Reunião da ABTV: AUDIÊNCIA PÚBLICA PARA TRATAR DO CARNAVAL VITORIENSE.

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Aconteceu na noite de ontem (18) na sede da ABTV (Associação dos Blocos de Trios da Vitória) localizada na Rua Saldanha da Gama, no bairro do Livramento, mais uma reunião  ordinária da entidade para tratar de assuntos relativos ao carnaval vitoriense.

Contando apenas com a diretoria executiva para tratar, inicialmente, de assuntos internos, a entidade também discutiu, em um segundo momento, a  minuta de um Projeto de Lei Municipal sugerido pelo Vereador Geraldo Filho.

O projeto de Lei, entre outras coisas, tem como objetivo TRANSFORMA O CARNAVAL DA VITÓRIA EM FESTA OFICIAL DO MUNICÍPIO.

Nas conversas preliminares sobre o referido Projeto,  o Vereador Geraldo Filho, fez questão de deixar claro que pretende discutir com todos os “atores” envolvidos na “cena carnavalesca” vitoriense para que se possa, ao máximo, minimizar erros e distorções.

Já o Vereador Novo da Banca, que também apoia o Projeto, fez questão de participar da reunião para comunicar, de viva voz aos membros da ABTV que já deu entrada na Câmara Municipal, com o pedido de uma AUDIÊNCIA PÚBLICA para  discutir os erros e acertos do carnaval vitoriense 2014, que convenhamos, foi bastante criticado por todos envolvidos, quer sejam diretores de agremiações, comerciantes e, principalmente, foliões que participaram das festividades, como também, buscar mecanismos de melhoramento para o bom andamento do carnaval.

Após as discussões iniciais, onde alguns pontos já foram identificados como positivos, assim como, outros negativos, nós que compomos a “COMUNIDADE CARNAVALESCA VITORIENSE” fazemos um apelo ao Presidente da Câmara Municipal, Edmo Neves, para que seja marcada, o quanto antes, esta Audiência Pública, uma vez  que o Vereador Novo da Banca já solicitou a mesma.

Sabendo que há o interesse de todos nesta questão, desde já, queremos  convidar  todos os diretores de blocos, clubes, troças e agremiações alternativas, assim como foliões e demais pessoas envolvidas de qualquer forma com o carnaval vitoriense, para participar destas discussões no sentido, entre outras coisas, de mantermos viva a história carnavalesca da nossa cidade.

Roque: agora virou “agente de trânsito”.

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Parece brincadeira, mas não é. Na manhã de ontem (17) por volta do meio dia encontrei o amigo Roque, proprietário do Colégio Santo Inácio, trabalhando na rua para organizar o trânsito dos veículos.

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Ora, em várias ocasiões, aqui mesmo pelo blog, disse que o efetivo da AGTRAN (Agência de Trânsito da Vitória) era MINÚSCULO para uma cidade do porte da nossa. Se ainda levarmos em consideração que na última década, na questão da fiscalização do trânsito, ficamos totalmente à deriva, podemos dizer que a AGTRAN, ressaltando algumas melhoras pontuais, ainda é uma obra para inglês ver.

Outro dia um internauta aqui do blog, morador desta mesma rua onde fica o colégio citado,  reclamou da bagunça e a resposta que lhe foi dada é que o “efetivo era pequeno”.

Segundo informações do colégio, o mesmo já enviou mais de um oficio para o órgão competente e até agora NADA.

O prefeito Elias Lira é um especialista em “queimar” auxiliares. Por ocasião do lançamento da estrutura de rua da AGTRAN no mês de maio do ano passado, disse, e volto a dizer, sem medo de errar: com esse “timinho” ou seja, com esta estrutura franciscana a bagunça e a esculhambação no nosso trânsito vai continuar imperando.

Não adianta colocar a culpa no amigo Hildebrando: nem ele, nem homem nenhum, com este “timinho” arruma esta bagunça. Na minha opinião, o “pecado” do amigo Hildebrando está justamente no silêncio, pois ele aceita calado esta verdadeira humilhação que Elias lhe impõe, ou seja, como gestor público, além de Elias IGNORAR as demandas urgentes da cidade ainda trata o amigo Hildebrando como um sujeito qualquer quando não lhe dá suporte para trabalhar dentro da linha da razoabilidade.

Sendo assim, acredito que amigo Roque ainda terá muitos problemas nesta questão. Ou se não, a revelia do que manda a Lei, contrate um “agente” de trânsito qualquer, fantasie ele como tal, e coloque-o para trabalhar, até porque, se for esperar pela prefeitura é possivel que estes alunos vão todos se formem e os agentes de trânsito não cheguem.

CONFIANÇA ZERO.

EDUARDO CAMPOS

Foto: Autor desconhecido

No caderno de política, página A8, do Diário de Pernambuco deste domingo (16), entre outras informações, realçando as dificuldades que estarão na ordem do dia dos candidatos Eduardo Campos e Paulo Câmara, ao planalto Central e ao Palácio do Campo das Princesas, respectivamente, uma informação me chamou a atenção.

