Zezé do Forró em Pot Pourri

Do novo CD de Zezé do Forró, ouça o Pot Pourri  ESQUENTA MORENINHA e Cair na Brincadeira, de autoria Assisão, Genaro e Evaldo Lima, respectivamente.

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Aldenisio Tavares

NA SAUDADE, A GENTE BRINCA MELHOR!!

Com essa matéria encerro o conjunto de postagens atinentes ao nosso entrudo, ocorrido em 2018. Aproveito para agradecer e também pedir desculpas aos muitos internautas. Primeiro, pelo grande volume de acessos no nosso jornal eletrônico. Segundo, por não haver atualizado o mesmo na velocidade que desejava, em função das muitas atividades.

Contudo, concluo, respondendo aos muitos parabéns recebidos, pessoalmente e nas redes sociais, pelo grandioso, organizado e animado desfile da nossa agremiação – A SAUDADE. Reproduzo, então, o trecho de uma das nossas músicas que diz: “A ALEGRIA ESTAMPADA TÁ NA CARA DE QUEM BRINCA!”

Novo da Banca: o vereador que participa do carnaval, em ano com eleição e sem eleição!!

Anos atrás, nos microfones da Rádio Vitória FM, realcei o descaso dos políticos vitorienses  com a nossa festa maior. Na ocasião, por dever de justiça, sublinhei, apenas, o nome do vereador Novo da Banca, como alguém verdadeiramente identificado com a festa mais popular do Brasil – o carnaval. Não errei!!! Escrevo, hoje, para reafirmar o que disse!

Em ano que tem eleição para câmara de vereadores, no carnaval, tem até candidato evangélico no meio da folia, abraçando o pessoal e querendo patrocinar agremiação. É bem verdade que não é obrigação do legislador municipal gostar de carnaval nem investir seu dinheiro na folia, mas, para os mais atentos, esse tipo de expediente revela um caráter, uma linha, um perfil…

De modo que renovo maus parabéns ao vereador Novo da Banca pela sua atuação carnavalesca, quer seja participando na qualidade de folião ou como patrocinador, através da sua empresa ou até mesmo sendo solidário no apoio logístico, com o seu carro de som.

Sem medo de errar: Novo da Banca é o vereador do Carnaval Vitoriense. Marcou presença em praticamente todas as festividades momescas locais. Parabéns pela atuação e pela continuidade atuação, em ano com eleição e também no ano que não tem eleição!

Carnaval 2019: RETIRADA DOS CARROS DE MÃO DO PERCURSO OFICIAL DO CARNAVAL !!!

Com a finalização do carnaval vitoriense 2018, mais uma vez, fica a certeza de que ainda estamos deficitários, sobretudo no quesito estrutura e organização. Não obstante a atual gestão municipal não haver criado obstáculos e problemas às agremiações carnavalescas, como ocorreu durante vários anos, inclusive havendo um excesso de autoridade, quando, em 2014, se “jogou” a polícia “em cima” dos verdadeiros promotores do evento, ficou evidente que a  atual equipe,  montada pelo prefeito Aglailson Junior,  não é detentora da experiência necessária, na condução de um evento dessa magnitude. Eventos de grande porte se faz necessário muito planejamento e material humano específico para cada função a ser desempenhada.

Como já falei anteriormente, acertou a gestão quando “ativou” o nosso “Quartel General do Frevo” – Praça Duque de Caxias. Precisando, evidentemente, de uma maior coordenação. Esse ano, ao invés do fechamento das ruas,  realizados com correntes utilizou-se os equipamentos conhecidos como “disciplinadores”. Ficou melhor! No entanto  várias agremiações sofreram com carros estacionados no corredor oficial da folia, atrapalhando o desfile. Reconheço, aqui, o esforço e a boa vontade dos agentes da AGTRAN, sobretudo do Evaristo e do Barros, mas, independente de qualquer coisa, o prefeito tem que investir em pessoal extra para trabalhar no carnaval.

