Com parcerias, tentarei emplacar uma música para celebrar o carnaval de Pernambuco!!

Desde o mês de outubro despertei para algo inusitado. Em 2019, em função da efetivação do feriado estadual no dia 06 de março, data que realça os feitos da Revolução Republicana,  ocorrida em 1817, a velha “quarta-feira ingrata”, em Pernambuco,  será feriado. Ou seja: no nosso estado, ano que vem, oficialmente, o “carnaval foi alongado”.

Na qualidade de carnavalesco/folião e historiador –  e também compositor nas horas vagas – desafiei-me  em produzir uma canção para celebrar a feliz coincidência. Infelizmente os condutores do carnaval pernambucano ainda não atinaram para esse detalhe que, se bem trabalhado, configura-se num diferencial exponencial como ponto atrativo, em relação ao Rio de Janeiro e a Bahia, concorrentes direto na disputa pelos turistas que desejam cair na folia.

Pois bem, assim sendo, juntando os fatos históricos com os elementos momescos, aventurei-me navegar por essas águas realçando, claro, à tão indesejada quarta-feira de cinzas com um feriado todo especial. já estou buscando parcerias para viabilizar essa canção com vistas ao carnaval que se avizinha. Entre outros trechos, tem um que diz: “VIVA!, VIVA!…VIVA! LEÃO COROADO …..FOI ELE QUEM DEU ESSE FERIADO!!!

Espero que funcione……….

Pedro Ferrer: o “caçador” das obras do escultor Luiz Ferrer.

De passagem pelo Rio de Janeiro, mandou-me notícias o presidente do Instituto Histórico e Geográfico da Vitória, professor Pedro Ferrer. Entre outras coisas segue o Pedoca catalogando as obras do seu tio escultor Luiz Ferrer.

“Prossigo nesta caminhada em busca das obras elaboradas pelo escultor LUIZ FERRER. Desta feita visitei o museu do CORPO DE BOMBEIROS do Rio. Em busca de um busto do Getúlio Vargas. Tive a grata surpresa de deparar-me com mais três obras: Caxias, Barão do Rio Branco e o primeiro comandante do Corpo de Bombeiros. Alem destas belas peças vi antigas viaturas, algumas do século XIX.

Valeu amigo – Pedro Ferrer.

CUIDADO COM JANEIRO – por Sosígenes Bittencourt.

Obviamente que eu não diria “cuidado com o Natal”, porque o nascimento de Jesus não tem nada a ver com isso. Porém, diria que é preciso segurar a emoção com o lado consumista da festividade, para em janeiro não estar com a mão na cabeça, por causa da farra financeira. Segundo alguns discursos evangélicos ou pastorais, Jesus é razão.
Não há riqueza maior no ser humano, força mais criativa do que a emoção, mas é preciso administrar seus excessos com a intermediação da razão. Napoleon Hill já o disse: “O entusiasmo é a maior força da alma.” Contudo, ‘entusiasmo’ deriva de “em + Teos”, ou seja, com Deus na alma, em estado de graça. Não adianta você cobrir-se do supérfluo, para depois carecer do essencial.
“Cuidado com Janeiro” significa “cuidado com as dívidas”. Outro dia, vi um economista dizendo que ninguém trabalha para pagar contas, trabalha para se manter. Quem recebe para pagar, não recebe, transfere. Ademais, é preciso confeccionar um colchão de segurança, para nas vacas magras ter como se socorrer. Não vá com tanta sede ao panetone, lembre-se do pão nosso de cada dia.
Prudente abraço!
Sosígenes Bittencourt

Apelidos Vitorienses: BABÃO.

Dando continuidade ao nosso projeto cultural – Apelidos Vitorienses – que tem pó finalidade, entre outras coisas,  catalogar antonenses que são mais conhecidos na cidade pela alcunha do que o próprio nome, disponibilizamos  a história do senhor Amauri Severino de Teixeira.

Contou-nos o Amauri que desde criança herdou do pai – que também tinha o mesmo apelido –  o nome social de Babão. Na cidade, confirmou ele, ninguém lhe trata pelo próprio nome,  que aliás é quase desconhecido pela totalidade das pessoas.

Curiosamente, segundo ele nos informou, seu filho também fora apelidado. Colocaram-lhe o simpático apelido de “Babãozinho”. Eis aí, portanto, mais um vitoriense – Amauri Severino de Teixeira – que é mais conhecido na cidade pelo apelido do que pelo próprio nome.

Tempo Voa Documento – PERCALÇOS E IDEALISMO – Luis Nascimento.

