DORIA E DROGA

João Doria não é craque em tratamento de droga,

é uma droga para usuário de crack.

Mandaram dedetizar a Cracolândia e, agora,

estão baratinados com os drogados.

Internar usuário de droga, na marra,

é como querer protegê-lo dele mesmo

ou puni-lo por tentativa de suicídio.

Aonde o usuário de droga for, o traficante irá atrás.

A Cracolândia não é um lugar, é um destino.

A droga não transforma o homem numa pessoa má,

apenas revela a pessoa que há.

Sosígenes Bittencourt

General Jaborandy visitou nosso Tiro de Guerra.

Sob o comando dos instrutores do nosso Tiro de guerra, Subtenente  Sidiclei e Sargento Clauberrobson, aconteceu, na manhã de hoje (01), no Alto do Reservatório, um evento cívico para marcar a visita do General de Divisão José Luiz Jaborandy  Rodrigues, ao nosso Tiro de Guerra.

Além da presença dos chefes do Poder Executivo e Legislativo local, Aglailson Junior e Edmilson Zacarias, respectivamente, demais autoridades – civil e militar – prestigiaram o evento, assim como ex-atiradores e o diretor do CAV – Centro Acadêmico da Vitória.

Na ocasião, com entusiasmo, a tropa cantou a canção do Exercido e realizou manobras militares. Veja os vídeos:

Ao fazer uso da palavra o General Jaborandy cumprimentou os presentes e parabenizou o atual instrutor do nosso Tiro de Guerra, Subtenente Sidiclei, pela promoção. Entre outras coisas, realçou à gigantesca tarefa logística desempenhada pela &ª Região Militar em vários estados nordestinos, assim como o importante papel desempenhado pelos  Tiros de Guerra,  sublinhando  o papel social dos atiradores, nas suas respectivas localidades. Veja o vídeo:

Em ato continuo o prefeito da Vitória de Santo Antão, Aglailson Junior, foi empossado no cargo de Diretor do Tiro de Guerra local, oportunidade em que prestou seu juramento, comprometendo-se seguir irmanado com o Exército Brasileiro, na missão de promover o bem o bem estar social. Veja os vídeos:

Na qualidade de guardião da cultura da nossa cidade o Instituto Histórico, através de seu presidente, professor Pedro Ferrer, na ocasião, enfatizou à importância histórica da nossa cidade no contexto pernambucano e brasileiro, evidenciando, naturalmente,   o Sítio Histórico do Monte das Tabocas. Ao final da sua fala o professor Pedro Ferrer ofertou ao General Jaborandy um livro contando a história da Vitória de Santo Antão. Veja o vídeo:

O evento foi concluído com uma visita de toda comitiva ao Monte das Tabocas. Oportunamente, amanhã, sexta-feira, estaremos postando fotos e vídeos, reproduzindo os acontecimentos lá ocorridos.

A melancolia dos edifícios eternos

Pilako, antes de vir à Barcelona a única vez que ouvi falar no arquiteto-artista Antoni Gaudí foi quando Caetano, referindo-se a si mesmo, cantava: “sou tímido e espalhafatoso, torre traçada por Gaudí”. Nunca tinha entendido o sentido dessa letra até vir aqui. Praticamente, Barcelona se dobra aos pés do arquiteto e você só entende a razão dessa valorização quando você está diante de um trabalho dele, espantosamente a céu aberto, nas ruas da cidade.

O trabalho dele é assimétrico, contraditório, e por isso Caetano disse que era ao mesmo tempo tímido e espalhafatoso, ou seja, uma torre traçada por Gaudí. Ora, você olha um prédio do homem, na expectativa de enxergar ali um padrão entre uma curva e outra, mas se decepciona (no bom sentido) tamanho o estranhamento. Os olhos fixam-se desejando assimilar tudo aquilo, mas somos constantemente traídos a cada detalhe do trabalho dele. Nem preciso dizer que os arquitetos (alguns que conheci aqui) ficam em polvorosa.

Outro dia estava andando por um parque da cidade, MontJuic, e vi uma vegetação praticamente idêntica às torres que ele fez. Foi quando uma amiga minha me contou que a natureza foi uma fonte de inspiração dele (assim como a funcionalidade).

