Reunião da ABTV: VAMOS EXIGIR EXPLICAÇÕES.

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Na noite de ontem (11) aconteceu a primeira reunião ordinária, pós carnaval 2014, da ABTV (Associação dos Blocos de Trios da Vitória), o encontro foi realizado, como de costume, na sua sede localizada na Rua Saldanha da Gama, no Bairro do Livramento.

Após as abertura dos trabalhos pelo presidente da casa, Charles Romão, o encontro, entre outras coisas, tornou-se uma espécie de “muro de lamentações”. Cada dirigente de bloco que contassem as suas dificuldades nos desfiles.

Com relação ao desfile da GIRAFA o companheiro Helder Nery falou o que a cidade inteira já tomou conhecimento: “a colocação de um policial ao lado do motorista do trio Asas da América”. O artista vitoriense Pierre recebeu as coordenadas da policia de como deveria  procede na sua apresentação.

Reprodução / Facebook A GIRAFA

Reprodução / Facebook A GIRAFA

Silvio Marcos, do Bloco Marias e Lampiões, disse que nunca presenciou tanta intolerância por parte da polícia em um desfile carnavalesco, chegando ao ponto da autoridade policial mandar o  motorista do trio seguir de “todo jeito”, além claro, de constranger também os artistas ao ponto dos mesmos se desculparem ao público.

O Alexandro do Bloco “FERA”, disse: “teve uma hora que fiquei do lado de fora da corda por conta de tanta pressão da polícia em cima de nós diretores”. Nas apresentações do BLOCO “AS VIRGENS” um oficial da polícia chegou a ameaçar prender a cantora Vânia América. No desfile da SAUDADE, onde fui obrigado a parar por conta da altura dos fios que impossibilitou, face a colocação da cobertura de chuva, a seguir, também tive que  me explicar para as autoridades policias em cima do trio. Comentários  envolvendo a truculência da policia neste carnaval foi o que não faltou na reunião.

Pois bem, conversando recentemente com um folião da velha guarda sobre os episódios envolvendo o procedimento da polícia para com os diretores das mais diversas agremiações, ele me disse que nem no carnaval de 1965, onde muitos carnavalescos temiam imposições por conta do regime militar se viu tanta truculência quanto no carnaval deste ano, muito pelo contrário, disse ele,  lá no período de chumbo foi um carnaval com liberdade e respeito com os que  proveram a festa.

O curioso disso tudo é que segundo o TAC (termo de ajustamento de conduta) emitido para o carnaval 2014 quem tinha por obrigação de fiscalizar o horário de saída e finalização do desfile  das agremiações,  no percurso oficial do carnaval,  era a GUARDA MUNICIPAL. Confira o texto abaixo.

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Ainda segundo o TAC, a polícia só deveria ser acionada SE NECESSÁRIO FOSSE. Pois bem, então chegou a hora de perguntar ao Secretário de Defesa Cidadã, Décio Canuto Filho, como também ao Senhor Jairo Ferreira Gomes, Comandante da Guarda Municipal, por que foi que a GUARDA MUNICIPAL acionou a polícia?

Com a palavra o Secretário Décio Filho e o Comandante da Guarda Jairo Gomes?

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Sendo assim, decidimos ontem na referida reunião, que vamos procurar as autoridades envolvidas nos lamentáveis acontecimentos para, em nome da Associação dos Blocos de Trios da Vitória, EXIGIR os devidos esclarecimentos.

O carnaval da cidade é um patrimônio importante do município, os diretores dos blocos não são aventureiros, são sim, pessoas reconhecidamente, em toda cidade, como  pessoas de bem e que portanto merecem ser tratadas com respeito. Vivemos em um regime democrático e todo ato de força e autoritarismo deve ser REPUDIADO E DENUNCIADO pelo conjunto da sociedade,  venha ele de quem vier.

Internauta Rogério Albuquerque comenta no blog

Comentário postado na matéria “O TAC, se bem produzido, não traz nenhum prejuízo para o carnaval.“.

Pilako, inicialmente quero parabenizá-lo pelo esforço com a ampla cobertura do carnaval de Vitória. Através do Blog, diariamente, éramos atualizados com os diversos momentos do nosso carnaval.

