Feriado de 7 de setembro na Vitória: um pouco de tudo.

No dia de ontem, sete de setembro, feriado nacional, o Brasil parou para comemorar o dia da sua independência. Aprendemos,  no início das nossas jornadas escolares, que Dom Pedro Primeiro, às Margens do Rio Ipiranga, montado em um musculoso cavalo levantou sua espada aos céus e bradou: “ laços fora soldados, nós não pertencemos mais ao reino de Portugal, nossas cores  são  verde e amarela” (algo mais ou menos assim). Pois bem, cento e noventa e três anos depois,  do famoso “sete de setembro”, já  está mais  que provado que tudo isso não passou de marketing político.

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Assim como aconteceu em todo Brasil, nossa cidade, Vitória de Santo Antão, também comemorou o feriado com desfiles cívicos, paradas militares, pessoas nas ruas e até protesto contra a indiferença do prefeito e “seus”  vereadores, atinente às carências municipais.

11393348_993475364030827_4633055590111159366_oAqui já virou tradição o povo “ganhar” às  ruas. Com o dia ensolarado a festa ficou mais bonita. Nesse dia, encontramos pessoas que não estão acostumados à participar, frequentemente, de manifestações públicas, tais quais campanhas políticas e festejos carnavalescos.

IMG_1692Depois de muito ensaio e expectativa, finalmente, as crianças puderam  mostrar, nas ruas, tudo que aprendeu,  vestidos, claro, com sua garbosa indumentária. O pai e a mãe, as tias e as avós são as que mais vibram com “espetáculo particular”. Já o nosso comércio ambulante, no dia de ontem, faturou bem. Até o amigo Jefferson Rodrigues, o “homem da foto na hora”, que havia tempo que não lhe via, esteve circulando por toda parte  fazendo seu devidos  registros.

IMG_1716IMG_1710Na Praça Dom Luis de Brito, na Matriz, até uma roda de capoeira foi vista. Muitos curiosos pararam para acompanhar essa verdadeira “arte da dança” que foi uma das  heranças  deixada pelos negros escravos que, com sua força de trabalho, construíram nosso país, desde do tempo em  que ainda éramos colônia extrativista de Portugal. Veja o vídeo:

Portanto esse foi, de maneira geral, o dia sete de setembro na nossa Vitória de Santo Antão. Apesar de um pequeno incidente, ocorrido na  Praça Duque de Caxias,  o desfile transcorreu sem maiores problemas, aliás é bom que se diga: Para quem não tentou cruzar a Avenida Mariana Amália pois,  mais uma vez  aquele  “estrangulamento” que a prefeitura realiza na altura do Banco do Brasil é um “desconvite” para as pessoas que querem circular para acompanhar o movimento . Não devemos esquecer de lembrar que os moradores do bairro do Livramento continuam reclamando do  isolamento do bairro,  nos desfile cívicos do dia sete de setembro.

O prefeito Elias Lira obriga os alunos a desfilarem nas “trevas”.

20150907_175625Por volta das 18h a Praça Duque de Caxias e parte da Rua Imperial, trajeto oficial dos desfiles cívicos alusivos ao dia sete de setembro, ficaram totalmente às escuras. Registramos, em vídeo, a passagem de uma das  agremiações  pela via, em que mal se  enxergar  às cores dos respectivos fardamentos do grupo. Veja o vídeo.

Nas ruas do entorno do desfile – Rua Aloizio Xavier e Praça Diogo de Braga – a escuridão era total. As lâmpadas dos postes – um total de seis postes consecutivos – continuam sem funcionar, há semanas.

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Não podemos depositar na “conta” da secretária de educação, Maria José Lira,  a culpa pela escuridão pois, a sobrinha do prefeito não tem autonomia para efetivar algo que esteja além da burocracia interna da pasta que “toma de conta”, claro, depois que  recebe as ordens do tio.

