Meu amigo, um pirão de peixe desse com uma lapadinha de Pitú é pra deixar qualquer um babando. Só não vá lamber a tela do celular, tá?
😛
Xavier Rocha, meu querido, tá de parabéns.
😉 — com Adilson Silva Silva.
Meu amigo, um pirão de peixe desse com uma lapadinha de Pitú é pra deixar qualquer um babando. Só não vá lamber a tela do celular, tá?
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Uma opção é ler o assunto que vai cair na prova e escrever resumos, tentando entender e passar para o papel aquilo que aprendeu. E você, como se prepara para as provas? #GrauTecnico
Convocado pelo movimento popular, intitulado REGULABUSÃO, aconteceu, na manhã do sábado (01), uma manifestação que percorreu algumas ruas centrais da nossa cidade. O evento reivindicatório, pacifico e bem humorado, entre outras pautas, cobrou do prefeito, Aglailson Junior, o cumprimento de uma das suas promessas de campanha que foi justamente à qualificação e à manutenção do transporte universitário para a Capital pernambucana.
Logo cedo, os estudantes se concentraram na Praça Leão Coroado para confeccionar cartazes e um “ônibus”, para chamar a atenção da população para o problema. Por volta das 10h, o grupo saiu em passeata. Veja o vídeo:
Segundo um dos lideres do movimento, André Carvalho, por ocasião do anuncio do movimento, o prefeito fez uso de uma rádio local para anunciar a volta dos ônibus. De maneira irônica, André Carvalho, desqualificou as palavras do prefeito, dizendo: “hoje é primeiro de abril, dia da mentira, a gente não acredita”. Veja o vídeo:
Questionado sobre o futuro do movimento, caso o prefeito não cumpra a palavra de voltar com os ônibus dos estudantes, André Carvalho, disse que o movimento não vai parar até o restabelecimento dos serviços públicos municipais.
Apenas a titulo de opinião. Gostaria de dizer aos lideres do referido movimento que não se deve – nos caso de manifestação de rua – pulverizar as pautas, sob o risco de não passar a principal mensagem para a população e acabar enfraquecendo o movimento. Todas as pautas são legitimas, mas os estudantes, nesse momento, deveriam se concentrar em apenas um foco, ou seja: VOLTA DOS ÔNIBUS PARA OS ESTUDANTES UNIVERSITÁRIOS!
No mais gostaria de dizer, mais uma vez, que a nossa cidade mudou – apesar de muita gente achar que Vitória continua sendo uma “ilha”. A internet, entre outras coisas, transformou-se numa ferramenta de cidadania e liberdade de expressão. Estamos “navegando” num momento da história da humanidade, nunca antes pensado. Como já disse, certa vez, Che Guevara: “As tantas rosas que os poderosos matem nunca conseguirão deter a primavera”

