Monsenhor Maurício: “ESSE PADRE É POP”!!

Aos que militam no “mundo mágico” da história a linha do tempo é uma espécie de espiral, ou seja: as coisas sempre se repetem. Mudam os atores e as circunstancias, mas os fatos se voltam para que possamos fazer uma nova releitura!!

Na Bucólica e majoritariamente católica Vitória de Santo Antão de 1910 o Monsenhor Laurino Justiniano Ferreira Douetts, no carnaval, causou espanto e até uma certa indignação dos fies. Naquele tempo, dizem os livros que contam a história dos nossos antepassados, que quase todos clubes – inclusive os maracatus – começavam seus respectivos desfiles do calçadão da nossa imponente Igreja da Matriz.

De maneira surpreendente, o Monsenhor Douetts mandou colocar no adro da igreja, duas cadeiras para os reis dos dois maracatus se sentarem. Ao saber que foi censurado e muito criticado pela ação saiu-se com a seguinte expressão: “É assim que se atrai o povo à Igreja”.

Pois bem, com quase cento e vinte anos depois, no recente carnaval (2018), o Monsenhor Maurício Diniz, ao ser convidado para abençoar o desfile da Companhia do Monges em Folia, ocorrido na noite do sábado de Zé Pereira (10/02), no calçadão da Igreja do Rosário, de maneira singular, protagonizou aquilo que chamamos de missão.

Solicitou aos diretores “Dos Monges” e a todos carnavalescos e foliões presentes contribuição às obras da igreja. Por lá, com sua simpatia singular, o monsenhor – no bom sentido da palavra – ROUBOU A CENA. Todos queriam tirar uma fotografia com o Monsenhor Maurício. Concluo essas linhas, repetindo a expressão do Monsenhor Douetts: : É assim que se atrai o povo à Igreja”.

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