Portanto, fica aí estampado o sentimento  e respeito que o prefeito Elias Lira  tem com as pessoas e as datas tradicionais do município. Acredito que o prefeito não ficaria satisfeito, caso ele tivesse saído da sua casa para apreciar o desfile do filho – ou de um neto – e fosse obrigado a caminhar por ruas escuras. Certamente ele não ficaria satisfeito………É uma situação  lamentável

Desfile do Colégio 3 de Agosto encerrou desfile cívico na Vitória de Santo Antão.

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Assim como nos anos anteriores, o desfile cívico promovido pelo tradicional Colégio 3 de Agosto encerrou as atividades alusivas ao dia sete de setembro em nossa cidade. Nossas lentes registraram o momento da passagem da agremiação pelo Pátio da Matriz. Veja o vídeo:

Como sempre, o desfile do Colégio 3 de Agosto empolga as pessoas e arranca aplausos por onde passa. Portanto, parabéns mais uma vez aos gestores do educandário que mantém acesa essa tradição vitoriense.

Tiro de Guerra enriqueceu desfile cívico na nossa cidade.

20150907_152140As comemorações cívicas do dia sete de setembro, na nossa cidade, como sempre foram abertas pelo nosso secular Tiro de Guerra. Apesar de muitas autoridades civis e militares não terem conhecimento, a “centelha” do Exercito Brasileiro nasceu em Vitória de Santo Antão, mais precisamente, no Monte das Tabocas.

20150907_152217Como manda à regra militar, as tropas do nosso Tiro de Guerra desfilaram com disciplina e vibração pelas principais ruas da Vitória. Na passagem pela Matriz, nossas lentes  registraram  uma parte do desfile. Veja o vídeo:

O nosso Tiro de Guerra é um patrimônio dos vitorienses, sobretudo daqueles que através dele recebeu formação militar. Anos anteriores, sob o comando do atuante Subtenente Soares e  com a imprescindível e prestimosa contribuição do “eterno comandante” do nosso Tiro Guerra, Major Eudes, formou-se um pelotão de  ex-Atiradores para desfilar junto com a tropa, agregação  aliás,  que só fez crescer e edificar a instituição.

Estranhamente, o que já estava virando tradição na nossa cidade, esse ano (2015),  foi desarticulado sem nenhuma justificativa plausível, isso porque até as camisas usadas na celebração cívica eram pagas pelos próprios desfilantes.

É importante dizer que este salutar encontro de ex-Atiradores,  de várias idades e gerações distintas, que nutrem pelo Tiro de Guerra local um sentimento de pertencimento, já estava gerando frutos para comunidade. Espero, portanto, que esta infeliz decisão, seja lá de quem tenha partido, seja repensada.

Relembre aqui, a empolgação da tropa do Ex-Atiradores em desfiles anteriores. Veja o vídeo:

Eleições 2016: eleger o deputado Aglailson Junior para prefeito, é ter a certeza que nada vai mudar.

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Com a chegada do mês de setembro, as agremiações partidárias entram na reta final do seu primeiro planejamento estratégico,  rumo às eleições municipais que ocorrerão em todo Brasil no ano que vem. Nossa cidade, Vitória de Santo Antão, assim como a disputa pelo Governo do Estado, tem tradição em eleições polarizadas.

Houve um tempo, aqui na Vitória, há mais de meio século, que os políticos mais experientes, para enganar os bem intencionados, inventavam uma “Tal Candidatura de Consenso”, ou seja: os grupos políticos se reuniam para indicar um candidato que contemplasse os interesses de todos.

Como vítimas dessa manobra, tivemos vários nomes, entre eles, o bem sucedido industrial e  fundador da Pitú, Seu Nô Ferrer. A última vez que se falou por aqui nessa “Tal Candidatura de Consenso”, salve engano, foi na década de 70 para lançar o nome de Luis Boaventura a prefeito, ocasião, aliás, tal como as outras, que não prosperou, até porque, não foi criada para prosperar apenas, como já falei, para enganar.

no-ferrerPois bem como já disse  inúmeras vezes: existe implantada na nossa cidade uma espécie de “código de ética” (com seu sentido invertido) que é seguido pelos grupos políticos tradicionais que,  curiosamente foi, por me apelidado,  de “cartilha do atraso”.

