Momento Cultural: Meu pecado – Henrique de Holanda.

Eu não posso saber qual o pecado
que, irrefletido, cometi; suponho
seja, talvez, porque te fosse dado
meu coração, – a essência do meu sonho..

Se amar é crime, eu vou ser condenado
e toda culpa, em tuas mãos, eu ponho.
– Quem já te pode ver sem ter amado?!…
Quanto é lindo o pecado a que me exponho!

Se tens alma e tens sangue, como eu tenho;
se acreditas em Deus, dizer-te venho,
– Que pecas, tens amor, és sonhadora…

Deus deu a todos coração igual.
Se eu amo, sofres desse mesmo mal.
– O teu pecado é o meu, – és pecadora!

(Muitas rosas sobre o chão – Henrique de Holanda – pág. 22).

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Momento FAMAM – Faculdade Macêdo de Amorim.

A pós-graduação em Saúde da Mulher, Ginecologia e Obstetrícia tem como objetivo formar profissionais qualificados, aptos a atuar em equipe na assistência à mulher, no ciclo gravídico, puerperal e neonatal. Fale conosco: 🖥www.escolhafamam.com.br 81 3523.1559/:98811.1559

 
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O Tempo Voa: “Seu” Orlando Souza Leão.

"Seu" Orlando Souza Leão com as filhas, cavalgando na 1ª Feira de Agosto - Pátio do Livramento - 1977 - 

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Momento Pitú: Viva a Resenha!!

A turma pegou um galão, colocou uma torneira e transformou em fonte de resenha. E ainda tinha copinho em cima pro povo se servir. Botei fé!

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CONVERSANDO BESTEIRA – por Sosígenes Bittencourt.

Um dia, eu voltava de Caruaru, de manhãzinha, depois de uma noitada com duas amiguinhas e haver adormecido no Hotel Continental, quando percebi que dirigia por outra estrada. Aí, interpelei um matuto:- Aqui, vai pra onde?

Aí, o matuto: – Vai pra Campina Grande!

Aí, eu engrenei uma marcha a ré e fui procurar Encruzilhada, uma cidadezinha do tamanho de uma encruzilhada. Lá, eu comi uma carne de sol com macaxeira tão gostosa que me danei a conversar besteira. Uma delas foi assim: – Você sabe por que a mulher do burro é uma besta?

Aí, as meninas: – Sei não, mestre.

Aí, eu: – Porque, quanto mais burro, mais besta ela fica.

Abestalhado abraço!

Sosígenes Bittencourt

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Cacá Soares.

Música “Uma Chance“ -  Cacá Soares - autoria dos vitorienses Samuka Voice, Cacá Soares e esse colunista. Ela faz parte do primeiro álbum do cantor, com participação especial de Bruna KellyOuça! Uma Chance - Cacá Soares e Bruna Kelly Aldenisio Tavares
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4ª Festa da Saudade: contagem regressiva – faltam 03 (três) sábados!!!

Faltando três  sábados para o acontecimento dançante mais esperado da Terra das Tabocas, conforme planejado, já estamos fazendo as entregas das senhas aos amigos e amigas que fizeram suas reservas de mesas e camarotes. Trabalhar de maneira antecipada sempre facilita no resultado final.

Como disse o sábio filósofo, “ a expectativa faz parte do prazer”. Nesse sentido, portanto, hoje, disponibilizamos o vídeo oficial que retrata a edição imediatamente anterior da Festa da Saudade, ocorrida no ano passado (2018).

SERVIÇO:

Evento: 4ª FESTA DA SAUDADE - Local: O LEÃO - Dia: 24 DE AGOSTO -Horário: 22 HORAS - Atrações Musicais: BANDA MADE IN RECIFE E ORQUESTRA SUPER OARA - Mesa para 4 pessoas R$ 280,00 -  Camarotes para 8 pessoas R$ 450,00.

 
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Em grande estilo, Colégio 3 de Agosto retoma suas atividades!!!

Atendendo ao convite do amigo e atual gestor do Colégio Municipal 3 de Agosto, Max Bley, estive na manhã de hoje (02) ao evento solene e festivo que marcou o reinicio das atividades do educandário,  após uma reforma nas suas instalações físicas.

O evento começou na parte externa da unidade escolar. Na ocasião, entre muitas presenças destacáveis, usaram da palavra o diretor Severino Max Bley, o prefeito  Aglailson Junior e o deputado estadual Aglailson Victor. Veja o vídeo.