Com relação ao “exército nacional”, montado para inflar a campanha de Eduardo, nada a comentar, até porque, estou longe de ser um especialista da política nacional. Já com relação ao “exercito estadual” para “carregar nos braços” o estreante Paulo Câmara, tenho sim, condições de dá algum “pitaco”. Veja abaixo o quadro exposto pelo Diário.

DIARIOdePERNAMBUCO - Recife, domingo, 10 de março de 2014 - pág A8

DIARIOdePERNAMBUCO – Recife, domingo, 10 de março de 2014 – pág A8

Como podemos observar, apesar de o Governador se apresentar, politicamente falando, como “dono do Estado de Pernambuco” e estar com o “chicote na mão” há mais de sete anos o seu “exercito estadual” está, aparentemente, meio capenga.

Em várias regiões, políticos do mesmo grupo, como é o caso de Fernando Bezerra Coelho e seu filho, Fernandinho, como assim também é conhecido, no meu modesto entendimento representa a mesma coisa.

Na Região do Sertão do Pajeú, o deputado Inocêncio Oliveira e o seu sobrinho, Sebastião Oliveira, poderíamos dizer que é um “sanduíche de pão com pão”, ou seja, a mesma coisa. Na região do Agreste, só na cidade de Caruaru temo seis “soldados”, que se observarmos bem, só corresponde a três forças, já que os mesmos são pais e filhos e marido e esposa.

Já na Zona da Mata o deputado João Fernando Coutinho, recentemente juntou todo “peso pesado” do Palácio, mas, perdeu a eleição suplementar para prefeito na sua cidade. Na Mata Norte parece que não existe nenhum prefeito confiável, na visão do governador, para carregar a bandeira do seu candidato.

O curioso desta relação, mapeada por região, é que em nossa cidade, Capital da Zona da Mata, onde as três maiores lideranças políticas, que se dizem da “cozinha” do Governado Eduardo Campos, foram “esquecidas”.

Acredito, que o Governador Eduardo Campos, apesar de agrega-los dentro de um mesmo balaio, continua mantendo uma distância “regulamentar” destes sujeitos, até por que, quem mais os conhece é o Governador.

Politicamente falando destes caras podemos dizer: José Aglailson, o que “escreve” de dia não consegue ler a noite, isso por que: “se apaga”. Henrique Queiroz, talvez seja, reconhecidamente, o político mais adesista de Pernambuco. Já Elias Lira, bastou o “idolatrado” Marco Maciel ficar sem mandato para Elias dar-lhe um “chute na bunda” e pular para o “balaio” governista de Eduardo Campos, ou seja: inconfiável. Sendo assim, acredito que as raposas políticas vitorienses, aqui citadas, não são, aparentemente, “fiéis depositários” da confiança dos que fazem o comando da campanha estadual do PSB.

Blog do Pilako bota a prefeitura para trabalhar.

Dias atrás, mais precisamente dia 10 de março, postamos matéria com o titulo: Praça Leão Coroado, recém inaugurada, já apresenta defeito. No conteúdo desta matéria, entre outras coisas, falamos que a obra, que segundo informações, custou aos cofres públicos quase R$ 400.000,00 (quatrocentos mil reais) estava drenando a água do Tanque Ornamental por cima da rua, como se na via não houvesse ligação de esgoto.

Pois bem, passado sete dias da referida postagem, hoje, segunda-feira dia 17, nossas lentes flagraram homens trabalhando próximo ao Tanque Ornamental da referida praça, certamente, para tentar consertar a “preaca” que foi feita.

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Sendo assim, não posso deixar de dizer: BLOG DO PILAKO BOTA A PREFEITURA PARA TRABALHAR.

“Como é grande o poder da Natureza”

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Por ocasião da derrubada indiscriminada das árvores na Praça Leão Coroado, ordenada pela prefeitura, meses atrás, assisti, aqui da varanda, já que nossa redação se utiliza, como endereço, desta mesma localidade, uma cena angustiante.

Sempre ao final da tarde a copa daquelas  árvores era o local escolhido pelos milhares de pardais para pernoitarem. Com o seu repentino desaparecimento, presenciei a dificuldade dos pássaros “entenderem” o que estava acontecendo. Muitos ficaram voando de um lado para o outro. Alguns chegavam até se chocar, durante o voo, um nos outros. Sem dúvida, foi uma cena lamentável.

Pois bem, lembro tudo isso para dizer que durante a manhã da sexta (14) a referida praça teve parte interditada para a retirada de um enxame que se alojou repentinamente em um dos postes.

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Pois bem, sem a “menor explicação”, do mesmo jeito que as abelhas chegaram, ou seja, repentinamente, também  foram embora no início da tarde.

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No horário noturno, por volta das 19h30,  do mesmo dia, pudemos observar que ainda existiam algumas abelhas “perdidas” rondando no local. veja o vídeo.

