História local nas escolas: letra morta!!!

Sem marcação ou combinação, dias atrás, ao circular pelo entorno da Praça 3 de Agosto para buscar o automóvel, lá estacionado, fui abordado por um jovem que solicitou-me um registro fotográfico e logo emendou: “Seu” Pilako, eu lhe sigo no Instagram. Acompanho o seu conteúdo. A Corrida com História é muito massa…” Sem maiores questionamentos, fiz pose ao seu lado.

Em ato continuo, puxei conversa perguntando-lhe o nome (Pedro). O grupo que estava com ele –  Carmerindo, Wladimir, Daniel e Ariel –  se aproximou e começamos um dialogo sobre a história e curiosidades da nossa cidade. Ali mesmo, aos “pés” do Anjo da Vitória, o papo fluiu naturalmente. Todos interessados……

Palavras deles: “seria tão bom que as escolas ensinassem mais a história local”.  Ao que complementei: infelizmente, entre outras coisas,  falta interesse dos proprietários das escolas particulares (nem todos) e qualificação ao corpo docente. Já no que se refere às  escolas públicas – municipais e estaduais –  com algumas exceções, falta quase tudo.

A pedagogia do ensino da história local é algo que ultrapassa o papel, o lápis e à obrigatoriedade na grade curricular. Se não houver um pacto social nesse sentindo, continuaremos patinando em algumas iniciativas isoladas. Uma triste realidade antonense……

Curiosidades do Brasil – por Fernando Verçosa


A linha do Equador é uma linha imaginária horizontal que divide a Terra em dois Hemisférios: Norte ou Boreal e Sul ou Austral. Tem uma extensão de 40.075 KM e cruza o Brasil em 4 Estados: Amazonas, Pará, Roraima e Macapá.

Macapá é a única capital do Brasil onde passa a linha do Equador. Somente a cidade de Boa Vista, Capital de Roraima, fica inteiramente no Hemisfério Norte.

Em Macapá foi inaugurado, no ano de 1987, um monumento para marcar onde passa a Linha do Equador e um obelisco com 30 metros de altura para a visualização dos Equinócios. O das Águas, que ocorre em março e o da Primavera que ocorre em Setembro.

O Equinócio é um fenômeno que acontece duas vezes ao ano. São as épocas do ano onde o dia tem a mesma duração da noite, ( 12 horas cada). Esse fenômeno se pode observar pelo alinhamento da sombra projetada, pelo obelisco, exatamente em cima da linha Equador. Também, no topo do obelisco, existe um grande orifício circular onde o disco solar se alinha e preenche todo o círculo.

Atrás do Obelisco foi construído o Estádio Estadual de Futebol de Macapá: Milton de Souza Corrêa, mais conhecido como Zerão O apelido do estádio se deve ao fato de que a linha de meio-campo coincide exatamente com a linha do Equador, fazendo com que cada time jogue em um hemisfério.

Fernando Verçosa – médico

Inauguração do Edf. Procuradora de Justiça Helena Caúla e lançamento de Hino marcam os 131 anos do MPPE

As comemorações dos 131 anos do Ministério Público de Pernambuco (MPPE), a serem completados em 17 de junho, seguem na próxima quarta-feira (15). A programação comemorativa começa às 10h, com a Inauguração da Galeria dos Procuradores-Gerais de Justiça do MPPE. Na ocasião, haverá aposição da foto do ex-procurador-geral de Justiça Francisco Dirceu Barros. A cerimônia ocorre na Rua do Imperador Dom Pedro II, n° 473, bairro de Santo Antônio.   

 Às 11h, haverá a inauguração do Edf. Procuradora de Justiça Helena Caúla Reis. O evento será na Rua do Imperador Dom Pedro II, n° 511, em Santo Antônio.  

