É, meu povo, está chegando ela… A tão esperada live da resenha com o pituzeiro @thardellylima. Simbora prestigiar, né não? Se prepara que é no dia 26, às 20 horas, aqui mesmo.

É, meu povo, está chegando ela… A tão esperada live da resenha com o pituzeiro @thardellylima. Simbora prestigiar, né não? Se prepara que é no dia 26, às 20 horas, aqui mesmo.


Na atual conjuntura da política nacional o debate apequenou-se. Com raras exceções, os que se propõem, aparentemente, estão intoxicado pela certeza absoluta, algo que, convenhamos, não sugere uma boa prosa. Nesse deserto de bom senso, resta-nos evitar o confronto, no sentido da manutenção das amizades.
Na medida do possível, no campo político, para uma melhor digestão das ideias, todos os campos políticos merecem respeito. No meu modesto entendimento o ex-ministro Aldo Rebelo é dessas “peças raras” na atual conjuntura. Fala com propriedade, com a experiência de quem não “joga para plateia”. Tem conteúdo para todos os assuntos nacionais.

Não o conheço pessoalmente. Pelo Instagram, na sua conta pessoal, vez por outra, emito algum tipo de opinião fazendo referência as suas entrevistas que tenho oportunidade de acompanhar. Na última oportunidade, terminamos o bate papo com ele me pedindo o endereço para enviar o seu livro: “O QUINTO MOVIMENTO” – promessa cumprida. Oportunamente, irei aprecia-lo.

Setembro Amarelo é uma campanha nacional que tem por objetivo a prevenção do suicídio. A campanha iniciou-se em 2015 e foi criada pelo Centro de Valorização da Vida (CVV), pelo Conselho Federal de Medicina (CFM) e pela Associação Brasileira de Psiquiatria (ABP).
Aproveitando a temática, escolas da nossa terra – Escola Estadual Professora Amélia , Escola Olivia Carneiro de Carvalho –, em parceria, saindo do ambiente comum escolar, promoveram o “Aulão Setembro Amarelo”. Nesse contexto, levaram a sala de aula para a sala do cinema.
O evento pedagógico, por assim dizer, ocorreu na manhã de ontem, quinta-feira (23), na nossa Vitória de Santo Antão. Ao final, os cerca de 110 alunos presentes ainda puderam curtir a exibição do filme “Shang-Chi e a Lenda dos Dez Anéis”


Não confunda Estrato com Extrato. O estrato com “s” quer dizer camada, e o extrato com “x” tem a ver com extraído. Por exemplo, quando o caminhão de extrato de tomate capotou na pista, a camada de pobres da periferia correu para saquear. Ou seja, o caminhão carregava caldo extraído de tomate, e o estrato social foi aproveitá-lo para temperar macarrão. Portanto, extrato de tomate pode referir-se a comida de rico, e estrato social pode referir-se a desespero de pobre, tão incompatíveis, como o extrato bancário de um endinheirado de Classe Alta e o extrato bancário de um endividado de Classe Baixa.
Sosígenes Bittencourt


4ª Edição da Cavalgada Fest – Javam Ageu, Pilako, Gildo Espósito e o deputado Antônio Moraes – 2003 – Escola Agrotécnica.


Na nossa pacata e bucólica cidade do início do século XX, no final da primeira década, exatamente em 22 de setembro de 1910, há exatos 111 anos, a inauguração de um empreendimento comercial “jogava luz” na estrada para um conjunto de transformações, sobretudo no campo das relações sociais. Imagem ilustrativa do cinema.

