Internauta Ana Paula Almeida comenta no blog

Comentário postado na matéria ““ATENÇÃO USUÁRIOS DE COLETIVOS” – diz internauta, que pediu para não ser identificado.“.

Concordo com Severino José…infelizmente um parte dos motoristas tratam os usuários como se fosse um favor e não um direito nosso de utilizar os ônibus, principalmente do horário de 13 horas que vem de Recife…a cabine do ônibus lotada de moças com altos papos e cheias de pose por cima do motor. O interessante que são estudantes e não tem noção do perigo ou o papo na cabine é mais importante que o rico de sofrer um acidente com uma simples freada, sem contar que para subir no ônibus fica complicado por atrapalharem as pessoas que queiram passa e ir para o corredor que fica vago. É um desrespeito com os usuários colocando todos nós em risco. Chama o motorista para conversar no final de semana, faz um churrasco ou mata uma galinha bem gorda para colocar a conversa em dia.

Ana Paula Almeida

Colunista Sosigenes Bittencourt comenta no blog

Comentário postado na matéria “No tempo de eu menino – Fratelli Vita“.

Foi-se o tempo em que beber Coca-Cola resumia-se em fazer espoucar a tampinha, produzir um glut-glut, arrotar e estalar a língua. De tanto fuxicarem seus malefícios, ela mesma já está se tocando e querendo vender água mineral. Afinal, sua marca tem de ser preservada, pois custa 51% do valor da empresa. Ou seja, ela sozinha vale 43 bilhões de dólares. É importante frisar que a Coca-Cola já foi produzida a partir da noz de cola, uma pequena castanha da África tropical. A árvore é a coleira e pertence à mesma família do cacau. Portanto, seu aroma e seu sabor serviram para produzir o refrigerante mais popular do mundo. Estimulante e rica em cafeína, os africanos a mastigavam para matar a fome e combater o cansaço. Curiosamente, já foi utilizada até como moeda de troca.
Em março de 2001, o engenheiro Roberto Moretti, da Universidade de Campinas, relatou que a quantidade de cafeína que entra hoje na fabricação do refrigerante é quase insignificante e a castanha já foi substituída por produtos químicos sintetizados em laboratório, que apenas simulam o gosto e o cheiro da noz de cola.
Ora, com esse crescimento de demanda por bebidas saudáveis, a Coca-Cola, com a marca que possui, claro que vai embarcar na adaptação, oferecendo sucos, água, isotônicos e energéticos. Quem nasceu um dia desses, não pode imaginar o quanto já foi aromática e saborosa a Coca-Cola. O prazer de bebê-la, quando produzida à base de sementes da cola acuminata, que contém alcalóides tônicos e aperitivos, é inenarrável. A Pepsi-Cola, por exemplo, era um espetáculo. Quiçá, ainda melhor.

Sosígenes Bittencourt

Comunidade carnavalesca ainda não recebeu o dinheiro da prefeitura.

Passado exatamente um mês do último dia de carnaval – 04 de março – onde nos despedimos dos festejos MOMESCOS retirando a fantasia e ouvindo os últimos sons da inconfundível tuba, os diretores de clubes, troças, blocos e agremiações alternativas, até o presente momento, estão “chupando dedo” no que diz repeito ao dinheiro da Prefeitura.

Com medo de perseguições e dos possíveis rateios nos já “minguados” repasses financeiros por parte da municipalidade, os carnavalescos só tocam no assunto em situações muitos reservadas. Alguns deles, inclusive, já tinham me pedido para fazer a cobrança pública, dizendo ele: “Pilako tu é moral……tu nun sabe que o pessoal lá fica tudo morrendo de raiva mas termina fazendo o que tu bota no blog….vai lá …mete bronca…… que estou precisando daquela mixaria para pagar o povo que já tá me cobrando”.

Pois bem, sendo assim, gostaria de lembrar, caso realmente estejam esquecidos, ao Prefeito Elias Lira e ao Secretário Municipal Paulo Roberto que o DINHEIRO DO CARNAVAL ainda não chegou nas mãos dos que realmente produz o carnaval vitoriense.

Faço então as seguintes perguntas:

A prefeitura tá sem dinheiro é?

Vai esperar o São João para pagar é?

Ou será que para pegar nessa “MIXARIA” o pessoal  vai ser obrigado a falar individualmente com Joaquim?

