
Doutor Mário Bezerra discursando na quadra do Colégio 3 de Agosto. Ao fundo, o comunicador Gildo Alves. Foto registrada no início da década de 1980.


Doutor Mário Bezerra discursando na quadra do Colégio 3 de Agosto. Ao fundo, o comunicador Gildo Alves. Foto registrada no início da década de 1980.


foto divulgação – prefeitura
Com prévio agendamento, na manhã de ontem (15), na qualidade de vice-presidente do Instituto Histórico e Geográfico da Vitória, fiz parte da comissão que se reuniu com prefeito Paulo Roberto juntamente com alguns secretários. Capitaneada pelo presidente da instituição, professor Pedro Ferrer, o encontro serviu para alicerçar o “plano de retomada” das atividades – pós pandemia – da “Casa do Imperador”. Desde os primeiros passos – década de 1950 – que a municipalidade se configura no porto seguro do maior projeto cultural da Vitória de todos os tempo, ou seja: Instituto Histórico.
Nesse contexto, a atual gestão municipal foi bastante receptiva aos pleitos da referida entidade. Assim que o novo convênio for efetivado, o instituto irá materializar um sonho antigo: ou seja: abrir as portas do seu museu à visitação também aos sábados e domingos. Para que essa equação tenha êxito, sem aumento de despesas com pessoal, o expediente durante a semana terá que ser, obrigatoriamente, reconfigurado.
Ainda dentro das reivindicações da diretoria do renomado Instituto, todas legitimas ( é bom que se diga) o prefeito e sua equipe prometeu estudar um aumento no repasse financeiro mensal à instituição para que a mesma possa executar atividades culturais de interesse da comunidade, principalmente com foco na historiografia local.
Ao final do encontro, o presidente Pedro Ferrer saiu satisfeito e esperançoso. Aliás, o mesmo disse, de viva voz ao prefeito, que a sua gestão vem mostrando ser sensível aos movimentos culturais da cidade e que, pelo fato do próprio prefeito ter um bom nível de conhecimento acadêmico, o torna diferenciado no olhar dessa questão (cultural). Em ato continuo, toda equipe da prefeitura foi convidada a participar, no próximo domingo, do evento comemorativo que irá ocorrer nas dependências do Teatro Silogeu José Aragão Bezerra.



Por ocasião de um encontro comercial, ocorrido na manhã de ontem (14), tive a oportunidade de conhecer as novas instalações da APAMI – Associação de Proteção a Maternidade e a Infância. Com o dialogo fácil e a simpatia de sempre a amiga Socorrinho convidou-me para “circular” pela rotina da unidade, dizendo-me: “Pilako, isso aqui é a minha vida”.
Na qualidade de antonense, desde que me entendo por gente, a “Maternidade”, como se dizia antigamente, sempre foi uma referência no atendimento às pessoas mais carentes da nossa cidade. O tempo passou e o empreendimento hospitalar floresceu e avançou nas mais variadas prestações de serviços médicos.

Confesso que fiquei impressionado com a estrutura do lugar. Fazia algum tempo que havia circulado pelas dependências internas da APAMI. Ampliações e novos espaços surgiram, no sentido da modernização e de uma melhor acomodação dos pacientes. Praticamente em todos os setores que adentrei, guiado por Socorrinho, alguma pessoa conhecida minha se aproximava para tecer comentários positivos, na direção da anfitriã, por assim dizer.

Na boa conversa com o doutor Raul, esposo de Socorrinho e também diretor da APAMI, o mesmo contribuiu com informações técnicas que bem demostram à solidez do empreendimento. Não custa lembrar que hospitais, anos atrás, encerraram suas atividades por aqui.
Ao final dessa “visita” às dependências da APAMI, sem agendamento, registro essas linhas para marcar esse momento de visível expansão e ampliação da referida unidade de saúde que se traduz numa referência da nossa cidade e que, sem sombra de dúvida, no campo da historiografia, se configura numa espécie de “ponto” de chegada ao mundo dos vivos de parte expressiva da nossa população, sobretudo dos mais carentes.


Claramente cada um arriado os quatro litrão pelo outro. Isso que é brinde de casamento @yadhara_fernandes. Felicidades e muitas bodas de resenha.