No prédio em que atualmente funciona a Loja Cattan e que durante muito tempo também funcionou o emblemático Restaurante “Pitú Lanche ”,ponto de encontro da fina-flor boêmia do nosso lugar, abrigou o primeiro cinema da nossa “aldeia” – Cinema Vitória. O empreendimento foi uma iniciativa cidadão João Costa. Imagem real da Pitú Lanche, em pleno carnaval.
Com um vasto salão que acomodava até 400 pessoas, o mesmo foi bem arquitetado. Através das quatro portas da frente, a pessoa tinha acesso à sala de recepção e também a bilheteria. Lá dentro, alem da tela bem de frente, um palco ao fundo dava lugar ao piano e demais instrumentos. Lembremos: vivíamos, ainda, a era do cinema mudo. O público era dividido “em duas classes”: a primeira em cadeiras e a segunda se dividia em bancos de madeira. Tudo era magia…
No transitar do tempo, sempre em marcha constante sem direito ou opção à marcha ré, outros empreendimentos do gênero surgiram na nossa cidade. Hoje, apesar das muitas opções no mundo dos canais televisivos com séries e programas pagos, possuímos bem arranjadas e modernas salas de cinema, localizadas no Vitória Park Shopping. Essa é a Vitória de Santo que continua em movimento….


Foi com alegria e sentimento de gratidão que recebi a publicação estampada na página oficial da FAMAM – Faculdade Macêdo de Amorim -, realçando o nosso projeto “Apelidos Vitorienses” e também destacando-nos no sentido do protagonismo na primeira “Live de Autógrafos” da nossa terra. Registro, então, meu retumbante obrigado! Abaixo, segue postagem na íntegra.

FAMAM – Faculdade Macêdo de Amorim parabeniza Cristiano de Melo Vasconcelos Barros, mais conhecido por Pilako, pelo lançamento do 3º volume do livro Apelidos Vitorienses, mediante a 1ª live de autógrafos da história da nossa cidade. Referido projeto cultural esclarece a origem dos apelidos e o porquê de terem assumido protagonismo sobre o nome civil. Pilako é exemplo de apelido que acabou incorporado à pessoa do escritor. Conforme diria o saudoso jornalista e desportista Ovidio de Melo Verçosa Filho, Pilako entra, com brilhantismo e originalidade, na História da Nossa Terra, Nossa Vida, Nossa Gente.


Registramos o recebimento do “VOTO DE APLAUSO” , articulado pelo vereador Carlos Henrique e seguido de maneira unânime pelos pares, através do requerimento Nº 027/2021, direcionado ao nosso Jornal Eletrônico, intitulado Blog do Pilako, pela passagem dos 10 anos de atuação.
“Não tenho dúvida que, desde o inicio, o Blog do Pilako sempre representou a nossa cidade, elevando a nossa cultura e nossa história”. Justificou o sempre atencioso parlamentar, Carlos Henrique.
Pelo reconhecimento do Poder Legislativo Municipal à relevância do nosso trabalho, aproveitamos para agradecer. Aliás, agradecer é algo que nunca sairá da moda. Obrigado!




A edição 185 iremos apresentar para vocês o Poeta Onésimo Malafáia, candidato do IV Concurso Literário Categoria Melhor Poema Angolano pela Província de Benguela/Catumbela – Angola.
O Projeto Chá da Vida Brasil encontra-se no Estado do Maranhão promovendo o I Concurso Literário pela Biblioteca Incentiva no povoado Bom Lugar em João Lisboa – MA sob a coordenação do Padre Ernane. O segundo candidato se chama Francisco Gabriel.
Em breve estaremos na Amazônia promovendo mais um concurso literário na Aldeia Indígena Surui no Estado de Rondônia, sob a Coordenação do Escritor Luciano Soemakib Surui.
Ainda nesta edição estaremos com a Escritora Luh Veiga do DF homenageando Grécia; Poeta Milton Jorge do Estado do MS e as dicas gramaticais da nossa língua portuguesa pelo nosso Professor Fernando Bispoeta – SP.
Não mudem de barzinho não!
OUÇA AQUI.
Jones Pinheiro – 081 9 9967-7513



Cumprindo os protocolos necessários o amigo e imortal acadêmico da AVLAC, Zózimo Alves, promoveu Exposição Fotográfica no Clube Abanadores “ O Leão”. O evento movimentou a cena cultural da cidade durante três dias com apresentações musicais dos mais variados ritmos.