 Às 14h30, no Centro Cultural Rossini Alves Couto, ocorre a mesa temática Caminhos para os principais desafios do MP Brasileiro. Opiniões de suas lideranças. O tema será discutido por Oswaldo D’Albuquerque Lima Neto, que é corregedor-geral do Conselho Nacional do Ministério Público (CNMP); Norma Angélica Reis Cardoso Cavalcanti, atual presidente do Conselho Nacional dos Procuradores-Gerais (CNPG); e Silvio Roberto Oliveira de Amorim Júnior, procurador regional da República e ex-conselheiro do CNMP. A mediação fica a cargo do procurador-geral de Justiça do MPPE, Paulo Augusto de Freitas Oliveira.

Já às 16h, é a vez da Solenidade do Aniversário de 131 anos do MPPE, com o lançamento do hino da instituição.

 No mesmo local, em prosseguimento, acontecem a entrega da Medalha Roberto Lyra e da Medalha e Botom por Tempo de Serviço. Por fim, o coquetel de encerramento. 

Na quinta-feira passada, ocorreu um evento de Abertura do Aniversário do MPPE, no Centro Cultural Rossini Alves Couto, na Boa Vista, com a palestra “O combate à improbidade administrativa e a lógica do razoável”, ministrada por Emerson Garcia, que atua como promotor de Justiça no Ministério Público do Rio de Janeiro. Além de membros, servidores, assessores e estagiários de Direito do MPPE, a palestra destinou-se a integrantes do Tribunal de Contas do Estado de Pernambuco (TCE/PE), Tribunal de Justiça de Pernambuco (TJPE), Defensoria Pública de Pernambuco, Procuradoria Geral do Estado de Pernambuco e da Secretaria da Fazenda do Estado de Pernambuco. 

Assessoria. 

Corrida Com História – 142 anos do jornal “O Lidador”.

Após participar da 17º edição da Corrida das Pontes, em Recife, domingo (12),  evento que deveria ter acontecido ainda em 2020 –  adiado por conta da pandemia –, resolvi gravar um vídeo para o nosso Projeto Cultural/Esportivo que atende pelo simpático nome de “Corrida Com História”.

No contexto, por se tratar da data de fundação do nosso mais importante veiculo de comunicação impresso – O Lidador –, relembrei que foi só  a partir da chegada do trem à Vitória (1886) que os antonenses de então puderam sair do “isolamento”, no que diz respeito às mais diversas informações, inclusive internacional,  através dos jornais impressos  da capital.

Voltando ao “Lidador”, fundado exatamente em 12 de junho de 1880, é considerado uma joia da imprensa matutina. Circulou – com alguns hiatos – por mais de 100 anos. Vale lembrar que todo esse acervo, uma espécie de “diário da nossa cidade”, repousa no nosso Instituto Histórico, mas já disponível para consultas na forma digital.

Viva O Lidador! Viva a Imprensa da Vitória e vida longa ao nosso Instituto Histórico……

Veja o vídeo.

https://youtube.com/shorts/cIFuCMI6vqE?feature=share

 

O caso Ângela Diniz – por historia_em_retalhos.

 

Em 30.12.1976, era assassinada na Praia dos Ossos, Rio de Janeiro, a socialite brasileira Ângela Diniz.

O crime foi praticado por seu companheiro Raul Fernando Street, conhecido como “Doca Street”, e, até hoje, é considerado um divisor de águas na luta feminista no Brasil.

Doca Street havia abandonado a família para morar com Ângela.

O convívio, porém, foi marcado por ciúmes, machismo, brigas e violência.

Naquele dia, Ângela havia decidido encerrar o relacionamento.

Inconformado, Doca foi até o carro, pegou uma arma e efetuou quatro disparos contra a cabeça dela.

Quando do primeiro julgamento, em 1979, Doca contratou o renomado advogado Evandro Lins e Silva, que, com a complacência da mídia, usou como tese de defesa a “legítima defesa da honra”, com foco na moralidade sexual feminina.

Afirmava tratar-se Ângela de uma “mulher fatal”, capaz de levar qualquer homem à loucura.

A estratégia foi a conhecida inversão dos papéis, transformando Doca em um jovem “perdidamente apaixonado”, que se deixou subjugar por ela, o seu “objeto amado”.

