E essa tatuagem massa que Leila e Vinícius fizeram em casal? É por isso que eu não largo minha #NaçãoPituzeira.
E essa tatuagem massa que Leila e Vinícius fizeram em casal? É por isso que eu não largo minha #NaçãoPituzeira.
Eu não consigo torcer contra o Brasil. Há um país que vive em mim, livre de qualquer influência que o desfaça.
Ademais, a esperança nutre-se de vitórias, não de derrotas. De que nos servem as derrotas, senão como lição.
Uma gestão governamental é muito pouco para eu perder o amor a minha Pátria. Reprovar um político e transformar este ódio em desamor à Pátria é um gigantesco equívoco. Observemos a sapientíssima reflexão do jurisconsulto doutor Rui Barbosa:
“A pátria não é ninguém, são todos; e cada qual tem no seio dela o mesmo direito à ideia, à palavra, à associação. A pátria não é um sistema, nem uma seita, nem um monopólio, nem uma forma de governo; é o céu, o solo, o povo, a tradição, a consciência, o lar, o berço dos filhos e o túmulo dos antepassados, a comunhão da lei, da língua e da liberdade. “
Ora, como poderei odiar minha pátria porque um regime ou um governante não me agrada, porque degrada? O que tem a ver a pátria que vive em mim, o seu céu, o seu solo, suas riquezas naturais, meus antepassados e meus filhos com tudo isso?
Sosígenes Bittencourt
A voz e a interpretação de RICARDO RICO, cantando MPB.
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Aldenisio Tavares
Não sou velho, mas também não sou novo. Evidentemente que vai depender do ponto de referência. Se eu falar que quando minha idade girava na casa da primeira dúzia, aqui em Vitória, o telefone fixo era algo muito restrito, possivelmente serei “jogado”, pelos amigos do meu filho, na ala dos velhos. Aliás, número de telefone por aqui, nessa época, era apenas uma centena (três números) e para se comunicar com o Recife ou outra cidade fazia-se necessário recorrer ao serviço da telefonista do posto telefônico.
Pois bem, dito isto com os olhos do passado eis que à luz do tempo de hoje, na mesma Vitória de Santo Antão, em relação ao sistema de comunicação por telefone, estamos vivenciando um tempo nunca antes imaginado. Se na década de 70 (1970), por aqui, alguém, por mais inteligente e respeitado que fosse, dissesse que, em 2019, seria quase regra uma pessoa passar 24 horas grudada com um aparelho de telefone e que o mesmo além de “falar” e “escutar” ainda teria serventia para um “mundo” de coisas, certamente não seria levado a sério e ainda taxado de doido.
No meu tempo de criança sandálias servia para calçar e poucas coisas mais: demarcar a barra na pelada, esconder e, quando muito, “plantar” nas costas dos irmãos maiores quando os mesmos usavam de alguma grosseria em relação aos menores. Quando reparo a imagem acima, sob o ponto de vista da imaginação, não consigo parar de “conversar” com ela. Por assim dizer, ela diz tudo e, ao mesmo tempo, nada! Somos todos filhos do tempo. Esse mesmo tempo que nos torna todos iguais………

Queremos pedir ao Poder Executivo através da Secretaria de Defesa Cidadão e da AGTRAN que reveja urgentemente essas taxas colocadas muito juntas em diversas localidades na nossa cidade, elas estão obstruindo a passagem das cadeiras de rodas motorizada das pessoas com deficiências, que utilizam as referidas cadeiras para também trabalhar que é o meu caso, eu estou impossibilitado de passar pela Valois Correia na frente da Igreja Batista e também se eu for pela Matriz, na frente da Igreja do Rosário também (Vale salientar que entramos em contato com a Secretaria de Defesa do Cidadão e foi retirada duas taxas do meio na frente do Rosário, ai ficamos passando sem problema, mas ontem fui surpreendido porque recolocaram as taxas novamente, bronqueando novamente nossa passagem), subindo para Câmara de Vereadores onde trabalho, tem outra taxas impossibilitando a minha passagem próximo a Igreja do Livramento. Estamos a disposição para acharmos uma solução, não somos contra a redução de velocidade, mas que a mesma não proíba nosso direito de IR e VIR garantida pela Constituição Federal… Já não temos CALÇADAS, vivemos disputando espaço com os carros e motos pelas ruas e agora não vamos ter nem a rua para exercer nossa cidadania…. Pagamos impostos (Eu pago IPTU, IPVA etc…) Exigimos nossos direitos… porque para muitos nós estamos invisíveis, mas estamos cada vez mais visíveis e participativo exigindo respeito aos nossos direitos de Cidadãos Brasileiro e principalmente cidadão vitoriense, Vitória foi onde nascemos e vamos viver dignamente com os nossos direitos respeitados… Respeitamos todos para que possamos EXIGIR RESPEITO TAMBÉM!