Após o corte da fita, o evento continuou na quadra coberta. Entre outros, religiosos se reversaram ao microfone no sentido de celebrar o momento e pedir proteção ao Deus todo poderoso.  A reconhecida e campeã banda do colégio traduziu em som o simbolismo da festa.

Na qualidade de ex-aluno da referida instituição – Colégio Municipal 3 de Agosto –, ao passar pelos portões fica  impossível não voltar no tempo. Tempos em que vivi e respirei o ar desse verdadeiro templo das letras antonense. Tempo em que o “brabo” diretor, Mário Bezerra, conferia, na entrada, se os  alunos estavam vestidos com o fardamento completo. Coisas da época...........

Na passagem de hoje aproveitei também para abraçar o amigo de sempre,  “Seu” Heleno, que é o proprietário  da cantina do colégio desde os tempos lá de atrás – acredito que há mais de cinquenta anos. Eis ai, portanto, um verdadeiro patrimônio vivo do Colégio 3 de Agosto e de todos os  alunos e ex alunos que por lá passaram....

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Oliveira Lima, Ariano Suassuna e Osman Lins:a escolha de um lugar – por Marcus Prado.

O ambiente bucólico, cercado de verde, tranquilo e relaxante, de três engenhos de cana-de-açúcar e suas casas-grandes, que nunca perdi a oportunidade de revê-los, em Vitória de Santo Antão, cada um com escadarias, corredores, sótãos, porões, tudo isso. com uma marca além de dois séculos, têm um detalhe histórico em comum. Deles me tornei pesquisador interessado em documentar com a câmera fotográfica o seu patrimônio histórico edificado. É gratificante saber por que foram refúgio, alívio e aconchego de três vultos da maior grandeza da nossa inteligência criativa. Não se trata de uma reconciliação telúrica com o paraíso rural perdido. Havia a necessidade transformadora do silêncio para a construção daquilo que Rilke descreve como a esfera necessária à leitura, à criação da escrita, um lugar mágico para vivenciar o “silêncio resignado” e confortável. Aquilo que Epicuro qualifica como irradiação luminosa do silêncio, o cintilamento do silêncio, digo eu, necessário à criação literária.

Os engenhos: Pombal (com o dramaturgo e escritor Ariano Suassuna, o professor e poeta Padre Daniel Lima e o pintor Romero de Andrade Lima), Cachoeirinha (com dona Flora e Manoel de Oliveira Lima) e Tomé (com Osman Lins), este com seus domínios de terras fazendo divisa com o município de Glória do Goitá. Não teria sido por acaso a escolha desses lugares para escrever textos que teriam continuidades sem quebras. Não conheço outra cidade com a ocupação de um espaço rural tão atraente e acolhedor para escritores famosos, sem falar daqueles, não em evidência na arte de escrever, mas na arte de fazer política, como se deu com João Cleofas de Oliveira no engenho Pirapama. (Eu vi, recentemente, a sua casa-grande em ruínas e a capela virou estribaria).  Pirapama era o refugio amoroso de um dos políticos mais influentes da era Vargas, assim como Pombal foi para o saudoso governador Eduardo Campos, nas suas horas de recolhimento e busca de repouso.

Lembro-me dessas casas, com suas portas de madeira de lei, as janelas abertas para o sol e suas telhas de vidro, os alpendres cheios de jarros de flores, seus pontos de armação de redes por todos os lados. Parece que estou vendo a cozinha desses engenhos, de onde vinham aromas inebriantes, as suas enormes mesas-de-jantar em jacarandá, seus tamboretes e bancos para sentar, seus utensílios de cerâmica, a fôrma de fazer bolo e tachos de cobre para canjica e pamonha, seus objetos de estanho, prata, porcelana e vidro, as almanjarras da grande moenda feita de madeira com tração animal, para extração. Suas quartinhas de água fresca em cada quarto, os bules cheios de café quente. Seus tantos quartos de dormir e o dobro de camas e lençóis de linho bordados, seus oratórios barrocos, seus retratos nas paredes (cada um com seus penteados anos trinta), seus jardins cercados de pau-a-pique e seus pomares. De Pombal, lembro-me de Ariano Suassuna e o padre poeta poetíssimo Daniel Lima a contemplarem numa certa tarde de inverno, nas esquinas do crepúsculo que dava para o açude Chora-Menino, a fulva neblina que vinha do canavial caindo sobre as cortinas e vidraças da casa-grande. Tenho para mim que foi na casa pombalina dos ventos errantes, hoje preservada por um dos Andrade Lima da nova geração, o Serginho), onde Daniel Lima escreveria parte dos seus mais belos poemas, reunidos agora numa edição primorosa da Cepe.

