Com evento no Restaurante Gamela de Ouro a Liga Vitoriense de Desportos comemorou 30 anos de fundação.

Na noite do sábado (01) o futebol amador vitoriense, sob o comando do atuante Joel Neto há 20 anos, comemorou os 30 anos de fundação da LVD – Liga Vitoriense de Desportos. O evento contou com a  presença de representantes da diretoria do conjunto de times de futebol locais filiados, com representação da Federação Pernambucana de Futebol, fundadores da LVD e convidados.

O encontro comemorativo aconteceu no Restaurante Gamela de Ouro. Oradores se revezaram ao microfone para realçar, entre outras coisas, à importância da Liga para o futebol amador vitoriense assim como para o futebol pernambucano. A figura do anfitrião da comemoração, Joel Neto, foi destacada pela sua liderança e sua capacidade de aglutinação.

Entre sorteios e condecorações, os presentes, ao som do talentoso Rick Anjo, foram convidados aos comes e bebes. Ao amigo Joel Neto, mais uma vez, parabéns pela liderança e pelo evento.

Momento Cultural: Olhe Para Mim – Stephen Beltrão.

Olhe para mim, veja o que você fez.
Não pode existir piedade?
Se nada quero, para que rancor cego?
Não há crime sem queixa,
Choro sem mágoas, nem dor, sem lágrimas.
Os mesmos olhos que se fecham se abrem.
As portas que se trancam se destrancam.
Sofrimentos, quando há,
Têm cura, se a alma é pura.
Existem muitas certezas na vida:
Da noite negra, nasce o dia,
Do desespero, faz-se a alegria,
Se unir o amor e a fantasia.
Simples é entender porque existem
Mil vidas para viver
Mil e uma para sonhar e só uma vida para ser feliz.
Olhe para mim!

 Stephen Beltrão

A televisão na minha visão – por Sosígenes Bittencourt.

A televisão é uma concessão de serviço público. No Brasil, não cumpre sua finalidade primordialmente educativa, que é obrigação, busca apenas o lucro. Qualquer fiscalização no intuito de coibir baixaria é logo tachada de “CENSURA”. O Estado se omite, e a mídia fica totalmente ao bel-prazer de empresas privadas. O escritor norte-americano Roger Shattuck (1923-2005) resumiu o descaso: Evitar que a pornografia chegue às crianças pela TV não é limitar a liberdade de expressão, é cuidar da saúde pública e da educação.

A televisão sexualiza a adolescência e escandaliza com a consequência. A meninada se cria assistindo a beijos de desentupir pia, vendo gente se escanchando ao meio-dia, quando faz neném, a própria televisão deita sensacionalismo em cima. Quer dizer, ganha dos dois lados. Tanto na teleaudiência da influência quanto na teleaudiência da consequência. Manchete: Menino de 13 anos engravida menina de 12 anos que dá à luz bebê de 7 meses.

Depois da Internet, a Televisão virou um radinho de pilha para mim. Sobretudo porque a Internet disponibiliza todo acervo cultural da humanidade para todo mortal. E eu não sou nenhum abestalhado para gastar todo o meu tempo ocupado com fuleiragem. Se você resolver endoidar, a internet o ajudará, mas se você quiser virar santo, ou sábio, a internet também o ajudará. Na Internet está o Bem e o Mal, só depende de sua formação educacional.

Sosígenes Bittencourt

Vitória de Santo Antão – “A Década dos Extremos” – 1850/1860 – Esse foi o tema do meu trabalho de conclusão do curso de história.

Faltando apenas uma semana para concluir o meu curso de história, iniciado em janeiro de 2015, na noite de ontem (29) apresentei à banca, colegas e convidados o meu trabalho de conclusão de curso – o tão falado TCC. Para variar o meu torrão foi o tema em questão.

Por quase vinte minutos fiz uma sustentação oral do assunto escolhido: Vitoria de Santo Antão – “A Década dos Extremos” – 1850/1860. Com efeito,  narrei os dois mais agudos acontecimentos, diferentes por natureza e conflitantes entre si,  que emolduram o pior e o melhor momento já vivenciados pelos antonenses nesses quase 400 anos de história, isto é: desde a chegada do português Diogo de Braga ao Vale do Tapacurá, em 1626,  até o dia de hoje, até porque a história é dinâmica e tudo pode mudar a qualquer momento!!

Ao professor Ricardo Andrade, meu orientador nessa empreitada acadêmica, agradeço de maneira especial. Aos demais – Acidália Tavares, Aurélio Brito, Júlio Reinaux, José Severino, Marcelo Hermínio, Douglas Batista e etc – meu preito de gratidão pelo compartilhamento dos conhecimentos adquiridos ao longo dessa jornada. Agradecer nunca sairá da moda!!!