O bem articulado e comunicativo produtor cultural Pablo Dantas, já entrou no clima. Com uns “quilinhos” sobrando na hora do encontro com a balança, o mesmo vem se “mexendo” para, na qualidade de atleta, participar da “1ª Corrida e Caminhada da Vitória”, que irá ocorrer na manhã do domingo, dia 03 de abril, aqui, na Vitória de Santo Antão. Em recente encontro, o mesmo aceitou o meu desafio: veja o vídeo.
SERVIÇO:
Evento: 1ª Corrida e Caminhada da Vitória.
Dia: 03 de abril – domingo
Hora: a partir das 6h.
Local: nas Praças da Restauração e 3 de Agosto – Livramento.
Valor: até o dia 28/02 – 1º lote – $50.
Inscrições: http://www.corridadavitoria.com.br


Esta é a bela Praça Professor Fleming, no bairro da Jaqueira, no Recife/PE.
A escolha do seu nome teve o propósito de homenagear o professor e bacteriologista Alexander Fleming, que realizou, acidentalmente, uma descoberta que levaria a um dos maiores avanços da medicina moderna.
Quando saiu de férias, Fleming deixou algumas placas com culturas de microrganismos em seu laboratório, em um hospital de Londres.
Assim que voltou, reparou que uma das suas culturas de staphylococcus tinha sido contaminada por um bolor e que em torno dele não havia mais bactérias.
Então, Fleming e o seu colega, Dr. Pryce, descobriram um fungo do gênero penicillium, que produzia uma substância de efeito bactericida: a penicilina! 🙌🏼
Os seus achados foram publicados no dia 14 de fevereiro de 1929, quando a sua descoberta foi apresentada como um método eficaz no combate de infecções bacterianas.
A penicilina está disponível como fármaco desde 1941 e foi o primeiro antibiótico a ser utilizado com sucesso.
Como coisas tão importantes são descobertas por acaso e mudam o rumo da humanidade!
.
Siga: @historia_em_retalhos
https://www.instagram.com/p/CZ9NWWyOP2D/?utm_medium=share_sheet
Fonte: @ronaldohistoriador


Ainda com a quantidade de acadêmicos reduzida, na manhã do domingo (13), a AVLAC – Academia Vitoriense de Letras, Artes e Ciência – promoveu a primeira reunião presencial desde o período pandêmico, ou seja: março de 2020. Nesse recorte temporal ocorreram apenas reuniões remotas.

Por mais que as facilidades tecnológicas encurtem distâncias e facilitem a comunicação, reunir-se de maneira presencial, para essa atividade, é algo essencial. A troca de informações com o “olho no olho” é, e sempre será, a melhor convivência de todas.
Após alguns informes administrativos, autógrafos em novos trabalhos, realizado pela acadêmica Socorro Beltrão e muito planejamento para o ano em curso, o som da rabeca do Rafael ratificou o alto nível do reencontro.



Flash do carnaval – Bloco Bobeirodromo – agremiação que juntava a turma jovem – ano não registrado. Foto enviada por Jerônimo.


O encontro de Julio Iglesias com Reginaldo Rossi.
Após turnê pelo Brasil, em 1991, Julio Iglesias e a namorada brasileira Tânia Corrêa escolheram as praias de Muro Alto e Cupe, no litoral sul de Pernambuco, como locais para descanso.
Curioso para conhecer o Rei do Brega, Julio telefonou para Reginaldo e o convidou a ir até o hotel onde estava hospedado.
Sem titubear, Rossi atendeu ao convite do astro espanhol e o resultado não poderia ter sido diferente: uma noitada até às 04h:00min!
Lá pela madrugada, contam os presentes que Iglesias soltou a seguinte pérola: “Rossi, você canta melhor do que eu, mas o meu cabelo é melhor do que o teu”.
Que encontro!
.
Siga: @historia_em_retalhos
https://www.instagram.com/p/CZ0SfXfube7/?utm_medium=share_sheet


*Uma droga nunca foi um BARATO, sai muito caro.
*Quem se alucina para FUGIR da realidade, encontra mais dura realidade.
*BOCA DE FUMO nem boceja, sofre de insônia.
*AVIÃO DE TRÁFICO não aterriza, dá voo rasante e provoca acidente.
*Da maconha para a pedra de crack, é UMA VIAGEM.
*Não é legal punir drogado por TENTATIVA DE SUICÍDIO.
*A Droga é um NEGÓCIO entre uma grande emoção e um longo arrependimento.
Sosígenes Bittencourt