Foi neste DIARIO DE PERNAMBUCO que saíram os poemas dessa fase de Pombal. Na mesma casa-grande das primeiras pinturas de Zélia e, no seu entorno, do parque de esculturas de Romero. O rilkeano Malte Laurids Brigge nos diz que para escrever uma única página do seu livro é preciso, antes de tudo passar um dia e uma noite numa velha casa rural. Exemplo máximo foi Martin Heidegger na escolha que fez de sua cabana na Floresta Negra, onde  escreveria páginas que se tornaram para sempre famosas no campo da Filosofia.

Marcus Prado -  Jornalista.

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Engarrafamento Pitú – NOTA

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Instituto Histórico: convite – É HOJE – 02 de agosto – 20h – Salão Nobre.

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Fim de Semana Cultural: O Casulo (Poesia) Por Rosângela Martins.

O meu casulo é como um ventre: Lar, descanso, refúgio, parada. Não há dor ou maldade que entre. Tranqüilo, seguro, minha morada.

E, feito uma borboleta, sinto-me em formação. Cada som, cada odor, parece me chamar Aguça meus sentidos, minha imaginação… Desperta em mim o desejo de voar.

Mas minhas asas são delicadas e pequenas E meu vôo é rasante e bem curto Mesmo sendo eu consciente e serena A minha vontade é apenas um surto.

Porque os cordões ainda estão amarrados. Nas teias emboladas e grudentas me prendo. Meus planos e sonhos, abandonados Levados pela correnteza a qual me rendo.

Rosângela Martins é Poeta vitoriense.

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Momento FAMAM – Faculdade Macêdo de Amorim.

A FAMAM chegou para lhe direcionar nas melhores escolhas. Escolha o melhor para sua carreira profissional. Vá além da graduação. A Pós-graduação de Enfermagem em Urgência e Emergência prepara profissionais para atuarem com agilidade, de forma humanizada, no atendimento de pacientes adultos, pediátricos e idosos em situações de emergência e urgência.

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O Tempo Voa: Colégio Municipal 3 de Agosto.

Ano não registrado 

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Momento Pitú: Viva a Resenha!!

 
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Sócrates e Xantipa – por Sosígenes Bittencourt.

A esposa do filósofo SÓCRATES, dona XANTIPA, xingava o sábio no meio da rua, no mercado público, chamava-o de “mandrião”, ninguém jamais ouviu falar bem da genista, mas Sócrates a amava. Por isso, ela jamais o abandonou.

Contam que, certa vez, ao chegar atrasado em casa, Xantipa esbravejou e depois atirou-lhe água no rosto. Mas, Sócrates, com a paciência que a filosofia lhe facultava, respondeu: É isso mesmo, depois da trovoada, vem a neblina.

Sosígenes Bittencourt

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Nildo canta “Adoro” de Aldenisio Tavares e Samuka Voice.

NILDO VENTURA - canta "ADORO" -  Aldenisio Tavares e Samuka Voice - participação de Bruna Kellly. Adoro - Nildo Ventura Aldenisio Tavares
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4ª Festa da Saudade: a partir de hoje, senhas começam ser entregues!!

Conforme planejado, a partir de hoje, primeiro de agosto, estaremos enviando aos amigos e amigas participantes do evento intitulado 4ª Festa da Saudade, as suas respectivas senhas de acesso. Lembramos que à ocupação das mesas serão de livre escolha obedecendo à ordem de chegada. Quanto aos camarotes, no ato da reserva, as escolhas já foram feitas.  Assim sendo, por uma questão de logística e programação financeira,  gostaria que todos os participantes efetuassem o seu devido pagamento até o próximo dia 15 de agosto. Portanto, aos que já fizeram suas reservas, em breve, estarão recebendo o “passaporte da alegria” para embarcar na  viagem com destino ao mundo musical pretérito,   tendo como partida o Clube Abanadores “O Leão”, com dia e hora marcada:  próximo dia 24 de agosto – 22h.