Neste contexto, os grupos que se revesa no poder municipal não podem denunciar os “maus feitos” do outro, pois,  ele (o grupo) enquanto  esteve no comando, também se utilizou das mesmas práticas políticas que envergonha o sentido da existência da PALAVRA  REPÚBLICA.

O prefeito Elias Lira, representante maior de um dos grupos que rivaliza a chamada polarização, foi uma derivação política da raposa felpuda chamada Ivo Queiroz. Elias, depois que sentou-se,  pela primeira vez,  na cadeira de prefeito (1983), entendeu que o “negócio” era bom. Deu uma “punhalada” nas costas do seu mentor e cuidou de se profissionalizar também no ramo da política passando, inclusive, o “oficio” para seu filho, Joaquim – aquele que dizia detestar política e que por ele seu pai já devia ter saído desse negócio.

Foto: A Voz da Vitória

Foto: A Voz da Vitória

Representando a outra face da moeda, na chamada polarização política local, o folclórico ex-prefeito José Aglailson  é um legitimo representante da “Capitania Hereditária Vitoriense”. Seu avô, O Coronel José Joaquim da Silva, foi prefeito por três vezes da cidade. Duas por nomeação e uma pelo voto popular.

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Foi a partir do Coronel Zé Joaquim (bisavô de Aglailson Junior) que a famosa “cartilha do atraso” foi implantada na nossa Pólis. Entre outras coisas danosas ao nosso município, funcionando  até os dias de hoje, também implantado pelo Coronel Zé Joaquim, foi a introdução de filho na política, ou seja: foi o bisavô do deputado Aglailson Junior que fez da nossa cidade uma espécie de Capitania Hereditária,  um feudo familiar, isto é: o bisavô de Aglailson Junior  foi  prefeito da Vitória, por três vezes. O avô, Nô Joaquim, uma vez.  O pai do atual deputado, o folclórico ex-prefeito,  Zé do Povo comandou os destinos do município por  duas vezes sendo,  inclusive, o primeiro prefeito reeleito da história  política da Vitória. Já o deputado Aglailson Junior, talvez alguns não lembrem, ele também já foi prefeito da cidade da Vitória por uma situação,  criada pelo pai,  quando o mesmo,  na posição de prefeito viajou levando o vice (Biu da Morepe) debaixo do braço, assumindo  assim  o comando da cidade o  então presidente da Câmara legislativa, o vereador Aglailson Junior.

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Em tempos  de aperfeiçoamento do regime democrático nas Américas e da queda simultânea  dos últimos ditadores nos quanto cantos mundo, desconheço no Brasil republicano um município onde quatro gerações seguidas de uma mesma família tenham ocupado o cargo de prefeito na mesma cidade. Como dizia o Mestre Luis Gonzaga: “é de pai pra filho,  desde 1912”.

Além do mais toda família, por mais de meio século, vem se beneficiando com os votos da cidade para se eleger deputado. Salve engano, foi um mandato do Nô Joaquim, seis do Aglailson pai e o filho,  já vai na quarta legislatura seguida,  sem contar, claro, com os mandatos de vereador conferidos aos membros do “FEUDO DO JOSÉ(S)”, por várias legislaturas..

Bem, com isso, quero dizer que a cidade da Vitória já deu a esse pessoal muito mais do que eles mereciam. Pelo andar da carruagem o deputado Aglailson Junior deverá, junto com sua  irmã, ser o representante oficial do grupo vermelho na disputa pelo comando do município na próxima eleição (2016).