Por falar em abelhas gostaria de aqui de lembrar o trecho da música “A NATUREZA”, composta e belissimamente interpretada pelo artista paraibano Zé Ramalho:

“A abelha por Deus foi amestrada
Sem haver um processo bioquímico
Até hoje não houve nenhum químico
Pra fazer a ciência dizer nada
O buraco pequeno da entrada
Facilita a passagem com franqueza

Uma é sentinela de defesa
E as outras se espalham no vergel
Sem turbina e sem tacho fazem mel
Como é grande o poder da natureza”

Internauta Gustavo Menezes interage com o blog

Comentário postado na matéria “Alguns FLASHES da falta de organização do carnaval 2014.“.

Estava me lembrando de quando eu podia amanhecer o dia no bloco de carnaval isso era maravilhoso, hoje já não tem mais isso, pois não tem mais blocos e agora temos o toque de recolher as 2 da madrugada oposto pelo ministério publico, antes não havia essa tal de TAC e tínhamos o melhor carnaval. Não tinha ninguém botando pressão nos desfiles, todos os blocos e troças passavam e saiam pela praça da matriz e livramento. Esses vídeos de carros com som ligado refletem a falta de necessidade de atrações no carnaval de vitória, ou seja, vários blocos como cebola quente e clube dos trinta e outros não desfilam mais no carnaval. Agora estamos passando vexame com esse fiasco que vem acontecendo. Vergonhoso ver uma emissora de TV como a globo fazer uma cobertura ao vivo como aconteceu para mostrar o que? Outra coisa queria saber quem organiza e manda de fato no carnaval da cidade.

Gustavo Menezes

Gustavo Menezes

VIVA O CARNAVAL DA VITÓRIA.

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Para encerrar, por enquanto, o tema: Carnaval Vitoriense 2014, gostaria de dizer que comungo do mesmo sentimento da maioria dos carnavalescos e foliões da Vitória, de fato, o carnaval, hora encerrado, entrou, negativamente, para história ANTONENSE.

Fincando o olhar agora para os inúmeros talentos da terra, gostaria de destacar e, ao mesmo tempo parabenizar, os Maestros: Silvano e Givaldo, das Orquestras Venenosa e Ciclone, respectivamente, pelas inúmeras apresentações no nosso carnaval sempre na intenção de abrilhantar e fomentar a nossa festa maior.

Givaldo Silvano

CristianoSeparei, dentre as inúmeras fotos e vídeos, por mim registrados durante as últimas festividades momescas, uma,  para representar o TURBILHÃO de sentimentos envolvidos em nossa festa. Flagrei, na concentração do clube “OS BARRIGAS D’AGUA”, uma das agremiações mais populares do carnaval vitoriense o amigo e chará, Cristiano do Sax, alheios a todo aquele alvoroço tocando e curtindo o som internacional emitido pelo sax.

Sendo assim, em nome desses artistas aqui citados, quero parabenizar todos aqueles que deram o melhor de se para o engrandecimento de um dos maiores Patrimônio Imaterial da nossa terra. Portanto, ficam aqui as minhas críticas, sugestões, observações, comentários e também esperança, para que em 2015 possamos resgatar no vitoriense a satisfação de dizer: NÓS FAZEMOS O MELHOR CARNAVAL DO INTERIOR DE PERNAMBUCO.

Pessoas de fora da cidade não são as mais indicadas para coordenar nosso carnaval.

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Ainda dentro dos comentários relativos ao nosso último carnaval, onde carnavalescos e foliões em geral desaprovaram a organização promovida pela Prefeitura da Vitória, realçando, inclusive, que não só a escolha do novo percurso, como também o local escolhido para ser a grande apoteose do carnaval, Pátio de Eventos Otoni Rodrigues, se configuraram como más escolhas.

Para nós, dirigentes de clubes e diretores de associações carnavalescas, a coordenação do secular carnaval da Vitória  deveria ter, por parte dos gestores da prefeitura, diga-se: Elias Lira e Paulo Roberto, mais critério nas escolhas das respectivas pessoas que iriam, junto com eles, tratar às demandas internas, principalmente no quesito: logística dos desfiles.

Falo isso, pois, as duas pessoas que representaram, oficialmente, os dois gestores, Elias e Paulo, foram as senhoras Cilene Lins e Ana Paula. Gostaria de dizer, antecipadamente, que não tenho, até o presente momento, conhecimento de nenhum fato que desabone a condutas das duas, enquanto funcionárias contrata pela municipalidade, mas, convenhamos, para tratar de questões, pertinentes ás peculiaridades do nosso carnaval, assim como de questões relativas às nossas tradições, seria melhor “escalar” pessoas nativas com mais vivência e traquejo na nossa festa maior.

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Sendo assim, gostaria, inclusive, de revelar aos internautas do blog do Pilako, que nem o alardeado TAC – Termo de Ajustamento de Conduta – os nossos gestores tiveram o “trabalho” de assinar, designando assim, as duas senhoras: Cilene e Ana Paulo para colocarem suas respectivas assinaturas.

