“Copa do Mundo é cultura”: realça o santonense Ronaldo Sotero!!

Na noite do São João – próxima passada – em uma roda de bate-papo com jovens torcedores do “mundo do futebol” tive minha opinião rechaçada por todos. Não pelo conteúdo, mas, segundo eles, por falta de interesse do público em geral.

Aventei, na ocasião,  que no período da Copa do Mundo, antes de começar a transmissão futebolística na TV,  seria uma ótima oportunidade para se introduzir um pouco de história na “cabeça oca” dessa plateia global. Por exemplo:  falar da história dos dois países  protagonistas do espetáculo – da sua formação, suas principais  características, suas potencialidades, suas diversidades cultuais e etc.

Tudo isso,  se produzido de maneira bem feita, rápida e bem ilustrativa,  tenho a absoluta certeza que, ao final do certame, algo de positivo,  no que se refere à cultura geral, seria captado por muitos…….Na mesma ocasião, inclusive, falei que a própria abertura oficial das partidas de futebol, se bem observada , já era uma boa aula de história, realçando  os elementos emblemáticos na formação da Rússia.

Pois bem, dentro daquilo que imaginei para uma imensa plateia, hoje, através do zap, enviado pelo amigo e intelectual Ronaldo Sotero, recebi uma informação bastante interessante – no  contexto  que falei – e que até então era por mim ignorada. A mesma se refere à simbologia daqueles  três cavalos.

  Diz a nota:

COPA DO MUNDO É CULTURA – Maior país do mundo, sede da Copa de 2018,  a Rússia destaca nas imagens de abertura dos jogos três cavalos. Em 1868, Andrei Vlasenko construiu a primeira colhetedeira de grãos do mundo, de madeira e operada por três cavalos. As contribuições agrícolas e de transporte  que os russos fizeram no século XIX foram aproveitadas em vários países.

É o parecer.

Fiquei feliz!! Cheguei a conclusão que minhas ideias não são assim tão absurdas e totalmente fora de propósitos……..

Trilha do Gurgel: 08 de julho – Vitória de Santo Antão.

O Clube do Gurgel da Vitória realizará sua trilha oficial no segundo domingo de julho, será dia 08 uma, uma aventura OffRoad que reúne além do Gurgel, veículos 4×2, 4×4, motos, quadriciclos, motos e UTVs. Evento que traz várias pessoas de outras cidades e até de outros estados, já conhecido pela tradição de desfilar com os veículos pelas ruas da cidade, a atrilha do Gurgel terá sua concentração no espaço Gamela de ouro a partir das 07:00, com um delicioso café da manhã e alinhamento dos carros a partir da 09:30, com saída às 10:00 da manhã, percorrendo as ruas de nossa cidade até ao final do Bairro Jardim Ipiranga, tomando a zona rural.
A atividade esportiva que vem ganhando muitos adeptos em Vitória de Santo Antão, e na região da Mata Sul.

Em 2018 em mais uma ação social, o clube do Gurgel da Vitória estará realizando um projeto chamado Trilheiro Solidário que acontecerá na concentração da trilha do Gurgel, a ação consiste no recebimento de cestas básicas, alimentos não perecíveis, material de higiene pessoal e fraldas geriátricas, toda arrecadação será enviada para uma instituição de acolhimento de idosos de nossa cidade.

A população em geral está convidada a participar.

As camisas para participar do evento custam R$ 30,00.

Entitulado de Clube do Gurgel, cinco amigos vitorienses e uma paixão incomum que se estende por todo Brasil, com espírito aventureiro e a vontade de estar junto à natureza, fundado em 2004, hoje, o Clube mantém a tradição de trilhas e passeios, utilizando o mês de JULHO para realizar sua trilha oficial conhecida como “A Trilha do Gurgel”, que transforma a cidade em uma verdadeira passarela de carros off road; que são os carros 4×2, 4×4, motos, quadriciclos, gaiolas e outros tipos de veículos especiais para cortar lama e levar adrenalina ao limite, atraindo aventureiros de várias regiões e até de outros Estados, ávidos por uma diversão fora de estrada (off-road)

Albertino Corrêa

Quem vai pular do “barco” de Paulo Câmara primeiro, Elias Henrique ou Aglailson?

