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Reunião do Instituto Histórico – entre outros: Eunice Xavier, Diva Holanda, Djalma Gomes, Pilako, João Àlvares, Lopes, Hélio Campos, Jorge Esteves, Carlos Freire, Zito Mariano, Marli Pedrosa e Severina Moura – registro em 2003
Engana-se, redondamente, quem acha que a gueixa é uma versão oriental de nossa prostituta. A gueixa lá no Japão, e a prostituta aqui na esquina. Primeiro, porque para ser gueixa é preciso muitos anos de estudo, enquanto para ser prostituta não é preciso nenhum estudo, o que até facilita.
A gueixa é uma profissional que aprende, desde cedo, a milenar arte de seduzir, dançar e cantar, com ritos e indumentária tradicionais. A prostituta é uma profissional do sexo, desregrada, que negocia o corpo, não tendo, por isso, que aprender coisíssima nenhuma.
A gueixa não pode ser desfrutada por um Zé Ninguém, só servindo a políticos, grandes empresários e artistas, porque podem contratar os seus conhecimentos.
A gueixa sabe como desestressar um cidadão, tem de estar ciente da política internacional e não tem que fazer sexo com o seu cliente. A prostituta sabe como estressar um cidadão, não tem obrigação de entender nem de fundo de cozinha e tem de fazer sexo, mesmo que não saiba nem queira absolutamente nada com a vítima.
Enfim, a gueixa é um cicerone da cultura japonesa, tendo obrigação de conhecer o Japão milenar e contemporâneo, enquanto a prostituta é uma representante de nossa cultura mercadológica, segundo a qual tudo na vida tem preço e nenhum valor.
Embarcou hoje (05) para São Paulo o consagrado mestre antonense Fernandes Rodrigues. Lá, no 11º Salão do Artesanato, maior vitrine do artesanato brasileiro, que acontece de 07 a 11 do corrente, o nosso premiado conterrâneo, juntamente com artistas de todo País, serão as estrelas do encontro. Entre outras coisas, o evento tem por finalidade promover cultura e negócios.
De sorte que o nosso amigo, Mestre Fernandes Rodrigues, empunhará a bandeira da Vitória de Santo Antão e certamente, através do seu talento e sua perseverança no trabalho que escolheu como objetivo de vida conseguirá destaque. Viver bem da sua arte é algo que não tem preço, como bem evidenciava uma mídia publicitária de famoso cartão de crédito. Parabéns Fernandes Rodrigues….
Na noite do domingo (04) a rotina do Pátio da Matriz foi quebrada com música. Intitulada como a “Festa da Vitória”, várias atrações se revezaram em cima do potente Trio Elétrico Xavante para exaltar a vitória nas urnas do candidato a deputado estadual Aglailson Victor. Na ocasião fizemos um registro da primeira apresentação musical – MC Japão. Veja o vídeo.
Sintonizados com o público jovem da cidade “Os Depravados” avançou em várias frentes quando assunto é festa. Na qualidade de agremiação carnavalesca efetivou uma marca: a junção da música tradicional com a “parada do momento”. Na sua prévia, a ousadia de um evento aberto ao público. Já no seu “Baile” congrega a juventude que apenas pensa em namorar e se divertir.
Ao longo da última década os “meninos” conseguiram construir uma imagem positiva na cidade. Com efeito, eles representam garantia de sucesso em tudo que empreendem. Diferentemente de qualquer outro lugar, “Os Depravados” daqui, da Vitória de Santo Antão, é sinônimo de seriedade, organização e sucesso!
Na noite da quinta (01), véspera de do feriado santo, marquei presença no “Baile dos Depravados”, ocorrido no Haras Bela Vista. Como sempre, um Sucesso! Destaque para os detalhes na ornamentação que bem refletiu o clima do encontro. Mais uma vez, não podemos deixar de parabenizar essa galera!!!
A saúde masculina também merece cuidado. O Vitória Park Shopping apoia a iniciativa do Novembro Azul, conscientizando sobre a importância da prevenção e diagnóstico do câncer de próstata. Só com consultas regulares ao médico e exames em dia podemos combater a doença e salvar muitas vidas. Previna-se!
