que, embora aleguem não compactuar com ações extremas, as colocam em prática com seus semelhantes, esquecendo-se que o Velho Continente também foi responsável pelo Imperialismo, colonialismo e ditatorialismo que, por anos, desestabilizaram tanto o Oriente Médio quanto a África.

Tragédia ou massacre?

Quando nos referimos ao êxodo de refugiados que ocorre principalmente na Europa, por meio do Mar Mediterrâneo, nos deparamos com um dilema mórbido: “tão próximo, porém tão distante”. Isso porque embora esteja ali, a apenas algumas horas de barco, a união Europeia não está disposta a ser um destino para essas pessoas.

As manchetes se sucedem, trazendo mais e mais números de mortos, e todos sabem que os constantes desastres e afogamentos têm um carrasco: a Política – a mesma que motiva os desajustes sociais e causa as fugas em massa. Tudo isso seria evitável, porém a política europeia está determinada a tornar a viagem para aquele continente o mais difícil possível para quem muito necessita de asilo.

O artigo 4º da convenção europeia dos Direitos Humanos diz, inquestionavelmente: “É proibida a expulsão coletiva de estrangeiros. ” Ele não qualifica e nem abre margem, é intenso por princípio, mas marcado por sequelas: a primeira linha de um recente acordo entre a UE (união europeia) e a Turquia, por sua vez, afirma que: “Todos os novos migrantes irregulares que cruzam da Turquia para as ilhas gregas a partir de 20 de março de 2016 serão devolvidos para a Turquia. ” Apenas por deslize de interpretação linguística não se pode entender isso como uma “expulsão coletiva”. O conselho Europeu de Refugiados e Exilados sempre foi uma parte da estratégia de contenção do assédio de imigrantes ilegais. Mas agora, diante dessa catástrofe humana, tornou-se a plataforma alinhada e explícita da política antirrefugiados da UE.

Milhares não conseguem passar para a Europa e os locais reservados para acomodar quem consegue superar as desventuras da travessia oferece, segundo a Anistia Internacional, “condições desumanas”. Seja em Lampedusa, na Itália, onde o prefeito da ilha comparou o acampamento a um campo de concentração nazista; ou na Bulgária, onde os migrantes vivem aterrorizados com a constante ameaça de agressão racista; ou em Caldas, no norte da França, onde autoridades resolveram demolir as casas improvisadas em que os refugiados eram forçados a viver – mesmo sem terem algum outro lugar para ir.

Os governos alegam ter muita dificuldade em lidar com o número alarmante de imigrantes, e existe o pânico pela segurança provocado pela ameaça do Estado Islâmico. Por fim, a UE está obcecada em controlar a imigração ilegal, então, os números não são o problema, a vontade política, sim. Mais de 22 mil pessoas morreram tentando chegar à Europa desde 2000. Eles queriam atravessar a fronteira para salvar suas vidas, mas em vez disso, a fronteira os matou… e nada mudou, ainda.

Wedson Garcia é ator e diretor de teatro com bacharel em Administração pela Faculdade Metropolitana do Recife. Estudante do curso de licenciatura plena em história da Universidade Estácio.  Contribui para o desenvolvimento teatral da cidade de Vitória de Santo Antão, estando a frente do Núcleo de Pesquisa Cênica de Pernambuco. Contato:wedsongarcia@hotmail.com

Violação de Direitos Humanos
GOVERNO E SOCIEDADE CONTRA ABUSOS

Dia 30/08/17 houve uma reunião coma Dra. Lucile Girão Alcântara, Promotora de Justiça, Direito do consumidor e cidadania, na sede do Ministério Público nesta cidade.

Compareceram autoridades do Governo Municipal e entidades não governamentais, para definir um trabalho em parceria para adequar as empresas de ônibus urbano e rural as exigências do Estatuto do Idoso (Lei federal 10.741 de 01/10/2003), acessibilidade dos idosos, gestantes e pessoas com necessidades especiais, nas cadeiras padronizadas, adesivos e tratamento respeitoso por parte das empresas e funcionários.

