QUADRA DO COLÉGIO MUNICIPAL 3 DE AGOSTO – COMEMORAÇÃO – ANO NÃO REGISTRADO.
Momento Pitú: Viva a Resenha!!
CELESTIAL E TERRENAL – por Sosígenes Bittencourt.
Os israelitas passaram 40 anos caminhando pelo deserto. O seu alimento vinha do céu, era o maná. No entanto, quando tentaram armazenar o maná, ele apodreceu. O alimento celestial era para ser consumido num dia. Isto significa dizer que quem guarda para o futuro, vê a vida apodrecer na palma da mão.
Todavia, referimo-nos a um alimento enviado por Deus. Ele nunca faltou. Nosso pão de cada dia anda produzido e vendido pelo homem. Portanto, há de se ter cautela.
O poeta romano Horácio, agoniado com a brevidade da vida, recitava:CARPE DIEM, QUAM MINIMUM CREDULA POSTERO. (Aproveite o dia, não acreditando minimamente no futuro). Contudo, o mesmo Horácio admoestava sobre o desperdício, aconselhando a moderação: EST MODUS IN REBUS (Há um limite nas coisas).
Sosígenes Bittencourt
Zezé do Forró canta “Não sou Vaqueiro” de Sirano e Sirino.
CD Zezé do Forró – música NÃO SOU VAQUEIRO – Sirano e Sirino.
Não Sou Vaqueiro – Zezé do Forró
Aldenisio Tavares
4ª Festa da Saudade: contagem regressiva – faltam 04 (quatro) sábados!!!
Faltando quatro sábados para o acontecimento dançante mais esperado pela sociedade antonense, o cenário apresentado, hoje, é o melhor possível. Nesse exato momento todas as mesas já foram reservadas. Com relação ao espaço dos camarotes dispomos de apenas uma unidade.
Com certa antecedência anunciamos a data do evento e muitas pessoas, mesmo sem saber dos preços, fizeram suas respectivas reservas. Realcemos, contudo, que toda comunicação da festa continua sendo produzida pelos nossos canais na internet. Aliás, para esse tipo de festa, a melhor propaganda é o velho e bom “boca a boca” das pessoas que já participaram.
Assim sendo, antecipadamente, agradeço a todos os amigos e amigas que fizeram suas respectivas reservas. Conforme combinado no inicio de agosto estaremos fazendo contato para entregarmos as senhas e o agendamento dos recebimentos – que não deverão ultrapassar o dia 15 de agosto. Vamos dançar!!!
SERVIÇO:
Evento: 4ª FESTA DA SAUDADE – Local: O LEÃO – Dia: 24 DE AGOSTO -Horário: 22 HORAS – Atrações Musicais: BANDA MADE IN RECIFE E ORQUESTRA SUPER OARA – Mesa para 4 pessoas R$ 280,00 – Camarotes para 8 pessoas R$ 450,00.
Vera Cruz X Retrô – 30/07 – 15h – Arena de Pernambuco
Sem ressaca da crise, Pitú cresce no Brasil e no exterior….
A crise afetou o bolso dos brasileiros, reduziu a venda de cachaça no Brasil por seis anos consecutivos, mas não o consumo da Pitú. A tradicional empresa de Vitória de Santo Antão, mesmo no pior ano da recente recessão brasileira, em 2016, cresceu 5%. A marca atravessou essa tempestade da economia sem uma demissão. Em 2018, quando o cenário do País era ainda de estagnação, a empresa cresceu 18% em faturamento e 5% em volume em comparação a 2017. Desempenho acompanhado por investimentos no parque industrial e por avanços também nas exportações.
A principal estratégia da empresa para seguir crescendo, mesmo com a crise econômica, foi fortalecer a comunicação para ser lembrada pelos consumidores na hora da compra. Com as restrições de inserções em TV e rádio ao produto, o principal canal são as redes sociais e o patrocínio de eventos. “Hoje a maior despesa da Pitú é com propaganda e publicidade”, relata a diretora de exportações e relações institucionais da empresa, Maria das Vitórias Cavalcanti.
O crescimento recente nas vendas também é fruto da chegada mais forte no Sul e Sudeste do País, além dos Estados do Maranhão, Piauí e Pará, antes atendidos por uma empresa parceira. “Aumentamos o leque de mercado, cujo atendimento passou a ser feito pela fábrica local. Há menos de um ano, houve essa expansão em São Paulo, Rio de Janeiro e outros Estados”, informou a empresária.
