São Pedro – por Sosígenes Bittencourt.
São Pedro, segundo a tradição, teria morrido em cerca de 67 d.C., e foi um dos doze Apóstolos de Jesus.
O seu nome original não era Pedro, mas Simão. Cristo apelidou-o de Petros – Pedro, nome grego, masculino, derivado da palavra “petra”, que significa “pedra” ou “rocha”.
Jesus ter-lhe-ia dito: Tu és Pedro, e sobre esta pedra edificarei a minha Igreja, e o poder da morte não poderá mais vencê-la.
Pedro tem uma importância central na teologia católico-romana. É considerado o príncipe dos apóstolos e o fundador, junto com São Paulo, da Igreja de Roma (a Santa Sé), sendo-lhe reconhecido ainda o título de primeiro Papa.
PAPA quer dizer: Pedro Apóstolo, Príncipe dos Apóstolos.
Sosígenes Bittencourt
Ricardo Rico canta “Paciência” – composta por Lima.
A música “PACIÊNCIA“, composta pelo vitoriense Lima da prefeitura, na voz de Ricardo Rico (foto).
Aldenisio Tavares
Apelidos Vitorienses: RATINHO.
No ramo da comunicação desde a juventude, primeiro trabalhando em carro de som e depois comandando a parte técnica das rádios locais, o amigo Edvaldo Ferreira de Melo também é um antonense, entre tantos, que tornou-se mais conhecido pelo apelido do que pelo próprio nome.
Por ocasião de uma mídia específica, visando as festividades natalinas, veiculada pela Rádio Vitória FM, empresa na qual o amigo Edvaldo trabalha há mais de duas décadas, tive a oportunidade de saber o seu nome de batismo. Até então, assim como toda cidade, minha referência era apenas o seu apelido, ou seja: “ Ratinho”.
Contou-nos o “Ratinho” que seu apelido surgiu numa observação de um colega de trabalho (José Antonio Neto). Por possuir uma cabeleira cheia, o “Ratinho” sempre gostou de usar cabelo cumpridos. Certa vez, ainda quando trabalhava na Rádio Cultural AM, lá pelos anos 90 (1990) foi obrigado a enfrentar um temporal para cumprir o horário de trabalho. Ao adentrar no ambiente, em tom de brincadeira, disse o colega : “olha pra li…Tá parecendo um rato molhado”. Desse dia em diante, o apelido pegou.
Até esse inusitado acontecimento, confidenciou o “Ratinho”, todos os amigos e familiares lhe chamavam pelo primeiro nome (Edvaldo). Eis aí, portanto, a revelação da origem de mais um nossos “apelibiografado”, que convive numa boa com o seu nome social, ou seja: Ratinho.
Livro “Cristais Fissurados” pelo poeta e escritor Stephem Beltrão
Sou suspeito em falar sobre o livro do Professor Pedro Ferrer, por ser seu amigo e admirador. Porém, tenho orgulho de ter comprado um exemplar do livro deste ilustre conterrâneo, e minha esposa, também amiga e admiradora dele, comprou seu exemplar. Não vou me ater a falar sobre o livro porque até agora só o li uma vez. Após outras leituras arriscarei me arriscar a comentá-lo. Mas, adianto uma coisa, quer ler um livro curioso, criativo, inteligente,engraçado, histórico? Recomendo ler “Cristais Fissurados”!
Abraços a todos,
Stephem Beltrão
EDUCAÇÃO MUSICAL – A importância dos graus contidos na escala musical. (PARTE 4).
Para que possamos fixar o estudo dos graus (notas) na escala musical, e, desta forma, nos ajudar na construção das demais escalas existentes, vamos analisar cada grau e seus particulares nomes. A princípio todo trabalho está sendo realizado com a escala modelo de DÓ Maior ( C ), pois através dela, podemos trabalhar as demais existentes. O primeiro grau I ( C ) DÓ, é a Tônica, o segundo grau II ( D ), RÉ, é a Supertônica, o terceiro grau III ( E ) MI, é a Mediante, o quarto grau IV ( F ), FÁ, é a Subdominante, o quinto grau V ( G ) SOL, é a Dominante, o sexto grau VI ( A ) LÁ, é a Subdominante/Superdominante, o sétimo grau VII ( B ) SI, é a Sensível, pois conforme observamos o movimento seqüencial da escala em sua subida, o VII grau suplica ao I grau oitavado, um momento de repouso ao VIII grau, onde se transformará no I grau da segunda escala de DÓ Maior ( C ).
