Projeto: Sipaúba In Concert – Os Boêmios e Neide & Pepeu – sábad.o – 15h

Empinando mais um projeto cultural na Vitória de Santo Antão, o produtor Leonardo Edardna, mais conhecido por Bad Léo, agora, juntou-se com os artistas locais para promover, nas tardes dos sábados, um “CONCERTO MUSICAL” que visa resgatar os clássicos da música nacional – seresta e musica romântica!! O palco escolhido foi a “Arena Sipaúba” que recebeu pintura nova, realizada pelo Engarrafamento Pitú, especialmente para esse projeto!!

Portanto, nesse sábado, 04 de maio, o Projeto Cultural “SIPAÚBA IN CONCERT” dará partida com o show dos “BOÊMIOS E NEIDE & PEPEU”, a partir das 15h. Para quem gosta de tomar “imas e outras” ouvindo música de qualidade, essa é a pedida desse sábado!!!

Serviço:

Projeto: Sipaúba In Concert

Dia: tarde dos sábado, a partir das 15h

Local: Beco da Sipaúba – Centro da cidade.

Atração musical do próximo sábado:  Neide & Pepeu e os Boêmos

CURTA DECUMENTÁRIO – A HECATOMBE DO ROSÁRIO

O curta documentário “A Hecatombe do Rosário” se propõe a resgatar a história de um dos maiores massacres acontecidos no Brasil do Segundo Império. Um acontecimento dos mais trágicos e sinistros acontecido em 1880 na então “Cidade da Victória”, hoje Vitória de Santo Antão. O dia era 27 de junho, véspera das eleições municipais para Juízes de Paz e Vereador, e o racha interno no partido Liberal, que originara duas correntes políticas disputando o poder na região, os “Cachorros” e os “Leões”, resultou em um embate sangrento e macabro, que culminou na morte de 17 pessoas e dezenas de feridos. Os envolvidos eram principalmente senhores de engenho da oligarquia canavieira da época na região. E não bastasse a violência do fato, este se deu dentro de um templo católico dos mais antigos do Estado, a Igreja de Nossa Senhora do Rosário dos Homens Pretos, datada do início do século XVIII, e desde 1985 tombada pelo Patrimônio Histórico e Cultural do Estado.

Apesar da importância do fato para a política e história do município e por que não dizer, do Estado de Pernambuco, o episódio é desconhecido pelos vitorienses e pernambucanos, e o que se tinha de conhecimento eram breves relatos em jornais e alguns escritos. Muitos destes sem fidelidade ao que realmente ocorrera naquele fatídico dia, bem como nas semanas anteriores e pós acontecimento.

Com profunda pesquisa de variadas fontes e depoimentos de alternadas vertentes e conteúdos, conseguimos traçar uma narrativa que resultou em um valoroso trabalho documental, até então inexistente e que agora será apresentado publicamente.

Para construção da narrativa, a produção entrevistou o vitoriense, Ex-governador e Ministro de Estado, Gustavo Krause; o Professor e Arquiteto Urbanista Motta Menezes; o historiador e presidente do Instituto Histórico e Geográfico da Vitória, Pedro Ferrer; o Professor e Procurador do Estado Marcelo Casseb; o professor e Historiador Reinaldo Carneiro; as Professoras, Historiadoras e Diretoras do IHGV, Cláudia Vicente e Maria de Fátima. O Professor e vice-presidente do IHGV Hiram Gomes; os Historiadores André Pontes e Cláudio Galvão, e o Memorialista José Joaquim Neto. Cada qual evidenciando um tema para a narrativa.

O Roteiro e direção é de Djalma Andrade, a Produção executiva de Leonardo Edardna, e a importante participação dos aristas vitorienses Rildo de Deus, com uma belíssima poesia em cordel; o músico João Caverna, que musicou parte do filme, e desenhos de Fernando nascimento ilustrando a narrativa.

O filme foi contemplado com incentivos do Fundo Nacional de Cultura – FUNCULTURA, através da FUNDARPE e Governo do Estado e a exibição oficial de lançamento é sexta-feira, dia 17 de maio, às 19h30, no Teatro Silogeu, em Vitória de Santo Antão, especialmente para convidados. Paralelamente à exibição, acontece um exposição com fotos dos personagens, documentos e peças relacionados ao fato. Outra sessão, esta aberta para o público, acontece às 21 horas.

ASSESSORIA. 

“Ótica Diniz Vitoriense”- GOL DE PLACA!!!!