Mais uma vez, por generosidade do presidente do nosso Instituto Histórico e Geográfico da Vitória, professor Pedro Ferrer, recebi, por e-mail, um recorte de jornal. Desta feita da edição especial do Jornal “O Vitoriense”. Comemorava-se, à época, o centenário do aludido e importante impresso, da nossa cidade – 05 de novembro de 1966.
Nas custa nada lembrar, também, que no ano passado (2016), precisamente no dia 04 de novembro, comemorou-se à passagem do Sesquicentenário da imprensa escrita vitoriense. Nesse contexto, destacamos, mais uma vez, à imprescindível atuação do nosso Instituto Histórico, no que diz respeito às boas causas antonenses.
Se fazer imprensa, hoje, ainda continua sendo uma tarefa desafiante, fruto, mais ao idealismo do que necessariamente à atividade laboral, sobretudo no interior, imaginar, então, à dedicação ao ofício da pena na nossa cidade, há um século e meio, é algo que foge ao bom senso e principalmente ao racional.
São por essas e outras que cada dia mais “mergulho” na história da nossa Vitória de Santo Antão, na certeza de encontrar vultos que realmente devemos admirar e copiar, no bom sentido da palavra, até porque temos a obrigação “gratuita” de eterniza-los, não obstante, na medida do possível, procurar, em ato contínuo, esclarecer para as gerações vindouras àqueles que ainda “sobrevivem” de uma imagem bem distorcida da realidade em que se viveu.
Quer pegar leve? A Griletto Combina com grelhados e saladas para quem quer ser light sem abrir mão do sabor. Quer opção sem salada? Tem também.
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🐰
A dança do vento frenética não pára. E nessa
alucinação me envolve o corpo que treme e se
arrepia. Me desmancha os cabelos que entram
pelos olhos e penetram em minha boca, buscando
beijos úmidos de amor.
E o vento louco passa levando tudo para longe.
Tudo menos essa ânsia imensa, esse desejo
Insano de carícias e afeto.
O vento passa e leva tudo. Tudo mas deixa em
meu corpo a certeza da saudade e a imensidão
do desejo.
“Voz Interior”
Maria Valdinete de Moura Lima, filha de Manoel Severino de Lima e de Lindalva de Moura Lima, nasceu em Vitória de Santo Antão. Bacharela e Licenciada em Letras. Professora de Português da Faculdade de Formação de Professores da Vitória de Santo Antão. Poetisa e contista, tem um livro publicado VOZ INTERIOR – 1986. Tem vários prêmios, entre os quais: José Cândido de Carvalho, contos: Jeová Bittencourt, contos, menção honrosa (Araguari, MG). Concursos promovidos pelo “Timbaúba Jornal”, contos e poesia. É membro da Academia Vitoriense de Letras, Artes e Ciência.
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Com esse casal de pituzeiros, Yngrid e Carlinhos, a resenha vem de carrinho.
=D
Quem pensa no futuro trabalha para garantir um ambiente de trabalho seguro e eficiente.http://buff.ly/2oHJsh9 #GrauTecnico
Eu não consigo torcer contra o Brasil. Há um país que vive em mim, livre de qualquer influência que o desfaça.
Bom domingo a todos!

O vitoriense Almir Brito no seu cd “TODOS OS TONS” – belíssima coletânea de canções instrumentais no violão, aqui trazendo a música “LAMENTO” do mestre Pixinguiha.
[powerpress url=../mp3/almirbrito1.mp3]
Gostou da música? – Baixe a MP3
Segue, abaixo, o conteúdo, na íntegra, de uma das minhas tarefas escolares. O professor nos pediu, para ser entregue na próxima segunda (03), um resumo que contemplasse os quatro períodos da história – Antiga, Média, Moderna e Contemporânea – ligando-os à LDB – Leis de Diretrizes de Base. Eis aí, minha tarefa pronta.
No contexto histórico da civilização humana, que teve inicio na Pré-história, ou seja: tudo aquilo que se viveu antes da invenção da escrita, atualmente, dividimos o outro pedaço em quatro “tempos”: Idade Antiga, Idade Média, Idade Moderna e Idade Contemporânea.
Evidentemente que no transcorrer dessa longa jornada, vivenciada pelo homem, a mulher e o próprio tempo – até porque ele (tempo) também morre – catalogamos um turbilhão de alterações, de ordem natural e humana. Para cada descoberta, um novo horizonte. Para cada novo conhecimento integralizado ao cotidiano, uma transformação geradora de tantas outras transformações. Um roteiro sem precedente, nunca antes rabiscado, para melhor dizer: faltam-me palavras para explicar gigantesca magnitude!!

O “bicho humano” é um animal poderoso. Mas, apesar de toda supremacia, ainda não conseguiu, entre muitas, resposta concreta para justificar o motivo pelo qual “nascemos sem pedir e morremos sem querer”. Eis aí, então, um dos grandes mistérios da nossa existência e que deverá permanecer inquietando o “rei dos animais”, ainda, por muitas Idades, jornadas e ciclos universais.

No tocante aos avanços civilizatórios, recortados em periodicidade temporais esses, contudo, nos arvoramos a enumera-los, mesmo que de maneira superficial. À fixação do homem na localidade que lhe ofertou seu sustento, antes, andarilho e nômade, em função das descobertas na agricultura e outras maneiras de se alimentar, juntamente com o inicio do processo do que hoje chamamos de cidade, a cultura Greco-romana e o surgimento dos messias, Jesus de Nazaré e Maomé, marcaram, de maneira sublinhada, o espaço de tempo da história da humanidade que aprendemos a chamar de Idade Antiga.

