Este é o Milênio da Solidariedade:
ou seremos soli(D)ários,
ou seremos soli(T)ários.
Sosígenes Bittencourt
Os festejos juninos no nosso Estado já se encerraram há mais de dois meses. Na nossa cidade, Vitória de Santo Antão, a brincadeira de São João, esse ano, foi mais breve ainda. Já com relação à feira IMPROVISADA DO MILHO VERDE, localizada no Largo da Estação parece que vai chegar firme e forte nas festas natalina.
Pois bem, na tarde da última sexta (28) nossas lentes registraram que a feira improvisada do milho verde, em local não adequado, continua resistindo. Aqui é assim, cada qual faz o que quer e bem entende e os gestores do Governo de todos fazem apenas de conta que estão trabalhando. Como disse outro dia, essa administração do prefeito Elias Lira é de “mentirinha”.
Ao Ler o blog do Inaldo Sampaio, hoje (02) pela manhã, deparei-me com a seguinte nota:
O PR de Anderson Ferreira
O deputado Anderson Ferreira, presidente do PR estadual, nega que esteja dando pouca atenção às bases do partido no interior por causa de sua candidatura a prefeito de Jaboatão dos Guararapes. Garante que o partido vai disputar 40 prefeituras e que já conseguiu articular candidatos próprios em 19 municípios, entre eles Araripina, Itapissuma, Serra Talhada, Escada, Timbaúba, São Lourenço, Água Preta, Gravatá, Vertentes, Inajá, Cedro, Cumaru e Chã Grande.
Apenas uma pergunta: se na cidade da Vitória de Santo Antão – colégio eleitoral maior que as cidades nominadas – houvesse a possibilidade concreta de uma candidatura majoritária do Partido da República ( PR), você num acha que a mesma deveria também ser relacionada pela direção estadual da agremiação partidária?
Pois bem, é bom que se diga que os “Henriques” (deputado estadual e vice-prefeito) estão foliados ao referido partido (PR). Assim sendo, não custa nada lembrar o conteúdo da matéria postada aqui no blog cujo título foi: Eleições 2016: os “Henriques” continuam sem discurso para disputar a Prefeitura.

Patrimonialismo
Por Michel Zaidan Filho
O conceito de “Patrimonialismo” possue uma longa história nos manuais de administração pública e formas de dominação política. Oriundo das monarquias absolutistas européias, que surgiram na transição da Idade Média para a Idade Moderna, caracterizava aquelas formas de administração real que fundia a titularidade das terras, colheitas e animais existentes no reino com a fazenda real. Ou seja, o rei dispunha, quando lhe conviesse, de tudo que existia em seu reino, independentemente se fosse dos súditos ou dele mesmo.
Toda a luta dos parlamentos e da chamada sociedade civil contra o rei foi no sentido de separar a propriedade real (depois, pública) da propriedade privada (dos súditos), de forma que esta não estivesse subordinada aos interesses e necessidades da Coroa. Até hoje se discute se o modelo da monarquia portuguesa foi ou não patrimonialista.
0 principal estudioso dessa herança maldita foi o ex-presidente da OAB, Raimundo Faoro, num livro clássico intitulado: “Os Donos do Poder”. São mais de 500 páginas destinadas a provar que a história da administração pública no Brasil só reproduz a herança patrimonialista da monarquia lusitana, passando por autores consagrados como Gilberto Freyre, Sérgio Buarque de Holanda, Roberto da Matta etc. Afinal, conservamos ou não – ainda hoje – esse estilo de administração pública, elevado à categoria de um “tipo de dominação” na famosa tipologia do sociólogo alemão Max Weber?
Essa é a história do Brasil: os esforços para implantar entre nós um regime republicano e uma administração moderna, submetida à Constituição. A nossa carta maior de 1988 aprovou pela primeira vez um capítulo sobre a administração pública, tipificando os crimes contra o interesse e o erário público.
E o ex-ministro Bresser Pereira chegou a falar em “Direitos Republicanos”, uma quarta geração de direitos, ligados à boa gestão dos negócios públicos. Infelizmente, como diria Oliveira Viana, existe o Brasil ideal e o Brasil real. Entre eles medra uma enorme distância que, segundo o sociólogo, só podia ser enfrentada como uma modalidade de “autoritarismo instrumental”, não através das leis e dos bons costumes.