Diretor de Transporte, Luciano Lima, responde mais uma vez a internauta

Comentário postado na matéria “Internauta Severino José comenta no blog“.

Caro amigo lhe garanto que vou tomar as providências cabíveis. Só tenho duas colocações a primeira não tenho protegido, segundo os próprios universitários também devem ter um pouquinho de educação, porque eu Luciano já fui destratado algumas vezes e tenho muitos relatos dos motoristas que alguns realmente tratam mal os condutores, relatos de motoristas que são queridos, não posso citar o nome. O motorista citado logico que não têm razão em tratar mal a vocês pois os universitários de hoje são o futuro da amanhã. Vou tomar as providências pois funcionário algum é orientado a tratar ninguém mal. Fiquem com Deus e um forte abraço! Do amigo Luciano Lima.

Armando cobra tratamento melhor às micro e pequenas empresas

Foto: Alexandre Albuquerque/divulgação

Foto: Alexandre Albuquerque/divulgação

Recife – O senador Armando Monteiro voltou a defender o fim da cobrança antecipada de impostos praticada por diversos estados do País, inclusive Pernambuco, em palestra no XIX Congresso brasileiro e XV Congresso Estadual das Micro e Pequenas Empresas, realizado nesta sexta-feira (03), no Centro de Convenções, em Olinda. No evento, que reuniu mais de 1,5 mil micro e pequenos empresários de Pernambuco e do Brasil, Armando falou sobre os 07 Anos da Lei Geral da Micro e Pequena Empresa.

Armando lembrou da mobilização empresarial realizada em todo o País para que a lei fosse aprovada pelo Congresso Nacional e sancionada pelo então presidente Lula, em 2006. Foi instituído então o Simples Nacional, regime diferenciado de tributação para micro e pequenos empreendedores. À época, ainda deputado federal, Armando integrava a frente parlamentar que trabalhou pela aprovação da lei. Hoje no Senado ele é vice-presidente de uma Frente Parlamentar que pede avanços na legislação.

“Como sempre acontece no Brasil, alguns avanços são ao longo do tempo anulados pela voragem tributária que marca o nosso federalismo fiscal”, lamentou Armando citando a substituição tributária (mecanismo que atribui ao contribuinte/empresa a responsabilidade pelo pagamento do imposto devido pelo seu cliente). O senador afirmou que os Estados utilizam este mecanismo de forma perversa, combinando isto à antecipação do recolhimento de tributos e penalizando o capital de giro das pequenas empresas.

“Veja que paradoxo, hoje os pequenos estão financiando os estados porque antes de receber a mercadoria e, portanto, de poder completar o ciclo de venda, de financiamento das vendas, as empresas já são obrigadas a recolherem os tributos”, pontuou o senador, bastante aplaudido pelo público presente ao evento.

A opinião de Armando foi compartilhada pelos parlamentares e representantes de entidades que falaram durante o Congresso. Diretor da Frente Parlamentar Mista da Micro e Pequena Empresa, o deputado federal Pedro Eugênio (PT) defendeu o fim do mecanismo. Já o deputado federal e presidente da FIEPE, Jorge Corte Real (PTB), disse que a substituição é um “veneno para o Supersimples e não pode ser aceita do jeito que está sendo imposta pelos governos estaduais”. Por fim, o ex-deputado federal Claudio Vignatti (PT-SC) constatou que “nem todos os estados fizeram o dever de casa e que a substituição tributária inibiu o avanço da lei geral”.

Em Pernambuco – Perguntado sobre as politicas voltadas para o segmento das micro e pequenas empresas em Pernambuco, o senador Armando Monteiro afirmou que, neste quesito, a atual gestão deixou muito a desejar. Para ele, a Secretaria da Fazenda não contribuiu como poderia para oferecer um ambiente melhor ao setor.

“Agora, tardiamente, se flexibilizou um pouco a questão da antecipação do recolhimento, mas apenas para um segmento, beneficiando as micro e pequenas empresas, muito mais por uma disposição legal da legislação federal. E ainda temos, sobretudo no universo das pequenas empresas um tratamento muito inadequado. Acho que no balanço o Estado e a gestão do secretario da Fazenda, não ofereceu às pequenas empresas em Pernambuco um bom ambiente de operação”, concluiu.