Como sempre, tentarei aqui fazer reflexões sobre a nossa própria cidade, do que vejo e me encanto, do outro lado do Atlântico. E me recordei que perdemos boas oportunidades por não dar o valor histórico necessário à estética arquitetônica dos prédios antigos de nossa cidade. Lembro que o filme Lisbela e o prisioneiro deixou de ser gravado aí, pois as casas em torno da delegacia estavam modernizadas demais. Ah!, também me recordei da rua Nossa Senhora de Fátima (próximo à Do Carmo chocolataria), com aquelas casinhas coloridas em ordem, que dão um charme pitoresco ao lugar.

Também não falemos só do que há de antigo, falemos também do porvir. Conta Ortega y Gasset que quando Sêneca, ou algum provinciano sofisticado, chegava a Roma e via aquelas construções imperiais, símbolos do poder definitivo, sentia a angústia de que nada de novo poderia trazer para o mundo e que Roma era eterna (e o que poderia ser mais majestoso que aquilo?). Para ele há uma melancolia nas ruínas, que podemos chamar de “melancolia dos edifícios antigos”. Nossos prédios mais emblemáticos, (o sobradinho, as igrejas, a estação e o engenho bento velho, praticamente são cartões postais de Vitória), repousam igualmente melancólicos na nossa cidade. Temos muito arquitetos na cidade, é possível criar uma linguagem própria da arquitetura local?

André, para você Vitória é quase uma Pasargada. Ora, fazer o quê? Somos a metrópole cultural da Mata Sul! Kkkk

Abraços, Pilako!

André Carvalho
Correspondente do Blog do Pilako em Barcelona.

Momento Cultural: Magistério – por João do Livramento

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Verdadeira é a nação

Que educa suas crianças

Pois nas mãos do professor

É renovada essa esperança

Pra formar um engenheiro

Ou até mesmo aviador

Se quiseres ser dentista

Tens que ter um professor

Só se faz qualquer doutor

Ensinando desde o início

Não importa a profissão

É dependente deste ofício

Das profissões é a maior

Um sacerdócio sem batina

Dedicado a muitas vidas

Sendo a luz que ilumina

Todo dia um ensinamento

A cada aula uma lição

Deus proteja todos eles

Que abraçaram esta missão

O magistério é divino

Se exercido com amor

Obrigado a todos mestres

Obrigado professor!

João do Livramento.

PARABENIZANDO OS GEMINIANOS


21 de maio a 20 de junho
Elemento: ar
Regente: mercúrio
Verbo: eu penso
Terceiro signo astrológico do zodíaco. Seu símbolo: os IRMÃOS GÊMEOS. Forma com Libra e Aquário a triplicidade dos signos do Ar.
Os geminianos caracterizam-se pela dualidade, estando sujeitos a rápidas mudanças de humor, indo da maior serenidade à maior alegria. Espírito alerta, está sempre à procura de novas ideias.
Sua curiosidade é evidente. Interessa-se por tudo. É o primeiro a saber das novidades e adora passá-las adiante. Sua facilidade de compreender os fatos faz dele uma pessoa bastante solicitada pelos amigos. Às vezes, parece que na vida dos nativos deste signo não há lugar para o sofrimento, a solidão. Tudo tem uma explicação, uma causa, um lugar para se encaixar no seu quebra-cabeça cósmico. Muitas vezes, é um problema esta inteligência do geminiano. Ele tem explicação para tudo, e isto impede que ele viva algumas experiências com espontaneidade, principalmente a afetiva.
Conselho: A paciência é a maior das virtudes, porque não há virtude sem paciência.
Sosígenes Bittencourt

A utopia de Thomas More: Atividade acadêmica.

Ao sujeito interessado no entendimento das relações humana – no transcorrer da linha do tempo – a obra “Utopia”, escrita pelo pensador inglês, Thomas More, no alvorecer do século XVI, ainda é, indiscutivelmente, sob todos os pontos de vistas, um extraordinário exercício mental.

A obra, se bem discutida e analisada, provocaria intermináveis debates. Seu conteúdo, após múltiplas reflexões sociológicas, antropológicas, religiosas e etc, alimentaria discussões para todo um semestre acadêmico ou até mesmo um curso próprio, que iria muito além de um conhecimento específico.

Aos olhos das ciências já catalogadas, acredito que a verdadeira “Utopia” não reside nas relações sociais da suposta ilha, mas na possibilidade da mudança na natureza humana, apesar de compreendermos que o homem (mulher), no contexto atual, é fruto do meio.

