Paulo Nascimento e a Banda Real

Paulo Nascimento e a BANDA REAL no CD “Me Faz Feliz“, com a composição deJoão Caverna, a música COCO DA CABRA, com a interpretação de Alcir Damião, Nici e Paulo Nascimento.

[wpaudio url=”http://www.blogdopilako.com.br/wp/wp-content/uploads/bandareal.mp3″ text=”Banda Real – Coco da Caba” dl=”http://www.blogdopilako.com.br/wp/wp-content/uploads/bandareal.mp3″]

Aldenisio Tavares

Nota de Desagravo: Sindicatos que representam o funcionalismo público local.

Ao caminhar pelas ruas centrais da nossa Vitória de Santo Antão, hoje, pela manhã, presenciei um carro de som anunciando uma NOTA DE DESAGRAVO. O conteúdo alardeado, assinado pelos sindicatos dos funcionários municipais local, entre outras coisas, falava em perseguição, desrespeito, ausência de dialogo, ditadura, redemocratização e etc. Ainda segundo a nota estaria ocorrendo, por parte da atual gestão municipal, uma diminuição nas horas/aula de uma professora que é dirigente sindical por perseguição.

Muito bem, divergências entre  a categoria do funcionalismo  público com as gestões municipais locais não é nenhuma novidade. Faz parte daquilo que Karl Marx precificou, lá na metade do século XIX,  como a eterna luta de classes segundo a qual a sociedade passou a ser dividida – burguesia X proletariado – e que só acabaria com o sepultamento do sistema capitalista.

Deixando de lado um pouco a filosofia de Marx e partindo para uma leitura mais contemporânea dessa relação – prefeitura X sindicato –  logo entenderemos que sempre existiu excessos de parte à parte. Para o sindicato todos os gestores são opressores e para os gestores todos sindicalistas são radicais……. Esse é o jogo jogado há décadas… Não gostaria, aqui, de entrar no mérito da atual  questão, afinal, agora, não tenho informações suficientes para construir um juízo de valor sobre o que está ocorrendo.

Para concluir, contudo, afirmo ser conhecedor de que a relação histórica entre as partes mencionadas nunca foi transparentes aos olhos do contribuintes (o verdadeiro patrão das duas categorias). Na nossa cidade, por exemplo, tem profissionais da educação ganhando salário muito acima da realidade, o que é pior:  sem colocar os pés na sala de aula.

Do outro lado tem profissionais recebendo sem desempenhar a função, apenas por ser  “fies” cabos-eleitoral dos gestores de plantões. Dessa forma a conta nunca fechará. Todos sabem disso, mas fazem de conta que não sabem!!!

Apenas uma pergunta,  na direção dos dirigentes sindicais e dos atuais gestores públicos: VOCÊS TOPARIAM FAZER UMA AUDITORIA SÉRIA E INDEPENDENTE NA FOLHA DE PAGAMENTO DA EDUCAÇÃO DO MUNICÍPIO,  PARA  DEPOIS IMPLANTAR O PONTO ELETRÔNICO EM TODA REDE MUNICIPAL?

Com a palavra os gestores e os sindicalistas…

Hildebrando Lima: “95 anos da Assembleia de Deus em Vitória de Santo Antão”.

Semanas atrás, ao tomar conhecimento do livro lançado pelo amigo Hildebrando Lima no qual narra os “95 anos da Assembleia de Deus” em Vitória de Santo Antão, interessei-me em comprar um exemplar ao próprio autor. Na manhã de hoje, através do seu filho, chegou em minhas mãos  um exemplar.

Em uma rápida leitura, até por que ainda não tive tempo de me aprofundar, o opúsculo traz, de maneira simples e objetiva, os primeiro passos da respeitada instituição religiosa em nossa cidade. Além de nominar os pioneiros pregadores, as primeiras atividades, os fatos relevantes e até algumas curiosidades, o autor  também  confidencia sua relação pessoal e sua dedicação na construção desse patrimônio religioso em nossas terras.

Apesar de ser uma pessoa interessada na história da nossa Vitória de Santo Antão confesso que pouco sei sobre as instituições não católicas da nossa polis. Aliás, nas minhas muitas pesquisas sobre nossa terra, pouco se encontra relatos sobre outras denominações. De sorte que esse trabalho do amigo Hildebrando Lima jogará luz sobre os que desejam saber mais sobre a história da Vitória de Santo Antão.

Essa minha parente, Luislinda Valois, envergonhou o Brasil e a França.

Confessor que mesmo acompanhado o noticiário político local, estadual, nacional e  até internacional não conhecia nada dessa Ministra dos Direitos Humano do governo do presidente Michel Temer. Muito menos que a eminente Luislinda Valois é desembargadora aposentada do Tribunal de Justiça da Bahia e que é filiada ao Partido da Social Democracia Brasileira (PSDB).

Nada disso eu sabia até a mesma aparecer na mídia nacional em função da sua atrapalhada, atinente aos seus pleitos salariais. Antes de tudo, gostaria de dizer que se “espremer” com força, essa senhora ainda chega a ser parente minha. Seu sobrenome – VALOIS – oriundo da França, é o mesmo da família da minha mãe. Aliás, aqui na Vitória tem muita  gente dessa mesma origem.

A senhora Luislinda Valois, a coitadinha, queria receber salário de R$ 61.400,00 por mês,  quando o teto máximo permitido é de R$ 33.700,00. Nesse caso em tela, pior do que o seu pedido no ordenado,  foram suas colocações para justificar o pedido. Entre outra coisas, disse ela:

Todo mundo sabe que quem trabalha sem receber é escravo.