“Senhores jurados, a mulher fatal encanta, seduz, domina”, afirmou o advogado.

Doca foi condenado a apenas 18 meses de prisão.

Como já havia estado preso por 7 meses (1/3 da pena), foi liberado e saiu livre do júri.

A sentença branda, contudo, mobilizou o país, acendendo o movimento feminista.

Uma reação naqueles moldes era algo absolutamente impensável na sociedade patriarcal brasileira da década de 70.

Inúmeros protestos agitaram o país, sob o lema “quem ama não mata”, como uma resposta ao argumento da defesa de que ele “matou por amor”.

Levado novamente a julgamento, em 1981, dessa vez, com os movimentos feministas realizando forte pressão, Doca foi condenado a 15 anos de prisão.

Ora, como uma mulher desarmada é morta por 4 tiros e torna-se a vilã da história?

O caso Ângela Diniz tornou-se um símbolo da luta feminista no Brasil, sendo o gérmen que fez brotar, 30 anos mais tarde, a Lei Maria da Penha e, depois, a lei do feminicídio.

A quem interessar, esta história está retratada no podcast “Praia dos Ossos”, de Branca Vianna. 🎙️
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José Soares no Instagram: “O caso Ângela Diniz. Em 30.12.1976, era assassinada na Praia dos Ossos, Rio de Janeiro, a socialite brasileira Ângela Diniz. O crime foi…”

 

FALECIMENTO DE PROFESSORA DAMARIZ (Há um ano) – por Sosígenes Bittencourt

Convivi com minha mãe durante 65 anos, sem jamais haver morado noutro lugar. Onde convivemos sempre foi o nosso lar. O seu falecimento não cabe numa crônica, não se resumiria num compêndio. Por isto, guardei uma oração, a vida inteira, para espelhar o que sinto neste instante: Eu sei que a morte é bem maior do que a vida, mas é preciso entender que o amor é bem maior do que a morte.
A vida é feita de tempo e daquilo que fazemos com o tempo que temos. Ademais, morreremos. Contudo, uma vez vivos no mundo, não tem mais jeito, o jeito que tem é viver.
Agora, minha mãe, amiga e mestra, Damariz Pereira Bittencourt, és detentora de um segredo só a ti revelado. Um dia, fostes como nós somos; um dia, seremos como tu és. E segue-se um mistério profundo, nunca mais retornaremos a este mundo
Até breve! Requiescat in pace!
Sosígenes Bittencourt

Trânsito: melhorou ou piorou?

Invariavelmente, nas postagens que produzo realçando o tema trânsito gosto de deixar bem claro que sou apenas um curioso nessa questão. Essa temática é muito complexa,  visto que  envolve um conjunto  de variáveis e competências. Mas, na medida do possível, estamos sempre contribuindo.

FOTO ANTIGA

FOTO ANTIGA

Via central da nossa cidade e caminho e costumeira desse blogueiro, o trecho que fica em frente à “Casa dos Pobres”, na Matriz, no que diz respeito à sinalização,  desde sempre,  recebeu de nossa parte pontuais críticas e sugestões. Disse reiteradas  vezes:  deve ser modifica! Completando: Faz um teste por algumas semanas para ver se o fluxo  de veículos melhora ou piora?

Pois bem, semanas atrás, a AGTRAN promoveu uma intervenção na referida via, no sentido da mudança do estacionamento,  tornando-a, por assim dizer, “mais larga”   ao fluxo de veículos que, diga-se de passagem, é intenso, inclusive com linhas regular de transporte público – a via ficou mais larga sem gastar com um metro de asfalto. E ainda poderia ser melhor se tivesse regulamentado o estacionamento com horário….

Resumo da ópera: o fluxo melhorou consideravelmente!  Ou seja: algo que já disse  inúmeras vezes……….

Duas questões que devem ser revistas:

Primeiro: adequar  a placa de sinalização fixadas nas duas esquinas, pois as mesmas se “conflitam” com a  nova marcação realizada no asfalto, indicando posicionamento diferente do veiculo – algo que vem confundido os motoristas…….