No mundo selvagem, origem de todos nós, encontramos grupos das mais variadas espécies, organizados em “sociedades” hierarquicamente bem definidas, onde, invariavelmente, predomina a lei do mais forte.

No “mundo civilizado” e globalizado, até porque essa é a marcha vigente, e as novas tecnologias estão nos provando isso, imagino haver cada vez menos espaço para as relações humanas horizontalizadas, por mais que esse seja o discurso universal. Aliás, não devemos esquecer que a “maior obra” do homem foi dominar o próprio homem que, nos tempos atuais, defini-se bem na seguinte frase: “TODO O PODER EMANA DO POVO E EM SEU NOME É EXERCIDO”.

Sob o ponto de vista da historicidade, mecanismo que nos coloca dentro do tempo histórico do fato, procurando levar em consideração todas as variáveis inerentes ao cotidiano do acontecimento, neste caso do Thomas More, 1516, realcemos, em primeiro lugar, sua coragem, em segundo: sua inteligência e visão futurística.

Nessa época – final da Idade Média – discordar do clero, mesmo que por pensamento, ou provocar qualquer mudança no humor da nobreza, seria a mesma coisa que assinar a própria sentença de morte. Sugerir, mesmo que sem nenhuma perspectiva concreta, que o povo pudesse trabalhar cooperativado, dormir nove horas por dia e estudar para ascender socialmente, não deixar de ser algo abstrato, surreal, utópico e altamente subversivo.

Realçando às rígidas regras sócias e religiosas da Inglaterra, à época, logo entenderemos que o mundo utópico, imaginado por Thomas More, remonta, mesmo que de forma bastante diferenciada, um modelo social bem definido. A figura “tradicional” do escravo, por exemplo, reproduz algo que ainda perdurou por vários séculos após sua obra e evaporou-se no mundo atual. Aliás, o nosso Brasil foi o último país da América do Sul a elimina-lo por completo.

Mas, não seria nenhum absurdo,  dizer que na contemporaneidade o capitalismo e a cultura do consumismo produziu, na nossa “Ilha Planetária”, uma espécie de “gaiola sem grade”, que nos aprisiona e nos escraviza pela vontade de ter e de possuir, mesmo que pelo desejo e pela ânsia, ambos, produzidos por uma química externa, alheia às nossas necessidades elementares, tão bem definida pelos estudiosos da Escola de Frankfurt, na metade do século próximo passado.

Na utopia de Thomas More a guerra é algo abominável. Mas, no entanto, mais adiante, arremata: “os utopianos não fazem a guerra sem graves motivos”. O rei da musicalidade brasileira, Roberto Carlos, certa vez, disse: “não importa os motivos da guerra, a paz é mais importante que eles”. Apesar da distância temporal entre as afirmativas, por incrível que nos possa parecer, ainda conviveremos, por muitos e muitos séculos ancorando nossas frágeis relações de paz naquilo que Jesus Cristo chamou de sepulcro CAIADO – uma espécie de hipocrisia social – onde, invariavelmente, trazer à luz a verdade, seja ela nas relações interpessoais ou na diplomacia intercontinental, seria, indiscutivelmente, uma retumbante declaração de guerra.

De resto, concluo, dizendo que a leitura do referido livro enriqueceu-me. O futuro que se descortina será mais uma etapa da busca utópica pelo mundo perfeito. Onde estará enterrada a formula da felicidade coletiva? Está dentro ou fora de cada um? Suponho que devemos aproveitar o incerto espaço de tempo que nos resta, no chamado “sopro de vida”, para tentar contribuir de forma proativa para um mundo melhor, tal qual sugeriu, no seu tempo (1516), o inglês Thomas More.

EDUCAÇÃO MUSICAL – Uma abordagem referente a composição estrutural da música.

Podemos analisar e expressar as diversas linhas de conhecimentos, no que diz respeito, ao fator Educação. O que está em questão neste momento, onde discutiremos passo a passo, é justamente o que contém o alicerce fundamental desta Disciplina, Ciência Humana, Ciência Social e Ciência Musical, que as vezes a sociedade – sem generalizar – não tem um conhecimento bem fundamentado para absorver a sua mensagem subliminar positiva preenchedora e transformadora, que existe dentro da Educação Musical.  A palavra ou o termo  Educação Musical, está contido pela sua abrangência no campo musical, em razão da sua própria atuação musicalmente falando. Segundo Med (1996, p.11), em sua obra intitulada, Teoria da Música 4ª.  Edição Revista e Ampliada,  apresenta as principais partes da música: MELODIA, HARMONIA, CONTRAPONTO  e o RITMO. Partindo deste princípio, teremos uma abordagem para começarmos o caminho da pesquisa, do estudo, da análise, e, do crescimento que está focado no ensino da Educação Musical.