Parece que o verdadeiro objetivo da Prefeitura, com as mudanças ocorridas, foi utilizar “o pátio de eventos” como uma vitrine eleitoral. Enquanto isso, os reais e emergenciais problemas, carências e necessidades da cidade continuam ignorados pela atual gestão. Não é nem necessário discriminá-los nesse momento, pois as próprias fotos dessa matéria já demonstram tudo.

Concordo que a Promotoria de Justiça não é um órgão administrativo e essas questões são de responsabilidade da Prefeitura de Vitória. Mas diante da falta de vontade política e da omissão do Município em resolvê-las, o Ministério Público não pode ser mais um coadjuvante nessa causa. A exemplo do que fez no carnaval, como defensor da sociedade, poderia usar as suas prerrogativas legais para nos livrar dessa situação caótica, ilegal e de insegurança que vivemos.

Rogério Albuquerque

Internauta Paulo souza faz indagações sobre sinalização

 Tenho esta dúvida e solicito informação aos mais esclarecidos no assunto: um motorista que vem no sentido Ponte do Amparo X Cabanga tem que fazer o maior arrodeio para concluir o seu itinerário, certamente subindo a Mariana Amália e contornando Deus sabe por onde. Pois esta via estar em sentido único. Quando se podia colocar um semáforo e evitar este transtorno. Então qual o segredo deste mistério?

Paulo souza

Carnaval de Alegoria, de fato, chegamos ao FUNDO DO POÇO.

Sinta Azul

Há mais de um ano, exatamente no dia 20 de fevereiro do ano passado (2013) escrevi aqui no blog a matéria intitulada: Basta de hipocrisia e maquiagem. No conteúdo desta matéria fiz referência, entre outras coisas, ao empobrecimento, sob o ponto de vista das alegorias, do nosso carnaval.

Falei também, só que com outra redação, que pela falta, em sucessivos anos, da  atenção do poder público local com os clubes mais tradicionais e, sobretudo, com os nossos carros alegóricos o carnaval secular da Vitória , vinha chegando, de fato, ao FUNDO DO POÇO.

Este ano, fomos obrigados a “engolir a seco”, mais uma vez, uma propaganda das mais inverídicas que se tem noticia no nosso carnaval: CARNAVAL DA VITÓRIA 2014: “VIVENDO A FANTASIA DE TODOS OS BICHOS”. PREFEITURA DA VITÓRIA – SECRETÁRIA DE CULTURA, TURISMO E ESPORTE.

Sinta Azul - Carro

A “montagem” televisiva que a prefeitura vem realizando, na manhã da segunda-feira de carnaval na Praça da Matriz, onde se impões aos clubes à suas apresentações é simplesmente um ESTUPRO aos nossos costumes e tradições.

Encontro dos Bichos

Este ano, tive desprazer de acompanhar a chegada da alegoria, assim como, alguns componentes do tradicional URSO PRETO, do bairro do Amparo, para fazer a chamada “MOLDURA”  televisiva, de maneira tal, que  deveria  se  projetar “qualquer” imagem ao vivo  para poder justificar a fatura da emissora, até porque, todos vitorienses, sobretudo os que acompanham o carnaval nativo, sabem que aquela “montagem” não representa, nem de longe, o atual carnaval vitoriense.

Urso Preto

Na tarde/noite da terça de carnaval (04), mais uma vez, fui obrigado a acompanhar o “insosso” desfile do carro alegórico, confeccionado pela própria prefeitura, que não tem nem enredo muito menos “alma”, seguindo um clube lá da cidade de PAULISTA (Sinta Azul) como se aqui fosse algum distrito cultural de uma cidade qualquer.

Carro Alegorico - sinta azul

Elias Lira + Paulo Roberto, estão no comando do carnaval vitoriense há seis anos consecutivos. Acharia por bem, os referidos gestores, colocarem a mão na consciência e procurar uma fórmula, seja ela qual for, para que nos próximos dois anos, aconteça uma virada neste modelo de festa onde se penaliza, principalmente, as tradições e os costumes, pois o carnaval secular da Vitória, está acabando em vossas mãos. Para piorar ainda mais a situação destes dois sujeitos, é que nesta questão, eles não vão ter condições de colocar a culpa em ninguém.

 

” A IMPRENSA DE VITÓRIA TAMBÉM TEM BARRIGA”

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Enquanto a folia rolava solta com os desfiles das agremiações e o vai e vem dos foliões pelos corredores oficias do carnaval da Vitória 2014, um grupo de profissionais trabalhou duro para levar a festa a inúmeros outros anônimos foliões espalhados pelos os quatros cantos da cidade.