“O progresso também é uma fatalidade”.

vitoria de santo antão pernambuco

Foto: Blog Nossa Vitória PE

Dias atrás, pela força do compromisso, realizei viagem com destino às cidades localizadas na Região do Sertão do Pajeú. Deixando a Zona da Mata, onde nossa Vitória ostenta o título de Capital, adentramos na Região do Agreste Pernambucano.

Ao passar pela Capital do Agreste, Caruaru, uma das cidades mais importantes do Estado, pudemos contemplar um visual metropolitano. Também conhecida como Capital do Forró dada à pujança dos seus festejos juninos, Caruaru, nas últimas décadas, também se firmou no eixo econômico do Nordeste como uma verdadeira potência. Seus últimos gestores, adversários no cenário local, maduramente, entenderam que para se projetar e avançar administrativamente e politicamente seria necessário fazer pela pólis, mais que o outro, com isso, todos ganharam, sobretudo, os caruaruenses.

Seguindo adiante pela importante BR 232, saindo do Agreste, teremos como “porta do Sertão do Moxotó” a cidade de Arcoverde. Para minha surpresa, uma grande obra viária, inclusive, com a duplicação da BR no trecho Urbano, vem dando uma nova formatação no município, que entre outras coisas, é um exemplo na organização da imperiosa mobilidade urbana servindo, aliás, de “case” de sucesso para a chamada municipalização do trânsito.

Nas outras cidades interioranas que tenho a oportunidade de visitar, faço questão de observar o nível de preservação dos prédios históricos assim como a ocupação de barracas nas calçadas para, de maneira automática, traçar um paralelo com a nossa Vitória de Santo Antão. Confesso, que fico estarrecido, cito como exemplo, a cidade de Santa Cruz do Capibaribe que tem, no comércio informal a sua principal cultura e curiosamente não existe nenhum passeio público tomado por pequenos comércios.

O internauta do Blog do Pilako, então, poderá dizer: “oxe pilako, você vive dizendo que Vitória é centro do seu mundo e agora vem falar que os outros lugares é que são bons, oxe, não estou entendendo nada.”

Pois bem, vou explicar melhor: É inegável que Vitória avançou e continuará avançando. Aliás, diga-se de passagem, na última década o Nordeste for a Região do Brasil que mais ascendeu. Os programas sócias  e os grande projetos federais na região, aliada à chegada de empreendimentos privados, sem dúvida, foram os grandes elementos desta “nova  equação”.

Nossa cidade, Vitória de Santo Antão, que vem sofrendo algumas transformações “a olhos vistos”, inserida neste contesto macroeconômico, foi beneficiada, principalmente,  pela sua localização e também  por ser a primeira grande cidade, fora da Região Metropolitana e que portanto, estaria contemplada nas  isenções de imposto na chamada “GUERRA FISCAL”.

Como disse o importante escritor Mário de Andrade, “o progresso também é uma fatalidade”.

Nas outras cidades,  hora exemplificadas, observamos por parte dos gestores uma preocupação na questão do crescimento ordenado, ou seja, existe, pelo  menos aparentemente, uma preocupação com os impactos nocivos do tão propagado CRESCIMENTO.

elias-jose-

Olhando para “dentro da minha cidade” e, sobretudo, para a condução dos últimos gestores municipais, não consigo enxergar nenhuma obra de infraestrutura que esteja sintonizada com a Vitória das próximas décadas, muito pelo contrário, o que vejo, por exemplo, é  em uma das Avenida mais importantes da cidade – Henrique de Holanda –   a total irresponsabilidade pública quando, tanto na gestão do José Aglailson quanto na do Elias Lira, são “autorizadas” invasões com  construções particulares e totalmente irregulares,  danosas, inclusive,  ao crescimento ordenado da cidade.

Portanto, fica aqui a constatação de que as prioridades administrativas de nossa cidade precisam urgentemente serem mudadas. Vitória não aguenta mais ser tratada como “moeda de troca” para que alguns se mantenham no poder apenas para beneficia-se, assim como seus filhos e apadrinhados políticos.

Internauta Severino José comenta no blog

Comentário postado na matéria ““ATENÇÃO USUÁRIOS DE COLETIVOS” – diz internauta, que pediu para não ser identificado.“.

