Momento Grau Técnico Vitória.

Os alunos do Curso Técnico em Eletrotécnica, da turma 06 e 08 do turno da noite, participaram de uma palestra com o tema: Comandos Elétricos, muito proveitosa com a orientação profissional dos instrutores Wagner Túlio e Jonatas Fabrício. Foi abordado junto com prática referente ao tema, importante para aprimoramento do perfil profissional do aluno, frente ao mercado de trabalho.

 

 

CRISE PRISIONAL E MEDO – Sosígenes Bittencourt.

Se você perguntasse que sentimento deveria nos provocar a realidade dos presídios brasileiros, eu diria “medo”. Óbvio. Ora, se os presos não têm segurança nos presídios, que segurança temos nas ruas, ou mesmo dentro de nossas residências. O único lugar onde não deveria haver crime era onde os criminosos pagam pena por crime. A lógica é implacável. Do ponto de vista jurídico e estatal, trata-se de uma aberração. Agora, imagine se todos os meliantes estivessem nos presídios? No Brasil, há uma mesma quantidade de criminosos perambulando pelas ruas, indo a missa, comemorando aniversário e trocando soco em teatro de futebol.

Por outro lado, superpopulação carcerária também é agravada pela falta de assistência jurídica aos detentos. Há detentos que cumpriram pena e estão engaiolados, fumante de maconha preso como traficante e ladrão de galinha sem ser julgado. Depois, reclama-se da expansão dos Comandos do Crime, que se alastra, com a cooptação de novos soldados para os seus exércitos, cuja conversão pode ser sacramentada dentro dos próprios presídios. Ou você se filia a um deles, ou não terá segurança, se é que filiar-se lhe assegura a preservação da vida.

Todas as medidas que devem ser tomadas são conhecidas, mas há meio século deveriam ter sido tomadas. Porém, preocupação com preso só quem sente é a mãe do condenado. Político não quer saber de preso matando preso, preso matando policial nem policial eliminando criminoso, investir no combate a esta guerra intestina não lhe rende dividendo eleito. Aliás, se o fizer de mau jeito pode até custar-lhe a vida.

Enfim, é proibido traficar droga no Brasil? É proibido roubar no Brasil? No papel é, mas nas mentes, não. Pois, trafica-se droga e rouba-se nos presídios. Às vezes, no Congresso Nacional.

Sosígenes Bittencourt

“Acompanhar o bolão, foi melhor do que a copa”: disse o ganhador do prêmio!!!

Torcedores se animam enquanto esperam para o jogo da África contra o México. FOTO:EDDIE KEOGH/REUTERS

Como forma de interação e sintonia com a Copa da FIFA, realizada na Rússia, promovemos dois “Bolão” vinculados à primeira fase da competição. Um com os familiares e o outro com o grupo intitulado “Corriola da Matriz”. No grupo da “Matriz” tivemos vinte participantes com idades bem variadas. Teve garoto com 14 anos e coroas com mais de oito décadas de vida.

Desde o primeiro jogo, ocorrido há duas semanas, a brincadeira cumpriu seu papel. Na retaguarda, no processo de contabilidade manual diária, já que nem todos estão inseridos nas facilidades tecnológicas, meu filho, Gabriel,  foi o responsável pela condução e comunicação, através do zap.

Ao final, o professor Pedro Ferrer foi o campeão. Ganhou de todos!! Até para os jovens que sabem tudo do atual “mercado da bola mundial”. O Pedoca já anunciou:  vai reverter o prêmio numa farra com o grupo!!!  Quando Pedro assumiu a liderança – que manteve até o final – teve um participante que cristalizou: “não adianta, a água só corre para o mar”!!

3ª Festa da Saudade – Super Oara – 25 de agosto – Clube “O Leão”.

Estamos intensificando os contatos para reserva de mesas e camarotes, visando a 3ª Festa da Saudade que esse ano acontecerá nos salões do Clube Abanadores “O Leão” – Matriz. Dentro do mesmo formato, o evento dançante terá, no show abertura, a Banda “Quinteto Dourado” que é liderada pelo artista vitoriense Edmilson Silva.

Na qualidade de principal atração musical da festa a extraordinária Orquestra Super Oara – já bastante conhecida do público vitoriense –  promete colocar todos para dançar. Portanto, para você que quer se divertir com a família e os amigos, ao som das boas músicas, coloque na sua agenda: 3ª Festa da Saudade – 25 de agosto.

Momento Cultural: OS TEUS SINAIS, MEU DEUS! – por Ir. Leonor Paes Barreto.

Eu vejo os Teus sinais na concha azul dos céus,
quando minh’alma estática, suspensa,
contempla os turbilhões de estrelas que relumbram
na esfera imensa

eu vejo os Teus sinais no perpassar do vento,
ora manso favônio, ora tufão;
no sol – alampadário a iluminar do mundo
a escuridão.

Eu vejo os Teus sinais, meu Deus, na placidez
das noites polvilhadas de luar;
nos arrancos do mar, espumando sanhudo.
a regougar.

Eu vejo os Teus sinais na fecundez da terra
nas campinas, nos prados, nas florestas
onde pia, chalrea o passaredo alado,
cantando em festa.

Eu vejo os Teus sinais nos picos altaneiros
que sobem, sobem, as nuvens tocar,
parecendo que vão assim rasgando o espaço,
o céu a voar.

Eu vejo os Teus sinais, meu Deus, no sofrimento.
que para a alma é graça, é redenção;
na dor que purifica e transcendentaliza
o coração.