Não obstante o cenário político nacional manter-se nebuloso e indefinido, no que se refere aos que postularão o Palácio do Planalto com chances reais de vencer, em Pernambuco, o processo rumo ao Palácio do Campo das Princesas começa ganhar tonalidade. Mesmo sendo a postulação ao governo mais bem situada nas pesquisas eleitorais do Brasil –  dentro do Partido dos Trabalhadores –  a  candidatura da vereadora Marília Arraes, ao governo estadual,  já é dada,  pelos analistas políticos,  como letra morta. O “judas” do PT pernambucano, Humberto Costa, parece que já concebeu como o melhor caminho para  para si,  a reeleição do governador Paulo Câmara.

Com apenas duas candidaturas com chances reais de vitória, o eleitor pernambucano terá pela frente uma eleição polarizada, ou seja: ficará entre a continuidade da atual gestão, representada pelo governador Paulo Câmara,  e à mudança, representada pelo grupo liderado pelo senador Armando Monteiro.

Contrariando a lógica e o pragmatismo político, algo tão comum nesse contexto, estamos assistindo uma migração dos políticos que são aliados do governador para se juntar ao grupo oposicionista. Ao que parece a alta rejeição popular da atual gestão estadual, realçada em todas as pesquisas eleitorais,  tem sido o principal motivo.

Como se sabe, na política não existe espaço vazio!! Assim sendo, não consigo enxergar que no pleito que se avizinha (outubro próximo), aqui na Vitória, os três grupos políticos –  Aglailson, Henrique e Elias –  continuem no mesmo lado, isto é: as três maiores forças políticas locais, juntas,   no palanque do atual governador Paulo Câmara. Imagino que se a oposição estadual continuar crescendo e despontar como favorita –   para ganhar a parada –  um dos três ou até dois deles (grupo locais) deixarão  o ninho governista para se  juntarem  ao grupo liderado pelo senador Armando Monteiro. Quem viver, verá!!!

EDUCAÇÃO MUSICAL – Abordagem referente as divisões e valores existentes nas peças musicais. (PARTE 3).

Partindo da figura modelo denominada de Semibreve, podemos trabalhar exercícios nos seguintes compassos: 2/4 e 3/4 . Nestes dois casos expostos, observamos que as figuras ou, as notas que preencherão estes compassos nas peças musicais, podemos utilizar a Mínima no primeiro e a Mínima pontuada no segundo caso. Se formos cantar uma canção, por exemplo, e, a mesma estar escrita em 2/4, e, de repente existe uma frase que demore mais enquanto aguarda o compasso seguinte, podemos preencher este compasso com uma Mínima até chegar ao próximo compasso e, depois continuarmos o trabalho na formação das frases musicais.

A abrangência existente nesta abordagem, é bastante extensa, onde nos permite liberdade em trabalharmos com tranqüilidade, até adquirirmos a fluidez mental e, assim, as peças musicais existentes e, ou, as que formos produzir, não ocorram bloqueios no aprendizado e no estudo diário e periódico. Podemos trabalhar um Frevo Canção, ou, um Samba, de forma orquestrada e, passo a passo iremos descobrindo os graus de dificuldades existentes neste assunto contido dentro da Arte dos Sons. O Corpo Discente ao perceber uma espécie desta tarefa dentro do campo musical, ficará impressionado como uma Semibreve tão grande, pode fazer uma orquestra sair do ritmo, em plena apresentação, quando mal executada.

Bosco do Carmo

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3ª Festa da Saudade: já estamos reservando mesas e camarotes!!

Dentro do nosso projeto, que busca o resgate das grandes festas de salão da nossa cidade, está programada para o último sábado do mês de agosto (25) a 3ª FESTA DA SAUDADE. Mais uma vez a grande atração musical do encontro dançante será a Orquestra Arcoverdense de Ritmos Americanos – popularmente conhecida como Orquestra Super Oara!

Pela primeira vez o evento acontecerá no Clube Abanadores “O Leão”. Aliás, já começamos o registro das reservas de mesas e camarotes. Para as pessoas mais maduras, que gostam de apreciar uma boa música dançante, a Festa da Saudade tem “agradado em cheio”.

Uma noite para dançar, brincar e se confraternizar………..

O mau humor do eleitorado só faz aumentar……..

Em tempos de Copa do Mundo falar em eleição é quase um pecado. Pois bem, no último final de semana os eleitores do estado do Tocantins foram obrigados a comparecer às urnas para decidir – em eleição suplementar – o governador da província. Por lá, o Mauro Carlesse (PHS) bateu o opositor (Vicentinho Alves – PR) com folga: 75,14% contra 24,86% foi o resultado final.