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Como vitoriense, carnavalesco e folião de verdade, me sinto incomodado pelo fato de pessoas de fora da cidade, inclusive alheias às características e histórias do nosso secular carnaval, sejam alçadas a condutoras da nossa FESTA MAIOR. Olhe aí, mais um erro estratégico dos nossos gestores para com o nosso carnaval: colocar pessoas de fora da cidade para dá as coordenadas no andamento de um dos mais importantes Patrimônio Imaterial da República das Tabocas.

Alguns FLASHES da falta de organização do carnaval 2014.

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Assim como aconteceu em décadas passadas e também nos últimos anos, durante as festividades MOMESCAS  a prefeitura reservava um espaço na festa para prestar as devidas homenagens póstumas para alguns carnavalescos vitorienses, cujo a atuação, engrandeceu o nosso CARNAVAL. Na última edição, carnaval de 2014, não lembro de ter visto estas homenagens, que diga-se de passagem nomes foi o que não faltaram.

A bem da verdade, no tríduo MOMESCO propriamente dito, o percurso oficial dos trios elétricos não observei carros estacionados atrapalhando os desfiles dos blocos com trio, o que não podemos dizer com os clubes e troças. Já com relação às Agremiações que desfilaram fora dos três dias de folia, a exemplo das VIRGENS e do BLOCO FERA, registramos vários veículos (carros e motos) em pontos das vias destinadas às apresentações.

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Ainda dentro do tema: carro no percurso, reservei alguns vídeos, gravados de maneira aleatória, para realçar que mesmo a prefeitura se comprometendo em fechas as ruas para as festividades e controlar a saída e entrada, com adesivos para moradores previamente cadastrados, o corredor da folia, em alguns momentos, mais parecia um “campeonato de  som”, valendo salientar: aparentemente nenhum deles são moradores, e que portanto, não estariam com os chamados ADESIVOS DE MORADORES. Veja os vídeos.

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Já com relação aos chamados CARROS DE MÃOS, este ano, a bagunça ainda consegui ser maior. Definitivamente a prefeitura FAZ DE CONTAR QUE CONTROLA. Gravei, através das imagens da TV Vitória, que  um vendedor, além de vender suas bebidas no corredor da folia, também trazia agregado a sua carroça  uma CHURRASQUEIRA em pleno vai e vem da folia  para também servir o TIRA GOSTO., ou seja, serviço completo.

Já com relação a chamada PADRONIZAÇÃO do comercio ambulante no trajeto oficial do carnaval, mais uma vez, o que se viu foi um verdadeiro SALVE-SE QUEM PUDER, inclusive com churrasqueira funcionado no meio das pessoas.

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Para encerrar, estes pequenos flagrantes de falta de fiscalização por parte da prefeitura, gostaria de externar meu repúdio para o “entendido” que resolveu, por sua conta e risco, deixar os blocos de cimentos – Gelos Baianos – jogados no canto da ruas em pleno corredor oficial da folia sem ter, inclusive, a menor preocupação e e respeito com o bom andamento do carnaval, expondo assim, pessoas sobretudo crianças, ao risco de acidente.

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Propaganda política no carnaval: faltou ser lembrado no TAC

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Em uma das reuniões que participei na sede da promotoria ao lado de companheiros da ABTV, representantes da prefeitura, Polícia Militar, ACTV e com a própria Promotora, entre outros temas, a questão da proibição das manifestações políticas partidárias eleitorais foram elencadas como proibitivas face aos rigores da Lei, realçando à chamada “PROPAGANDA EXTEMPORÂNEA”, sobretudo, em ano eleitoral como este (2014).

O curioso é que durante as festividades carnavalescas o que mais se viu foi PROPAGANDA ELEITORAL EXTEMPORÂNEA. O deputado Aglailson Júnior, até onde sei, será candidato a reeleição com ou sem apoio do seu pai, o folclórico ex-prefeito José Aglailson, “deu carga” em alguns blocos, entre eles um de “primeira viagem” como é o caso do “Tô na Balada”, estampando seu nome nas camisas.

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O deputado Henrique Queiroz, que até onde eu sei, concorrerá à renovação de mais um mandato (10º)  com ou sem  o apoio do prefeito Elias Lira, como também do “braço forte” do seu primo, recentemente acometido de uma “diarreia mental”, José Aglailson, além de “enfeitar”, com seu nome, as camisas de vários kits carnavalesco, aliás, não colocou em mais por que Elias Lira, segundo informações, usou a “força” da estrutura para lhe barrar, “intoxicou” os foliões com seus carros de som tocando um dos seus jingles de campanha em ritmo de frevo durante toda festa nos mais diversos lugares, inclusive no corredor oficial da folia. Veja o vídeo.

Elias Lira, o mais ansioso de todos, já que está expondo seu filho pela primeira vez na “guerra eleitoral”, foi o que mais afrontou a LEI. Além de colocar o nome de seu filho nos kits dos mais variados blocos, fez questão de confeccionar batas amarelas para serem usadas pelos cordeiros em vários blocos realçando também o nome de seu filho, claro.