Com o tema “Por Cristo, Com Cristo e Em Cristo”, pelas lentes do fotógrafo Diego Albuquerque, o ensaio realçou cenas da realidade vivida por Jesus Cristo. Vale Lembrar, que durante alguns anos na encenação da Paixão de Cristo promovida pela Paróquia Matriz de Santo Antão, o próprio Zózimo encarnava a figura do filho de Deus.
O encontro cultural, promovido pelo artista Zózimo Alves, rendeu-lhe bons comentários, sobretudo nas redes sociais. Parabéns ao sempre bem intencionado e batalhador cultural da Vitória, Zózimo Alves.


Desde 1992, o casal de empresários Rosângela Martins e José Carlos, mais conhecido como “Reverendo”, começou a investir no comércio da cidade. Gerando mais de 50 empregos diretos, chegaram a ter 3 estabelecimentos no comércio varejista de alimentos. Quem não conheceu o Supermercado Vitória, que funcionou durante 25 anos, no bairro da Matriz, ao lado do fórum?
Agora, aposentada há 4 anos, a ex-empresária tornou-se uma escritora em ascensão. Em 2018, venceu o I Concurso Trapiche de Contos e Poemas com o livro “Pedacinhos de Amor” e já foi selecionada e publicada em dezenas de antologias poéticas e de contos.
Em 2020, com outros escritores, fundou o os grupos literários Sociedade de Autores Literários – SAL, e Mulheres & Poesias, que produzem seus próprios livros para as plataformas de publicação, como a Amazon e o Clube de Autores.

Atualmente, Rosângela Martins está em fase de pré-venda do seu primeiro romance ficcional: CORRENTES DE PAPEL, onde a história principal se passa aqui em Pernambuco, na década de 1870.
Por conta das medidas protetivas contra o COVID-19, a pré-venda de exemplares está sendo feita de forma online pela plataforma CATARSE, ou diretamente com a autora, através das suas redes sociais.
Correntes de Papel traz o retrato de um romance vivido entre Catarina, a filha do rico senhor de engenho coronel Emílio, e o escravo Francisco. Porém, o pai da jovem já escolheu o seu futuro marido, Luís Estêvão. Assim, Catarina e Francisco vivem o drama de um amor quase impossível, onde terão que enfrentar o ciúme e a ira de um homem cruel, além de ir contra todas as convenções de uma sociedade escravocrata, se quiserem ficar juntos.
Adquirindo o livro CORRENTES DE PAPEL, o leitor colabora para a divulgação da literatura da nossa região e valoriza a produção literária de novas escritoras.
Contatos pelo Direct da autora: https://www.instagram.com/ro_.martins/ ou pelo e-mail: rorosangelamart@gmail.com
Link do Catarse: https://www.catarse.me/correntes_de_papel_b467
Assessoria.


Uma live que marca um divisor de água da nossa história. Uma nova forma de lançamento de livros na nossa cidade. Com os impedimentos da pandemia e seus efeitos, algo tão complicado para toda sociedade, uma janela se abre na perspectiva dos eventos culturais dessa natureza. A palavra de ordem é reinventar-se.
A experiência da primeira “Live de Autógrafo” foi satisfatória, em todos os sentido. Aprendemos muitos. Produzir e vender suas próprias obras – livros – sempre será desafiador, sobretudo quando o conteúdo é eminentemente local, numa cidade que sequer possui uma livraria.
Assim sendo gostaria de agradecer a todos que contribuíram na efetivação desse empreendimento cultural. Aos que adquiriam os livros nosso eterno obrigado. Em ato contínuo, estaremos efetivando a última parte desse evento, ou seja: entregando na casa das pessoas. Valeu mesmo!!
ASSISTA A LIVE COMPLETA AQUI.