Mas, na qualidade de observador da cena política, alguns números chamaram  minha atenção. Pela primeira vez na história do referido estado à soma dos votos brancos, nulos e abstenções foi maior que o total dos sufrágios hipotecados nos dois candidatos finalistas do segundo turno.

Se os políticos do Brasil inteiro já estavam desconfiados do mau humor dos eleitores, com esse resultado, ocorrido no estado do Tocantins,  doravante estarão convictos de que o maior desafio do próximo pleito – outubro próximo – será despertar no eleitor a vontade de votar em algum “filho de Deus” desse,  que se apresente como “alma boa”………

Não precisa ser nenhum cientista social para saber que o nosso sistema político já cansou. Entre outras mudanças, já se faz necessária, há décadas,  acabar com essa ideia que o voto é um direito,  e começar a faculta-lo. Ora!! Como pode o eleitor ser detentor de um direito  cujo o mesmo ele não pode  abrir  mão  sem ser penalizado? Tá na hora de “virar o disco”!!!

 

“Seu” Zito Mariano: 90 anos e muita saudade!!

Se estivesse entre nós, hoje, 25 de junho (2018), “Seu” Zito Mariano estaria comemorando  seus 90 anos de nascimento (25/06/1928). Papai era festeiro e não falava em morrer nem tão cedo. Ao justificar sua cuidadosa atenção à agenda fúnebre dos conhecidos, ele sapecava a seguinte frase: “enquanto estive indo aos enterros dos outros, ninguém estará no meu”.

Meu pai exerceu bem sua jornada na terra. Na qualidade de criança, falava da austera criação e das atividades laborais que seu pai – Zezé Mariano – impunha. Estudou até a terceira série primária. Para época, algo “normal”, sobretudo quando os pais não haviam se dedicado aos estudos, como foi o seu caso.

Na juventude, viveu na fartura, dentro daquilo que a nossa Vitória de Santo Antão oferecia de melhor. Com os amigos da época, fez tudo o quê a mocidade lhes dava direito. Muita farra, muito carnaval, muito forró e presença ao “vale dos prazeres”, espécie de rota obrigatória dos homens solteiros da nossa cidade,  em grande parte das décadas do finado século XX.

Ao casar com “Dona” Anita, em 21 de maio de 1955, papai dedicou-se integralmente ao trabalho e à família. Homem temente a Deus construiu uma história alicerçada nos princípios cristãos e na retidão das boas práticas da convivência. Uma pessoa leve, fácil de convivência e de coração largo. Respeitava tudo e a todos! Exercia sua autoridade sem autoritarismo.

Na sociedade santonense foi referência: “UM HOMEM DE BEM”. Venceu na vida pelo trabalho, pela perseverança e pelo compromisso na formação familiar. Criou dez filhos. Ao final da vida, dizia com o sorriso no rosto: “Nada a reclamar……..Só tenho a agradecer….”

“Mulheres do Brasil”: a vitoriense Mariana Amália.

Alertado pelo atento santonense Ronaldo Sotero, abaixo, segue nota  que realça o nome da vitoriense Mariana Amália, em livro: “Mulheres do Brasil”.

“LIVRO FAZ MENÇÃO À VITORIENSE MARIANA AMÁLIA  – O pesquisador paulista Paulo Rezzuti, 46 anos, autor de vários trabalhos sobre a História do Brasil,  em seu último livro,   “Mulheres do Brasil , Editora Leya, faz menção a ilustre vitoriense, à página 101 do livro. Embora mínima a citação, a involuntária falha do autor ao confundir AMÁLIA por AMÉLIA,  não merece crítica,  haja vista o exaustivo trabalho do pesquisador ter mais de trezentas páginas e eventuais deslizes serem aceitáveis, em livros sobre autores e história”.

Copa da Rússia: seleção venceu, mas não convenceu!!!

Venceu, mas não convenceu!! O selecionado brasileiro continua devendo um futebol que justifique o seu favoritismo ao título de campeão da Copa da Rússia. Com dois gols nos acréscimos, apenas demonstra o quanto a nossa seleção foi improdutiva dentro de campo.

Não adianta os locutores e  os comentaristas da Rede Globo  “aliviarem” para o Neymar. O mesmo, não obstante ser um atleta muito acima da média continuou sem render o que se espera dele. Nessa segunda atuação, com um novo penteado, inclusive, demonstrou certo desequilíbrio emocional,  que lhe poderia ter rendido um cartão vermelho.