“Além disso, seguimos nos consolidando no Norte e Nordeste. Hoje nossa participação no mercado nacional é de 13% e no Nordeste, 45%”, informa o diretor Alexandre Férrer. O executivo afirma que a fábrica produz 91 milhões de litros por ano.
O aumento de volume de vendas levou a Pitú a fazer investimentos também no seu parque industrial. Só em 2018 foram aportados R$ 24 milhões na compra de três novos tanques de líquidos e as suas respectivas bacias de contenção e R$ 2,8 milhões na aquisição de uma nova caldeira.
Tanto no mercado estrangeiro como no nacional, a diferença entre os valores e volumes sinaliza que a marca tem conseguido agregar valor ao produto. Enquanto a cachaça é uma bebida de baixo custo no Brasil, a Pitú entra na Europa com preços equivalentes ao uísque Johnnie Walker ou à vodka Smirnoff. “Nos últimos três anos fizemos algumas mudanças na política de preços e tabelas, um reposicionamento”, explica Vitória.
E foi nas vendas ao mercado externo que aconteceu outro salto da empresa. O faturamento com as exportações cresceu 55%, enquanto o volume avançou em 39%. O principal cliente estrangeiro das cachaças Pitú é o mercado alemão, responsável por 90% das exportações. No País conhecido pela cerveja, o produto pernambucano é exportado a granel e é engarrafado na cidade de Wilthen. De lá, circula no mercado do Velho Mundo.
Além da Alemanha, a cachaça é enviada para 15 países, com destaques para os Estados Unidos, México e Canadá. Para os norte-americanos foi criada uma campanha recentemente que destacava os valores da sustentabilidade ambiental aplicados na operação da Pitú.
O uso de garrafas retornáveis, uma prática da empresa desde a década de 60, e o reúso de 80% da água captada do Rio Tapacurá, que acontece desde os anos 90, são alguns dos destaques. Os projetos de sustentabilidade da Pitú receberam em maio deste ano o selo verde da Organização Socioambiental Ecolmeia, na categoria ouro.
Como a sustentabilidade é um valor cada vez mais forte entre os consumidores, a marca tem feito investimentos contínuos para garantir maior preservação ambiental. Maria das Vitórias ressaltou que nos últimos anos a Pitú investiu mais de R$ 3 milhões num plano estratégico de sustentabilidade ancorado em cinco pilares: gerenciamento da água, reciclagem, reflorestamento, educação ambiental e preservação cultural e histórica.
Somente na equalização do tratamento dos efluentes foram investidos R$ 1,6 milhão, com a aquisição de equipamentos que proporcionam mais eficiência na reciclagem de resíduos líquidos e sólidos. Mais recentemente, a empresa passou a apoiar também o Projeto Golfinho Rotador, em Fernando de Noronha. A ilha é considerada, historicamente, o berço da cana-de-açúcar no Brasil.
Para o ano de 2019, a estimativa inicial da empresa era de um crescimento em volume na ordem de 10% e em faturamento de 15%. Mas os indicadores do primeiro quadrimestre do ano já apontaram aumento de 21% no volume e 22% no faturamento. Um sinal de que o desempenho pode superar as expectativas.
*Por Rafael Dantas, repórter da Algomais (rafael@algomais.com)
Instituto Histórico: convite – 02 de agosto – 20h – Salão Nobre.
Fim de Semana Cultural: Só… (poesia) – Por Júlio Siqueira.
Sou, apenas, UM no meio da multidão.
UM.
Apenas um
ser que se perde no borborinho da cidade,
em meio às pessoas que passam em velocidade
no vaivém de um mundo louco
e que se estiola pouco a pouco!…
Ó!…
Como é triste ser, apenas, um!
UM!…
Um ser que vive, tão só a sua vida,
sem participação,
sem outro coração
que divida sua dor ou alegria
nesse mundo tão cheio de magia!…
Como é triste ser só!
Ó Cristo
Dá-me força para saber ser só,
e ter consciência que existo.
Que sou, apenas, UM
em meio a multidão!
Todos passam indiferentes…
Júlio Siqueira foi escritor e poeta vitoriense.
Momento FAMAM – Faculdade Macêdo de Amorim
Inscrições abertas para Pós em Saúde Mental. Uma ótima oportunidade para você que quer se destacar na área de saúde. Fale conosco: 🖥www.escolhafamam.com.br 81 3523.1559/:98711.1559 – obtenha super descontos!!!
O Tempo Voa: Mercado de Farinha
Momento Pitú: Viva a Resenha!!