Tudo este fato contem a plena veracidade! vou no coletivo da 11:15 no livramento via centro e presencio tudo isto e mais a arrogância do motorista que trata muito mal os alunos como se ele estivesse fazendo tudo de grança pois não vou pro circo… mas que ele fosse mais educado e gentil e fale direito com as pessoas pois nao estamos pronto para ouvir piadas nem gritos de motorista pois lembro q somos todos universitários e vamos para estudar… ele vai com o monte de meninas na cabine com liberdade creio que é reciproco (ele da liberdade e elas também dão liberdade ao próprio) colocado nossa vida em risco e de terceiros… quando vamos dialogar com o motorista ele não tem respeito e trata de violência alterado a voz e tentado intimida as pessoas deixo claro que ele nuca grito com a minha pessoa e sim com meus colegas do coletivo pois se fosse comigo só teria sido uma so vez porque não iria deixar isto assim, iria procura meus direitos de estudante e cidadão q comigo a lei funciona… o próprio(motorista) diz que nao tem medo porque é um protegido é primo do nosso respeitoso e amigo Luciano(coordenando desta área de trasporte) pois estamos em pleno seculo XXI onde podemos dialogar pacificamente sei nenhum trastorno a ambas partes… ma s peço ao saudoso amigo Luciano que mais uma vez faça valer a confiança de todos e da quele e lhe designou ao cargo! desde de já grato!

Severino Jose

Armando quer mais estímulos para empresas no Norte e Nordeste

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Foto: Pedro França/divulgação

Brasília – Uma emenda de autoria do senador Armando Monteiro (PTB) foi apresentada como destaque pelo coordenador da bancada nordestina, o deputado Pedro Eugênio (PT-PE), à Medida Provisória 627 (MP das Coligadas) que promove alterações em normas contábeis e tributárias. A emenda propõe a ampliação de prazos às empresas para a apresentação de projetos que se beneficiam de incentivos fiscais nas regiões Norte e Nordeste.

A medida beneficiará a unidade produtora localizada e em operação nas áreas de atuação da Superintendência do Desenvolvimento do Nordeste (Sudene) e da Superintendência do Desenvolvimento da Amazônia (Sudam). A apresentação do texto, que será apreciado pela Câmara, foi possível graças a uma articulação do senador Armando Monteiro.

Os incentivos fiscais e o prazo mais alargado são instrumentos que visam elevar os investimentos das regiões, gerando emprego e renda e contribuindo para a redução das desigualdades regionais.

Internauta Gustavo Pimentel, comenta no blog

Comentário postado na matéria “Diário de Pernambuco: conteúdo pobre.“.

Pilako,
Boa tarde,

Segue copia do email que enviei em 30 de março 2014 e resposta da repórter Rochelli Dantas, parabéns na visão do blog um abraço.

Gustavo Pimentel

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Rochelli Dantas (rochelli.dantas@associadospe.com.br)

Adicionar aos contatos

30/03/2014

Para: Gustavo Tavares Pimentel

Imagem de Rochelli Dantas

Oi, Gustavo.
Agradeço o contato.
A proposta da matéria era mostrar os mais recentes investimentos industriais de Vitória, por isso que não citamos a Pitú, um projeto antigo e portanto já consolidado.
Quanto a Sadia ela é sim citada na matéria, porém, como BR Foods, marca detentora.
Agradeço o contato.
Att,

Rochelli Dantas
Repórter
Redação Diario de Pernambuco
Diários Associados

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Gustavo Tavares Pimentel

30/03/2014
Para: rochellidantas.pe@dabr.com.br

Imagem de Gustavo Tavares Pimentel

Rochelli,

Boa noite,

Referente a sua reportagem do dia 30 de março 2013 as Industrias de Vitória PE, parabéns na redação quanto na pesquisa (se sua ou de outros ) ficou a desejar, temos fabricas como Pitu, Sadia tantas outras de fama internacional omitidas em sua reportagem, fico torcendo para suas próximas reportagens ter um índice de acerto maior.

Gustavo Pimentel
gtp_lai@hotmail.com
30 de março de 2013

Em tempo,

Nossa cidade ganhou em dezembro um shopping ( Shopping Vitória) com a geração de vários empregos.

Gustavo Pimentel
gtp_lai@hotmail.com
30 de março de 2013

Internauta JORDANIA comenta matéria do blog

Comentário postado na matéria “Coitada da nossa Vitória: e tome obras de fachada.“.

SR. PREFEITO, NÃO ESQUECER DO RESGATE DA PRAÇA DUQUE DE CAXIAS AO SEU ESTADO NATURAL DE ÁREA URBANA ARBORIZADA E AJARDINADA;
O QUE SE VER, HOJE, NAQUELE ESPAÇO PÚBLICO É : VERGONHOSO, DEPLORÁVEL, CONSTERNADOR, HUMILHANTE AO NOSSO MUNICÍPIO E QUE REVOLTA À TODOS; ESTA CIDADE NÃO MERECE AQUELA IMAGEM GRITANTE.

