Escritor Célio Meira: ontem, hoje e sempre!!

Mais uma vez, por generosidade do presidente do nosso Instituto Histórico e Geográfico da  Vitória, professor Pedro Ferrer, recebi, por e-mail, um recorte de jornal. Desta feita da  edição especial do Jornal “O Vitoriense”. Comemorava-se, à época, o centenário do aludido e importante impresso, da nossa cidade – 05 de novembro de 1966.

Nas custa nada lembrar, também, que no ano passado (2016), precisamente no dia 04 de novembro, comemorou-se à passagem do Sesquicentenário da imprensa escrita vitoriense. Nesse contexto, destacamos, mais uma vez, à imprescindível atuação do nosso Instituto Histórico, no que diz respeito às boas causas antonenses.

Se fazer imprensa, hoje, ainda continua sendo uma tarefa desafiante, fruto, mais ao idealismo do que necessariamente à atividade laboral, sobretudo no interior, imaginar, então,  à dedicação ao ofício da pena na nossa cidade,  há  um século e meio,  é algo que foge ao bom senso e principalmente ao racional.

São por essas e outras que cada dia mais “mergulho” na história da nossa Vitória de Santo Antão, na certeza de encontrar vultos que realmente devemos admirar e copiar, no bom sentido da palavra, até porque temos a obrigação “gratuita” de  eterniza-los, não obstante, na medida do possível, procurar, em ato contínuo, esclarecer para as gerações vindouras àqueles que ainda “sobrevivem” de uma imagem bem distorcida da realidade em que se viveu.

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