SERVIÇO:

Evento: 4ª FESTA DA SAUDADE - Local: O LEÃO - Dia: 24 DE AGOSTO -Horário: 22 HORAS - Atrações Musicais: BANDA MADE IN RECIFE E ORQUESTRA SUPER OARA - Mesa para 4 pessoas R$ 280,00 -  Camarotes para 8 pessoas R$ 450,00.

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Morte nos presídios: ser civilizado também é se colocar no lugar dos outros……..

Em Vitória de Santo Antão assim como em Pernambuco, no Nordeste e também no Brasil a violência urbana segue em ritmo continuo e crescente. Isso é fato. No governo comandado pelo partido dos trabalhadores, na última década, as facções criminosas, milícias e etc ganharam status de “poder paralelo”, tanto dentro como fora dos presídios.

Nesse ambiente coletivo hostil e insalubre a população embarcou num projeto de endurecimento aos bandidos. Sete meses se passaram e até agora o novo governo não anunciou -  nem praticou -   nenhum endurecimento ou encaminhamento nessa questão.

Os últimos acontecimentos no presídio do Pará, no qual cerca de sessenta presos foram assassinados – queimados, estrangulados e decapitados – apenas escancara que o setor continua livre de  qualquer  tipo de controle. Todo mundo sabe que dentro dos presídios quem menos manda no pedaço são os agentes penitenciários.

Bom! Uma expressiva parte da população, os chamados “cidadão de bem” alguns, inclusive, com bom nível intelectual e frequentadores assíduos des templos religiosos, acreditam  que os presídios são espaços que NÃO devem receber qualquer tipo de atenção por parte dos governantes, afinal, só vão para lá pessoas que não prestam ou que na verdade nem merecem estar vivas.  Em tese, boa parte dos elementos que lá se encontram são incorrigíveis mesmo.

Ontem, após cinco anos tendo como endereço um presídio do Ceará, o camarada foi solto depois da constatação que ele estava lá injustamente, ou seja: por erro da própria justiça. Esse fato, por assim dizer, acende uma luz, isto é: qualquer um de nós, ou até nossos filhos e netos, mesmo sem dever nada, poderão ser jogados lá dentro, e assim passar a ser mais um sujeito “fedorento” daquele conjunto. Assim sendo, fica a pergunta: será mesmo que os presídios do Brasil devem ser abatedouros de seres humanos?

Ser civilizado também é se colocar no lugar dos outros........

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Colégio Municipal 3 de Agosto – reabertura – 02 de agosto – 9h

Por intermédio do atual diretor do Colégio Municipal 3 de Agosto, Max Bley, registro o recebimento do convite para evento solene que  marcará a reabertura do educandário,  após reforma na sua estrutura física. Desde já, na qualidade de ex-aluno, agradeço a lembrança.

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Instituto Histórico: convite – É AMANHÃ – 02 de agosto – 20h – Salão Nobre.

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Momento Cultural: Bodas de Ouro – por Corina de Holanda.

(De José Bonifácio e Maria José de Holanda).

Garimpeiros do amor

Por ti abençoado,

Te ofertamos, Senhor,

O ouro acrisolado

Colhido na jornada…

(A prata já foi dada)

Nós te damos também,

Gemas de excelsos brilhos,

Para nós, – Nossos Filhos!

Abençoa-os, Senhor!

São todo o nosso bem,

Frutos do nosso amor.

(Entre o céu e a Terra – 1972 – Corina de Holanda – pág. 60).

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Momento FAMAM – Faculdade Macêdo de Amorim.

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O Tempo Voa: 80 anos Eunice Xavier.

Comemoração da passagem dos 80 anos da professora Eunice Xavier - Instituto Histórico - 2003 - na foto: João Álvares, Fernando Moura, Lúcia Beltrão, Severina Moura, Zito Mariano, Jones Pinheiro, Eunice Xavier, Valdinete Moura, Jorge Esteves, Manoel de Holanda, Hélio Campos, Diva Holanda e Carlos Freire. 

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Momento Pitú: Viva a Resenha!!

Galera, surgiu uma dúvida aqui. Alguém sabe dizer se isso é uma laranja miudinha ou um limão dos grandes?

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MANGA COM SAL? – por Sosígenes Bittencourt.