Genário Rocha: AGRADECER É PRECISO…..

Gratidão é divida que não prescreve. Assim sendo, na manhã de hoje (30), o amigo Genario Rocha, também conhecido como “ O Menino do Cavalo”, nos procurou para agradecer em função das nossas postagens, nas quais  realçamos sua mais recente postulação política – eleições 2018.

Aproveitou também para gravar um pequeno vídeo para estender aos pernambucanos, em particular aos seus irmãos conterrâneos, pelos votos recebidos. Na ocasião, ao final do vídeo, sobre o seu futuro político, deixou uma dúvida: ainda sabe se sairá candidato para a casa legislativa de Vitória ou se Bezerros. Veja o vídeo.

Momento Cultural: Avarento – por Célio Meira.

O avarento, sem bondade,
vive pobre na riqueza,
e quando chega o seu fim,
morre rico na pobreza.

Se a morte lhe ronda a casa,
não tem mais consolação,
porque não pode levar
o dinheiro no caixão…

* * *

Os que passam pelo mundo,
sem amor, sem alegria,
são fugitivos da Fé,
numa triste romaria.

* * *

Esta simples confidência,
revelo a ti, sem rodeio:
– o perfume que me deste,
é das rosas de teu seio.

(migalhas de poesia – Célio Meira – pág. 28).

Recordar é Viver – por Sosígenes Bittencourt.

Eu quero dedicar esse baú de lembranças às meninas que estão me aperreando por fotografias do tempo da brilhantina.

Eu estudei no Colégio Municipal 3 de Agosto, na década de 60. Fiz Curso de Admissão e fui o orador, por ocasião da entrega dos Diplomas do Curso Ginasial.

No Curso de Admissão, fui aluno das professoras Antonieta de Barros Lima, Zezé Lacerda, Glorinha Tavares e Carminha Monteiro. Eu parecia “gente”, estudioso e falante, tagarelava mais do que o Homem da Cobra. Tinha um medo do Bacharel Mário Bezerra da Silva que me pelava. Isso foi quando o Boletim Escolar era assinado em casa, e o Diretor podia botar menino de castigo, cheirando a parede, detrás da porta.

Sosígenes Bittencourt

Os políticos de maneira geral em estado de alerta máximo!!

Assistir pela TV a “espetacularização” da prisão do governado do estado do Rio de Janeiro, Luiz Fernando Pezão, ocorrida na manhã de hoje (29), nos provoca pelo menos dois sentimentos. Evidentemente que tantas outras leituras devem ser feitas……

A primeira é de vergonha. Um sujeito eleito pelo povo ser arrancado do palácio direto para o presídio. Isso, de certa forma, quebra o sentido do simbolismo que uma autoridade governamental nos passa.

A segunda é de satisfação coletiva. É que o Brasil, após a deflagração da Operação Lava-Jato, mudou!! No meu tempo de juventude esse tipo de situação nunca foi vista. Aliás, diziam alguns, em voz alta e segura: “aqui, só quem vai para cadeia é pobre, preto e prostituta”.

À cada prisão realizada e, consequentemente, um novo acordo de delação premiada estabelecido, uma vez que incorpora-la é a decisão mais racional, se puxa mais um fio,  de mais  um grande novelo de corrupção sistêmica enraizada nos poderes constituídos da republica.

Avante,  Lava-Jato!! O Brasil só será passado a limpo quando o crime não mais compensar. O Rio de Janeiro e a capital federal, Brasília, convenhamos,  são dois emblemáticos pontos de partidas para a chamada assepsia nacional. O caminho é longo e a estrada é tortuosa…….

A primeira vez da “Banda Brasas do Forró” na Vitória de Santo Antão!!

Buscando uma fotografia para realçar um trabalho com outra temática,  eis que me surge, sem mais nem menos, um registro fotográfico de um dos  fenômenos da  musical regional do inicio do século XXI. Trata-se da Banda Brasas do Forró, que até hoje mantém uma regular agenda de shows pelo Nordeste.

Por coincidência ou não, foi exatamente na última semana de novembro do ano 2000 (há 18 anos) que ela (Brasas do Forró) subiu em palcos vitorienses pela primeira vez. Justamente por ocasião da primeira edição da Cavalgada Fest. A referida apresentação ocorreu no extinto Vitória Park Show numa trade/noite de um dia de domingo, algo fora da tradição local que, até hoje, mantém à noite dos sábados como melhor momento para grandes apresentações musicais pagas. Uma boa lembrança. “Puxe o fole Didi!”