Com a queda do Império Romano do Ocidente, em 476 (d.C.), dar-se início a chamada Idade Média. Nesse período marcado por um milênio (século V ao século XV) a civilização, sobretudo europeia, é pontuada pelo regime feudal e pela escolástica – filosofia que uniu a fé e a razão. O Cristianismo, à época, ganhou corpo e reproduziu, num só tempo, aqui na terra, o céu e o inferno. Nesse período, contudo, registra-se também o surgimento das primeiras universidades.

Além das grandes navegações, que chegou à Índia e ao então desconhecido Continente Americano, foi à tomada de Constantinopla, pelos turcos otomanos, em 29 de maio de 1453, que marcou o inicio da chamada Idade Moderna, Esse período, mais curto entre todas “Idades”, também é considerado, por muitos historiadores, como “Tempos Modernos”, por considera-lo inacabado.

Nesse contexto temporal, mais próximos dos nossos dias, aconteceram as transformações que marcam o nosso cotidiano civilizatório, sobretudo, aqui, no “mundo” Ocidental. A efetivação do sistema capitalista, por exemplo, é fruto desse recorte da história. A Revolução Francesa, ocorrida em 1789, marca o fim dessa Era. O movimento renascentista, a teoria da evolução das espécies e o aprofundamento dos estudos científicos, entre outros, são fatores determinantes que tiveram inicio nesse período, pontos fundamentais para o macro-entendimento do processo, no qual, hoje, estamos imersos.

A partir da Revolução Francesa, porém, abra-se a chamada Idade Contemporânea, também chamada de Contemporaneidade. Nesses duzentos e poucos anos, que vem marcando o período atual, ocorreram duas grandes guerras mundiais, fruto, entre outras coisas, da ganância desenfreada, gerada pelo sistema capitalista. Se antes já havíamos vivenciados os chamados: Teocentrismo, Geocentrismo, Antropocentrismo e Heliocentrismo – não necessariamente nessa mesma ordem – hoje, estamos diante do enorme desafio de conjugar a vida humana em detrimento ao novo processo que se abre na sociedade atual, que o chamo de “TECNOCENTRISMO”. De resto, esperamos, de alguma forma, que os estudiosos brasileiros saibam introduzir, de maneira equilibrada, gradual e continua essa importante ferramenta – internet – que dispomos, nesse novo processo de aprendizado que se apresenta desafiante, em particular, no nosso Brasil. A LDB – Leis de Diretrizes de Base – é um dos espaços consagrados para esse importante debate.