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Achando pouco, “inventou” uma comemoração natalícia para o seu herdeiro no domingo  de carnaval, 02 de março, no Clube Abanadores “O LEÃO”, em pleno corredor da Folia, quando, na verdade o “niver” oficial  do dito cujo “reside” próximo do dia 20 do mês de fevereiro, aliás segundo alguns participantes, a festa deu fraca, muito abaixo do esperado.

Pois bem, ainda para tirar mais onda, o prefeito Elias Lira, que segundo o amigo Ozias Valentim é um gestor legalista, ou seja, GOSTA DE TUDO DENTRO DA LEI, estampou, durante todo carnaval, uma faixa dizendo: PARABÉNS JOAQUIM LIRA.

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Bem, como os três principais concorrentes à deputados estaduais se utilizaram do mesmo expediente, ou seja, PROPAGANDA EXTEMPORÂNEA, cada qual utilizando do “chicote que dispõem, um NÃO PODERÁ RECLAMAR DO OUTRO, sendo assim vai ficar tudo por isso mesmo.

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Carnaval no Pátio de eventos: PENSE NUMA FURADA.

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As queixas sobre a organização do carnaval 2014 foram as mais generalizadas possíveis. Carnavalescos, da velha e da nova guarda, foliões dos mais variados gostos e tendências, artistas, músicos e barraqueiros, definitivamente, não aprovaram as festividades Momescas ocorridas em nossa cidade.

No domingo (02) e na segunda (03) não fui até o Pátio de eventos Otoni Rodrigues, de maneira que não posso emitir nenhum juízo de valor. Por ouvi dizer e até pelas imagens e comentários na internet, assim como no Jornal da Rede Record, tomei conhecimento sobre o fato envolvendo o artista Tony Garrido e policias militares. Como vitoriense, só tenho a lamentar. Nossa cidade foi quem perdeu. Não posso afirmar, mas possivelmente deve ter ocorrido exagero das duas partes.

Compareci às festividades carnavalescas no Pátio de Eventos Otoni Rodrigues na abertura e no encerramento, ou seja, no sábado (01) e na terça (04) respectivamente. Posso dizer, com toda certeza, VITÓRIA NÃO TEM TRADIÇÃO DE FESTA CARNAVALESCA COM  PALCO, a concretização, a materialização do planejado pelos organizadores da prefeitura,  foi, um DESASTRE.

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No sábado, estive lá por volta das 00h10. O lugar estava vazio e sem animação. Veja o vídeo.

Na terça, último dia de carnaval, outra decepção. Na hora em que estive por lá (23h30) barraqueiros já tinha encerrados suas atividades, possivelmente, face às frustrações comerciais.

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Um paredão de som tentava animar os poucos foliões que por lá se encontrava. Veja o vídeo:

Tenho uma opinião diferente, em relação ao palco no carnaval, inclusive, já externada, de viva voz, para o Secretário Paulo Roberto. Este modelo de festa carnavalesca poderá ser interessante para uma cidade que não possui tradição na festa de MOMO, já para um lugar, carnavalescamente falando, que possui “agenda” própria como a nossa, é simplesmente incompatível.

Nossa cidade já se utilizou de festa parada no carnaval, há décadas atrás, quando a prefeitura promovia a chamada “SEMANA PRÉ-CARNAVALESCA”, realizada na Praça Duque de Caxias, onde, entre outras coisas, O AMIGO BABAI ENGRAXATE, se configurava como uma das atrações da festa.

Naquela ocasião, na minha opinião, o palco cumpria sua função pedagógica em “aquecer” o carnaval na cidade. Hoje, inclusive, já temos carnaval 15 dias antes do tríduo Momesco com diversas agremiações desfilando pelas ruas como também animando suas respectivas comunidades.

Sendo assim, volto a dizer o que também já disse a Paulo Roberto: ao invés da prefeitura investir “rios de dinheiro” na estrutura do palco, junto com Governo do Estado, deveria concentrar esforços em resgatar nossas tradições, assim como alegorias e orquestras promovendo, então,  um carnaval sintonizado com os costumes da cidade.

Carnaval da Vitória: na escuridão, mais uma vez.

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O carnaval da Vitória, desde que me entendo por gente, sempre  teve nos presidentes e diretores de clubes, troças e blocos sua “coluna vertebral”. Prefeitura, apesar de ser a entidade, constitucionalmente, responsável pelo evento sempre participou da festa de forma “tímida”.

Apesar dos cofres da prefeitura, naquela época, ser menos abarrotado de dinheiro do que hoje, o prefeito Ivo Queiroz sempre foi mais “animadinho” para as festividades MOMESCAS. Entre outros, no quesito: ornamentação da cidade, Dr. Ivo pelo menos mandava confeccionar, de compensado, palhaços e colombinas, máscaras e elementos alusivos à festa pintados com cores vivas. Para iluminar a cidade ele mandava esticar, entre os postes, aquelas velhas gambiarras com luzes de 25 velas que, no raiar das primeiras fagulhas do  sol da quarta-feira ingrata, quase a metade, já estavam queimadas.

Pois bem, relembro tudo isto para dizer que este ano, mais uma vez a ornamentação carnavalesca da cidade foi uma PIADA. Primeiro, podemos citar a porcaria que foi realizada com franjas coloridas de tecido barato, parecendo mais enfeite de escola de zona rural em dia de aniversário da diretora.