0 fato é que apesar dos inegáveis avanços no trato da coisa pública e da publicização das boas práticas de gestão pública no Brasil, persiste o vezo, o costume, o hábito de tratar a ação administrativa do município ou do estado “como coisa sua”, da “sua família” ou do seu “grupo político”, ao arrepio das leis e dos avanços conquistados.
É o caso de Pernambuco.
Abro o computador e sou obrigado, como cidadão, a me deparar com a notícia que uma vez por mes alguma obra, serviço, equipamento, logradouro, aeroporto, viaduto, ponte etc. ganha o nome de um ex-governador recentemente desaparecido. É de se perguntar como uma geração de aprendizes da política recrutada nos Tribunais de Conta do estado não aprenderam nada em sua atividade de auditores e fiscais das contas públicas, sobre o conceito de patrimonialismo e republicanismo.
A administração pública é impessoal, legal e da ética republicana, diz a Constituição cidadã. Essa turma não leu ou não respeita os mandamentos constitucionais e se submete, antes, a algum dever de lealdade dominicana ao chefe ou a quem os elegeu, ou à família do chefe?
É, por acaso, o estado de Pernambuco uma capitania hereditária de algum feudo ou oligarquia familiar?
– Qual o sentido dessa administração familista?
Perpetuar a memória do falecido, através dessas homenagem com o dinheiro público, para que seus descendentes e correligionários possam usa-las politicamente, nas próximas eleições?
A cidade, como o estado, pertence aos cidadãos e cidadãs de Pernambuco. Não podem ser usadas discricionariamente pelos seus governantes para fins ou objetivos pouco republicanos. 0 patrimonialismo na gestão pública é crime de lesa-republica e merece ser ajuizado pelo Ministério Público, para que tenhamos uma gestão que faça jus aos brios político do povo pernambucano.
Publicado originalmente no Blog do Jamildo
Comentário postado na matéria “Internauta Douglas França, ao ver matéria, diz que havia denunciado caso ao Secretário BARBOSA“.
Esse rapaz faz parte daquele movimento ‘Aposente’. Atualmente esse movimento e os blogs de Vitória formam a verdadeira oposição dessa cidade. Parabéns Pilako por dar voz a quem merece.
Antônio Maciel
Comentário postado na matéria “(I)MOBILIDADE URBANA: carroças trafegando no sentido contrário do fluxo de veículos.”.
A situação do nosso centro comercial é alarmante, cada vez mais o problema se agrava. Claro que as medidas implantadas para reordenamento do trânsito são bem-vindas, mas ainda muito insuficientes.
Enquanto a cidade crescia, a nossa infraestrutura não acompanhou essa nova realidade. O lógico seria ampliar o número de ruas e avenidas para essa atual demanda, mas ocorreu o contrário. Ao invés disso, algumas dessas vias foram bloqueadas permanentemente e outras obstruídas em parte da semana. É uma equação inversamente proporcional.
A revilitalização dos mercados públicos, a transferência da feira para uma área adequada, a liberação de ruas e passeios públicos ocupados e a ampliação dessa base são imprescindíveis para reverter esse quadro bastante caótico.
Rogerio Albuquerque
Publicar fotos de animais de grande porte circulando e se alimentando pelas vias públicas da nossa cidade, convenhamos, não é uma imagem bonita. Não é de meu interesse, claro, “puxar” a autoestima do vitoriense para baixo, mas, esconder o problema, efetivamente, não ajudará em nada resolve-lo.
Como já falei, além da gestão do Governo de Todos reconhecer publicamente o problema, inclusive, emitindo uma nota oficial dizendo que iria resolver a parada, o próprio secretário de Governo, Ozias Valentim, segundo informações, já assinou no Ministério Público local um documento se comprometendo em sanar este grave problema de SAÚDE PÚBLICA. Ao que parece, esse compromisso firmado pelo representante do prefeito, não passou de mais uma “mentirinha” da gestão do Governo de Todos.
Na Tarde do sábado (29), por exemplo, em pequeno trecho urbano (cerca de 300 metros) nossas lentes flagraram quatro “pontos” de porcos se alimentando de lixo. Um dos “pontos”, contudo, foi em frente ao Prédio da Guarda Municipal.
Volto a dizer: não podemos conceber como uma coisa normal, em pleno século 21, porcos sendo criados no meio das pessoas. O prefeito Elias Lira e a secretária municipal de saúde, Veraluci Lira, estão precisando tomar um “CHÁ DE BUSSÓLA” para se orientar.