Não por maldade, mas circula a informação na nossa cidade que o Imperador Dom Pedro II e sua comitiva, por ocasião da sua visita na então “Cidade da Vitória”, em 1859, pernoitaram no prédio que é conhecido pelo carinhoso e simpático nome de “Sobradinho da Imperial”. Vale informar que, hoje, o mesmo pertence ao patrimônio do nosso Instituto Histórico e abriga a AVLAC – Academia Vitoriense de Letras, Artes e Ciência. A informação correta, sobre o espaço que serviu como “Paço Imperial”, é que o Imperador hospedou-se no imóvel da Rua Imperial 187, que à época pertencia ao Doutor Santos e que desde de 1950 foi instalado o nosso Instituto Histórico- também conhecida como ” Casa do Imperador”.
Voltando ao “Sobradinho da Imperial”, sobre esse imóvel, de valor histórico incalculável, podemos afirmar que é o único prédio da nossa cidade que ainda guarda as características originais, remanescente da então Vila de Santo Antão (1812 a 1843).
A partir da sua arquitetura, por exemplo, poderemos inferir um conjunto de informações importantes e relevantes da história internacional, de ocupações e guerras. Já sobre à forma de vida dos nossos antepassados outras tantas “portas” para o conhecimento se abrem.
Essa é a nossa Vitória de Santo Antão. Cheia de encantos, mistérios e belezas. Noutra ocasião, através desse projeto que mistura saúde, lazer, esporte , cultura, história e pertencimento, que o intitulamos por Corrida Com História, mais informações serão catalogadas. Forte Abraço!!


POR ONDE ANDA O CARRIHÃO DO VELHO JORNAL DA PRACINHA, RECIFENSE?
Mãos criminosas levaram-no do seu nicho, da torre cimeira do prédio hoje decadente.
Distante dele, na Serra dos Ventos, em Vitória de Sano Antão, , quando acordo nas madrugadas, já nesses tardios anos, parece que ainda ouço o som desse carrilhão dos meus tempos, como um daqueles da Redação. Comme de longs echos qui de loin se confeondent, como no verso do divino Baudelaire de LES FLEURS DU MAL.
Foto e texto do jornalista Marcus Prado.