Baseado nesta abordagem analítica, e, ao fator estrutural deste tipo educacional, podemos trabalhar o Corpo Discente apresentando de forma bem simples, o que pode ser composto para fortalecer o pensamento pedagógico musical. O interessante no que está sendo direcionado nesta temática, é justamente, que o foco e a essência desta ciência, mesmo se utilizarmos uma outra análise, mas ao trabalharmos a Arte dos Sons, migraremos para o universo do estudo sonoro, onde iniciaremos os princípios pedagógicos e acadêmicos do estudo da Educação Musical.

20160704_203649João Bosco do Carmo

http://lattes.cnpq.br/8222363703321930

E-mail: bcarmo45.bcm@gmail.com

FESTA DAS NAÇÕES Recife, 02 a 04 de junho de 2017 – Paço Alfândega – Recife – PE

A mostra cultural faz parte das festividades do Centenário do Lions internacional, comemorado em todas as partes do mundo, neste ano de 2017.
Através da exposição de objetos típicos, apresentações culturais, filatelia, degustação de comidas típicas, os países representados divulgarão
suas oportunidades de turismo, além de sua cultura e civilização. Entre os muitos participantes destacaria os representantes dos seguintes países:
Albânia, Benin, Burundi, china, Coreia do Sul, Emirados Árabes, Itália, Japão, Malta, Jordânia, Senegal, Turquia. O evento conta ainda com o fundamental
apoio de importantes entidades culturais. O nosso Instituto Histórico e Geográfico foi agraciado com um “stand”. Apresentaremos um histórico da nossa cidade e
do instituto. Exporemos algumas peças do nosso acervo do carnaval. O Engarrafamento Pitú disponibilizou uma máquina de batidas que ficará à nossa disposição das
16 às 19 horas nos dois dias da Festa das Nações.

Local: Paço Alfândega
Dias: 3 e 4 de junho/2017
Horário: dia 3: das 10h às 22 horas;
dia 4: das 12 h às 20 horas.

Momento Cartório Mais

Seu animal de estimação já tem a “identipet“? Para quem ainda não está por dentro da novidade, nós explicamos! “Identipet” é um registro de declaração de guarda de animais domésticos que tem o objetivo de comprovar a identidade do pet e de seu dono, podendo ajudar na busca de um animal em caso de roubo ou fuga, facilitar o transporte em viagens, auxiliar em casos de disputa de guarda e identificar o dono em caso de maus tratos. O documento serve para qualquer pet – cachorros, gatos, papagaios, por exemplo – e traz todas as informações sobre o animal, além dos dados do dono.

Quer registrar o seu bicho de estimação? O Cartório Mais, com suas parcerias, te ajuda!

Momento Cultural: OLHOS AZUIS – Por Rejane Dutra Santos

Olhos azuis que olham pra mim, com tanta pureza.
Que brilham, como um brilhante,
cheios de alegria e de vida.
Você menina dos meus olhos.
Você vida da minha vida.
Ser do meu ser.

De olhos azuis, tão ternos e tão meigos.
Posso até compará-los com a beleza do céu ou do mar.
Você minha filha, ainda um bebê,
que fala comigo, numa linguagem sem som, apenas com brilho.

O brilho dos seus olhos.
Anjo de pureza, reflexo de amor.
Meu belo bebê, minha pequenina filha,
Meu anjo, minha alegria.

Rejane Dutra Santos

O Tempo Voa: abertura do Obelisco (Praça da Matriz)

Foto: acervo pessoal do blogueiro

Na praça da Matriz o Obelisco (a pirâmide) é guardião de nossa história; a cada 100 anos, é aberta para a retirada de itens do século passado. Na foto acima, tirada em 31 de dezembro de 2000, a Prof. Severina Moura, membro da Academia Vitoriense de Letras, Artes e Ciência e Geraldo Guerra Jr, precursor da internet em nossa cidade, entre outros que participaram do momento histórico.