Está marcado, para o dia 1º de abril, em Vitória de Santo Antão, PE, um ato em defesa do retorno do transporte estudantil intermunicipal. A data é simbólica: representa uma tradição de “meias verdades”, falta de transparência e desrespeito da prefeitura para com os estudantes usuários desse transporte. O serviço que vem sendo oferecido há pelo menos dezesseis anos pela prefeitura da cidade foi cortado de repente, deixando mais de mil estudantes desamparados. Muitos desses, sem poderem custear as passagens diárias para a capital, viram-se obrigados a trancarem o curso na faculdade. Apesar do momento atual ser crítico, o descaso com os universitários do município tem uma longa história.
Entre as regiões interioranas, não é apenas o município de Vitória que costuma (ou costumava?) disponibilizar ônibus para transportar estudantes até Recife, de modo que esses possam ter acesso a cursos superiores que, na maioria das vezes, só existem nas faculdades da capital. As cidades de Pombos e Carpina, por exemplo, mesmo sendo municípios menores e, portanto, com menor arrecadação de impostos, também oferecem o mesmo tipo de serviço, porém, com veículos minimamente descentes e com a manutenção em dia, sendo, por isso mesmo, bem mais seguros.
Nesse sentido, muito antes do serviço ser descontinuado, os usuários do transporte intermunicipal de Vitória sempre reclamaram do risco de vida que corriam nas estradas devido às condições precárias dos ônibus. Não foram poucas as vezes em que esses veículos apresentaram defeito em plena pista. E, se o risco de acidente por falha mecânica já poderia ser considerado alto, os ônibus ainda costumavam quebrar em horário noturno, deixando os passageiros vulneráveis a assaltos.
Diante de tudo isso, em 2013, os estudantes se reuniram e deram origem ao movimento que ficou conhecido como #RegulaBusão. Visando cobrar condições mínimas de segurança e humanidade no uso dos ônibus, esse movimento estudantil já organizou diversas passeatas e marcou reuniões com vereadores e representantes da prefeitura para apresentar e cobrar suas pautas.
Dentre os avanços obtidos, está o decreto do então prefeito da cidade em 2015 para “regulamentar” o transporte. Entretanto, a regulamentação nunca foi, de fato, efetivada. Esse decreto sempre foi insuficiente para que a prefeitura, em sua totalidade, reconhecesse o transporte como um direito real, mesmo com cerca de trinta e cinco viagens diárias e aproximadamente mil estudantes atendidos por quase duas décadas. Aos poucos, sem revisão, os ônibus foram sendo sucateados e os estudantes, cada vez mais, sofriam com o desrespeito.
Assim, devido à indignação desses, o movimento #RegulaBusão teve seu ápice numa audiência pública na Câmara Municipal em 12 maio de 2015, quando se reuniram cerca de 200 estudantes para cobrar a regulamentação definitiva do transporte estudantil intermunicipal. Porém, a câmara alegou não haver recursos municipais para arcar com os custos de um transporte regulamentado (ainda que esse mesmo transporte já estivesse sendo custeado há anos de forma irregular). Logo, a audiência teve um final negativo e o “status quo” foi mantido.
Desse modo, a situação do transporte agravou-se no começo de 2016. Com o aumento do número de estudantes e também redução da frota de ônibus disponíveis (pela falta de manutenção), as condições do serviço prestado aos universitários se revelaram vergonhosas. Aproveitando o ano eleitoral, os estudantes, então, passaram a se mobilizar para conhecer os candidatos a prefeito e convencê-los a assinarem um termo de compromisso com a situação alarmante do transporte intermunicipal. Apenas um dos candidatos recusou-se a assinar o termo. Por infeliz coincidência, esse se tornou, por fim, o prefeito eleito para governar o município de Vitória a partir de 2017.
Mesmo assim, já no dia 05 de janeiro de 2017, um grupo de estudantes teve a primeira reunião com representantes da prefeitura para discutir a situação do transporte. A nova gestão (que tinha a renovação da frota de ônibus como uma das promessas de campanha em 2016) justificou a ausência do transporte, num primeiro momento, afirmando ainda desconhecer as contas pendentes da prefeitura e precisar de tempo para os trâmites burocráticos naturais de uma transição de governo. Contudo, passados dois meses, o discurso muda, as justificativas se tornam orçamentárias e o serviço segue sem prazo de retorno. Na verdade, desde o início da nova gestão, os antigos ônibus sequer serviram aos estudantes em algum momento.
Por fim, é necessário ressaltar que a ausência do transporte estudantil intermunicipal é um problema que afeta a cidade como um todo. Pois, apesar de parecer um problema isolado, suas consequências levarão a um significativo agravamento da desigualdade social em Vitória de Santo Antão. É certo dizer que muitos futuros profissionais vitorienses, inevitavelmente, terão de escolher aquilo que terão de abandonar: o curso ou a cidade. Em ambos os casos, Vitória perde. Em ambos casos, perdemos, todos.
Movimento RegulaBusão.
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O sol se descortinava na praia
Brilhando em meus olhos
Caminho só
Ar imóvel, quente
Vento assobiando ardente
Com o som da minha respiração
Um monte de pensamentos
Um toque agudo sibilante
Suspirando com prazer
O nascer de um novo dia
Uma alvorada arredia
De momentos de introspecção
Um aroma gostoso de terra molhada
Ou maresia,
Um delicada lua ornamentando o amanhecer
Em uma fantasmagórica poesia,
Plenitude
O vento zunindo
Um sentimento de dignidade
Uma visão do encanto
Insondável graça no rosto
No perplexo momento
Da percepção da vida.
O que ele diz
estará dentro do seu peito
Todo tempo
Para sempre…
Seja longe, seja perto
Não sabemos o exato, o correto
Para tudo tem um tempo
Mas quando será esse tempo certo?
(MOSAICO DE REFLEXÕES – GUSTAVO FERRER CARNEIRO – pág. 14).