Sendo assim, serei obrigado a abrir a “jaula do Elias” e zerar nosso contador dos bichos.
Eu não poderia deixar o dia de ontem passar em branco. Através deste texto eu gostaria de manifestar meu sincero repúdio com o que vem acontecendo na Câmara Municipal da Vitória de Santo Antão. Ontem e também em outras oportunidades, tive o desprazer de presenciar um grupo de homens que recebem altos salários para trabalhar em favor da população, mas dão às costas a ela em todas as oportunidades que tem. Há quem diga que vocês não possuem comprometimento, eu discordo: Vocês estão comprometidos sim, mas não com a cidade e muito menos com o povo que os elegeu. Possuem um nível de comprometimento altíssimo com o executivo e com suas próprias contas bancárias. Não importa se a prefeitura acerta ou erra, “ela está de parabéns” (palavras de um vereador da situação).
Tenho tanto a falar, que chego a achar que nem o espaço de uma enciclopédia com 20 volumes seria suficiente para dar conta da minha indignação. Estou preocupada, muito preocupada com a situação política de nossa cidade. Na minha modesta opinião, caros vereadores (Irmão Duda, Danda da Feijoada, Edvaldo Bione, Toninho, Baú Nogueira e Sandro da Banca), vocês representam o que há de mais inescrupuloso e sórdido dentro da Casa Diogo de Braga. De ante mão, gostaria de lembrá-los que a Casa Diogo de Braga NÃO LHES PERTENCE e NÓS NÃO SOMOS CONVIDADOS NELA: A Casa Diogo de Braga é NOSSA, do povo da Vitória de Santo Antão e nós a ocuparemos sempre que for necessário, o que me parece que ocorrerá com muito mais frequência, tendo em vista as arbitrariedades constantes cometidas por Vossas Excelências e o nosso abrir de olhos.
Poderia, como professora de crianças que sou, tentar ensinar-lhes questões referentes à adequabilidade de posturas ante as diversas situações sociais, mas pelo que presenciei no dia de ontem, isso me daria muito trabalho. Como não costumo trabalhar por amor, como alguns de vocês, isso custaria caro, tendo em vista o desgaste que me causaria. Mas, tentando exercer meu papel de cidadã vitoriense, ofereço-lhes algumas dicas básicas: 1. A pontualidade é um princípio fundamental no ambiente de trabalho, desrespeitá-lo indica descomprometimento; 2. É inadmissível e uma grande falta de educação o uso indiscriminado do celular em momentos de trabalho, principalmente se esse momento estiver decidindo o futuro de uma cidade; 3. Quando nos encontramos em uma situação de debate e o outro está se colocando, devemos respeitar a sua fala e não ignorá-la através de conversas paralelas e saídas do ambiente; 4. Ainda sobre o gênero oral debate, entendam que as falas devem permanecer no campo dos argumentos, é inoportuno qualquer outro direcionamento; 5. Inteligência e clareza sobre o assunto é de fundamental importância pra que se estabeleça um debate sensato, logo, estudar é fundamental. Essas são só algumas dicas, elaboradas pela observação do comportamento de Vossas Excelências na sessão do dia de ontem. Se me permitem, sugiro que vocês gastem uma parte do salário que recebem com um professor ou outro profissional preparado, será de grande valia.
Gostaria de recordá-los também que a disputa política já passou, não vivemos uma constante campanha eleitoral e a Câmara não é um palanque. Vossas Excelências precisam trabalhar pelo bem comum, são pagos para isso. Nas sessões da Câmara eu não lhes dou permissão para que, em meu nome e no nome de todos os vitorienses, usem a palavra livre para comentários que não estejam condizentes com a função que eu e os demais eleitores de minha cidade conferimos a vocês. Marketing pessoal, indiretas, difamações, HOMENAGENS DE CUNHO PESSOAL, afrontas, DEBOCHES e coisas do gênero devem ficar para as esquinas, para a mesa de um bar e nas reuniões entre os iguais. Na Câmara, detenham-se à função para a qual foram eleitos, o que considero já ser algo suficientemente complexo à vocês, além de evitar as constantes gafes cometidas pelos que não sabem, ao menos, se expressar em público.