Com o passar das décadas, ao que parece as equipes estão mais equilibradas tecnicamente e taticamente. Não existem mais aquelas seleções “bobinhas”. O “mundo da bola” parece-nos que ficou mais transparente ao passo que jogadores e técnicos são exportados e importados com mais frequência, nivelando assim linguagem futebolística nos cinco continentes.

Estamos na estrada………Agora, na direção da Sérvia!!!

80 anos da PITÚ na ALEPE: Alexandre Ferrer.

Por ocasião da Reunião Solene ocorrida na Assembleia Legislativa do Estado de Pernambuco, para comemorar os 80 anos de fundação do Engarrafamento Pitú, entre outras coisas, disse o empresário Alexandre Ferrer: “vamos deixar o legado para o pessoal que vem mais à frente. A gente não vai ser eterno, mas a empresa tem que ser eterna”. Veja o vídeo.

 

Na “feira” da Praça Leão Coroado a “mão de milho” tá por R$ 20,00….

No início da tarde da sexta (22) registramos a movimentação de um dos locais da nossa cidade que acontece a “Feira do Milho Verde”. Pelo menos aqui, na Praça Leão Coroado, a pedida da  “mão do milho” é de R$ 20,00. Certamente o preço ainda vai “esquentar”, para só depois “esfriar”. É sempre assim……

80 anos da PITÚ na ALEPE: vereadores Novo da Banca e Lourinaldo Junior.

Por ocasião da Reunião Solene ocorrida na Assembleia Legislativa do Estado de Pernambuco, para comemorar os 80 anos de fundação do Engarrafamento Pitú, entre outras coisas, os vereadores Novo da Banca e Lourinaldo Junior,  realçaram a importância da significativa contribuição da empresa PITÚ, ao futebol e ao carnaval.  Veja o Vídeo.

EDUCAÇÃO MUSICAL – Bosco do Carmo.

EDUCAÇÃO MUSICAL – Abordagem referente as divisões e valores existentes nas peças musicais. (PARTE 2).

A abordagem conforme estamos observando, trabalha a essência de uma figura onde seu próprio nome, já destaca que contém o maior valor entre as demais existentes no campo musical. A maior figura mais extensa no campo musical – mais utilizada – é a Semibreve, e, quando começamos o trabalho matemático em uma peça, encontramos que com uma simples forma de respirar errada, sairá do ritmo e, a peça não será executada corretamente. Vamos trabalhar uma análise referente ao Bolero, cuja fração é quaternária, onde teremos diversos compassos valendo quatro tempos, e, apesar desta regra ser referente ao compasso quaternário, existirá Semibreve, Mínima, Colcheia e Semicolcheia.

Todos estes fatores ajudarão ao aluno estagiário, que depois de ter passado pelo processo de aprendizado do nível básico teórico, onde estão incluso o conhecimento da escala de DÓ MAIOR, os acidentes cromáticos: Sustenidos e Bemóis, o instrumento musical escolhido, as posições das escalas naturais e cromáticas no próprio instrumento de sopro, a participação coletiva com os demais componentes da orquestra, onde executará as peças apresentadas pelo regente durante o ensaio. O foco que estamos trabalhando está direcionado a abrangência do instrumento de sopro, porém se trabalharmos com o violão, por exemplo, a matemática aplicada será a mesma, se contar de forma errada, sairá do ritmo e a adiantará ou, atrasará a marcação rítmica. Mesmo o estudo e na execução do violão popular, ao cantar e acompanhar uma canção, se por exemplo, tal frase tenha seu valor igual a Semibreve, e, respirarmos errado, sem o preenchimento correto do compasso quaternário (Bolero), não haverá os valores distribuídos corretamente, e, destruirá o sentido da melodia.

Bosco do Carmo

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Pitú comemora 80 anos de história e investimentos.

 

Cachaça mais consumida nas regiões Norte e Nordeste do Brasil e líder absoluta em exportação anuncia investimento de R$ 15 milhões em equipamentos de tancagem 

A Engarrafamento Pitú, uma das maiores indústrias de cachaça do Brasil, chega aos 80 anos de história. Em 2018, a mais querida dos nortistas e nordestinos completa oito décadas com muitos motivos para celebrar. A empresa está em sua terceira geração de gestores e mantém os ‘pilares’ da família nas relações diárias.

