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A Paixão é uma maldade,
quando junta, não se une,
quando separa, sente saudade.
Sosigenes Bittencourt
Na noite da sexta (16) acompanhei a apresentação, no Pátio da Matriz, da quadrilha junina estilizada vitoriense, FORRÓ FIÁ. Recentemente a mesma representou nossa cidade, Vitória de Santo Antão, no prestigiado Festival de Quadrilhas, promovido pela Rede Globo Nordeste.
Com entusiasmo, disciplina e coreografia original o pessoal deu um verdadeiro show. Apesar de nos parecer uma novidade, sobretudo para os mais jovens, devemos lembrar que já tivemos um forte movimento cultural nesse sentido. Há pelo menos duas décadas tivemos quadrilhas estruturadas em vários bairros da nossa cidade.
Lembremos algumas: Dona Beija, Beija Flor, Vamp, Felicidade, Xuxa no Arraial, Traje a Rigor, Tradição, Dragão de Fogo, Raio de Luar, Vai Lá Mané, Matuto Caçolão e etc. Essas quadrilhas foram formadas por jovens de vários bairros. Dentre eles: Maués, Alto José Leal, Nossa Senhora do Amparo, Redenção e Sítio do Meio.
Na qualidade de lideres desse movimento de quadrilhas estilizadas na nossa cidade, entre outros, podemos citar: Sandro Sorriso, Queiroga, Betão Alegria, Sineilton, Roberto de Deus, Marcos, Bira e etc. Aliás, praticamente todo esse pessoal está aí, para contar a história e quem sabe, prontos para reativar essa cultura “adormecida” da nossa cidade.
Infelizmente todo esse movimento, com participação fervorosa por parte dos jovens, sobretudo nos bairros periféricos do nosso município, foi desidratado, foi “estrangulado!” Não por falta de recursos financeiros muito menos por falta de material humano e sim, por obstrução política. Aliás é bom que se diga: POLÍTICOS NÃO SE INTERESSAM POR MOVIMENTO GENUÍNOS DO POVO, OU SEJA, AÇÕES QUE ELES NÃO POSSAM CONTROLAR 100%!!!
Por incrível que nos possa parecer, ano passado (2016), houve uma apresentação de uma quadrilha no Pátio da Matriz, cujo grupo era oriundo da cidade vizinha do Limoeiro. Apenas para ilustrar – com tristeza – o que acabei de narra, acima.
Portanto, parabéns aos lideres e participantes da Quadrilha FORRÓ FIÁ, pela coragem de empreender em “campo adverso” e “contra os ventos”. Estamos na torcida por uma boa colocação no certame, promovido pela Rede Globo Nordeste. Parabéns pra vocês e BOA SORTE!!!

Na manhã do domingo (18), sob o comando do seu presidente, Pedro Ferrer, aconteceu mais uma reunião ordinária do nosso Instituto Histórico e Geográfico da Vitória. De maneira improvisada, em função das obras de ampliação do museu, o encontro ocorreu no Teatro Silogeu José Aragão.
Além dos assuntos atinentes ao cotidiano da instituição, da programação para as festividades e da tomada de posse dos novos sócios, o professor Pedro Ferrer elencou também o andamento das obras de ampliação, sublinhando o ato do deputado Henrique Queiroz na indicação da Emenda Parlamentar, no valor de cinquenta mil reais (R$ 50.000,00).

Em ato continuo o presidente demonstrou certa preocupação, no diz repeito às questões burocráticas, envolvendo certidões negativas municipais, necessárias ao fechamento do convênio com a FUNDARPE, hora vencidas. Fechando a reunião um lanche foi servido aos sócios presentes.

Após uma semana jogada no chão, a placa de regulamentação de trânsito – alvo recente de uma das nossas postagens – voltou para sua posição (+ ou -) correta, justamente para disciplinar o estacionamento, assim como o embarque e desembarque dos alunos da escola que funciona na Igreja Batista, na Praça Diogo de Braga. Melhor assim!