Revirando meus arquivos encontrei um “desabafo” de senhor Luis Nascimento,  em artigo escrito para a Revista do Instituto Histórico,  por ocasião das comemorações do Centenário da Imprensa local (1866 – 1966),  que bem reflete o sentimento daqueles que fizeram e faz imprensa na nossa Vitória de Santo Antão. Vale a apena ler:

PERCALÇOS E IDEALISMO

A imprensa vitoriense sofreu, desde 1866, todos os percalços, dificuldades e inglórias inerentes à espécie. Viveram seus periodistas, por outro lado, os momentos culminantes da criação do jornal e da enunciação de ideias e programas, junto ao desejo de ser útil a comunidade, de consertar os erros do mundo e apontar os caminhos certos.

Continuaram eles, neste século, a amar e a sofrer, teimosamente, jungidos a um ideal, à missão de informar, de aparecer, de transmitir um pensamento, um verso, uma página literária.

Ultrapassou a casa dos trinta o número de publicações da grande família da imprensa dadas à circulação, de 1866 a 1899, na Vitória de Santo Antão. No cômputo geral dos cem anos hoje completados, subiram a mais de 170, de todos os gêneros, de vida intensa ou efêmera, fazendo surgir jornalista a granel, muitos deles perdendo o título rapidamente, outros altanando-se no conceito da imprensa regional ou nacional.

Esta terra de tantas tradições históricas tem, indubitavelmente, a primazia da imprensa no interior do Estado, uma primazia que honra Pernambuco, do mesmo modo que a imprensa de Pernambuco honra o Brasil.

Luis Nascimento
Originalmente publicado na REVISTA DO INSTITUTO HISTÓRICO DA VITÓRIA DE SANTO ANTÃO – 1968.

Momento Pitú: Aqui tem resenha. E história!

O ano foi 1938, lá pelas bandas de Vitória de Santo Antão, interior de Pernambuco. Será que naquela época alguém imaginava o tamanho que a tal marca do crustáceo ia ter? É, isso a gente não vai saber nunca. Só se sabe que hoje, 80 anos depois, temos muito a comemorar. A Pitú se consolidou como uma das marcas mais consumidas e amadas do Brasil, lançando uma variedade de produtos e exportando pra um bocado de países. Separa a dose do santo e o tira-gosto que agora vem história.

Os pituzeiros originais foram Joel Cândido Carneiro, Severino Ferrer de Morais e José Ferrer de Morais, que se juntaram pra fundar uma empresa que trabalhava na fabricação de vinagre e bebidas à base de maracujá e jenipapo, além do engarrafamento de aguardente. Os caras eram instigados e tinham tanto talento pra fazer cachaça que em 1948 a empresa ganhou o nome de Engarrafamento Pitú LTDA. Um nome desse caiu como música na boca do povo.

E por que Pitú? Bom, existem duas versões dessa história. Tem uma galera que diz que o nome veio do Engenho Pitú, propriedade da família Cândido Carneiro, que era cheia de camarões de água doce, os tais pitus, usados como tira-gosto das reuniões para beber aguardente. A outra versão fala da cana-pitu, um tipo de cana-de-açúcar dos engenhos da mata norte de Pernambuco. Qual delas é a oficial? Bom, isso a gente pode discutir na mesa do bar.

Os anos foram passando e a Pitú se tornou uma indústria, tudo dentro dos mais rigorosos padrões de qualidade, preocupada com o meio ambiente, com a sustentabilidade e com a inovação. Não é à toa que surgiram a Pitú Gold, Pitú Limão, Pitú Cola, Pitú Vitoriosa e tantos outras marcas que vieram do coração desta empresa que vos fala e foram parar na Ásia, Europa e Estados Unidos, através de um sistema de exportação pioneiro.

É, meu povo, de 1938 pra cá a Pitú mudou muito. Se modernizou. Lançou diversos produtos. Levou o melhor do Brasil para o mundo inteiro. É assim, levando a resenha à sério, que nos tornamos líderes no Nordeste e vice no mercado nacional. E a gente só tem a agradecer a cada um de vocês, minha #NaçãoPituzeira. Valeu demais! Que nunca faltem motivos pra brindar e que venham os próximos 80!

Momento Cultural: O PRIMEIRO POETA – por Adão Barnabé.

O sol nasceu, brilhou por todo o mundo,
(quarto dia feliz da Criação),
do pináculo da terra ao vale imundo,
iluminou a Santa Geração…

e Deus criou Adão no sexto dia
mas, desgraça tão grande, azar profundo…
era tarde, o sol já ia se escondia,
acordou, bocejando, o vagabundo…

e quedou aterrado, soluçando,
sabendo que o Senhor… e bem sabia
estivera sua incúria observando.

Nem por isso ficou desesperado…
tinha a Lua, a Mulher e bem podia
ser poeta… e o foi muito inspirado.

( arquivo da família)

Adão Barnabé

OS ABUTRES DE GARANHUNS OU OS COZINHEIROS DO DIABO.