EM VITORIA DE SANTO ANTÃO- PE., ANIMAIS VALEM MAIS QUE SER HUMANO. OU: A LOUCURA AMBIENTALISTA ANIMALIZA VEREADORES. A DESUMANIZAÇÃO DO HOMEM X A HUMANIZAÇÃO DOS ANIMAIS.
“Não se deve tirar o pão dos filhos para lançá-lo aos cães”
Amigo Pilako é normal que numa cidade onde morem seres humanos – que, além de serem humanos, sejam cristãos – as leis, importantes “acidentes jurídicos”, busquem trazer, para seu povo, o bem comum. Porém, em nossa Cidade, o dito normal é muito mais relativo do que no resto do que se chama mundo.
Fui a uma sessão, dia desses, na nossa Câmara de Vereadores, onde, na mesma, foi recusado um título de cidadão ao atual Presidente da República Federativa do Brasil, algo que, não obstante ser da economia interna da dita Casa Legislativa, causou-me um certo asco perceber que, sobre os nobres Edis, paira uma lógica liliputiana, sentimentalista, diminuta, quiçá microscópica: disseram muitos dos parlamentares que tal discussão pela concessão do dito Título de Cidadania Honorária seria desnecessária, imprudente, posto que, haveriam muitas questões municipais para serem debatidas pela respeitável Casa.
Pois bem: Eu até acredito que se tenham temas muito mais importantes a serem debatidos, votados, questionados por tão sérios e sapientes homens de tão elevada consciência moral e ética; entretanto, na mesma sessão (que movimentou os milhares de cientistas políticos de plantão de nossa Cidade) foi debatido a aprovação de mais uma Lei, digamos, animalesca.
Os nobres vereadores estavam propondo que, pasme, se algum animal for atropelado, abalroado por um cidadão em seu veículo, o mesmo será obrigado a socorrer a fera, sob pena de multa de mais de Um Mil Reais!!!
Ou seja: seres humanos que passem de morrer ao bater num animal de grande ou pequeno porte estão obrigados a, além de arcarem com seus prejuízos materiais, ou até lesões físicas, ou até a morte de um dos ocupantes de seu veículos, serão obrigados a socorrer as “verdadeiras vítimas” quadrupedes!!!
Lembrando que, as ruas, rodovias não são para cavalos, cágados, ursinhos, macaquinhos, gatos, ursinhos puff, timbus, galinhas, galos, pintos, guinés, jiboias, cascavéis, jumentos, mas, sim, para seres humanos.
Dileto Pilako será lindo, lindíssimo, ironicamente belo, ver um cidadão com seu veículo todo arrebentado ter que parar tudo que venha ou esteja fazendo – tipo: acionamento de seu seguro, análise de seus prejuízos físicos ou materiais – parar para socorrer animais irresponsavelmente soltos nas ruas de nossa Cidade.
O Cidadão esmaga a Cabeça de um Cágado (cágado é para tá no Rio ou no quintal de quem o cria) e, num choque de valores axiológicos, o cidadão que deveria ter as rodovias, as ruas limpas, livres e desimpedidas para rodar com segurança é forçado, por força de uma lei bisonha, antinatural, fruto de uma influência anticristã, a socorrer não os seres humanos que, por ventura, leve em seu veículo ou motocicleta, mas, os ditos animais soltos nas ruas!!! Onde vamos para Pilako com essa divinização dos animais?
Esqueceram do que Deus disse lá no Gênesis:
“‘Façamos o homem à nossa imagem e semelhança, e que ele domine os peixes do mar, as aves do céu, os animais domésticos, todas as feras e todos os répteis que rastejam sobre a terra’” (Gênesis 1, 26)
O dantismo da provável futura lei é tão medonho que nos vem a pergunta: por força dessa lei medíocre (desprovida de logica natural) pra onde devemos socorrer a cobra cascavel atropelada, ou o cachorro violento? Para o Hospital Joao Murilo de Oliveira? Para a Maternidade? Para o Pronto Socorro? Para casa dos vereadores proponentes da tal bizarrice?
É Pilako alguns se elegem não para ouvir o povo, mas para vomitar ideologias estranhas ao cristianismo.
Lembro de um ex vereador, bem magrinho, que diziam que ele sofria até de tuberculose de tão magro, que foi candidato a prefeito de nossa cidade sob o mote: “Deus falou comigo que vou ser prefeito”, que pretendia propor uma “lei” onde se poderia até sepultar o cachorro de estimação na cova de seu dono já falecido… seria um caso de internamento psiquiátrico?
Pilako entre propor leis que tornem animais iguais a seres humanos e aprovar o aborto, a pedofilia, a zoofilia, o casamento entre pais e filhos não há muita diferença ontológica: via leis se tenta tirar o ser humano de seu pedestal de glória que, nos foi dado por Jesus Cristo na Cruz.
Será que vão insinuar que Jesus Cristo também morreu na Cruz para salvar animais?
Você se lembra do que aconteceu logo depois que Jesus nasceu? José e Maria, em ação de graças, o apresentaram no Templo e ofereceram a Deus um casal de pombinhos. Pois é, este era o sacrifício dos pobres, uma vez que os ricos ofereciam bois, ovelhas, carneiros.
O cidadão Vitoriense ao ser atingido por animais nua rua ou rodovia municipais além do prejuízo deverá tirar de seu sustento para beneficiar feras soltas nas vias. Nada mais contra a Lei Divina do que uma “lei” dessas.
Veja o que nos ordenou Jesus Cristo (algum dos vereadores que propôs tal tirania é Cristão?)
“Não se deve dar aos cães o pão destinado aos filhos (Marcos. 7,27), adverte Nosso Senhor, nem atirar pérolas aos porcos (Mateus. 7,6).”
Os nobres vereadores querem que joguemos aos cães nossos pães, e, as pérolas de nosso tempo aos porcos.
Diletíssimo Pilako trago aqui o que nos advertiu Doutor Plinio Correia de Oliveira[1] sobre tais absurdos:
(…) É o que faz quem, levado por estúrdio sentimentalismo de fundo igualitário, concede aos animais carinhos e intimidades que a ordem da Providência reservou às relações entre seres humanos. (…)
(…) E pela mesma razão o homem, ao qual convém tanto o convívio do cão, não foi feito para beijar focinhos de cães como quem beija uma esposa ou uma filha, e também não foi feito para a intimidade de símios, ratos, javalis e girafas. Toda a inferioridade da natureza animal, patente nestes seres, é incompatível com esta promiscuidade com o homem. E o homem se degrada quando faz calar em si a natural repugnância que causa a intimidade com essas criaturas, nas quais a rudeza animal não foi velada por qualquer aparência. Fazendo calar esta repugnância, o homem embota o sentimento de sua própria superioridade, e, por assim dizer, aceita e assume em si o que no bruto há de inferior.
Por fim, que essa lei aberrante anticristã, que desumaniza deres humanos e humaniza animais, e que tira o pão nosso de cada dia da boca de nossa famílias seja recusada, e que os nobres vereadores voltem à Igreja.
Manoel Carlos.