Agora, 70 anos depois, no processo de aplicação de painéis nas cidades que participaram com sua assinatura da Convenção de Beberibe apoiando o Movimento Revolucionário Liberal de 1821 Goiana se une à Vitória de Santo Antão, mais uma vez. Este Movimento Revolucionário sob a liderança dos ex-presos políticos de 1817, Felippe Menna Callado da Fonsêca e Manoel Clemente Cavalcanti de Albuquerque, chegando num lugar chamado Soledade, em Goiana, seus líderes criaram na Câmara de Vereadores da nossa terra a Junta Governativa de Goiana elegendo o também ex-preso político, goianense, advogado e vereador, daquela então vila, Francisco de Paula Gomes dos Santos para presidi-la.
Como vemos, a História nos une quando há 200 anos atrás estávamos juntos lutando por esta grandiosa e nobre causa no processo da Independência do Brasil e dando os primeiros passos para a construção do Estado Nacional. E para registrar este fato será aposicionado este painel no Silogeu José Aragão em Vitória de Santo Antão.
Solange G. Valadares – IHAGGO



Desfile do Clube Abanadores ” O Leão” – carnaval 2002 – na foto: Iara Gouveia, Adroaldo Barros, Siyvio Gouveia e Zito Silas – registro do Jornal da Vitória.



Por que a Alemanha, um dos países mais democráticos do mundo, criminaliza, até hoje, o discurso nazista?
Este é o “Sieg Heil”, uma expressão alemã que significa “salve a vitória” ou “viva a vitória”.
Foi muito utilizada durante o período nazista, conjugando-se com a saudação a Hitler, ou seja, “Heil Hitler”, que significa “Salve Hitler”.
O regime nazista pregou a supremacia do homem branco germânico, com o extermínio de outras raças.
Trata-se de um dos regimes mais totalitários, insanos e sangrentos que a história da humanidade já conheceu.
Assim, fica a pergunta: é possível que a apologia ao Nazismo seja considerada “liberdade de expressão”, quando esta mesma liberdade de expressão significa dar a um grupo totalitário a possibilidade de destruir a própria democracia?
.
Siga: @historia_em_retalhos
https://www.instagram.com/p/CZxbzbPuJYV/?utm_medium=share_sheet


Muito antes do termo “frevo” ser registrado pela primeira vez – isso ocorreu na primeira década do século XX – os folguedos de momo na então “Cidade da Vitória” já se configuravam como uma festa consolidada. Os jornais locais, lá por volta de 1880, já falavam de algumas agremiações com algum tipo de organização.

Mais adiante três tipos de agremiações ganharam forma: fado, critica e manobra. Os de manobras, se bem observado, ganharam nomes de utensílios domésticos: chaleira, espanadores, vassouras, abanadores e etc. Apelidado como o “papa-clube”, por conseguir angariar a simpatia dos componentes das outras agremiações, o “Abanadores” tornou-se o “mais forte”. Para rivalizar com ele, 1921, surgiu, com muita força, o “Vassouras”.
Mas foi em 1925, após um ensaio de rua que o poeta Teopompo Moreira, simpatizante do “Abanadores” que, empolgado, disse que o seu clube iria “engolir todos”, ou seja: era um verdadeiro “Leão”. De maneira rápida, Como resposta, os integrantes do “Vassouras”, disseram representar a “resistência”. Como símbolo desse sentimento, elegeram o “Camelo”.
Eis aí, portanto, no dia que se comemora mais uma edição do “Dia do Frevo”09 de fevereiro – a história que norteou a nossa festa maior durante boa parte do século XX. Corrida Com História.

Isso é o que eu chamo de grande encontro! Valeu pelo registro, meu patrão! @diegobarros_sc.


Em celebração presidida pelo Arcebispo Dom Fernando Saburido, ocorrida na noite de ontem (07), na histórica cidade de Olinda, o Monsenhor Maurício Diniz tomou posse como pároco e vigário episcopal – Paróquia São Pedro Mártir de Verona e Vicariato de Olinda, respectivamente.
Bastante prestigiada por autoridades eclesiásticas e políticas, o evento religioso promoveu o deslocamento de um conjunto de grupos de católicos da nossa cidade, sobretudo dos paroquianos da Matriz de Santo Antão, no sentido de gratidão e respeito ao sempre simpático e acolhedor Padre Maurício.


Na sua passagem pela Matriz de Santo Antão, pouco mais de 6 anos, o mesmo cumpriu sua missão com louvor. Conduziu o processo de transição após o longevo “tempo” de Padre Renato sem sobressaltos e com muito equilíbrio, sem deixar de exercer sua autoridade no sentido das transformações que julgou necessário.
Sua marca será sempre lembrada na Vitória de Santo Antão. Suas ações pastorais, seu jeito simples e comunicativo e também os eventos voltados à cultura, uma das suas marcas mais salientes. Juntamente com a diretoria do Instituto Histórico promoveu várias parcerias.
Nesse contexto, desejamos ao amigo Monsenhor Maurício Diniz que o Glorioso Santo Antão continue lhe abençoando na sua nova missão.