Nem o Conde Drácula, que chupava sangue humano para sobreviver, deglutia papinha de carne de defunto. Drácula era mais higiênico, menos seboso, chupava gente viva, saboreava tudo fresquinho. O Vampiro da Transilvânia penteava os cabelos, andava de paletó engomado.

Certa vez, uma moradora de Olinda deglutiu um seio putrefato com xerém, que encontrara num lixão, mas não sabia. Coitada, ficou cheia de nojo depois da fuxicada.

Os abutres de Garanhuns são diferentes. Contratam babá para tomar conta de uma menina, abatem-na a cacete e faca peixeira, esquartejam, retalham, para fazer rosbife e salgadinho. A menina, considerada uma deusa, também se alimenta da suculenta carne de defunto.

Diz que a Scotland Yard, a polícia metropolitana londrina, andou dando tiro de cadaverina para repelir convulsão social, espalhar tumulto de rua. Acabou-se. Nem os policiais aguentavam a fedentina.

Os urubus de Garanhuns cortam a carne – nem sei se lavam, nem sabemos se cheiram – vão logo preparando as refeições. Três cidadãos garanhunhenses, sentados na praça, barrigudos, jogando dominó, comeram empadas e coxinhas, recheadas de carne moída de cadáver. Cadáver quer dizer “carne dada aos vermes”. Os tapurus eram eles. Que seboseira…

Como se trata de um triângulo amoroso, seu Jorge, Bruna e dona Isabel devem ser tarados. Misturam sexo com sangue coalhado, ritual de sacrifício e carne podre. Como também preparam tira-gosto, são manicacas de Belzebu, cozinheiros do Diabo. Será que tomam banho, escovam os dentes, botam desodorante nas axilas. Ou têm bafo de múmia, catinga de sovaco, intimidades fedorentas? Onde serão encarcerados? Melhor sepultá-los juntos, para uma transa sensual, essa trupe de papa-defuntos.

Sosígenes Bittencourt

Pitú lança latinhas de Réveillon com resenhas para 2019 – Cachaçaria distribuiu seis milhões das embalagens personalizadas por todo o Brasil

Como forma de agradecer a parceria da “nação pituzeira” e fazer um brinde ao novo ano que está por vir, a cachaçaria Pitú lançou seis milhões de latinhas personalizadas com layouts comemorativos ao Réveillon. As embalagens diferenciadas para as latas de 350 ml da tradicional cachaça branquinha, que já estão em circulação nos pontos de vendas de todas as regiões do País, são assinadas pela agência Ampla Comunicação.

Para a criação da campanha, a agência se inspirou no “clima de renovação” que toma conta da maioria das pessoas nesta época do ano, quando começam a surgir as famosas promessas de mudanças que nem sempre se realizam conforme o esperado. Com base nessa tradição e, claro, levando tudo com muito humor, a Pitú criou uma série de 16 ilustrações distintas para estampar as latinhas comemorativas de Réveillon. Cada uma dessas artes aparece com a frase de uma promessa, ou melhor, de uma “resenha” para ser concretizada em 2019.

A linguagem bem-humorada e divertida é o grande diferencial das campanhas da cachaçaria pernambucana, que cativam, fidelizam e criam um relacionamento mais estreito entre o consumidor e a marca Pitú. Seja para tomar aquela cachacinha da virada do ano, ou apenas para colecionar mais uma versão da latinha comemorativa da Pitú, o público vai poder escolher a promessa e brincar com diferentes temas. Uma tradição já consolidada pela empresa e, agora, com uma boa dose de resenha.

Confira as promessas que estampam as 16 versões das latinhas do Réveillon:

  1. “Em 2019, prometo ‘sextar’ só nas sextas-feiras”.
  2. “Em 2019, prometo me dedicar a um esporte. Não perco um jogo do meu time”.
  3. “Em 2019, prometo encontrar um amor. Daqueles que não somem na sexta”.
  4. “Em 2019, prometo economizar. Menos com os 10% do garçom”.
  5. “Em 2019, prometo ver mais os amigos. É só dizer o bar”.
  6. “Em 2019, prometo ver o copo sempre meio cheio”.
  7. “Em 2019, prometo ler mais. Cardápio de bar conta?”
  8. “Em 2019, prometo não mandar áudio com mais de 1 minuto”.
  9. “Em 2019, prometo parar de dar spoiler”.
  10. “Em 2019, prometo aposentar a ‘piada’ do pavê.
  11. “Em 2019, prometo não vestir xadrez com listras”
  12. “Em 2019, prometo sorrir mais. Até mesmo nas segundas”.
  13. “Em 2019, prometo falar só o necessário: garçom, traz outra”.
  14. “Em 2019, prometo lembrar daquelas datas que eu esqueço”.
  15. “Em 2019, prometo não visualizar sem responder”.
  16. “Em 2019, prometo ‘gritar’ mais baixo”.