Um dia, eu estava conversando lorota numa roda de mulheres faladeiras quando uma delas se saiu com uma conversa meio fútil, mas interessante ao mesmo tempo. É que eu perguntei por uma menina que conheci, meio namoradeira, moradora do bairro, e a língua de trapo pegou um ar desgraçado. A mulher virou-se numa chibata moral.
Disse que morou vizinha à família da escrachada; que o pai dela tinha uma venda de esquina, dessas de balcão de madeira, que vendia, de caramelo a candeeiro, de aguardente de cabeça a remédio pra dor de barriga, e falava mais do que o homem da cobra.
O defeito do pai da camarada é que batia com o nó dos dedos no balcão da venda e dizia que o dinheiro que tinha, nem Deus acabava. Ora, pelo que a linguaruda sabia, Deus tira a vida do homem, que dirá sua mercadoria. E largava o pau no condenado.
A gente se afastava da faladeira, porque, de tão entusiasmada, saltando de um pé só, uma veia pulada no pescoço, gritava e cuspia que nem uma doida.
Bem… para encurtar a conversa, contou que, de “repentemente”, foram surgindo mercadinhos por todo canto, como se fosse uma praga divina.
Os mercadinhos tinham preço, sortimento na moda, o cliente pegava nas compras com a mão, revirava, cheirava, apalpava e levava numa cestinha para pagar no caixa. Ninguém perdia tempo nem tinha conversa mole: – Muito obrigado, tenha um bom dia!
Quando se perguntava na rua: – Tu ainda estás comprando na venda de seu Fulano? – o interrogado respondia: – Deus me defenda!
Daí, o dono da venda quebrou, a filharada se dispersou, e me sobrou a menina que a faladeira só não a chamou de santa, porque Deus é Pai. Eu namorei com ela, comprei leite de vaca para o menino dela, mas nunca a vi tão avacalhada nem tanto adjetivo ruim como os que aquela marocas lhe imputou. Tem jeito?
Num passado não muito distante a sociedade nordestina dividia-se entre o amor e o ódio ao chamado CANGAÇO, tendo na figura do LAMPIÃO ( Virgulino Ferreira ) sua maior expressão. Sob o julgo dos “Coronéis” e “Cobradores de Impostos”, o pobre sertanejo era tratado apenas como engrenagem de produção, mesmo depois da Lei Áurea (1888). Fruto do sentimento da impotência, surgiu a revolta. Como resposta, nesse sentido, surgiram os grupos de cangaceiros que, entre outras coisas, protagonizaram a chamada justiça com as próprias mãos. A história é dinâmica e devemos sempre olhar às múltiplas interpretações dos fatos.
A chamada “VOLANTE” – uma espécie de grupo policial especializado e treinados com as mesmas técnicas dos cangaceiros – surgiu para combater essa insubordinação social. Ao final, depois de muitas refregas, lograram êxito e, como todos sabem, as cabeças dos “bandidos cangaceiros” foram exibidas, como troféu, nas praças das grandes cidades.
Bom, o tempo passou e estamos vivendo em outro tipo ordenamento social e jurídico, assim como educacional e comportamental, não obstante, ser a natureza humana algo ainda pouco evoluída. A sociedade planetária, como um todo, infelizmente, ainda continua padecendo de um grande pacto pela vida, no sentido mais filosófico da frase, bem mais do que como tema de peça publicitária de uma gestão governamental.
Na madrugada de hoje (01) – dia de todos os santos – o nosso Glorioso Santo Antão nos protegeu de um banho de sangue. Bandidos, bem diferentes na origem e no sentimento dos cangaceiros de outrora, invadiram o mais impostante corredor financeiros e comercial da cidade para decretar o terror e “Estado de Sítio” invertido!! Em ação rápida e cinematográfica, explodiram os caixas eletrônicos da agencia da Caixa Econômica Federal.