Segundo: aplicar no asfalta a tinta adequada,  pois  a que foi usada, com poucas semanas, já está se apagando.

Essa intervenção pontualmente melhorou o nosso já castigado trânsito. Nossa cidade carece de um estudo mais aprofundado na questão da mobilidade urbana. Precisamos urgentemente inverter alguns fluxos, sinalizar corretamente as vias, proibir alguns estacionamentos e etc. “Trânsito é uma obra inacabada” que precisa de atenção constante e  coragem dos gestores para promover as intervenções necessárias, sem concessões tão comuns e recorrentes já conhecidas no nosso lugar, “ao gosto do freguês”, ou melhor: dos  aliados  ou mesmo para perseguir desafetos políticos…

Até o presente momento –  nessa questão  do trânsito -,   não obstante algumas intervenção positivas e pontuais, a gestão municipal,  comandada pelo prefeito Paulo Roberto,  entregou menos que do que a expectativa apontava……..

O triste fim da Fábrica Tacaruna – historia_em_retalhos.

Esta é a antiga refinaria da Usina Beltrão, que deu origem ao Conjunto Fabril Tacaruna, localizado na Av. Gov. Agamenon Magalhães, no bairro de Campo Grande, Recife/PE.

Erguido como símbolo da pujança econômica e do desenvolvimento do Estado de Pernambuco, no século 19, o imóvel vive à própria sorte, sofrendo saques sistemáticos, que colocam em risco a sua estabilidade estrutural.

Há denúncias, inclusive, de demolição parcial.

A principal razão dessa situação?

Desde 1992, há exatos 30 anos, o imóvel não tem uma função social, a despeito da localização privilegiada.

No ano 2000, foi comprado pelo governo de Pernambuco, por R$ 14,3 milhões, para a criação de um espaço cultural, o qual, porém, nunca saiu do papel.

Registro que, em 1994, o conjunto foi tombado pela Fundação do Patrimônio Artístico e Cultural de Pernambuco (Decreto n.° 18.229/1994).

Também está inserido dentro do polígono de tombamento federal do Sítio Histórico de Olinda.

Eis o paradoxo de um país que não respeita o seu passado: o shopping vizinho, de mesmo nome, segue pujante; a fábrica-monumento, que lhe serviu de inspiração, em ruínas.
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PÁTIO DA MATRIZ – por Sosígenes Bittencourt.

Para o meu gosto, minha memória, este é o cartão postal de Vitória de Santo Antão, berço da catolicidade, no tempo de medo de pecado e fé na salvação da alma. Aqui, aprendi a conjugar o verbo Amar, no Presente do Indicativo, no quintal da Domus Dei, recitado pela professora Luzinete Macedo – impecavelmente fardada e explicativa, um alumbramento pedagógico na Escola Paroquial.
Aqui, experimentei meu primeiro frisson, na aurora da puberdade, a cabeça tombada no colo da namorada, para sarjar espinha com a confluência das unhas. Doce japonês, algodão-de-açúcar, cavaquinho, as cocadas de dona Isabel, cachorro-quente, com hífen e carne de boi de verdade.
Aqui, bebi cerveja, quebrando caranguejo a martelo de pau em Festa de Natal. Enfilerei-me nas esquinas das calçadas, para assistir ao desfile dominical das meninas.
Hoje, inventei de nomear A Corriola, sem lenço nem documento, em meio a uma patota de saudosistas sexa-septu-octogenária da Mátria de Mariana Amália.
Sosígenes Bittencourt

Por que Rua Quarenta e Oito? – por historia_em_retalhos.

E qual a relação desta importante via urbana com o mangueboy Chico Science? 🦀

Vamos lá!

A designação “48” é uma referência direta ao ano de 1848, ano em que eclodiu, no Recife, a famosa Revolução Praieira.

Na área onde hoje passa a rua, um grupo de revolucionários costumava reunir-se no local conhecido como “Sítio do Feitosa”.