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O irmão e também bisneto do Coronel  Zé Joaquim, o Romero, também já “berrou” que quer sua parte no espólio eleitoral da família e já vem dando carga no seu nome para assegurar um espaço no legislativo local, ou seja, caso tenha êxito na empreitada, será mais um legitimo representante da “Cartilha do Atraso” a se beneficiar  da herança política deixada pelo bisavô, Coronel José Joaquim da Silva.

homeroOra! Diante dessa gigantesca genealogia eleitoral, que ainda poderia  ser citado o Coronel Honório Álvares dos Prazeres, é plausível que se  diga que o povo da Vitória também tem sua culpa nessa verdadeira dinastia familiar, impregnada no poder por tanto tempo. O povo da Vitória também precisa criar vergonha na cara e demitir esse pessoal do “serviço”, da “boquinha”, o quanto antes. Já passou do tempo !!!

O pior disso tudo, é que o prefeito Elias Lira, por incrível que pareça, segundo os “cientistas políticos populares”, silenciosamente vem demonstrando  interesse na fragmentação do seu próprio grupo para que, quatro anos mais tarde (2020),  quando o grupo vermelho, por ventura, estiver terminado seu mandato,  ele (Elias) apresente seu filho como salvador da pátria para novamente  reunir seu grupo e manter a eterna polarização, desta feita, liderada pelos dois filhos dos atuais  principais  caciques da “Capitania Hereditária Vitoriense”.

A cidade precisa entender que Elias e Aglailson vão fazer de tudo para se perpetuarem no poder, através dos seus filhos. É bom que se diga, ao contrário do que a esmagadora maioria das pessoas pensam, os “reis” nunca serão  inimigos.

Portanto, não vejo condições da nossa cidade avançar, rumo às melhorias em todas as áreas,  se não for pela “expulsão” – pelo voto –  desses pessoal, verdadeiros  legítimos representantes da “Cartilha do Atraso”.

Sair de uma administração de Elias Lira e cair nas mãos do deputado Aglailson Junior é a certeza de que nada vai mudar. É a manutenção da dilapidação do patrimônio público em favor dos interesses eleitorais. É a confusão – proposital- do que é  público com o que é privado. É a ocupação dos cargos da prefeitura pela “parentada”,  sedenta pela “mamatinha” e … etc etc. Enfim, nossa cidade precisa acordar para não trocar seis por meia dúzia, ESSA É A HORA DE DEVOLVER VITÓRIA AOS VITORIENSES. PENSEM NISSO………

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Festa de inauguração do Cartório Mais em nossa cidade.

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Conforme divulgamos, ocorreu na noite de ontem (03) o ato festivo inaugural da franquia CARTÓRIO MAIS. O evento ocorreu na sede da empresa, localizada na Rua Imperial – 100, no bairro da Matriz.

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Na presença de convidados, amigos e familiares o franqueado do Cartório Mais em nossa cidade, Edgar Azevedo, usou da palavra para expressar a sua satisfação com a acolhida que recebeu dos vitorienses. Veja o vídeo:

Entre os covidados, gravamos um pequeno vídeo com o amigo Edgar Azevedo, onde o mesmo disse que a partir de agora, ele e toda equipe do Cartório Mais estão “motivados e alegres aguardando a visita de todos vitorienses”. Veja o vídeo:

Desperdício de energia: DINHEIRO JAGADO FORA.

Na nossa cidade, Vitória de Santo Antão, as coisas relativas à iluminação pública, vão de mal  a pior. Nos bairros periféricos, onde a iluminação nunca foi  lá, uma Brastemp, o breu tomou conta. No centro da cidade, como relatei outro dia, aqui pelo blog, onde existiam  seis postes seguidos,  com lapadas apagadas, os comerciantes estão sofrendo por conta da insegurança.

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O curioso é que enquanto inúmeros postes continuam sem cumprir sua função primordial, tanto no Centro quando nos bairros periféricos, existe um poste, localizado na Rua Ambrósio Machado, Centro comercial, que há mais de um mês  permanece aceso 24 horas por dia. Situação, aliás, que foi denunciada aqui pelo blog. (Veja aqui).

Dessa situação, a que são obrigados a aceitar os vitorienses, apenas duas observações: primeiro: eu gostaria de saber se na empresa do prefeito Elias Lira, alguma lâmpada fica acesa 24 horas por dia, sete dias por semana e trinta dias por mês? Segundo: Eu gostaria de saber também, se fosse os filhos do prefeito, que estivessem correndo risco de ser assaltado nas ruas, por conta da escuridão, será que ele já não havia tomado uma providência?