Como eu fui criado chupando manga SEM SAL, nunca me acostumei com essa modalidade de chupada, essa aventura estomacal. E ainda há quem lambuze a fruta na laminha do sal com vinagre. Na feira, a primeira pergunta era a seguinte: – Essa manga é docinha? Aí, o matuto: – É um favo de mel, freguês. Aprendi que SAL só serve para matar micróbio, dar gosto na comida e subir a pressão arterial.  Comida insossa é um dos maiores castigos impostos à velhice. Assim como a privação do açúcar para os diabéticos. Não poder chupar uma manga rosa madurinha é terrível para quem sofre de HIPOINSULINISMO. Não poder passar a mandíbula num bago de jaca dura deve ser uma tortura.

Sosígenes Bittencourt

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Luiz Carlos Nascimento – cantando e encantando

Aldenisio Tavares
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Antão Borges Alves – por Pedro Ferrer.

No dia 5 de novembro de 1866 surgia em nossa cidade o primeiro jornal, “O Vitoriense”. Seu criador, Antão Borges. Filho de Paulo Borges Alves e de Antônia Borges Cunha, nasceu o menino Antão em setembro de 1844. Remarque-se que Antão tinha quinze anos por ocasião da visita da Família Imperial. Essa visita marcou seu espírito.

É lugar comum os biógrafos afirmarem que seus biografados eram alunos dedicados, inteligentes, que tinham pendores pelas artes e a que a veia poética aflorava em todos seus escritos.

Com Antão Borges, não quero cair nesse lugar comum. Antão Borges provou seu amor às letras, quando ainda jovem, já casado, com apenas 22 anos, juntou uns trocados e partiu para Recife para as compras.

O que pretendia comprar aquele jovem?

Compras, nada comum, a um jovem de sua idade e de sua época, que procuraria por uma cartola, uma bengala de marfim, um broche de ouro para gravata, sapatos italianos, lenços de seda…

E que compras tão curiosas foram essas?

Uma impressora e tipos tipográficos. Seu sonho de adolescente tomava forma, imprimir um jornal. Um jornal com oficina própria, independente. A estrada de ferro ainda não existia. Tudo  transportado em lombo de burro.

No dia 5 de novembro de 1866 fazia Antão Borges circular na Vitória “O Vitoriense”. Seu pequeno jornal era um semanário noticioso e comercial, custando a assinatura anual 12 contos de reis. Em 1870 substituiu “O Vitoriense” pelo “Correio de Santo Antão” que permaneceu no prelo até 1875. No ano seguinte voltou a imprimir “O Vitoriense”. Sua edição foi interrompida com a partida de Antão Borges, em 1878, para Glória do Goitá, onde foi exercer o cargo de Tabelião Público. Quando ainda residente na Vitória ocupou uma cadeira na Câmara Municipal pelo Partido Liberal.

Na cidade da Glória do Goitá continuou sua lida jornalística. Tratou de montar sua pequena tipografia e publicou no dia 8 de fevereiro de 1879 “O Goitaense”, primeiro jornal da cidade, periódico imparcial que tinha como um dos seus objetivos alfabetizar a população. Do seu casamento com Antônia Donata teve vários filhos, entre eles o coronel Antão Borges Júnior, coletor fiscal e prefeito da Glória do Goitá nos anos 1920-1924.

Antão Borges, o bravo vitoriense, falecido em agosto de 1918, na cidade da Glória do Goitá, deixou-nos um magnífico legado. Só os iniciados na cultura vitoriense têm a sensibilidade de conhecer o extraordinário trabalho realizado por Antão Borges Alves e os benefícios à cultura vitoriense, atrelados à criação do “O Vitoriense”.

Pedro Ferrer

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Manoel Carlos: bem na fita internacional!!

Caro amigo Pilako, 

participo para você convite efetuado pelo Padre Ortodoxo da Igreja Russa, Padre Francisco, para que me faça presente,  nos dias 13 e 14 de novembro,  no grupo que irá  recepcionar o presidente da Rússia,  Vladimir Putin.

Irei recepcionar o presidente Russo na qualidade de Coordenador Estadual da Liga Cristã Mundial, no Estado de Pernambuco, e, no ensejo, presentearei ao grande líder mundial com artesanatos de nossa região. Onde quer que Eu vá, a Pernambucanidade será enaltecida!! Aproveito para agradecer ao Líder Ortodoxo da Igreja Russa, Padre Francisco". 

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4ª Festa da Saudade – Super Oara – 24 de agosto – no Leão.

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