Outra coisa, esta porcaria bem que poderia ser colocado 20 ou 30 dias antes da festa, e não, na noite da sexta-feira 21 de fevereiro, quando muitos blocos já tinha efetuados seus ensaios e desfiles.

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Outra coisa: a “imponente ornamentação”, coordenada por Paulo Roberto, de tão ordinária e fuleira, já na segunda-feira, dia 24 de fevereiro, já tinha tira arriando na Avenida Mariana Amália.

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Não sei também  de quem foi o mal gosto na escolha dos elementos para representar, nos banners, os nossos bichos, pois tinha alguns, como exemplo “O LEÃO” que mais parecia aqueles “elementos” do mal, retratados no seriado POWER RANGER.

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Já com relação a ILUMINAÇÃO, mais uma vez, a critica foi unanime. Eu queria saber de Elias Lira + Paulo Roberto o que eles tem contra a claridade? Todo carnaval é isso, refletores medíocres instalados nos “braços” dos postes, mostrando, sem limites, um amadorismo governamental  que mais  parece se ter interesse em prejudicar do que promover o espetáculo.

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O prédio da Antiga Estação Ferroviária, que dá lugar à sede da Secretária de Cultura, Turismo e Esporte da cidade também foi “contemplada” com a escuridão das trevas.

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Na Avenida Mariana Amália onde o ocorreu um maior fluxo de foliões e agremiações a prefeitura não reforçou a iluminação. Já com relação aos banheiros Químicos, faltou, por parte da organização do carnaval um melhor planejamento na sua distribuição, pois no Beco do Cornélio, onde também é conhecido como “Beco do Mijo”, pelo fato do grande números de foliões dele se utilizar para fazer sua necessidades fisiológica, observamos pouca quantidade de banheiros, chegando inclusive, contribuída também pela falta de educação de alguns, folião não suportar a fila e urinar fora deles.

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Sendo assim, além de tantas outras críticas, já mencionadas por nós e pela quase totalidade dos foliões e carnavalescos vitorienses, na direção dos organizadores do carnaval 2014, pedimos aos atuais gestores que repense suas táticas para o próximo carnaval, até porque, nossa cidade, sobretudo nosso carnaval, patrimônio imaterial da República das Tabocas não merece passar por mais um “mico” desta natureza.

Vereador visita redação para mostrar Projeto de Lei sobre o Carnaval.

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Recebemos na manhã de hoje (13) em nossa redação o amigo Vereador José Geraldo Gomes de Araujo Júnior, mais conhecido como GERALDINHO. O motivo da sua visita foi para me entregar a minuta do Projeto de Lei 009/2014 que tem por objetivo declarar o Carnaval Oficial do Município da Vitória de Santo Antão como Festa Oficial.

De maneira rápida, debatemos alguns pontos da proposta assim como o parabenizei pela iniciativa. Disse-lhe que daria ciência ao Presidente da ABTV (Associação dos Blocos de Trios da Vitória), Charles Romão, para que já na terça (18), dia da nossa próxima reunião, possamos nos debruçarmos no conteúdo do referido Projeto.

Portanto, face à desastrosa organização do carnaval 2014, devemos começar a buscar mecanismos, com a participação de todos os entes da sociedade civil organizada, para soerguer, de maneira consistente e sustentável um dos maiores patrimônio da Terra de Mariana Amália.

Internauta Rogério Albuquerque comenta sobre incêndio ocorrido na Feira Livre da Vitória

Comentário postado na matéria “Mais um incêndio na Feira Livre da Vitória.“.

Esse não é o primeiro caso de incêndio em locais da nossa feira, além dos outros de emergências médicas em ruas atingidas pela mesma: até quando vamos contar com a sorte? A verdade é que vivemos numa área minada, prestes a explodir e já com sinais concretos disso. Não vamos aguardar que uma tragédia ocorra , como a da boate Kiss na cidade de Santa Maria (RS), para que providências sejam tomadas. Isso não é uma fantasia ou uma possibilidade distante. O Corpo de Bombeiros já alertou à Prefeitura de Vitória e ao Ministério Público sobre esse risco.

Enquanto nosso centro comercial continua sucateado e temos uma feira livre bloqueando ruas, lojas e residências, em Caruaru a situação é muito diferente. Lá, ao contrário de nossa cidade, esse problema já foi resolvido há muitos anos e agora procura-se melhorar. Mas, para isso, houve vontade política, planejamento e ação concreta para as mudanças.

Rogério Albuquerque

Internauta Professor Pedro Ferrer comenta sobre mudança no percusso

Comentário postado na matéria “Para entender a mudança no percurso do carnaval 2014, tem que ler até o fim.“.

Bom dia.

Preciso de um esclarecimento para poder entender e acompanhar o andar da carruagem. Os trios não podem passar pela praça da Matriz de Santo Antão, a multidão que arrastam, a qual poderá danificá-la.. Correto ? Sim ou Não ? Esta é a primeira questão.