E para finalizar, deixo mais uma vez registrado que me senti ofendida (poderia usar também desrespeitada, enojada, violada, etc.) com tudo que aconteceu ontem e quero lhes dizer algo, parafraseando o rapper Gabriel, o Pensador, e espero que façam um esforço para entender:
Eu pago a conta da Câmara
E cada salário de vocês
O microfone que é usado para autopromoção em cada pronunciamento
Paguei ontem
Paguei hoje
E amanhã vou pagar
Me respeita!
Eu sou o dono desse lugar
Chega!
Vitória de Santo Antão, 01 de setembro de 2015,
Yarla Suellen Nascimento Alvares – Cidadã vitoriense.
.
Parece brincadeira, mas não é. No ano de 2011, quando nosso jornal eletrônico começou a operar, denunciamos que os moradores dos bairros mais afastados do Centro, para se defender do ataque dos animais de grande porte que circulavam livremente pelas vias públicas, principalmente dos porcos, começaram desenvolver uma “técnica inusitada”, ou seja, muitas donas de casa começaram colocar o lixo da sua casa na rua de forma SUSPENSA.
Pois bem, o tempo passou e pelo menos duas coisas aconteceram. Primeiro: os porcos continuaram a circular livremente pelas ruas da cidade. Segundo: o que antes era uma “técnica” de defesa das donas de casa dos bairros mais afastados, agora, também é o “modus operandi” das donas de casa dos bairros da Matriz e do Cuscuz, isto porque, na noite da sexta (29) nossas lentes registraram que sacos de lixo estavam pendurados no muro do Colégio Pedro Ribeiro e numa árvore na Rua Delmiro Gouveia.


Com toda certeza na luta entre prefeitura versus “criadores urbanos”, o segundo está levando vantagem, pois os porcos estão avançado sobre todos os bairros da cidade. As pessoas, de modo geral, as vezes pensam que a higiene está relacionada ao poder financeiro do sujeito. Ora! Ledo engano, devemos atrelar a preocupação com a higiene e a limpeza coletiva ao nível cultural e intelectual das pessoas . Talvez seja por isso, que o prefeito Elias Lira não se incomode que, na sua gestão, os porcos passeiem pelas praças e avenidas do município.
Comentário postado na matéria “Internauta Douglas França, ao ver matéria, diz que havia denunciado caso ao Secretário BARBOSA“.
Nessas hora que nos vemos o quanto a política de nossa Cidade é viciada. Somente assim vemos que tudo isso de vereador que visita UPA e ônibus. De vice que aparece em rádios e tantos outros ‘indignados” tem um objetivo só: GANHAR VOTOS.
Mas quando é para fiscalizar e embargar uma obra irregular nenhum tem coragem.
Joao Fernado
VIGÍLIA, ONLINE, DE PROTESTO E REIVINDICAÇÃO
“Há 347 dias (18/08/2014 – 31/07/2015) – 50 segundas-feiras, 50 terças-feiras, 50 quartas-feiras, 50 quintas-feiras, 50 sextas-feiras, 50 sábados, 50 domingos, 56 semanas, 11 meses, (0) anos, 347 alvoradas, 347 crepúsculos vespertinos, 347 noites, 11 luas cheias, 11 luas minguantes, 11 luas novas, 11 luas crescentes e 10 feriados, oficial, nacionais; 8.328 horas -, está sendo cobrado do Prefeito a restituição de um bem CULTURAL, PATRIMONIAL, dos munícipes e nativos” .
Sr. Elias Lyra, devolva a nossa praça Duque de Caxias, arborizada e ajardinada.
Uma de suas funções como servidor, gestor, é de empenho no zelo da preservação e proteção do patrimônio municipal .
No seu governo, há quase dois mandatos, houve continuidade, permissiva, na desfiguração, devastação, extirpação, iniciada por atos de imprudência e desatino do governante anterior, sr. José Aglailson, num de nossos bens patrimoniais da cidade.
Fomos apartados, forçadamente, do bom costume da nossa cultura, de sentar para descanso reflexivo e uso como lazer naquele tradicional local, herança memorial, que faz parte da história da terra.
Aquele jardim público – memorial, foi erguido com o peso do dinheiro pago pelos contribuintes de impostos, da época, por 03 gerações como avós, bisavós e trisavós; queremos SIM a perpetuação daquele espaço inalterado e com a mesma extensão desde sua inauguração.Código Penal – CP – DL-002.848-1940
Dos Crimes Contra o Patrimônio
Capítulo IVDano
Art. 163 – Destruir, inutilizar ou deteriorar coisa alheia:Pena – detenção, de 1 (um) a 6 (seis) meses, ou multa.
