Mestre Duda da Passira: sua obra e seu legado serão preservados!!

Lembrar e preservar as coisas boas são ações que nunca deixará de ser uma atitude inteligente. O Mestre Duda da Passira, por sua obra e pela humildade em pessoa, marcou época no cenário musical nordestino. Respeitado pelos artistas afamados e admirado pelos inúmeros forrozeiros, Duda é, indiscutivelmente, uma das maiores referências musicais  da Vitória de Santo Antão.

Nesse contexto, porém, na noite de ontem (30), no dia em que marcou os cinco anos do seu sepultamento,  a Câmara de Vereadores da Vitória, sob a presidência do vereador Novo da Banca,  promoveu uma sessão especial para homenagear o Mestre Duda da Passira. De maneira póstuma, uma vez que o plenário da casa, em 2011, já havia concedido-lhe o título de Cidadão Vitoriense, seus familiares foram condecorados.

Diante dos convidados, admiradores e artistas,  que vieram homenagear o legado do mestre e amigo, Duda da Passira, foi anunciado o projeto da criação da “Casa Museu Mestre Duda da Passira”. Na ocasião, o estado de Pernambuco também condecorou a obra do Duda da Passira.Durante sua trajetória na cena musical, antes do reconhecimento, assim como a esmagadora maioria dos artistas,  a vida não lhe foi fácil.

Na qualidade de jovem forrozeiro lembro que participei do lançamento do seu primeiro disco. O evento ocorreu em 1989, no Restaurante Recanto Gaúcho, aqui em Vitória. Participei dessa festa: “sai lá do pé de serra….onde nasci e me criei…..fui embora pra cidade, muita saudade deixei…….” Essa canção foi bastante tocada na noite…Duda se emocionou várias vezes….

Já no início dos anos 2000, ao contratar o Mestre Duda para colocar a sanfona na música da Cavalgada Fest, composta pelos amigos Aldenisio Tavares e Samuka Voice e interpretada pelo também já falecido renomado artista local, Pierre, após o trabalho praticamente concluído, Duda pediu para refazer uma parte apenas  para acrescentar, entre algumas notas, uma espécie de alegoria musical. Algo que só quem conhece e tem amor ao faz!!!

Portanto, mais que justas todas as homenagens ao Mestre Duda da Passira. Ele deixou uma obra robusta e sua sanfona ajudou a projetar um sem números de artistas por esse Brasil. Aos Familiares desejamos sucesso, no novo projeto: CASA MUSEU MESTRE DUDA DA PASSIRA.

Major Eudes lembra aos ex-atiradores à convocação para o desfile do dia 7 de setembro….

Dentro dos desfiles cívicos que sempre  acontecem no feriado de 7 de setembro,  em nossa cidade,  esse ano, mais uma vez, o Major Eudes – eterno instrutor do nosso Tiro de Guerra –  está “convocando” todos os ex-atiradores  para “se apresentarem ao serviço”. Eu, por exemplo, já recebi meu fardamento (camisa) para me apresentar.

Assim como já ocorreu em anos anteriores, sob o comando do Major Eudes, um grupo de antonenses que serviram à Pátria no Tiro de Guerra local desfila, em um pelotão à parte,  junto com os soldados da ativa. Portanto, se você tem interesse  em participar desse pelotão e reviver os bons tempos da ativa, favor entrar em contato com a secretaria do Tiro de Guerra,  pelo fone: 3523-3307, ou se dirigir ao quartel do Tiro de Guerra, que fica localizado no Alto do Reservatório, para comprar o seu fardamento (camisa).

Momento Cultural: ESPAÇO – por MELCHISEDEC.

Para nós, seres humanos, o nosso espaço no cosmos, começou a três milhões e quatro centos mil anos, porém, só a trinta mil anos, começamos a entender onde vivíamos e o que éramos.

Conquistamos o fogo, iniciamos plantio das sementes, aprendemos lidar com os animais, aplicamos nosso primitivo talento para criar os instrumentos de trabalho, usando a pedra, depois descobrimos o ferro e o bronze que permitiam um avanço significativo na nossa arte de fazer as coisas.

Com o ajuntamento das pessoas, formamos as tribos, as comunidades agrícolas que foram evoluindo até a formação das cidades.

Nesse vasto espaço cósmico, a nossa memória parece confinada no estreito lugar do planeta em que vivemos. Pouco a pouco vamos aparecendo em forma de escritos históricos para dizer à posteridade o que fomos, o que somos e o que seremos.

Hoje, todas as pessoas de quem ouvimos falar, viveram e lutaram em algum ponto deste planeta.

Todos os reis, sábios, nobres e plebeus, batalhas, guerras, migrações, invenções, tudo que há nos livros, sobre a história do homem, aconteceu aqui.

Dentro desse imenso espaço do universo de onde emergimos, somos um legado de vinte bilhões de anos de evolução cósmica.

Agora vemos nosso planeta à beira da destruição. As máquinas mortíferas inventadas pelo homem para sua própria destruição. É a inversão de valores.