O planejamento eficiente na sucessão familiar do negócio, os investimentos contínuos em inovação tecnológica, programas de sustentabilidade e ações de marketing, garantem a qualidade do produto e refletem no posicionamento da marca diante o segmento: a Pitú é a aguardente mais consumida nas regiões Norte e Nordeste, a segunda no mercado nacional e a líder absoluta na exportação de cachaça há quase três décadas. A companhia está entre as 20 marcas de bebidas destiladas mais produzidas do mundo, comercializando, em média, 98 milhões de litros de cachaça por ano, dos quais 2% representam as vendas no exterior.

Neste ano comemorativo, a Pitú está concluindo a instalação de três tanques de aço inox com capacidade para armazenar 21 milhões de litros de cachaça e investimento de R$ 15 milhões, que aliados aos 13 tanques já existentes irão ampliar expressivamente o armazenamento da cachaçaria, passando de 30 milhões para 51 milhões de litros. A Pitú também investiu recentemente R$ 1 milhão na equalização de seu tratamento de efluentes em novos equipamentos de maior eficiência e com uma melhor reciclagem de resíduos líquidos e sólidos.

Dessa forma, a indústria passou a ser 100% sustentável, em plena conformidade com a Política Nacional de Resíduos Sólidos instituída pela Lei n° 12.305/10. “As medidas aumentam a eficiência da indústria e garantem uma destinação sustentável a todos os resíduos gerados na fábrica, sem gerar nenhum prejuízo para a sociedade e para o meio ambiente”, ressalta Maria das Vitórias Cavalcanti, sócia-diretora de Exportações e Relações Institucionais.

Lata comemorativa aos 80 anos

Em comemoração ao marco de 80 anos, a Pitú lançou uma edição especial de sua tradicional lata de 350 ml da “branquinha”, com layout especial de aniversário que traz referências de produtos e materiais gráficos da época da criação da cachaça, dando uma estética “retrô” à embalagem. O acabamento fosco e a aplicação de um pantone dourado mostram o quanto uma marca com oito décadas de vida consegue se manter com um espírito jovem.

Mercado externo 

Sendo a indústria brasileira líder na exportação de cachaça, a Pitú domina o mercado europeu, sendo a Alemanha o país de maior consumo. Por ano, a Pitú comercializa no exterior 1,7 milhão de litros, dos quais 1,5 milhão são apenas para a Alemanha, que desde 1970 engarrafa e distribui a bebida para toda a Europa. Além do velho continente, a Pitú também está presente em outros países (Estados Unidos, Canadá, México, Chile, China, Japão, Índia, Israel, Emirados Árabes, Tailândia, Austrália, África do Sul, Angola, Guiana Francesa, Peru, Argentina) e em mais de 40 lojas de duty-free espalhadas por todo o mundo.

Características dos produtos

A Pitú é uma aguardente de cana pura, transparente, de sabor marcante e teor alcoólico de 40% vol. É acondicionado em vários tipos de embalagens: garrafas retornáveis de 600 ml (caixas com 12 e grades com 24 unidades), garrafas de 965 ml (caixas com seis e grade com 12 unidades) e latas de alumínio com 350 ml, 473 ml, 710 ml (pacotes com 12 unidades).

Pitu Gold – 100% envelhecida, em barris de carvalho americano, onde permanece até atingir seu sabor inconfundível e sua coloração dourada. Com teor alcoólico de 39% vol. e acondicionada em garrafas de 1L.

Pitu Vitoriosa –  Envelhecida por 5 anos em barris de carvalho francês e refinada em barris de carvalho americano, onde ocorre o aprimoramento da qualidade sensorial e harmonização de cor e aromas. Teor alcoólico de 39% vol. e acondicionada em garrafas de 750ml.

Pitu Limão – Coquetel de aguardente de cana e limão. Com teor alcoólico de 30% vol., envasado em lata de alumínio com 350 ml, comercializado em pacotes plásticos com 12 unidades.

Pitu Cola –  Mistura de aguardente de cana com refrigerante à base de cola, bebida gaseificada refrescante, com teor alcoólico de 5% vol. Acondicionamento em lata de alumínio de 350 ml em pacote com 12 unidades

Do Frei – Bebida alcoólica mista composta de vinho, suco de maçã e de morango, xarope de morango, com teor alcoólico de 11% vol. Envasada em vasilhame de vidro, em litro de 900ml, é comercializada em caixa de papelão (litro).

Bolvana – Vodka suave e cristalina, tridestilada. Com teor alcoólico de 38% vol., acondicionada em garrafas de 965ml.

