Momento Cultural: Perto do mar, anoitecia… por Célio Meira.

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Perto do mar, anoitecia…

Corria o mês de novembro,

– Era Dia da Bandeira,

fomos ver a lua cheia,

ao lado da ribanceira.

Depois, descemos. Na praia,

ficamos a reparar:

– Havia esteira de prata,

nas águas mansas do mar.

Ali, olhando o mar, a lua,

recebemos a lição:

– Jesus Cristo está presente,

na glória da criação.

(migalhas de poesia – Célio Meira – pág. 25).

“Dias Cardoso, nós estamos aqui”. Disse Célio Meira, ao final do seu discurso…..

Em ocasião recente, contou-me a professora Adeilda Dias uma história interessante, sobre a leitura do feriado municipal do dia 3 de agosto, sob a analise do seu neto (7 anos), quando o mesmo foi questionado o motivo do feriado municipal. De maneira resumida disse ele: “foi uma briga com galera da Holanda. Teve vida, teve morte e a gente ganhou”.

Pois bem, sem tanta simplicidade, na noite do dia dois de agosto, o professor George Cabral, presidente do Instituto Arqueológico Pernambucano, proferiu palestra na solenidade promovida pelo nosso Instituto Histórico. No bojo das suas explanações realçou a figura do Sargento-mor Dias Cardoso, no contexto da chamada Restauração Pernambucana. Mais adiante, no mesmo evento, na intervenção oral o professor Pedro Ferrer, o mesmo reforçou a imprescindível participação do experiente guerrilheiro – Dias Cardoso – na épica Batalha das Tabocas, cravando que o valente herói vem sendo  injustiçado pela macro-história.

Confirmando o sentimento do professor Pedro, recortamos um trecho da publicação do Diário de Pernambuco, ocorrida no último final de semana, na coluna “Diário na História”.

Naquela ocasião, há 75 anos, autoridades civis, militares e eclesiásticas renderam merecidas homenagens aos heróis, Vital de Negreiro e Fernandes Vieira, “esquecendo” do Sargento-mor Duas Cardoso. Ressaltemos, porém, que na nossa cidade, Vitória de Santo Antão, seu nome está grafado em rua, colégio e até um busto, erigido na Praça da Restauração.

 A título de curiosidade, porém, o mesmo (busto) foi inaugurado por ocasião tricentenário da Restauração Pernambucana, ocorrido em 24 de janeiro de 1954. Na placa comemorativa, entre outras coisas, tem grafado: “Sargento-Mor Dias Cardoso, o construtor da Vitória nas Tabocas”.

Convidado pelo prefeito da época, Manoel de Holanda, o orador oficial desse marcante evento comemorativo/inaugural, foi o meu avô, Célio Meira (foto). Suas palavras escritas,  “ipsis litteris, fazem parte do meu arquivo.  “Dias Cardoso, nós estamos aqui”. Disse ele, ao final do seu discurso……

COMPESA: prêmio para inglês ver…

Em ano pré-eleitoral as coisas começam “ganhar forma”. Dias atrás o presidente da COMPESA, Roberto Tavares, que está se organizando para disputar um mandato de deputado federal, em 2018, participou, em São Paulo, da edição 2017 do Anuário Época Negócio 360º.

Pois bem, a COMPESA, empresa que ele dirige, foi agraciada, em todo Brasil,  com a primeira colocação no setor de saneamento. Certamente essa pesquisa e todo esse “brilhante” trabalho da COMPESA não passou na nossa cidade, Vitória de Santo Antão.

Em Vitória, aliás, como todos são testemunhas oculares, a referida empresa é a representação máxima da ineficiência, do descaso e do desrespeito aos consumidores. Além, claro, de ser um péssimo exemplo de gestão, sobretudo no que diz repeito à interferência danosa e nebulosa, promovida pelos três principais grupos políticos locais. O referido prêmio, aos vitorienses, constitui-se numa verdadeira PIADA.

Pedido de Desculpas: do atual secretário na direção do ex-diretor.

Caro Pilako. Sobre a recente declaração do Secretário Municipal Dr. Paulo, alegando divida da AGTRAN no contrato de locação de veículos referente 2016, a empresa nos forneceu declaração afirmando não haver nenhuma dívida da AGTRAN com a empresa, e que passamos ao secretario que já nos mandou pedido de desculpas pessoal. Resta o Blog divulgar justificativa para que o público que viu a matéria conheça a realidade. Aguardamos. Caso queira, lhe enviaremos cópia do documento.

Hildebrando Antonio de Lima.

 

MOMENTO CULTURAL: CORDEL DO CONTRADITÓRIO/09 – POR Egídio Timóteo Correia

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Coração não se escraviza
Não se prende sentimentos.
Ideias precisam de asas
Pra voar no firmamento
Ninguém deve controlar
A força do pensamento.

Um poeta social
Preso à sociedade,
Proibido por etiquetas,
Esconde as suas verdades.
Poetas precisam ser livres
De ódio, mágoas e vaidades.

Um poeta religioso
Tem seus versos algemados,
Tem medo de se expandir,
Cometer alguns pecados.
Poemas querem ser livres
E nunca ser censurados.

Por isso é que a poesia
Deve ser independente.
Falar do fundo da alma
Como ela pensa e sente
Ser uma interprete da vida
E das coisas de sua gente.

Egídio Timóteo Correia

 

Momento Vitória Park Shopping

Malasartes (vivido por Jesuíta Barbosa) é um malandro que, por mais que seja apaixonado por Áurea (Ísis Valverde) não resiste a um rabo de saia. Devendo muito dinheiro a Próspero (Milhem Cortaz), irmão de sua amada; Malasartes precisa escapar dele ao mesmo tempo em que prega peças, sempre usando a inteligência, de forma a conseguir alguns trocados. Só que seu padrinho, a Morte (Julio Andrade) em pessoa, tem outros planos para ele… ☠️
Vem conferir o desfecho dessa assombração pra lá de divertida no #GrupoCine