Instituto Histórico realiza Convênio Internacional

O Instituto Histórico e Geográfico da Vitória de Santo Antão comunica, que se encontra em avançado estágio um projeto que busca firmar convênio de irmanação entre a cidade Ribeira Grande, do arquipélago do Cabo Verde, e a Cidade da Vitória de Santo Antão. Importante que o prezado leitor esteja consciente da importância deste projeto, idealizado e desenvolvido pelo Instituto. O mesmo é da mais alta relevância. Nossa cidade tornar-se á a primeira do interior do estado de Pernambuco a firmar esse tipo de convênio. Vale salientar, que todo processo teve início por ocasião da vinda do médico e escritor Cabo Verdiano, Samuel Gonçalves e sua esposa, também médica, dra. Antonina Gonçalves. O casal atendendo convite do Instituto realizou uma série de atividades em prol da promoção da Igualdade Racial. Ficaram encantados com a descoberta das relações históricas que nos envolvia. Talvez por força do destino, ou até mesmo por um golpe de sorte, dra. Antonina é oriunda da Ilha de Santo Antão, a mesma ilha de onde veio nosso fundador Diogo de Braga. Através dessa feliz coincidência, ao retornar para seu país, o nobre casal tratou de estabelecer contatos com a ilha de Santo Antão. Os contatos progrediram e as autoridades da Ribeira Grande demonstraram grande interesse em concretizar o convênio de intercâmbio. O prezado leitor poderá observar o acima afirmado na correspondência que segue:

Internauta após ler matéria do blog, contribui com comentários

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SERRITA – POPULAÇÃO DE 18.900 MIL HABITANTES

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ITACURUBA – POPULAÇÃO DE 4.700 MIL HABITANTES

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CAMUTANGA – POPULAÇÃO DE 8.428 MIL HABITANTES

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QUIXADÁ – POPULAÇÃO DE 6.835 MIL HABITANTES

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MIRANDIBA – POPULAÇÃO DE 15 MIL HABITANTES

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TRIUNFO – POPULAÇÃO DE 15.200 MIL HABITANTES

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JATOBÁ – POPULAÇÃO DE 14.526 MIL HABITANTES

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JOAQUIM NABUCO – POPULAÇÃO DE 16.038 MIL HABITANTES

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SOLIDÃO – POPULAÇÃO DE 5.934 MIL HABITANTES

Pilako o nosso portal de entrada da Cidade é uma obra de arte e dispensa comentários, ao vê sua matéria sobre a terra da laranja me deixou com uma vergonha danada, e ai, tomei a liberdade de pesquisar na mesma hora outras cidades do nosso Estado, e veja o que eu encontrei, as imagens falam por si.

Se o prefeito tivesse um pouco de vergonha já teria tomado uma providência a tempo, é que além de lhes faltar vergonha falta também vontade e conhecimento.

LEITOR DO BLOG

 

 

 

ERREI NA PREVISÃO.

Anteontem (02) mostrei  aqui no blog que a feira improvisara do milho verde, mesmo passados mais de dois meses do São João, continuava acontecendo no meio da rua, no “Largo da Estação”.

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Hoje, sexta feira 04 de setembro, uma semana depois da publicação da nota, constatei que a “safra” do milho verde, 2015, finalmente, chegou ao fim.

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Portanto, devo dizer  que aquela previsão, feita na matéria anterior não se confirmou, ou seja: que a referida feira bagunçada iria chegar, firme e forte, no natal. Sendo assim, ERREI FEIO (RSRS).

Campanha Solidária #FORÇAWEVERTON continua crescendo.

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A campanha Solidária #FORÇAWEVERTON, que tem por objetivo arrecadar fundos para promover uma cirurgia de altíssima complexidade no jovem Weverton, que se encontra internado, com suas atividades de cidadão paralisadas, esperando esse procedimento cirúrgico.