Premiunização da Cachaça è Mais sofisticada

A brasileiríssima cachaça alçou também novos voos, sendo apreciada não apenas pelo seu valor, mas por sua qualidade. As destilarias têm investido em tecnologias avançadas que envolvem desde o plantio até a produção da cachaça, gerando uma bebida cada vez mais elaborada que é envasada em embalagens diferenciadas e sofisticadas.

Seguindo a tendência mundial de Premiunização de produtos, a Pitu possui dois produtos em seu portfólio que se encaixam nessa avaliação: a Pitu Gold e a Pitu Vitoriosa.

Para ser considerada Premium, a cachaça precisa ser envelhecida em barril de madeira por pelo menos um ano.

A Pitú Gold, Cachaça Premium, é envelhecida em barris de carvalho americano por dois anos, e a Pitu Vitoriosa, Cachaça Extra Premium, é envelhecida por no mínimo cinco anos em barris de carvalho francês. Após esse período, a Vitoriosa é transferida para barris de carvalho americano, onde ocorre o aprimoramento da qualidade sensorial do produto através do refinamento e da harmonização de aromas e cor. Como símbolo máximo de sofisticação, a Vitoriosa é o produto conceito da marca pernambucana.

História 

Genuinamente pernambucana, a fábrica da Pitú está localizada no município de Vitória de Santo Antão (PE), na Avenida Áurea Ferrer de Moraes S/N, onde é possível também conhecer um pouco da trajetória da empresa por meio do acervo do seu Centro de Visitação, que reúne histórias e relíquias da marca pernambucana. 

Fundada em 1938 por Joel Cândido Carneiro, Severino Ferrer de Moraes e José Ferrer de Moraes na cidade de Vitória de Santo Antão, Zona da Mata Norte de Pernambuco, inicialmente a empresa trabalhava com a fabricação de vinagre, bebidas à base de maracujá e jenipapo, além de engarrafar aguardente de cana fornecida por engenhos locais.

Naquela época, mal sabiam eles que a cachaça seria o sucesso da marca, e uma das bebidas mais consumidas pelos brasileiros. Com ritmo de crescimento acelerado, em 1945 a empresa comprou o engenho Arandú do Coito, depois denominado de Engenho Pitú, passou a produzir sua própria aguardente de cana em destilaria, e industrializou seu engarrafamento com a aquisição de máquinas importadas. Foi nesta época que a empresa recebeu o nome de Indústria de Aguardente Pitú, uma referência ao nome do Engenho e aos “pitús”, crustáceos de água doce muito apreciados, que existiam em abundância nos mananciais que banhavam o engenho.

O primeiro rótulo da marca, “Pitú – Melhor que Todas” foi criado por um amigo dos fundadores, o artista plástico pernambucano e apreciador de cachaça Henrique de Holanda Cavalcanti. Entre as décadas de 1950 e 1970, a Pitú se consolidou como marca, quando a empresa expandiu sua produção no negócio de bebidas, levando a empresa a ganhar o mercado nacional. E no início 1970, ela iniciou sua divulgação e comercialização no exterior, começando pela Alemanha como parceiro com visão de negócio estratégico que levou a Pitú para toda Europa.

Com a expansão da marca, a Pitú viu a necessidade de adquirir novos equipamentos, ampliar a infraestrutura e, em 1974, inaugurou suas novas instalações às margens da BR-232, em Vitória de Santo Antão, endereço atual. Sempre Inovadora, em 1990, a Pitú foi a primeira empresa a lançar aguardente envasada em latas de aço carbono. Em 1992, substituiu passou a usar latas em alumínio.

Seguindo a linha de desenvolvimento e pioneirismo, a marca lançou a garrafa de vidro de 1 litro, diversificando ainda mais as embalagens do mercado. Em 1998, lançou novas bebidas no mercado: a Pitú Gold – cachaça envelhecida em barris de carvalho; a Pitú Cola – bebida à base de aguardente de cana e extrato a base de cola, gaseificada e com teor alcoólico de 5% vol.; o Do Frei – bebida alcoólica mista composta de vinho, suco de maçã e de morango, com teor alcoólico de 11% vol.; e o Vinho tinto composto com catuaba – Catuaba Gavião – bebida à base de vinho tinto e extratos vegetais de catuaba, com teor alcoólico em 17% vol. Já em 2005, lançou a Pitú Limão – uma bebida composta de aguardente de cana, açúcar, água, aroma natural de limão com teor alcoólico de 20% vol. E em 2007, a Vodka Bolvana. Em homenagem ao 75º aniversário da empresa, em 2013, a Pitú lançou sua bebida extra premium, a Pitu Vitoriosa, envelhecida por 5 anos em barris de carvalho francês e refinada em barris de carvalho americano.