Fragmentos – por Sosígenes Bittencourt.
*Não há nada mais eterno do que o passado, pela impossibilidade de modificá-lo – *Vejo poesia em tudo. Por isso, ando pela calçada – *Somos excelência em ciência e tecnologia, mas pobres em sabedoria – *Há amores acidentais e amizades essenciais – *Ando à procura de um “talvez”, e talvez você seja o meu “onde” – *Não há maior distração do que ser humano. – *Ninguém pensa nem age para ter paixão, mas pensa e age porque tem paixão – *Vivo estudando. Quando não tenho o que fazer, estudo – *Leio desde quando não sabia ler e escrevo desde quando não sabia escrever –*Todo homem crê no limite de sua fé e descrê no limite de sua descrença – *Forte não é quem bate, mas quem defende – *Rico não é quem tem, mas quem ajuda – *Inteligente não é quem humilha, mas quem ensina.
Sosígenes Bittencourt
O canto e a música da vitoriense DALAYNE BELMAM.
O canto e a música de DALAYNE BELMAM.
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Gostou da música? – Baixe a MP3
Aldenisio Tavares
Queda de Barreira: São Pedro, rogai por nós…
A tragédia é recorrente. Por mais que seja comum sempre choca e sugere reflexões diversas. O saldo fatal das fortes chuvas na Região Metropolitana do Recife, ocorridas ontem (24), é mais uma vez lamentável. Colocar a culpa na chuva talvez seja o caminho mais curto para atenuar os efeitos.
Incomoda-me bastante escutar autoridades de plantão, jornalistas e repórteres repetirem a mesma frase: “ choveu mais do que estava previsto para esse período”. Sim!! Mas se tivessem acertado na previsão o que seria feito com antecedência? Nunca vi nenhum repórter fazer essa pergunta………..
Não se pode imaginar que o problema da moradia nas periferias seja algo simples e de fácil solução. Esse é o tipo de imbróglio que perpassa um sem número de fatores, causas e variáveis. Ao mesmo tempo, é conjuntural e pontual.
Mas não podemos se utilizar do discurso fácil de achar que as pessoas que se encontram em situação de risco sejam os únicos culpados. Se existe a chamada “industria das ocupações irregulares” os gestores, do passado e do presente – no mínimo foram e são coniventes.
O espaço é curto para incluir tantos fatores envolvidos nesse drama humano, que ocorre nas periferias das grandes cidades do nosso Brasil…..São Pedro, rogai por nós…
Uma verdadeira aula sobre música….Vale a penas assistir !!!
Dias atrás, através da “boa internet” na qual recebemos e enviamos mensagens que edifica, instrui e informa positivamente, recebi um vídeo realçando o conjunto de etapas na construção de uma obra musical, assim como sua função no sentido de promover encontros e cumprindo o seu verdadeiro papel social. Uma verdadeira aula em poucos mais de três minutos.
Adianto não saber dominar – com técnica razoável – qualquer instrumento musical e também não calibrar a voz para cantar, apesar de gosta de muito de música. Dentro das nossas frustrações, essa é uma delas. É bem verdade que nunca me esmerei em aprender nada nessa arte, não obstante já ser mergulhador com certa segurança – do mar das composições. Na segunda-feira o carnaval é de primeira, a saudade tá na rua é festa a noite inteira, eis o refrão de uma “famosa”.
Diz o professor no referido vídeo: “ a música é dividida em três partes: a melodia, a harmonia e o ritmo”.
A melodia: estimula sua memória.
A harmonia: mexe com as emoções.
O ritmo: mexe diretamente com os seus batimentos cardíacos.
Aliás, já envie esse vídeo, pelo whatsapp, para contatos que, de certa forma, se interessam pela temática. Assim sendo, abaixo, segue o referido vídeo. Convido o internauta apertar o play e “viajar”….
Instituto Histórico: convite – 02 de agosto – 20h – Salão Nobre.
Momento Cultural: A Carta – Stephem Beltrão.
Sobre a folha branca
A caneta voa de leve e escreve
Apenas o seu adorado nome.
Deito-me, desligo o abajur
Durmo e sonho com você.
A carta que não escrevi
Chegou ao seu destino
Lançou-se nas autopistas dos sonhos
Do meu amor ingênuo e divino.
Por que fiz essa loucura?
Será que ela desvendou meu segredo?
Anseio que ao acordar
Ela me olhe com desejo.
Stephem Beltrão




