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Com o propósito de atrair à atenção da grande mídia, desde o inicio do movimento, a campanha começa ganhar mais visibilidade e a atenção a atenção de pessoas com grande visibilidade, como é o caso do Arcebispo Dom Fernando Saburido.

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A exposição do movimento nos grandes canais de TV do Estado, sem sombra de duvida, é de grande importância para efetivação do objetivo. Portanto, tudo que foi realizado até o presente momento teve fundamental contribuição. As doações, os eventos, a divulgação na internet e a união das pessoas da Vitória, foram decisivos  para chegarmos até aqui, contudo, mais que nunca, devemos dizer: #FORÇAWEVERTON.

As Bodas de Pérola do casal amigo.

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Por ocasião da passagem da comemoração  dos trinta anos de casamento do nosso colunista, ou seja, BODAS DE PÉROLA, desejamos ao casal amigo, Léo e Rejane, felicidade à família. Falando sobre essas três décadas de união matrimonial, disse o famoso Léo dos Monges: “são mais de 30 anos de cumplicidade que cada dia se renova o nosso amor”.

Loving you – Amar você
Minnie Julia Riperton

Amar você é fácil porque você é lindo

Fazer amor com você é tudo que eu quero fazer

Amar você é mais que um sonho realizado

E tudo que eu faço, é pelo amor que sinto por você

 

La la la la la, la la la la la

 

Mais ninguém me faz sentir as cores que você traz

Fica comigo enquanto envelhecemos e vamos viver cada dia da primavera

Porque amar você fez minha vida ficar linda

E todo dia da minha vida é ocupado por amar você

 

Amando você, eu vejo sua alma brilhar

E toda vez que nós, oohh

Estou mais apaixonada por você

 

La la la la la, la la la la la

 

Mais ninguém me faz sentir as cores que você traz

Fica comigo enquanto envelhecemos e vamos viver cada dia da primavera

Porque amar você fez minha vida ficar linda

E todo dia da minha vida é ocupado por amar você

Amando você, eu vejo sua alma brilhar

E toda vez que nós, oohh

Estou mais apaixonada por você

 

La la la la la, la la la la la

Vanildo de Pombos

A inesquecível interpretação e a saudade da voz marcante de VANILDO DE POMBOS, cantando a música Vaquejada da Vitória, composta por Samuka VoiceBenedito de Cachoeirinha e Aldenisio Tavares.

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Aldenisio Tavares

Vitória não é “assim mesmo”, nossos políticos é que não querem trabalhar pela cidade.

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O designer Americano, Aaron Burns, imortalizou o impacto da apresentação com a seguinte frase:  “você nunca tem uma segunda chance de causar uma primeira impressão”.  Pois bem, é com esta frase que vou lembrar, mais uma vez, a situação calamitosa em que se encontram  as entradas da nossa cidade.

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Se não bastasse à falta de iluminação e as placas indicativas, a buraqueira, a poluição visual e as sucatas de ferro velho –  jogadas às margens da via –  o nosso  “imponente” pórtico bem que poderia expressar  o real sentimento da inoperância e o do descaso da medíocre gestão do Governo de Todos, que está no poder há sete anos consecutivos.

Muito bem, por ocasião da visita cultural à cidade de Sairé, realizada pelo Instituto Histórico, no último domingo (30), conheci um pouco do trabalho do atual prefeito que se encontra empossado no palácio municipal, há pouco mais de dois anos e meio, pois tomou posse, pela primeira vez,  no dia primeiro de janeiro de 2013.

Devemos ressaltar que a pequena cidade de Sairé, localizada na Região Agreste do Estado, possui menos de 10% da população (11.000) da nossa, Vitória de Santo Antão (126.000) e que portanto, devemos deduzir,  que o prefeito administra um orçamento financeiro ínfimo, se comparado ao nosso. De posse dessas informações, podemos dizer que a soma anual de toda renda da Terra da Laranja seria algo semelhante ao rendimento de apenas um mês da nossa Vitória.