JORDANIA

Diretor de Transporte da Prefeitura, Luciano Lima, responde a internauta

Comentário postado na matéria ““ATENÇÃO USUÁRIOS DE COLETIVOS” – diz internauta, que pediu para não ser identificado.“.

Caro amigo, quero lhe dizer que agradeço a sua colaboração na administração do transporte universitário.Neste momento estou em uma reunião tomando as providencias cabíveis.
Fique com Deus e um forte abraço.
do amigo.

Luciano Lima.

Ricardo Rico canta “Paciência” – composta por Lima

Hoje disponibilizamos a música “PACIÊNCIA“, composta pelo vitoriense Lima da prefeitura, na voz de Ricardo Rico (foto).

[wpaudio url=”http://www.blogdopilako.com.br/wp/wp-content/uploads/ricardo_rico-paciencia.mp3″ text=”Paciência – Ricardo Rico” dl=”http://www.blogdopilako.com.br/wp/wp-content/uploads/ricardo_rico-paciencia.mp3″]

Aldenisio Tavares

Música RECADO: o tempo realmente voa.

classificadosOutro dia batendo papo com o blogueiro Lissandro Nascimento, por ocasião de uma viagem ao Sertão, face aos compromissos da ABLOGPE – Associação dos Blogueiros de Pernambuco – comentei que havia, dias antes, escutado uma canção, sucesso dos anos 90, que merecia, sobre o prisma das novas relações sociais, uma releitura.

Como sempre, para falar sobre música aqui no blog peço licença ao nosso amigo e também colunista –  Curiosidades Musicais – Léo do Monges, que diga-se de passagem, mais uma vez afirmo, um verdadeiro  expert no assunto.

A canção que me refiro é a que foi composta pelo afamado Renato Teixeira e gravada pela inconfundível Joana. Para os que têm mais de trinta e cinco anos, assim como eu, deve lembrar bem do “estouro das paradas” da musica: RECADO.

Sem querer entrar na crise existencial da moça suburbana que sonha com um príncipe encantado e que certamente ainda não tinha entendido que a pessoa que ela, supostamente, namorava não mais lembrava dela, quero apenas me ater às mudanças, hoje existente no tocante à comunicação.

Passados basicamente duas décadas e meia do lançamento desta música, hoje, os classificados dos jornais praticamente inexistem, que o diga o OLX – DESAPEGA, DESAPEGA.

Com o advento das redes sociais, onde se fala em tempo real, desde o amigo que se encontra no outro lado do mundo quanto o que está sentado ao nosso lado, entrar em contado com pessoas, principalmente namorados e “ficantes” onde, as vezes acontecem brigas e reconciliações sem mesmo se encontrarem, podemos dizer, definitivamente, que o tempo é outro.

Nos tempos dos faces, twitters e dos what apps, falar em classificados de jornais para se comunicar parece relembrar dos tempos FLINTSTONES, ou seja da idade da PEDRA.

Mas, independente da relação social que nos separa dos anos 90, musicalmente falando,  poderíamos dizer que éramos todos ricos e não sabíamos. Hoje, com tanta facilidade na comunicação, somos também vitimas da propagação, em tempo recorde, de inúmeras  músicas descartáveis e imprestáveis.

Pois bem, após esta pequena e simples crônica, na tentativa de comparar as atuais relações sociais com às do anos noventa, via música (Recado), espero ter ajudado, pelo menos  por alguns momentos, à nossa reflexão que O TEMPO VOA. Para refletir mais um pouco, escutemos, enfim,  a música RECADO.

Diário de Pernambuco: conteúdo pobre.

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Só ontem (01) tive oportunidade de ler uma matéria publicada no Diário de Pernambuco do Domingo (30) estampada no caderno de Economia na página B4 fazendo referencia à nossa cidade. A matéria, aparentemente muito importante, teve até uma pequena chamada de capa. O titulo interno diz: Industria cria novas oportunidades.

João Cleofas de Oliveira inaugurando o fornecimento de
Energia Elétrica em nossa cidade. Ano não registrado.