Todo este trabalho seqüencial colocando movimento ascendente na escala de DÓ Maior ( C ), tem uma finalidade benéfica, no que diz respeito, ao aprendizado da escala, fixação dos graus, a prática da pronúncia dos demais graus existentes, a execução destes graus com algum instrumento musical, a análise do estudo passo a passo de cada grau, adquirir a calma para o estudo dos graus, hábito para a partir de qualquer grau perceber o desejo de construir uma nova escala. Na escala de DÓ Maior ( C ), do I grau ao II, temos 1 tom, do II grau ao III, temos 1 tom, do III grau ao IV, temos meio tom, do IV grau ao V, temos 1 tom, do V grau ao VI, temos 1 tom, do VI grau ao VII, temos 1 tom, do VII grau ao VIII, temos meio tom, do VIII grau VII grau descendo a escala de DÓ Maior ( C ), temos meio tom, do VII grau ao VI, temos 1 tom, do VI grau ao V, temos 1 tom, do V grau ao IV, temos 1 tom, do IV grau ao III, temos meio tom, do III grau II, temos 1 tom, do II grau ao I, temos 1 tom. Ao observarmos esta fórmula matemática contida no estudo das escalas musicais, as portas do conhecimento começarão a abrir e, nos dará confiança e calma, para o amplo campo existente nesta pesquisa. Mesmo sabendo que, tudo é particular e individual de cada ser humano, no entanto, as orientações referentes as pesquisas, nos deixa livres para produção pedagógica, prática e intelectual de cada ser humano.
Bosco do Carmo
E-mail: bcarmo45.bcm@gmail.com
ACADEMIA OU ÂNSIA DE IMORTALIDADE? Escreveu: Ronaldo Sotero

As origens das academias remontam ao jardim de Academus, onde Platão dava aulas, na Antiguidade. Séculos se passaram até o surgimento da primeira academia na França, em 1634 , pelo cardeal Richelieu e oficializada por Luís 13. No Brasil, a Academia Brasileira de Letras foi fundada em 1896, no Rio de Janeiro, formada por 40 membros, com o objetivo de se dedicar “a cultura da língua é da literatura nacional “. Segundo Millôr Fernandes, a “Academia Brasileira de Letras se compõe de 39 membros e um morto rotativo “.
Em ” O que é literatura?”, Raul Castagnino destaca entre cinco funções da Literatura uma das mais importantes, “a ânsia de imortalidade”, desejo da maioria acadêmica.
Ignorando esses devaneios, cinco nomes de invulgar talento nas letras, recusaram a “IMORTALIDADE “, em não aceitarem fazer parte dos quadros da Academia Brasileira de Letras: Carlos Drummond de Andrade, Clarice Lispector, Graciliano Ramos, Mário Quintana e Paulo Leminski. Cada um desses consagrados autores estão acima de várias academias reunidas.
Ronaldo Sotero
MOMENTO CULTURAL: A Origem da Saudade – por ALBERTINA MACIEL DE LAGOS.
– Eis a minha lenda!… Foi assim:
– Lá, no Eden, de um dia já no fim,
quando fora, pelo Eterno, prometido
um Salvador ao mundo já perdido…
de Adão, sulcando o rosto, deslizaram
duas lágrimas que, dos olhos lhe brotaram.
Nisto um Anjo de extrema formosura,
condoído da triste criatura
e, por ela resolvendo interceder,
a lágrima tenta, lesto, recolher!
Mas… eis que, do Anjo, a taça recusando,
as lágrimas tremendo, tremendo, gotejando…
caiem! e… se infiltrando, na terra, lentamente,
em flores, transformaram-se de repente!!!
E quando a Aurora o Céu, vinha dourando,
As florinhas foram se multiplicando
roxas uma, outras tinha a alvura
das almas trescalantes de candura.
– Foi assim, a Saudade originada
da primeira lágrima derramada!
(SILENTE QUIETUDE – ALBERTINA MACIEL DE LAGOS – pág. 39).
1º FORRÓ DO ETESÃO – 08 DE JUNHO – ESPAÇO DE OURO.
Momento Vitória Park Shopping
O Tempo Voa: comemoração no Restaurante Gamela de Ouro
Momento Pitú: Viva a Resenha!!!
O erótico e o pornográfico – por Sosígenes Bittencourt
Esta é uma foto postada num site erótico japonês. Longe de ser uma imagem pornográfica, sugere o mais inebriante erotismo. De tão sugestiva, serviria até para enfeitar uma mensagem natalina, pela expressão angelical da menina. Nela, cabem todos os pensamentos. O erotismo difere da pornografia porque permite pensar. A pornografia é a degradação do nu, o erotismo é a sugestão do prazer. Um verdadeiro espetáculo!
Erótico abraço!
Sosígenes Bittencourt
Zezé do Forró canta “Querida” de Aldenisio Tavares.
CD de Zezé do Forró – música QUERIDA – autoria Aldenisio Tavares.
Aldenisio Tavares
O nosso Tiro de Guerra, na manhã de ontem, recebeu a visita do General Okamura.