Estou falando, justamente, dos profissionais da imprensa local. Rádios, TV , Jornal e blogs vitorienses deram um banho de cobertura na nossa festa maior. Vale salientar, que todo este trabalho, começou lá atrás promovendo os encontros com diretores de agremiações e artistas que se apresentaram no Tríduo Momesco.

O incoerente disso tudo, é que a prefeitura “despeja” rios de dinheiro nas emissoras de televisão de fora, para mostrar UM CARNAVAL FABRICADO, QUE SÓ EXISTE NAS CABEÇAS DE  ELIAS LIRA E PAULO ROBERTO, e ignoram a imprensa local que é quem realmente promove o carnaval vitoriense. Aliás, vale perguntar: será que existia,  por parte dos organizadores do carnaval,  alguém responsável para falar com a imprensa que não foi paga?

Portanto, gostaria de fazer mais uma  perguntar: será que só quem tem “barriga” é a imprensa de fora? Por que será que a imprensa local não recebeu nenhum incentivo, por parte da prefeitura para desenvolver seu trabalhar?

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Manifestantes fazem protesto e fecham rua em Vitória.

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Na noite de ontem (10) nossas lentes flagraram no encontro das Ruas Horácio de Barros com Hermenegildo Costa, nas proximidades da FACOL, um protesto de populares. As informações colhidas no local foram desencontradas, alguns dos manifestantes falavam de falta de pagamento.

Alguns populares fizeram uma barricada, de maneira que o fluxo de veículo no local ficou interrompido. Galhos de árvore foram incendiados. A polícia foi acionada para conter os manifestantes e liberar o trânsito.

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O TAC, se bem produzido, não traz nenhum prejuízo para o carnaval.

Durante o período carnavalesco, hora já fazendo parte do passado, a palavra que mais se ouviu falar nas ruas, pelas mais diversas pessoas, foi a palavra TAC. Mas, o que vem a ser verdadeiramente  o TAC? Qual foi o seu objetivo?

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Em poucas linhas o que significa TAC (Termo de Ajustamento de Conduta).

O TAC é um acordo firmado entre o Ministério Público com as partes interessadas, de modo que estas se comprometam em agir de acordo com as leis. O TAC, tem sua aplicabilidade nas mais diversas situações, o carnaval é uma delas.

Qual foi o  objetivo do TAC para o carnaval vitoriense 2014?

O presente termo teve por objetivo o disciplinamento e execução de medidas necessárias a boa realização das festividades carnavalescas da cidade da Vitória de Santo Antão –PE, no ano de 2014, colimando, acima de tudo, resguardar a segurança do folião e de todos os cidadãos que se encontravam nesta cidade, durante o período momesco.

Muito bem, desde o primeiro ano da terceira gestão do prefeito Elias Lira (2009), que o TAC vem sendo aplicado nas festividades carnavalescas. O TAC, na minha opinião, é uma peça de segurança tanto para os que promovem como também para os que brincam no carnaval vitoriense. Não devemos rejeitar, ou até, repudiar o TAC.

Depois desta simplória explicação, o internauta, então, folião ou não, poderia perguntar: Pilako, e por que é que o carnaval vitoriense 2014  foi, e continua sendo, tão criticado?

Então Vamos Lá: quem, de fato, tem a obrigação de organizar o carnaval da cidade é a prefeitura. Associações carnavalescas, diretores de clubes, troças e blocos, em vitória, infelizmente servem apenas de “figurantes” na organização. Policia e Promotoria foram “atores coadjuvantes”, pois, na minha opinião, foram “usados”, sem saber, como escudos  para se promover mudanças, cujo o principal objetivo, era a realização de um projeto político  de uma administração – promover o pátio de eventos – e não, na promoção de mais uma edição de um carnaval com mais de um século de vida, onde sua fama e respeito fora alicerçada no trabalho dos abnegados presidentes e diretores de clubes, troças e blocos que sempre promoveram o carnaval, independente da vontade dos governantes de plantão.