Tudo começou com a criação do chamado “Partido da Praia”, de inspiração liberal e federalista, em contraposição ao controle do poder local nas mãos das duas famílias dominantes: os “Cavalcanti” e os “Rego Barros”.

Do lado destes últimos, os conservadores, também chamados de “gabirus”, estava o Diário de Pernambuco.

Do lado dos praieiros, o Diário Novo, cuja tipografia ficava na Rua da Praia (daí a origem do nome).

Em suma, os praieiros queriam uma nova Constituinte.

Lutavam pelo voto livre e universal, pelo fim dos latifúndios, pela liberdade de imprensa e pela extinção do poder moderador, além da nacionalização do comércio varejista, que estava nas mãos dos portugueses.

A gota d’água para a eclosão do movimento foi a destituição do presidente da província, Chichorro da Gama, que combatia o poder dos gabirus.

Contando com aproximadamente 1.500 combatentes, os praieiros decidiram atacar o Recife.

No confronto, perderam 500 homens.

O governo central, então, propôs anistia para pôr fim ao movimento, o que não foi aceito.

Os líderes Borges da Fonseca e Pedro Ivo decidiram resistir, sendo derrotados em 1849 e 1850, respectivamente.

A derrota dos praieiros representou uma demonstração de força de Pedro II, que, após 1850, experimentou um período de estabilidade política e econômica.

Assim como a Rev. de 1817, que recebeu forte influência da Rev. Francesa, a Praieira também teve a inspiração daquele país. 🇫🇷

Em 1848, acontecia na França a chamada “Primavera dos Povos”, que deu origem à 2ª República Francesa.

Mas… e o mangueboy?

Em 1994, Francisco de Assis França, o nosso Chico Science, compôs a canção “A Praieira”, trazendo o fato histórico ao conhecimento da juventude.

É por essas e outras que eu “vou lembrando a revolução”! 🦀
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OS SONS PARA SEREM OUVIDOS e ENTOADOS – por Marcus Prado.

OS SONS PARA SEREM OUVIDOS e ENTOADOS
O espaço sonoro, no intervalo em linha reta, entre o Preto e o Branco, não audível por ouvidos humanos, com suas placas de sinalização e divisórias;
O tocar dos sinos das velhas igrejas;
O som das matracas quebrando o silêncio das madrugadas, nas antigas procissões;
O hino da Pitombeira e dos velhos maracatus;
As rabecas quando tocadas na sua casa olindense;
Os violeiros e repentistas nas feiras do Interior;
O tambor nos rituais da umbanda e candomblé;
O toque das cornetas em som de alvorada dos navios ancorados;
O som das andorinhas em redemoinho;
O ranger das dobradiças de velhas portas, quando bate no espelho;
O som da bengala de castão de ouro de Francisco Brennand sobre as peças, para teste de qualidade, nas esculturas saídas do forno;
O som do graveto seco em fogo aceso, no fogão rústico de uma só boca, de cozinha suburbana;
O som da prensa manual da casa de farinha na sua primeira farinhada;
Os instrumentos de percussão usados pelos Caboclinhos enquanto fazem passos de coreografia, conjunto de arco e flecha, denominado preaca, em que a flecha, ao ser acionada, se choca com a face interna do arco e produz ritmos musicais;
(O estouro que ouvi parecia um ovo sendo quebrado, o som de uma melancia sendo esmagada).
Sem esquecer o som da oficina do carpinteiro ajustando os raios da roda ao redor do eixo,
O som do vento batendo nos castiçais e que pela casa toda se espalha;
No inicio, meio e fim da alquimia do êxtase
O triste bater de asas do pássaro cativo, desde nascido, numa gaiola perto da mata, numa manhã ensolarada.
Em alguns casos, uma imagem vale mais que mil palavras, um som vale
mais que mil imagens e um aroma vale mais do que mil sons.
Eu diria
O MAIS TRISTE DOS SONS: quando o cão se perde do seu dono caçador, e no meio das suas aflições, enlouquece.

Marcus Prado – jornalista. 

 

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