Quem arrasta mais foliões o É Tesão ou o Bloco da Saudade ? O Barriga d´Água ou a Girafa ? Invertam as questões e os personagens. A Girafa e o Bloco da Saudade tem seus foliões, relativamente, contidos por cordas. Os foliões do Barriga e do É Tesão estão soltos e brincam descontraídos. Estes dois passam pela Matriz? Creio que sim……. Não adianta perguntar mais nada, já começo a entender. Foi sem querer, querendo!!!

Outro assunto que foge ao tema, mas que todavia foi abordado dentro do tema carnaval. Pilako, a promotora manda ou não manda? O Ministério Público tem força e autonomia, ou não as tem? O Ministério Público tem força para limpar a 13 de Maio, a praça da Bandeira e a rua da farmácia do senhor Rochinha, ou não a tem ? Tu, assim entendi, afirmaste que a Promotoria não tinha força e que quem mandava era o prefeito! Estou certo ou misturando as bolas ?

Mais. Os comerciantes para ali funcionarem precisam de alvará ? Para ter alvará precisam de licença do Corpo de Bombeiros ? Por que a Promotoria não solicita ao C.B. a suspensão de autorização, baseado na falta de segurança ? Não me venhas dizer: pergunte a eles ? O formador de opinião, o comunicador, o blogueiro, o carai de asa és tu! Responde-me (imperativo do verbo responder) estas questões, por favor. Quero falar, escrever, sugerir com base para não cometer injustiças e sair afirmando asneiras. Se tiveres de responder que seja através do blog para eu ter fundamento. Tua voz é respeitada na cidade e há indivíduos que temem tua caneta.

Pedro Ferrer

Para entender a mudança no percurso do carnaval 2014, tem que ler até o fim.

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Para tentarmos entender o motivo, ou os motivos da mudança do percurso oficial do carnaval deste ano (2014), na minha opinião, deveremos voltar um pouco na “fita do tempo”. Gostaria que os internautas do Blog do Pilako, para melhor compreensão deste artigo, ora confeccionado, lessem atentamente o documento abaixo, emitido pela Secretaria de Cultura, Turismo e Esporte no ano de 2011 onde, naquela ocasião, também houve uma mudança no percurso.

Oficio 2011

Após a leitura do documento acima, quero chamar a atenção para alguns pontos:

1º- As obras da Praça da Matriz foram iniciadas na semana que antecedeu  as eleições para governador, senadores, deputados federais e estaduais, ou seja, outubro de 2010. Naquela ocasião, segundo comentários, as máquinas começaram os serviços por sugestão do deputado Henrique Queiroz para que  se causasse, com aquela ação, um “impacto eleitoral” já que o mesmo estava sendo apoiado, “pelo menos da boca pra fora”, pelo prefeito Elias Lira.

2º Uma vez a obra da praça iniciada e depois paralisada, o fechamento com os tapumes só veio ocorrer depois das festividades do Padroeiro Santo Antão, praticamente, “em cima” do carnaval daquele ano (2011).

3º- Segundo o documento emitido pela referida secretaria (Doc. acima) e assinado pelo então, e atual Secretário, Paulo Roberto, trazia como motivo para a pontual mudança, o “alerta” do comando do 21º Batalhão da Polícia Militar no quesito SEGURANÇA, e que a solução seria “momentânea e transitória”, em virtude das obras da referida praça, assim como, ainda segundo o documento, “não era a mais desejada”.

Muito bem, resultado disso: o prefeito na semana pré-carnavalesca, ignorou o documento emitido por Paulo Roberto e passou a máquina nos canteiros em frente ao Fórum, na Avenida Silva Jardim, e os blocos que saiam do livramento, a exemplo da “Girafa” continuou saindo de lá. O documento assinado por Paulo Roberto perdeu seu efeito, quanto ao local de saída dos blocos de trio, já com relação a não  passagem dos blocos com trios pelo o entorno da praça ficou  mantida.

O quer fato é que desde o carnaval de 2011 que os blocos de trio deixaram de passar na Praça Matriz, interrompendo assim, o percurso secular do carnaval da Vitória.

Já em 2012, a desculpa “esfarrapada” de Elias Lira + Paulo Roberto, para não se voltar a passar no referido local, foi a “balela” de não se danificar a praça, para assim, se tentar passar uma “imagem” que o prefeito era um gestor muito zeloso com as coisas públicas. Como podemos observar, este foi o primeiro “golpe” dos nossos governantes na direção do seu plano de querer “monopolizar” o carnaval secular da Vitória.

O novo percurso, mesmo sem contemplar a Praça da Matriz, manteve sua logística de não haver, entre as agremiações, longos encontros frontais, ou seja, os desfiles fluíram  naturalmente.

paulo

Para o carnaval 2014, o Secretário Paulo Roberto trouxe a notícia para os membros da ABTV (Associação dos Blocos de Trios da Vitória) que a Promotora não iria permitir que as agremiações desfilassem em ruas que abrigassem hospitais. Na ocasião, inclusive, propôs aos diretores dos blocos que todos começassem suas apresentações na Praça 3 de Agosto, também conhecida como “Praça do Jacaré”, mais precisamente em frente a casa do senhor Paulo Ferrer (Paluca).