Sinônimo de força e capilaridade nacional a marca “Ótica Diniz”, que na  Vitória de Santo Antão é pilotada pelo amigo empreendedor Sérgio Alves, fez um gol de placa na nossa “aldeia”.  Além de ser a melhor empresa do ramo por aqui, no que se refere às tendências  do mercado ao passo que disponibiliza os melhores preços, agora,  calibrou sua mídia digital com o “DNA” antonense, tanto de corpo quanto de alma.

Após contratar uma agência local  – PEDE BIS COMUNICAÇÃO – para melhorar ainda mais o dialogo com o consumidor regional,  a “Diniz Vitoriense” promoveu figuras carimbadas da nossa cidade ao patamar de “POPSTAR E CELEBRIDADES”……….Entre outros, destacamos os amigos Pablo Dantas, Márcio Souza e Tatú Lanches, todos, reconhecidamente, autoridades no mundo digital e nas suas respectivas atividades.

Assim sendo, na qualidade de antonense atento aos movimentos locais, não poderia deixar de fazer esse registro, realçando à visão empreendedora do casal amigo, Sérgio e Simone, por prestigiar e valorizar as “pratas da casa”…..

EDUCAÇÃO MUSICAL – A importância dos graus contidos na escala musical. (PARTE 3)

Conforme estamos analisando a importância existente em cada grau (nota) da escala musical, nos faz aproveitar cada momento e, com a escala de DÓ Maior servindo de modelo, teremos o material base suficiente para esta abordagem. O estudo da escala ou, das escalas, contém paralelamente o estudo dos graus conjuntos e os graus disjuntos. Lembramos que estamos trabalhando dentro do campo de DÓ Maior, então, o primeiro grau (I) desta escala será DÓ ( C ), onde já estando ciente dos sete graus existentes nesta escala, e, o acréscimo de mais um grau oitavado que será o próximo DÓ ( C ) formador inicial da segunda escala aguda de DÓ Maior, nos deixa livres para trabalharmos o estudo dos graus conjuntos. No estudo dos graus conjuntos podemos observar sua característica na sua formação da escala de DÓ ( C ), por exemplo: vamos trabalhar com o I e o II grau (DÓ/RÉ), onde podemos representá-lo também pela grafia da cifra: (C/D). Este grau pode ser denominado de grau maior, em razão ao seu valor referente a sua distância entre si, por exemplo, ao iniciarmos a escala dentro do campo de DÓ Maior ( C ), e, ao fazermos os cálculos referentes a soma, encontraremos do ( C ) ao (D ), ( DÓ/RÉ ), um tempo.

Quanto aos graus disjuntos, existe a diferença no que diz respeito, a sua formação composicional entre o grau principal – a primeira nota – e, a sua última nota, por exemplo, (DÓ/SOL); ( C/G ), I e V, onde ao calcularmos a sua distância, encontraremos diversos graus até chegarmos a última nota (grau), para o fechamento do grau trabalhado. Por exemplo: do ( C ) DÓ ao ( G ) SOL, o DÓ ( C ) é o grau principal, seguido do ( D ) RÉ, ( E ) MI, ( F ) FÁ, e o fechamento do ( G ), onde observamos uma separação por outros graus (notas), para que assim seja formado o grau disjunto. Onde passo a passo, vamos nos adaptando com o estudo dos graus e, ao mesmo tempo trabalhando as escalas e seus intervalos ( distância entre um e demais graus).

Bosco do Carmo

E-mail: bcarmo45.bcm@gmail.com

Momento Cultural: Quando – por Stephem Beltrão

Quando você pensa que estou triste

Estou alegre

Quando você pensa que estou mal

Estou bem

Quando você pensa que estou perdido

Estou no rumo

Quando você pensa que estou dormindo

Estou acordado

Quando você pensa que estou só

Estou acompanhado

Quando você pensa que estou embriagado

Estou sóbrio

Quando você pensa que estou caído

Estou erguido.

Enquanto você achar que estou quebrado

Prosseguirei inteiro

Enquanto você achar que sou apagado

Serei acesso

Enquanto você achar que vivo doente

Estarei sadio

Enquanto você achar que fico preso

Serei libertado

Enquanto você achar que ando sofrendo

Permanecerei feliz

Enquanto você achar que ando chorando

Seguirei sorrindo

Enquanto você achar que já morri

Continuarei vivo.

Stephem Beltrão

ABESTALHADO COM A VIDA – por Sosígenes Bittencourt

Desde menino que eu sou abestalhado com a vida. A vida é uma loucura. Vivemos como se não fôssemos apodrecer, solitariamente, um dia. Nutrimos a esperança de sair voando para o céu, em forma de alma, alvos como um capucho de nuvem, para sentar num jardim paradisíaco, onde não há agrotóxico e todas as frutas são doces.