Na edição de hoje apresentaremos para vocês ouvintes o nosso convidado direto da França para o Cantinho do Bar Brasil, o cantor e compositor Matthieu Doat.
Ele decidiu fazer uma viagem ao nosso Brasil em plena boemia do bairro da Lapa – RJ. Foi aí então, que o Mattieu Doat descobriu o samba e o cavaquinho-banjo, instrumento pelo qual se apaixonou. De volta à Paris, circulou por rodas de samba. Hoje, Doat compõe sambas em francês e português.
Não mudem de barzinho não!
OUÇA AQUI
Jones Pinheiro
Contato: 81 9 9967-7513


Em processo de divulgação do 3º volume do livro da nossa autoria, Apelidos Vitorienses, que ocorrerá manhã, sexta-feira (17), às 17h, em live pelo Blog do Pilako, na medida do possível, estou me utilizando das mais variadas plataformas de comunicação.
Nesse contexto, desde a semana passada, de maneira obsequia, venho participando de vários programas nas rádios da nossa cidade, uma vez que o assunto do livro é totalmente voltado ao público local – origem do apelido dos vitorienses que são mais conhecidos pelo apelido do que pelo próprio nome.
Comecei essa peregrinação oral, por assim dizer, no dia 03 de setembro, pela Rádio Atual FM. Lá, bati um papo com o entusiasmado comunicador Jota Santos. Na manhã do dia 09, através das ondas sonoras da Rádio Tabocas FM, o agradável dialogo rolou sob o comandado do meu xará, Cristiano Bassan.
Vale lembrar que a Rádio Vitória FM tem duas administrações: uma parte do horário da programação é da autonomia do grupo político comandado por Henrique Queiroz e seus filhos – Henrique filho e Carlos Henrique. Na outra banda, quem manda é o ex-prefeito Elias Lira e o deputado estadual Joaquim Lira – seu filho.
Pois bem, ciente disso, antes falei com o comunicador Moura Leite, piloto do programa “Vitória Alerta” – espaço do grupo politico dos “verdes”- e, na tarde de ontem (15), o mesmo abriu-nos espaço para falarmos dos livros e das curiosidades do seu peculiar conteúdo.