Se existe uma unanimidade no nosso carnaval, a mesma atende por uma só vontade: RETIRADA DOS CARROS DE MÃO DO PERCURSO OFICIAL DO CARNAVAL. Não adianta empurrar o problema para debaixo do tapete. Não adianta fazer de conta que os carros de mão é algo “normal” ao carnaval. Todo mundo reclama!!!. “Carro de Mão” é um dos maiores focos de problemas do nosso evento. Machuca os foliões, atrasa o andamento dos desfiles das agremiações (orquestra e trio) e ainda promove um visual horrível para a festa. Fica quase impossível se fazer um registro fotográfico, realçando o público, sem que apareçam as placas feitas em papelão – mal pintadas – no meio da multidão. É simplesmente HORRÍVEL  e depõe contra toda a organização da nossa festa maior!!

Sem contar, evidentemente, que todo esse descontrole, por parte da prefeitura, favorece,  ainda mais,  à bagunça e prejudica os pequenos comerciantes da nossa cidade. Na noite do sábado (10), por exemplo, registrei uma camionete, lotada de isopor, bebidas e carro de mão, oriunda de uma cidade vizinha, chegando para ocupar o espaço que deveria ser dos ambulantes da nossa cidade, ou seja: Pessoas de fora da cidade, que não tem nada haver com o evento, além de levar o dinheiro daqui,  ainda promovem a maior  esculhambação e bagunça.

Portanto, se o prefeito Aglailson Junior quiser entrar para história carnavalesca da nossa Vitória de Santo Antão, entre outras coisas, deveria ele promover  a organização do comercio ambulante da festa. Isso é uma atribuição exclusiva do poder público municipal. Se assim proceder, poderá ele eliminar os “empresários” dos carros de mão,  e promover pontos fixos de vendas de bebidas e comidas, favorecendo, então,  os pequenos comerciantes vitorienses, que necessitam de ganhar seu dinheiro no carnaval.

Concluo, contudo, destacando o planejamento do prefeito da cidade de Olinda – professor Lupércio – que realizou um dos maiores carnavais do Brasil sem usar um centavo dos cofres da prefeitura. Seria uma ação que vai além dos interesses carnavalesco, isto é: diz respeito a  todos os vitorienses!!! Quem brinca e também quem não brinca……

Clarins: uma lembrança adormecida na nossa memória…….

Por ocasião do desfile dos “Monges”, ocorrido na noite do sábado de Zé Pereira, registramos  uma aula sobre a tradição dos clarins no carnaval. Segundo o músico Roberto Sena, nos carnavais de outrora, antes mesmo das invenções eletrônicas –  como carro de som – era o toque dos clarins que anunciava a festa.

Formado pelos amigos músicos Regis, Vasconcelos e Roberto Sena o abre-alas dos Monges nos fez recordar aquela memória auditiva que permanece adormecida na nossa memória, sobretudo nos foliões vitorienses. Oportunamente registramos alguns toques tradicionais: vitória, coca-cola, abre-alas, relógio e etc. Veja o vídeo:

Vanildo de Pombos

A inesquecível interpretação e a saudade da voz marcante de VANILDO DE POMBOS, cantando a música Vaquejada da Vitória, composta por Samuka VoiceBenedito de Cachoeirinha e Aldenisio Tavares.

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Aldenisio Tavares

Monsenhor Maurício: “ESSE PADRE É POP”!!

Aos que militam no “mundo mágico” da história a linha do tempo é uma espécie de espiral, ou seja: as coisas sempre se repetem. Mudam os atores e as circunstancias, mas os fatos se voltam para que possamos fazer uma nova releitura!!

Na Bucólica e majoritariamente católica Vitória de Santo Antão de 1910 o Monsenhor Laurino Justiniano Ferreira Douetts, no carnaval, causou espanto e até uma certa indignação dos fies. Naquele tempo, dizem os livros que contam a história dos nossos antepassados, que quase todos clubes – inclusive os maracatus – começavam seus respectivos desfiles do calçadão da nossa imponente Igreja da Matriz.