Haverá a curto prazo um curso de capacitação para motoristas e trabalhadores, iniciativa da secretaria de Assistência Social do Município. Bem como fiscalização educativa nos ônibus para elaboração de dados estatísticos das empresas que faltam cumprir as exigências da legislação federal.

A ouvidoria do Escritório Vitoriense dos Direitos Humanos, tem recebido muitas denuncias e reclamações das violações de direitos por parte das empresas de ônibus, agências bancárias e casas lotéricas. Marcaram presença na reunião: Cel. Paulo Targino, Secretário de Defesa e Segurança Cidadã; Sr. Elmir Nogueira, Diretor da AGTRAN; Dr. Danilo José Barbosa, representando a secretaria da Assistência Social; Alexandre Rogério, presidente da ADVISA – Associação dos Deficientes da Vitória; Sr. José Alberdam representante do Conselho Estadual das pessoas Deficientes; Wilson Brito, ouvidor do escritório dos Direitos Humanos. A sociedade vitoriense, parabeniza a louvável iniciativa do Governo Municipal e sociedade civil organizada.

Com informações da assessoria de imprensa.

Livros – Apelidos Vitorienses – continuam disponíveis à venda!!

Aos amigos conterrâneos, quer estejam residindo ou não na nossa terra-mãe, informo que ainda possuo exemplares do nosso Projeto Cultural, intitulado “Apelidos Vitorienses”, disponíveis à venda. No volume um, narramos à origem dos seguintes apelidos:

Além do meu apelido (Pilako), catalogamos: Americano, Batifino, Baleado, China Contador, Doutor do Posto, Fernando Diamante, Furão, Giba do Bolo, Heleno da Jaca, João de Qualidade, Lavoura, Mané Mané, Manga Rosa, Matuto, Nanãe, Natal do Churrasquinho, Olho de Pires, Moleza, Pindura, Pirrita, Toco, Tonho Trinpa, Torto e Zé Catinga.

Nesse segundo volume estão: Babai Engraxate, Novo da Banca, Pea Preta, Branca, Gongué, Vei Eletricista, Brother, Bambam Água, Zé Ribeiro, Regis do Amendoim, Val da Banca, Pirraia do Feijão, Pituca, Junior Facada, Pezão, Moreno, João Potó, Touro, Lino, Eraldo Boy, Cocota, Castanha, Miro da Cachorra, Nininho e Neném da Joelma.

Local de venda – Redação do Blog do Pilako – Praça Leão Coroado.

Valor: Volume 01 – R$ 30,00 / volume 02 R$ 30,00

Contato: 9.9192.5094 ou pelo zap 9.8456.4281

Obs: Para as vendas fora da cidade acrescer despesas postais.

Momento Cultural: Anoiteceres – (crônica) – Por Sosigenes Bittencourt

Anoitece em Vitória. Anoiteço em Vitória. Sou figura noturnal, viajante do ocaso, sonhador como o crepúsculo vespertino, morto de saudade como o final. De olhos vendados, conheço o cheiro dos bairros, dos becos, do meio do mato de minha cidade natal. O cheiro de fumaça, de migau, de chuva. Sou todo olfato e lembrança. Conheço os trejeitos do meu lugar, os cabelos perfumados, os enxerimentos, o flerte e o gozo. Minha cidade é todinha uma mulher. Chamar-se-ia Vitória das Marias, Maria das Vitórias, tal como é.

Anoitece em Vitória. Anoiteço em Vitória. Saio para passear, impregnado dos prazeres noturnos, das eras do meu tempo, que me viciam e me saciam. Minha cidade muda todo dia, mas não muda o meu sentimento, o fascínio elaborado pela memória, como quem ama o que odeia e odeia o que ama, num jogo de perde e ganha.

Anoitece em Vitória. Sobretudo, anoiteço em Vitória. Enlouqueço em Vitória. Porque ninguém entende o que em nós nem conseguimos explicar. Vitória, meu berço e minha tumba. Minha alma noctívaga vai enredando sua história. O acaso me espreita, a surpresa me seduz, sua bruma, sua luz. Alucinações e desejos, rimas em ‘ina’, adrenalina, serotonina, dopamina. Ah! Vitória, dos meus idos e vindas de menino, minha menina!

Sosigenes Bittencourt