Alexandre Rogério Nascimento
O grande obstáculo em ser feliz está na busca da felicidade, é procurá-la onde não está, é buscá-la no mundo, nos seres inanimados. A felicidade está naquilo que depende de você, no abstrato, aquilo que só existe ENQUANTO você produz. Eis o segredo, eis a chave, o caminho. O amor não existe ENQUANTO você não produz. Já o mundo não depende de você para existir, ele é concreto. Portanto, o amor é a essência da felicidade. O cineasta Franco Zefirelli disse que “O homem, desde o Egito até nossos dias, é movido por dois sentimentos: A ânsia de amar e o temor da morte.
Não obstante, em que creem os religiosos? O que se lê em João, 14:27, “Deixo-vos a paz, a minha paz vos dou; não vo-la dou como a dá o mundo. Não se turbe o vosso coração, nem se atemorize”.
Sosígenes Bittencourt
Música “Paz Senhor“ – composta por Aldenisio Tavares – interpretação de Junior Senna. A canção é integrante do CD “O Amor de Deus nos uniu”.
Aldenisio Tavares
Para manter a linha do “M” no nome das filhas “Dona” Ina e “Seu” Severino resolveram registrar a filha mais nova com nome de Marluce, já que as duas mais velhas haviam recebido os nomes de Maria e Marli, respectivamente. Por questão de saúde – debilitada – a criança recém-nascida (Marluce) fora batizada as pressas.
Pois bem, na hora do batismo, o Padrinho, “Seu” Manoel, resolveu fazer uma promessa à Nossa Senhora da Conceição em função da frágil saúde da afilhada. Na ocasião, resolveu mudar o seu nome – já escolhido pelos pais – para Maria da Conceição Pio das Chagas. Na prática, como o nome de antes já havia sido assimilado por todos os familiares, a menina continuou sendo chamada por Marluce.
No primeiro ambiente social frequentado fora do lar – na escola que funcionava na sede do Cube Taboquinhas (bairro do Cajá) – que era vizinha a sua residência, a Maria da Conceição Pio das Chagas continuou sendo tratada por Marluce. Só foi por volta dos oito anos, ao mudar de escola, na chamada da sala de aula do Colégio Antonio Dias Cardoso, que a menina Marluce tomou conhecimento de que o seu verdadeiro nome não era Marluce. A situação inusitada causo-lhe um certo embaraço e até constrangimento.
Já adulta, a Marluce resolveu adicionar ao seu “apelido” (Marluce) o sobre nome “do Cajá”. Aliás, ela nasceu e se criou no bairro do “Cajá”. Hoje, na qualidade de comerciante e uma das maiores vendedoras da cidade de “kit carnavalesco”, a amiga “Marluce do Cajá” também ficará registrada no projeto Apelidos Vitorienses como uma pessoa que é mais conhecida pelo apelido do que pelo próprio nome.
Por gentileza, recebi do professor Pedro Ferrer, via e-mail, um excelente artigo dando conta para a “clareza” e “escuridão”, ao mesmo tempo, das chamadas Redes Sociais. Vale a pena refletir…..
Canibal é todo aquele que devora indivíduos de sua espécie. Para isso, precisa dominar a presa. Torná-la indefesa. Então, trata de devorá-la.
Esta é a face medonha das redes digitais, tão úteis para facilitar a nossa intercomunicação. Assim como veículos – aviões, carros, motos – são úteis à nossa mobilidade mais rápida e, no entanto, usados também para atentados terroristas, como na queda das Torres Gêmeas de Nova York. Do mesmo modo, as redes digitais possuem seu lado sombrio.