Leonor Paes Barreto, irmã beneditina, nasceu na Vitória de Santo Antão. Exímia musicista, poetisa e religiosa exemplar.

LOUCO DA BOA LOUCURA – Sosígenes Bittencourt.

Eu sempre tive essa mania de escrever. Até que, em 1987, eu passei a escrever para ser lido. Ou seja, antes, eu escrevia para não esquecer ou não ter que me lembrar do que estava pensando. Na realidade, a gente escreve quando valoriza o que pensa, quando não quer esquecer o pensamento. Mas, depois, eu achei que não tinha graça eu escrever só para mim e resolvi escrever para todo mundo. Ninguém deve negar sua arte ou suas verdades, suas descobertas, até para submetê-las à análise dos semelhantes. Talvez, seja uma imprudência escrever para ser lido, mas talvez seja uma imprudência morrer abraçado com suas verdades sem discuti-las. E, aí, quando começaram a me chamar de maluco, fiquei entusiasmado. Era sinal de que eu estava vencendo o medo de ser sincero e despertando curiosidade sobre minhas maluquices. Ninguém é imune a maluquices. Ora, eu estava enlouquecendo da boa loucura. Há quem colecione galo de briga e ninguém diz nada. Ademais, ninguém consegue se destacar sem uma pitada de loucura. O que dizia o filósofo Aristóteles, trezentos anos antes de Cristo ?

Sosígenes Bittencourt

“Copa do Mundo é cultura”: realça o santonense Ronaldo Sotero!!

Na noite do São João – próxima passada – em uma roda de bate-papo com jovens torcedores do “mundo do futebol” tive minha opinião rechaçada por todos. Não pelo conteúdo, mas, segundo eles, por falta de interesse do público em geral.

Aventei, na ocasião,  que no período da Copa do Mundo, antes de começar a transmissão futebolística na TV,  seria uma ótima oportunidade para se introduzir um pouco de história na “cabeça oca” dessa plateia global. Por exemplo:  falar da história dos dois países  protagonistas do espetáculo – da sua formação, suas principais  características, suas potencialidades, suas diversidades cultuais e etc.

Tudo isso,  se produzido de maneira bem feita, rápida e bem ilustrativa,  tenho a absoluta certeza que, ao final do certame, algo de positivo,  no que se refere à cultura geral, seria captado por muitos…….Na mesma ocasião, inclusive, falei que a própria abertura oficial das partidas de futebol, se bem observada , já era uma boa aula de história, realçando  os elementos emblemáticos na formação da Rússia.

Pois bem, dentro daquilo que imaginei para uma imensa plateia, hoje, através do zap, enviado pelo amigo e intelectual Ronaldo Sotero, recebi uma informação bastante interessante – no  contexto  que falei – e que até então era por mim ignorada. A mesma se refere à simbologia daqueles  três cavalos.

  Diz a nota:

COPA DO MUNDO É CULTURA – Maior país do mundo, sede da Copa de 2018,  a Rússia destaca nas imagens de abertura dos jogos três cavalos. Em 1868, Andrei Vlasenko construiu a primeira colhetedeira de grãos do mundo, de madeira e operada por três cavalos. As contribuições agrícolas e de transporte  que os russos fizeram no século XIX foram aproveitadas em vários países.

É o parecer.

Fiquei feliz!! Cheguei a conclusão que minhas ideias não são assim tão absurdas e totalmente fora de propósitos……..

Trilha do Gurgel: 08 de julho – Vitória de Santo Antão.

O Clube do Gurgel da Vitória realizará sua trilha oficial no segundo domingo de julho, será dia 08 uma, uma aventura OffRoad que reúne além do Gurgel, veículos 4×2, 4×4, motos, quadriciclos, motos e UTVs. Evento que traz várias pessoas de outras cidades e até de outros estados, já conhecido pela tradição de desfilar com os veículos pelas ruas da cidade, a atrilha do Gurgel terá sua concentração no espaço Gamela de ouro a partir das 07:00, com um delicioso café da manhã e alinhamento dos carros a partir da 09:30, com saída às 10:00 da manhã, percorrendo as ruas de nossa cidade até ao final do Bairro Jardim Ipiranga, tomando a zona rural.
A atividade esportiva que vem ganhando muitos adeptos em Vitória de Santo Antão, e na região da Mata Sul.

Em 2018 em mais uma ação social, o clube do Gurgel da Vitória estará realizando um projeto chamado Trilheiro Solidário que acontecerá na concentração da trilha do Gurgel, a ação consiste no recebimento de cestas básicas, alimentos não perecíveis, material de higiene pessoal e fraldas geriátricas, toda arrecadação será enviada para uma instituição de acolhimento de idosos de nossa cidade.

A população em geral está convidada a participar.

As camisas para participar do evento custam R$ 30,00.

Entitulado de Clube do Gurgel, cinco amigos vitorienses e uma paixão incomum que se estende por todo Brasil, com espírito aventureiro e a vontade de estar junto à natureza, fundado em 2004, hoje, o Clube mantém a tradição de trilhas e passeios, utilizando o mês de JULHO para realizar sua trilha oficial conhecida como “A Trilha do Gurgel”, que transforma a cidade em uma verdadeira passarela de carros off road; que são os carros 4×2, 4×4, motos, quadriciclos, gaiolas e outros tipos de veículos especiais para cortar lama e levar adrenalina ao limite, atraindo aventureiros de várias regiões e até de outros Estados, ávidos por uma diversão fora de estrada (off-road)

Albertino Corrêa