Para essas quadrilhas fortemente armadas, com requintes de organização internacional só espiada nos filmes americanos, ao que parece, o céu é limite. Uma coisa é meter bronca numa cidadezinha distante 350 km da capital, cuja delegacia cochilam apenas dois homens da lei. Outra coisa é “casar e batizar” na Capital da Zona Mata na qual encontra-se em sentinela um Batalhão de Polícia inteiro, um destacamento do Corpo de Bombeiros e sem numero de delegacias especializadas.
Para nós, simples mortais, resta-nos reforçar a fechadura do portão de nossas casas e cerramos as portas dos nossos pontos comerciais mais cedo, ainda na claridade do dia. O curioso disso tudo é que o problema não é novo! Não algo inédito! Não obra do acaso! Fica, portanto, mais uma vez o governador desmoralizado e a policia humilhada.
Para nós, população, pagadores de impostos de toda natureza, fica a triste constatação de que a tecnologia aplicada aos serviços públicos estão mais ágeis e mais sofisticadas no sentido de separar o bocado certo no suado e custoso dinheiro que adentra nos nossos bolsos em forma de salário. Que Santo Antão continue nos protegendo………
Segue, abaixo, vídeo que circulam nas redes cosias.
Como uma espécie de métrica musical nos últimos meses, pelo menos para mim, o fornecimento de internet, distribuído pela empresa “Daniel Telecomunicações”, vem sofrendo quedas semanais. Do nada, fico sem internet……..
Ao ligar para o suporte, algo instantâneo e compreensivo, o atendimento é sempre muito respeitoso. Não tenho do que reclamar ao trato auditivo. Mas já com relação ao restabelecimento da normalidade funcional poderia dizer que nem sempre ocorre com a mesma velocidade e sinergia necessária. Tudo isso, claro, sem levar em consideração os transtornos provocados pela tal interrupção, até porque, sem o sinal da internet não seria possível fazermos chegar até você essa postagem, através do nosso jornal eletrônico, intitulado “Blog do Pilako”.
Fico feliz em saber e observar que a aludida empresa cresceu e avançou. Sou cliente ininterrupto há mais de sete anos, aliás, aqui na nossa redação, quando consulto as prateleiras da memória, ainda consigo observar o próprio Daniel operacionalizando as instalações e perguntando-me: “Pilako o que vai ser aqui?”
Quem já elogiou em outros momentos também tem o direito de criticar quando assim achar que cabe, até porque, antes de escrever essas linhas, já o fiz (reclamei mais de uma vez) diretamente aos canais disponíveis na própria empresa, ao que parece não foi considerada como importante. O faço, agora, dessa maneira, porque em outros momentos também o fiz, de maneira pública, reconhecendo à boa prestação dos serviços da já citada empresa.
Espero que a “Daniel Telecomunicações”, pelo menos para mim, volte a fornecer um serviço com a qualidade que lhe fez ascender à líder absoluta do mercado antonense. Não quero crer que a empresa do meu amigo Daniel esteja “adoentada”, isto é: acometida da patologia que é conhecida como “Crise do Crescimento”, na qual a busca desenfreada pelos novos clientes provoca uma deserção em cadeia nos mais antigos. Assim sendo espero não ser o primeiro da lista!
SOMENTE aqueles que não conseguem controlar a sí mesmo, que não tem rédeas sobre seus sentimentos e emoções e aqueles que não se interessam pelo bem estar e paz na nossa sociedade é que se deixam envolver por comentários de ponta de rua e de mesa de bar que, via de regra, são alicerçados pela desinformação, comentários vazios, vaidades , desequilíbrios e quando não ; pelo miúdo desejo da visibilidade, que o torne centro das atenções dos demais…
Já outros partem para a arrogância , para a imposição dos frágeis argumentos e normalmente fazem uso da tola estrategia de tentar ridicularizar os seus oponentes com piadas chulas, afim de fugir do embate ,já que não consegue acompanhá -los, em nível satisfatório, no campo das idéias.
O bom de tudo isso é que passamos a entender melhor o que se passa no interior de cada um, o caráter vem à tona, a índole transparece …
QUE TAL SE AO INVÉS DE ACEITAR E OU NEGAR, PASSEMOS A F I L T R A R AS INFORMAÇÕES ???