Em missão oficial, na manhã de ontem (04), o nosso Tiro de Guerra, localizado no Alto do Reservatório, recebeu a visita do General de Divisão Angelo Kawakami Okamura. O evento contou com a participação de membros dos Poderes Executivo e Legislativo local e representação da sociedade civil. Pelo Instituto Histórico os encarregados pela apresentação da cidade e do Monte das Tabocas foram Cristiano Pilako e Pedro Ferrer, respectivamente. O encontro foi planejado e coordenado pelos atuais instrutores do Tiro de Guerra, Subtenente Edgley e Sargento Paiva.
O evento aconteceu em várias etapas: instrução militar, entrevistas, palestras, apresentação das instalações do quartel e perfil da tropa. De maneira sintética e objetiva o General Okamura realçou, à tropa, o privilégio de pertencer ao Exército Brasileiro uma vez que, por motivos estruturais, apenas uma pequena parcela dos alistados são engajados. Veja o vídeo.
Mostrando animação e humildade, qualidade inerente aos que lideram com firmeza, o General promoveu uma cena curiosa, ao convidar os atiradores e ex-atirados presentes para, juntos com ele, “pagar dez” – linguagem militar. Veja o vídeo.
Em sala de aula, o General Okamura palestrou na direção dos jovens atiradores, dando-lhes orientações no sentido do aproveitamento do tempo e da juventude, na busca pelo aperfeiçoamento profissional e na atitude cidadã, evidentemente com fé em Deus e trabalhando sempre pela união familiar.
Na relação com o grupo da sociedade antonense, que foi convidado para para recepciona-lo, o General dialogou com toda boa vontade e abertura. Na ocasião o presidente do Instituto Histórico, professor Pedro Ferrer, ofertou-lhe duas lembranças da nossa terra. Um livro sobre a Batalha das Tabocas e uma garrafa da Cachaça Vitoriosa – produto top- engarrafado pela Pitú.
Ao final, um lanche foi servido aos convidados. Certamente, o General Okamura levou da nossa cidade as melhores impressões deixando, também, escrito na história do município um momento ímpar, afinal não é todo que temos a honra de ter um militar da mais alta patente, circulando em nossas terras.
Doutor Gamaliel da Costa Gomes – por Pedro Ferrer.
Gamaliel da Costa Gomes, antonense filho do comerciante Severino Gomes, mais conhecido como “Seu” Biu Nova Seita, em virtude de pertencer à Igreja Evangélica Pentecostal. “Seu” Biu, membro ativo, junto ao deputado federal Aurino Valois e do comerciante Dilermando da Cunha Lima ajudou a erigir o atual templo.
Gamaliel da Costa Gomes era diplomado em Direito tendo ocupado os cargos de Promotor e Procurador do Estado. Assíduo membro do Instituto Histórico e Geográfico da Vitória e do Círculo dos Amigos da Vitória. Em vida foi casado com a sra. Palmira Cândido Carneiro, filha do industrial Joel Cândido Carneiro, um dos fundadores da Pitú com a qual teve quatro filhos: Severino, advogado do Engarrafamento Pitú, Cláudia, residente em New York, nos USA, Leonardo, gerente industrial do Engarrafamento Pitú e Davi, industrial estabelecido no ramo de artefatos plásticos. Gamaliel faleceu, recentemente, aos 93 anos na cidade do Recife. O sepultamento ocorreu no cemitério local, São Sebastião.
Pedro Ferrer – presidente do Instituto Histórico e Geográfico da Vitória
1º FORRÓ DO ETESÃO – 08 DE JUNHO – ESPAÇO DE OURO.
Momento Cultural: O PODER DA PALAVRA – por MELCHISEDEC.
A palavra no estado pleno de sinceridade e pureza atua com uma força vibratória capaz de mudar o comportamento do homem diante das Leis Cósmicas, removendo toda e qualquer dificuldade, operando uma verdadeira transformação no pensamento humano.
É de bom grado evitar-se pronunciar palavras desagradáveis e ofensivas, mesmo quando se é obrigado afirmar fatos verídicos, visto que, as afirmações devem ser sinceras, sem disfarce, sem sofisma, falando francamente a verdade, procurando não ofender as pessoas. Deve-se proceder de maneira positiva e franca, para que se processe a ajuda da Onipresente Força Cósmica Vibratória desfazendo qualquer dúvida.
Com a Onipresente Força Cósmica Vibratória sobre a terra, a semente da palavra bem pronunciada e repleta de afirmações corretas terá o poder de destruir toda mentira, toda calúnia e todo mal, porque a Verdade prevalecerá sempre como luz diáfana que ninguém poderá ofuscá-la.
É o poder superior da palavra que mudará o mundo.
(VERDADES FUNDAMENTAIS – MELCHISEDEC – pág. 79).



Paciência – Ricardo Rico