Dano Qualificado
Parágrafo único – Se o crime é cometido:
Inciso III – contra o patrimônio da União, Estado, Município . . . (Alterado pela L-005.346-1967)
Eu, no gozo dos meus direitos à *cidadania, peço ao Ministério Público Federal a apuração das responsabilidades.
*Se interessar por tudo o que é de todos(Carlos Ayres Brito, membro da Academia Bras.de Letras Jurídicas).
*fiscalização, controle, cobrança, denúncia, representação, queixa, acionamento do poder. . .
JORDANIA
Na metade da década de 80 (1980) o mercado publicitário brasileiro, efetivamente, marcou um GOLAÇO. Para quem tem, hoje, mais de trinta e cinco anos é impossível não trazer nos arquivos da memória a seguinte frase: “NÃO BASTA SER PAI, TEM PARTICIPAR. NÃO BASTA SER REMÉDIO TEM QUE SER GELOL”. Reveja o vídeo e relembre:
Pois bem, foi com essa peça publicitária, produzida pelo gênio da propaganda, Duda Mendonça, que o medicamento GELOL foi apresentado ao Brasil . O filme externava uma situação corriqueira nas famílias de todas as classes sociais onde o pai é “forçado” a sair da sua zona de conforto para acompanhar um acontecimento com bastante importância para o filho.
Pois bem, na manhã do último sábado (29) acompanhei, na quadra do Colégio Santo Inácio, localizado no bairro do Cajá, as movimentações do torneio interclasse da referida instituição de ensino, local que meu filho, Gabriel, estuda.
Depois de três partidas emocionantes, com direitos a muitos gols, seu time sagrou-se campeão. Bem, depois de toda preparação clássica para situações como essa, não poderia deixar de participar, como torcedor, deste “importante” acontecimento futebolístico.
Na partida final, me posicionei atrás de uma das barras e, mesmo sabendo que estava correndo o risco de levar uma bolada na cara, filmei os dois “tempos” da partida. Essas imagens, hoje, não refletem a sua verdadeira importância, mas, depois de alguns anos e até décadas servirá, com toda certeza, para essa garotada, pelo menos rir de si mesma. Veja os vídeos e acompanhe os gols.

A cidade da Vitória, sobretudo à comunidade católica, vivenciou na última semana um movimento de fé diferente, promovido pelos Arautos do Evangelho. O grupo missionário, erradicado em São Paulo, há treze anos vem peregrinando pelas cidades de todo Brasil.
A Cavalaria de Maria, como assim é chamado o grupo, é composta por três padre, um diácono e quinze irmãos. O grupo, entre outras coisas, tem como missão ajudar os padres das paróquias a pregar o novo evangelho. Sobre a passagem da missão pela nossa cidade, o irmão Mozart disse: “foi uma das melhores que tivemos em todo Brasil”. Veja o vídeo:
Ao final da Procissão Luminosa, ocorrida na noite do sábado (29) no bairro da Matriz, encontrei o amigo advogado e católico, Pedro Queiroz, e gravei um vídeo questionando-lhe a importância desse tipo de movimento para nossa cidade. Veja o vídeo
Abaixo, segue dois vídeo e registros fotográficos da passagem da Procissão Luminosa ocorrida na noite do sábado no Pátio da Matriz. Veja os vídeos:
O Instituto Histórico e Geográfico da Vitória, sob a liderança do seu presidente, professor Pedro Ferrer, promoveu ontem (30) uma missão cultural à cidade de SAIRÉ, localizada no Agreste pernambucano. O grupo, formado por algumas dezenas de sócios e convidados, aprovou a iniciativa.
Dentro do roteiro da viagem, entre outras coisas, constavam a visita ao Castelo Pergentino de Recepções, um intercâmbio com o Museu local e uma vista aos monumentos da cidade. O clima do passeio não poderia ter sido melhor.
Eu já conhecia a cidade de Sairé, a Terra da Laranja. Tive várias vezes lá por lá. Algumas por motivos festivos e outra não muito alegre, por ocasião do funeral do meu amigo Luciano Andrade, falecido há três anos.