Confesso, que ao ver a chamada estampada na capa, no primeiro momento, pensei se tratar de uma espécie de “radiografia” industrial vivido pelo nosso município relatando, inclusive, a chegada da energia elétrica na nossa cidade trazida pelo então prefeito da época João Cleófas de Oliveira – início da década de 1920- até porque, sem energia elétrica a industrialização jamais chegaria.

Pois bem, a matéria assinada pelo jornalista ROCHELLI DANTAS, para mim, que esperava “beber na fonte do conhecimento”, até porque, o Diário de Pernambuco, indiscutivelmente, é uma referência no jornalismo brasileiro, foi uma decepção.

Não posso afirmar, mas a matéria, aparentemente, foi programada apenas para fazer propaganda. Não observei nenhum conteúdo que justificasse uma chamada de capa, aliás, mais da metade do conteúdo da pagina está mais relacionada  para o  quadro: “voltando pra casa” do Programa do Ratinho do que propriamente para falar de uma mudança na MATRIZ ECONÔMICA de uma cidade importante como Vitória, que diga-se de passagem,  pontuada como uma das dez cidade mais importante, economicamente falando, do Estado de Pernambuco.

É inegável que muitos vitorienses estão sendo beneficiados pelos postos de trabalho abertos pelos novos empreendimentos, mas, não sejamos hipócritas, o “sotaque’ nas salas de administração ainda é, predominantemente, sulista. A esmagadora maioria dos cargos, até o presente momento, disponibilizados para os vitorienses, não ultrapassam o valor liquido de R$ 1.000,00 (hum mil reais) como salário.

Para completar a fragilidade do conteúdo da matéria aparece, então,  o Secretário  Municipal, Barbosa – que atua como uma espécie de “gerentão” no governo  – para dizer essa pérola relacionada à chegada das industrias: “muitos diziam que o comercio seria abalado, mas ele foi fortalecido”.

Bem, para encerrar este pequeno comentário gostaria de dizer mais  3 coisas:

1º- A jornalista Rochelli Dantas deve ter realizado aquilo  que  seu chefe mandou.

2º-  Certamente esta matéria será mais uma que aparecerá nos programas de guias eleitorais para contrastar as manchetes negativas sobre a gestão do Governo de Todos emitidas pelo mesmo jornal – como aquela da folha de pagamento e da merenda vencida.

3º-  infelizmente, as discussões que deveriam ser tratadas com seriedade na nossa cidade são usadas para manipular pessoas e sobretudo à opinião pública.

Justiça Eleitoral aprova outdoors de Armando Monteiro

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A Justiça Eleitoral de Pernambuco considerou inteiramente improcedente a ação do Ministério Público eleitoral contra outdoors de prestação de contas do mandato do senador Armando Monteiro, pré-candidato a governador do Estado. Os outdoors, afixados no final do ano passado, traziam a seguinte mensagem: “O senador nota 10 do Brasil é nosso. Revista Veja elege Armando Monteiro como o melhor senador do país”.

A ação foi julgada pelo desembargador José Ivo de Paula Guimarães, membro da Comissão Especial da Propaganda Eleitoral do Tribunal Regional Eleitoral de Pernambuco (TRE-PE). Ele rejeitou a tese do Ministério Público, que acusava o senador de fazer propaganda eleitoral antecipada.

Em sua decisão, o desembargador afirma claramente: “Observe-se que nos outdoors não há algum pedido de voto e menção que será o representado, candidato ao cargo de governador e a origem do partido. O conteúdo existente, portanto, não pode ser considerado como propaganda eleitoral”.

Os outdoors reproduzem a posição do senador no ranking dos parlamentares brasileiros que “mais trabalharam em 2013 por um país moderno e competitivo”, publicado pela Revista Veja, a partir de critérios estabelecidos pelo Instituto de Estudos Sociais e Políticos da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ).

Armando Monteiro ficou em primeiro lugar entre todos os senadores e foi o único do Brasil a receber nota 10 por seu desempenho em todos os quesitos do Estudo. Entre os critérios estabelecidos pela Revista Veja e UERJ para definir o ranking, estão o de ser ficha limpa; trabalhar por uma carga tributária menor e mais simples; por mais infraestrutura e melhor gestão do gasto público; pela defesa de um sistema educacional racional e eficiente, entre outros.

Minha Cidade, Vitória de Santo Antão.