A maldade tomou conta do coração do homem. Agora temos que melhorar a vida na terra e conhecermos o universo que nos criou, sem desperdiçar nossa herança de vinte bilhões de anos numa autodestruição insensata.

O que acontecer no próximo milênio, dependerá do que fazemos aqui a agora, usando a nossa inteligência e a nossa vontade para salvar o planeta.

Lembremos que: “há mais coisas entre o céu e a terra de que supõe vã filosofia”.

(VERDADES FUNDAMENTAIS – MELCHISEDEC – pág. 61).

3ª Festa da Saudade: agradeço a todos pelas palavras elogiosas…….

Dentro do proposto, que está contido no projeto de resgatar e reviver os grandes bailes e as grandes festas tradicionais na nossa cidade, a 3ª Festa da Saudade cumpriu o seu objetivo. Procuramos, na medida do possível, estabelecer contatos com o maior número de pessoas que, no meu julgamento, estariam sintonizadas com o sentimento de evento dançante dessa natureza.

Em ato continuo aproveito a oportunidade, também, para agradecer a todos aqueles que atenderam ao nosso convite e participaram desse encontro festivo de caráter dançante. Agradeço por demais àqueles que se utilizaram dos seus perfis particulares nas redes sociais para externa seu sentimento de alegria assim como nos parabenizar pela organização.

Assim sendo, nossas palavras não poderiam ser outras: OBRIGADO, OBRIGADO E OBRIGADO!!!

A manobra que contraria toda lógica viária, continua acontecendo na nossa cidade.

Ao caminhar pelo nosso centro comercial, no final da tarde ontem (29), mais uma vez, deparei-me com a cena que contraria toda lógica viária e que vai de encontro a todo processo de melhoramento do nosso já tão castigado trânsito local. Ou seja: bancos de madeiras transportados por carroça,  no sentido oposto ao fluxo da única via disponível (pelo centro) que liga os dois mais importantes bairros as nossa cidade. Essa manobra insensata manobra já é conhecida por muitos motoristas e pedestres antonenses.

Mesmo após a mudança da direção  da AGTRAN – há 20 meses – os técnicos que cuidam da nossa Mobilidade Urbana não encontraram nenhuma alternativa para evitar esse transtorno aos muitos condutores de veículos que circulam pela referida via, no dia que antecede a feira livre da Vitória.

Inúmeras vezes já realçamos o problema aqui. Essa manobra é um verdadeiros atestado de incapacidade gerencial dos gestores da AGTRAN,que diga-se de passagem,  é um órgão que cuida exclusivamente do trânsito e, ao que parece, não consegue entender os malefícios dessa desastrosa operação.

Bate papo com carne de sol…….

Para colocar os papos em dia, ontem (29), na hora do almoço, dividi a mesa com dois amigos em comum. O jornalista José Edalvo e o empresário Lourinaldo Martins são dois sujeitos “sangue bom”. À mesa, além de uma boa carne de sol, assuntos diversos, desde o cotidiano dos presídios pernambucanos aos extravagantes conceitos do presidente dos EUA, Donald Trump.

CONVITE: Duda da Passira – Eternamente – É HOJE!!

“Convido a todos os amigos e fãs que tiveram a honra de conhecer meu pai, Duda da Passira, para estar conosco, hoje (30), na Câmara Municipal Da Vitória, a partir das 19h, para juntos fazermos uma linda homenagem a ele. Na ocasião estarei recebendo o título de Cidadão Vitoriense,  em memória ao mesmo. Desde já agradeço a todos”.

Júnior Passira

MOMENTO CULTURAL: Jaqueira do caminho – por Célio Meira.

Olha, Amada, esta jaqueira,
na beira dêste caminho:
– na ponta daquele ramo,
as aves fizeram ninho./

Lembras-te? Certa manhã,
cheia de sol, perfumada,
à sombra da ramaria,
fizemos longa pousada./

Esta jaqueira bem velha,
tem vigor e tem beleza:
– É graça de Deus na terra,
– É benção da Natureza./

(migalhas de poesia – Célio Meira – pág. 21).

Introjeção de norma e castigo – por Sosígenes Bittencourt.

Antigamente, a juíza da infância e da adolescência era a mãe. Isso foi no tempo da palmatória. Escreveu, não leu, o pau comeu. Embora ninguém questionasse o valor da chinelada na educação doméstica, não me lembro de criança castigada com injeção letal.

A criança precisa entender que está sendo castigada porque descumpriu normas que precisam ser introjetadas, regras que precisam ser aprendidas, não por irritação, autoritarismo ou abuso da força paterna. Ninguém bate em criança por amor à criança, bate com raiva da criança. Ninguém mata um estuprador por amor ao estuprado, mas por ódio do estuprador.

Introjetamos normas com medo do castigo, mas isso não credita a todo castigo a melhor forma de promover a introjeção da norma.

A criança precisa entender o motivo pelo qual está sendo castigada, não pode concluir que está sendo castigada pelo ódio dos pais, pelo capricho dos pais, pela força maior dos pais. Isto seria como treiná-las para odiar.

Sosígenes Bittencourt