Pois bem, dessa vez tive a oportunidade de conhecer uma Sairé diferente. Fomos recepcionados por uma pessoa comprometida com a cidade, professor Celino, e tivemos a oportunidade também de receber as boas vindas do prefeito Fernando Barros, ocasião aliás, que o presidente do Instituo Histórico, professor Pedro Ferrer, lhe presenteou um livro de sua autoria que conta a história da Vitória de Santo Antão.
O prefeito Fernando Barros, com pouco mais de dois anos e meio no poder, sob o ponto de vista administrativo, já produziu uma transformação na cidade. Além da Usina de tratamento de lixo (que não deu tempo de conhecermos) que é uma referência no Brasil, as ações de preservação ao patrimônio cultural material e imaterial estão promovendo, no pequeno município com pouco mais de onze mil habitantes, um desenvolvimento sustentável e sem agressão ao meio ambiente que aliás, é uma das bandeira da gestão.
Portanto, fica aqui o registro dessa missão cultural à cidade de SAIRÉ, promovida pelo Instituto Histórico e Geográfico da Vitória que proporcionou momentos de lazer e de reflexão sobre o contexto social e econômico dos antepassados da cidade da Terra da Laranja. No vídeo abaixo, o professor Celino canta, com entusiasmo, o Hino da sua cidade.

Apesar de faltar mais de um ano para as eleições municipais, que ocorrerão em todo Brasil para escolher prefeitos, vice-prefeitos e vereadores, os partidos políticos, nos mais de cinco mil e quinhentos municípios, já estão a todo vapor. Na nossa cidade, Vitória de Santo Antão, as coisas não são diferente.
Ao circular pelas ruas do município, aqui e acolá, já se enxerga “mensagens” lembrando alguns nomes que deverão concorrer nas próximas eleições. Aparentemente, os pré-candidatos aos cargos majoritários estão animados com a campanha, uma vez que os dois principais caciques políticos da cidade estão impossibilitados, por Lei, de concorrer.
O secretário de governo da gestão do Governo de Todos, Ozias Valentim, desfila na cidade como se já fosse o candidato oficial do grupo amarelo. Corroborando com o ditado popular que diz: “a pressa é inimiga da perfeição”. Pois bem, o mesmo, recentemente, mandou produzir uns adesivos colantes, para serem aplicados em alguns automóveis que diz assim: “Sou Valente, estou com Valentim, seja valente você também”.

Ora! Pela primeira peça de “campanha” produzida por Ozias, a gente já vê logo que ele é fraquinho. Primeiro: o tamanho do adesivo foi desproporcional. Segundo: mensagens políticas devem ser repassadas em frases curtas. Terceiro: a valentia não é uma expressão agregadora, muito menos para quem está querendo passar uma imagem de religioso, tal qual seu chefe. Quarto: convenhamos….. Grande valentia essa… arrumar um emprego nas tetas da prefeitura para dizer que o candidato do prefeito é bom… Ozias, escuta meu conselho: muda de marqueteiro pois, se depender desse, que tu arrumou, tu não vai sai do canto !!!
O amigo Ozias, apesar de transitar na esfera política, há décadas e de ter sido vereador e até presidente de Câmara Legislativa local, parece que ainda não assimilou, administrativamente, soluções plausíveis para os problemas da cidade. Outro dia, falando como pré candidato a prefeito da Vitória, reconheceu que o município tem na sua Feira Livre um gravíssimo problema e, como alternativa apontada por ele, para solucionar o mesmo, saiu-se com essa: “eu sonho em tirar na mega-sena para resolver aquilo por conta própria, porque eu amo Vitória”. A resposta é, no mínimo, RISÍVEL, ou seja: O POVO DA VITÓRIA, AGORA, VAI FICAR NA DEPENDÊNCIA DA SORTE DE OZIAS EM PEGAR A MEGA-SENA!
Não precisa ser nenhum cientista político para saber que a candidatura de Ozias é uma invenção de Elias para enfraquecer, dentro do grupo, a postulação de Paulo Roberto. Volto a dizer: independente de qualquer coisa, mesmo com sua antipatia nata, o Paulo sempre foi tratado por Elias como seu “coringa político”. Vejamos:
Na eleição para prefeito de 1996, por exemplo, quando coube a Elias indicar o vice de Carlos Breckenfeld, o escolhido pelo cacique amarelo foi Paulo Roberto, e não o Ozias. Na eleição seguinte, em 2000, quando Elias se achava ganho antes da hora, o nome de Ozias nem chegou a ser ventilado, cabendo a Paulo Roberto compor a vice na chapa encabeçada pelo próprio Elias. Na eleição para vereador em 2004, Ozias foi candidato e perdeu, ficando na primeira suplência, onde os eleitos da coligação foram os então postulantes do PMDB – Mano Holanda e Heleno Rodrigues – mostrando assim, que Ozias nunca foi o preferido de Elias Lira (eleitoralmente), apesar de ter dedicado toda sua vida profissional ao chefe.