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Lá, na Terra da Laranja, a entrada da cidade é pujante, representativa e viva. Basta dizer, que é possível conhecer, logo na entrada da cidade, os símbolos e o Hino do município.

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Nos quase quatro quilômetros que separam o pórtico da sede do município, encontramos, às margens da via, uma fileira de postes de um lado. Do outro, uma plantação de pé de eucalipto. As paradas de ônibus, salve engano dez, representam um conjunto de engenho da cidade que viveram seu esplendor produtivo entre o século 19 e 20. Cada parada,  recebeu o nome de um engenho e trás, fixada em uma placa  no local, um pequeno resumo da sua história.

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O prefeito de lá, da Terra da Laranja, mesmo com pacos recursos conseguiu construir uma usina para tratar o lixo urbano, ou seja: lá, não há lixão a céu aberto. O tal  projeto municipal foi intitulado: Sairé Saudável e  traz como lema a seguinte frase: “CIDADE LIMPA NÃO É A QUE VARRE MAIS E SIM, A QUE MENOS SUJA”. Nesse pouco espaço de tempo a administração também inaugurou seu Museu Municipal, uma espécie de Instituto Histórico daqui.

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Outra coisa que observei por lá, na Terra da Laranja, no município que tem rendimento dez vezes menor  que nosso, é que o Mercado Público, construído em 1919, está preservado e funcionando bem, ou seja:  diferente dos nossos.

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Fixado na principal avenida de Sairé, identificamos um monumento que tem um busto que foi produzido, décadas atrás,  pelo vitoriense Joaquim Ferrer, irmão do pai do professor Pedro Ferrer.

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Portanto essas foram algumas impressões que pude colher da pequena, porém cuidada, Sairé. Para encerrar essas linhas ficam apenas duas observações: Se na nossa cidade as coisas não funcionam, não é por falta de dinheiro e capacidade, é por falta de interesse. Outra coisa: não podemos achar que  na nossa cidade as coisas são “assim mesmo”, esse sentimento é tudo que nossos  políticos indiferentes  querem, pense nisso!

O Cartório Mais já está pronto para atender o público.

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Recentemente, a convite do amigo Edgar, estive conhecendo as instalações do Cartório Mais, daqui da Vitória,  que vai atender  na Rua Imperial – 100. Por lá, encontrei um ambiente organizado e preparado para prestar um bom atendimento ao público. O evento festivo inaugural,  dedicado às autoridades e convidados, acontece na noite de hoje(03), a  partir das 19h. Na ocasião da minha visita encontrei também a colunista social do Jornal Extra de Pernambuco, Vera Solto Maior,  que além de divulgar  está prestando uma assessoria ao amigo Edgar.

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Internauta J.S. Machado comenta no blog

Comentário postado na matéria “CARTA ABERTA A ALGUNS VEREADORES DA VITÓRIA DE SANTO ANTÃO“.

Quer dizer que esses sujeitos tem apenas uma reunião por semana, e ainda chegam atrasados, ficam voando e nada produzem de útil para o povo? Esse tipo de comportamento que esses vereadores apresentam seria tolerado por eles se fossem praticados pelos seus próprios empregados? Pois muitos deles são empresários. Pois nós, como patrões deles, também não toleramos isso. Vamos botar a cabra prá comer o cartão deles. Próximo ano tem eleição.

J.S. Machado

O Bode Grill Prime em breve será inaugurado.

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Dias atrás estive com meu filho Gabriel lanchando no Rei da Coxinha, localizado na Avenida Silva Jardim, Matriz. Depois da barriga “forrada” bati um papo alongado com o amigo Danilo, proprietário do estabelecimento.

Falou-me o Danilo que em breve estará inaugurando o Bode Grill Prime. O novo restaurante funcionará no  mesmo prédio onde funcionou o antigo Bode Grill, às margens da BR, lá em Cidade de Deus. Segundo ele, uma nova equipe foi montada e um novo cardápio será servido, portanto, vamos aguardar o dia da festa inaugural.