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Educandário Maria Gorete

Há alguns anos escrevi para o jornal das jornalistas Vanessa e Janaina e recebi com surpresa um elogio ao meu texto por Péricles Miranda que mora atualmente em Aracaju.

Na época agradecia a Rubens de Deus o envio do exemplar.

É que fazia referência a coisas que aconteceram na minha adolescência e que talvez mexeram com seu sentimento romântico de então.

Por exemplo, farei algumas alusões ao nosso passado: O sobrado de seu Genaro Trajano, onde hoje é o INSS, em frente a Igreja Presbiteriana e onde funcionou a Escola Maria Gorete e a Escola de Elzita Trajano.

Como não ter saudade das professoras Edite Holanda e Terezinha, que subiam a ladeira da rua da Paz, cheias de cadernos para corrigir?

De Nieta Varela que também ali ensinou?

Como esquecer o Ginásio 3 de Agosto de então? Tendo como diretor Padre Juarez e os professores Amauri Teixeira, Terezinha Beltrão, Gilvanete Guedes, depois Mário Bezerra e tantos outros que peço desculpas pela omissão dos nomes.

FACHADA DO COLÉGIO MUNICIPAL TRES DE AGOSTO

Colégio 3 de Agosto

Recordo também do Grupo Mariana Amália, dirigido por D. Beatriz Carneiro Leão e com várias professoras como Antonieta Barros Lima, minha prima, Valdomiro Prado, Maria Câmara que encantava a todos com belas exposições de Arte feitas pelos alunos, nos finais de ano.

As festas do Livramento ao som dos alto falantes de então anunciando: Atenção, atenção, Zezé Lacerda, ouça essa canção que alguém dedica a você, com muito amor. E assim as coisas aconteciam, namoros, casamentos.

Hoje, a comunicação é feita pelos Faces, namorar é ficar, pais mandam, filhos não obedecem. Porém engravidar acontece do mesmo jeito. Pela relação de um homem e uma mulher que pode ser num quarto de motel, num carro, ou em qualquer lugar adequado para um idílio, coisa maravilhosa, que transforma nossas vidas. Agora tudo isso só acontece com a permissão de Deus.

Severina Andrade de Moura
Professora de Língua Portuguesa e Literatura Brasileira.

“ATENÇÃO USUÁRIOS DE COLETIVOS” – diz internauta, que pediu para não ser identificado.

atencaoCaro amigo Pilako, mais uma vez e certo de que providencias serão tomadas, venho explanar um fato cotidiano que acontece nos ônibus dos estudantes que vão diariamente para o Recife.

Tenho ido rotineiramente a Capital de Pernambuco e sempre viajo cedo, e tenho observado que os motoristas andam contando muito com a sorte, por que eles permitem que na parte da frente (local permitido somente ao condutor) pessoas andem sentados na tampa do motor, outro sentado no painel do ônibus e outro debruçado sobre a porta, além do próprio condutor conversar o tempo inteiro com todos que estão ao seu redor, no mínimo isso pode ocasionar um acidente tendo em vista que o próprio motorista poderá vir a frear o veículo bruscamente devido ter sua atenção distraída e daí uma dessas pessoas caindo por cima dele pode fazêlo perder o controle total do ônibus e ai nem quero pensar no resto, sem contar que eles passam bem em frente ao posto da PRF sem medo de que nada aconteça, ou seja debochando dos policiais.

Todos os ônibus trazem bem em frente ao motorista e de fácil visão dos passageiros placas e avisos sobre como devem proceder, mas somente os motoristas da Prefeitura de Vitória é que não vêem os avisos.

Gostaria que o amigo Luciano, se é que ainda é o responsável por este setor, tome uma providência antes que aconteça coisa pior, resolvi escrever isso hoje por que citei todos os exemplos extraídos do ônibus número 07 que seguiu hoje cedo para Recife, mais fica aqui meu recado que não é somente este ônibus são todos que apresentam este comportamento e já comprovados por mim pessoalmente que já tive a oportunidade de viajar neles.

E ainda lembro o fator atender celular cena já presenciada por mim também, essa daí não é só dos ônibus da Prefeitura não, é de todos os que circulam na nossa cidade, Borborema e das empresas amadoras que nos vendem serviços também, e que já deviam está vinculadas a algum órgão fiscalizador, ta na hora do passe estudantil e da catraca eletrônica em Vitória.

Já que a Prefeitura tem sido omissa em tantos momentos recentes, espero que com esse ela não continue sem dar resposta.

Internauta