Elias Lira, em maio de 2013, até fez uma “gracinha eleitoral” com Ozias, quando insinuou publicamente sua postulação ao cargo de deputado estadual (2014),com intensão, apenas, de enviar uma mensagem cifrada ao deputado Henrique Queiroz, dizendo-lhe que não contasse com o seu apoio, como muitos pensavam. O Ozias, mesmo sabendo que tudo era “PARANGOLÉ ELEITORAL“, se prestou à esse tipo de papel, pois, naquele momento ele (Ozias) já sabia muito bem que o candidato seria o filho do chefe. São por essas e outras que Ozias não tem o respeito eleitoral de Elias Lira.
Portanto, não enxergo no amigo Ozias força política, nem partidária, muito menos financeira para impor nada ao grupo. Segundo informações de pessoas ligadaa ao mundo político, o próprio Ozias, assim como seus amigos mais próximos, andam externando por aí, que não aceitam o Paulo Roberto nem como vice na sua chapa.
Ora! Tal radicalização, neste contexto, convenhamos, só existe uma resposta: É O PRÓPRIO ELIAS QUE ESTÁ ORIENTANDO PARA RADICALIZAR NO PROCESSO, PARA DEPOIS SE SAIR DE VÍTIMA, DIZENDO QUE A CULPA FOI DOS DOIS – Ozias e Paulo – QUE NÃO SE ENTENDERAM. ELIAS E JOAQUIM, AGORA, QUEREM VER O “CIRCO PEGAR FOGO”.
O Elias, ano passado, quando quis colocar “Grego e Troianos” no mesmo palanque, para apoiar seu filho, ele soube. Apesar de Paulo Roberto ser no meio político local o camarada mais complicado e intragável ele, independente de qualquer coisa, no meu modesto entendimento, deveria ser o candidato a prefeito oficial do grupo amarelo na próxima eleição.
Para encerrar, gostaria de dizer que o prazo de filiação partidária está se encerrando e nem Ozias Valentin e nem o Paulo Roberto “berraram” que estão filiados ao PSD, ou seja, partido oficial de Elias e que, portanto, concorreria, na próxima eleição, com o número do chefe (55). As primeiras definições de como será o processo eleitoral que se avizinha estão chegando ao final portanto, vamos aguardar os acontecimentos dos fatos.
Na nossa cidade, Vitória de Santo Antão, as coisas referente à chamada Mobilidade Urbana parece que ainda não entrou na pauta de discussão dos nossos gestores, mesmo eles estando há sete anos consecutivos no poder.
Aparentemente a AGTRAN – Agência Municipal de Trânsito – concentrou suas energias apenas no aparelhamento do sistema que tem por finalidade a aplicação de multas. Apesar de todo esse tempo atuando na gestão do Governo de Todos, os técnicos do órgão não conseguiram desenvolver uma campanha inteligente de conscientização popular que transmita aos condutores de veículos e o público em geral a informação que um trânsito melhor depende de todos que nele estão inserido.
Melhor falando, a AGTRAN, coitada, não conseguiu ainda resolver um simples problema que ocorre na tarde de todas as quintas-feira, onde carroças transportando bancos de madeira trafegam, no sentido contrário, pela única via disponível, pelo centro, que liga o bairro da Matriz ao centro comercial e ao populoso bairro do Livramento.
Na tarde do ontem (27), por exemplo, mais uma vez, enfrentei uma retenção danada no fluxo de veiculo, na Praça Duque de Caxias, para chegar na Avenida Mariana Amália. Ao chegar, depois de muita paciência, descobri que quem estava causando todo aquele transtorno, era, justamente, as CARROÇAS DA TARDE DA QUINTA FEIRA. Veja o vídeo:
Boto fé que até a finalização da gestão do Governo de Todos esse simples problema de gestão seja resolvido pelos “entendidos” da mesma.