Apenas para ratificar o que digo, ano passado, o prefeito Elias Lira + o Secretário Paulo Roberto decidiram, de maneira unilateral, que não iriam repassar verbas governamental para nenhuma agremiação, mas, nem por isso, o carnaval deixou de existir; aí eu pergunto: que “amor”, que “respeito”, que “compromisso” tem estes sujeitos com um dos mais valiosos patrimônio imaterial da Terra de Osman Lins?

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Outra coisa, nas entrelinhas, estão querendo “depositar” na quota da promotora o FRACASSO do carnaval vitoriense em 2014. Volto a dizer o que já disse em várias outras ocasiões. A PROMOTORA NÃO TEM CULPA. Quem manda na cidade e na organização do carnaval é a Prefeitura, diga-se, de maneira clara: Elias+Paulo Roberto.

Apenas a título de exemplo. Há anos que a promotoria da cidade, a pedido de moradores e comerciantes, vem tentando resolver o problema, O CAOS, A ILEGALIDADE, da feira livre na cidade e até agora o prefeito Elias Lira, simplesmente, IGNORA a promotora. AÍ EU PERGUNTO: se a promotora, realmente, mandasse na cidade, como muito querem que o povo acredite neste caso do carnaval, por que é então que na questão da feira, até agora,  não se deu um passo a diante para se chegar a uma solução?

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feira5Sendo assim, para encerrar, gostaria aqui de lembrar a célebre frase do Duque francês La Rochefoucauld, que viveu no século 17, que diz: “A CONVENIÊNCIA É A MENOR DE TODAS AS LEIS, E A MAIS SEGUIDA”

Prefeitura no carnaval também teve seus acertos.

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Como já falamos, o TAC, confeccionado para o carnaval vitoriense 2014, não foi uma coisa ruim. A prefeitura, através do seu chefe maior, Elias Lira e seu auxiliar, representante da pasta responsável pelas festividades, Paulo Roberto, também acertaram em alguma coisa.

O curioso, é que em um dos acertos, aliás, poucos foram observados, que pudemos sublinhar, diz respeito para uma questão que nem no TAC (Termo de Ajustamento Conduta) foi lembrado.

Falo, exatamente, para o trabalho de limpeza das ruas no trajeto oficial do carnaval, realizado pela LOCAR, empresa prestadora de serviço para a municipalidade, ocorrida entre um desfile e outro das mais diversas agremiações.

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Sem querer colocar a “lupa” política na referida ação, podemos observar, então, que organizar um carnaval com a magnitude que tem o nosso, não é só uma questão de regras, imposições  e repressões, passa sim,  também,  por uma questão administrativa com bom senso e,  sobretudo, respeito aos munícipes. Olhe aí uma boa iniciativa da prefeitura.

Praça Leão Coroado, recém inaugurada, já apresenta defeito.

Na sexta-feira, dia 28 de fevereiro, véspera do tão esperado SÁBADO DE ZÉ PEREIRA, o prefeito Elias Lira, realizou um evento para marcar a reforma da Praça Leão Coroado. Sem querer entrar na relação custo beneficio da obra, neste momento, o evento foi marcado por uma orquestra de frevo e um bloco “armado” para a ocasião.

Pois bem, desde o início das obras, marcada por várias polêmicas, entre elas a derrubada indiscriminada de árvores sadias, demos ciência à população, através do nosso blog, que o prefeito Elias Lira, junto com seus secretários, SONEGOU as informações da obra, ao não fixar, como manda a lei, a placa com as devidas informações no canteiro da obras. Chegamos inclusive a postar foto com a referida placa, de cabeça para baixo, dentro do  canteiro.

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Muito bem, passada a folia carnavalesca, hoje (10), com poucos dias de inaugurada, a obra já demonstra algumas falhas estruturais, assim como aconteceu na Praça da Matriz onde os “entendidos” da prefeitura esqueceram-se de lembrar que por aqui também chovia, pois o serviço de drenagem foi subtraído do projeto.

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Já com relação à recém inaugura, Praça Leão Coroado, a drenagem do tanque ornamental foi feita, aparentemente, “nas coxas”, pois a água fica escorrendo por cima da rua como se nesta via não houvesse drenagem de esgoto. Veja o vídeo.

Como se ver, Elias Lira e seu Secretário de Obras, Manuel Jorge, estão muito pouco preocupados com a qualidade das obras em nossa cidade. Segundo informações de terceiro esta reforma na Praça Leão Coroado custou aos cofres públicos a bagatela de quase R$ 400.000,00 (quatrocentos mil reais). Com a palavra o prefeito e seu secretário de obras…

Internautas participam, através das redes sociais, do Blog do Pilako.