Dentro das nossas tradições juninas também estão as Simpatias e Adivinhações. Aproveitando o clima da semana estaremos, até a próxima sexta (23), postando todo dia uma. Eis a primeira:
DEVE –SE APANHAR PIMENTAS NUM PÉ DE PIMENTEIRA COM OS OLHOS VENDADOS. CASO SE COLHA PIMENTA VERDE, O NOIVO SERÁ JOVEM; SE FOR MADURA, O CASAMENTO SERÁ COM UM VELHO OU VIÚVO; SE A PIMENTA FOR DE VERDE PARA MADURA, O CASAMENTO SERÁ COM UMA PESSOAL DE MEIA IDADE.
Na mocidade,
a razão quase sempre se encandeia,
tornando a vida uma mera ingenuidade.
O cérebro da humana criatura
– quem é moço concebe
ser uma taça de ilusões bem cheia
que o coração segura e a alma bebe.
Mas, a velhice vem
fermentando a bebida outrora pura…
e o coração, que forças já não tem,
vendo a alma fugir, derrama a taça,
que ao se precipitar de grande altura
no chão se despedaça…
(Muitas rosas sobre o chão – Henrique de Holanda – pág. 25).
Nossa Piturinha (caipirinha de Pitú) é sucesso no mundo todo, galera.
Enquanto a gente tá aproveitando o friozinho e as festas juninas por aqui, lá na Alemanha o pessoal tá só na boa aproveitando o verão. Foto linda, né não? #vivaaresenha #pitúpelomundo
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Aproximando-se à conclusão dos seis primeiros meses de atuação da nova gestão municipal, sob o comando do prefeito Aglailson Junior, é natural que os munícipes já comecem esboçar alguma insatisfação. Todos nós sabemos – até porque foi público e notório – que o governo anterior, nos últimos meses, de fato, abandonou o leme administrativo, nas mais variadas frentes.
Fruto de várias matéria em nosso jornal eletrônico, intitulado Blog do Pilako, à época do fato, por exemplo, denunciamos que foram os próprios gestores do Governo de Todos, no último semestre de administração, que “convocaram” os ambulantes para ocupar as calçadas do centro comercial, sobretudo à Avenida Mariana Amália. A nova gestão, até o presente momento, vem fazendo “vista grossa” e empurrando o problema com a “barriga”.
Entre outras tantas “broncas” que a nova gestão ainda não “entrou em campo” para jogar, encontra-se o nosso caótico trânsito. Devemos destacar que não obstante a AGTRAN já haver majorado os preços da chamada “zona azul”, continuamos sendo a cidade pernambucana com menos agentes de trânsito nas ruas, tanto do ponto de vista real como proporcional – se comparado ao numero de veículos matriculados no município.
Apenas para ilustrar o que realço, no que diz respeito ao comando acéfalo da AGTRAN, há dias que uma placa de trânsito que regulamenta à proibição do estacionamento, em frente a uma escola, na Praça Diogo de Braga – Igreja Batista – encontra-se no chão. Não me interessa os motivos pelos quais ela caiu! Gostaria de saber o porquê ela não foi colocada no seu devido lugar?
Não podemos achar que isso é normal, apesar, infelizmente, de ser comum na nossa cidade. O diretor da AGTRAN, senhor Elmir Nogueira, precisa explicar a população o que está faltando para as coisas acontecerem na prática, afinal, recurso financeiro não é o problema do órgão administrado por ele, haja vista o seu salário ser de dez mil reais (R$ 10.000,00).
Nosso município, Vitória de Santo Antão, não é uma cidade qualquer. Somos a Capital de Zona da Mata e precisamos nos comportar com tal. Portanto, mais uma vez, cobro atuação efetiva aos gestores municipais, sobretudo nas questões relativas ao caótico trânsito local.
Em virtude do grande volume de chuva que cai na nossa cidade, na manhã de ontem (15), as celebrações do feriado santo de Corpus Christi não contou com os tapetes de serragem, que há anos vem adornando as ruas do entorno das igrejas, sobretudo nos bairro da Matriz e Livramento.
Em função das obras de reforma da Igreja da Matriz de Santo Antão, os eventos religiosos, celebrados pelo Monsenhor Maurício Diniz – Matriz – ocorreram na Igreja Nossa Senhora do Rosário dos Homens Pretos. Registramos o encerramento das celebrações. Veja o vídeo.
Uma das disciplinas no campo musical, onde demonstra um grau de dificuldade e complexidade, é justamente, o solfejo. A técnica é conhecida por diversos músicos e pessoas estudiosas, que estão sempre pesquisando e analisando, de forma curiosa ou acadêmica. Ao começarmos o estudo desta disciplina, devemos analisar alguns fatores que irão surgir de forma primária e bem natural, onde destacamos a ansiedade. Para que possamos entender o que é, e o que significa o solfejo, precisamos de um esclarecimento a mais, referente a esta técnica. O solfejo é simplesmente, a execução cantada das notas musicais. O seu significado traz consigo uma forma de aperfeiçoamento do músico, onde o mesmo irá adquirir a confiança de a qualquer momento, pensar em uma melodia, instrumental ou canção, e começar a cantá-la mentalmente, assobiando, cantando oralmente, ou, pronunciando os nomes das notas musicais.
O solfejo é simplesmente, falar, pronunciar, cantar as sete (07) notas musicais: DÓ, RÉ, MI, FÁ, SOL, LÁ e SI, obedecendo as alturas de cada nota musical, na subida ou na descida de cada escala. Quando falamos em ansiedade, podemos considerar esta situação como um obstáculo até involuntário existente nos seres humanos. Pode ocorrer em razão do músico ao desejar no momento da sua fluidez mental, querer escrever a sua música preferida, que relembra algo marcante e, infelizmente, por não conseguir, ficará decepcionado. Outros fatores podem ter sua participação também, tais quais: o discípulo não possuir uma boa afinação e por este motivo, ao pronunciar as notas musicais, soar desagradável as alturas individuais de cada nota. Uma patologia genética ou adquirida, deixando seqüelas nas pregas vocais ou cordas vocais, um acontecimento onde o discípulo foi ridicularizado por amigos, irmãos, pais, na presença de outras pessoas quando estava querendo expressar uma pequena estrofe de sua canção preferida, acompanhada ao violão ou não.
http://lattes.cnpq.br/8222363703321930
E-mail: bcarmo45.bcm@gmail.com
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