Em 2010, aproveitando o período da Copa do Mundo a Pitú investiu pesado na África do Sul, onde já era comercializada desde 2004. Ela promoveu degustações em diversos restaurantes do país, participou de festas e eventos, além de estar presente em diversos hotéis – com destaque para as “Piturinhas” (máquinas de fazer caipirinha).

Em 2013, a Cachaça passou a ser vendida nos EUA como produto tipicamente brasileiro, após doze anos de diálogos entre os governos brasileiro e norte-americano. A medida foi comemorada por todo o setor ligado à bebida no Brasil, em especial na Pitú, já que sua diretora de Comércio Exterior, Vitória Cavalcanti, teve participação direta no processo, desde o começo dos trâmites, quando era a então presidente do PBDAC (Programa Brasileiro de Desenvolvimento da Cachaça, Aguardente e Caninha).

Como uma ação de relacionamento com seus maiores distribuidores de cachaça no exterior, a Pitú trouxe para Pernambuco parceiros do México, da Alemanha e dos Estados Unidos para assistirem com exclusividade aos jogos na Arena Pernambuco em área VIP, em 2014. O grupo de 12 pessoas foi apresentado à cultura pernambucana e à beleza das nossas praias com roteiro por pontos turísticos, como Olinda e Recife Antigo.

Em 2015, declaração assinada pelos governos do Brasil e do México oficializou a cachaça como um produto genuinamente brasileiro. Com a denominação de origem assegurada, somente a bebida destilada nacional pode ser vendida no mercado mexicano com este nome, impedindo pirataria. A Pitú exporta para o México desde 2006 e possui presença nas principais redes de varejo. A conquista do reconhecimento pelo México fortalece a presença da marca e amplia as possibilidades de realização de negócios na terra da tequila.

Em 2016, a Pitú retomou as exportações de seus produtos para a China. Consagrada como a maior exportadora brasileira de cachaça, a marca pernambucana de cachaça se mantém entre as 20 marcas de bebidas destiladas mais produzidas no mundo. Hoje, dos 95 milhões de litros de cachaça produzidos pela empresa, 2,1% são exportados. Na China, segundo o IBRAC (Instituto Brasileiro da Cachaça), a Cachaça também está em processo de reconhecimento da denominação de origem como um produto tipicamente brasileiro, conforme já obtido nos Estados Unidos, Colômbia e México. O esforço do setor é conquistar este reconhecimento em todos os países onde a bebida é comercializada.

Para 2018, ano de Copa do Mundo, o Engarrafamento Pitú projeta um crescimento de 8% para as exportações.

PRESIDENTE DOS DIREITOS HUMANOS VISITA 21º BTL DA POLÍCIA MILITAR.

A Dra. Joseneide Adriana, presidente executiva do Escritório Vitoriense dos Direitos Humanos, acompanhada do Ouvidor Wilson Brito e do Dr. Ricardo Corte Real (Departamento Jurídico), visitou dia 15/06/2018 no período da tarde, o Comando do 21º BPM nesta cidade. Os representantes dos DH foram recebidos pelo Ten.Cel. Leonardo Cosmo, comandante da unidade e o Major Adriel Henrique sub-comandante. A presidente Joseneide elogiou o trabalho do comandante e dos valorosos policiais sob seu comando no combate a criminalidade, com ações preventivas e repressivas, na grande Vitória de Santo Antão e região. O Dr. Ricardo falou sob o aspecto jurídico das ações da entidade junto ao Poder Judiciário e Ministério Público. Os diretores visitantes solicitaram do comando uma parceria no trabalho educativo junto a comunidade (palestras sobre cidadania e segurança), elogiaram o trabalho desenvolvido pela Polícia Rodoviária Estadual e Detran-PE (Fiscalização da Lei Seca) em todo o Estado e no Município da Vitória, com resultados positivos na redução de acidentes e mortes por acidentes.

Em grande estilo, a Assembleia Legislativa do Estado promoveu Reunião Solene para comemora os 80 anos de fundação do Engarrafamento Pitú.