Antes agendada para a manhã de hoje, 16 de setembro, a possível entrevista com o experiente comunicador Jota Domingos acabou se transformando numa situação desagradável – lembrando que Jota ocupa horário na “banda” comandada pelo grupo amarelo.
A história começou bem, mas terminou sem sucesso…..
ENTENDA O CASO:
No último sábado, 11 de setembro, por volta do meio-dia, aqui, próximo à Praça Leão Coroado, Centro Comercial, casualmente, encontrei com o amigo Jota Domingos. Com certa intimidade, fui logo dizendo: jotinha, quero combinar contigo para ir ao teu programa divulgar o lançamento do 3º volume do Livro Apelidos Vitoriense.
Ao que ele respondeu:
“Oxe!! Na hora! Quando vai ser o dia desse negócio?”
Após as devidas explicações, combinamos que a entrevista aconteceria na manhã da quinta-feira (16), justamente no dia de hoje.
Em ato contínuo, com tempo para “jogar fora”, danamos a conversar sobre política local. Entre outras coisas, fiz algumas considerações sobre o “bônus e ônus” da sua travessia, no sentido dos grupos políticos locais. Terminamos o nosso agradável bate-papo com as seguintes palavras:
Então ficamos certo para quinta-feira, blz? – “Blz!”
Para não correr qualquer risco de dá errado, na noite de ontem, quarta-feira (15), véspera do nosso agendado encontro, na rádio, através do Whatsapp enviei-lhe a seguinte mensagem:
Boa noite – Jotinha, tá certo para amanhã, a entrevista? – que hora devo chegar?
Ao que ele respondeu:
“Boa noite, Pilako – às 6:30h da manhã” – (adornado com um sinal de positivo).
Fui dormir com esse agendamento na cabeça. Aliás, para não correr qualquer risco de atraso, desprogramei minha salutar atividade física diária. Logo cedinho, parti à Rádio Vitória FM. Ao estacionar o carro na Praça Leão Coroado observei uma ligação (não atendida) e duas mensagens (em áudio”), enviadas pelo amigo Jota Domingos.
No conteúdo das mesmas ele informava que estava tentando uma autorização para poder realizar a dita cuja entrevista. Em mensagem escrita, respondi-lhe que já estava bem pertinho do Prédio da Radio. Em seguida, enviei uma foto e mais duas frases: (já estou aqui na Rádio) – (continuo aqui…)
Mais adiante, o amigo Jota domingos me enviou outro áudio dizendo que continuava tentando a tal autorização, mas que não estava conseguindo falar com os seus chefes para poder efetivar a entrevista, antes agendada e confirmada às vésperas com o próprio Jota Domingos. Já sem jeito, ao final, o amigo Jota sugere a entrevista para um outro dia, sem ao menos se dá conta que o evento já irá acontecer amanhã, sexta-feira, dia 17,às 17h.
Resumo da opera:

De pé, em uma das esquinas da Avenida Mariana Amália, em compasso de espera, acabei provocando certa aglomeração de amigos em comum, por assim dizer. Curiosamente, ali mesmo, acabei efetuando mais uma venda de livro.
Esses foram os fatos. Achei por bem conta-los. Não irei, nesse momento, produzir qualquer tipo de juízo de valor sobre esse desagradável acontecimento. Se o contexto tem viés de humilhação, posso afirmar que não me senti menor nem maior. Mas, independente de qualquer coisa, o registro deve ser realizado e é importante. Para concluir, digo: eu sei quem sou e tenho um bom dialogo comigo mesmo. O resto é perfumaria….


No inicio da tarde de hoje, no sentido da divulgação do lançamento do terceiro volume do nosso livro, do projeto “Apelidos Vitorienses”, participamos do programa “Vitória Alerta”, na Rádio Vitória FM, pilotado pelo amigo Moura Leite.
Entre outras coisas, falamos da ideia embrionária do projeto em que catalogamos e registramos conterrâneos que são mais conhecidos pelo apelido do que pelo próprio nome. Durante nossa fala, que durou 15 minutos, vários “apelidados” entraram em contato, através do telefone da Rádio, para dizer que gostariam de ser escolhidos para o próximo volume, demonstrando assim que a ideia do projeto vem ganhando corpo e se avolumando. Aproveito para reforçar meus agradecimentos, pelo espaço concedido, ao comunicador Moura Leite.

Serviço:
Livro Apelidos Vitorienses, vol III.
Evento: “Live de Autógrafos”.
Dia: 17 de setembro (sexta-feira)
Horário: 17h.
Plataforma: Blog do Pilako.
Valor do volume III – R$ 50,00 – valor dos 3 volumes juntos – R$ 120,00 – entrega grátis.
Contato: 81-9.9192.5094 – Inst. @pilakooficial