Mas, por que tanto espanto em pensar que tudo isso pode ser verdade? Walt Disney sonhou fazendo um desenho caminhar e o fez. Sobretudo, para deixarem de chamá-lo de doido. Aliás, o próprio animador de desenho resumiu sua façanha: If you can dream it, you can do it – Se você pode sonhar, você pode realizar.

Por que aquilo que pensamos não pode ser verdade? Por que nossas ilusões não podem se concretizar um dia? Afinal, o homem já sonhou voando e inventou o avião. Não satisfeito, porque queria ser um pássaro, montou uma asa delta e foi dar uma voltinha, atirou-se no precipício, com cara de pássaro, fazendo munganga de pássaro.

Melhor estar iludido do que desiludido. A desilusão é a maior dor. A desilusão é uma depressão, como acocorar-se ante o Portal do Inferno de Dante: Lasciate ogni speranza, voi che entrate – Perdei toda esperança, vós que entrais.

Sosígenes Bittencourt

Projeto “Sipaúba Inconcert” começa nesse sábado – MÚSICA DE QUALIDADE!!!

Confirmado para começar já no próximo sábado – 04 de maio – o Projeto Cultural “SIPAÚBA INCONCERT” tem como articuladores dois conhecidos artistas locais. A união comercial do produtor cultural Bad Léo com o músico Pepeu,  tem tudo para dá certo, ou seja: “ tem pano pra manga”.

De um lado, um sujeito  vivido no mundo artístico e acostumado “empinar” grandes projetos culturais. Do outro, um cara identificado, desde nascença, com o segmento da seresta e com a  música de qualidade. Em tempos de “música-lixo”, lubrificar  os ouvidos  com os clássicos musicais, sempre será uma boa opção!!!

O Projeto Cultural terá como palco o “Beco da Sipaúba”, localizado bem no Centro da Cidade. O local, com o apoio do Engarrafamento Pitú, recebeu pintura nova e agora virou a “Arena Sipaúba”. Assim sendo, a partir do próximo sábado, os boêmios da Vitória, nas tardes dos sábados,  sairão da “orfandade”,  no que se refere a um lugar para tomar “umas e outras” e escutar uma boa música!!

Serviço:

Projeto: Sipaúba Inconcert

Dia: tarde dos sábado, a partir das 15h

Local: Beco da Sipaúba – Centro da cidade.

Atração musical do próximo sábado:  Neide & Pepeu e os Boêmos

HUMANIZAÇÃO DE ANIMAIS VERSUS DETERIORAÇÃO HUMANA – por Manoel Carlos.

Pilako:

“Os ambientalistas, com a ajuda de políticos e de outras burocracias globalmente poderosas, foram bem-sucedidos em impor sobre todo o globo um conjunto de ideias que já custou dezenas de milhões de vidas humanas.
Peguemos o exemplo mais famoso deste totalitarismo homicida. Em 1962, a famosa bióloga americana Rachel Carson publicou o livro Silent Spring, uma fábula sobre os supostos perigos dos pesticidas. O livro se transformou em um clássico do movimento ambientalista, não obstante se tratasse de uma obra de ficção. O livro exerceu uma influência poderosa sobre vários governos, o que levou à proibição mundial do uso do DDT (Dicloro-Difenil-Tricloroetano, o primeiro pesticida moderno) ainda no início da década de 1970.
Em 1970, pouco antes da proibição do DDT, a Academia Nacional de Ciências dos EUA declarou que o DDT havia salvado mais de 500 milhões de vidas humanas ao longo das últimas três décadas ao erradicar os mosquitos transmissores da malária. Naquele ano, a Academia lançou um relatório no qual dizia: “Se tivéssemos de eleger alguns produtos químicos aos quais a humanidade deve muito, o DDT certamente seria um deles. … Em pouco mais de duas décadas, o DDT evitou que 500 milhões de seres humanos morressem de malária, algo que sem o DDT seria inevitável. Antes da proibição do DDT, a malária estava prestes a ser extinta em alguns países. O DDT foi banido pelos governos no início da década de 1970 não obstante o fato de não ter sido apresentada nenhuma evidência científica comprovando que ele gerasse os efeitos que Carson e o movimento ambientalista alegavam que ele gerava.”