Hoje (28) pela manhã, ao caminhar pela Praça Padre Felix Barreto, localizada no bairro do Livramento, deparei-me com uma coisa curiosa. Normalmente, as músicas mais tocadas nas barracas e nos bares do Nordeste inteiro, e Vitória não foge à regra, de certa forma, estão mais ligadas ao forró estilizado e ao brega do tipo “sofrência”.
Pois bem, no “Zé do Bar”, o ritmo tocado é bem diferente. Com uma sonoridade calma, que nos remete à meditação e reflexão, o amigo Zé – proprietário do “Zé do Bar”, “viaja” escutando musicas do tipo religiosa. Veja o vídeo:
Comentado postado na matéria “Os espaços públicos da Vitória, continuam sendo SAQUEADOS.“.
Bom galera, mais um espaço público foi “doado” pelo Prefeito. No dia 18 de agosto de 2015, começaram a construir de maneira irregular na parada de ônibus, conhecida como Abrigo Santa Luzia, localizada no Centro do Município. A estrutura desse abrigo é muito antiga, pois foi construída na década de 60. Por ser uma edificação muito antiga, não possui estrutura para suportar o peso da construção que está sendo realizada nesse exato momento em cima do abrigo. Sendo assim, os comerciantes, transeuntes e usuários do espaço público estão sofrendo risco de vida, pois aquela construção irregular pode desabar a qualquer momento. No dia seguinte ao inicio da construção (19 de Agosto de 2015), protocolei duas denuncias na Prefeitura – uma destinada à Secretaria de Planejamento e Orçamento (Protocolo nº 3601), e outra direcionada à Secretaria de Obras (Protocolo nº 3602). Na ocasião conversei com a Arquiteta da Secretaria de Planejamento e Orçamento, porém ela afirmou desconhecer a obra em questão, entretanto mandou um fiscal ao local para averiguar a veracidade da denuncia e embargar a obra. No dia seguinte, voltei à prefeitura, mas dessa vez a surpresa foi ainda maior, pois a Arquiteta afirmou que a obra era pública, contradizendo informações que tive no local da obra, onde foi informado que o responsável pela construção, era um Pré-candidato a vereador do grupo político do atual prefeito e a proprietária da obra era funcionária da prefeitura e amiga pessoal de Elias Lira. Segundo informações colhidas no local, a “proprietária” da obra, estaria construindo no local com recursos próprios e fins privado . Em ambas as possibilidades (construção pública ou privada), há e irregularidades e fortes indícios de ilegalidades. No mesmo momento que obtive a resposta, questionei a veracidade da informação, pois como a Arquiteta e o Secretário José Barbosa da Silva Filho (Secretaria de Planejamento e orçamento) responsáveis pela regulamentação, licenciamento e planejamento das obras públicas não tinha conhecimento da obra em questão no dia anterior. No dia anterior, também foi informado pela Arquiteta que o Secretário de obras – Manoel Jorge, responsável pela execução das obras públicas também desconhecia a existência da construção em questão. Percebendo os indícios de improbidade administrativa, solicitei acesso aos documentos de regulamentação e planejamento da obra, foi quando ela negou o acesso aos mesmos, quando repliquei que tinha esse direito garantido por nossa constituição, ela informou que ela e o secretário ainda não tiveram acesso a tais documentos. Neste exato momento, repliquei o óbvio “Como pode a Arquiteta e o Secretário de Planejamento e Orçamento não terem acesso ao planejamento e documento de regulamentação da obra, se os mesmos são responsáveis por elaborar tais documentos?”, foi quando não sabendo o que responder, ela pediu para eu falar com o Secretário José Barbosa. Chegando na sala de José Barbosa, ele não “deu muita conversa”, disse contraditoriamente que a obra era pública, mas que não tinha conhecimento da obra (parece piada, mas não é). Disse que iria embargar a obra imediatamente, mas a mesma está em plena execução até hoje. No local da construção, não consta nenhuma placa de regulamentação da obra, e os funcionários não estão trabalhando com a farda da prefeitura. Segundo informações de populares, as salas que estão sendo construídas já estão sendo ofertadas para terceiros. Tudo indica que essa obra é mais uma privatização do patrimônio público com a anuência da gestão municipal. Enquanto não Aposentarmos essas “crias” de Dr. Ivo, nossa cidade vai continuar sendo saqueada por aqueles que deveriam protegê-la.
Vale salientar que existe uma lei municipal, onde diz que o Prefeito não pode doar o patrimônio público sem a anuência da Câmara de Vereadores.
Douglas França