Se não sabemos usá-las adequadamente, devoram o nosso tempo, o nosso humor, a nossa civilidade. Daí a minha resistência em chamá-las de redes sociais. Nem sempre a sociabilidade supera a hostilidade. Inclusive devoram o nosso sono, pois há quem já não consiga desligar o smartphone na hora de dormir. Devoram também a nossa capacidade de discernimento, na medida em que
nos tribalizam e nos confinam em uma única visão de mundo, sem abertura ao contraditório e tolerância a quem abraça outra ótica.
A medicina já está atenta a uma nova enfermidade, a nomofobia. Termo surgido na Inglaterra, deriva de no-mobile, destituído de aparelho de comunicação móvel. Em síntese, é o medo de ficar sem celular. É a mais recente doença aditiva, sobre a qual os terapeutas se debruçam. Há quem fique horas nas redes, muito mais naufragando que navegando.
A face canibal do celular devora ainda o nosso protagonismo. É ele que, por via de suas múltiplas ferramentas e aplicativos, decide o rumo de nossas vidas. A enxurrada de informações que recaem sucessivamente sobre cada um de nós, quase todas descontextualizadas, nos conduz inelutavelmente ao território da pós-verdade. Elas tocam a nossa emoção e, céleres, neutralizam a nossa razão. Com certeza a maioria de nós não é capaz de, gratuitamente, ofender um estranho na padaria da esquina. Porém, nas redes muitos endossam difamações, acusações levianas e calúnias. Haja fake news! PUBLICIDADE
Há mais de 70 anos, meu confrade Dominique Dubarle escreveu sobre a cibernética: “Podemos sonhar com um tempo em que uma máquina de governar viria a suprir a hoje evidente insuficiência das mentes e dos instrumentos habituais da política” (Le Monde, 28/12/1948).
O Leviatã cibernético previsto pelo frade dominicano francês hoje tem nome: Google, Facebook, WhatsApp etc. Essas corporações devoram todos os nossos dados para que a regulação algorítmica repasse às ferramentas incapazes de nos enxergar como cidadãos. Para elas, somos meros consumistas. Eis a era do Big Data.
As redes digitais devoram inclusive a realidade na qual estamos inseridos. Nos deslocam para a virtualidade e ativam em nós sentimentos nocivos de ódio e vingança. O príncipe encantado se transforma em monstro. Os valores humanitários se esgarçam, a ética se dissolve, a boa educação é descartada. Importa agora, com esta arma eletrônica nas mãos, travar a batalha do “bem” contra o “mal”. Deletar os inimigos virtuais após crucificá-los com injúrias que se multiplicam através de hipelink, vídeo, imagem, website, hashtag, ou apenas por uma palavra ou frase.
Eis o que pretende cada emissor: viralizar o que postou. O próprio verbo deriva de vírus, substantivo empregado na biologia; derivado do latim, significa “veneno” ou “toxina”. Cria-se assim a pandemia virtual! Preciso ler rápido este email ou zap porque outros tantos me aguardam na fila! E, se for o caso, responder em texto conciso, ainda que agrida todas as regras da gramática e da sintaxe. Segundo a pesquisadora Maryanne Wolf, em média acessamos, por dia, 34 gigabytes de informação, um livro com 100 mil palavras. Sem tempo suficiente para absorção e reflexão. PUBLICIDADE
Corremos o risco de dar um passo atrás no processo civilizatório. A menos que famílias e escolas adotem algo similar ao advento do carro, quando se percebeu a necessidade de criar autoescolas para educar motoristas. O celular está a exigir, também, uma pedagogia adequada ao seu bom uso.
*Frei Betto é escritor, autor do romance policial “Hotel Brasil” (Rocco), entre outros livros.
Minhas lágrimas
São lágrimas de viúva
Lágrimas de brasileiro.
Minhas lágrimas são escondidas
Vagarosas, preguiçosas
Tímidas, contidas, caprichosas
São lágrimas de pobre.
Minhas lágrimas
São como as águas da chuva
Que só são notadas
Quando invadem as ruas
São lágrimas verdadeiras
Lágrimas fora de hora
Fora da lei
Lágrimas fora de moda.
Stephem Beltrão
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