Na noite de ontem (19), na Assembleia Legislativa do Estado de Pernambuco, aconteceu a Reunião Solene para homenagear o Engarrafamento Pitú, pelos oitenta anos de fundação. O autor do requerimento  – 438/2018 – foi o deputado estadual Joaquim Lira. Ao evento comemorativo compareceram os membros da família  “Ferrer e Carneiro” assim como políticos, empresários, parte significativa da imprensa do estado, magistrados, profissionais liberais e  presidentes de diversas entidades classistas e clubes de serviço.

Com oito décadas de atuação –  empresa genuinamente vitoriense –  A PITÚ se configura  hoje numa  das maiores indústrias de cachaça do Brasil. Com presença nos quatro cantos do planeta a cachaça vitoriense é a mais comercializada no exterior, com destaque para a Alemanha que desde 1970 engarrafa e distribui a bebida para toda a Europa.

Na qualidade de presidente do grupo o empresário Alexandre Ferrer usou da palavra para agradecer a presença de todos,  evidenciado a “família Pitú” e dando destaque ao sentimento de união como elemento propulsou do sucesso alcançado.  Entre outras coisas, sublinhou  que os fundadores começaram a empresa “dotados mais da força de vontade e do espírito empreendedor do que propriamente de condições financeiras”. Veja o vídeo.

Com a casa lotada os oradores que se revezaram na tribuna, destacaram a importância do Engarrafamento Pitú no cenário econômico do estado de Pernambuco, sobretudo na arrecadação de impostos, geração de emprego e renda. No microuniverso santonense, além da pujança econômica, a PITÚ é a locomotiva no incentivo à imprensa, aos folguedos populares, ao futebol amador, à filantropia, à cultura e tudo que diz respeito ao sentimento de preservação do povo santonese.

Ao final do evento solene, os convidados participaram, na área aberta do estacionamento da ALEPE, de um coquetel para brindar – com PITÚ –  os oitenta anos de sucesso do Engarrafamento Pitú,  que é um orgulho para o Brasil, uma força para Pernambuco e um  forte sentimento para Vitória de Santo Antão.

Obs: no transcorrer da semana postaremos vídeos exclusivos,  gravados com os deputados Joaquim Lira e Henrique Queiroz, com os vereadores Novo da Banca e Lourinaldo Junior e com o presente da Pitú, Alexandre Ferrer. 

No “novo mundo” da internet tudo pode acontecer, inclusive nada!!!

Ninguém mais tem dúvidas de que a internet revolucionou a sociedade pós-moderna. Na qualidade de ferramenta alvissareira é natural que muitos ainda não consigam avaliar o seu poder e a sua dimensão. Todos os dias somos surpreendidos! Se lá atrás as poderosas emissoras de TV tentaram boicota-la, hoje, são obrigadas a coloca-la no centro da programação  em função, entre outras, da sua interatividade.

Muito bem, ganhou dilatado espaço nas redes  um vídeo postado por alguns jovens farreando na Rússia. Seu conteúdo ganhou várias e novas interpretações, bem diferentes ao que os seus protagonistas imaginavam. Por conta disso, agora,  estão com bastante dor de cabeça. O que era pra ser uma viagem dos sonhos, por conta de um exagero, postado nas redes,  tornou-se um pesadelo,  com proporções indesejável à vida real. Abaixo,  o referido vídeo.

Pois bem, ainda dentro do “mundo mágico da Internet” tivemos, nas ultimas 48 horas, um dos nossos vídeos, postado no canal do Youtube (blog do Pilako), uma carga de visualização incomum, totalmente fora do seu contexto original. Foram mais de 400 mil acessos,  e os mesmos continuam crescendo.

Em função do brutal assassinato de uma adolescente de 12 anos, ocorrido recentemente no interior do estado de São Paulo, que ganhou repercussão nacional, cujo nome da garota era Vitória, aconteceu uma grande busca na internet. Moral da história. Em um dos nossos vídeos, postado com a palavra “Vitória” e “Enterro”,  acabou canalizando muitos internautas para ele.

Achando que o vídeo era referente ao caso da menina de São de São Paulo,  houve  muitas visualizações. Algumas pessoas, inclusive, acabaram escrevendo palavras de conforto à família enlutada.

O vídeo postado, abaixo, tratou-se apenas de um registro. Aliás, esse vídeo, não foi nem postado no nosso Jornal Eletrônico. Trata-se, na verdade, da despedida de uma tia de criação da “Família Ferrer”,  em que o professor Pedro emite palavras de despedidas, ao lado do ataúde.

Como pode ser visto, até a posição da gravação não foi a por mim habitualmente concebida. Pois bem, a internet é assim…….