Após a polêmica gerada ela ainda emendou:

“O Brasil está sendo justo comigo? Como é que eu vou comer? Como é que vou beber? Como é que vou calçar?”

E ainda completou:

“É cabelo, é maquiagem, é perfume, é roupa, é sapato, é alimentação. Se eu não me alimentar, eu vou adoecer e aí vou dar trabalho para o Estado.”.

Com todo respeito a senhora Luislinda Valois – “minha parente” – acredito que a mesma não tem “miolo” para ocupar um cargo de Ministro de Estado. O pior ainda é saber que essa senhora é magistrada aposenta. Saber que uma pessoa que usa de rasas  argumentações  para justificar um pedido “fora da lei”,  era uma pessoa  e que a união lhe reservava o direito de julgar os procedimentos alheios.

Portanto esse episódio é mais a jogar luz no nosso sistema político falido, cujos os cargos de maior relevo, aqui e acolá, são ocupados por pessoas despreparadas, sem a menor capacidade de entender a liturgia da função que exerce,  mesmo que lhe sobre diplomas, títulos e “notório saber”.

Concluo dizendo: se  isso aconteceu na Esplanada dos Ministérios, imagina nas administrações estaduais e nas mais de cinco mil prefeituras,  espalhadas pelo nosso Brasil continental?

Vitória e os seus messias: NOVO RECORDE DE ARRECADAÇÃO!!!

De certa forma temos um pouquinho de sangue português correndo nas nossas  veias. Não fosse pela composição genética, os costumes, as mazelas, a língua e as crenças da terra do atual melhor jogador do mundo, Cristiano Ronaldo, face à colonização, iniciada há meio século, tudo isso já chancelaria nossas ligações.

O sebastianismo, crença mística segunda a qual o jovem Rei de Portugal, falecido em combate, reapareceria para salvar o seu País da miséria assim como resgatar o seu povo do fundo do poço, também ganhou forma e corpo no nosso Pernambuco, precisamente na cidade de São José do Belmonte (1838)

Pois bem, pouco ou muito, por formação, o povo brasileiro, sobretudo o nordestino,  ainda acredita no “messias”, ou seja: aquele que no momento mais difícil aparecerá  para nos salvar. Os nossos políticos, de maneira geral, mesmo sem saber da origem desse atmosfera,  conhecem muito bem esses traços do eleitorado tupiniquim.

Não à toa, na nossa Vitória de Santo Antão, terra com forte tradição religiosa, conservadora por essência,  os políticos se acostumaram a trabalhar da mesma forma. Ou seja: PARA MELHORAR,  SE FAZ NECESSÁRIO PIORAR. ENTRA EM CENA, ENTÃO, O SALVADOR DA PÁTRIA!!

Segundo informações técnicas do consultor financeiro vitoriense, Elias Martins, o nosso município bateu novo recorde em arrecadação financeira. Oficialmente não há contestação aos números anunciados por ele. O que nos levar a crer que tudo é real. Tudo é verdade.

Nesse contexto, observamos que tanto na gestão anterior quanto na atual o discurso padrão  continua o mesmo: “CRISE FINANCEIRA E DÉBITOS DEIXADOS PELA GESTÃO ANTERIOR”.

Curiosamente, tanto na gestão passado quanto na atual, as coisas só irão engrenar no momento oportuno, ou seja, próximo das eleições. O bom dessa “rotina” administrativa local – cíclica,  continua e perene –  é que os eleitores  já começaram a entender essa manobra. Resta-nos saber, portanto,  se a velha crença no messias irá prevalecer mais uma vez, pois acreditar que alguém poderá nos salvar, convenhamos,  não deixar de ser, indiscutivelmente,  um alento, um  conforto para o povão!!

Momento Cultural: ESPAÇO – por MELCHISEDEC

Melchisedec

Para nós, seres humanos, o nosso espaço no cosmos, começou a três milhões e quatro centos mil anos, porém, só a trinta mil anos, começamos a entender onde vivíamos e o que éramos.

Conquistamos o fogo, iniciamos plantio das sementes, aprendemos lidar com os animais, aplicamos nosso primitivo talento para criar os instrumentos de trabalho, usando a pedra, depois descobrimos o ferro e o bronze que permitiam um avanço significativo na nossa arte de fazer as coisas.

Com o ajuntamento das pessoas, formamos as tribos, as comunidades agrícolas que foram evoluindo até a formação das cidades.

Nesse vasto espaço cósmico, a nossa memória parece confinada no estreito lugar do planeta em que vivemos. Pouco a pouco vamos aparecendo em forma de escritos históricos para dizer à posteridade o que fomos, o que somos e o que seremos.

Hoje, todas as pessoas de quem ouvimos falar, viveram e lutaram em algum ponto deste planeta.

Todos os reis, sábios, nobres e plebeus, batalhas, guerras, migrações, invenções, tudo que há nos livros, sobre a história do homem, aconteceu aqui.

Dentro desse imenso espaço do universo de onde emergimos, somos um legado de vinte bilhões de anos de evolução cósmica.

Agora vemos nosso planeta à beira da destruição. As máquinas mortíferas inventadas pelo homem para sua própria destruição. É a inversão de valores.

A maldade tomou conta do coração do homem. Agora temos que melhorar a vida na terra e conhecermos o universo que nos criou, sem desperdiçar nossa herança de vinte bilhões de anos numa autodestruição insensata.

O que acontecer no próximo milênio, dependerá do que fazemos aqui a agora, usando a nossa inteligência e a nossa vontade para salvar o planeta.

Lembremos que: “há mais coisas entre o céu e a terra de que supõe vã filosofia”.

(VERDADES FUNDAMENTAIS – MELCHISEDEC – pág. 61).