Amigo Pilakinho,  veja se nós estamos ou não diante de um mesmo “fenômeno” em nossa cidade: dois vereadores, pessoas boas, um gordinho e outro magrinho, abduzidos por ideias alienígenas estão seguindo um caminho de positivar todas as demandas sociais de uma minoria ruidosa e, maledicente.
Faz 300 anos que os fogos de artifício são usados no Nordeste; temos legislação criminal que pune que abusa de todo e qualquer som ou barulho; sempre os cidadãos daqui viveram em harmonia, e agora alguns minoritários querem (igual aos racistas do PT) impor o que pensam à sociedade?
Será, queiram os Céus, mais uma lei sem efetividade social, posto que nós Vitorienses não nos submeteremos a caprichos de amantes de animais, repito, amantes de animais, que, por desordem mental se matam “pulando de barcos para salvar cachorros e alto mar”.
Pessoas assim não podem ditar a uma sociedade seus desejos alucinados.
Onde e desde quando na história da humanidade animas tiveram direitos? Nem o Cavalo de Atila tinha direitos amigo Pilako!

O direito é para seres humanos!

Alguns mentirosos dirão que é para defender autistas – sei que poucos assim desejam, mas na sua maioria é um bando que deseja humanizar animais (só cachorros, mas as cobras do Butantã, o jacaré da praça, o sapo esfomeado, os cagados dos rios esses não são objeto de amores de ninguém). Não se deve tirar o pão dos filhos para lançá-lo aos cães!
“Os animais podem, pois, ter seu lugar numa sensibilidade cristã bem formada. Mas com limites. Assim como há plantas que servem para o adorno da vida do homem e outras que têm uma rudeza incompatível com este fim, assim também os animais. Uma dama não desce de sua condição se olha uma flor, respira seu perfume e a usa como adorno. Mas desceria se fizesse o mesmo com uma couve-flor, e pior ainda talvez, com uma simples couve. E pela mesma razão o homem, ao qual convém tanto o convívio do cão, não foi feito para beijar focinhos de cães como quem beija uma esposa ou uma filha, e também não foi feito para a intimidade de símios, ratos, javalis e girafas. Toda a inferioridade da natureza animal, patente nestes seres, é incompatível com esta promiscuidade com o homem. E o homem se degrada quando faz calar em si a natural repugnância que causa a intimidade com essas criaturas, nas quais a rudeza animal não foi velada por qualquer aparência. Fazendo calar esta repugnância, o homem embota o sentimento de sua própria superioridade, e, por assim dizer, aceita e assume em si o que no bruto há de inferior. Atitude de espírito bem freqüente em uma época como a nossa, na qual todos os igualitarismos, mesmo os mais degradantes, encontram clima compreensivo. Não se deve dar aos cães o pão destinado aos filhos (Marc. 7, 27 ), adverte Nosso Senhor, nem atirar pérolas aos porcos ( Mat. 7,6 ). É o que faz quem, levado por estúrdio sentimentalismo de fundo igualitário, concede aos animais carinhos e intimidades que a ordem da Providência reservou às relações entre seres humanos.”

Amigo Pilako hoje em função do desequilíbrio emocional se tem mais animais (cachorros) do que crianças…
De acordo pesquisa do IBGE, a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD), em 2013 havia 44,9 milhões de crianças de até 14 anos”. Quer dizer, o número de cães supera em quase nove milhões o de crianças!
Segundo Lozano, Lachhein explicou em sua entrevista que “a mensagem de que os animais têm direitos, e que devem ser tratados a este respeito como se fossem seres humanos, vai calando na sociedade, fruto de um bombardeio ideológico. Uns por sentimentalismo, pois já não é infrequente que as mascotes estejam começando a substituir os filhos e sejam tratadas como tais, e outros por ideologia. Mas, o objetivo final é ‘socavar os fundamentos desta civilização’ através do marxismo cultural, que se esconde por detrás”.
Bom Pilako termino com esta citação:
Os que dizem “quanto mais convivo com os homens mais gosto de cachorros” — os que encontram nos animais um alívio das exigências do convívio humano, devem ter o cuidado de analisar sua real motivação.
(Os quatro amores)
C. S. Lewis.

Manoel Carlos. 

Momento Cultural: O PRIMEIRO POETA – por Adão Barnabé.

O sol nasceu, brilhou por todo o mundo,
(quarto dia feliz da Criação),
do pináculo da terra ao vale imundo,
iluminou a Santa Geração…

e Deus criou Adão no sexto dia
mas, desgraça tão grande, azar profundo…
era tarde, o sol já ia se escondia,
acordou, bocejando, o vagabundo…

e quedou aterrado, soluçando,
sabendo que o Senhor… e bem sabia
estivera sua incúria observando.

Nem por isso ficou desesperado…
tinha a Lua, a Mulher e bem podia
ser poeta… e o foi muito inspirado.

(do arquivo da família)

Adão Barnabé