De maneira surpreendente, o Monsenhor Douetts mandou colocar no adro da igreja, duas cadeiras para os reis dos dois maracatus se sentarem. Ao saber que foi censurado e muito criticado pela ação saiu-se com a seguinte expressão: “É assim que se atrai o povo à Igreja”.

Pois bem, com quase cento e vinte anos depois, no recente carnaval (2018), o Monsenhor Maurício Diniz, ao ser convidado para abençoar o desfile da Companhia do Monges em Folia, ocorrido na noite do sábado de Zé Pereira (10/02), no calçadão da Igreja do Rosário, de maneira singular, protagonizou aquilo que chamamos de missão.

Solicitou aos diretores “Dos Monges” e a todos carnavalescos e foliões presentes contribuição às obras da igreja. Por lá, com sua simpatia singular, o monsenhor – no bom sentido da palavra – ROUBOU A CENA. Todos queriam tirar uma fotografia com o Monsenhor Maurício. Concluo essas linhas, repetindo a expressão do Monsenhor Douetts: : É assim que se atrai o povo à Igreja”.

Respeito e profissionalismo no nosso carnaval!!!

Por falta de sincronia dos coordenadores do palco, instalado na Praça Duque de Caxias, durante o carnaval 2018,  aconteceu um cruzamento frontal em “A Girafa” e “O Galo Do Cajá”. Em bonita atitude de respeito e profissionalismos os diretores da “Girafa” e o artista que estava no comando musical do desfile – Geraldinho Lins – deram “um tempo” no show. Parabéns a todos os envolvidos !!!

Zezinho e uma nova versão para a música do “Pereirinha”.

Por mais um ano encontrei, no meio da folia, o amigo carnavalesco Zezinho. Ele, que nas horas vagas também é compositor, fez uma nova versão – atualizando os fatos – da Agremiação Carnavalesca “O Pereirinha” – O Bloco do Javan. Nela, ele ressalta à nova diretoria, assim como reafirma que a folia “começa no sábado à tarde e só termina no domingo de manhã”. Veja o vídeo:

Emprego: Agência de Encaminhamento Grau Técnico!!!

Em recente acontecimento o Centro de Ensino Grau Técnico da Vitória inaugurou sua própria “Agência de Encaminhamento” ao mercado de trabalho. A partir de agora, além dos alunos se qualificarem de maneira plena, os mesmos também estarão mais próximos do tão sonhado primeiro emprego.

Em parceria com as empresas cadastradas, O Centro de Ensino Grau Técnico, quando solicitada, buscará no seu banco de dados alunos e ex-alunos com o perfil exigido. Dessa forma, ganham todos: Empresas, Grau Técnicos e principalmente os novos profissionais.

Cine Avalovara

Dia 25 de fevereiro, às 17h, no Silogeu, vamos exibir e debater sobre o filme MEU CORPO É POLÍTICO (2017), primeiro longa-metragem da diretora brasileira Alice Riff, que nos convida a refletir sobre as violências e os enfrentamentos pelos quais passam os membros da comunidade LGBT+. “Meu Corpo é Político” é um exercício de empatia totalmente necessário.

Vamos? Esta sessão será realizada por meio da plataforma VideoCamp.

O Cineclube Avalovara é um projeto aprovado no 10º Edital do Programa de Desenvolvimento da Produção Audiovisual de Pernambuco (Funcultura 2016 – 2017), e tem apoio do Instituto Histórico e Geográfico de Vitória de Santo Antão (IHGVSA) e da Federação Pernambucana de Cineclubes (Fepec).

SINOPSE
O documentário aborda o cotidiano de quatro militantes LGBT que vivem na periferia de São Paulo. A partir da intimidade e do contexto social dos personagens, o documentário levanta questões contemporâneas sobre a população trans e suas disputas políticas.

SERVIÇO
Cineclube Avalovara exibe MEU CORPO É POLÍTICO
Classificação indicativa: 12 anos
Data e hora: 25/02/2018 (dom), às 17h
Local: Silogeu do IHGVSA
Entrada Franca