 

Recebemos, via redes sociais, alguns comentários de internautas das mais variadas tendências, realçando suas impressões sobre o carnaval vitoriense 2014. Por falta de espaço na nossa extensa pauta, onde fizemos questão de postar matérias com todas as agremiações que conseguimos cobrir no tríduo momesco, estamos agora, mesmo atrasados,  publicando-as. Agradeço também pelo envio das mesmas.

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CHEGOU A HORA DAS AVALIAÇÕES.

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Após as últimas agremiações carnavalescas desfilarem em nossa cidade neste domingo (09), enfim, o carnaval 2014 chega ao seu final. Depois de muitas expectativas por parte dos mais diversos “atores” envolvidos neste grandioso espetáculo, chegou a hora das avaliações.

Particularmente falando, o carnaval não foi dos melhores. Fiquei triste pelo fato de não ter terminado, como deveria, o desfile da SAUDADE. Já com relação à participação dos internautas acessando o nosso jornal eletrônico, assim como, fazendo pose na direção das  nossas lentes para ficar “bem na fita”,  foi muito além do esperado.

Como autentico folião e carnavalesco vitoriense, posso dizer, que o CARNAVAL como um todo, ficou a desejar. Vivenciamos uma festividade ATÍPICA.  Longe de mim querer ser a régua carnavalesca de toda uma cidade, mas, queiramos ou não, praticamente todos os segmentos que gravitam em torno do “astro rei”, CARNAVAL, ficaram descontentes.

Para o folião, força motriz desta engrenagem, retirou-se o direito de ir e vir. Para os diretores das mais diversas agremiações carnavalescas, peças fundamentais no secular carnaval da Vitória, a verticalização das decisões, entre outras coisas, engessaram a criatividade e a espontaneidade dos desfiles. Para os “operários” do carnaval, tais quais barraqueiros e pequenos comerciantes, as festividades de MOMO trouxeram o gosto  amargo do PREJUÍZO.

Fico muito a vontade para expor minhas impressões sobre nossa FESTA MAIOR, até porque,  além de ser-me um direito constitucional fui um dos sujeitos  que mais promovi a nossa festa. Posso falar, EM ALTO E BOM SOM, que desde os primeiros dias de janeiro de 2014, dei uma guinada radical na programação do nosso blog, postando praticamente só matérias atinentes ao carnaval, como todos vocês são testemunhas oculares, simplesmente na intenção de evidenciar um dos nossos maiores patrimônios imateriais. Sendo assim, seria de bom alvitre, reservar para a pessoa que promove (de forma obsequia),  um espaço, na mesma proporção, no direito à crítica. Como diz a bela canção carnavalesca: “queiram ou não queiram os juízes, o nosso BLOG é de fato campeão”.

Portanto, no transcorrer desta semana irei postar alguns artigos relatando minhas impressões sobre o  carnaval 2014.

Músico leva choque durante apresentação em Glória do Goitá

Compartilho uma matéria postada, nesta quinta-feira (06) no  BLOG A VOZ DA VITÓRIA, cujo conteúdo é pertinente para o momento. Prevenir sempre será melhor que remediar.

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“Foi socorrido para a Emergência do Hospital João Murilo de Oliveira, em Vitória de Santo Antão, na Zona da Mata, o músico Sérgio Severino da Silva, de 24 anos. Ele levou um choque elétrico enquanto se apresentava em um bloco carnavalesco na cidade de Glória do Goitá, Mata Norte do Estado, na noite desta quarta-feira (05).

De acordo com informações iniciais, o músico encostou em um fio da rede elétrica no momento em que se apresentava com a Banda Voadores em um trio elétrico. Após receber a descarga, Sérgio foi socorrido por uma equipe do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu), que de acordo com testemunhas, demorou para chegar ao local do acidente. Seu estado de saúde é estável, afirma o boletim médico”.

A Voz da Vitória

1000 WATTS DE INCOMPETÊNCIA

Na noite da última segunda feira ao passar pela subida da Praça Duque de Caxias flagrei dois eletricistas trocando as lâmpadas dos postes e colocando refletores para auxiliar na iluminação pública com relação às festividades do carnaval dentro do percurso por onde irão passar troças, blocos e trios.