O curioso disso tudo é que nesse ínterim, as duas Praça – 3 de agosto e do Anjo – foram fechadas com tapumes (telhas), assim como lá em 2011 como  aconteceu com a Praça da Matriz, bem próximo as festividades MOMESCAS.

Ora… como é que Paulo nos propõe sairmos de um lugar que estava prestes a entrar em obra? Maldade ou desinformação?

Depois de participar, junto com Charles Romão e Demetrius Lisboa, de duas reunião na promotoria da Vitória com membros da polícia, prefeitura, ACTV e a própria Promotora, é que pude chegar a conclusão que todo interesse da Prefeitura, no carnaval 2014, era “ativar” o Pátio de Eventos Otoni Rodrigues, independente do andamento do carnaval como um todo.

Se observarmos atentamente para as “novas” medidas impostas estes ano, onde duas praças no bairro do Livramento foram isoladas com tapumes, que diga-se de passagem: ponto natural de convergência de foliões. Vale lembrar também que se aniquilou o Polo de animação da Duque de Caxias, tradicional “Quartel General do Frevo”. A “escolta policial” em cima das agremiações para que não se permitisse fazer qualquer paradas nos seus desfiles, forçando assim, uma velocidade nunca vista nos cortejos, podemos chegar, de maneira rápida à pelo menos uma conclusão: o conjunto destas medidas, certamente, tiveram como objetivo fazer com  que os foliões fossem OBRIGADOS, mesmo sem querer,  a se dirigirem ao Pátio de Eventos Otoni Rodrigues, aliás, anunciado, de maneira antecipada pelo Secretário Paulo Roberto, como a grande “APOTEOSE DO CARNAVAL VITORIENSE”.

patio

Não se pode mandar na vontade do povo. O carnaval é uma festa popular onde as pessoas são livres para ir e vir. Não podemos, de maneira alguma, querer tratar foliões como “bois a caminho do curral”. O carnaval da Vitória sempre teve seus polos naturais e não se deve, por ocasião alguma, se mutilar as tradições por conta de uma vontade política para tentar marcar, com uma mudança, uma gestão governamental.

ATHAYDE LOPES - Trazendo a boiada - Óleo sobre tela - 50 x 70

Por conta  desta “equação” mal pensada e conduzida arbitrariamente, onde revelou-se   autoritária e antidemocrática, os nossos governantes estão amargando os piores índices de rejeição que se tem notícia em um carnaval na República da Cachaça.

Gostaria,  inclusive,  de alertar aos diretores das agremiações e foliões em geral, que, no meu modesto entendimento, o prefeito Elias Lira + Paulo Roberto, após a conclusão da obra das praças no bairro do Livramento, vão querer, mais uma vez, botar esta “conversinha”, assim como aconteceu na Praça da Matriz, que os clubes e os folões NÃO devem mais brincar carnaval no bairro do Livramento para não “DESTRUÍREM” as novas  praças reformadas.

Não podemos aceitar calados este tipo de expediente de qualquer governante, seja ele quem for. Portanto, para encerrar, gostaria de dizer aos internautas, que irei “brigar”, juntos com os carnavalescos e foliões de verdade, para o que o desfile das festividades MOMESACAS  da minha terra voltem a ser como era antes, ou seja, contemplando as praças da Matriz e do Livramento.

Mais um incêndio na Feira Livre da Vitória.

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Com as graças de Deus e a proteção do Glorioso Santo Antão, ESCAPAMOS DE MAIS UMA. Na manhã de ontem (11) aconteceu, mais uma vez na “feira livre” da Vitória, um incêndio. Desta vez o acidente não trouxe grandes problemas.

A equipe do Corpo de Bombeiros foi chamada e controlou rapidamente as chamas.

Muito bem, no início da tarde de ontem estive no local onde ocorreu o acidente.

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Gostaria de saber das autoridades vitorienses o que será do nosso centro comercial no dia em que ocorrer um incêndio nesta feira  onde o caminhão do bombeiro não possa  chegar?

Na questão do centro comercial, nossa cidade, está vivendo EM CIMA DE UMA BOMBA RELÓGIO. As autoridades, a exemplo do MINISTÉRIO PÚBLICO, tem que tomar, o mais rápido possível, uma atitude antes que a nossa cidade seja sucumbida pelas impiedosas chamas.

Curiosamente, acaba de sair para a cidade de Caruaru uma liberação de 10 milhões de reais para a mudança da Feira da Sulanca. Documento abaixo:

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Fonte: Blog do Jamildo – http://blogs.ne10.uol.com.br/jamildo/2014/03/11/governo-estado-libera-r-10-milhoes-para-mudanca-na-feira-da-sulanca-de-caruaru/

Portanto, vão duas perguntas: será que vamos ter que  esperar um incêndio de grandes proporções para só assim tomarmos uma medida? Por onde anda as autoridades da Vitória?