Seria normal se não fosse um absurdo a prefeitura mandar homens sem proteção alguma mexer com uma coisa extremamente perigosa, à noite e sem a mínima proteção de (roupas apropriadas, luvas, óculos, capacetes, ferramentas em geral e etc) eles usavam apenas as mãos e nada mais, enquanto outro ao chão desviando os carros, eles não têm culpa de nada, não tinha nada a não ser a coragem desses homens e uma boa dose de muita sorte, que Deus cuide deles sempre, por que se depender da prefeitura eles estão literalmente fritos ou assados.

Trabalhar de forma artesanal é uma coisa, mais viver trabalhando de forma amadora e irresponsável como vive a nossa prefeitura não dá, minha gente uma descarga elétrica dessa não permite segunda chance a ninguém, como pode um absurdo desse acontecer, quem é o responsável por isso, com a palavra Elias Lira.

Pergunto a Celpe se ela tem conhecimento, se essa prática tem amparo jurídico ou documental, por que pra mim em outras palavras isso é a velha gambiarra, ou seja, quer dizer que qualquer um agora pode subir no poste e puxar ligações clandestinas conforme queiram, com a palavra a Celpe.

Não se admite hoje em dia com o nível de informações que se tem ainda convivermos com essas situações.

Internauta, que pediu para não ser identificado.

Eu também já fiz esta “transgressão”.

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No domingo (23), ao circular pelo Pátio da Matriz uma cena, de maneira tal, chamou minha a atenção que, mesmo sem pedir licença, “apossou-se” por alguns minutos dos meus pensamentos e recordações.

Um grupo de jovens foliões se refrescavam em um dos tanques ornamentais da Praça do Rosário. Veja o vídeo:

Ora! Este tanque não é para se tomar banho. Cenas desta natureza devem ser coibida pelas autoridades. Outro dia, postei aqui no blog, que os motores das  fontes (praça)  não estavam funcionado há muito tempo. Durante meses os tanques permaneceram  vazios, ou seja, deslocados das  suas serventias.

Mas, confesso que não tenho “autoridade” para reprovar a “transgressão” destes  foliões calorentos. Durantes o tempo em que permaneci  “frente a frente” com meus pensamentos e recordações me vi ali, décadas atrás, fazendo a mesma coisa. Portanto, recolho-me a “incapacidade” de emitir “juízo de valor” neste acontecimento. Poderia até não ter  registrado nada e muito menos ter dito alguma coisa mas, neste caso, então, estaria no minimo,  “violentando” a minha história. Portanto, cada qual que faça sua avaliação.

Blog do Pilako bota prefeitura para trabalhar.

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Gostaria de informar aos internautas do Blog do Pilako que o tronco de madeira que “repousava” há  10 dias em uma das calçadas da Avenida Silva Jardim objeto, inclusive, de matéria ontem (24) no nosso Jornal Eletrônico, foi retirado do local em menos de 24 horas depois  da nossa postagem.

Ainda se encontra do mesmo jeito a fiação. Atenção CELPE!! Atenção Companhias de Telefonias e de Internet.

Portanto, não posso deixar de dizer: BLOG DO PILAKO BOTA PREFEITURA PARA TRABALHAR.

DOIS PESOS E NEM SEI QUANTAS MEDIDAS

Concordo com o nosso amigo Hugo Boaventura quando ele fala no tocante às fiscalizações que cabem ao Ministério Público, quando ele fala nos abusos isso sim deveria ser combatido e proibido, somente pra reforçar suas palavras caro Hugo, por que é que não se proíbe os carros de som em frente aos hospitais, escolas e etc, trafegando pela praça da matriz a semana inteira com suas carreatas políticas durante o período de pelo menos 3 meses de campanha, ai vem agora fechar os olhos e ouvidos para essa realidade.

Internauta, que pediu para não ser identificado.

Internauta reclama do serviço dos Correios

Pilako, se possível verificar o Atendimento dos Correios para com os nossos conterrâneos, digo atendimento na entrega de Encomendas que fica na antiga Morepe, alem do horário ser curto e inconveniente, o povo fica a espera, para pegar mercadorias ou cartas, o tempo chega a quase 1:00 hora na fila e tudo é pago, nada é gratuito, agradeço pois tenho certeza que você é muito atuante nesta área para resolver este problema.

RAIMUNDO JOSE